Raphael Paz: Entre as portas do finito e do infinito,...

Entre as portas do finito e do infinito, uma teme barreira nos separa da eternidade. Além da materialidade passageira das coisas, fica o reino das coisas verdadeiras, que a gente carrega como um tesouro dentro do coração. Laços inquebráveis de um amor insuperável, ternuras profundas de uma amizade real, mão que se celam como guardiãs em nossa caminhada, espíritos de luz iluminando nossos corações, fantasmas familiares como guias como força de proteção. É aí que a gente vê que o tempo não vale nada, é pobre na estrada da evolução.

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