Ana meire: o amor Há momentos em que somos...

o amor

Há momentos em que somos tímidos para expressar o amor que sentimos, por medo de envergonhar a outra pessoa ou de nos envergonharmos a nós mesmos.

Fugimos de dizer "te amo" e tratamos de dizer esse amor com outras palavras.

Dizemos "se cuida", "se comporta bem", etc, mas, realmente, estas são maneiras diferentes de dizer "te amo", "você é importante para mim", "eu me importo com o que acontece contigo", "não quero que estejas mal".

Às vezes, somos muito estranhos. A única coisa que queremos dizer, e a única coisa que devemos dizer, é, de fato, a única que não dizemos. Devemos escutar o amor nas palavras que as outras pessoas nos dizem. Um elogio dito carinhosamente transporta maior afeto e amor que os sentimentos que são expressados de maneira pouco sincera. Um abraço ou um beijo impulsivos dizem "te amo", mesmo quando as palavras dizem algo diferente. Qualquer expressão de preocupação significa "te quero bem".

Dizemos "te amo" de muitas maneiras: com pequenos presentes, com bilhetes, com sorrisos e, às vezes, com lágrimas. Outras vezes, mostramos o nosso amor quando nos mantemos em silêncio, sem dizer uma palavra. Muitas outras vezes, temos de demonstrar amor, perdoando alguém que não tenha conseguido perceber o amor que a gente tentou expressar.

A quantidade de amor que sente pode ser medida pela quantidade de amor que dá. Ou, em outras palavras, a medida em que dáé a medida em que recebe.

Inserida por maryannepinheiro