Depoimentos para Genro

Cerca de 115 depoimentos para Genro

Eu sou uma pessoa horrível,
De aparência, atitudes,
Jeito de ser, enfim,
Tudo mesmo.
Mas sou um paradoxo,
Pois também sei ser belo,
Quando falo, quando sorrio,
Quando sinto.
Amizade, amor
E tantas outras coisas
Capazes de mudar um ser humano.

Paulo Genro Fh.
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Eu quero dias melhores, noites melhores, sonhos melhores. Quero uma vida melhor, e o melhor do amor que eu puder ter.

Paulo Genro Fh.
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E eu, bem, minha querida,
Sempre fui uma tempestade
De emoções, tristezas,
Felicidades, lágrimas, risos.
Sempre tive isso comigo,
Um furor sem igual,
Uma pressa de ser feliz,
De fazer o futuro, agora.
De encontrar o amor,
De viver uma dor - inevitável.
Corremos riscos,
Uns de mais, outros de menos,
Sempre em busca de alguma coisa,
Algo bom, ou não,
Que preencha o vazio da vida,
E nos faça seguir em frente.
Seja pra viver, ou superar,
Rir ou chorar.

Paulo Genro Fh.
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Como se adiantasse, eu fechei os olhos e rezei. Nada mudou depois, mas eu me senti melhor.

Paulo Genro Fh.
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Eu moro na rua da saudade, que faz esquina com a rua da espera. Longas horas, dias intermináveis e noites que nunca acabam, esperando pra te ver chegar sorrindo e cheia de abraços ternos, com aquele carinho e aquela segurança que só nos teus braços eu encontro.

Paulo Genro Fh.
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Eu moro na rua da saudade, que faz esquina com a rua da espera. Longas horas, dias intermináveis e noites que nunca acabam, esperando pra te ver chegar sorrindo e cheia de abraços ternos, com aquele carinho e aquela segurança que só nos teus braços eu encontro.
Nesse meu endereço, tudo parece tão solitário, um retrato de mim, sem ti. Mas nem tudo está perdido, pequena, pois a dois quarteirões fica a rua da felicidade, onde vamos morar. Minha morada na saudade é temporária, e a nossa casa na felicidade será, devéras, pra sempre.
Enquanto te espero, fico em casa, vendo a chuva molhar a saudade, fico ali, quietinho, clamando por tua presença, esperando ansioso pela tua chegada, que tanto bem me faz. Esperando por teus abraços, e teu sorriso doce, teu toque macio, teu falar suave, tudo aquilo que, em um lapso de momento, me faz sentir um morador da felicidade.
Enquanto te espero, agradeço ao destino pela certeza da tua chegada, peço a ele que não te desprenda de mim, e a chuva continua, molhando a saudade e, agora, também os meus olhos, que tanto queriam te ver sorrindo, um quê de tristeza, mas certamente é muito mais felicidade, pois sei que a longa espera vai, de verdade, valer a pena.

Paulo Genro Fh.
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É que eu não posso negar que sim, eu consigo viver sem você. Eu consigo, mas eu não quero! Por inúmeros motivos, eu não quero. Porque com você eu sou capaz de acreditar, porque com você tudo é mais bonito. Eu não quero, porque escolhi você pra construir comigo uma história que é só nossa. Eu posso, mas eu não quero, não por birra, nem egoísmo, mas é só porque você trouxe sentido aos meus dias.
Não quero, porque já temos detalhes que são nossos, e que aos olhos dos outros podem não fazer sentido algum, mas pra mim – e pra você, eu acho – são todos os motivos pra te amar mil vezes mais, a cada nova manhã. Eu posso viver sem você, sim, eu posso, mas eu não quero. Não quero porque eu nunca amei ninguém, do jeito que eu te amo!

Paulo Genro Fh.
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Fico aqui pensando, me perco em meio a essa concatenação de sentimentos que você me desperta, procuro palavras, me desespero em busca de explicações, queria saber dizer o quanto te amo, queria ter algo pra comparar, e uma unidade de medida que pudesse determinar o tamanho do meu sentimento, e no fim, acabo por perceber que seria muito pequeno o meu amor se pudesse ser medido ou definido em meros centímetros, que de nada valem ao coração.

Paulo Genro Fh.
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Fico aqui pensando, me perco em meio a essa concatenação de sentimentos que você me desperta, procuro palavras, me desespero em busca de explicações, queria saber dizer o quanto te amo, queria ter algo pra comparar, e uma unidade de medida que pudesse determinar o tamanho do meu sentimento, e no fim, acabo por perceber que seria muito pequeno o meu amor se pudesse ser medido ou definido em meros centímetros, que de nada valem ao coração.
Tanto são desimportantes, as medidas, que nem a distância é capaz de lhe tirar do meu coração. Tanto são desimportantes, que a cada dia meu amor por você só faz crescer, e se tornar mais e mais essencial à minha sobrevivência, à minha felicidade, que só se tornou completa e verdadeira naquela manhã ensolarada de um sábado, quando te conheci.
Os dias passam, à noite, às vezes, eu choro de saudade, ao telefone tento me segurar, mas o sussurro doce da sua voz faz meu coração apertar de tanta vontade de te abraçar, de poder brincar com seus cabelos, e te bagunçar toda te dando um abraço apertado, daqueles que a gente dá com a intenção de nunca mais soltar.
Ah, nenê, quem dera você fosse capaz de perceber a imensidão de tudo que há aqui dentro. Tantas coisas boas que tenho pra lhe dar, tantos sorrisos teus, que quero só meus. Sem atrasos, sem tempo certo pra terminar. Não procuro mais razões pra explicar meu amor por você, simplesmente me joguei, quando segurei a sua mão, sem medo de me perder. E hoje já nem me imagino mais sem suas mãos segurando as minhas, me guiando ao nosso futuro. Eu te amo!

Paulo Genro Fh.
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Antes de ti, agora eu sei, andava atropelando meus sonhos, e passando por cima da minha felicidade. Por muito tempo estive fraco, e ao ver o teu sorriso criei forças pra seguir em frente, e a cada manhã que acordo contigo em meus pensamentos, o sol se preenche de um brilho mais intenso, e me faz ver o quanto é bom viver.
Ao teu lado, encontrei a força que eu precisava pra vencer todos os meus obstáculos, e me permiti novamente sentir, me permiti entregar-me a uma paixão, e ter palavras suaves escorrendo da minha caneta, palavras que brotam do fundo da alma, que fazem meu coração bater contente.
Rezo a Deus todas as noites, antes de pegar no sono, pedindo pra que esses dias sejam os primeiros de uma vida inteira ao teu lado. E essa distância, como dói. Mas meu conforto está em saber que sou teu, e que és minha, como jamais nenhuma outra foi. Conforta-me o fato de eu saber que faço parte da tua vida e saber que já és também um pedaço de mim, o mais bonito, o mais doce.
Há quem diga que pra sempre é muito tempo, mas, sem dúvida alguma, eu aceito passar esse “muito tempo” ao teu lado, porque tu és a personificação de todos os meus sonhos, de todos os meus anseios, e de tudo aquilo que me faz feliz. Meu nenê, minha namorada, minha noiva! Tudo, te tornaste o meu tudo, e despertaste em mim coisas que ninguém jamais conseguiu e nem conseguirá despertar.

Paulo Genro Fh.
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É um sentimento que não se explica. Tudo começou do nada, com uma simples conversa, meras palavras jogadas ao vento que qualquer um poderia escutar, qualquer um, mas foi você quem escutou. Agora já não passo mais um minuto sem você no pensamento.
Quero cada vez mais e mais palavras, mais carinho, mais conforto. Você surgiu na minha vida como um anjo. Ao seu lado me sinto seguro – estou seguro. Hoje tenho a resposta àquela velha pergunta “o que vai ser quando crescer”, tenho vontade de gritá-la: eu vou me casar com ela!
Quando conversamos, meu mundo para de girar, e é em você que eu tenho pensado todas as noites antes de pegar no sono. Parece loucura, mas já tenho uma vida inteira planejada, ao seu lado; mesmo sabendo que posso me decepcionar, ou, pior ainda, te fazer sofrer, mas tenho apenas vontade de viver o presente, e imaginar um futuro bom, ao teu lado!
Você se tornou um dos meus vícios, a droga que mais me faz bem. Viciei, tanto, mas tanto, ao ponto de já não saber mais viver sem. E essa distância, como dói, porque em tão pouco tempo já gosto tanto de você. Quando estou contigo, esqueço meus problemas, nada me abala, você é meu ancoradouro.
Amo seu jeito, e acho tão fofinho teu ciúme. Lembre-se: jamais vou te trair, jamais te abandonarei. Sou teu, só teu. Te quero minha, e de mais ninguém. Somos um do outro. E mesmo que o destino nos dê rumos diferentes – rezo pra que não aconteça – pode ter certeza de que eu nunca vou esquecer a menina mais doce que já entrou na minha vida.

Paulo Genro Fh.
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Não, menina, por favor. Não me olhe com esse olhar maroto. Desvia de mim o teu sorriso torto. Essas coisas – tuas coisas – me encantam tanto, você não faz idéia do quanto. Por favor, não me faça acreditar que as estrelas não morreram, me deixa aqui, pensando que o sol também não volta.
Não, menina, por favor. Não pega a minha mão, eu não mereço. Desvia de mim o teu carinho, pois sou tão imperfeito, não mereço – não te mereço. Corre, menina, corre enquanto ainda há tempo, corre por enquanto, corre rápido, ou devagar, se insistir em me deixar te alcançar. Mas não, não queira, por favor.
Não me deixe existir pra você, não queira voar ao meu lado. Tenho medo de cair, tenho medo de te derrubar, vai doer, e vai doer em mim. Não seja má, menina, faça o que lhe peço. Desvia de mim teu olhar maldoso, tão apaixonante. Não entoa teu falar doce e manso ao meu ouvido, não agora.
Preciso-te. Não te quero. Não me pergunta se meu amor vai crescer. Eu não sei, eu não quero. Fica quieta, não me olha, não fala nada. Deixa o tempo nos guiar. Deixa o tempo nos perder. Não, não deixa! Preciso-te. Quero teus olhares e tua voz doce ao meu ouvido. Quero teu coração pra mim, e o meu pra ti.

Paulo Genro Fh.
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Hoje pela manhã, ao acordar, sentei-me só ao lado de uma xícara de café puro. Vislumbrei meu semblante, cansado, pelo reflexo da janela, despi-me de minhas alegrias, e inventei algum problema, qualquer, para poder viver.
Acendi meu primeiro cigarro do dia. Fumegando, sentia a brasa queimar, além do papel, o meu coração, tão dolorido, tão desesperado. O aroma do café misturou-se com meus devaneios, trazendo um ar de graça a coisas tão torpes que se passam pela minha cabeça.
O sol começava a tomar conta da sala de jantar, sentia tudo esquentar, mas meu coração, oh, o meu coração ficava cada vez mais frio, como se ali dentro só existisse gelo. Nem a angústia da dor me é capaz de fazer soluçar, tudo passa sem som, sem brilho, sem palpe.
Passa a vida, como passa o calor do café. Esfriam os corpos, perfumes se perdem, o sol morre, a noite fria chega, chega numa manhã quente de janeiro. Abre os olhos. O sol brilha lá fora. Aqui dentro a lua gélida se faz luminosa, e tão grandiosa.
Lua que outrora foi sol, que em outros tempos aqueceu o meu amor. Hoje é lua, é dor, é desamor. Loucura. No mar frio das emoções que tenho agora, vejo meu rosto desfigurado, quem sabe cansado, atormentado. Vejo reflexos de dor.

Paulo Genro Fh.
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Manhã quente. Banho frio, roupa leve, chegando à cozinha servi-me um pouco de chá gelado, sentei-me à mesa, e contemplava pela janela meu intangível modo de vida. Os jasmins orvalhados já perfumavam aquele primeiro momento do meu dia, e seu aroma já se afinava num acorde perfeito junto com os cheiros do banho e com o perfume do amaciante de roupas, fazendo uma serenata à solidão, que já invadia meu dia afim.
O que eu menos queria era sair dali, quem sabe, quisera naquele momento apenas voltar ao meu leito, e debruçar-me sobre minhas doces lembranças, e viajar no mundo dos meus pensamentos, tão belos, tão cheio de amor, de paz, felicidade. Nesta manhã, por um momento, eu desejei que tudo fosse diferente, tive vontade de correr, vontade de fugir da minha vida, que se concretizou nesse vazio tão profundo.
Tive vontade de fugir, levando comigo apenas poucas coisas, e a mulher que amo. Queria sair pela porta dos fundos, passar o dia tomando sol, à noite pegar o sereno, e depois juntar-me com ela aos outros casais românticos que se beijam no coreto da praça do centro da cidade. Queria fazer-lhe todas as juras de amor eterno que tenho em minha mente, para poder cumprí-las depois, sentir as luzes da cidade nos iluminando, e respirar como se fosse a última vez que inspirava o ar serenado da noite amena.
Hoje eu tive vontade de fazer tudo diferente, ao menos por hoje, nada de drama. Hoje eu só desejei que a minha vida fosse suave, tal qual a água fria que me banhou, tal qual o aroma dos jasmins que enfeitam a minha janela. Mas tudo não passou de um sonho de uma manhã de verão, acabou-se junto com o chá que me refrescava antes de sair pra trabalhar. Ficou a vontade de me sentir gente, humano, que erra, tropeça e cai e sabe se reerguer; ficou a certeza de que não sei mais me erguer sozinho.

Paulo Genro Fh.
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Ô, solidão, por que tanto me gosta? Por que tanto me enfraquece, e por que tanto me faz soluçar? Por que te chamo tanto a atenção, solidão, por quê? Hei, vazio, por que me tortura? É doce a minha companhia, por quê? Sou tão fechado, sou tão imperfeito e tão frustrado, não será a presença de vocês que me deixa assim? Por que se fazem tão presentes?
Tristeza, me diga, qual a minha graça? Me diga, quanto é importante pra ti a minha companhia? Anda, tristeza, fala! Tenho que admitir, tristeza, que tenho estado acostumado com tua presença, querida. Tanto estranho quando tardas a chegar, que fico perdido, sem saber no que pensar. Mas por que me abandonas, assim, e me deixa à mercê da loucura, quando somente contentar-me-ia com tua companhia, por quê?
Tanto me questiono, tanto sofro, sozinho. Sem ter pra onde correr, me sufoco, me perco em devaneios absurdos, e uma vontade de sumir. Oh, quanta dor. Mas, por quê? Tenho amor, tenho amigos, família... tenho tudo, tudo mesmo, inclusive este vazio que me atormenta. Este vazio que me machuca, esta espera pela vida, pelas coisas que vão acontecer. Tenho pressa de ser feliz, tenho pressa de fazer meu amor feliz, tenho pressa da vida, e como machuca não poder apressar o tempo.

Paulo Genro Fh.
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Me aceite assim, cheio de vícios, pois, apesar do cigarro e o copo de uísque que me acompanham, incrivelmente, tenho também um coração, calejado, dolorido, machucado, e que mesmo assim não desaprendeu a arte de amar, e clama por ser amado, apenas. Ama-me, apesar dos defeitos desse coração tão maltratado.
Me aceite assim, sem pudores, e desbocado, com esse temperamento explosivo, que só serve pra expressar o medo que tenho de me apegar. Ama-me, pra eu me entregar de uma vez, pois eu preciso, preciso ser amado. Aceite meus excessos, e ama-me como quem ama a vida, me deixe tornar-me a sua.
Me aceite assim, e não me diga adeus, permaneça nos sonhos meus, e ama-me, me aceite, fica comigo até o amanhecer, depois de uma briga, abraça-me, e mais uma vez, me aceite, me ame, apesar dos gritos, e das lágrimas de raiva que certamente irão rolar. Ama-me, antes de anoitecer, antes de tudo padecer.
Me aceite assim, me ame, cale-se nos meus braços, entregue-se, apesar dos vários paradoxos do meu humor, dos meus bronzes e dos meus cristais, me aceite assim, de ferro e de algodão, apesar das variáveis, tenho aqui um coração que somente deseja amar,e ser amado.

Paulo Genro Fh.
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Na inconstância, minha essência, as palavras soltas caem no vento, se deixando levar, tentando exprimir minha dor. Decepções, amargura e tanto dissabor, coisas boas que viraram pequenas lembranças docemente atrozes, de um passado outrora tão belo e verdadeiro. Nesse meu mundo, agora tão bagunçado, tudo está fora do lugar, pensamentos perdidos e sentimentos solitários. No meu leito, à noite, tudo se faz escuridão, não mais pela luz apagada, mas também pela sombra que me invade sem cessar. Quisera eu ver o mesmo brilho nas estrelas, quisera eu poder ter os beijos que preciso, sem ter medo de chegar no lugar em que sei que eles estão. Pudera tudo ser como um dia foi e, certamente, não mais será.

Paulo Genro Fh.
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Às vezes a gente se joga e se quebra porque, na realidade, o chão é duro quando a gente encontra com ele. Mas a vida é feita de riscos, ela maltrata, te pega pelos cabelos e te chaqualha, te faz acordar nos momentos de dor, pisa no teu pescoço, e grita na tua cara: "aqui os fracos não têm vez!", e só te resta levantar, e com o coração em mil pedaços sorrir, pra continuar a caminhada, até encontrar outro abismo pra se jogar, de cara, com toda a força.
Nem sempre a gente tem o ímpeto de se jogar com tanta força, porém, mesmo sem querer, é necessário; e se tu não vai por si só, a vida chega e te empurra, faz o tombo ser mais violento, e faz os cortes serem mais profundos. É isso aí, meu amigo, a vida não perdoa quem brinca, com ela é tudo ou nada. Depende das nossas atitudes, pois são elas que definem o tudo ou o nada, que às vezes vêm disfarçados, um do outro. Um tudo vazio, ou um nada repleto de surpresas boas.

Paulo Genro Fh.
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Jamais se faça desapego, não deixe o amor escapar, não faça por onde aprender a valorizar o que você tinha, por não ter sido capaz de dar valor no momento em que possuiu de verdade. Dói muito mais na pessoa que parte, ver tudo que sentia se esvair no chão causa uma náusea tremenda, uma dor impossível de descrever.
Jamais julgue um erro, tenha ciência de que você também errou, e por errar está onde está agora. Jamais esqueça de perdoar, pois todo ser humano é passível de cometer erros, sem exceções. Eu errei, você errou, continuaremos errando, até chegar o momento certo de acertar, e isso só depende de nós.

Paulo Genro Fh.
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Nem tudo pode ser eternamente perfeito, a não ser que tenhamos como conceito de eternidade tão somente o momento enquanto duram as alegrias e tristezas da vida. Podemos ser felizes eternamente, em um lapso de tempo, questão de segundos, podemos fazer disto o tão sonhado “pra sempre”; podemos petrificar nossas mágoas, que não duraram tanto, e fazê-las eternas do mesmo modo, mas então, fica a dúvida: o que realmente vale a pena eternizar? Dores, tristezas? Ou as nossas alegrias, nossos momentos em que o riso foi a única coisa que poderia sair de nós?
Tudo na vida passa, numa revoada, tudo vai embora, e permanecem lembranças de bons e maus momentos. Lembranças de coisas que nos fizeram sorrir, e também nos fizeram chorar… mas, então, vem o questionamento, novamente: Por quê vale realmente a pena fazer a eternidade real?
Numa vida-aeroporto, as pessoas vêm, deixam marcas, algumas boas, outras nem tanto, mas não há quem parta sem deixar nada; mesmo os que não nos deixam lembranças agradáveis, de um dado momento, sabemos que algo bom realmente existiu, e deve permanecer, isso sim, na nossa eternidade.
E o que nos faz seguir, vacilando, mas indo, é a tão sonhada plenitude da vida, que parece tão, mas tão difícil, que muitos desistem, e se contentam apenas com a medíocridade do orgulho, porque perderam pessoas realmente especiais, e não tem coragem de ir atrás, e fazer um novo começo, sem final. Puro orgulho, que machuca, faz sofrer, e termina com os corações. Expectativa de vida frustrada, e impossível de ser mudada de outro modo que não seja a aceitação de que nada é perfeito, e que tudo tem uma solução.

Paulo Genro Fh.
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