Magno Gastim: O Efêmero de mim Quando os olhos das...

O Efêmero de mim

Quando os olhos das flores caem sobre ti, percebem que cultivam sua beleza em vão
O cheiro do orvalho matutino se alegra ao entrelaçar com o perfume de tua pele
O vento vislumbrado com seus olhos, toca seus lábios em esperançada de sentir o âmago de seu calor.
Ó olhos seus, que a lua reverencia em sinal de esplendor.
A relva que toca seus pés, a água que toca sua pele, elas sim são enobrecida,
uma por sustentar a leveza de seus passos
e a outra por tocar o melífluo de seu intimo.
Sim! Invejo-a Natureza por ser eterna e eu...eu sou efêmero!

Inserida por kurts