Dannala

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Primavera

Primavera,
Desabrochar das flores,
Flores de várias cores.
Descoberta de amores
De muitos resplendores.

Primavera,
O sol brilha e aquece minha alma,
Me traz calma.
O orvalho brilha,
Enquanto caminho por uma trilha.

Primavera,
Lindas músicas a se ouvir,
São os pássaros,
E aqui estou eu a aplaudir.

Primavera,
Então vamos celebrar,
Então vamos cantar,
Vamos sentir,
Vamos curtir,
A magnífica e fantástica, primavera.

Primavera,
A chuva cai,
E me distrai,
Com a paz que traz,
Sinto felicidade,
Sinto bondade.
Me sinto sensacional,
Me sinto intelectual.

Primavera,
Essa linda estação,
Me traz emoção,
Olho pela janela,
E vejo a felicidade e alegria dela,
Primavera.

Dannala
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Matemática da vida

Ela está em nossa vida,
Ela é requerida, querida e precisa,
A multiplicação e a divisão,
A equação e a potenciação,
Estão presentes em nossa vida.

Nós nos dividimos,
Nós nos distraímos,
Nos multiplicamos,
Nós falhamos,
Nos sentimos radicais,
Nos sentimos sensacionais,
Nós nos fracionamos,
Nós nos ajudamos.
Nos subtraímos
Nos repartimos.

A gente se soma,
Nós vamos a Roma?
A gente se subtrai,
Nós vamos a Dubái?
A gente se divide,
A gente progride.

As Arestas,
As Retas,
As circunferências
Com várias sequências.
Os vértices,
As faces.
Polígonos,
São muitos ângulos,
Poliedros,
São muitas faces.

Os símbolos matemáticos,
Resumem as frases,
Que nela, são constantes.
Matemática é raciocínio,
Ela é resistente e duradoura,
Como o alumínio.

Somar e multiplicar,
Dividir e subtrair,
São as quatro operações,
As mais presentes em nossas vidas
E guardadas no coração.

Dannala
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Coração

Antes de nascer,
Ainda não pode se ver,
Mas pode se ouvir,
Ouvir o coração,
É muita emoção!

Devagarinho, sem perceber,
Ele está a bater.
Já ouviu a expressão?
''Siga a voz do coração''.
Ele está sempre a nos dizer,
O que é certo e errado,
E o que devemos fazer.

Na juventude,
Temos muitas emoções,
Amor, felicidade, tristeza.
Quando sentimos amor,
Ele está a bater forte.
Quando sentimos tristeza,
Ele está a bater fraco.
Mas se sentimos felicidade,
Ele está a bater rápido.

Na velhice,
Está mais calmo,
Devagarinho, calminho, calminho.

O coração é como as ondas do mar,
Sempre vão se agitar,
Sempre vão se acalmar.
Quando sentimos fortes emoções,
Seja de tristeza ou alegria,
Bate rápido! Mas quanta energia!
Quando estamos tranquilos,
Sem agitação, como o mar,
O coração está sempre em movimentação.

Dannala
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Liberdade

O que é liberdade?

É ser livre para correr,
Ser livre para crescer,
Ser livre para sorrir,
Ser livre para se divertir,
Ser livre para sonhar,
Ser livre para amar,
Ser livre para brincar o quanto quiser.
Ser livre para ser feliz,
Ser livre para aproveitar cada dia,
Cada hora e minuto.
Ser livre para chorar,
Ser livre para falar,
Ser livre para conhecer o mundo afora,
Ser livre para fazer tudo que quiser agora.
Ser livre para pular,
Ser livre para escrever,
Ser livre para ler,
Ser livre para cantar,
Ser livre para dançar,
Ser livre!

E os pássaros?

Querem voar o mais alto que poderem,
Comerem tudo que quiserem,
Ser livres para cantar,
Ser livres para pular de galho em galho,
Ser livres para planar com graciosidade,
Enfeitar florestas com sua felicidade,
Ser livres para voar com tranquilidade,
Querem ser livres de verdade!

E os animais de zoológico?

Ser livres para voltar para seus lares,
Todos têm os seus lugares.
Ser livres para viver na harmonia,
E terem muita alegria.
Ser livres para correr,
Ser livres para crescer,
Ser livres para viver na natureza,
E desfrutar de sua beleza.
Querem ser livres na natureza!

Enfim, todo mundo quer ter liberdade e felicidade!

Dannala
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O Mineiro e o Nordestino

O mineiro estava voltando de seu serviço na roça, quando um nordestino parou em sua frente e lhe perguntou:
-Descurpe mais vô tê que ataiá ocê.
O mineiro responde:
-Uai! Num intendi um A que cê falô!
-Ataiá, ocê num sabe u qui é ataiá?
-Cê tomô pincumel? Doidimais! Só tô vortando do trabáio, vô pega o bicho qui vaivolta lá no podions.
-A tá, ocê é minero, ataiá é tira ocê do caminho, mais que qui cê falô memo?
-Podions homi! Eu vô pega o podions!
-Mais que qui é isso homi?
-O bicho qui vaivolta!
-E o que qui é bicho que vaivolta?
-Ô homi! Cê num é minero, fica sem intendê!
-Ocê num é nordestino, intão tamém fica sem intendê...
Afinal de contas nenhum dos dois entendeu nada que o outro falou.
-Uai! Mai cê num queria deixar eu passa porque?
-Isqueci u qui eu ia fala, agora ocê já deve tê perdido esse bicho que vaivolta qui cê falô. Óia, cê num qué bate um papo?
-Acho qui a mastumate e o kidicarne vai tê qui isperá.
E o nordestino começou a conversar com o mineirinho.
-Num sei o qui ocê disse, mais o tal kidicarne deve ser qui ocê vai comê carne, eu num tô aperriano ocê não, né?
-Uai! Aperriano que qui é isso?
-Eita! Ô meu pai! É icomodar!
-A tá bão, se é assim, cê tá sim.
-Tô! Nossa, cê tomô muita sustança hoje homi! Num intendo esse dialeto seu!
-Num sei o qui é sustança nem dialeto, mai num intendo nada qui cê fala.
-Uai! Lembrei agora qui isqueci o pexe denduforno, e larguei badacama minha iscodidente. Nossinhora! O pexe torro e a iscodidente sujo tudo!
-Agora que num intendi nada. Ocê já vai?
-Tô ino, e eu ainda num intendi nada qui cê falô! É hoje qui eu pego esse trem bão, sô!
-Até mais procê, tamém num intendi nada que ocê falô. E porque qui minero só fala ''Uai'' e ''Trem bão, sô''?
-Jeitinho di minero, né uai? E uai, nordestino só fala ''arretado'' e ''oxenti''?
-Jeitinho de nordestino arretado, né?

Dannala
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Matemática dos números

Já pararam para pensar
Na matemática dos números?
O dia em que nasceu,
O número da roupa que escolheu,
Sua idade desde o nascimento,
Validade do alimento,
Seu CPF e RG,
Carteira de motorista,
O dia que lançaram uma revista,
O mês em que viajou para o Rio de Janeiro,
Foi em fevereiro?
O ano em que ganhou uma corrida,
Foi um dia especial em sua vida,
O tempo de gestação,
Quantos batimentos está seu coração,
Que horas são?
Quantas linhas têm em sua mão?
Quanto tempo dura uma hora?
Quantos pássaros cantam agora?
O preço de um sapato,
Está caro ou barato?
O número de sua conta no banco,
Número do canal de televisão,
Quando começa o verão?
Que dia e que hora o seu time vai jogar?
Que ano a Copa do Mundo vai começar?
Quantos peixes existem no mar?
Essa não tem como contar!
Qual seu número favorito?
Quando o Lula foi eleito?
Ganhamos números,
E pagamos números,
O número da sorte,
Especial, original,
Ele é muito legal.
São sempre escolhidos,
São esplêndidos,
São extremamente queridos,
São parte de nossa vida,
Os números são infinitos.

Dannala
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Criança

Tem todo tipo de criança,
Tem criança arteira,
Tem criança bagunceira,
Tem criança artista,
Tem criança surfista,
Tem criança agitada,
Tem criança animada,
Tem criança curiosa,
Tem criança orgulhosa,
Tem criança mimada,
Tem criança engraçada,
Tem criança educada,
Tem criança dedicada.

E o que toda criança quer?
Brincar, estudar, pular, dançar,
Ser o que quiser,
Imaginar tudo o que puder.
Comer doces e salgados,
Hum, que delicia!
São muito enfeitados.
Assistir desenhos,
Ter muitos e muitos sonhos,
Ir ao parque de diversões,
E brincar com muitos balões.
Ir ao zoológico,
Ir ao parque aquático.
Imaginar que é pintor,
E pintar a galeria, com muita alegria.
Imaginar que é piloto de corrida,
Passou pela avenida?
Não, pela pista de corrida.
Imaginar que pilota um avião,
E bailar nos céus com seu grande coração.
Conhecer a Disney,
Olhe lá o Mickey!
Conhecer o Japão,
Sayonará! Tem japonês de montão.
Conhecer a França,
Bonjour! Como vai França.
Conhecer a Itália,
Ciao! Olá querida Itália!
Conhecer a Espanha,
Hola! Como vai Espanha?
Brasil, meu querido,
Quem não te conhece,
Com certeza vai querer te conhecer.
Olá! Nosso Brasil, ele é juvenil.
Conhecer o mundo em um minuto?
Brincar o dia todo sem se cansar?
Assim é criança.

Dannala
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Natureza

Natureza, natureza,
Antigamente, bela e singela,
Colorida e florida,
Harmoniosa e calorosa,
Vibrante, emocionante.

Os pássaros, dia e noite cantavam,
Parecia até que falavam.
Eram livres para voar,
Para cantar e brincar no céu.

As árvores, verdes e brilhantes,
Centenárias, eram mesmo cintilantes.
Eram várias em toda parte,
Verdadeiras obras de arte.

Os bois e vacas comiam capim,
Hoje não é mais assim.
As galinhas cresciam lentamente,
Hoje é muito diferente.
Os touros e cavalos corriam por todo lado,
Hoje está tudo errado.

O lixo provoca doenças e enchentes,
Polui rios, lagos, mares e nascentes.
Queimadas destroem a natureza,
E prejudicam a beleza.

Poluição por água, por terra, por ar.
Essas poluições que acabam com a natureza,
Acabam com as riquezas e belezas,
O homem destrói essas preciosidades,
Que eram verdadeiras beldades.

Ajudar a natureza?
Preservar sua beleza?
Cuidar de suas riquezas?
Combater a poluição?
Ajudar de coração?

Plantar e cultivar,
Soltar os animais
Que fazem o mundo brilhar,
Os pássaros que fazem o mundo cantar,
Reciclar o lixo,
Cuidar da água,
Cuidar das matas.
Afinal, que tal cuidar do mundo?

Dannala
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Ser Feliz

Ser feliz,
É a alegria de viver,
A paciência de crescer,
A amizade e a bondade,
A família reunida,
Na nossa linda vida.

A vontade de pular,
De brincar, de cantar,
E de falar.
Ver a natureza tão bela,
Ver o sol lá na janela.
Ver o dia amanhecer,
Ver a noite aparecer.

Ser feliz,
É acordar e levantar,
É nunca deixar de sorrir,
É nunca deixar de colorir
O dia com sua alegria,
Que contagia o mundo.

A vontade de correr,
De crer, de comer,
De escrever e de ler.
Ver o sorriso no rosto,
Ver a alegria com gosto,
Ver alguém brincar com você,
Ver alguém se alegrar com você.

Ser feliz,
É a dança de capoeira,
A dança de brincadeira,
As lindas cores,
A magia das flores,
Nas cores de esplendores.

A vontade de sonhar,
De imaginar, de agitar,
E de adorar.
Ver amizades confiáveis,
Ver pessoas adoráveis,
Ver os pássaros cantando,
Ver todos passeando.

Ser feliz,
É amar e adorar,
É viver e crescer,
É sorrir todos os dias,
É ter muitas alegrias.
É agradecer a Deus
Pelo milagre da vida.

Ser feliz,
É perdoar e doar.
Ouvir e dizer ''Eu Te Amo''

Dannala
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Meu Jeitinho

D esse jeito singelo,
A migos e amigos,
N esse jeito modesto,
N esse carinho tão belo,
A s palavras tão felizes,
L eio livros, poesias e muito mais.
A mo esse meu jeitinho!

Dannala
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Felinos

São caçadores naturais,
São todos muito leais,
Cada um tem seu jeito próprio de ser,
Cada um tem seu jeito próprio de viver.
Carinhosos e muito amorosos.

Sua origem pode ter vindo do Egito,
E todos conhecem o seu jeito.
De quem estou falando?
Dos formidáveis e afáveis,
Dos magníficos e fantásticos felinos.

Tem gato assustado,
Tem gato animado,
Tem gato agitado,
Tem gato fujão,
Mas todos têm um grande coração.

Tem gato pintado,
Tem gato malhado,
Tem gato rajado,
Tem gato listrado,
E tem muito gato falado.

Persa, que beleza,
Ele tem muita nobreza,
Carinha amassada,
Como é falada.
Meio gordinho,
Mas muito fofinho.
Pelo brilhante,
Beleza exuberante.

Siamês, como é esbelto,
Como é modesto,
É bem confiante,
Ele é um diamante.
Chique como rei,
Qual a sua lei?
Ser belo e singelo.

Exótico, o nome já diz,
Parece até um anis,
Forte, ele tem muito porte.
Elegante, afinal,
Ele é o tal.
Beleza de um diamante,
Nobreza de um rei,
Que belo semblante.

Angorá, é agora!
É antigo, é um bom amigo.
Ele tem o pelo espetado,
Ele é muito educado,
Ele é bem animado.
Elegante demais,
Brilhante demais.
Ele é genial,
É bem leal.

Bengal, que legal,
Olha a graça do animal.
Ele é belo, ele é muito singelo,
Parece um Leopardo,
Ele é requintado,
Ele é muito agitado,
Ele é selvagem,
Que bela imagem.

Sagrado da Birmânia,
Ele é ativo,
É bem criativo,
Ele é brincalhão,
Que coração.
Ele é tranquilo,
Se mantém em sigilo.
Ele é muito carinhoso,
Ele é muito sedoso.

Himalaio, inteligente,
Parece a gente.
Ele é gentil,
Ele é ágil
Excelente amigo,
Sempre comigo.

Oriental, musculoso,
Habilidoso e atencioso.
Forte e magro,
Ele é muito Bonito,
Esbelto e com muito jeito,
Mostra sua beleza na natureza.

Maine Coon.
Quem é ele?
Seria o rei dos gatos?
Maior do mundo,
Amigável e adorável.
Sua beleza é grande,
Seu coração é gigante.
Ele é um gato muito forte,
Ele é um gato de bastante porte.

Agora é a vez do principal,
O mais sensacional.
Mais carinhoso,
Mais amoroso.
Mais sedoso,
Mais educado,
Mais amado.
O gato doméstico.
Adorado, educado,
Corajoso, atencioso.
Elegante e contagiante.
Lindíssimo e queridíssimo.
Observador, ele é mesmo um amor.

Todo gato tem sua beleza,
Todos são da natureza,
São de Nobreza.
São todos felinos.

Dannala
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Amazonas

Verde da esperança,
Da perseverança.
Do Mico Leão Dourado,
Muito raro e adorado.
Do Tamanduá Bandeira,
Como nossa querida bandeira.
Da Onça-Pintada,
Poderosa, perigosa, mas muito falada.
Da Arara Vermelha,
Sempre graciosa, sempre maravilhosa.
Da Arara Canindé, ou Arara Brasil,
Com cores de nossa terra, e gentil como ela.
Da Arara Azul,
Raríssima, belíssima e queridíssima.
Do Tucano,
Belo e singelo, querido e delicado.
Do Lobo-Guará,
Lindo de mais, habilidoso e maravilhoso.
Do Uirapuru,
Seu canto é tão belo, e tão singelo.
E da extremamente rara, Harpia,
A mais bela das aves, beleza gigante,
Inteligência brilhante.

Nossos animais tropicais,
São lindos de mais.
É tanta diversidade,
E muitas beldades.
Nossa floresta tão bela e singela,
Deve ser preservada
E bem cuidada.
São belos animais,
Raros demais.
São mesmo sensacionais.

Dannala
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Cores do Brasil

Qual a cor da esperança?
Qual a cor da perseverança?
Qual é seu valor?
Qual é sua cor?

Verde! Das matas e florestas.
Das riquezas valiosas,
Das belezas majestosas.
Da beleza intocável,
Da beleza apreciável.

Qual é a cor mais quente?
Qual é a cor excelente?
Qual é seu valor?
Qual é sua cor?

Amarelo! Do ouro e do tesouro.
Das riquezas minerais,
Quase todas de Minas Gerais.
Da amizade e da verdade.
Da felicidade e da honestidade.

Qual é a cor de mais pureza?
Qual é a cor de mais beleza?
Qual é seu valor?
Qual é sua cor?

Branco! Da paz e da pureza.
Da beleza e da nobreza.
Da suavidade e também,
Da eternidade.

Finalmente!
Qual é a cor mais tranquilizante?
Qual é a cor mais elegante?
Qual seu valor?
Qual sua cor?

Azul! Da calma,
E da alma,
Tranquilo como
As ondas do mar,
E a calma do lar.
E também do infinito.

Essa são as cores
Do nosso querido Brasil!
Que é gentil e colorido,
Destemido e brilhante,
Vibrante e emocionante.

Dannala
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Nossa Senhora de Lourdes

N ossa mãe imaculada,
O lhai por nós,
S antíssima e amada,
S enhora da salvação,
A bençoai-nos,

S enhora mãe divina,
E ncanto consagrado,
N ossa santíssima mãe,
H oje eu te peço,
O lhai por nós
R efúgio dos pecadores,
A limento da minha alma,

D errame sobre nós sua proteção,
E ncantadora rainha,

L ivrai-nos de todo mal,
O lhai por nós,
U sai-nos e defendei-nos.
R ainha querida,
D ai-me força de viver,
E sperança de vencer,
S enhora dos milagres.

Dannala
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O Baile das Flores

O baile vai começar,
Toque que queremos bailar,
Iremos a primavera enfeitar,
Então vamos nos apresentar.

Vem de lá a Orquídea,
Com toda a sua beleza,
E também com muita riqueza.

Vem de cá a Peônia,
Bem de longe, da Rondônia.
Toda chique com sua graça,
E também de muita raça.

Olha o senhor Cravo,
Sem nenhum centavo.
Belíssimo afinal,
E também original.

O Narciso onde está?
Paquerando a odorosa Rosa.
Ah! O Narciso é muito lindo.
E ela dá muita prosa.

Veja só a Amarílis,
Com seu belo vestido
Cálido e fascinante,
E também exuberante.

O lírio com seu traje branco,
Muito franco e singelo.
Muito amável e amigável.
E também muito fiel.

Nessa festa não podia
Faltar muito amor.
Vem de cá o Amor-Perfeito,
Abalando os corações
E também com muito jeito.

Vem de lá a flor estrela,
Quem será ela?
Papoula! Brilha com seu
Vestido bordado,
Simples e bem delicado,
E também muito caprichado.

Uma estrela, uma artista,
Que tal uma pista?
Seria ela a Tulipa?
Bonita, bem vestida,
Uma verdadeira artista.
E de exuberante turbante.

Íris, amiga de Amarílis,
Perfeita como Anis
Pura, e angelical.
Tropical?
Não. Primaveril.
E muito gentil.

Crisântemo,
Organizado, equilibrado e justiceiro,
Espontâneo e contemporâneo
Simples do Japão.
E de belo coração.

O esplêndido e maravilhoso,
Girassol de ouro, ele é um tesouro.
Beleza sem comparação,
Coração de muita coloração.
E sensível de montão.

Querida Violeta,
Modesta, honesta.
Sensibilidade e timidez,
Beldade e nitidez.
E sempre cortejada.

Bom, o baile está rolando,
Muitas flores estão chegando,
Com muita beleza e nobreza.
Mas eu já vou me retirando,
E a todos vou saudando.
Sou eu. A Lavanda!
Beleza e perfume inigualável.
Sou elegante e amável,
Delicada, dedicada,
E também muito educada.

Dannala
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A Gata Nina

Era uma gata pintada,
Malhada, rajada, dourada.
Era uma gata caprichosa,
Mais muito glamorosa.

Era uma gata querida,
Mais muito decidida.
Era uma gata arrumada,
Mais muito educada.

Era uma gata fujona,
Mais como impressiona.
Era uma gata exigente,
Mais muito obediente.

Era uma gata calada,
Mais muito falada.
Era uma gata linda,
Mais filhote ainda.

Dannala
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Cavalos

Fortes e corajosos,
Destemidos e maravilhosos,
Exuberantes e queridos,
Deslumbrantes e coloridos,
Força, beleza e destreza,
São eles da natureza.

De belas pelagens,
De bonitas imagens,
De encanto delicado,
De olhar incomparável,
E de carinho adorável.

Beleza excepcional,
Força descomunal,
Coração gigante,
Inteligência brilhante.

Maravilhosos,
Corajosos,
Fiéis, obedientes.
Belos e singelos,
Lindos num gesto
De amor.

Dannala
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Sol

Sol, radiante,
Brilhante,
Fascinante,
Emocionante,
Quente e vibrante.

Harmonioso,
Caloroso.
Esquenta a terra,
Aquece a serra.

Por do sol,
Numa tarde de calor,
Só trás amor
Aos corações quentes
E vibrantes como o sol.

Amanhecer quente
E vibrante traz paz.
Aparece ao nascer,
Some ao escurecer.
Só faz aquecer
Meu coração.

Dannala
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Fantasias

F aço desenho,
A ndo lendo,
N ão paro de pensar,
T anta coisa em minha mente,
A s palavras que eu falo,
S ei que são sempre boas,
I sso mesmo, sou eu,
A inda criança,
S ou mesmo brincalhona.

Dannala
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Pássaros

Ouço cantos tão belos,
E tão singelos,
São eles, os cantores,
Os autores das canções.
Os artistas de esplendores.

Tão bonitos,
Tão queridos,
Brilhantes como o véu da noiva,
Como o sol radiante,
Como a estrela cintilante.

Nos troncos das árvores
Sempre a cantar,
Sempre a dançar no céu.

Quem são eles?
Os amigos da natureza.
Os amantes da beleza.
Os cantores
Cheios de amores.
Os pássaros!

Dannala
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Meu Sonho

M inha alegria,
E stou todo dia,
U sando a alegria e a amizade,

S empre digo,
O que quero é:
N unca deixar de escrever,
H oje brincar com você,
O ntem sorri com você.

Dannala
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Verão

V erdadeiras relíquias,
E ternas amizades,
R indo sempre,
A ntes amigos,sempre mais amigos,
O s amigos são pra sempre.

Dannala
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Brasil Nosso Encanto.

Brasil, meu Brasil colorido
Meu Brasil bem vestido
Meu Brasil de amor
Meu Brasil de sabor
Meu Brasil de calor.

Aqui somos amados
Brancos, morenos, ruivos e louros
Aqui somos falados
Amigáveis, confiáveis.

Somos brasileiros, guerreiros
Somos artistas, cantores e atores
Somos tudo que queremos
Somos tudo que pensamos
Somos todos um encanto.

Nossas praias são mais belas
Nossas cores mais vibrantes
Nossas vidas passarelas
Nossas casas, chiques ou pobres,
Sempre mais contagiantes
Na nossa alegria.

O Brasil é um encanto
O Brasil é um estouro
Somos mesmo lindos em todo canto
Somos mesmo brasileiros de ouro.

Dannala
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O sabiá, o peixe e o gato

O sabiá era amigo de um peixe. O peixe morava num aquário em uma casa no fim da floresta.
Certo dia, o sabiá foi encontrar o peixe.
-Olá amigo! Como está? - Disse o sabiá.
-Estou ótimo! E você como está?
-Vou bem. Seus donos não parecem estar aqui, eles saíram?
-Sim. Foram a cidade fazer compras. Como está a floresta?
-Está ótima! O macaco continua fazendo fofoca pela floresta, e a dona raposa teve dois filhotes.
-Que macaco é esse, hein? De meus parabéns a dona raposa!
A porta da casa se abriu, os donos do peixe tinham chegado. Num instante o sabiá saiu voando pela janela. Os donos do
peixe estavam com uma caixa
enfeitada com um laço de seda na mão. Seu dono abriu a caixa, havia um felino, um gato dentro dela.
Olha o seu novo amigo! - Disse eufórica a dona do peixe.
-Novo amigo? Isso é um gato! - Pensou apavorado o peixe.
No dia seguinte, o gato acordou com fome, miou pela casa inteira em busca de comida, seus donos haviam ido trabalhar.
O gato subiu na mesa em que o peixe estava e ficou o olhando bem.
-Ora, ora! Enfim achei comida! - Disse o gato cheio de fome.
-Acho bom ter paciência, nossos donos voltam só de noite. - Falou o peixe em tom de ironia.
-Eu estava falando de outra comida.
-Nem vem que não tem seu gato maluco!
-Sou maluco por comida, ou seja, você!
O gato deu um bote no aquário, mas antes que pudesse chegar perto do peixe, o sabiá pulou na frente de seu amigo, e o gato
mordeu a asa do sabiá, o gato caiu com a cara no aquário.
-Que ótimo! Dois jantares só para mim, hoje é meu dia! - Disse o gato morrendo de fome.
Pobre sabiá indefeso, mas mesmo machucado o sabiá foi ajudar seu amigo.
-Gato mau educado. - Disse o sabiá furioso.
E o sabiá cantou tão forte, mas tão forte, que os ouvidos sensíveis do gato palpitaram de tanta dor, o gato saiu correndo
pela janela da casa.
-Se machucou muito meu amigo? Obrigado pela ajuda, sou grato eternamente, muito obrigado! - disse o peixe.
-Não foi nada, só um arranhão, pelo menos, o gato não voltará mais.

Moral: Um amigo sempre ajuda ao outro não importa o que aconteça.

Dannala
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A História de Sofia

Certo dia, uma menina de olhos verdes e cabelos castanhos e lisos como seda que se chamava Sofia, foi brincar de esconde-esconde com sua amiga em uma floresta perto de sua casa.
Sofia ficou encostada em uma árvore, com os olhos fechados e contou até 20, e depois foi procurar sua amiga.
Olhou em cima de troncos de árvores, em buracos, atrás das árvores e até em lagos, mas nada achou. Onde poderia estar sua amiga?
Então ela decidiu entrar em uma casinha que ficava do outro lado de um laguinho.
A casinha era bem empoeirada, alguns ratos corriam por lá. Um fogão velho, uma mesinha, duas cadeiras, quatro janelas e três armários na parede.
A menina abriu o primeiro armário, e dentro dele um pote com moedas de ouro reluzentes estavam dentro dele, ela pegou o pote e colocou dentro de uma bolsa jogada em um canto da parede.
Sofia ainda procurava por sua amiga. Resolveu abrir o segundo armário, lá havia uma chave verde com formato de quadrado.
Abriu o terceiro, nele tinha uma caixa, uma caneta e um papel.
A caixa estava trancada com chave, então leu o papel, nele estava escrito:

Quem achar esta folha tem sorte, muita sorte!
Siga as instruções:

Pegue o pote de ouro e leve até um tronco
em forma de arco, coloque-o debaixo do arco.

Em seguida Pegue a caneta e faça uma estrela
no verso do papel.

Com a chave abra a caixa e uma grande surpresa
lhe aguarda!

Sofia começou a seguir as instruções, como acharia o tal arco?
Bem, quando ela saiu havia uma trilha de patas de cachorro, que estavam no chão ao lado da casinha, parecia que tinha um cachorro espionando ela, pois o rastro estava debaixo de uma janela.
Ela foi seguindo, quando a trilha acabou, ela parou olhou para a esquerda e para a direita, nada viu, de repente! Ouviu latidos vindos da direção de um sítio, ela foi seguindo o som do latido do cachorro. Quando chegou em um sítio com um casarão enorme e umas vacas e cavalos em um pasto, ela foi se aproximando, chegou na porta
do casarão antigo, que parecia não ter ninguém morando lá, e bateu na porta, toc!toc!toc! Uma voz respondeu:
-Quem é?
-Sou eu, Sofia.
-O que veio fazer aqui?
-Ouvi latidos de um cachorro vindos dessa direção.
-Aqui não tem nenhum cachorro, só vacas e cavalos.
-Mas eu ouvi, e tinha um rastro de patas de cachorro nessa direção!
-Aqui não tem nada! Vai em bora!
-Não! Eu não vou até achar o cachorro!
-Fora daqui!
-Está bem! Eu vou então.
-Já vai tarde! Não volte mais aqui. Nunca!

Sofia insistiu, mas não adiantou, decidiu que iria continuar no sítio, só que na direção oposta.
Ela não desistiu e foi até o pasto, onde cavalos e vacas pastavam.
Foi andando no meio dos cavalos e vacas, conseguiu sair do meio de tanto bicho, foi até um celeiro, o celeiro estava vazio, não totalmente vazio. Havia Sofia e também duas vaquinhas dormindo. A sua esquerda tinha um bloco de capim e uma coisa felpuda como uma vassoura, Sofia se abaixou para pegar e um cachorro pulou de trás do capim. Ela disse:
-Finalmente encontrei você!
-Levei um susto e tanto, mas porque será que você estava
me espionando?
O cachorro se levantou de um monte de palha e respondeu a menina:
-Bem, você também não é nada educada, sai por aí puxando a
cauda dos outros?
-Ah! Você fala? Cachorro não fala!
-Sim, eu falo, e não estava espionando você, estava vigiando você.
-Porque estava me vigiando?
-Sem mim você não acha um tal tronco em forma de arco
e sua amiga.
-Você sabe onde ela e o arco estão?
-Sim, mas vai ter que me alcançar para acha-los.
-Como assim te alcançar?
-Corre!

O cão saiu correndo, e Sofia foi atrás. O cachorro entrou na floresta, mas em uma parte diferente daquela pequena floresta, Sofia nunca tinha visto aquela parte da floresta.
Poderia ser lá que sua amiga e o arco estariam? - Se perguntou Sofia.
-Chegamos - Disse o cão.
-Onde estamos?
-Na parte interna da floresta.
-Como assim parte interna?
-O lado ''mágico'' da floresta.
-Cão, onde está minha amiga e o arco?
-Cão não. Eu tenho nome, meu nome é Rufos, e o seu?
-O meu é Sofia.
-Prazer Rufos.
-Olhe lá seu arco.

O arco estava do outro lado de um rio bem largo. Onde jacarés nadavam.

-Rufos! Olha o tamanho desse rio cheio de jacarés!
-Jacaré é o de menos, o de mais é como vamos atravessar.
-Que tal uma canoa?
-Acho melhor um barco.
-Como vamos fazer um barco?
-Fácil! É só pegar aquele barquinho na beira do rio.

Mas quando Sofia foi puxar o barco um jacaré enorme pulou e tentou pegar ela, no mesmo instante Rufos abocanhou o jacaré bem na cabeça, e o jacaré saiu correndo direto para a água. Rufos disse:

-Eu não disse, estou sempre te vigiando.
-Obrigada!
-De nada, agora escute, assim que colocar o pote de ouro debaixo do arco, você se afasta e pega o papel e a caneta, no verso do papel você desenha uma estrela de quatro pontas, embaixo você escreve S.
Em cima da estrela você escreve N. Na esquerda escreve L na direita O.
-Porque fazer isso?
-Para que volte para casa.
-Mas minha casa é logo ali.
-Não, assim que entrou na floresta, você saiu do seu mundo, você está em um mundo mágico. Como aquele homem do casarão do sítio, ele é um duende e mora lá, foi ele que fez o pote de ouro as instruções e a caixa.
-O que tem na caixa afinal?
-Uma surpresa para quem achasse. Sua amiga voltou para seu mundo, pois ela foi se esconder na casa do duende, o duende não é mal ele só não gosta de intrusos em nosso mundo, então a mandou para casa.
-Ela não se lembra de que nós estávamos brincando de
esconde-esconde?
-Não mais.
-Bom, mas como passamos pelo rio?
-Muito fácil! É só pegar o pote de ouro, uma moeda dele
quando esfregada na mão faz a pessoa ter velocidade.
-É só esfregar na mão e pegar os remos, que vamos voar!

E Sofia e Rufos pegaram os remos e contaram até três, passaram voando pelos jacarés.
Chegaram do outro lado e Sofia colocou o pote de ouro debaixo do arco, em seguida ela pegou a caneta e fez uma estrela no verso do papel de instruções.

-Agora Sofia você coloca o papel com a estrela virada para o lado de baixo.-Disse Rufos.

Uma luz brilhante saiu do arco e um portal de volta para a casa de Sofia se abriu.

-Abra a caixa Sofia.

Ela abriu a caixa e um presente estava lá. Um livro.

-Rufos um livro.
-Um livro com um portal para você voltar para cá quando quiser. Mas aqui não estará em forma de floresta, mas em forma de cidade. Você vai adorar!
-Obrigada Rufos. Eu vou te ver novamente, ou não?
-Sim, vai sim.
-Então lá vou eu, até um dia.
-Vou continuar te vigiando!
-Tchau!

Sofia ganhou um presente:Um amigo!

Dannala
Inserida por AnnaJuliaDannala
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