Cronicas sobre Futebol

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Que o Futebol é a paixão nacional disso eu não tenho dúvida. Não tenho dúvida também que o que aconteceu com o Neymar ontem deu uma chacoalhada nos ânimos da brasileirada. Foi um sentimento estranho né? As pessoas colocam um peso tão grande sobre as costas de alguém e um dia essas costas quebram, que coisa, foi até literal. E esse sentimento estranho pode ser também de impunidade, os juízes, aqueles que detêm o poder sobre o jogo fazem o que querem, agem como bem entenderem, enxergam a falta onde não há, e em algumas situações até enxergam, mas se cegam, 'passam a mão na cabeça', distribuem cartões para quem não os merece. Esse 'sentimento estranho' é o reflexo do que acontece com o nosso mundo, a cada momento, em todos os setores em que vivemos, seja no seu trabalho ou no templo que você frequenta, seja na roda de colegas ou até entre sua família. A impunidade está aí, o mundo todo olhando para ela e ela, simplesmente, dando um 'xauzinho' de miss. É possível dizer também que essa 'revolta' que vemos na mídia (a mesma mídia omissa em tantos outros casos), no facebook, nas conversas em nossas casas, poderia ter uma porcentagem destinada a tantos outros exemplos de impunidade que temos visto por aí. Exemplos? Só se informar sobre a debilidade do sistema econômico, a decadência da saúde, a falta de segurança, os adoradores cada vez mais ávidos do jeito Lannister de ser (manipulações, egoísmo, arrogância, sede extrema pelo poder). É a cabeça das pessoas sendo alterada e ninguém está se dando conta disso. As pessoas não têm mais palavra. Elas olham nos seus olhos e mentem descaradamente. Estamos sob o domínio desses juízes. Onde estão os nossos valores? Esquecidos, como o sentimento estranho 24 horas depois.
- Caio Rossan, em 05 de julho de 2013.
‪#‎COPA2014‬ ‪#‎OCAMPEÃOVOLTOU‬ (E vamos pensar mais em outros aspectos, unidos não apenas no futebol. Que o campeão volte e acorde, pra valer!) ‪#‎FORTESENTENDEM‬

Caio Rossan
Inserida por caiorossan

ALEMANHA 7X1 BRASIL

Não houve nada de anormal nessa partida de futebol.
Se ponderarmos que a saída de Thiago Silva e Neymar,
serviu somente para mostrar a realidade da qualidade
técnica dos jogadores brasileiros.
Senão vejamos:
Os técnicos dos times adversários do Brasil, nos jogos
anteriores ao da Alemanha, sempre se
preocuparam com as marcações cerradas nos melhores
jogadores brasileiros, não porque eram tão bons assim,
mas, porque eram ágeis e tinha melhor percepção espacial
e posicional dos demais jogadores, e eram bons de passes.
Como sabemos, um time é composto de 11 jogadores.
Então, escalavam de 3 a 4 jogadores para "colarem" em
Neymar e 1 ou 2 para marcação em Thiago Silva.
Portanto, dos onze, um era o goleiro, e seis em marcações
em dois jogadores brasileiros, sobravam apenas 4 jogadores
para levarem a bola até o gol... Praticamente impossível.
Com a ausência de Neymar e Tiago Silva, o técnico alemão
viu que não existia a necessidade de marcações. Portanto,
jogou com 10 jogadores em campo com total liberdade e
fizeram a festa. ( Restou alguma dúvida ? )
Os demais jogadores da seleção brasileira não tiveram culpa,
foram sim mal escalados (convocados ) para o embate da copa.
Periga acontecer o mesmo com a Holanda.
Luis Felipe Scolari, foi sim, e sempre foi, turrão, teimoso, arrogante e
prepotente, dono exclusivo da própria verdade, com a
Imprensa, público e jogadores. Ahh faltou o "mal educado".

Marcos Marques
Inserida por marcosmarques

Você veja como são as coisas...
Nem preciso dizer como é triste a corrupção do futebol...
Mais de todas as vezes que já houveram confrontos... o Clássico dos Clássicos...o terceiro mais antigo do Brasil...tem a inconstância nos resultados. E não importa quem ganhou mais vezes, se os coisados ou os corados, eu me considero vencedora... porquê se vencermos... e quando perdermos... sempre será nossa competência... ou inocência....
mais nunca... na história do meu clube houve conformismo. Pode não existe RAÇA... mais existe amor... cm toda força por ser o primeiro..o verdadeiro.
Então apaixonada, por que futebol é assim...Quero ver meu Timbú jogar,nem sempre ganhando, ou perdendo, mais sendo eternamente NÁUTICO até depois de morta!!!!

Liliane Bacalhau
Inserida por LilicaBacalhau

SOU BRASILEIRO SIM...


Sou brasileiro sim...
Gosto de sol, samba, futebol e carnaval.
Mas não sou tão dissimulado, hipócrita e nem cara de páu,
a ponto de desprezar o que os políticos e juizes
estão fazendo com o nosso Brasil.
Se voce está tão feliz para
sair desfilando por aí no carnaval,
calce a cara, esqueça tudo e vá...
Mas antes, complete sua fantasia
com nariz de palhaço.

Marcos Marques
Inserida por marcosmarques

Carnaval aqui no Brasil é igual ao nosso Futebol nós não inventamos, mas soubemos reinventar. Só quem já viveu nos blocos "Toca Raul" "Orquestra voadora" "Mulheres de Chico" "céu na terra" e os mais de 50 blocos que ocupam o Rio de Janeiro, sabem o que eu estou dizendo. Tem nudez, tem pornografia, mas simpatia é quase amor e o rio nesses 4 dias nunca amou tanto seus convidados.
Tem gente que acha que é que é a festa da carne como assim foi criada, mas eu acho que a festa da alma.
As fantasias, as musicas isso tudo faz nossa alma sambar na cara da alegria, pois é mais que isso é o Brasil no seu concentra mas não sai e eu gosto disso
que pelo menos uns dias do ano sejam mágicos, crus, sejam carne e alma.

Nayara Nascimento
Inserida por Nayaranascimento

Não confunda time de futebol com partido político.
No Brasil, o cidadão comum costuma confundir uma coisa com a outra. Futebol é esporte e diversão e a torcida faz parte do jogo e sem ela o futebol não existe, pelo menos como diversão. Já Partido Político é coisa séria ou deveria ser. No futebol a torcida não depende da eficiência do time. Esteja mal ou esteja bem, o torcedor está lá para apoiar. Na Política, isso não acontece ou não devia acontecer. Se um partido dá sinais de ineficiência, se seus integrantes são desonestos, se seu programa de governo é inexequível, e qualquer outro sinal de desgoverno, o cidadão deveria descartá-lo. No Brasil, isso não acontece. Os Partidos mudam para melhor ou para pior. Da mesma forma que os times de futebol, os Partidos também mudam os seus integrantes. Se no time de futebol isso não é motivo para deixarmos de ser torcedor, no Partido político um novo integrante é motivo para passarmos apoiá-lo, continuar apoiá-lo e ou rejeitá-lo.

Oswald Wendel in Elementos de Cidadania

Oswald Wendel
Inserida por DavidFrancisco

FÁBULA DO FUTEBOL

A bola vai rolar em campo aberto
sem linhas demarcando esta partida
de futebol sem árbitro e torcida,
mas eu, só de bobeira, estou por perto.

E vejo que rolou a bola, certo
da alegre apoteose sem medida
que o gol ensejará em minha vida,
mantendo a vista atenta, fico esperto.

Jogadas de espetáculo circense
empolgam-me no início, estou contente,
com ânimo de time que só vence.

Depois, eu torço feito um penitente,
mas que jogada heroica há que compense
um campo de traçado e gols ausentes?

Marcos Satoru Kawanami
Inserida por mskawanami

Quando surge o alvinegro imponente
Sou Santos Futebol Clube desde que me conheço por gente. Talvez isso explique meu espírito velho. Ou meu espírito velho explique o Santos, quem sabe? Só fui vê-lo campeão em 2002, aos doze anos de idade. Antes disso, ouvia a chacota e a humilhação dos meus amiguinhos da escola e do bairro com a obstinação dos iluminados, como se algo me dissesse que aquela dor teria um fim. Agora penso: deve ser a mesma obstinação que sente vibrar no peito os palmeirensezinhos de hoje.
É verdade que ganharam uma Copa do Brasil esses tempos, mas caindo meses depois, fica difícil. Não conheço a dor da queda - e nem faço questão - mas imagino algo aterrador, horrível; posto que o futebol é o último suspiro das tragédias gregas.
Foi o que falei ao meu amigo Victor, conhecido pela alcunha de Caboclo, assim que bateu em casa para tomar uma gelada. Mostrei-lhe este início de crônica que rabisquei em poucos minutos de intervalo e ele me disse que eu estava tentando copiar Nelson Rodrigues, ênfase para o 'tentando', que é o que mais dói. Contra-argumentei: - Todos copiam a todos. E segui com a digressão: Vinícius copiava Rimbaud; Drummond, Baudelaire. No começo do século passado todo romancista brasileiro queria ser Machado. Todos copiam. Tudo se é copiado, e desde sempre. Acontece que, antigamente, copiava-se os bons. Hoje se copia qualquer um. O poeta mais copiado da atualidade é o Paulo Leminski, Série C da poesia. Copiam até o comediante Gregório Duviviver, que não bate essa bola nem no varzeano. Se eu copio, concluí, pelo menos copio o melhor.
Assim como o Palmeiras, que ao invés das meias verdes, pôs as meias brancas, como que num pressentimento. Sabiam que o gol do alívio sairia dos pés que calçassem meias brancas. Copiando Paulo Coelho para provar que toda regra tem sua exceção: Maktub. E gol de Thiago Ribeiro. Gol no Parque Antártica. Comemora o mar verde em todos os cantos do Brasil. Nunca a torcida santista foi tão grande. Nunca a torcida palmeirense torceu para um time tão grande. Não restam dívidas, estamos quites, palestrinos.
Lembrei-me de Grafite, aquele centroavante que Dunga levou para a Copa de 2010 e que ficou marcado na formidável história do futebol brasileiro quando seus gols salvaram o Corinthians do rebaixamento no Paulistão de 2004. É verdade que o empate no Barradão também mantinha o Palmeiras na elite. O Gol - que heresia irei dizer - foi um detalhe. O grande lance foi os boleiros do Santos terem entrado para jogar, pois poderiam muito bem terem ido em clima de carnaval e aproveitado para ficar por Salvador mesmo.
Mas não tem jeito. O futebol é o esporte predileto do planeta terra, e de todos os outros planetas e seres que lá vivem. Se não fosse o gol do atacante santista ou a ponta dos dedos do goleiro Aranha, algum sopro divino no momento oportuno salvaria o Verdão. Não era a hora. Não novamente. É certo que o Palmeiras está no calvário de sua história, mas todo grande clube já precisou pagar seus pecados.
Quem sabe não melhora se, ano que vem, além das meias e calções, ponham também a camiseta branca? Não há combinação mais nobre na história do futebol. Mas, por gentileza, não deixem para a última rodada. Apesar de caridoso, às vezes o Santos joga de verde.

Thomaz Henrique Barbosa
Inserida por profvaler14

Uma mão lava a outra e as duas escondem a cara.

País da impunidade, terra do futebol, celeiro do mundo. O melhor dentre os piores.
Em algum momento o lema Ordem e Progresso se perdeu na multidão de corruptos que aproveitam a ignorância do povo e aprovam com maciça votação ex jogadores de futebol, palhaços e bandidos de várias especialidades para legislar e administrar a coisa pública.
Isso todo mundo sabe, todo mundo vê.
Alguns lavam as próprias mãos e outros se escondem em conluio, porque ainda não chegou a vez de pagar com a própria vida ou com seu patrimônio o esse descaso.
O que fazer? É uma minoria que pergunta e não há outra resposta que não cada um fazer a sua parte esperando que se realize a máxima, a que Deus seria brasileiro.

Marinho Guzman
Inserida por marinhoguzman

Sempre os mesmos.

Nesses dias de Copa e pós Copa vendo esse “sambadocriolodoido” que é o futebol brasileiro lembrei da Tânia, namorada nos anos oitenta que não perdia a oportunidade de me lembrar sempre, numa crítica velada e bem-humorada, o grupo dos meus amigos que formavam uma tropa desvairada.
Sempre os mesmos! Criticava ela...sempre os mesmos...
Unidos pelas motocicletas de grande cilindrada, carros potentes, discotecas da moda, Aquarius, Banana Power, Papagaio, Ta Ma Tete, Hipopótamus, Gallery e claro pelo álcool que rolava solto.
A turma do futebol brasileiro é a dos “sempre os mesmos”.
Mesmos técnicos, mesmos dirigentes, mesmos “investidores”, mesmos críticos, locutores e “entendidos” de todo o gênero.
E na política heim? Sempre os mesmíssimos. Quando aparece uma figura nova é dos mesmos que já vinham frequentando o noticiário como ativistas, grevistas, sindicalistas, ladrões e baderneiros em geral.
Sempre os mesmos...Por onde andará a Tânia? Se eu tivesse que adivinhar diria que ela, diferente de mim era a novidadeira, da turma dos “sempre outros”.
Sempre outros cabeleireiros, outras lojas de grife, outras amizades, outros namorados.
Foi nessa que eu dancei. Eu sempre com os mesmos, ela sempre com os outros...Rsss...
Não foi de todo mal!

Marinho Guzman
Inserida por marinhoguzman

Assunto complexo

Estava observando algumas pessoas, numa roda de amigos conversando sobre futebol, política e religião e ninguém se entendia. Quando o assunto era futebol todos falavam que o seu time era o melhor, desmoralizando sempre que possível a conquista alheia, esquecendo que a paixão pelas cores é algo muito forte;

Quando o assunto era política, alguns concordavam que o político até poderia roubar, desde que fizesse algo de bom para a classe mais necessitada, “os pobres”, mas a grande maioria concordava que essa classe não merece o menor respeito, infelizmente;

Quando o assunto chegou à religião tudo ficou mais complexo, as pessoas discutiram dizendo que as suas eram sempre melhores do que a dos outros. No final ninguém acabou tendo razão neste assunto tão simples, mas complexo na cabeça humana. A maioria não sabia que a igreja que Deus quer, deve ser santa viva e poderosa e não deve ser coisificada como tudo neste mundo e deve ser entendida pelo plano espiritual e não embasada no comportamento humano:

Quando falamos de igreja santa, não falamos de uma igreja santarrona, mas separada, porque Deus é santo. Daí, entende-se que falamos de uma igreja sem compromisso com o mundo; uma igreja imaculada e sem rugas. Ser santa é ser pura, sem mistura, sem sincretismo religioso, é ter vestes brancas e boas obras, é ser especial e zelosa; purificada com o fogo do Espírito Santo, a menina dos olhos de Deus, onde ninguém pode tocar.

Quando falamos em ser igreja viva, afirmamos ser uma igreja que a morte não pode tocá-la, ela é eterna. Uma igreja que caminha para o alvo que é Jesus e respira o fôlego do Senhor. Uma igreja que não teme passar por lutas e sabe que permanecerá viva em Cristo.

Quando falamos que ela é igreja poderosa, isso tem origem no general de guerra, o próprio Deus. Ela é poderosa por encarar o exército do inimigo, pois sabe que Deus vai à sua frente. Ela é poderosa por não ficar apenas na defensiva e por não temer a morte. Ela prega em tempo e fora de tempo e quando ora as portas das prisões são abertas, porque as suas armas são espirituais. Ela é guiada totalmente pelo Espírito Santo de Deus. Essa é a minha religião.

Djalma CMF
Inserida por 81024673

A arte e os caneludos

No ano de 1970, quando éramos noventa milhões em ação, o futebol do Brasil era mais respeitado. Nas três copas que antecederam a essa tivemos o menino das pernas tortas, que tinha por costume chamar as suas fáceis presas de João. Nesta época todos no planeta nos temiam por termos em campo o rei do futebol e um futebol conhecido como “Futebol Arte”. Era fácil achar craque em qualquer clube, até os pequenos clubes tinham os seus. A camisa dez era temida até entre os peladeiros, pois qualquer boleiro que se metesse a besta em vesti-la teria que mostrar qualidade para isso. O tempo passou e alguns homens que não foram brilhantes no campo quando eram jogadores, e outros que nunca jogaram bola, nem futebol de botão, tomaram o comando do futebol quase de assalto. Passaram a dar palestras e transformaram o futebol num quebra cabeça sem fim. Depois disso tudo mudou, deixamos de ter dois excelentes zagueiros e passamos a ter três, um seria considerado líbero, o que na prática não acaba se configurando pela falta de qualidade dos escolhidos, pois a função de líbero não é para qualquer um. Os laterais viraram alas, agora atacam como doidos e se defendem pessimamente, verdadeiros caronas. A cabeça de área era uma função exercida com brilhantismo por belíssimos jogadores na sua maioria, agora foi substituída por dois brutamontes que só sabem desarmar as jogadas dos adversários, e na maioria das vezes na base das faltas. Os jogadores do meio campo chamados de meia direita e meia esquerda formam riscados do mapa, criaram o meia de ligação, um só homem responsável pela criação, daí a dificuldade de se conseguir um homem de talento até para atuar na seleção, e por fim, sepultaram os pontas esquerda e direta, criando a figura do atacante, quando tem dois, diz que um dos atacantes funciona fixo na área enquanto o outro pelo lado do campo. Eles transformaram de forma cruel o antigo talento numa correria quase louca, jogadores viraram atletas. Daí fica fácil entender à posição intermediária da seleção brasileira no ranking atual da FIFA.

Djalma CMF
Inserida por 81024673

Dizem "Política, futebol e religião não se discute."
Que importa que time alguém torça? Religião que professe? Diferente a política, porque a ignorância de milhões leva ao poder político tralhas, corruptos, manipuladores, ditadores, egoístas e corporações!
Política discute-se sim!

Lucy Felix
Inserida por Lucyfelix

Luto no futebol mundial

No dia 29 de Novembro
Deus fez uma escalação
Mas ele não queria um time qualquer
Ele queria uma seleção

Anjos que se vestiam de verde
Que mostraram que podem subir na vida
Até por que né
A seleção por Deus escolhida

O mundo todo parou
Rezaram, imploraram e pediram
Mas ninguém acreditava
Que aqueles jovens campeões partiram

Luto no futebol mundial
Era um time grande
De uma cidade pequena
Mas tinha o seu potencial

E a cada lágrima de dor
Um gesto de amor
Até o time rival disse
Chapecoense é o vencedor.

Pablo Calmon
Inserida por PabloCalmon

A canhota para destros

Um gol perdido pelo capricho da perna destra pode ser um desastre cômico, mesmo para aqueles que possuem total concentração no pé direito. Driblar com a perna direita, trazendo pra dentro, arriscando um arremate com a mesma pode não parecer, mas é inviável - salvo por exceções. Mesmo assim o momento nos força a acreditar que é chutando de canhota que as coisas se complicam. E o risco de, numa situação dessas, bater com a destra, é uma “trivela inversa” - sei que o termo produz uma imagem desengonçada - que, pelo desequilíbrio induzido pelo curso livre da bola, após uma matada ou percurso indefinido, não chega a ser chute mascado ou espirrado, e vou comparar com uma desculpa da sinuca: faltou giz no taco. Como diria um conhecido narrador esportivo em seu comentário: "que beleza!"

Jogar com as duas pernas pode parecer um paradoxo. O jogador cresceu chutando com aquela perna direita, com a qual se sentiu mais à vontade para bater no gol, driblar, tomar a bola do adversário, fazer um passe. Criou uma perna viciada e, em momentos, descontrolada e alienada, egoísta; e com uma personalidade forte mas, nem por isso, livre do castigo da desatenção, que leva ao erro. Porque, ao passar do tempo é como se não lhe fosse permitido atuar com as duas, ou então, uma proeza para os craques (como muito se fala, para não dizer para poucos), ou mesmo que não sejam considerados craques, para pessoas que nasceram com uma habilidade especial, um dom: ser ambidestro. Criou-se um mito em torno do ambidestro, na proporção “8 ou 80”, que permeia o imaginário futebolístico. Por isso, esquece-se com frequência da natureza da perna esquerda; ela é preterida, mas pode ser tão surpreendentemente extraordinária e potente na mesma medida, que pode até apresentar um resultado superior ao comumente obtido pela destra. Fato que faz com que nem mesmo o autor do chute acredite no feito.

Embora nos apeguemos à simetria, ou seja, uma perna “igual” à outra, - pelo menos aparente, poupe-me da necessidade dos detalhes - de forma oposta, não há como negar que possuem mentalidades diferentes (ou pelo menos é a hipótese que sugiro - estranhas uma à outra). Quem nunca experimentou escrever com a mão esquerda, ou até mesmo, viu-se forçado a isso por alguma circunstância do destino ou do acaso? Em um primeiro momento é uma sensação desconfortante, comparável a andar em um ambiente escuro, desconhecido. Parece tudo ao contrário, se desenvolve para o outro lado, a caligrafia por mais que se tente com esmero, não se compara à escrita destra - atente que meu ponto de vista é o de um destro. Portanto, praticar a escrita com a mão esquerda é algo que se faz quando não se tem o que fazer (em situações muito isoladas, e é uma prática que ao passar do tempo é deixada de lado na medida em que o sujeito amadurece). E, em situações que exigem alta concentração, praticidade, agilidade e excelência, não é a esquerda que entra em ação, é a destra. E a perna canhota, partindo desta análise subjetiva dos membros superiores, pelo histórico do jogador de estar habituado a bater de direita, passa despercebida, esquecida. É como se o jogador, em seu imaginário, acreditasse que não há opção, se não bater de direita. Para o destro nato, bater de canhota não chega a ser considerada nem como última alternativa na maioria dos casos.

Por fim, a favor da canhota, há de se ressaltar o seguinte: imprevisibilidade. Aquele que ousa chutar com as duas pernas, entendendo a maneira como os pés buscam estratégias para bater na bola, torna difícil a reação do adversário quando esse exerce marcação, que tende, inconscientemente, a focá-la prevendo o chute com uma das pernas (a destra). Você já ouviu aquele ditado: Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. Pois, transpondo para o nosso texto, num “insight” futebolístico (me permito escrever): ele não sabia que era possível bater de canhota, foi lá e (não só bateu) fez um golaço.

Robinson Klaesius
Inserida por Klaesius

Há brasileiros morrendo na construção de estádios, para que empresários bem sucedidos recebam dinheiro, gerado pelos que pagarão para ver jogos de futebol, na Copa do Mundo.

Que bom se a família desses brasileiros mortos recebessem uma comissão gerada pelos que vão gastar dinheiro na Copa!

José Guimarães
Inserida por joseguimaraes

Eu sei que eu nao sei mas sei ,que tbm sei, o que apenas eu sei, que acabo eu imaginando que de tudo que eu penso ser ,acaba sendo o que eu ja sei e nao o que eu acho que sei ...mas depois disso tudo eu sinto que eu conclui que eu apenas acho que eu sei ,mas sabendo disso apenas qero saber se eu nesse mundo sei que se perder tu nao serei mais eu e tu e sim quem tenta entender o eu que so pensa em tu dessa forma tu e eu nao seriamos mais eu e tu e nossa união seria sim "et"...
pois "et" nao e desse mundo ...isso sim explicaria o que eu sinto por tu ... esse sentimento nao e desse mundo e mais além ...amo te tua linda

Talesdik
Inserida por Talesdik

Ser mascote é amar incondicionalmente o universo dos esportes!
Ser mascote em primeiro lugar é saber respeitar todos os filhos das torcidas do mundo!
Ser mascote é deter o domínio de nunca deixar a tristeza se criar dentro de nós.
Pois, oque ecoamos reflete em nossas torcidas.
E em nosso destino de mascotes, devemos estar sempre ecoando alegria, mesmo nas derrotas de nossa pátria esportiva.
Pois, os Deuses dos esportes nos ofertaram a dadiva de poder ver de dentro de nossas fantasias a alegria de nossos ídolos e torcidas ecoarem suas vitorias!
Mas, os Deuses dos esportes em suas sabedorias, nos empoçaram também de sorrimos mesmo com as dores das derrotas.
Nós mascotes detemos a sinergia de levantar milhares de torcedores rumo à motivação de empurrarem nosso time do coração rumo à virada histórica!
Pois nossas fantasias são na verdade nossas armaduras empoderadas da sinergia de amor aos esportes.
Ser mascote na realidade é ser o verdadeiro ELO entre os ídolos e as massas torcedoras.
Enquanto os jogos escrevem seus poemas, nós mascotes conseguimos ver os semblantes de alegrias, apreensões, tristezas, entusiasmos e outros milhares de sentimentos que nossas torcidas fazem fluir enquanto o relógio crava o tempo.
De dentro de nossas fantasias também podemos ter a oportunidade de ver nossos atletas sendo empoderados de suas conquistas únicas!
Nós mascotes somos únicos, e quando convocados para expandir a emoção das massas sorrimos em nosso anonimato!
Somos amados, mas nunca poderemos mostrar nossas faces, pois assim a magia ira acabar!
Ser mascote é sorrir feliz de dentro de uma fantasia a mais de 45 graus de temperatura.
Ser mascote é ser feliz encharcado com a chuva (enviada pelos desuses dos esportes) que cai durante as partidas.
Ser mascote e passar frio e saber se aquecer com o calor vindo da massa torcedora.
Ser mascote é saber respeitar a zoação das torcidas rivais e nunca revidar, mas sim saber levar na esportiva as ofertas dos campos que visitamos.
Mascotes é na realidade a sinergia que os Deuses dos esportes empoderam para fazerem os jogos serem mais alegres a todos.
Não somos os bobos da corte, mas somos sim, a correria que sonha ver todos sorrirem enquanto os jogos escrevem suas historias.
Somos assim, meros mascotes, mas somos a representação em carne, osso e fantasia dos símbolos que representam milhares de massas torcedoras pelo mundo.
Pois somos filhos de uma paixão única, que ecoa todos os sentimentos humanos quando o universo dos esportes pulsa vida.

Somente quem foi e é mascote poderá entender minha palavras escritas aqui nesse texto...

Namaste a todos!

Sullivan Mascote

Sullivan o Sonhador
Inserida por SullivanoSonhador

Amor Futebolístico.

E nesse jogo do amor
Você sempre irá ganhar de mim
Talvez por que eu não queira jogar
Ou talvez porque eu adore me render aos seus dribles.

Só sei que na verdade nesse jogo do amor nunca se perde
Sempre se empata, sempre acaba no um a um
Ou alguém cede à vitória
Só pra ter o prazer de ver o outro feliz.

Ninguém ao certo sabe o porquê disso
Apenas segue as regras do jogo
E talvez essas regras não sejam tão justas quanto parecem
E talvez nem os jogadores sejam tão amistosos.

Mas vale a pena sofrer uma falta por amor
Por que no final das contas o juiz sempre apita a falta
Falta que é feita na grande área chamada coração
Tudo sempre acaba em pênalti.

Bruno Beranger
Inserida por BrunoBeranger

ESTÁDIO AO INVÉS DE ESCOLA (NÃO QUERO ISSO)
MAL AO INVÉS DO BEM (NÃO QUERO ISSO)

CONTRA O FUTEBOL ? NÃO, TAMBÉM QUERO JOGAR.
MAIS DE MIL SÓ NA PENEIRA UM QUE VAI FICAR
ISSO É CRUEL DEMAIS 999 CASOS QUE O FUTEBOL NÃO VAI DEIXAR O SEU LEGADO.
EXPERIÊNCIA NO CURRÍCULO PULO DRIBLE E CHUTE DEZ EM COMPANHEIRISMO E ATITUDE
MAIS LÁ NO SEU ZÉ NÃO ESTÁ CONTRATANDO JOGADOR NÉ
COMO É QUE FICA ESSA CRIANÇA NO MUNDÃO NÉ
E ELE CORRE PRA ESCOLA, NÃO TEM FECHOU E ELE CORRE PARA O CURSO, NÃO TÊM FECHOU.
MAIS AINDA TINHA VAGA, O PAI E A MÃE NÃO LEVOU
CARA ASSIM FICA DIFÍCIL DE TENTAR SER DOUTOR
E ESSA É SÓ UMA FARPELA DAS PORTAS QUE FECHAM A ELA
UM PRÍNCIPE SEM CAVALO E A FESTA SEM CINDERELA
NUM PAIS ONDE A SAÚDE E EDUCAÇÃO SÃO ULTIMO LUGAR
TE INCENTIVAM A JOGAR AO INVÉS DE ESTUDAR.

Shack Mate
Inserida por shackmate