Versiculos Biblicos sobre Missões

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TODOS possuem um enorme potencial, pena que nem sempre este potencial é explorado. E uma das missões de um líder, é sim, explorar o potencial das pessoas e mostrar a elas mesmas a força que SEMPRE tiveram, mas, por algum motivo estavam escondidas.

Roger Stankewski

Na vida se tem três missões muito importantes
Amar alguém, fazer com que alguém nos ame, e
Fazer com que isso aconteça...
Amar é prato que dá gosto, de comer, o amor é
Uma sobremesa que nunca acaba mais que tem um sabor
Inexplicável que chega á dar alegria a quem o prova...

E provar desse delicioso prato é um elogio
A quem faz, esse prato só pode ser feito por pessoas
Especiais como você... Sabe por que, porque é um privilégio
Amar você e porque a felicidade de quem ama, não vem da
Alma vem do coração... E isso eu digo por que “Eu te amo”.
E porque só quem sente tudo isso pode dizer o que é o Amor...

Lucas Risso Guedes

Minimizando a Bíblia? Pastores que Buscam Quantidade e Contextualização Radical em Missões

Por John Piper

Venho considerando uma possível relação entre a minimização da Bíblia nas famosas igrejas que buscam quantidade e em algumas das formas radicais de contextualização que têm emergido nas missões. Talvez não haja nenhuma conexão, mas fico pensando. O denominador comum que considero é a perda da confiança que declarar o que a Bíblia diz no poder do Espírito Santo pode criar e sustentar a igreja de Cristo.

Essa manhã eu li João 2:11, "Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele". Curvei-me e orei, "Ó Senhor, é assim que a fé acontece. Às pessoas foram dados olhos para ver Tua glória em Tua pessoa e em Tuas ações. Por favor não me deixe abandonar o ministério que põe toda a ênfase no "evangelho da glória de Cristo que é a imagem de Deus" (2 Coríntios 4:4).

Então eu fui lembrado de outro texto em João que conecta a revelação da glória de Cristo com a palavra escrita de Deus. João 20:30-31, "Jesus, pois, operou também, em presença de seus discípulos, muitos outros sinais, que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome". Os sinais que revelam a glória de Cristo que incita a fé não são, sobretudo, novos sinais dados nos dias de hoje, mas os sinais que estão escritos nos evangelhos. Eles foram escritos "para que creiais". Ele "manifestou Sua glória. E Seus discípulos creram nEle". É assim que a fé surge. Jesus disse: quando o Espírito Santo vier "Ele me glorificará!" (João 16:14). Assim declaramos a plenitude da gloriosa Pessoa e Trabalho de Cristo na história. É assim que a igreja é criada e mantida.

Parece-me que um número crescente de pastores e missionários tem perdido a confiança nessa verdade. Eles têm concluído que a lacuna entre a glória de Cristo e as necessidades sentidas pelos seus próximos, ou entre a glória de Cristo e a religião do público, é simplesmente grande demais para que a plenitude da palavra de Deus preencha. O resultado final parece ser a minimização da Palavra de Deus em sua robusta e gloriosa plenitude.

Isso está na minha linha de frente agora porque, nas últimas semanas, tenho recebido um fluxo constante de depoimentos de santos aflitos que dizem em tantas palavras, "Nosso pastor não proclama para nós o que a Bíblia diz e significa. As mensagens não são revelações da glória de Cristo, elas são conselhos com um toque de religiosidade". E tenho lido sobre certos tipos de contextualização do evangelho em missões que parecem minimizar a plenitude da revelação bíblica, que os convertidos devem compartilhar com os outros. Então venho considerando se há conexões.

Não desejo ingenuamente equiparar o conglomerado cultural do Cristianismo ocidental com o verdadeiro e espiritual corpo de Cristo. Eu consigo apreciar o evitar da palavra "Cristã" em um contexto de missões onde isso signifique: religião ocidental degenerada, materialista, desonesta. E eu percebo que a maioria das formas que "fazemos igreja" são especificadas mais pela cultura do que ordenadas biblicamente. Mas existem outras questões que me incomodam:

1) Estão os novos convertidos a Cristo aceitando o essencial da fé bíblica, e eles os anunciam por amor aos outros? Por exemplo, eles aceitam e anunciam que a Bíblia é a única, inspirada e infalível, revelação escrita de Deus, e que Cristo é Deus e foi crucificado pelo pecado e ressuscitado dos mortos sobre toda autoridade?

2) Os costumes religiosos antigos dos convertidos a Cristo, os quais eles podem estar mantendo, estão comunicando regularmente uma falsidade sobre o que o convertido pretende e crê?

3) As palavras sendo usadas pelos convertidos estão enganando as pessoas em vez de tornar a verdade mais clara? Os missionários e convertidos estão seguindo o compromisso de Paulo com a integridade: "Antes, rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade" (2 Coríntios 4:2)?

Posso estar errado sobre essa conexão de minimização da Bíblia entre os pastores que buscam quantidade e os missionários de contextualização radical, mas é difícil não ver uma perda de fé no poder da Palavra de Deus quando eu ouço que a Bíblia não é pregada em casa, e quando eu leio das fronteiras: "Nós temos poucas esperanças em nosso tempo de vida para crer que uma mudança cultural, política e religiosa grande o suficiente possa ocorrer em nosso contexto de forma que muçulmanos possam se tornar abertos a aderir ao Cristianismo em larga escala".

Vamos orar para que o Espírito Santo venha com poder em nossos dias com o objetivo de mostrar poderosamente a glória de Cristo na declaração da Palavra de Deus onde estas glórias são reveladas com autoridade infalível e convertedora.

Pastor John

John Piper

Uma visão geral da História das Missões

Por John Piper

Fase Um: Ano 1-400 - Os Romanos

Possivelmente, o trabalho de Paulo na Galácia estabeleceu contatos com os Gauleses no Ocidente e com outros povos no noroeste da Europa.

A mais precoce missão composta irlandesa seguiu um plano derivado dos centros cristãos do Egito, não dos centros romanos com sua capela central. E a primeira linguagem dos cristãos na Gália foi grego, não latim. Portanto, a propagação do cristianismo não ocorreu somente por uma expansão formal, sistemática de uma Roma cristianizada, mas espontaneamente através de conexões naturais, por exemplo, de famílias grandes.

Por volta de 312 existiam cristãos suficientes no Império Romano (apesar das longas e terríveis perseguições) para que fosse politicamente possível e sensato para Constantino reverter suas próprias obrigações e a política do estado. Ele se declara um cristão.

Havia uma necessidade de coesão no Império e somente o cristianismo dentre todas as religiões não tinha o nacionalismo como raiz. Ele não tinha um centro geográfico. Ele não era racialmente específico.

Em 375 o cristianismo era a religião oficial do Império Romano.

Mas não havia um grande impulto para evangelizar as porções ao norte da Europa, apesar deles saberem que estes povos não tinham o evangelho.

Fase Dois - Anos 400-800 - os Bárbaros

Durante os 100 anos de paz para o cristianismo (310 a 410), existia pouco esforço oficial da igreja em evangelizar as nações bárbaras do norte. Em vez disso, o nominalismo e o conforto do cristianismo oficial fez pouco para conter a onda de corrupção interna em Roma, e o Império deu forma à decadência e à invasão dos visigodos, dos ostrogodos, dos vândalos, etc.

Mas o desfecho disso foi que os romanos perderam a metade oeste do Império enquanto os bárbaros, no sentido real, ganharam a fé cristã.

Durante os 400 anos após a queda de Roma, a ordem Cristã Beneditina estabeleceu 1.000 missões compostas por todo o Império Oeste. Evangelistas viajantes como Colomban (irlandês) e Boniface (alemão) não deveriam ser necessariamente julgados juntamente com os monges mundanos e legalistas dos dias de Lutero.

Na direção do fim deste período, Carlos Magno surgiu como um tipo de segundo Constantino. Ele expôs ideais cristãos, mas não levou os diligentes esforços missionários às fronteiras do norte - os escandinavos, os vikings.

Fase Três: Vikings

Os povos não evangelizados do norte invadiram o confortável, mas não evangelizador Império do sul. Eles eram vikings navegadores e tomaram muitas ilhas e centros cristãos litorâneos. Diferente dos bárbaros parcialmente evangelizados que invadiram Roma, esses invasores não foram alcançados e destruíram igrejas, bibliotecas e crentes.

Os povos do norte não cessaram de assassinar e tornar cativos os povos cristãos, destruir as igrejas e queimar as cidades. Em todo lugar não havia nada além de corpos mortos - clero e leigos, nobres e pessoas comuns, mulheres e crianças. Não havia estrada ou lugar onde o chão não estivesse coberto de cadáveres. Vivemos em aflição e angústia diante deste espetáculo da destruição do povo cristão. (Christopher Dawson, Religion and the Rise of Western Culture, p. 87)

Mas novamente o poder do cristianismo se mostrou. Os conquistadores foram conquistados. Freqüentemente, eram os monges vendidos como escravos, ou as meninas cristãs forçadas a serem suas esposas e amantes quem eventualmente ganhava esses selvagens do norte. "Aos olhos de Deus, sua redenção deve ter sido mais importante que a tragédia angustiante desta nova invasão de violência bárbara e perversa que caiu sobre o próprio povo de Deus, a quem ele amava." (Winter, p. 148)

As igrejas e monastérios se tornaram ricas na segunda fase, e este é o motivo porque os Vikings foram tão atraídos por elas. Então houve um refinamento que veio sobre as igrejas enquanto a devastação se espalhava.

A fé se alastrou de volta à Escandinávia.

A fase terminou com outro homem cristão muito poderoso, Inocêncio III, mas não houve impulso por missões para os povos além da Europa.

Fase Quatro: Anos 1200-1600 - Cruzadas

Os frades foram uma nova força evangelística, mas a tragédia foram os repetidos esforços para tomar a Terra Santa à força - as Cruzadas. Isso foi uma herança do espírito Viking para a igreja - todas as cruzadas foram lideradas por descendentes Vikings.

Francisco de Assis e Raymond Lull foram claras exceções ao espírito das Cruzadas.

O julgamento veio desta vez sobre o império não por invasores humanos, mas em 1346 pela Peste Bubônica, que durou quarenta anos. De um terço a metade da população da Europa morreu, e os mais atingidos foram os melhores (120.000 Franciscanos somente na Alemanha), mas não os participantes das Cruzadas. Winter sugere que a razão é que o julgamento foi a remoção dos melhores mensageiros da verdade. Este foi um julgamento maior sobre aqueles deixados para trás do que sobre os bons que morreram (p. 152.1)!

A recuperação levou à Reforma e à fase final, que enviou o evangelho ao redor do mundo com os navios de comércio e conquista.

Veja a p. 151 para um bom resumo de como as quatro fases de expansão foram julgadas no final, por causa da acomodação em suas bênçãos e o não compartilhamento destas com os povos não alcançados do mundo.

Fase Cinco: Anos 1600-2000 - Até os confins da terra
John Piper

John Piper

Missões que não produzem resultados eficientes devem ser abortadas antes que o desgaste físico e emocional a levem para rumos não desejados.

Elizandra Arboit

Não Há Satisfação Maior

Motivação Centrada em Deus para Missões Globais
Por John Piper
Dever é bom, mas prazer é melhor. Imagine-me trazendo uma dúzia de rosas para minha esposa em nosso aniversário de casamento. Ao segurá-las para ela à porta, ela sorri e diz: "Oh, Johnny, elas são lindas, por que fez isso?" Suponha que eu levante minha mão de uma maneira modesta e diga "é minha obrigação."
Então qual é o problema? É o dever uma coisa ruim? Não, não é ruim. Mas só te leva até um lugar. Se você quiser romance, a obrigação não o alcança. A resposta certa para a pergunta de minha esposa seria: "Não pude resistir. Minha felicidade ficou fora de controle. Na verdade, para tornar o meu dia perfeito, eu realmente gostaria de sair com você esta noite."
A coisa maravilhosa desta resposta é que faz duas coisas que muitas pessoas acham que não combinam. Expressa minha alegria e faz com que ela se sinta honrada. Muita gente acha que se eu fizer uma coisa porque me deixa feliz, não posso honrar a outra pessoa. Mas pode sim! Por que? Porque se alegrar em uma pessoa é um elogio muito grande. Se puderes desfrutar de alguém, duas coisas assombrosas acontecem: Recebes alegria; e eles recebem a glória. O prazer é a medida de seu tesouro.
Uma Descoberta Que Mudou a Minha Vida
Este é um pensamento revolucionário em relação a Deus. Isto é o que quero dizer: Deus é mais glorificado em você quanto mais você estiver satisfeito dele. Esta é uma descoberta que muda tudo. Quer dizer que a busca da glória de Deus e busca da sua alegria não estão em desacordo. São, de fato, uma só.
A meta principal do homem é glorificar a Deus AO desfrutar dele para sempre. Não ao desfrutar dinheiro e conforto e prestígio e poder e sucesso, mas ao desfrutar DELE, Deus! E todas as outras coisas por causa dele. Santo Agostinho orou "Ama a você muito pouco quem ama a qualquer outra coisa com você, o qual ele ama não por sua causa." O mandamento bíblico, "Deleita-te no Senhor," (Salmos 37:4) é outra maneira de dizer, "Façam tudo para a glória de Deus" (1 Coríntios 10:31). Deus é mais glorificado em você quanto mais você for satisfeito dele.
E a emoção maior no coração de Deus é ser glorificado. Ele nos criou para a Sua glória (Isaías 43:7); chamou a Israel para ser Seu povo para a Sua glória (Isaías 49:3); Jesus viveu (João 17:4) e morreu (João 12:27-28; Romanos 3:25-26) e ressuscitou (Romanos 6:4) e reina (Filipenses 2:11) para a glória de Deus; ele nos escolheu antes da fundação do mundo para a Sua glória (Efésios 1:4-6); Ele nos perdoa para a Sua glória (Salmos 25:11; Isaías 43:25); Ele trabalha em nós para a Sua glória (1 Pedro 4:11); Ele nos chama para fazer de tudo para a Sua glória (1 Coríntios 10:31); e seu objetivo é que tudo neste mundo se encha com o conhecimento de Sua glória assim como as águas cobrem o mar (Habacuque 2:14), e que, no porvir, a glória do SENHOR seja a maravilhosa luz dos dias eternos (Apocalipse 21:23).
Se a glória de Deus é o maior desejo de seu coração, então deveria ser o maior desejo dos nossos. E se Deus é mais glorificado quanto mais estamos satisfeitos nele, então não devemos economizar em nada para maximizar nossa alegria nele. Mas onde esta alegria máxima pode ser encontrada? Bem, nós já dissemos: em Deus! Sim, mas aqui podemos cometer um erro sutil e devastador. Seja cauteloso.
Como Funciona a Alegria?
Existe algo sobre a natureza da alegria que é incansável. Ela é expansiva por natureza. Ela quer se expressar. Imagine-me no campeonato de futebol de meu filho e alguém dizendo pra mim "A você é permitido ter toda a alegria que quiser na atuação de seu filho, mas você não pode expressá-la verbal ou fisicamente." Seria minha alegria completa? Não. Existe algo na alegria que se completa apenas quando é expressada. A alegria cresce por expansão. Ela cresce ao se estender a outros. Minha felicidade aumenta quando se torna sua felicidade.
Isso quer dizer que a busca humana por alegria vai em direção ao coração missionário de Deus. Você já pode ver isto. Mas deixe-me explicar: Deus é a fonte de alegria porque Ele é ofuscantemente glorioso, e infinitamente digno, e lindo de tirar o fôlego, e incrível em poder, e inescrutável em sabedoria, e ilimitado em conhecimento, e tenro em misericórdia, e terrível em ira, e a fonte e fundação de toda verdade e bondade e beleza. Quando nós o vemos pelo que Ele realmente é, e nos afastamos das cisternas rotas do mundo que não nos podem satisfazer (Jeremias 2:13), encontramos "alegria inefável e gloriosa" (1 Pedro 1:8).
Mas esta alegria, como toda alegria, quer ser expressada. Quer expandir. Se não se estender e alargar, começa a estagnar. Existe algo sobre Deus que não pode ser contido. E conter a alegria que temos em Deus é perder a alegria em Deus. Mas perder alegria em Deus é desonrá-lo — assim como minha esposa ficaria desonrada se eu dissesse "É minha obrigação", em vez de "É meu prazer." Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele.
Então, nossa alegria tem que ser expressada — por causa de Deus e por nós mesmos. Deus deseja que a glória dele seja refletida na alegria do povo redimido de toda tribo, língua e nação (Apocalipse 7:9). Ele deseja louvor universal. Portanto, evangelismo global é o caminho para a máxima alegria e o máximo louvor.
Missões e a Glória de Deus
As missões não são a meta principal da igreja. A glória de Deus é a meta principal da igreja — porque é a meta principal de Deus. A meta final de todas as coisas é que Deus possa ser exaltado com afeição profunda por uma comunidade redimida de incontáveis pessoas de toda tribo e língua e gente e nação (Apocalipse 5:9; 7:9).
Missões existe porque louvor não existe. Quando o reino finalmente chegar em glória, missões cessará. Missões vem em segundo; louvor em primeiro. Se esquecermos disto e invertermos seus papéis, a paixão e o poder para ambos diminuirá.
Alguns Testemunhos Finais
J. Campbell White, secretário do Movimento Missionário Laymen escreveu em 1909,
A maioria dos homens não está satisfeita com o rendimento permanente de suas vidas. Nada pode satisfazer completamente a vida de Cristo em seus seguidores exceto a adoção do propósito de Cristo para o mundo que ele veio redimir. Fama, prazer e riqueza são só lascas e cinzas em contraste com a alegria ilimitada e duradoura de trabalhar com Deus para o cumprimento de Seus planos eternos. Os homens que tem posto tudo a cargo de Cristo estão recebendo desta vida as mais doces e inestimáveis recompensas.
Este é o testemunho de praticamente todos os grandes missionários na história da igreja. Entregar suas vidas trouxe vida de volta a eles. Eles provaram de novo e de novo as palavra do Senhor: "Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salva-la-á." (Marcos 8:35). Em outras palavras, a alegria em Deus cresce ao se expandir para outros. Jesus disse a Pedro: "Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, ou campos, por causa de mim e do evangelho, deixará de receber cem vezes mais já no tempo presente casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna" (Marcos 10:29-30). Você não pode dar mais do que Deus.
Em 4 de dezembro, 1857, David Livingstone, o missionário pioneiro na África, fez uma apelo comovente aos estudantes da Universidade de Cambridge, mostrando o que tinha aprendido destas palavras de Jesus ao longo dos anos:
De minha parte, nunca deixei de me regozijar no fato de que Deus me nomeou a tal ofício. As pessoas comentam do sacrifício que tenho feito em passar tanto tempo de minha vida na África... É sacrifício fazer aquilo que traz a melhor recompensa em atividade saudável, consciência de fazer o bem, paz de espírito, e uma esperança brilhante de um destino glorioso depois desta vida? Isso não é, enfaticamente, um sacrifício. Eu diria mais, é um privilégio. Ansiedade, doença, sofrimento ou perigo, agora e naquela época, o renunciar das conveniências comuns e benefícios desta vida, podem nos fazer pausar e levar nosso espírito a titubear e nossa alma a se abater, mas deixe que seja apenas por um momento. Todos estes são nada em comparação com a glória que há de ser revelada em e por nós. Eu nunca fiz um sacrifício.
E dizendo isto, Livingstone pagou a Deus o tributo mais elevado. Não era somente obrigação. Era alegria profunda — além da que este mundo pode prover. Deus foi glorificado nele porque ele estava satisfeito em Deus. E sua satisfação veio não com os confortos de uma vida confortável na Inglaterra, mas com a visão expansiva de dar sua vida e sua alegria nas fronteiras.
É isso. Isso é a motivação mais profunda e mais centrada em Deus. Pensar novamente nisso faz meu coração bater mais rápido. Ó, que Deus nos conceda olhos para ver onde a verdadeira satisfação pode ser encontrada — para a glória de Deus!

John Piper

Aos grandes homens é que são dadas as grandes missões.

Guibson Medeiros

Uma igreja sem missões é uma igreja com o futuro comprometido.

Letícia Giacobbo

Entenda uma coisa, jovens e adolescentes cristãos: Deus é importante, missões é importante, estudo da Bíblia é importante; um relacionamento não está acima dessas coisas, pelo contrário, é o que menos importa.

Clinton Ramachotte

Uma igreja cujo foco não é missões é uma igreja morta

Hanrafel Geraldo

Quer fazer missões? Quer pregar o Evangelho a toda criatura? Comece por sua casa. Pregue para seus familiares e NUNCA duvide do que Deus pode fazer, porque o que é impossível para nós, para Ele é fácil. Creia!

Clinton Ramachotte

Estamos ao mundo, por diversas missões, devemos fazer valer nossas ações...

Joyce Milena

Todos nós temos missões a comprir, O problema é que a maioria das pessoas preferem fechar os olhos e ignorar

Erick Fernandes

Que não sejas tu que engana o homens, querer enganar a Deus em minhas missões!

Nikviks dos Anjos

Se somente as grande missões fossem constituídas de valor o que seria das milhões de tarefas menores que sustentam o universo

Ary Campos

Ninguém cumprirá duas missões, se não fizer bem a primeira.

Helgir Girodo

Um pequeno questionamento sobre minha fé em Deus

Postando sobre as Santas Missões que esta sendo realizado na Matriz de São José, me veio um pensamento sobre o que estamos fazendo pela nossa fé.
Observo isto com relação a mim mesmo, como sou falho e muitas vezes até displicente em relação a minha fé em Nosso Senhor Jesus Cristo.
O porquê de dizer isto vivo em função muitas vezes de mim mesmo, só me preocupo com meus problemas e minhas dificuldades com a vida.
Muitas vezes quero e só enxergo até onde me convêm, sou egoísta e indiferente ao meu próximo. Não faço questão de me interessar ou sequer perder tempo com o bem estar de quem esta próximo a mim.
Pensando nisso, às vezes me faço algumas perguntas como:
Será que sou uma pessoa de fé realmente?
Qual a importância de Jesus Cristo em minha vida?
O que faço de concreto para ser realmente uma criatura de Deus?
Confesso que muitas vezes não tenho respostas para estas perguntas. Quanto mais penso nisso mais me acho falho e displicente com minha fé em Jesus Cristo.
Apenas me vem uma certeza deste questionamento interno, sou um cristão morno em relação a Deus e a minha fé em suas palavras e seus ensinamentos.
Tenho tempo para tudo, consigo fazer tudo o que quero em relação a meu serviço e minhas tarefas. Mas com relação às coisas de Deus a coisa é diferente, nunca tenho tempo, sempre deixo para depois ou mais tarde, estou sempre com alguma coisa muito importante e que tem que ser resolvida logo, portanto Deus pode esperar. Sempre há uma desculpa para as coisas de Deus.
Sou preguiçoso para as coisas de Jesus, tudo de Deus é cansativo, tudo é muito demorado, sempre há uma critica com relação às obrigações religiosas.
Quantas vezes já me peguei arrumando uma desculpa para não ir a missa?
Quantas vezes já torci para chover ou acontecer alguma coisa para não estar na missa?
Quantas vezes fui mentiroso para com Deus?
E disso tudo só tenho uma certeza nesta vida.
Como sou fraco na fé.
Como sou mal agradecido a quem me deu a vida e cuida de mim.
Como sou pretencioso em achar que sei o que é melhor para mim e ignoro um Deus que sabe o que realmente preciso e me faz bem.
Sinto-me fraco e pobre na minha fé em Jesus.
É nestas horas que vejo o que realmente sou. E me vem uma resposta interior que sou um homem que precisa desesperadamente do amor e misericórdia deste Deus que:
Desrespeito, não dou a Ele o devido lugar e importância em minha vida, banalizo seus ensinamentos, não cumpro com minhas obrigações para com Ele, muitas vezes o nego, através de atos para com meu próximo. E por ai vai...
Apesar disto tudo, sei que Ele esta ao meu lado, me ajuda, me ensina, me orienta, sinto em meus momentos de oração que Ele esta ao meu lado, sinto sua presença.
Este é o meu Deus, este é o nosso Deus,
Quero e vou lutar muito para me tornar um verdadeiro homem aos olhos deste Deus. Peço a Ele que me de discernimento e vontade de mudar em meus erros nesta vida.
Não me importa o que os outros achem de minhas atitudes com relação a Deus, me importa é que, esse Deus me veja e me acolha me ampare e que eu seja Dele.
Isto é o mais importante em minha vida hoje.
Essa misericórdia de Jesus Cristo para comigo é importante em minha fé, quantos não tiveram tempo de se arrepender de seus pecados e descobrir esse Deus que esta sempre ao nosso lado, e sempre nós acompanhando e protegendo.
Vamos viver esse amor em Cristo.
Já passou da hora de parar de magoar o coração deste Deus maravilhoso.
Chega de sermos egoístas, venenosos, falsos moralistas e principalmente, falsos cristãos.
De que adianta muitas vezes estarmos na casa de Deus, ajoelhados e rezando, se não vivemos para Ele e seus ensinamentos.
Simplesmente para sermos vistos por outras pessoas como gente de Deus e pessoas corretas na fé, quando na realidade, somos fracos e maldosos, fofoqueiros, críticos de tudo e de todos.
Já passou da hora de darmos valor a Deus e mostrar que queremos pertencer a Ele, ser Dele, mas para isso, vamos agir em nós mesmos primeiro, vamos mostrar com atitudes e ações nossa fé em Jesus Cristo.
Por isso este meu questionamento sobre minha fé.
Que Jesus me ajude e me oriente a ser um homem de bem e correto, isso para mim é o mais importante em minha vida.
Desta vida nada levarei, mas minha fé e minhas boas ações e as más também, isso com certeza ira comigo. E por elas serei julgado.
Que Deus me permita ainda nesta terra fazer com que eu faça mais coisas boas do que coisas ruins para meu próximo.

Marcelo MArtins

As missões que Deus prepara para nós, nunca será uma aventura, pq aventura é um caso inesperado e missão é desempenhar nosso dever...

Tiago Augusto da Cunha (mindinho)

Cada um tem sua missão pra cumprir na terra, alguns tem missões curtas e outros medias e longas. Alguns estão só de passagem e outros ficarão mais um tempo. Basta amar de verdade, curtir a vida ao máximo sem prejudicar ninguém, ser humilde e praticar o respeito. Enquanto houver felicidade haverá vida.

André Bettoni

Desisti de tentar te esquecer. Ainda não aprendi a realizar missões impossíveis.

Annely Oliveira