Sofia Duarte: O que não faltam são palavras a fluir...

O que não faltam são palavras a fluir da minha boca, tamanho o desespero, tamanha a perda… Permanecesse eu calado, num canto do mundo, como uma pulga esmagada por alguém e deixada ali, abandonado, lembrando apenas que era uma pulga esmagada, morta.

Inserida por SofiaDuarte