Vitóriosa

Cerca de 30 frases e pensamentos: Vitóriosa

Eles pensavam poder abafar e vencer a verdade, que é sempre vitoriosa, ignorando que a própria essência da verdade é que quanto mais quisermos comprimi-la mais ela cresce e se eleva.

Jan Hus

"A revolução vitoriosa num país tem por tarefa desenvolver e sustentar a revolução nos outros países."

Joseph Stalin

Em um grupo, onde a minoria é correta, mesmo sendo derrotada, sairá sempre, moralmente vitoriosa.

Josemar Bosi

Vitoriosa, guerreira, é assim que se sente alguém que sofreu
humilhações desnecessárias...

leo

Mantenha uma atitude vitoriosa!
Quando você olha para uma pessoa curvada e triste, perde a confiança, porque verifica que está abatida e preparada para uma derrota.
Não deixe que ninguém pense isso a seu respeito!
Mantenha-se de cabeça erguida, confiante e risonho, e todos confiarão em você.
Irradie força e entusiasmo até por meio da atitude do seu corpo.

Linartt Vieira

' A alegria de estar viva,mesmo sem saber quando vai acabar,já faz de mim uma vitoriosa.

Danielly Miyuki Shiki

VITORIOSA

Sou aquela que mostra a face
Não teme o desconforto da cavalgada
Nem mesmo o surdo batendo no peito
Na tentativa de confundir meu coração

Vejo passar almas obscuras
Na célere volúpia da posse
Me pergunto se é tão pobre a natureza
Ou se é tarde para ser verdadeira

Creio na arte de ser humana
No equilíbrio do moribundo
Apago portanto, o fogo-fátuo
Bendigo o eco fecundo do meu destino

Ruth Maria Perrella

Pediram-me a definição de amizade em uma palavra.
Respondi VITÓRIA!
Sinto-me vitoriosa em poder confiar em alguém, que nunca quis saber dos meus segredos.
Sinto-me vitoriosa em ter recebido seus ensinamentos pacientes e sem cobrança alguma.
Sinto-me vitoriosa ao perceber que a simplicidade e humildade ainda existem, mesmo com toda riqueza que possui.
Sinto-me vitoriosa por você conhecer meu rosto, quando passava a noite chorando e, sem perguntar nada me animava com seu carinho.
Sinto-me vitoriosa em me aceitar tomando apenas café.
Sinto-me vitoriosa em conviver com sua inteligência, perspicácia, determinação e carisma!
Enquanto estudavas as leis, códigos e estatutos,
Eu estudava você.
Faço um pedido de amiga agora.
Não apague a cicatriz de suas dores, sofrimentos, decepções.
Ela é a marca da força que existe em você e da capacidade de resiliência que poucos possuem.
O nome pode até ser seu.
Mas a VITÓRIA foi minha que ao lançar a flecha da escolha,
Acertei em cheio o alvo, sentando ao seu lado.
Um grande exemplo de SER HUMANO!

Patrícia Renata

Prematuramente, vitoriosa, desfraldo
minha nova bandeira, estimulada pelo que
há de vir, porque lá fora está à espera o
universo – interminável, impassível,
misterioso, maleável e onde os pássaros
sempre voam no horizonte em festa.

Eloah Westphalen Naschenweng

Embora sejas humilhada e derrotada perante os humanos, sejas humilde e vitoriosa a Deus.

Daniel Bueno

“A vitoriosa vida cristã do servo de Deus se dá quando ele aprende a adorar a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador, a valorizar seu próximo como a si mesmo, e a crer no Evangelho como poder de Deus para salvar todo aquele que crê.”

Pr. Cpl. Moacir J Laurentino

Mulher Vitoriosa

Querida Mulher vitoriosa você és vitoriosa sim, toma posse dessa palavra pois é a promessa de Deus para sua tua vida, você és uma mulher muito especial pois você foi comprada, remida pelo sangue de Jesus na quela cruz. Nada neste mundo e ninguém pode separar deste amor de Jesus Cristo, por isso se valorise se cuide porque Deu te ama com uma amor leal e eterno.

Mauro Francisco

Ser honrada não significa conquistar benesses, ser vitoriosa nas competições, disputas, vãs triunfos, angariando aplausos, elogios, fama e poder.

Um mulher temente e adoradora de Deus deve almejar e buscar incansavelmente, sem jamais ceder as tentações, a maior honra: ser agraciada com um troféu inigualável que jamais enferruja, dilapida; a Coroa da Vida, que a faz honrada por toda eternidade.

Aimara Maia Schindler

Insista, Persista e não Desista. Você pode ganhar o troféu de vitoriosa(o) ou de chata(o). Para ambos o caminho é o mesmo.

Graça Leal

Vencedor, como se faz um vencedor? Como se inicia uma vida vitoriosa?
Um vencedor começa desacreditado, totalmente sem crédito, não é valorizado. É tachado como doido, como incapaz.
E mesmo sem apoio ele começa a engatinhar, afinal é o seu sonho que está em jogo e ele anseia em vê-lo realizado. E ele vai matando um leão por dia, enfrentando sol e chuva e todas as dificuldades. Mais que sonho é esse?Que o faz enfrentar todas as adversidades sem tosquenejar, sem perder o foco.
E como no fim de uma forte tempestade, com um lindo raiar do sol e o arco-íris cortando o céu, assim é o vitorioso que ver que no final valeu a pena lutar pelo seu ideal e conquistar o seu sonho que para muitos era impossível.
Você é um vencedor ou um fracassado?Depende de você.
Tenha força de vontade e nunca pare de lutar.
A final é o seu sonho está em jogo, então o conquiste-o

Thiago Damasceno

Analisando a trajetória vitoriosa de grandes sonhadores, como JESUS CRISTO nos faz repensar a vida e nos inspira a não deixar os sonhos morrerem NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS


UMMMM GRANDE ABRAÇÃO DE CASSINHO !!!

Cássinho Augusto

Paciência Vitoriosa no Sofrimento - 1ª Pedro 5

Pedro exortou os presbíteros, constituídos pelo Espírito Santo, tal como ele, para apascentarem o rebanho do Senhor, lhes lembrando que ele havia sido testemunha ocular dos sofrimentos de Jesus, sofrimentos estes que Ele havia suportado pacientemente por amor do Seu povo, para que a Sua obra de aperfeiçoamento espiritual pudesse ser realizada neles, que seguindo o exemplo do Seu Mestre, deveriam apascentar as suas ovelhas não por se sentirem forçados a isto, mas voluntariamente, de acordo com a vontade de Deus, e não por ganância, mas de boa vontade, e não sendo dominadores sobre as respectivas ovelhas, mas sendo em tudo exemplo para o rebanho (v. 1 a 3).
Agindo desta maneira eles seriam recompensados pelo Senhor, com a coroa eterna de glória, por ocasião da Sua segunda vinda, quando distribuirá os galardões aos Seus servos (v. 4).
Pedro não reivindicou soberania sobre os demais pastores e Igrejas, nem se nomeou príncipe dos apóstolos, vigário de Cristo, ou cabeça da Igreja, mas se nomeou a eles como sendo um presbítero tal como eles.
Os pastores devem ser modelos para o rebanho praticando a santificação, abnegação, mortificação do pecado, e todos os demais deveres cristãos que eles pregam e recomendam às suas ovelhas.
As ovelhas pertencem ao Supremo Pastor que é Cristo e por isso devem ser tratadas com amor, mansidão e paciência.
Tendo explicado o dever dos pastores, o apóstolo passou a falar do dever das ovelhas.
Ele falou do dever dos jovens serem submissos aos mais velhos, sendo que todos na Igreja têm o dever de serem humildes no trato de uns para com os outros, uma vez que Deus concede Sua graça somente aos humildes, e resiste aos soberbos (v. 5).
O orgulho é uma das principais causas de divisões na Igreja e por isso os cristãos devem ter especial cuidado em relação a isto, reconhecendo a necessidade de permanecerem em humildade diante do Senhor e de seus irmãos em Cristo.
Os cristãos devem sempre ser achados em humildade debaixo da potente mão do Senhor, que opera continuamente em suas vidas, principalmente para o fim de corrigi-los e santificá-los.
É agindo desta maneira que se experimenta a verdadeira exaltação que procede de Deus, uma vez sido tratados pela Sua correção e disciplina (v. 6); porque o fruto destas correções é a mais pura alegria espiritual que se lhes segue.
Se nada foge do controle do Senhor, especialmente em relação aos Seus filhos, então podemos lançar sobre Ele toda a nossa ansiedade, sabendo deste Seu cuidado permanente por nós (v. 7).
Mas enquanto lançam todos os seus fardos de ansiedade sobre o Senhor, os cristãos devem estar conscientizados do seu dever de vigiarem e serem sóbrios em sua luta contra Satanás, que é o seu Inimigo implacável (v. 8,9).
Assim, além da consagração de suas vidas devem combater contra o Inimigo para permanecerem firmes na fé.
Pedro falou sobre a necessidade de resistir a Satanás com o escudo da fé.
Ao concluir a epístola, o apóstolo mais uma vez reforçaria o argumento que veio utilizando ao longo da mesma, que todos aqueles sofrimentos pelos quais os seus destinatários estavam passando visavam ao aperfeiçoamento, confirmação, fortalecimento e fundamentação deles por Deus, a quem Pedro chamou de Deus de toda a graça, porque este trabalho seria realizado nos cristãos pela Sua graça, com vistas à participação deles na Sua eterna glória, à qual foram chamados por Ele, por meio de Jesus Cristo (v. 10).
Ele lhes lembrou que estes sofrimentos são apenas por um tempo, porque serão suprimidos na glória, quando Deus enxugará de nossos olhos toda lágrima. E muitas de nossas aflições neste mundo também são temporárias porque todas elas estão debaixo do controle do Senhor.
“E o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, confirmar e fortalecer.” (I Pe 5.10)
Deus nunca usa remendos na transformação de nossas vidas.
Ele sempre demole primeiro o que é do velho homem, e reconstrói tudo novo na nova criatura.
O texto de I Pedro 5.10 bem demonstra esta verdade.
O apóstolo falou primeiro da necessidade de o cristão sofrer por um pouco.
Isto se refere às provações e aflições que teremos que enfrentar enquanto estivermos neste mundo que visam ao nosso aperfeiçoamento espiritual.
Mas como é um trabalho que se refere ao nosso próprio aperfeiçoamento, confirmação e fortalecimento pessoal, isto é, como pessoas que somos, e não simplesmente da nossa fé, é afirmado por Pedro que este trabalho será feito pelo próprio Deus, porque não pode ser efetuado por nós.
O nosso trabalho é esperar com paciência no Senhor enquanto sofremos, porque a nossa leve e momentânea tribulação dos poucos anos de vida que passamos neste mundo, não pode ser comparada com o peso de glória que experimentaremos por toda a eternidade, depois que o Senhor tiver restaurado todas as coisas e tiver vencido o nosso último inimigo, que é a morte.
Isto deve ser feito porque é dito na primeira parte do versículo do nosso texto que: “E o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória...”.
Esta conjunção “e” do início do versículo indica que o que irá ser dito adiante por Pedro tem a sua razão e conexão com o que ele havia afirmado anteriormente em sua epístola.
Sabemos que o tema central desta epístola de I Pedro é o da paciência no sofrimento e nas perseguições, especialmente naquelas que são empreendidas pelo diabo.
Mas somos lembrados pelo apóstolo que devemos olhar para o Deus de toda a graça, que nos chamou e salvou para participarmos da sua eterna glória.
Ele é Deus de graça e de glória.
E temos tanto uma quanto outra em Cristo Jesus.
Isto fala portanto da necessidade de permanecermos nEle para que Ele permaneça em nós.
Jesus disse que isto é feito guardando-se os Seus mandamentos.
Mas para cumprirmos os mandamentos, necessitamos estar santificados. É com santidade nos corações que se pode guardar, verdadeiramente, os mandamentos de Deus.
Então há necessidade deste aperfeiçoamento, confirmação e fortalecimento operados pela graça de Deus, por meio de Jesus Cristo.
Aperfeiçoar é crescer espiritualmente. Ser amadurecido na graça e no conhecimento de Jesus.
Ser confirmado é ser estabelecido firmemente pelo Senhor, de maneira que aprendamos a ser constantes, para que nada venha a nos afastar da presença de Deus, sejam falsas doutrinas, sejam aflições, seja o pecado, o mundo ou o diabo.
E finalmente, ser fortalecido tem a ver com o vigor espiritual, que é resultante do fato de estarmos fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder, mediante a operação da Sua graça em nós.
Então, este trabalho inicial de demolição das coisas da nossa velha natureza terrena, tem em vista não nos deixar angustiados e abatidos por causa das aflições, mas nos levar a dar o salto de fé que nos faz louvar, adorar, exaltar e glorificar a Deus nas tribulações.
Isto só pode ser feito se tivermos sido aperfeiçoados, confirmados e fortalecidos.
Daí a necessidade das tribulações, porque é por meio delas que aprendemos a ser perseverantes na fé.
Glórias a Deus por todas as coisas, porque estão contribuindo juntamente para o nosso amadurecimento espiritual, de modo que possamos andar de modo digno na Sua presença, conforme convém a todos os Seus filhos.
O domínio será para todo o sempre do Senhor, apesar das aflições que possamos sofrer neste mundo, especialmente aquelas que nos sobrevêm da parte de Satanás (v. 11).
Na parte final da epístola, nos versos 12 a 14 Pedro relatou que havia usado Silvano (Silas) como seu amanuense, e testificou que as coisas que havia escrito nesta epístola são a verdadeira graça de Deus, na qual devemos permanecer firmes.
Nós vimos ao longo de toda a epístola que esta graça que nos foi oferecida em Cristo está repleta de deveres para serem cumpridos pelos cristãos, de maneira que a idéia de que os cristãos nada mais devem fazer pelo fato de estarem em Cristo, não é a verdadeira graça conforme foi revelada aos apóstolos (v. 12).
Pedro faz uma referência à localidade na qual se encontrava quando escreveu a epístola chamando-a de Babilônia co-eleita.
Muitos têm procurado identificar esta Babilônia como uma forma figurativa que o apóstolo usou para se referir à cidade pagã de Roma.
Outros admitem até mesmo que seja uma referência à Igreja que estava em Jerusalém porque Pedro era apóstolo da circuncisão, e os judeus estavam resistindo furiosamente ao evangelho.
É curioso notar que no mesmo verso 13 ele citou o nome de Marcos, ao qual Paulo havia solicitado a Timóteo que o trouxesse a Roma, próximo do seu martírio porque era muito útil para o seu ministério.
Assim, é provável que Paulo já tivesse sido martirizado quando Pedro escreveu esta epístola aos cristãos que estavam debaixo da mesma perseguição de Nero na região da Ásia Menor à qual ele destinou sua carta.
No entanto, tudo o que falarmos sobre isto sempre serão meras cogitações.
Pedro encerrou a carta mandando que os seus destinatários se saudassem uns aos outros com ósculo santo (beijo na face), e desejando que a paz do Senhor fosse com todos os que estavam em Cristo, a saber, os cristãos fiéis que permaneciam nEle (v. 14).


“I Pe 5.1 Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada:
1Pe 5:2 pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade;
1Pe 5:3 nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho.
1Pe 5:4 Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.
1Pe 5:5 Rogo igualmente aos jovens: sede submissos aos que são mais velhos; outrossim, no trato de uns com os outros, cingi-vos todos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça.
1Pe 5:6 Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte,
1Pe 5:7 lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
1Pe 5:8 Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;
1Pe 5:9 resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo.
1Pe 5:10 Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar.
1Pe 5:11 A ele seja o domínio, pelos séculos dos séculos. Amém!
1Pe 5:12 Por meio de Silvano, que para vós outros é fiel irmão, como também o considero, vos escrevo resumidamente, exortando e testificando, de novo, que esta é a genuína graça de Deus; nela estai firmes.
1Pe 5:13 Aquela que se encontra em Babilônia, também eleita, vos saúda, como igualmente meu filho Marcos.
1Pe 5:14 Saudai-vos uns aos outros com ósculo de amor. Paz a todos vós que vos achais em Cristo.”

Silvio Dutra

Paciência Vitoriosa no Sofrimento - 1ª Pedro 4

O Pr John Piper disse acerca dos seis primeiros versículos de I Pedro 4 o seguinte: Armar-se de pensamentos e propósitos ajuda a nos proteger e a adquirir vitórias. E o propósito que Pedro tem em mente é o propósito de sofrer se isto for da vontade de Deus (I Pe 3.17), e por causa da justiça.
Se você escolher este propósito, você está armado com uma poderosa arma que lhe permitirá prosseguir adiante dando corajosamente o bom testemunho de Cristo sem negar a verdade diante das maiores perseguições e oposições. Assim você fica preparado e em guarda para o que vier.
Pedro destaca cinco pontos desta armadura em nossa mente, que nos leva a admitir que é necessário manter o amor à justiça, ainda que em meio a grandes sofrimentos:
Primeiro, Cristo sofreu na carne, e isto não somente aconteceu a Ele. Ele o escolheu (João 10.18).
Jesus, o criador do universo e sustentador de todas as coisas, o Salvador do mundo, perfeitamente Inocente, o Filho de Deus, escolheu o sofrimento como a sua vocação enquanto esteve na carne neste mundo, e nos chama a carregar a nossa cruz e segui-lO, e assim achar a vida eterna. Nosso propósito é sofrer com Ele.
Segundo, quando nós sofremos, nós fazemos uma quebra do pecado para sermos limpos, como se vê na parte b do verso 1: "armai-vos também vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado".
Mas quando nos armamos com o pensamento de sofrer por Cristo, nos armamos também do pensamento de perder a nossa vida para achar aquela vida que é infinitamente superior e melhor, que é a vida de Cristo em nós.
E esta é a vontade de Deus para todos os cristãos. Não é algo que lhes seja opcional, mas como Pedro diz no verso 2:
"Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus.".
Este é o propósito de se armar do pensamento de escolher o sofrimento em vez de poupar-se. Todo o tempo de vida que um cristão tiver pela frente é para ser gasto com a vontade de Deus, e não segundo as concupiscências dos homens.
Aqui deve também se armar deste pensamento: a quantidade de pecados que foram praticados no passado já foi mais do que bastante. Quer tenha pecado por pouco tempo ou por muitos anos antes da conversão, já foi o bastante. Chega! Diga não ao pecado! Mortifique o pecado pelo poder do Espírito Santo, para que o testemunho não seja anulado, e para que a vontade de Deus não seja transgredida.
Uma forte razão para nos armamos do pensamento que é melhor sofrer por amor a Cristo, e carregarmos pacientemente a nossa cruz, é que aqueles que abraçam o evangelho triunfarão sobre a morte.
É isto que Pedro quis dizer no verso 6, a saber, que aqueles que ouviram o evangelho e morreram (não que ouviram o evangelho depois que morreram), e que foram julgados por Deus enquanto viviam na carne, para não serem condenados juntamente com o mundo (I Cor 11.31,32), estes vivem agora com Deus em espírito, porque já não se encontram mais na carne no céu. Estão ali apenas em espírito, mas justificados pelo sangue de Jesus, porque não viveram segundo a carne, mas segundo o Espírito, mortificando seus pecados, e sendo julgados por Deus enquanto viviam neste mundo.
Este é portanto o triunfo final do evangelho sobre o pecado. Este é o seu grande prêmio para aqueles que escolheram viver piedosamente neste mundo, porque quando o deixarem pela morte, irão diretamente ao encontro de Deus para viverem com Ele para sempre.
(Até aqui as palavras do Pr John Piper).
Como para o Senhor mil anos são como um único dia, no dizer do próprio apóstolo Pedro, ele afirmou no verso 7 que devemos ser sóbrios e vigiar em oração porque já está próximo o fim de todas as coisas (v. 7). Logo, logo, dando cumprimento ao planejamento de Deus, Cristo voltará para ser glorificado nos Seus santos. Todos eles estarão reunidos com Ele em glória, e completamente santificados.
Desta maneira, o modo de se viver neste mundo é se santificando no Espírito, conforme a vontade de Deus para os Seus filhos.
Esta santificação, além de exigir uma vida de vigilância e oração (v. 7), também exige que se viva no amor mútuo, porque o amor verdadeiro e espiritual pelos irmãos é a cobertura para uma multidão de pecados, não para encobri-los de maneira a serem desconsiderados, mas para que sejam perdoados e esquecidos, em vez de agravá-los ou divulgá-los (v. 8).
Além deste dever de se amarem e se perdoarem mutuamente os cristãos devem ser hospitaleiros e praticarem isto sem murmuração, servindo uns aos outros usando os dons recebidos do Espírito, agindo como despenseiros da graça de Deus, que se manifesta de variadas formas em cada um, conforme os dons distribuídos pelo Espírito, conforme Lhe apraz, para fins proveitosos (v. 9, 10).
Consequentemente, toda a conversação entre os cristãos deve ser baseada naquilo que têm conhecido e recebido de Deus; a ministração mútua conforme a força da graça que é concedida a eles pelo Senhor; de maneira que somente Deus seja glorificado, por meio de Jesus Cristo, uma vez que estes dons e serviços foram concedidos aos cristãos em razão da morte e obra de Jesus em favor deles, de maneira que a Ele pertencem a glória e o domínio para todo o sempre (v. 11).
Os cristãos não devem considerar como algo estranho as provações ardentes que experimentam neste mundo, como se fossem algo não condizente com a condição deles de filhos de Deus, porque isto faz parte da sua vocação, de maneira que são chamados a serem aprovados nestas provações pelo ato de se regozijarem por serem participantes das aflições de Cristo, de modo que tendo participado dos seus sofrimentos, sejam também achados dignos de participarem da Sua glória, na qual se regozijarão e exultarão (v. 12, 13).
Assim, se o cristão sofre por causa do Seu amor à justiça, e se é vituperado por causa do nome de Cristo, ele é bem-aventurado porque não será deixado à mercê destas aflições, e não as enfrentará sozinho, porque o Espírito Santo o consolará e fortificará repousando sobre ele (v. 14).
Entretanto nenhum cristão deve sofrer como homicida, ladrão ou malfeitor ou por se intrometer em assuntos dos outros (v. 15).
Mas se sofre como cristão, isto é, por causa do seu bom testemunho em Cristo, não deve se envergonhar, mas permanecer glorificando a Deus enquanto sofre por causa do nome do Senhor (v. 16).
Muito do que os cristãos sofrem neste mundo lhes sobrevém como forma de visitação dos julgamentos de Deus em correções e disciplina para aperfeiçoá-los até que atinjam a semelhança de Cristo.
Não são correções e disciplinas, em grande parte dos casos, como forma de retribuição de transgressões praticadas por eles deliberadamente contra a vontade do Senhor, mas por causa da necessidade de serem aperfeiçoados na fé, e de serem livrados de suas fraquezas e imperfeições.
Pedro chamou a tudo isto de julgamento que começa pela casa de Deus, apesar de serem sofrimentos que os cristãos têm por causa do amor deles à justiça. E se o Senhor julga o seu próprio povo desta maneira, qual será então o fim daqueles que desobedecem o evangelho, senão a condenação eterna? (v.17, 18).
Os cristãos foram salvos mas terão que suportar todas estas dificuldades para o seu aperfeiçoamento espiritual, conforme a justa avaliação que o Senhor faz das suas faltas e necessidades (v. 18).
Deste modo, nenhum cristão deve ficar desanimado por causa das aflições que possa sofrer, mas ao contrário, deve confiar o cuidado de sua alma ao Criador, e permanecer na prática do bem (v. 19), sabendo que todas as coisas estão cooperando juntamente para a sua santificação, especialmente as tribulações que sofre neste mundo.


I Pe 4.1 Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado,
1Pe 4:2 para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus.
1Pe 4:3 Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias.
1Pe 4:4 Por isso, difamando-vos, estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão,
1Pe 4:5 os quais hão de prestar contas àquele que é competente para julgar vivos e mortos;
1Pe 4:6 pois, para este fim, foi o evangelho pregado também a mortos, para que, mesmo julgados na carne segundo os homens, vivam no espírito segundo Deus.
1Pe 4:7 Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações.
1Pe 4:8 Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.
1Pe 4:9 Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração.
1Pe 4:10 Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.
1Pe 4:11 Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as coisas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!
1Pe 4:12 Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo;
1Pe 4:13 pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando.
1Pe 4:14 Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus.
1Pe 4:15 Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem;
1Pe 4:16 mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.
1Pe 4:17 Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?
1Pe 4:18 E, se é com dificuldade que o justo é salvo, onde vai comparecer o ímpio, sim, o pecador?
1Pe 4:19 Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, na prática do bem.

Silvio Dutra

Paciência Vitoriosa no Sofrimento - 1ª Pedro 3

Prosseguindo com a descrição dos deveres dos cristãos em seus relacionamentos; tendo falado no capítulo anterior quanto à submissão que é devida às autoridades, quer civis, quer do local de trabalho, o apóstolo cita no início deste terceiro capítulo de sua primeira epístola, os deveres de maridos e de esposas.
Ele destaca a necessidade de harmonia e concordância espiritual entre ambos, para que sejam eficazes em suas orações diante de Deus, e sobre o dever de gentileza e atenção do marido em relação à esposa, e da submissão desta ao marido, com um espírito manso e quieto diante de Deus.
O homem, depois de formado, depois de criado por seu pai e sua mãe, deverá sair de debaixo da autoridade de ambos, para cumprir o desígnio de Deus, de ser agora também autoridade em seu próprio lar, com sua mulher e filhos.
Contudo, não são os cônjuges que fazem o casamento funcionar em unidade. É o próprio Deus que converte o coração do esposo à esposa, e da esposa ao esposo. É neste sentido, principalmente, que Ele edifica o lar, enquanto o construímos firmados na Sua Palavra.
É a busca de um caminhar em retidão com Deus, que produz isto.
É o fato de honrá-lo por meio da obediência aos mandamentos que Ele determinou para o matrimônio, que faz com que Sua mão se estenda e abençoe o casal com harmonia, amor e unidade.
Somente Deus pode produzir isso. A nossa melhor boa vontade sozinha, não conseguirá mais do que uma imitação grosseira e passageira disto.
E a unidade a que nos referimos não é a de que um não perturbe o outro, de ficar quieto no canto para que o vulcão não seja despertado. Não! É algo muito diferente disto. É alegria mútua que vem do coração.
Era assim com Adão e Eva antes do pecado. Porque a boa mão do Senhor era sobre eles. Tendo se afastado de Deus em razão do pecado, começaram a ter dificuldades no seu relacionamento.
Assim, o sucesso no matrimônio, está proporcionalmente relacionado ao grau da nossa aproximação de Deus e comunhão com Ele.
A partir do verso 8 Pedro passa a fazer exortações gerais quanto aos deveres dos cristãos.
É importante frisar que estas coisas ordenadas devem ser vividas em espírito, porque são graças espirituais, e tudo quanto a alma manifestar em ações através do corpo ou em atitudes relativamente a estas virtudes, deve ser por meio de uma plena submissão ao Espírito.
Ele começa falando da necessidade de unidade entre os cristãos, ao dizer que devem ser de um mesmo sentimento.
Lembramos que esta unidade referida pelo apóstolo é de caráter espiritual, e portanto somente poderá ser vista quando a Igreja andar no Espírito (v. 8).
Ele se refere também à necessidade de compaixão, amor fraternal, misericórdia e humildade.
Os cristãos não devem ser vingativos nem injuriosos, mas devem bendizer aqueles que praticam o mal contra eles, porque a vocação deles para se esforçarem em prol da salvação dos pecadores, demandará tal atitude, e é agindo deste modo que são abençoados por Deus (v. 9).
O apóstolo confirma as palavras do Salmo 34.12-16 como sendo a fórmula da vida abençoada por Deus.
Ali se destaca a necessidade de se refrear a língua da maledicência e do engano; o ato de se separar do mal e praticar o bem, e buscar a paz e permanecer nela (v. 10, 11).
E o motivo de tal necessidade é apresentado como sendo o fato de que os olhos de Deus estão voltados para os justos, e os Seus ouvidos abertos para atender às suas orações, mas o rosto do Senhor é contra aqueles que praticam o mal (v. 12).
E para reforçar o argumento para a prática das coisas que havia ordenado, o apóstolo afirmou que não é comum que alguém se disponha a fazer o mal a quem é zeloso do bem. Revelando com isto que é sendo zeloso do bem que se evita muitos males (v. 13).
Porém, sabendo que há um sofrimento injusto que os cristãos padecem da parte de outros, o qual é permitido por Deus para a provação da fé deles, Pedro diz que os cristãos continuam sendo bem-aventurados aos olhos de Deus quando padecem tais sofrimentos por amor da justiça, e não devem temer as ameaças dos seus inimigos, e nem ficarem com suas mentes e corações turbados por causa deles, mas, permanecerem em santificação com Cristo em seus corações, sujeitando-se ao Seu Senhorio, de maneira que continuem dando um bom testemunho do evangelho, com mansidão em seus corações (v. 14, 15).
Os que sofrem devem ter no entanto uma boa consciência, isto é, eles devem se assegurar que não estão sofrendo por nenhum mau procedimento deles, de maneira que não tenham qualquer sustentação as palavras insidiosas daqueles que falam contra o seu bom procedimento em Cristo (v. 16).
O apóstolo revela que está na esfera da vontade soberana de Deus que passemos por determinadas aflições, apesar de estarmos fazendo o bem.
Cristo havia passado pelo mesmo tipo de sofrimentos para servir de modelo para nós naquilo que sofremos por causa do nosso amor à justiça (v. 17).
E não havia nEle nenhum pecado ou injustiça como há em nós. Mas assim como Ele sofreu até a morte de cruz, para que pudesse quitar a dívida dos nossos pecados, devemos nos armar do mesmo sentimento, estando dispostos a sofrer em favor da salvação do nosso próximo (v. 18).
Cristo morreu na carne, mas não no espírito, e antes de que estivesse num corpo glorificado depois da Sua ressurreição, Ele foi em espírito ao inferno para provavelmente pregar que a condenação daqueles espíritos rebeldes que haviam morrido nas águas do dilúvio, apesar da longanimidade de Deus ter esperado por 120 anos para trazer a destruição, e nem assim eles se converteram com a pregação de Noé.
O Senhor tendo ido a eles depois da Sua morte na cruz, possivelmente, deve lhes ter revelado que foi a salvação que haveria nEle que eles rejeitaram por terem fechado seus ouvidos e corações à pregação de Noé.
Certamente não foi a possibilidade de salvação de algum deles que Jesus foi lhes pregar, porque estavam presos em cadeias há séculos, e seria impossível que Deus tivesse feito um juízo incorreto em relação a eles.
Pedro citou isto em sua epístola para servir de alerta aos seus leitores; e para que a pregação do evangelho com base nesta passagem da sua epístola, deixasse de modo bastante claro que não se deve abusar da longanimidade de Deus, pela qual adia, mas não suspende o Seu juízo, tal como haviam feito aqueles que morreram no dilúvio, e que não deram o devido crédito à pregação de Noé.
A arca livrou Noé do dilúvio. A arca era uma figura de Cristo, no qual somos salvos pela nossa associação com Ele no nosso batismo tanto na Sua morte, quanto na Sua ressurreição.
Os que dão crédito à pregação do evangelho serão salvos assim como Noé foi salvo, por ter dado crédito à Palavra de Deus (v.19 a 22).


“1 Pe 3.1 Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido, para que, se ele ainda não obedece à palavra, seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa,
1Pe 3:2 ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor.
1Pe 3:3 Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário;
1Pe 3:4 seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus.
1Pe 3:5 Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus, estando submissas a seu próprio marido,
1Pe 3:6 como fazia Sara, que obedeceu a Abraão, chamando-lhe senhor, da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma.
1Pe 3:7 Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações.
1Pe 3:8 Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes,
1Pe 3:9 não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança.
1Pe 3:10 Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente;
1Pe 3:11 aparte-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la.
1Pe 3:12 Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.
1Pe 3:13 Ora, quem é que vos há de maltratar, se fordes zelosos do que é bom?
1Pe 3:14 Mas, ainda que venhais a sofrer por causa da justiça, bem-aventurados sois. Não vos amedronteis, portanto, com as suas ameaças, nem fiqueis alarmados;
1Pe 3:15 antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós,
1Pe 3:16 fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo,
1Pe 3:17 porque, se for da vontade de Deus, é melhor que sofrais por praticardes o que é bom do que praticando o mal.
1Pe 3:18 Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito,
1Pe 3:19 no qual também foi e pregou aos espíritos em prisão,
1Pe 3:20 os quais, noutro tempo, foram desobedientes quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através da água,
1Pe 3:21 a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo;
1Pe 3:22 o qual, depois de ir para o céu, está à destra de Deus, ficando-lhe subordinados anjos, e potestades, e poderes.”

Silvio Dutra