Gabriella Beth Invitti: This little heaven. “Tell me baby,...

This little heaven.

“Tell me baby, what are we going to do? Tell me baby, what are we going to say? With their sweet words, please answer me. And everytime I try to walk away, and everytime you want to hear me say - the words disappear”. – Olho as nuvens no céu e consigo dar mil formas a elas, minha imaginação flui rapidamente e posso desenhá-las com meus próprios dedos. Queria poder desenhar nossa história também. – Olho você e posso imaginar mil e uma formas de dizer o que penso e o que desejo, mas pincelar num papel e acreditar em cada cor dos desenhos de minha imaginação, seria voar como as nuvens.
Ontem estava me lembrando de nós dois, quando dei por conta estava rindo de minhas bobagens. Fiquei me perguntando ‘como me agüentou por tanto tempo?’. Fiquei imaginando tudo que aconteceu em formas coloridas. Consegui me lembrar de seu cheiro e a imagem do seu olhar não saía de minha mente. Suas palavras me fazem acreditar em flores... Seu jeito ainda me intriga.

“Com dias contados o ponteiro do relógio parece voar, logo vai dar meia-noite, tenho que ir embora. Tudo que faço é te olhar de longe, sem você perceber. Sorrio calmamente, mas não consigo disfarçar que estou aflita. Posso lhe fazer uma pergunta? Apenas mais uma? – Em que momento de minha vida sua rua vai encostar na minha?”

Com destinos tão paralelos não consigo parar de me perguntar: ‘Por que nos encontramos?’, talvez destino, talvez desvios do destino. – Você talvez já tenha percebido que apareceu em minha vida em um momento de trânsitos, me trouxe paz e sossego de forma que eu não estive fora do perigo. De forma que me fez perder a respiração – a forma exata para me perder e me encontrar – a forma exata para achar mais evolução.
Suas idéias abrem meus pensamentos, sua maneira de pensar às vezes é muito semelhante a minha e repito, suas palavras me fazem acreditar em flores. – Quando para mim já não fazia sentido, minhas palavras de esperança puderam invadir alguém e tomaram novas proporções dentro de mim.
Confesso que de longe te vejo sorrir e seu sorriso me invade, sua alegria me traz paz. Confesso que em uma noite dessas, quando meu dia não estava bom, você me ligou para contar um problema e eu esqueci completamente a pequena dor que havia sentido naquele dia e me enchi de dores que eram suas. Confesso que se nossos olhares se encontram meu coração dispara e todas as vezes que me perguntam de você eu tento disfarçar meu suspiro ao inevitavelmente me lembrar dos seus carinhos. Confesso que ao ouvir sua voz eu tenho arrepios e se você ousar passar por mim com teu perfume fico sem direção.
Confesso que as vezes meu sorriso é para disfarçar o que não quero que você saiba.

Diga-me, o que fazer agora? Se toda vez que eu fujo, eu me aproximo mais. Se estranho seria se eu não sentisse nada. Se guardo as lembranças e imagino nosso futuro. Se lá no fundo eu peço que o tempo demore a passar quando estamos juntos. Se quando estamos juntos tudo parece mais fácil – por que destinos tão distantes?
Um sentimento tão incompreensível o que eu sinto por você – afinal, se eu te ver com outra pessoa não sinto nada, mas se eu te ver triste a dor e às vezes a raiva me invade, se te vejo feliz meu coração se alegra e se estou com você ele sai pela boca.
Se você é a boa inspiração de minhas resenhas – afinal, sem você eu escrevo apenas coisas tristes – se suas palavras estão guardadas comigo, se o que eu sinto é tão sincero. Diga-me meu doce amigo, o que fazer agora? “Tell me baby. Tell me! I see the hours pass”.

Inserida por gabiiinvittti