Qual foi a maior “loucura de amor” que você já cometeu? Consegue se lembrar?

Bem, pode ter sido uma grande "loucura", mas dificilmente chegará aos pés do que o nova-iorquino George Boldt preparou para a sua esposa, Louise…

Ambos viveram durante os primeiros anos do século XX, em Nova Iorque, e eram MUITO apaixonados. Por sorte, George era um homem financeiramente bastante abastado, por isso não punha limites à sua imaginação quando o assunto era surpreender a mulher!

Para celebrar o aniversário de Louise (e do Dia de São Valentim, já que a esposa nasceu em 14 de fevereiro), o Sr. Boldt decidiu materializar todo o amor que sentia com um gesto que só se vê em contos de fada: comprou uma ilha inteira em homenagem à esposa!

ilha hart história romântica

Conhecida como ilha Hart, ou por alguns como “ilha do Coração”, esta nova propriedade prometia ser um “templo” de amor e tranquilidade para o casal.

Mas, a vida dá voltas, e algumas podem não ser nada divertidas… Em 1904, aos 41 anos, a mulher de George morre devido a um problema cardíaco, pondo fim ao conto de fadas que viviam.

Em grande depressão, o Sr. Boldt ordena que as obras do castelo que mandara construir no centro da ilha fossem canceladas e nunca mais voltou a pôr os pés naquele lugar…

Mas, em 1977, inspirados pela história de amor frustrada do casal Boldt, a empresa Thousand Island Bridge comprou a ilha e deu continuidade ao projeto inicial de George, terminando de construir o castelo e todos os outros atrativos previstos para a propriedade.

Atualmente, a ilha Hart  - sim, soa mesmo a heart (“coração”, em inglês) – é considerada um dos marcos mais românticos do estado de Nova York! Uma parada obrigatória para todos aqueles que acreditam no amor, mesmo que seja para além desta vida…

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.

William Shakespeare

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