Academia

Cerca de 167 frases e pensamentos: Academia

As academias coroam com igual zelo o talento e a ausência dele.

Carlos Drummond de Andrade
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A Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e 1 morto rotativo...

Millôr Fernandes
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Continuamente estou imaginando,

Se esta vida, que logro, tão pesada,

Há de ser sempre aflita, e magoada,

Se como o tempo enfim se há de ir mudando:

Em golfos de esperança flutuando

Mil vezes busco a praia desejada;

E a tormenta outra vez não esperada

Ao pélago infeliz me vai levando.

Tenho já o meu mal tão descoberto,

Que eu mesmo busco a minha desventura;

Pois não pode ser mais seu desconcerto.

Que me pode fazer a sorte dura,

Se para não sentir seu golpe incerto,

Tudo o que foi paixão, é já loucura!

Claudio Manuel da Costa patrono da Academia Brasileira de Letras
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Faça dos obstáculos sua academia de treinamento, assim, quando o próximo estiver por vir, você estará mais forte e experiente.

Ranielly Ferreira
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Uns gostam de academia, Football, mulheres, carros; Eu respeito. Eu gosto de Britney Spears.

Vinny Leal
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Homem pode ser rico, alto, forte... Frequentar restaurantes caros, ir a academia, ter carros importados... Mas o que as Mulheres de verdade esperam de um Homem é atitude. Atitude de Homem é tomar partido, resolver o problema, chamar pra si a responsabilidade. Ser Homem suficiente e ser leal, justo... Reconhecer o valor das pessoas e ter respeito, admiração e orgulho da Mulher que escolheu. Homem de verdade tem voz firme e quando fala não precisa gritar, nem ser grosseiro pra mostrar que tem opinião. Homem tem que ter atitude de Homem, não de moleque ou de menino mimado e sem caráter... Homem mostra que é macho não é brigando no transito ou agredindo Mulher... Homem é macho quando dá prazer e segurança a sua Mulher. Tem que ter bom-humor, pegada, abraço forte e cheiro bom... O resto... Só quem ão é Mulher de verdade é que liga!

guh aschar
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Ser bonita, qualquer uma consegue ser. É só ter dinheiro que você opera milagres. Vai pra academia, faz dezenas de plásticas, vai pro spa, pro salão, pro shopping, pro raio que o parta, e sai de lá uma Deusa. Mas ter conteúdo, é para poucas. Não tem dinheiro que dê jeito na falta de caráter. Não dá pra você ir na farmácia e pedir capsulas de inteligência. Ser interessante, não é pra qualquer uma. A mulher interessante é aquela que tem opinião própria, e nunca vai pela cabeça dos outros; ela sabe exatamente quem é, e o que quer pra sua vida. Ela tem personalidade forte, é decidida, bem resolvida consigo mesma. Ela se aceita como é, de dentro pra fora, com todos os seus erros e defeitos. A mulher interessante é aquela que fala o que pensa. É ousada, e não tem medo de ser criticada. Ela não precisa de ninguém bancando ela, porque ela se banca sozinha. Inteligente. Esperta. Simpática. Bem humorada. Em um mundo superficial onde a beleza é altamente valorizada, quem tem assunto se destaca.

Amanda Sanches
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"A essência da vida se baseia no fato de existir, respondendo ás questões que o universo nos implica a compreender. Mas uma vez, em um espaço desconhecido, nos entrelaces desses tempos infinitos da eternidade, o universo se compadeceu, notando o nosso valor, e tornou a vida humana a essência de tudo."

Academia dos Especialistas.
Inserida por zkirito
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Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

"Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo."
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos
Inserida por Epena
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Ninguém acredita em você ?
Fodace, o mais importante é acreditar em si mesmo.
Porque nao importa quantos irão apontar os dedos pra vc
e dizer que vc nao consegue,
dizer que tal alguém é melhor que vc,
que vc nao tem capacidade;
Mas o unico e maior de todos, é vc, e vc precisa saber isso,
lute pelos seus sonhos,
corra átras do que vc almeja,
não deixe que o que você quer seja só um querer.
E aos odiadores? Não faça nada,
eles nao merecem sua grandeza gasta com eles,
seja quem vc pretende ser e verá eles lhe elogiarem
e apreciarem o que eles julgaram.
Seja forte.

Rubens Junior
Inserida por Rubensx1998
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"Hoje eu acordei, e só me passou isso pela minha cabeça, meu sonho e tudo que precisarei enfrentar para alcança-lo, é difícil, não é algo para um mero humano, não é só querer, é dar o melhor de si a cada dia. E durante quanto tempo ? A vida inteira. Eu quero isso pra minha vida e vou correr atras, isso já faz parte de quem eu sou. Hoje eu acordei motivado a mais um dia de 7 refeições e 1 hora e meia de sofrimento dentro de uma academia, hoje eu acordei um passo a mais para meu sonho."

Rubens Junior
Inserida por Rubensx1998
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O que são Cuidados Paliativos?

O alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia e pela manutenção de uma vida ativa enquanto ela durar: esses são alguns dos princípios dos Cuidados Paliativos que, finalmente, começam a ser reconhecidos em todas as esferas da sociedade brasileira.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.
O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma en#31;fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.
A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.
Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js


História dos Cuidados Paliativos

Alguns historiadores apontam que a filosofia paliativista começou na antiguidade, com as primeiras definições sobre o cuidar. Na Idade Média, durante as Cruzadas, era comum achar hospices (hospedarias, em português) em monastérios, que abrigavam não somente os doentes e moribundos, mas também os famintos, mulheres em trabalho de parto, pobres, órfãos e leprosos. Esta forma de hospitalidade tinha como característica o acolhimento, a proteção, o alívio do sofrimento, mais do que a busca pela cura.
No século XVII, um jovem padre francês chamado São Vicente de Paula fundou a Ordem das Irmãs da Caridade em Paris e abriu várias casas para órfãos, pobres, doentes e moribundos. Em 1900, cindo das Irmãs da Caridade, irlandesas, fundaram o St. Josephs´s Convent, em Londres, e começaram a visitar os doentes em suas casas. Em 1902, elas abriram o St. Joseph´s Hospice com 30 camas para moribundos pobres.


Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.


Cuidados Paliativos no Brasil

O movimento paliativista tem crescido enormemente, neste início de século, no mundo todo. Na Inglaterra, em 2005, havia 1.700 hospices, com 220 unidades de internação para adultos, 33 unidades pediátricas e 358 serviços de atendimento domiciliar. Estes serviços todos ajudaram cerca de 250 mil pacientes entre 2003 e 2004. Na Inglaterra, pacientes têm acesso gratuito a Cuidados Paliativos, cujos serviços são custeados pelo governo ou por doações. A medicina paliativa é reconhecida como especialidade médica.
Nos Estados Unidos, o movimento cresceu de um grupo de voluntários que se dedicava a pacientes que morriam isolados para uma parte importante do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Nesse país, a medicina paliativa é uma especialidade médica reconhecida também.
No Brasil, iniciativas isoladas e discussões a respeito dos Cuidados Paliativos são encontradas desde os anos 70. Contudo, foi nos anos 90 que começaram a aparecer os primeiros serviços organizados, ainda de forma experimental. Vale ressaltar o pioneirismo do Prof. Marco Túlio de Assis Figueiredo, que abriu os primeiros cursos e atendimentos com filosofia paliativista na Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM. Outro serviço importante e pioneiro no Brasil é o do Instituto Nacional do Câncer – INCA, do Ministério da Saúde, que inaugurou em 1998 o hospital Unidade IV, exclusivamente dedicado aos Cuidados Paliativos. Contudo, atendimentos a pacientes fora da possibilidade de cura acontecem desde 1986. Em dezembro de 2002, o Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – HSPE/SP inaugurou sua enfermaria de Cuidados Paliativos, comandada pela Dra. Maria Goretti Sales Maciel. O programa, no entanto, existe desde 2000. Em São Paulo, outro serviço pioneiro é do Hospital do Servidor Público Municipal, comandado pela Dra. Dalva Yukie Matsumoto, que foi inaugurado em junho de 2004, com início do projeto em 2001.
A primeira tentativa de congregação dos paliativistas aconteceu com a fundação da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos – ABCP pela psicóloga Ana Geórgia de Melo, em 1997.
Contudo, com a fundação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, em 2005, os Cuidados Paliativos no Brasil deram um salto institucional enorme. Com a ANCP, avançou a regularização profissional do paliativista brasileiro, estabeleceu-se critérios de qualidade para os serviços de Cuidados Paliativos, realizou-se definições precisas do que é e o que não é Cuidados Paliativos e levou-se a discussão para o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Federal de Medicina - CFM e Associação Médica Brasileira – AMB. Participando ativamente da Câmera Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos do CFM, a ANCP ajudou a elaborar duas resoluções importantes que regulam a atividade médica relacionada a esta prática.
Em 2009, pela primeira vez na história da medicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina incluiu, em seu novo Código de ética Médica, os Cuidados Paliativos como princípio fundamental. A ANCP luta pela regularização da Medicina Paliativa como área de atuação médica junto à Associação Médica Brasileira e a universalização dos serviços de Cuidados Paliativos no Ministério da Saúde.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009
Inserida por Epena
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Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009
Inserida por Epena
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'Levantar 50kg na academia quase morrendo'... isso não se refere a um sinônimo de força física, e sim de fraqueza mental... pense nisso!

Claudio Zwing
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Se for pra sofrer !! que seja na Academia, pois la a dor traz resultados!!

Felipe Ramos
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Que nesse novo ano, possamos exercitar os músculos de nossa alma na academia de nossa existência.
Que troquemos o dar esmolas, por doar esperanças de modo a voltarem a vida, os mendigos que são literalmente nossos.
Que troquemos a ideia esdrúxula de que os professores não fazem mais que sua obrigação, pelo carinho e respeito fiel da responsabilidade que eles de fato exercem.
Que também troquemos aquele desespero pela hora que não passa no trabalho, pela paciência artesanal em concluir com qualidade o que fazemos.
Que permitamos que a vaidade se manifeste apenas na beleza física, se abstendo das ideias cotidianas.
Que troquemos a estúpida vontade em sermos donos da razão, pelo perspicaz entendimento de que estamos ainda em aprimoramento.
Que troquemos também a desagradável impaciência, pela calmaria que sempre se mostra solicita.
Que as dores e as fraquezas de nossa matéria, seja por nós trocadas pela força e fé existente em nosso espírito.
Que concluamos que a palavra amigo, é tão forte quanto a palavra amor.
Que troquemos os sentimentos ruins quando ouvimos um não, pelo entendimento de que esse não, é apenas momentâneo não absoluto.
Que ao ouvirmos um sim, ele além de entendido, seja também sentido não apenas escutado.
Que em época de eleições, troquemos o desinteresse egoísta e particular, pelo interesse do bem comum.
Que fortes mesmo são os humildes, não os fortes propriamente ditos.
Que venhamos entender que se num relacionamento amoroso o amor não se manifesta, não é por que ele não existe, mas... Que ele se revela noutro lugar
Que decifremos que na matemática da vida, não é o sucesso quem vem a nós... Nós, na companhia da honestidade, é que devemos seguir ate ele.
Que nos cientifiquemos que são os filhos, os nossos professores não o contrário disso e devemos ter paciência com eles.
Que aceitemos que para tudo que nos é enviado na vida, Deus tem lá, as suas razões.
E por fim; Que quando falarmos de Deus, paremos de trocar a filosofia van, pela van filosofia, de modo a realmente merecermos sentir a presença do mesmo.
Feliz ano novo a todos.

Julio Ramos da Cruz Neto
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Se eu fosse magra não ia ficar regulando a alimentação e muito menos me matando na academia, talvez por isso eu não seja.

Annynha Rodrigues
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24/08/2010 - 21h19

Não consegui malhar na academia... estou com uma crise terrível de labirintite. Sabia que isto é emocional... olha só que poder sobre mim.

me
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A cultura é uma academia para alma

Locci - Café Cultural
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Felicidade tem gosto de cerveja. Tristeza tem cheiro de academia.

Vinicius Tonázio
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