William Shakespeare de Felicidade

Cerca de 20 frases e pensamentos: William Shakespeare de Felicidade

Não há arauto mais perfeito da alegria do que o silêncio. Eu sentir-me-ia muito pouco feliz se me fosse possível dizer a que ponto o sou.

William Shakespeare

O silêncio é o mais perfeito arauto da felicidade. Eu estaria pouco feliz se pudesse dizer o quanto.

William Shakespeare

Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos.

William Shakespeare

O sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito.

William Shakespeare

Para o trabalho que gostamos levantamo-nos cedo e fazemo-lo com alegria.

William Shakespeare

Se todo o ano fosse de férias alegres, divertirmo-nos tornar-se-ia mais aborrecido do que trabalhar.

William Shakespeare

Chorar velhos amigos que perdemos não é tão proveitoso e saudável como nos alegrarmos pelas novas aquisições de amigos.

William Shakespeare

Estas alegrias violentas, têm fins violentos
Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora
Que num beijo se consomem.

William Shakespeare

"Nada me faz tão feliz quanto possuir um coração que não se esquece de seus amigos".

William Shakespeare

No que me tenho por mais feliz
É numa alma que se lembra
dos bons amigos.

William Shakespeare

“Nada me deixa tão feliz quanto ter um coração que não se esquece de seus amigos.”
―William Shakespeare

William Shakespeare

É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.
É preferível suportar os males que temos do que voar para aqueles que não conhecemos.
O verdadeiro nome do amor é cativeiro.
A mágoa altera as estações e as horas de repouso, fazendo da noite dia e do dia noite.

William Shakespeare

a vida é curta, então ame a sua vida, seja feliz... e mantenha sempre um sorriso no rosto. Viva a vida para você e antes de falar, escute. Antes de escrever, pense. Antes de gastar, ganhe. Antes de orar, perdoe. Antes de magoar, sinta. Antes de odiar, ame. Antes de desistir, tente. Antes de morrer, viva.

Shakespeare

Estas alegrias violentas têm fins violentos,
falecendo no triunfo, como fogo e pólvora,
que num beijo se consomem.

Trecho do livro 'Romeu e Julieta' de William Shakespeare