Citaçães sobre Educação Escolar

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O material escolar mais barato que existe na praça é o professor.

Jô Soares

Talvez o sistema industrializado escolar que temos no Brasil seria valido para uma batata Ruffles ou para uma caixa de Omo, a mente humana pensa livremente e atinge lugares inimaginaveis.

Fabio Pavani

HARMONIA DO AMBIENTE ESCOLAR

Cecília Meirelles, em sua saborosa poética, assim escreve: "Ensinar é acordar a criatura humana dessa espécie de sonambulismo em que tantos se deixam arrastar. Mostrar-lhes a vida em profundidade. Sem pretensão filosófica ou de salvação - mas por uma contemplação poética, afetuosa e participante."
Quando se lê a educação com esse olhar de Cecília, parece que o dia-a-dia na relação professor-aluno é encantado. Muitos dirão que essa elevação afetiva só funciona no plano das idéias e que na prática se assiste a um aviltante processo de destruição das relações humanas.
A violência nas escolas se materializa em agressões verbais e físicas. O professor se sente vítima de um sistema que não o valoriza, portanto não o entende bem, nem o protege. Os alunos parecem prontos para a batalha. Padecem de amor e de limites. A ausência familiar se faz sentir na postura agressiva ou apatia em sala de aula.
Além disso, e talvez por isso, tentam disputar poder com os professores que, por sua vez, se deixam levar em um debate desnecessário. Há um axioma essencial na relação entre professor e aluno: autoridade harmonizada pelo afeto. O aluno precisa de limite e precisa compreender o papel do educador. O educador não pode impor sua autoridade, mas deve conquistá-la. Sem brigas nem ameaças. Sem histeria nem parcimônia. Com o respeito de quem sabe ensinar e aprender e de quem harmoniza as relações.
Há algumas dicas para essa relação harmoniosa. Evidentemente, são a experiência e a disposição do professor que farão com que ele toque na alma do seu aluno - sem isso não há educação. Entre essas dicas, algumas proibições. A primeira delas é que professor não pode brigar com aluno, mesmo que tenha razão. Se isso acontecer, parte da sala torcerá pelo aluno e a outra pelo professor, assim, ele deixa de ser referencial. A segunda: professor não pode colocar apelido em aluno. Terceira: não deve comparar um com o outro - é preciso lembrar que não há homogeneidade no processo educativo, mas heterogeneidade. Quarta: professor não pode se mostrar arrogante nem subserviente. O meio termo é amoroso.
E aí voltamos a Cecília Meirelles. A harmonia no ambiente escolar há de ocorrer quando se consegue quebrar a carcaça que envolve alguns alunos, pela falta de algo que deveria ter vindo antes. É esse sonambulismo, essa postura incorreta frente à vida e frente a si mesmo.
Trata-se de ajudá-lo a viver essa contemplação poética, ou, em termos aristotélicos, a buscar uma aspiração para a vida. Ou ainda em Paulo Freire, ajudá-los a desenvolver autonomia para sonhar.
Aí sim, o professor mostrará autoridade. Autoridade generosa de quem confia e cobra. De quem contrata no melhor sentido da palavra. E é nesse bom caminho que entra o afeto como instrumento de poder e participação. É do olhar do mestre que saem essas virtudes. O olhar que acolhe e que constrange quando necessário. O olhar que se faz cúmplice nas boas conquistas e que lamenta docemente pelo que se perdeu. O olhar que mantém o silêncio na sala de aula, sem gritos ou lamentações, mas que é capaz de chorar pela emoção de mais um aprendiz que encontrou seu caminho.
A harmonia no ambiente escolar não é uma utopia. É talvez uma tarefa complexa que exige o que de melhor podem dar os educadores: competência, coragem e muito, muito amor!


Revista Educacional, edição de setembro de 2007

Gabriel Chalita

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

O professor só pode ensinar quando está disposto a aprender

Janoí Mamedes

Toda a educação se reduz a estes dois ensinamentos: aprender a suportar a injustiça e aprender a suportar o aborrecimento.

Ferdinando Galiani

Minha Terra.
Minha terra tem as cores da Bandeira,
Terra lugar lindo de viver.
Terra de grandes mares, de céu azul,
Onde o sol brilha mais forte aqui no sul...
Nas noites de lua cheia e suas estrelas brilhantes,
E nas manhas com seus pássaros cantantes,
Nas matas verdejantes com suas cachoeiras de águas cristalinas,
Dando boas vindas a essa Terra linda.
Que maravilha!

Claudia Mazzolli Jeske e Carlos Henrique Jeske trabalho escolar
Inserida por FadinhaCau

Sobre Educação: "O fracasso escolar não deve ser debitado exclusivamente nas costas dos professores, o fracasso esolar começa dentro de casa e tem seu ponto fulminante nos corredores das escolas.

Pedro Botelho
Inserida por pedronetoator

"No centro escolar, a pedagogia é o cerne das estruturas educacionais, sistematizadoras, projetáveis e formadora. É nela em que a escola tem que estar de olhos vivos para que possam atribuir mais recursos aos alunos, como por exemplo, as atividades escolares, os jogos educacionais, a adição e formação das atividades escolares dentro da sala de aula, a forma de como devem apresentar essas atividades, como eles poderão executar uma tarefa, como eles poderão se colocar perante a jogos de lógica e raciocínio, como eles poderão gerar a formação psicossocial e como eles irão fazer isso daqui há uns vinte anos."

Itamar Firmino Lima
Inserida por Itamar21

EDUCAÇÃO E A PERFORMACE

O baixo nível escolar são formações homogêneas, e não haverá desempenho na produção educacional.

Erasmo Shallkytton

Todo coordenador escolar deseja que o professor mantenha a porta da sala de aula fechada e os alunos quietinhos lá dentro, não importando o que esteja acontecendo, quanto menos trabalho ele tiver melhor, para ele, isso tem o nome de domínio de classe. Mas como dominar um organismo em greve de fome?

Claudeci Ferreira de Andrade

A gestão escolar é o meio qualitativo mais eficaz de uma pessoa educar e adquirir conhecimentos

Edivan Ferreira
Inserida por Edivanhh

Sou o aluno que culpa o cachorro de comer seu trabalho escolar, e o professor que engole a desculpa já gasta, sou até o cachorro réu desavisado.

Bento Qasual
Inserida por BentoQasual

Nossa vida é como uma prova escolar, cada dia que vivemos aprendemos um pouco sobre nós mesmos. Precisamos estar sempre atentos a cada lição de vida, pois qualquer vacilo pode atrapalhar a continuidade do aprendizado e consequentemente com o tempo essa lição será cobrada, e como responder corretamente? , Por isso estude enquanto a tempo, procure aprender e conhecer mais de você mesmo.

Vitor Henrique
Inserida por ViHenrique

Eu aprendi que na vida nao devemos demorar muito para aprendermos! não é como na vida escolar que temos o jardim I e II mais 12 anos de aulas. Na vida temos apenas a vez.

Carlos Henrique A. da Cruz
Inserida por henriqueCruz

A geraçao que vêm será uma geraçao onde nao teremos melhores coisas (educacao escolar),tenho pena do meu filho que surgirá na proxima geraçao .

Van bruston
Inserida por Albertolazaroraposo

O mérito da educação dos filhos não está no diploma escolar ou universitário deles, mas sim, no valor da educação espiritual bíblica de toda a família.

Helgir Girodo
Inserida por HelgirGirodo

Nem a educação familiar, nem a educação escolar, juntas, conseguem influir no brasileiro mais do que as novelas no Brasil ! Isso é um pesadelo; um pesadelo bem real !

Marco Aurélio Masini de Sousa
Inserida por MARCOAURELIOMASINI

Educação escolar ,ganha mais importância se for temperada com ,gentileza,cordialidade,consideracao ,ingredientes estes que fazem a vida melhor ....

zelosilva
Inserida por zelosilva

Ruth Teles de Menezes – primeira diretora do Grupo Escolar Joaquim Leitão - educadora pioneira em Santo Aleixo
1934-1953


Ruth Telles de Menezes nasceu em São Fidelis-RJ, no dia 30 de maio de 1913, filha de Arnaldo Telles de Menezes e Edwirges Telles de Menezes. Quando seus pais se casaram, sua mãe, a noiva, não havia completado ainda quinze anos; formaram uma família muito grande, com treze filhos.
Em 1934 a professora Rute Telles mudou-se de São Fidélis-RJ para Santo Aleixo, tão logo concluído o Curso Normal - formação de professor - na Escola Normal do Liceu de Humanidade de Campos-RJ. Ela fez o concurso público estadual de professores, foi aprovada e contratada para trabalhar em Santo Aleixo na Escola Estadual Isolada que deu origem ao Grupo Escolar Joaquim Leitão. No ano seguinte, em 1935, já instalada numa casa cedida pela Fábrica de Tecidos Esther, conseguiu levar todas as irmãs e a mãe para morarem na pequenina cidade. Os irmãos ficaram em São Fidelis.
Antigamente, quem ostentasse o título de professor, tinha status. Em 1934, em Santo Aleixo, a única professora formada, com certificado do Curso Normal (ensino médio) era Ruth Telles de Menezes, diretora da Escola Estadual Isolada - era assim que se chamava - com duas turmas, ainda sem nome.
Os desfiles escolares, a disciplina impecável da Escola, o nível de aprendizagem e educação, a elegância da diretora Ruth, tanto no trato com os pais, alunos e autoridades, fizeram da Escola que dirigia, com imensa dedicação, uma referência no Município de Magé.
A professora Ruth Telles já estava lutando há algum tempo e conseguiu que a Fábrica construísse mais três salas de aula, ampliando-se o número de vagas na Escola do Estado, uma exigência da lei de Diretrizes e Bases da Educação para uma Escola Isolada se tornar Grupo Escolar: no mínimo 05 salas de aulas.
Dona Ruth trabalhou com excelência e conseguiu junto à Secretaria de Educação do governo Amaral Peixoto para que o processo de um grupo escolar, já autorizado a funcionar em Niterói, fosse transferido para Santo Aleixo.

Quem era Joaquim Leitão, o vulto histórico que foi homenageado pelo governador do Estado do Rio, dando seu nome à Escola Estadual de Santo Aleixo?

Joaquim Leitão foi médico, escritor e tradutor. Nasceu no Porto- Portugal - em 26 de Abril de 1875. Casou com D. Amélia de Abreu de Lima Tavares Cardoso Leitão. Morreu em 1956
Sócio correspondente da Academia Brasileira de Letras – 4º ocupante, de 1941 a 1956, quando faleceu.
Escreveu o livro: Do civismo e da arte no Brasil
Joaquim Leitão colaborou como jornalista no Jornal de Notícias e Correio da Manhã, assim como em revistas portuguesas e brasileiras.
Escrevia mensalmente para a Atlântida: mensário artístico literário e social para Portugal e Brasil.
O processo da autorização de funcionamento do niteroiense Grupo Escolar Joaquim Leitão foi, então, transferido para Santo Aleixo, por força do Decreto-Lei 1657, de 31 de julho de 1943, e incorporou-se a ele a Escola Isolada já existente. Por competência, dedicação, mérito próprio, Ruth Telles permaneceu, como diretora do Grupo Escolar Joaquim Leitão, por dezenove anos: de 1934 a 1953.
Em 1954, quando o governo do Estado do Rio construiu e entregou a nova e grandiosa sede do Joaquim Leitão, em novo endereço, foi uma grande festa, mas a professora Ruth mudou-se para o Rio. Em vão os moradores de Santo Aleixo fizeram muitos abaixo-assinados, com milhares de assinaturas, pedindo para ela continuar. Ela foi descansar.
Ruth Telles morreu, aos sessenta e um anos, no dia 25 de junho de 1974, no Rio de Janeiro. Foi uma grande educadora em Santo Aleixo.

Ivone Boechat (ex-aluna, ex-professora do Grupo Escolar Joaquim Leitão

Ivone Boechat
Inserida por IvoneBoechat