Cansado

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Meu pensamento está cansado de tudo isso que se passa,as vezes fico a pensar no tudo que existe,no tudo que há,mas,se os meus próprios pensamentos sempre dão voltas e mais voltas,e depois de tantas voltas,estão do mesmo jeito que estavam no inicio,como vou pensar corretamente,afinal o que é isso?

Brittany Morphy

Eu estava tão cansado de procurar a felicidade , que ela ficou com dó e resolveu me encontrar '

Alysson Drick

Ao dia brandente
Ao todo dia que se inicia, ao todo que se inicia em algum dia. Estou cansado da rotina e do meu trabalho. Quero meus pés de novo no chão com minhas mãos não amarradas pro alto.
Um grito de desespero que vem do infinito e chega perto.
E todo dia eu minto pra mim mesmo, do teu grito que se venha a coragem. Pra se arriscar por aqueles que nem imaginamos amar.
A ultima história da nossa vida,
não é ainda um filme,
mas nem sequer um livro,
Toda história tem um começo feliz,
que ainda não começou a se ser.
E quando se ser, guardai o vosso sagrado coração.
Para o dia que nascerá em nossas mãos.
Os filhos da terra. e a cruzada no céu, disponha de si mesma e não vire meu réu.
Ao dia brandente que será domingo, mas não se vem em feriado.

Gustavo

CONFIDÊNCIAS DE BOLSO
Coisa triste é ser coadjuvante da própria história, destarte, cansado dessa posição pouco realizante lanço mão deste, para ousar ir além, para assumir ainda que brevemente o protagonismo que me é devido. Sim claro, elementarmente que se apresenta um tanto arrogante minha tal posição, assim tão aguerridamente assumida, mas creia-me, nada tem a ver com arrogância, trata-se meramente de assumir o meu papel de fato, e assim na condição de protagonista apresentar a minha percepção das coisas... Poderá por ventura alguém censurar-me, por querer também dizer daquilo que sinto, penso, vejo..? Ainda que alguém ouse, ainda que me censurem, quero correr este risco, quero submeter às críticas. Mas aos mais desavisados digo logo de entrada, o que falo, falo de mim mesmo, do meu coração, se é que tenho um... de minha sensibilidade...
Mas chega desse prolixo preambulo, vamos avançar... quero apresentar –me, permitam-me! Sou o bolso. Sim o bolso... muito certamente que lhe soará estranho caro leitor. E naturalmente expressará algum espanto. Mas não se precipite... sim, o bolso! É este aquele que vos remete... desde a muito que ando, a acompanhar tanta gente nas mais diversas situações e ocasiões, mas hoje quero evocar o direito de falar, narrar algo que julgo relevante.
Sou um bolso traseiro de uma velha calça jeans. Nesses meus sete anos de vida, tenho visto e acompanhado muitas coisas, mas por viver na retaguarda, acabo observando pelos fundos, na traseira da história, perifericamente. O que em nada invalida minhas percepções elementarmente.
Nesses meus anos de vida, muitas coisas me marcaram, outras passaram irrelevantes. Mas caro leitor, permita dizer... ultimamente, ando meio em crise, não sei se é a melhor idade, o causticante martírio de viver minha existência toda nesta mesma contraditória posição, sim contraditória, mas o fato é que sinto me impelido a fazer algo novo, a falar de mim. Veja bem, deixe que eu explique essa contradição que pertine a minha posição.
Pois bem, enquanto bolso traseiro de uma calça jeans, estou localizado numa região nobre, nos altiplanos glúteos com toda sua nobreza e majestosa sedução. Isso é maravilhoso, esse status realmente é fascinante... a maciez dos glúteos, sua textura, seu movimento... os glúteos trazem emoções apavorantes, intensas, é indubitavelmente uma região badalada... a freguesia é constante e diversa, desde o olhar o mais frequente dos visitantes, até os lábios, mãos dedos, rosto, nariz, etc... enfim uma loucura o dia-a-dia glúteo.
Mas vida de bolso traseiro não é só essa majestosa badalada rotina. Há constantemente transtornos que complicam a vida, alteram os humores desafiando qualquer bolso traseiro que se prese. Entre os cânions glúteos fica localizado o orifício vulcânico... um oráculo de humores instáveis que expelem larvas e gazes das mais distintas naturezas... vez ou outra recebe estranhos visitantes que ora apenas o cumprimentam, se esfregam, reverentemente, limpam no, ora adentram e realizam uma estranha ritualística entrando e saindo freneticamente, até que desaguam neste num ápice estranho, tudo isso é contraditório, tudo isso faz essa citada contradição... mas o mais contraditório mesmo, é que mesmo sendo um habitante dos glúteos e saber de todas essas coisas, as sei pelo observar, ora de meu lugar de residência, ora de longe... sim de longe, pois que quando tudo fica intenso nos glúteos, a capa de revestimento que pavimenta o corpo é arrancada e lançada fora, assim é que de longe, abandonado, relegado ao descaso sou juntamente com a calça deixado pelo caminho, sendo obrigado a apreciar estas coisas quase sempre a distância. Como coadjuvante, expectador na maioria das vezes. Razão que tanto me indigna e faz evocar o meu direito de fala.
Ora, ultimamente tenho feito artes... um pouco de traquinada faz bem, pode trazer complicações... mas não há idade que resista ao prazer, à emoção de uma boa aventura...
Na condição de bolso, além de ver e observar tudo quanto tenho dito, também cumpro meu papel de receber e acomodar as mais diversas coisas... carteiras, dinheiro, papel, bilhetes, contas, em fim uma infinitude de coisas... mas ultimamente tenho recepcionado um dispositivo engraçado que as pessoas andam usando. Elas o chamam de Celular. È um aparelhinho usado para se comunicar com outras pessoas que estão distantes. É um geringonça tão eficiente e encantante que até eu tenho me rendido aos seus benefícios e encanto... já usei algumas vezes... olha é mágico o efeito que ele produz...
A principio era tudo irrelevante, eu o recebia, o recebia, o recebia, sem lhe prestar atenção... mas sabe como é, há sempre um tempo mais oportuno para cada coisa... assim , chegou o dia que acabei sendo seduzido por tal dispositivo e passei a reparar mais nesse tal de celular.
Sou bolso traseiro de calça jeans como disse, mas calça jeans de um poeta... bem não sei como são os outros, mas o poeta, ah, o poeta é um ser encantante, encantante mas muito estranho... difícil de definir. O caso é que esse meu poeta tem lá suas musas e usa muito seu celular para receber as inspirações das musas... estranho, né, eu sei! Homero ficaria louco, se soubesse a que ponto chegamos... musas que inspiram por mídias... bugigangas tecnológicas que a modernidade trouxe. Mas seria muita perfídia refutar todas essas coisas por puro capricho e descabido zelo pela tradição homérica. Até mesmo por que se por um lado tudo isso rechaça a tradição, não o faz para extingui-la, mas para a remontar sob novo arranjo, dando convivência entre o tradicional e o moderno... que papinho mais chato não...
Pois bem, esse meu poeta, é um ser extremamente contraditório, todos somos, mas ele parece ser mais... talvez daí tenha eu sido vitima de alguma influencia... ele relaciona –se com várias musas, deuses e semideuses, habitantes da luz e das trevas... é uma intersecção de mundos e submundos, talvez seja isso que lhe faz tão contraditório, ele alimenta e é alimentado por fontes múltiplas... e se se é o que se come!
Ele encontrou por acaso, penso eu, pois não faz muitas luas que ele encontrou, uma nova musa... ela é uma musa muito interessante. Ela já o encontrou algumas poucas vezes, mas a conexão entre eles é algo surpreendente, impressionante. O contato entre eles gera uma aura que é inominável, indescritível, pura inspiração, “luxuria que o fogo lambe”, diria outro poeta.
De tanto ouvir e apreciar tudo, como sempre na minha condição de distante observador, acabei me envolvendo, me sentido parte daquilo tudo... em fim bem ou mal, não sei, julgue me quem puder... resolvi entrar na brincadeira, entrei na dança...
Um belo dia após oras de conexão entre musa e poeta, a inspiração se deu tão intensa e profusamente que o celular foi dispensado... o poeta confiou a mim... foi aí que fiz minha traquinada. Comecei a mexer em todos aqueles botõezinhos, no afã de ver no que dava. Descobrir que tipo de feito aquilo propiciaria... mexi, mexi, mexi... quanto em fim estava exausto e confuso, já não tinha mais paciência para aquele geringonça estranha. Então começou a soar um barulho estranho, entrecortado por pausas de total silêncio... assustei me quando o primeiro som ecoou, triiiiimmmmmmm... quase caí de susto, quase despenquei dos glúteos deixando a calça sem mim. Mas felizmente minhas costuras são de boa qualidade e assim eu resisti aquele apavorante som, logo na sequência imediata um silêncio se vez... e novamente o som voltou a impor-se triiiiimmmmmmm...( silêncio), triiiiimmmmmmm...repetidas vezes isso se deu. Minha curiosidade aguçou-se e ao fim de repetidas alternações de som e silêncio... veio o contanto com a musa.
Indescritível, não há palavras, nem cores, gestos imagens, nada, absolutamente nada, que se possa prestar eficientemente para expressar aquele momento, aquele contato, aquela musa mágica, cativante, apaixonante que de outro mundo dizia com voz doce e pueril, jovem e deliciosa ao meu ouvido coisas que não pude entender, seus gemidos, suas frases eram inefáveis, sua respiração, o compasso de toda a peça... uma magia envolvente cativante... entendi brevemente na minha insignificância bolsal o que o poeta vive e sente contactando essa musa. São percepções que não se pode exprimir...
Do outro lado a musa dizia algo assim “Alô, Alô, alô, Kiko di Faria, fala comigo, podes me ouvir...? Puhn, puhn, puhn...” sinceramente não entendi nada. Eu não falo essa língua. Como exprimir o inexprimível, como explicar o inefável? Não sou eu, pobre bolso que o poderá fazer... mas o fato é que foi tão diferente, me transformou de tão prazeroso e inusitado, tornei me outro ser... repeti algumas vezes a travessura e assim desabrochou em mim a capacidade e o desejo de falar tudo isso. A vontade incontida de dizer estas coisas, vencer o anonimato, sair da coadjuvância e render tributos ao protagonismo, ainda que breve, em poucas linhas... seduzido e inspirado pela musa deixo aqui minhas confidências de bolso.
Acho que cá não há lei que as proíbam, se tem eu as desconheço, assim como desconheço, ignoro quem poderia se ofender com tal feito meu, senão o poeta, que ao tomar conhecimento, acho que revelado pela musa, nada fez. Não arranco-me, não costurou-me, nada, absolutamente nada, nenhuma sanção... então não deve ser crime.
Lei cá não há! Ley lá, Ley lá... não sei se há. A musa não creio que fará, se Faria Ley lá, só o tempo se me nos revelará, mas seja quem for tal musa, como for... ela sendo seja lá o que for, é esse ser que seduz encanta e envolve até o bolso do poeta... bolso que ainda que vazio... é eternamente cheio de histórias pra contar.

Kiko di Faria

Me sentindo como um soldado em guerra: Cansado, ferido, mas NUNCA derrotado.

Welen Medeiros

Mas hoje, estou cansado de ser eu.

Renilmar Fernandes

Estou cansado de ser julgado por algo que eu não fiz.

Victor Vieira Lopes

(Cansado)

•Estou cansado, cansado de tudo cansado de você, cansado dessa sua cara enjoada que só de olhar sinto náuseas, de nada sei, mas de uma coisa estou certo eu odeio você, de todas as formas não importa o que você faça, eu acho uma idiotice, mas isso tudo não é em vão eu já tentei ser seu amigo eu já tentei te compreender, mas em troca você me fez sofrer e eu sofria mais continuava te ajudando, te apoiando mais chega uma hora que ninguém suporta mais, e eu cheguei nesse momento, fui ao extremo por você, fiz coisas que me machucavam sós pra te ver feliz, mas você não soube e nunca vai saber reconhecer isso, por isso quero ver você sofrer, se afogar em seu próprio mar de fel, morrer sufocado com o próprio vómito, e estarei lá com um leve sorriso no rosto, vendo seu sofrimento e se eu me mover será pra cuspir nessa sua cara imunda.

Denilson Silva

To cansado de caminhar por essa trilha que não me leva a Lugar algum
preciso conhecer o novo , descobrir o mundo Lindo que está la fora .

Felipe Rodrigues

O silêncio do amanhã refletem as lágrimas do ontem. Talvez calado ou apenas cansado. Prefiro a solidão que oculta o meu ser, ou apenas é um jeito meu, procurando um meio de não doer.

Erronizar.

Voto nulo é uma revolução pacífica e silenciosa do povo cansado de eleger parasitas corruptos,

Sr nulo

To cansado e nem sei o motivo.

Renilmar Fernandes

Ando meio cansado de pessoas cansadas;
Desse papo furado de "cansei e agora vou mudar"
No final das contas, são só mentiras contadas para a primeira pessoa do pronome pessoal... caso reto.
E por falar em reto, por que não ser direto
e assumir as consequências do caminho que escolheu?
A gente ignora, esquece, maltrata...
E espera que as coisas continuem sempre iguais.
E então o outro se levanta, luta, supera...
E a gente o julga como se tudo não fosse culpa de nossos erros mais banais.
CHEGA!
Ando meio cansado desse papo de "cansei"
Meio cansado desse papo furado de "agora eu mudei"
Você não muda quando quer, Você muda quando a vida exige
No final das contas, Ainda que haja mudanças,
A sua essência ainda permanece intacta.
É a sua essência que diz quem você é,
E você pode até se vestir com uma máscara
E mostrar aos outros algo que você não é.
Você também pode se vestir com uma máscara
E enganar a si mesmo sobre quem você é.
Às vezes você tem algo a ganhar, mas,
E quando você não tem nada a perder?
Vale a pena disparar milhares de indiretas a esmo
Quando o único realmente atingido é você?

Alexandre Scher

Um dia, ainda que cansado, acredito que a sorte virá e fará toda essa espera valer a pena.

Geraldo Vilela Mano Júnior

E então cansado de lutar joguei minhas armas no chão e me rendi ao amor soberano..

Ademir luiz de oliveira

Eu não nego nada e nem assumo,sou como uma vela acesa sem prumo, tal qual o sentinela que cansado adormece e como a virgem que pálida se entrega...A prece!

ValquiriaCordeiro

Hoje meu rosto cansado, sorri como se o melhor fosse envelhecer, passei por tantas mortes e não sei se é azar ou sorte dizer sobrevivi.

Roberto Mendes Barbosa

Quero navegar no meu velho coração para me ver à flor da pele quando estou tão cansado de procurar com minha doce obsessão o seu amor;
E mesmo quando eu caminho contando meus passos andando com certos beijos de algum filme me faz chorar por tão pouco, buscando meu porto seguro;
Me trague para seu mundo, ando perdido esperando o seu olhar tão curioso e descobridor para entender meus carinhos tão carentes;

Julio Aukay

Prefiro a morte à ausência.
Prefiro a overdose à abstinência.
Estou cansado de esperar por dias melhores.
Vou aproveitar o que há de bom dos piores.

demétrio.MDS

No calor
No frio
Não importava
Todo fim de semana agente ia ao rio

Mesmo cansado
Mesmo doente
Mesmo machucado
Na praia tudo era curado

Para sempre nos manter disposto
Na maior boa-fé
Nós sempre levávamos
O nosso sagrado tereré

Aos meus amigos
Uma eterna gratidão
Por ter fazerem minha vida
Cheia de emoção

Alex Veloso