Academia

Cerca de 147 frases e pensamentos: Academia

As academias coroam com igual zelo o talento e a ausência dele.

Carlos Drummond de Andrade

A Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e 1 morto rotativo...

Millôr Fernandes

Continuamente estou imaginando,

Se esta vida, que logro, tão pesada,

Há de ser sempre aflita, e magoada,

Se como o tempo enfim se há de ir mudando:

Em golfos de esperança flutuando

Mil vezes busco a praia desejada;

E a tormenta outra vez não esperada

Ao pélago infeliz me vai levando.

Tenho já o meu mal tão descoberto,

Que eu mesmo busco a minha desventura;

Pois não pode ser mais seu desconcerto.

Que me pode fazer a sorte dura,

Se para não sentir seu golpe incerto,

Tudo o que foi paixão, é já loucura!

Claudio Manuel da Costa patrono da Academia Brasileira de Letras

Uns gostam de academia, Football, mulheres, carros; Eu respeito. Eu gosto de Britney Spears.

Vinny Leal

Ser bonita, qualquer uma consegue ser. É só ter dinheiro que você opera milagres. Vai pra academia, faz dezenas de plásticas, vai pro spa, pro salão, pro shopping, pro raio que o parta, e sai de lá uma Deusa. Mas ter conteúdo, é para poucas. Não tem dinheiro que dê jeito na falta de caráter. Não dá pra você ir na farmácia e pedir capsulas de inteligência. Ser interessante, não é pra qualquer uma. A mulher interessante é aquela que tem opinião própria, e nunca vai pela cabeça dos outros; ela sabe exatamente quem é, e o que quer pra sua vida. Ela tem personalidade forte, é decidida, bem resolvida consigo mesma. Ela se aceita como é, de dentro pra fora, com todos os seus erros e defeitos. A mulher interessante é aquela que fala o que pensa. É ousada, e não tem medo de ser criticada. Ela não precisa de ninguém bancando ela, porque ela se banca sozinha. Inteligente. Esperta. Simpática. Bem humorada. Em um mundo superficial onde a beleza é altamente valorizada, quem tem assunto se destaca.

Amanda Sanches

Homem pode ser rico, alto, forte... Frequentar restaurantes caros, ir a academia, ter carros importados... Mas o que as Mulheres de verdade esperam de um Homem é atitude. Atitude de Homem é tomar partido, resolver o problema, chamar pra si a responsabilidade. Ser Homem suficiente e ser leal, justo... Reconhecer o valor das pessoas e ter respeito, admiração e orgulho da Mulher que escolheu. Homem de verdade tem voz firme e quando fala não precisa gritar, nem ser grosseiro pra mostrar que tem opinião. Homem tem que ter atitude de Homem, não de moleque ou de menino mimado e sem caráter... Homem mostra que é macho não é brigando no transito ou agredindo Mulher... Homem é macho quando dá prazer e segurança a sua Mulher. Tem que ter bom-humor, pegada, abraço forte e cheiro bom... O resto... Só quem ão é Mulher de verdade é que liga!

guh aschar

Faça dos obstáculos sua academia de treinamento, assim, quando o próximo estiver por vir, você estará mais forte e experiente.

Ranielly Ferreira

"A essência da vida se baseia no fato de existir, respondendo ás questões que o universo nos implica a compreender. Mas uma vez, em um espaço desconhecido, nos entrelaces desses tempos infinitos da eternidade, o universo se compadeceu, notando o nosso valor, e tornou a vida humana a essência de tudo."

Academia dos Especialistas.

Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

"Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo."
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos

O que são Cuidados Paliativos?

O alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia e pela manutenção de uma vida ativa enquanto ela durar: esses são alguns dos princípios dos Cuidados Paliativos que, finalmente, começam a ser reconhecidos em todas as esferas da sociedade brasileira.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.
O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma en#31;fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.
A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.
Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js


História dos Cuidados Paliativos

Alguns historiadores apontam que a filosofia paliativista começou na antiguidade, com as primeiras definições sobre o cuidar. Na Idade Média, durante as Cruzadas, era comum achar hospices (hospedarias, em português) em monastérios, que abrigavam não somente os doentes e moribundos, mas também os famintos, mulheres em trabalho de parto, pobres, órfãos e leprosos. Esta forma de hospitalidade tinha como característica o acolhimento, a proteção, o alívio do sofrimento, mais do que a busca pela cura.
No século XVII, um jovem padre francês chamado São Vicente de Paula fundou a Ordem das Irmãs da Caridade em Paris e abriu várias casas para órfãos, pobres, doentes e moribundos. Em 1900, cindo das Irmãs da Caridade, irlandesas, fundaram o St. Josephs´s Convent, em Londres, e começaram a visitar os doentes em suas casas. Em 1902, elas abriram o St. Joseph´s Hospice com 30 camas para moribundos pobres.


Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.


Cuidados Paliativos no Brasil

O movimento paliativista tem crescido enormemente, neste início de século, no mundo todo. Na Inglaterra, em 2005, havia 1.700 hospices, com 220 unidades de internação para adultos, 33 unidades pediátricas e 358 serviços de atendimento domiciliar. Estes serviços todos ajudaram cerca de 250 mil pacientes entre 2003 e 2004. Na Inglaterra, pacientes têm acesso gratuito a Cuidados Paliativos, cujos serviços são custeados pelo governo ou por doações. A medicina paliativa é reconhecida como especialidade médica.
Nos Estados Unidos, o movimento cresceu de um grupo de voluntários que se dedicava a pacientes que morriam isolados para uma parte importante do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Nesse país, a medicina paliativa é uma especialidade médica reconhecida também.
No Brasil, iniciativas isoladas e discussões a respeito dos Cuidados Paliativos são encontradas desde os anos 70. Contudo, foi nos anos 90 que começaram a aparecer os primeiros serviços organizados, ainda de forma experimental. Vale ressaltar o pioneirismo do Prof. Marco Túlio de Assis Figueiredo, que abriu os primeiros cursos e atendimentos com filosofia paliativista na Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM. Outro serviço importante e pioneiro no Brasil é o do Instituto Nacional do Câncer – INCA, do Ministério da Saúde, que inaugurou em 1998 o hospital Unidade IV, exclusivamente dedicado aos Cuidados Paliativos. Contudo, atendimentos a pacientes fora da possibilidade de cura acontecem desde 1986. Em dezembro de 2002, o Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – HSPE/SP inaugurou sua enfermaria de Cuidados Paliativos, comandada pela Dra. Maria Goretti Sales Maciel. O programa, no entanto, existe desde 2000. Em São Paulo, outro serviço pioneiro é do Hospital do Servidor Público Municipal, comandado pela Dra. Dalva Yukie Matsumoto, que foi inaugurado em junho de 2004, com início do projeto em 2001.
A primeira tentativa de congregação dos paliativistas aconteceu com a fundação da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos – ABCP pela psicóloga Ana Geórgia de Melo, em 1997.
Contudo, com a fundação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, em 2005, os Cuidados Paliativos no Brasil deram um salto institucional enorme. Com a ANCP, avançou a regularização profissional do paliativista brasileiro, estabeleceu-se critérios de qualidade para os serviços de Cuidados Paliativos, realizou-se definições precisas do que é e o que não é Cuidados Paliativos e levou-se a discussão para o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Federal de Medicina - CFM e Associação Médica Brasileira – AMB. Participando ativamente da Câmera Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos do CFM, a ANCP ajudou a elaborar duas resoluções importantes que regulam a atividade médica relacionada a esta prática.
Em 2009, pela primeira vez na história da medicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina incluiu, em seu novo Código de ética Médica, os Cuidados Paliativos como princípio fundamental. A ANCP luta pela regularização da Medicina Paliativa como área de atuação médica junto à Associação Médica Brasileira e a universalização dos serviços de Cuidados Paliativos no Ministério da Saúde.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009

Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009

'Levantar 50kg na academia quase morrendo'... isso não se refere a um sinônimo de força física, e sim de fraqueza mental... pense nisso!

Claudio Zwing

A cultura é uma academia para alma

Locci - Café Cultural

Que nesse novo ano, possamos exercitar os músculos de nossa alma na academia de nossa existência.
Que troquemos o dar esmolas, por doar esperanças de modo a voltarem a vida, os mendigos que são literalmente nossos.
Que troquemos a ideia esdrúxula de que os professores não fazem mais que sua obrigação, pelo carinho e respeito fiel da responsabilidade que eles de fato exercem.
Que também troquemos aquele desespero pela hora que não passa no trabalho, pela paciência artesanal em concluir com qualidade o que fazemos.
Que permitamos que a vaidade se manifeste apenas na beleza física, se abstendo das ideias cotidianas.
Que troquemos a estúpida vontade em sermos donos da razão, pelo perspicaz entendimento de que estamos ainda em aprimoramento.
Que troquemos também a desagradável impaciência, pela calmaria que sempre se mostra solicita.
Que as dores e as fraquezas de nossa matéria, seja por nós trocadas pela força e fé existente em nosso espírito.
Que concluamos que a palavra amigo, é tão forte quanto a palavra amor.
Que troquemos os sentimentos ruins quando ouvimos um não, pelo entendimento de que esse não, é apenas momentâneo não absoluto.
Que ao ouvirmos um sim, ele além de entendido, seja também sentido não apenas escutado.
Que em época de eleições, troquemos o desinteresse egoísta e particular, pelo interesse do bem comum.
Que fortes mesmo são os humildes, não os fortes propriamente ditos.
Que venhamos entender que se num relacionamento amoroso o amor não se manifesta, não é por que ele não existe, mas... Que ele se revela noutro lugar
Que decifremos que na matemática da vida, não é o sucesso quem vem a nós... Nós, na companhia da honestidade, é que devemos seguir ate ele.
Que nos cientifiquemos que são os filhos, os nossos professores não o contrário disso e devemos ter paciência com eles.
Que aceitemos que para tudo que nos é enviado na vida, Deus tem lá, as suas razões.
E por fim; Que quando falarmos de Deus, paremos de trocar a filosofia van, pela van filosofia, de modo a realmente merecermos sentir a presença do mesmo.
Feliz ano novo a todos.

Julio Ramos da Cruz Neto

Felicidade tem gosto de cerveja. Tristeza tem cheiro de academia.

Vinicius Tonázio

Olha, o Thiago está me olhando. Mas ele é galinha, é bombado de academia, e não me dá moral no msn. Ele me observa como se eu fosse um pedaço de carne em um açougue e ele um cachorro faminto. E isso não é nada Romântico, e eu tenho sonhado com ele. Seria sinal? Poderia ser. Isso não é amor, muito menos carinho.
Olha, o João querendo se aproximar de mim, puxou assunto do meu blog, diz que eu escrevo bem, e essa situação é a pior de todas, sei que ele vai querer fazer parte do meu texto, então, vai querer ter alguma coisa comigo. Esquece o João, ele é lindo, tem suas piadinhas, mas no fundo, só quer ser um personagem.
Olha, o Paulo. Ele é bonito, sorri de um jeito bonito, mas é arrogante. Esquece! Ele consegue me lembrar o menino dos meus sonhos. Não, se me apaixonar, ele conseguirá me fazer sofrer e eu não quero mais sofrer.
Percebe? Arrumamos desculpas para novas oportunidades, com medo de que a qualquer momento ele possa chegar e dizer que o amor não foi um erro. Que ele possa chegar e dizer que o amor não é tão dolorido como penso que é. Novas oportunidas conseguem chegar, mas o difícil é permanecer com essas oportunidades. Tudo bem, assumo, sou do contra. Se não querem, eu quero. Se ele não me quer, eu quero e muito. Mas e daí? Eu sinto amor do mesmo jeito.

LaylaPeres

Os Doutores Intocáveis da academia irrefutável da soberania do conhecimento = Bando de babaca egocêntricos.

Murillo Leal

Vamos começar do começo: Não vou passar horas na academia para ser a “melhor fruta”. Não vou fingir ser o que eu não sou para ser a “diva” do momento. Não quero que me tratem feito uma idiota. Não! Não vou fazer tudo o que você pedir. Por mais que me doa, por mais que me isole, como já ouvi por aí: “Não ser uma idiota é de uma solidão desgraçada”. E como é!

Juliana Dias

Ele olhou para o espelho reclamando que precisava de uma academia, eu sabia que faltava alguma coisa, mas não eram músculos, então disse que ele era lindo, para ele olhar para ele mesmo com meus olhos, então ele sorriu, nesse momento eu descobri que aquela era a única coisa para torna-lo perfeito para mim, aquele sorriso meio torto que automaticamente arrancou um sorriso bobo e sem jeito do meu rosto.

Taynara Cristina Souza

Um dia sem academia são dois dias a menos para seu objetivo.

Chaves, Danilo