Ultimo dia de Aulas

Cerca de 1874 frases e pensamentos: Ultimo dia de Aulas

Se decepção ensina pode ter aulas comigo pois.eu já tenho faculdade.
nessa área

PAULO RICARDO PEREIRA
Inserida por PAULORICARDOPEREIRA
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Dia 12 de Outubro é o dia reservado para professores.

Professor não é aquele que dá aulas é aquele que se preocupa em fazer dos seus alunos pessoas que sabem como ou mais que ele.

Isto é o objetivo de quem tem o título de professor.

Feliz seu dia prof.

JOSH JOCHUA
Inserida por Jochuaarleteboa
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Ah, que burrice achar que na solidão não há solidariedade. Nas escolas deveriam incluir aulas de solidão. E antes que você me julgue louco – o que eu até acharia um charme – pense comigo o quão gostoso é esse seu momento sozinha me lendo. Todos a sua volta podem achar que no fundo você realmente está sozinha, mas, pelo menos pra mim, estamos aqui juntos. Você me lendo, eu te lendo, e quem sabe, sorrindo. Solidão é isso, autoconhecimento, certezas assentidas e plenitude. É sorrir sozinho, mas no fundo, estar tão junto de si, do mundo, dos outros...

Frederico Elboni
Inserida por GabrielaOgataOtsuki
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Volta às aulas: aprendizagem, ficção e vida real

Aos sete anos de idade, o menino está tenso, preocupado e repleto de expectativas sobre o seu primeiro dia de aula. A recepção na escola não é das melhores, porém, as sensações da má experiência vivenciada pelo garoto Moncho conseguem ser rapidamente dissipadas graças à habilidade, à generosidade e à extrema dedicação de seu professor, o velho mestre Don Gregorio. Os dois personagens protagonizam o belíssimo drama espanhol A Língua das Mariposas (1999), filme dirigido por José Luís Cuerda, que narra de maneira delicada as fascinantes possibilidades do processo ensino/aprendizagem, com ênfase na cumplicidade entre professor e aluno. A trama tem como pano de fundo a ascensão do regime militar espanhol e as conseqüências desse processo em uma pequena cidade daquele país, representada por uma população atemorizada e desprovida de mecanismos para exercer e/ou apoiar a resistência então praticada por um pequeno grupo de opositores ao sistema opressor, do qual fazia parte o professor Don Gregorio. O cinema, mais uma vez, nos oferece condições para que possamos refletir e analisar a nossa própria realidade, independentemente das diferenças históricas e culturais experimentadas pelos espectadores em seus países de origem. A essência das relações humanas, os sentimentos, os temores, os erros e acertos das personagens da trama sempre nos ensinam algo. No caso da obra em questão, tentaremos, aqui no Estado de São Paulo, reproduzir, neste dia 10 de fevereiro, primeiro dia de aula na rede estadual de ensino, um pouco da poesia e da beleza transmitidas pelo filme de Cuerda no que diz respeito à prática educativa e à relação educador/educando. Realizaremos uma experiência singular, que pretende fortalecer significativamente a parceria entre escola e comunidade, uma das principais metas da Secretaria de Estado da Educação para 2003. Neste primeiro dia de aula, pais, mães, irmãos e amigos dos estudantes são os nossos convidados para essa verdadeira festa educacional, que reúne cerca de seis milhões de alunos, em mais de seis mil estabelecimentos de ensino. Pensando na grandiosidade que envolve esse evento, as escolas organizaram uma recepção calorosa, cujo objetivo é tornar esta data uma experiência positivamente inesquecível para educadores, educandos e comunidade. O roteiro inovador dessa nova história da educação será escrito de forma concomitante por educadores, funcionários das unidades educacionais, alunos e toda a população que vive no entorno das escolas. Nossos convidados poderão conhecer as instalações dos prédios escolares, seus profissionais e o projeto pedagógico adotado nas unidades. A programação inclui ainda atividades como vivências e sensibilizações. A idéia é reforçar em todos os participantes a consciência de que a escola é um centro de luz, um lugar que recebe e que propaga saberes, conhecimentos, aprendizados, descobertas... O século 21 exige uma escola em constante transformação, como é a própria vida. Uma escola pulsante, que instigue o aluno a ser um desbravador, um criador, um inventor do seu próprio caminho. Nesse contexto, a participação ativa da sociedade na escola é essencial. Ela será o elo entre os educandos e o mundo à sua volta, auxiliando na criação de um ensino cada vez mais comprometido com a resolução dos problemas enfrentados pela comunidade. Assim, os alunos poderão exercer papéis sociais de destaque enquanto ainda estiverem em processo de formação, o que contribuirá para o seu crescimento emocional e intelectual, originando gerações muito mais críticas e conscientes de sua cidadania. Governo e sociedade devem unir esforços no sentido de oferecer um ensino de qualidade às crianças e jovens que representarão o capital intelectual do país e que fortalecerão, cada vez mais, o espírito democrático e todos os seus valores. Em seu livro Gramática da Fantasia, o educador italiano Gianni Rodari nos oferece uma síntese perfeita da importância dessa questão, quando nos lembra que a principal disciplina em todas as escolas deveria ser justamente "a realidade, abordada por todos os pontos de vista, a começar da realidade primeira, a comunidade escolar (...). Em uma escola desse tipo, a criança não é mais uma 'consumidora' de cultura e de valores, mas uma criadora e produtora de valores e cultura". Que nesse retorno às aulas todos possamos refletir sobre isso e, mais importante, contribuir para tornar esse conceito uma realidade. Nesse sentido, estamos esperando a presença de todos vocês, pais, mães, irmãos, amigos e demais representantes da comunidade na escola neste dia 10, dando início a um novo e instigante aprendizado para todos.


Publicado na Folha de S.Paulo

Gabriel Chalita
Inserida por fraseschalita
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PROFESSOR EDUCADOR

É comum, no período que antecede o início das aulas, terem as crianças uma certa expectativa, um certo desejo, antecipando o que será a escola. Têm, as crianças, a tendência de gostar do professor. É o gosto da novidade, do que não conhecem - é a aventura do aprendizado.
Começam as aulas e algumas expectativas são superadas, outras frustradas. Alguns encontros se revelam marcantes, outros nem tanto. Há alunos que voltam para casa, dos primeiros dias de aula, desejosos de narrar aos pais cada detalhe de seus professores.
Em uma leve viagem ao passado, todos rapidamente nos lembramos de alguns professores. Por que desses e não de outros? Porque alguns marcam mais. E é desses professores que a pessoa se lembrará, ao longo da vida.
Infelizmente, muitos professores se convertem em burocratas da escola. Estão ali exercendo a profissão de estar ali. E nada mais. Sem perfume nem sabor. Sem encontro nem encanto. Apenas ali, munidos de um programa determinado, e sequiosos do fim, já no começo. Tristes mulheres e homens que embarcam na profissão errada e lá permanecem aguardando a miúda aposentadoria. Não são maus. Apenas não são educadores.
Há aqueles que educam desde os primeiros raios da aprendizagem. Preparam-se para a celebração do saber e do sabor - palavras com a mesma origem. Lançam redes em busca de curiosidades, surpreendem e permitem surpreender; ensinam e aprendem com a mesma tenacidade. Estão ali, em uma sala de aula, desnudos de arrogância e ávidos de vida. Não temem a inquietação das crianças e dos jovens. Não negligenciam o conteúdo, mas valorizam os gestos. Gestos - é disso que mais nos lembramos dos nossos mestres que passaram. E que permaneceram.
Lembro-me de alguns, como a Ana Maria, professora de história, que nos instigava a estudar antes da aula o tema que seria trabalhado. Quando chegava a aula, ela propositadamente errava, e nós a corrigíamos. Era um jogo, uma didática simples que empregava. Eu chegava a sonhar com aquelas aulas. Ela despertava o gosto pela pesquisa e destravava os mais tímidos. Todo mundo queria corrigir a professora.

Talvez um exercício interessante para o professor seja o das lembranças. Lembrar, de quando era aluno, daqueles professores que eram educadores, e de repente ter a humildade de imitá-los ou até reinventá-los.
E não há tempo nem idade para fazer diferente. É só ter uma característica que Paulo Freire considerava importante para toda a gente mas essencial para quem educava: gostar de viver.
Quem gosta de viver não tem preguiça de reinventar, nem medo de ousar. Quem gosta de viver não tem medo de ternura, da gentileza, do amor.
Quem gosta de viver, educa!



Revista Profissão Mestre, março de 2007

Gabriel Chalita
Inserida por fraseschalita
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O 'Cinema Paradiso' e a volta às aulas

No clássico Cinema Paradiso (1989), do diretor e roteirista italiano Giuseppe Tornatore, o pequeno e sensível protagonista Totó descobre o mundo por meio de uma escola diferente. Uma escola encantada, impregnada de sonhos, desejos, possibilidades. Uma escola travestida de cinema e que prescinde do quadro negro justamente porque ensina, comove e arrebata os corações e mentes utilizando imagens, emoções, sentimentos e ações reproduzidas nas projeções comandadas por Alfredo - espécie de mentor, professor, pai e amigo do eloqüente Totó. É essa vontade de desvendar o mundo, vivenciada pelo pequeno personagem de Tornatore, que pretendemos levar aos alunos da rede estadual de ensino na próxima segunda-feira, quando seis milhões de estudantes voltam às aulas e assumem seus postos de aprendizes nas seis mil escolas do Estado. Estamos convictos de que a maioria de nossos 250 mil educadores tem muito do amor, da generosidade e do espírito apaixonado do velho projecionista Alfredo. Homem que se vale dos filmes e de suas histórias para fazer do menino Totó um ser humano melhor, mais confiante no futuro. Uma criança comprometida com o aprimoramento de seus talentos. Alfredo ministra ao bambino muito mais do que o ofício da projeção das fitas. Sábio, o velho mentor ensina, a bem da verdade, a importância do sonho, a importância de acreditar neles e a necessidade de lutar para que se tornem realidade. Alfredo é um professor na acepção mais completa do termo. Um mestre que, mesmo após ter perdido a visão durante um dramático incêndio no cinema em que trabalhava, consegue enxergar em seu pupilo o grande artista que ele se tornaria um dia. O grande homem que deixaria aquela pequena cidade sem oportunidades em que viviam em busca da concretização de seus ideais. Ideais fundamentados na concepção, na produção e na execução de suas próprias histórias. Histórias, por isso mesmo, mais fascinantes do que aquelas assistidas nas sessões das matinês. É essa a função do educador. É essa a missão das instituições de ensino. Despertar potenciais. Descobrir dons adormecidos. Injetar confiança em crianças e jovens muitas vezes descrentes de seu valor, de sua singular capacidade de escrever belos roteiros para suas vidas. Nesta época do ano, em que retomamos as atividades do processo ensino-aprendizagem em nossas escolas, faz-se necessário refletir sobre o modo como devemos "seduzir" nossos alunos para a beleza da vida e para as diversas maneiras de torná-la melhor, a cada dia. As salas de aula podem, sim, ser tão atraentes quanto as telas de cinema. Até porque é por meio delas que começamos a aprender mais sobre nós mesmos, sobre os que estão à nossa volta e sobre os que estão distantes. É nelas que deparamos com a melodia da poesia, com a dança frenética dos números, com a natureza e seus infinitos mistérios. É lá que os melhores professores nos orientam sobre o quanto podemos ser detentores das rédeas de nosso destino. O período escolar encerra anos indispensáveis ao crescimento emocional e intelectual dos indivíduos. Anos em que precisamos receber estímulos, incentivos, elogios e críticas construtivas. Tempos em que planejamos, passo a passo, o início de nossa trajetória. A educação necessita de doses maciças de ousadia, da intensidade de espíritos inquietos, da energia pulsante de uma vocação peculiar: a vocação pela propagação de saberes, pelo gosto em debater, refletir, discutir e analisar o mundo junto com o outro. Uma vocação que impulsiona o ser humano ao crescimento ininterrupto. Vocação que se traduz em amar o conhecimento e, principalmente, em compartilhá-lo. A Secretaria de Estado da Educação acredita em seus educadores e tem orgulho de presenciar o modo com que têm exercitado o magistério. É impressionante o empenho desses mestres em fazer o melhor, em participar ativamente de nossos programas, projetos e ações, como é o caso do Escola da Família. Nas visitas às unidades educacionais, nos eventos programados pela secretaria, nas capacitações, na maneira dedicada com que nos apresentam sugestões, no brilho apaixonado com que nos revelam suas idéias... Tudo nos lembra a grandeza e a extrema sensibilidade do inesquecível Alfredo, de Cinema Paradiso. Por tudo isso, a todos vocês que fazem da educação um exercício contínuo de arte, de amor e de altruísmo, um maravilhoso ano letivo. E, sobretudo, o nosso muito obrigado. Que em 2004, possamos avançar ainda mais na construção de uma escola viva, dinâmica e sedutora. Uma escola capaz de deixar nossos aprendizes como o pequeno Totó: repletos de entusiasmo, energia e autoconfiança.


Publicado na Folha de S. Paulo

Gabriel Chalita
Inserida por fraseschalita
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Hogwarts deveria ensinar como entender as cabeças das mulheres, seria mais útil do que as aulas de adivinhação.

Harry Potter
Inserida por pensador

Tudo pode ser tomado como análise de estudo e de reflexão. Em minhas aulas de história procuro estabelecer conexões entre o conteúdo de história com a realidade vivenciada pelo aluno, mesmo que essa realidade não seja próxima geograficamente do aluno. Muitas vezes estamos mais próximos daquilo que está distante de nós.

Ricardo de Moura Borges
Inserida por RicardoMoura
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Você pode cuidar do teu corpo, da tua roupa, do teu cabelo, de toda a tua aparência e até ter aulas de etiqueta, mas a legítima elegância está na sua essência, se você é mal caráter, nada disso vai adiantar.

Jane Silva
Inserida por Jheine
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Apenas nas aulas de Sociologia foi que eu percebi, ou tomei a consciência de que a história inspirou-se na Sociologia.

Ricardo de Moura Borges
Inserida por RicardoMoura
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Sua raiva já era contada em salas de aulas pelos nossos Professores e pelas nossas Professoras, desde o início e você pensa que eu não sei disso, porém, um Professor amigo meu me alertou sobre a sua saga diferente das pessoas que procuram o bem.

Mago Gago
Inserida por magogago
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Aprendemos nos livros, nas nossas conversas, na clínica, nas aulas e corredores que mudar o mundo inteiro de uma vez só, pode mesmo ser impossível, mas mudar o mundo interno de uma pessoa é possível. Então, mudar uma pessoa é o mesmo que mudar o mundo.

Marcelo Pelucio
Inserida por umfuturomelhor
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O meu cupido faltou
Nas aulas de arco e flecha
Tá me pirando a cabeça
Nenhum alvo certo ele acerta.

Wilian Neri
Inserida por WilianNeri
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Não existe perda de tempo quando aproveitamos todas as aulas que o mundo nos oferece.

Reinaldo Vasconcelos Pereira
Inserida por ReinaldoVasconcelos
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ACHO QUE TE MEREÇO

Lembro como se fosse hoje quando as aulas iniciaram e você estava sentado do lado direito da sala, e eu do lado esquerdo. Acho que é por que todos os meninos estavam do lado direito e as meninas do lado esquerdo. Te achava o menos destacável e com isso o mais invisível. Por incrível que pareça nunca me passou pela cabeça alguma menina gostar de você. Na verdade trocávamos olhares, lembra? A líder da meu grupo dizia que as regras básicas para ser uma garota do grupo era: nada de garotos. Acho que é a regra básica pra quem não sabe para que servem os garotos, afinal tínhamos apenas 10 anos.

Tudo mudou quando estava viajando com minha família de férias para o litoral do meu estado, e eu tinha 15 anos. Gostava de música pop, de imaginar amores impossíveis e inevitavelmente, pensar na prova final. Não sabia que minha mãe era amiga de escola da sua, foi quando em uma padaria perto da praia que nós nos vimos outra vez. Você estava com 16. O meu maior desejo naquele momento era que, a conversa delas terminasse e eu definitivamente saísse da mesa que estava sentada com você. Nunca senti tanta vergonha. Primeiro: eu estava de biquíni, short e chinelo de borracha. O que é comum pra quem vai passar as férias na praia. Mas foi desconfortável pra mim. Depois de muito te esnobar, mexer no cabelo, olhar para unhas de cabeça baixa, escutei um: “Oi” ... E respondi de volta. Foi quando minha mãe gritou:

- Vamos filha!

Foi a melhor coisa que ouvi naquele momento. Então, olhei para você e sai, te deixando sozinho na mesa. Depois daquele dia, nunca mais te vi. Fui pra praia e fiquei por lá, analisando o mar, enquanto algumas pessoas cantavam músicas ao som do violão e eu bem de longe, olhava. Quando as férias acabaram, cheguei na escola com objetivos de não ficar na prova final e parar de ficar imaginando romances impossíveis. Foi quando te vi novamente e definitivamente não tinha mais como fugir. Você era da minha sala. Não sabia o que fazer!

Ainda me lembro quando se aproximou de mim, já sabia que você tinha beijado outra garota de uma turma mais avançada que a nossa.
- Você tem uma caneta?
- É óbvio que eu tenho. Pensei. Qual a pessoa que vem para escola e não tem caneta?


O tempo foi passando, e pude notar uma aproximação anormal. De distantes, passamos a ter amigos incomuns e nas rodas de conversa que ocorria alguns finais de semana, eu me pegava sentada, no sofá com você assistindo algum filme, e comendo pipoca. Notei que o único assunto que me interessava, naquele momento era o que vinha de você.

Rafaela Hipólito
Inserida por pensamentoshc
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A vida nos ensina, as aulas são diferentes para alguns, mas o objetivo sempre é VIVER!
Busque ser cada dia melhor... Afinal nós somos seres em constante evolução, não fique parado no tempo.

Heverton Cruz
Inserida por HevertonCruz
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Líderes audaciosos, eficazes e sábios são aqueles que não dão apenas aulas, dão treinamentos e ficam ainda insatisfeitos com seus alunos vendo, ano após ano, só fazerem anotações.

Helgir Girodo
Inserida por HelgirGirodo
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"O Luiz Gonzaga de Carvalho Neto sempre diz em suas aulas que nós devemos ler as vidas dos Santos. E por quê? Porque eles já são, por assim dizer, os habitantes do outro mundo. E quando você os conhece, sabe COMO tem de ser para ser um habitante desse outro mundo. Se você lê a vida dos Santos e acha tudo ali muito estranho, não consegue gostar do que eles gostavam ou não consegue fazer nada do que eles faziam, então, meu filho, você não tem nem um dedinho do pé lá dentro. E não é porque Deus não gosta de você; é porque VOCÊ não gosta do Céu."

Roberto Santos
Inserida por Ashlon
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-MATE AS AULAS E PERDERÁS A TUA VIDA

LEANDRO DA SILVA E SILVA''!
Inserida por LeandroSilvaSilva
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072-"Se formos omissos, presenciaremos nossos netos tendo criacionismo nas aulas de ciência. (jocax)"

Joao carlos Holland de Barcellos
Inserida por jocax
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