Antonielson Kleverisk (Sousa): Creia Enxugando as lágrimas, Tomo...

Creia

Enxugando as lágrimas,
Tomo frente e desafio o impossível.
Fecho os olhos,
E escondo o medo, meu segredo,
E sonho onde talvez nem, precisa-se ir,
E vou vivendo o que vejo,
Na certeza que nada mais pode impedir,
O meu sonho, meu desejo,
Minhas vontades, o que vejo.
E construo meus passos,
Mesmo que duvidem de mim.
Posso ser solitário do que creio,
Onde todos me vêem,
Como mais um sonhador escondido,
Mas sei que consigo mostrar,
O que espero que todos enxerguem.
Sei por que posso ampliar,
A visão de um mundo que se ergue,
Um mundo que talvez só eu tenha,
Um mundo que,
Não é visto só de tristeza, sofrimento e dor,
Um mundo que pode sim, ter saída, se tiver amor.
Porém forçado a acreditar,
Que esse mundo um dia não existirá mais,
Me vejo a concordar,
Que isso é o que o homem faz.
Mas ciente estejam,
Que jamais desistirei,
Mesmo que tudo diga: pare, tu não vais conseguir.
Eu prefiro surdo ficar, me silenciar,
E olhar apenas para frente.
Prefiro ver o caminha que me leva a vitória,
Do que fracassar, em meio a tanta gente.
Prefiro deixar lições que incentive
Pessoas a nunca desistirem,
De ensinar que a vida pode ser diferente,
Se assim quisermos que ela seja,
E que nada pode roubar nossos sonhos,
Se vivermos sua essência, sua beleza.
E que você será um sábio,
Quando aprender a enfrentar,
Seus medos, seus fracassos,
Seus sofrimentos, seus desabafos;
Enfrentar seus desafios, o que sente,
Vivendo apenas o momento, o presente,
Esquecendo de olhar para trás,
Ou tentando descobrir o que virá pela frente.
E que você só encontrará o sentido da vida,
Quando perceber que ela é muito mais do que se imagina,
Muito mais do que se pode ver,
E muito mais do que se ensina.
E que você será o que desejar,
Desde que a sabedoria em ti seja usada, para viver e sonhar,
Desde que você seja você mesmo em tudo,
Nos erros e nos acertos,
Nas vitórias e nas derrotas,
Aprendendo a aprender,
O que a vida te mostra, o que a vida quer dizer:
Há esperança, enquanto houver vida,
Enquanto existir o último suspiro,
Enquanto o último sinal ainda se confirmar,
Há uma chance,
Um alvo, um alcance,
De superar meu medo,
De romper meu próprio limite,
E meus sonhos conquistar;
De fazer crer, quem duvide; quem desconfiar.
E mostrar que não será em vão a vida que vivo,
Por que sou um guerreiro destemido,
E um sonhador confiante, e mesmo diante dos problemas,
Dos desafios e do impossível,
Há uma saída, uma força, uma chance.