Trevas

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Eu me brindo às trevas.. por eu ter achado a verdadeira vida, na morte da Luz....

Lick

Um Anjinho me Olhou
Com um Olhar tão Amigado
E das Trevas Mais Escuras
Fez um Dia Iluminado

Red Elipsyt

Não ha nada tão grande que a Luz não possa revelar, como, tão pequeno que mesmo nas trevas não venha a ser encontrado".

Túlio Mércio

Não existe trevas num coração repleto de amor e felicidade!

Tuca Neves

Onde havia trevas você trouxe a luz, onde havia a tormenta você trouxe a paz, onde havia a solidão você trouxe o amor

Anna Uaker

Perseverando Rumo à Vitória Final

Para as lutas que temos que travar contra os poderes das trevas que tentarão nos deter, quando empenhados na obra do Senhor, devemos não somente crer que Deus é todo-poderoso, mas depender do Seu braço forte, como se este fosse a nossa própria força.
Devemos fazer uso do poder onipotente do Senhor sempre que formos agredidos por Satanás.
Muito do uso deste poder consistirá não propriamente em repreendermos o Inimigo com palavras de autoridade, mas sobretudo em guardar o nosso coração na paz e no amor, diante das suas tentações e opressões malignas que têm por alvo nos amargar a existência.
Estas batalhas espirituais que temos que travar são permitidas por Deus para o propósito mesmo do nosso aperfeiçoamento como valorosos soldados do Seu exército, de modo a aprendermos a permanecer firmes na fé, e a detestar o mal e a amar o bem em toda e qualquer circunstância.
O tesouro que temos recebidos da Graça deve ser guardado com todo o empenho, independentemente do quanto sejamos feridos nestas batalhas, pois o amor, a fé, a misericórdia, o perdão, a mansidão, o domínio próprio e tudo o mais que se refira ao fruto do Espírito Santo deve ser encontrado e preservado em nós, não importando o quanto sejamos agredidos, ofendidos, rejeitados, perseguidos.
A bandeira do amor de Cristo deve permanecer hasteada e elevada em nossos corações, e deve ser retomada caso venhamos a perder alguma batalha. Não importa quantas batalhas percamos pois esta é uma guerra de muitas batalhas e a vitória final já é certa e está determinada que seja de Cristo e de todos aqueles que O amam.
Deus nos alistou no Seu Exército para que Ele seja glorificado nas nossas vitórias sobre as forças do Inimigo.
Para nosso encorajamento encontramos nas páginas da Bíblia inúmeros testemunhos daqueles que venceram o Inimigo por meio da fé no forte braço do Senhor.
Estes testemunhos foram registrados para nos incentivar a prosseguir adiante sem nada temer.
Nenhum fracasso deve servir de motivo para recuarmos ou ficarmos intimidados, senão um meio para provarmos que temos a verdadeira fé, que sempre se levanta do pó e persevera para conquistar a vitória.
Para este propósito são feitas grandes e preciosas promessas pelo próprio Deus de que os vencedores reinarão juntamente com Cristo.
É o próprio Jesus quem nos diz o seguinte:

“Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Apo 2.7b)

“O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte.” (Apo 2.11b)

“Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém conhece, exceto aquele que o recebe.” (Apo 2.17b)

“Ao vencedor, que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com cetro de ferro as regerá e as reduzirá a pedaços como se fossem objetos de barro; assim como também eu recebi de meu Pai, dar-lhe-ei ainda a estrela da manhã.” (Apo 2.26-28)

“O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” (Apo 3.5)

“Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome.” (Apo 3.12)

“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.” (Apo 3.21)

Silvio Dutra

Luz é Luz e Trevas são Trevas

Paulo é tão repetitivo, expressivo e incisivo nas afirmações que fez quanto à necessidade de se deixar definitivamente para trás todos os maus hábitos do passado que caracterizavam nossas vidas antes da conversão, como ele nos diz nos versos 3 e 4 de Efésios 5.

“3 Mas a prostituição, e toda sorte de impureza ou cobiça, nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos,
4 nem conversação torpe, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm; mas antes ações de graças.”

Veja que ele disse que nem sequer deveríamos falar sobre prostituição, toda forma de impureza ou cobiça, quanto mais nos entregarmos à sua prática.
E prosseguiu mostrando o tipo de conversação que convém a santos, a saber, que não seja torpe, tola, com gracejos indecentes. Ele disse que nada disto convém a santos, senão ações de graças.
O modo de se conseguir isto, de se viver de tal maneira, foi dito por ele nos dois primeiros versos deste quinto capitulo de Efésios:

“1 Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados;
2 e andai em amor, como Cristo também vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.”.

O modo se andar na luz é sendo imitadores de Deus, da Sua santidade, amor, justiça, bondade e de todas as Suas virtudes, e estando dispostos a Lhe oferecer nossas vidas como sacrifícios vivos e santos que Lhe sejam agradáveis, assim como Cristo se entregou a Si mesmo à vontade do Pai por amor a nós.
Esta imitação não é teatral, não é algo que devemos fazer por nossa própria capacidade e poder, senão por sermos instruídos, dirigidos e transformados pelo Espírito Santo, numa santificação progressiva durante toda a nossa jornada terrena.
Graus maiores desta imitação serão obtidos conforme a medida e constância da nossa consagração ao Senhor e determinação em Lhe sermos devotos e obedientes em todas as circunstâncias.
Jesus disse que nós devemos ser misericordiosos assim como Deus é misericordioso, e perfeitos, assim como Ele é perfeito.
Isto confirma portanto, que nada disto será possível sem uma verdadeira consagração a Deus e submissão à Sua vontade.
É fácil entender porque toda forma de impureza e de pecado devem ser deixados pelos cristãos para se revestirem de um modo santo no viver deles.
É porque será exatamente por causa destas impurezas e pecados que Deus condenará eternamente ao inferno aqueles que não foram justificados e purificados destas coisas pelo sangue de Jesus.
O salário do pecado é a morte em todas as suas formas: física, espiritual e eterna.
É por causa do pecado que há condenação e morte.
Como podem então os cristãos abrigar a ideia de que podem viver no pecado, e ao mesmo tempo agradarem a Deus?
Por isso o apóstolo afirma em Ef 5.5-7:

“5 Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.
6 Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
7 Portanto não sejais participantes com eles;”.

Ele disse que nenhum devasso, impuro ou avarento tem herança no reino de Cristo e de Deus, e como poderíamos esperar as bênçãos de Deus, enquanto vivemos seguindo a inclinação da carne ainda que não em devassidão ou avareza, mas em impureza?
Deus nos criou para vivermos no Seu amor, e a prova de que O amamos está no fato de guardarmos os Seus mandamentos, obedecendo a Sua vontade, de forma livre, amorosa e voluntária, no Espírito.
Onde falta isto, há rebelião, inimizade contra o Senhor, e justo Juiz que é, não poderá deixar seus praticantes na impunidade.
Ele se mostrará longânimo e continuará manifestando o Seu favor e graça àqueles que ainda que errados, ignorantes e imperfeitos, desejam sinceramente conhecer e fazer a Sua vontade, e que nunca usam a imperfeição e fraqueza deles como justificativa para continuarem errando e na prática deliberada do pecado.
É necessário compromisso com Deus, com Sua obra, com a Igreja, na determinação de fazer a Sua vontade, porque onde isto não for achado o pecado prevalecerá, e consequentemente o desagrado e a desaprovação do Senhor.
Paulo diz ainda em Ef 5.6 que não nos deixemos enganar por ninguém que venha justificar a prática de tais impurezas, e pecados, usando de palavras vãs.
Deus por acaso aprovaria o nosso mau procedimento dando-nos um viver abençoado, e fazendo uma obra do Espírito Santo através de nós?
Ninguém se iluda querendo tornar o evangelho diferente do único evangelho que existe e que nos foi revelado por Cristo e pelos Seus apóstolos.
Se desejarmos ter um viver de vitória em Deus, é necessário obedecer estas coisas que nos são ordenadas, e nos empenharmos para sermos achados santos e irrepreensíveis na Sua presença.
Nós não somos mais as trevas que éramos no passado, e se somos luz no Senhor, devemos andar como filhos da luz, porque a iluminação do Espírito na nossa vida, e da nossa vida para os outros, não pode se manifestar se não andarmos na verdade, nesta luz que não é da terra, mas do céu.
Paulo está dizendo o mesmo que o apóstolo João diz no primeiro capítulo da sua primeira epístola. Há concordância no ensino deles porque é a mesma verdade que nos convém obedecer conforme é da vontade de Deus, como se afirma em Ef 5.8.
Este andar na luz tem o seu próprio fruto que é toda bondade, justiça e verdade, e tudo aquilo que é agradável ao Senhor, como se lê em Ef 5.9,10.
Deste modo não pode haver comunhão entre luz e trevas, e isto impõe aos cristãos que não podem mais viver em sociedade com as obras infrutíferas das trevas; ao contrário devem rejeitá-las e reprová-las porque esta é a vontade de Deus para com os Seus filhos, como se afirma no verso 11.

Silvio Dutra

Como Vencer os Poderes das Trevas

Os santos devem estar equipados para o serviço de Deus, e por isso devem estar fortalecidos no Senhor e na força do seu poder, e o modo de fazer isto é se revestir permanentemente de toda a armadura de Deus, para poderem permanecer firmes contra as ciladas do diabo, o arquiinimigo de Deus e também deles que não lhes dará trégua por um só instante, enquanto eles viverem neste mundo, como se vê em Ef 6.11.
A luta espiritual que os cristãos empreendem neste mundo não é uma guerra civil contra os homens, contra os corpos deles, ou seja, contra a carne e sangue, mas uma guerra nas regiões celestes contra os principados e potestades, os príncipes do mundo de trevas e contra todas as hostes espirituais da iniquidade que estão debaixo do governo deles, como se lê em Ef 6.12.
Por detrás de todos os ataques que os cristãos recebem por causa do evangelho se encontra a mão destes poderes espirituais invisíveis que operam nos corações dos homens, indispondo-lhes contra a mensagem da cruz.
Como esta luta é espiritual contra inimigos invisíveis, para vencê-los e não sermos vencidos pelos ataques e tentações deles é preciso estar revestidos de toda a armadura de Deus, veja, uma armadura espiritual que recebemos de Deus, e que não se encontra naturalmente em nós, e que pertence ao Senhor e não aos cristãos.
Sem esta armadura não é possível resistir no dia mau quando estes poderes do inferno vêm contra nós.
Mas revestidos com a armadura divina podemos vencê-los e permanecer firmes nos ataques que vierem desferir contra nós, como se afirma no em Ef 6.13.
Por exemplo, como poderemos vencer as provocações que visam nos deixar irritados e irados, sem que estejamos revestidos da mansidão e da longanimidade que temos na comunhão com o Senhor?
É preciso portanto que os cristãos estejam firmes, e vestidos com a verdade e com a couraça da justiça; tendo os pés calçados com a preparação do evangelho da paz; empunhando o escudo da fé, para apagar todos os dardos inflamados do Maligno; usando também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus, como se vê em Ef 6.14-17.
Então o cristão deve viver na verdade, na justiça e na paz do evangelho; deve usar a fé por defesa e atacar o reino das trevas com a palavra de Deus, estando firme e seguro da sua salvação em Cristo Jesus, sabendo que é por meio dEle que será capacitado para esta guerra espiritual para permanecer no amor e na paz, anunciando Aquele que é o Salavador e Príncipe da paz.
E deve fazer isto orando e suplicando em todo o tempo no Espírito, e também vigiando com perseverança, intercedendo em favor de todos os santos, como se vê no verso 18.
O grande propósito do diabo e pelo qual ele luta, é o de manter o mundo em ignorância quanto a ele, quanto aos seus procedimentos e dos espíritos malignos que operam com ele, e assim a Igreja está tomando partido com ele ao apoiar a ignorância sobre ele.
Por falta de conhecimento, até mesmo a maioria das pessoas mais espirituais, não leva a cabo uma guerra completa e perpétua contra este exército de espíritos malignos; e muitos afirmam que se Cristo é pregado que não é necessário dar ênfase à existência do diabo, nem entrar em conflito direto com ele, e os seus exércitos.
Assim, um grande número dos filhos de Deus está se tornando uma presa ao Inimigo por falta deste conhecimento, e pelo silêncio dos pastores e mestres da igreja quanto a esta verdade vital, a Igreja de Cristo está passando por grande perigo nestes dias finais, por estar desprevenida por não conhecer o ataque do Inimigo.
Nestes últimos dias ele está atacando especialmente a sã doutrina, substituindo-a por doutrinas de homens e de demônios, com o fim de produzir a grande apostasia final.
Aparte de tal conhecimento, é até possível que cristãos, por pensarem que estão lutando pela verdade, em sua ignorância, estejam lutando para defender e proteger espíritos malignos, e os trabalhos deles e ensino, acreditando que estão defendendo Deus, e a Sua obra; porque por pensarem equivocadamente que se trata de uma coisa divina se esforçarão para defendê-la.
É possível para um homem, por causa da ignorância, se levantar contra Deus e atacar a própria verdade de Deus, e também defender o diabo, e opor-se a Deus, a menos que ele tenha conhecimento da verdade divina, inclusive no que se refere às operações do diabo.
Nós vemos o diabo sugestionando permanentemente a prática do mal para produzir um suposto bem. Foi assim ele conseguiu enganar Eva, como lemos em I Tim 2.14.
Então, a inocência não é nenhuma garantia de proteção do engano. O modo mais agudo no qual o diabo engana o mundo, e a Igreja, é quando ele entra no disfarce de alguém, ou algo, que aparentemente está falando dos interesses de Deus.
Ele disse a Eva que ela e Adão seriam como deuses, mas escondeu dela que seriam como demônios. O alvo verdadeiro dele era enganar Eva fazendo com que desobedecesse a Deus, mas com o argumento de que ela seria como Deus. Veja que ele costuma argumentar aparentemente em favor de Deus. Ele não disse que o pecado tornaria o homem semelhante ao diabo, mas que seria semelhante a Deus.
Por isso, o Espírito Santo, através do apóstolo Paulo ordena a todos os cristãos, no sexto capítulo da epístola aos Efésios, a estarem revestidos permanentemente com toda a armadura de Deus para poderem empreender a luta na qual têm que se empenhar contra os principados e potestades, de maneira que possam resistir às ciladas do diabo e permanecerem inabaláveis.
Esta armadura é composta das armas espirituais da verdade, da justiça, da salvação, da fé, da Palavra de Deus, numa vida de oração e súplica por todos os santos. E é estando fortalecido no Senhor Jesus e na força do Seu poder que os cristãos poderão triunfar nesta guerra espiritual que têm que travar com os poderes das trevas.
A autoridade de Cristo sobre Satanás e seu exército de demônios é realizada por meio do equipamento que os cristãos podem receber do Espírito Santo, e Cristo tem dado autoridade em Seu Nome aos seus seguidores sobre os espíritos malignos.

Silvio Dutra

A Luz Divina Que Dissipa as Trevas Espirituais




Sem a luz de Jesus não podemos enxergar o Reino de Deus e as realidades concernentes a este Reino, que não é deste mundo.
Não fomos colocados por Deus neste mundo para o simples propósito de experimentarmos a breve vida natural que pode ser aqui desfrutada.
Fomos projetados para a eternidade, e uma eternidade espiritual com Deus, que é espírito.
Por isso o homem é distinto de tudo o mais no universo, pois foi dotado de um espírito que é eterno, mas que, se não for alimentado com aquilo que é celestial e divino, será achado morto e incapacitado para a vida gloriosa do porvir. Ao contrário, será achado em chamas eternas, numa condenação eterna, porque Deus não é de mortos, mas de vivos.
Esta vida eterna pode ser obtida somente em Jesus Cristo. No Jesus da Bíblia, e em ninguém mais.

Os mistérios relativos às realidades celestiais, espirituais e divinas, associadas ao único Deus vivo e verdadeiro, são revelados na Bíblia.
O próprio Deus inspirou a escrita da Bíblia Sagrada para nos instruir acerca do caminho, da verdade e da vida eterna que se encontram em Jesus Cristo.

As verdades que são relativas ao que é natural deixarão de existir quando o que é natural for extinto, para dar lugar ao que é espiritual e celestial.
Cristo veio ao mundo para revelar a graça e a verdade relativas ao mundo eterno e sobrenatural que se refere à vida espiritual.

O enriquecimento com aquilo que é natural passará um dia e jamais poderemos continuar na posse das coisas que adquirimos neste mundo.
Mas o enriquecimento do nosso espírito com as riquezas que são celestiais e divinas, que não são naturais, mas sobrenaturais, e obtidas por meio da fé em Jesus Cristo, jamais passará ou poderá ser tirado de nós.
O modo de se obter e manter este tesouro eterno e precioso está revelado na Bíblia.

A Bíblia não foi produzida pela inspiração do Espírito Santo de Deus com o mero propósito de narrar a história da redenção, mas revelar a nossa necessidade de redenção do pecado, como também o modo de obtê-la. Por esta revelação somos alertados quanto ao perigo de permanecer na condição de não sermos justificados do pecado, pois se há um futuro de glória esperando pelos redimidos pela fé em Cristo, há um destino horrível aguardando por todos os que não forem redimidos.

A revelação foi feita por Deus através da história de Israel no período do Velho Testamento, porque Ele falava por meio desta nação no citado período.
Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Como a redenção é operada exclusivamente por meio de Jesus Cristo, de quem as Escrituras do Velho Testamento dão testemunho, então, quando Ele se manifestou há cerca de 2.000 anos atrás, não somente a redenção começou a alcançar todas as nações da Terra, bem como o seu testemunho passou a ser dado não mais pela nação de Israel, mas através da Igreja, conforme se vê no Novo Testamento.
Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

A Única Luz Que Dissipa as Trevas Espirituais




Não fomos colocados por Deus neste mundo para o simples propósito de experimentarmos a breve vida natural que pode ser aqui desfrutada.
Fomos projetados para a eternidade, e uma eternidade espiritual com Deus, que é espírito.
Por isso o homem é distinto de tudo o mais no universo, pois foi dotado de um espírito que é eterno, mas que, se não for alimentado com aquilo que é celestial e divino, será achado morto e incapacitado para a vida gloriosa do porvir. Ao contrário, será achado em chamas eternas, numa condenação eterna, porque Deus não é de mortos, mas de vivos.
Esta vida eterna pode ser obtida somente em Jesus Cristo. No Jesus da Bíblia, e em ninguém mais.

Os mistérios relativos às realidades celestiais, espirituais e divinas, associadas ao único Deus vivo e verdadeiro, são revelados na Bíblia.
O próprio Deus inspirou a escrita da Bíblia Sagrada para nos instruir acerca do caminho, da verdade e da vida eterna que se encontram em Jesus Cristo.

As verdades que são relativas ao que é natural deixarão de existir quando o que é natural for extinto, para dar lugar ao que é espiritual e celestial.
Cristo veio ao mundo para revelar a graça e a verdade relativas ao mundo eterno e sobrenatural que se refere à vida espiritual.

O enriquecimento com aquilo que é natural passará um dia e jamais poderemos continuar na posse das coisas que adquirimos neste mundo.
Mas o enriquecimento do nosso espírito com as riquezas que são celestiais e divinas, que não são naturais, mas sobrenaturais, e obtidas por meio da fé em Jesus Cristo, jamais passará ou poderá ser tirado de nós.
O modo de se obter e manter este tesouro eterno e precioso está revelado na Bíblia.

A Bíblia não foi produzida pela inspiração do Espírito Santo de Deus com o mero propósito de narrar a história da redenção, mas revelar a nossa necessidade de redenção do pecado, como também o modo de obtê-la. Por esta revelação somos alertados quanto ao perigo de permanecer na condição de não sermos justificados do pecado, pois se há um futuro de glória esperando pelos redimidos pela fé em Cristo, há um destino horrível aguardando por todos os que não forem redimidos.

A revelação foi feita por Deus através da história de Israel no período do Velho Testamento, porque Ele falava por meio desta nação no citado período.
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Como a redenção é operada exclusivamente por meio de Jesus Cristo, de quem as Escrituras do Velho Testamento dão testemunho, então, quando Ele se manifestou há cerca de 2.000 anos atrás, não somente a redenção começou a alcançar todas as nações da Terra, bem como o seu testemunho passou a ser dado não mais pela nação de Israel, mas através da Igreja, conforme se vê no Novo Testamento.
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A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
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A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
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Silvio Dutra

É Fiel a Promessa de Sermos Desviados de Nossas Impiedades



Enquanto houver amor às trevas, a luz não pode raiar em nossas vidas.
Assim, o evangelho não se limita apenas a se dizer: “venham a Jesus e recebam a salvação”. Não se pode oferecer esta vida maravilhosa do céu, enquanto não se é convencido do pecado e de uma real necessidade de arrependimento que significa o abandono do pecado e o voltar-se para Deus para viver segundo a Sua vontade.
Por isso o evangelismo deve começar com a pregação da lei, senão será um evangelismo superficial que não tratará com o problema do pecado em sua raiz. E Jesus se manifestou para nos apartar de nossas iniquidades, como se afirma na Palavra:

“e assim todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador, e desviará de Jacó as impiedades;” (Rom 11.26).

Deste modo, apesar de a salvação ser pela graça, mediante a fé, ela impõe este custo da santificação aos que serão salvos. O Espírito Santo não convencerá a ninguém do pecado e não fará nascer de novo a qualquer que não esteja disposto a deixar o pecado e a santificar a sua vida.
Muitas religiões e Igrejas baratearam a salvação de uma forma pela qual ela nunca foi barateada por Deus, conforme podemos ver na experiência real dos que são salvos, e no ensino da Bíblia. Porque não existe esta coisa de ganhar o céu por simplesmente confessar que Jesus é o Salvador com a nossa boca. A este respeito, Tiago diz que este tipo de fé até os próprios demônios possuem.
Assim se alguém não gosta de ouvir sobre a doutrina do pecado e do inferno, isto comprova para esta pessoa que ela não pertence de fato a Cristo, porque ainda lhe apavora a ideia de que algum dia possa ir para lá, medo este, que é totalmente excluído no verdadeiro crente, pela presença do Espírito, que testifica com o seu espírito que ele é de fato filho de Deus, e que já não há mais nenhuma condenação eterna lhe aguardando.
O evangelismo deve começar portanto com a santidade de Deus e a condição pecaminosa do homem; com as exigências da lei, e o castigo e as consequências eternas da transgressão da lei.
De forma que ninguém se iluda pensando ter alcançado a salvação enquanto abriga a malícia no seu coração. Porque no verdadeiro crente esta malícia é extirpada, porque é ovelha, e em ovelha não há a malícia que é inerente aos lobos.
Somente aqueles que chegam a ver espiritualmente a real condição e sua maldade e culpa diante de Deus, podem recorrer a Cristo para serem salvos.
Toda fé em Jesus Cristo que não esteja baseada nisto não é portanto uma fé genuína. Será uma fé psicológica que a ninguém pode salvar. Somente a fé genuína pode libertar da maldição da lei e dar um coração de carne no lugar do coração de pedra.
Pastores e outros líderes na Igreja de Cristo que fazem concessões ao pecado ou estilos de vida pecaminosos, o fazem porque eles próprios não experimentaram o poder libertador da graça de Jesus em sua plenitude, e assim, fazem da sua própria experiência o peso e a medida do tipo de santidade esfarrapada que pregam e oferecem a outros.
Mas jamais foi tal tipo de coisa que foi oferecido por Jesus e seus apóstolos, conforme podemos ver em todas as páginas do Novo Testamento.
Ao contrário, o que ali se vê é uma convocação a um esforço diligente para o crescimento na graça e no conhecimento pessoal de Jesus Cristo, por verem os crentes as Suas santas virtudes sendo aplicadas às suas vidas, no lugar do pecado.
Quando se aprova um estilo de vida mundano não é possível ver a concretização do propósito de Deus para a vida de todos os Seus filhos.
E estes não se esforçarão por se santificarem porque não têm diante de si um exemplo vivo desta santificação na própria vida daqueles que os lideram. Muito pelo contrário, em muitos casos são os próprios líderes que lhes incentivam a não fazerem qualquer progresso em seu crescimento espiritual, porque não creem no tipo de vida cristã na qual seja possível ter uma completa vitória sobre o pecado. Todavia, naqueles que têm tido suas faculdades amadurecidas para discernirem tanto o bem quanto o mal, toda vez que eles se desviarem da comunhão com Deus, por causa do pecado, isto é logo corrigido por meio da confissão e do arrependimento, e da vigilância, oração e prática da Palavra à qual já se habituaram.


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A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
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Silvio Dutra

Como as Trevas Espirituais São Dissipadas

O Senhor Jesus viveu como pura luz neste mundo e sempre foi e será pura luz.
João queria que todos os cristãos soubessem esta verdade, para que também vivessem como luz, andando na luz, ou seja, segundo a nova natureza, impulsionada pelo Espírito Santo e pela Palavra de Deus.
É por uma constante aproximação de nosso Senhor, pela fé, que somos purificados continuamente pelo Seu sangue.
Foi por este motivo que o apóstolo disse o seguinte:
“Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos, e não praticamos a verdade;” (I Jo 1.6).
E também:
“8 Se dissermos que não temos pecado nenhum, nos enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.
9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
10 Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (I Jo 1.8,10).
João não está fazendo, como não poderia fazer, qualquer apologia em favor do pecado, no sentido de justificar o pecado ou mesmo o fato de sermos pecadores.
Mas não poderia deixar de considerar a realidade de que estamos sujeitos às tentações do diabo e da carne, e do fascínio do mundo, e por isso, necessitamos recorrer à fonte do sangue, da luz, que é nosso Senhor Jesus Cristo, para sermos purificados, pela mortificação do pecado, porque Ele é o Cordeiro que tira o pecado de nós, que o destrói, pelo lavar renovador e regenerador do Espírito Santo, quando nos dispomos a confessar que temos andado na carne, mas que não estamos dispostos a seguir em tal inclinação carnal, para que andemos no Espírito.
Como disse Paulo:
“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça?
De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Rom 6.1,2).
Como ele prossegue nos ensinando na carta aos Romanos, devemos entender que estamos mortos com Cristo, que a Sua morte na cruz, foi também a nossa morte, a morte do nosso velho homem, para que não vivamos mais segundo a inclinação da carne, mas segundo a do Espírito, porque ressuscitamos para uma nova vida espiritual que se chama novidade de vida, quando fomos batizados na morte do Senhor, a qual é ensinada em figura no batismo das águas, assim como a ressurreição para esta nova vida no Espírito.
Não há, portanto, mais nenhuma condenação ou acusação contra o que é verdadeiramente cristão, porque ele é considerado por Deus como estando morto para tal viver na carne, tendo por isso recebido a habitação do Espírito Santo no seu novo nascimento.
O cristão é chamado a abandonar a vida que é dirigida pelo pecado, porque não está mais debaixo do domínio do pecado... o senhorio do pecado sobre ele foi destruído por Cristo, que é agora o seu novo Senhor, juntamente com a Sua graça.
Ele agora deve servir a Deus, à justiça do evangelho, à vida que é segundo a piedade.
A confissão dos pecados não tem portanto o objetivo de reduzirmos a influência do pecado sobre nós, mas para que a luz e o sangue do Senhor possam de fato exterminá-lo, pela sua mortificação.
É preciso compreender que há uma pureza absoluta na natureza de Deus, e que Ele requer também pureza de nós, ainda que de caráter evangélico, porque ela não existe em grau absoluto em nós neste mundo, isto é, a nossa santificação é também de caráter evangélico porque somos aceitos por Deus pela nossa sinceridade e fé verdadeira em buscar nEle tal pureza de coração, e não propriamente pelo grau absoluto que ela exista em nós.
Na verdade não existe esta pureza no nosso coração que é corrupto mais do que todas as coisas, e por isso é trocado por Deus de coração de pedra, para coração de carne.
Isto não vem de nós, e nem se encontra em nós, porque o recebemos do alto, do Senhor mesmo, pela fé.
Por isso é preciso estar nEle para que sejamos purificados.
É andando na luz, no Espírito Santo, numa fé sincera, com uma boa consciência na nossa busca do Senhor em espírito, que o Espírito Santo realiza o trabalho da nossa purificação, através da manifestação do Seu poder.
Por isso o apóstolo diz que são mentirosos todos aqueles que dizem que têm tido comunhão com Deus, mas nos quais falta esta sinceridade para deixarem toda forma de impureza e pecado, porque isto comprova obviamente que não estão andando no Espírito, mas segundo a carne.
A muito mais se referiu João dizendo que caso tentemos esconder a nossa condição de estar vivendo deliberadamente na prática do pecado, e ao mesmo tempo, afirmamos que não temos cometido pecado, não somente somos mentirosos, como chamamos a Deus de mentiroso indiretamente com a nossa atitude, porque Ele afirma expressamente na Sua Palavra que todos os homens são pecadores e são purificados dos seus pecados somente pelo sangue de Jesus.
Por isso o apóstolo disse que a palavra de Deus não está em nós quando dizemos que não temos cometido pecado, quando na verdade permanecemos na prática deliberada do pecado (I Jo 1.10).
Porque se a Palavra estivesse habitando ricamente em nós, não teríamos esta atitude, porque seríamos convencidos pela Palavra acerca da nossa real condição, e nos arrependeríamos e buscaríamos a graça do Senhor para sermos purificados.
E consequentemente, a luz de Jesus dissiparia todas as trevas do pecado de nossas vidas, sinal evidente de que estamos andando na luz.

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Silvio Dutra

Ou Estamos na Luz ou Estamos nas Trevas



Os cristãos podem se aproximar com confiança para serem purificados de seus pecados, porque há um Advogado de defesa no tribunal celestial constituído para defendê-los das acusações de Satanás contra eles, por causa dos seus pecados.
Cristo não perderá uma só causa daqueles que se aproximam dEle pedindo que seus pecados sejam perdoados.
Ele os perdoará, defenderá e absolverá.
Não há outro Advogado que possa defender a nossa causa porque somente Cristo morreu por nós.
Ele é a propiciação pelos nossos pecados que foi inteiramente aceita pelo Pai, isto é, Ele próprio foi a única oferta que Deus aceitou como sacrifício para satisfazer inteiramente a Sua justiça que determina a morte espiritual do pecador (morte espiritual = falta de conhecimento de Deus e de comunhão com Ele).
Morrendo no nosso lugar, Cristo satisfez então inteiramente à justiça de Deus.
É neste sentido que Ele não é somente a propiciação pelos pecados dos que se encontravam salvos nos dias de João, mas de todos aqueles que viessem a se salvar depois deles (I João 2.2a).
João falou sobre o modo como os cristãos devem caminhar neste mundo, a saber, na luz.
De maneira que aquele que diz que está andando na luz, deve viver e agir conforme está prescrito na Palavra de Deus.
Jesus deixou mandamentos para serem guardados pelos seus discípulos.
Estes mandamentos foram registrados pelos apóstolos nos Evangelhos e nas epístolas, enquanto viviam, de modo que o testemunho da verdade permanecesse entre nós, em todas as épocas da história da Igreja.
Cristo requer obediência a esta Palavra que Ele ordenou que deveria ser guardada por nós.
A falta de obediência a esta Palavra impede o conhecimento e o crescimento neste conhecimento de Cristo (I Jo 2.3).
João acrescenta o argumento de que aquele que diz que tem conhecido a Cristo, mas que não guarda efetivamente os Seus mandamentos é mentiroso, porque não está andando na verdade (v. 4), uma vez que a única verdade relativa à vida com Deus está somente na Palavra de Cristo, e se nós não estamos guardando esta Palavra, dá-se, por conseguinte que não estamos vivendo na verdade, em vidas santificadas, mas no erro, de um viver segundo a carne.
Não mentimos que não temos a vida do Espírito, porque como cristãos a possuímos, mas mentimos quanto ao fato de dizermos que andamos na luz, ou seja, no Espírito, porque se estivéssemos andando no Espírito, as obras da carne não prevaleceriam sobre nós.

Assim é somente naqueles que guardam a Palavra de Cristo que o amor de Deus é aperfeiçoado, porque revelará e manifestará somente a estes a Sua graça e poder.
Segundo João é por este meio que podemos saber que estamos de fato no Senhor, porque aquele que diz que está nEle, deve ser um imitador de Cristo quanto ao modo de vida que Ele viveu (v. 5, 6).
A graça produz somente santidade.
A nova criatura não tem pecado, ou seja, a nova natureza recebida do Espírito Santo na conversão.
Assim, se estamos vivendo segundo a nova natureza, comprovamos que temos vencido o pecado, porque este é o único modo dele ser vencido.
Então é nisto que consiste o caminhar na luz referido pelo apóstolo no capítulo anterior.
O Espírito Santo revelará aos que caminham de tal modo o real significado dos mandamentos de Cristo, e lhes capacitará a viverem em conformidade com estes mandamentos, como por exemplo, o de se auto-negarem, carregarem a cruz, e seguirem a Cristo diariamente, sobretudo o de serem batizados e cheios do Espírito, e de andarem no Espírito para serem purificados, renovados e capacitados com poder para fazer a vontade de Deus, abundando em boas obras.
Muitos alegam terem grande conhecimento dos mistérios divinos; e conseguem fazer com que muitas pessoas fiquem aprisionadas às suas imaginações sedutoras, mas não é tanto ao que afirmam que devemos dar atenção, mas ao fruto da vida destas pessoas, se está de acordo com os mandamentos de Cristo.
É pelo fruto que se conhece a árvore.
Certamente, se o seu caminhar não é um caminhar segundo Cristo, e não andam como Ele andou; as palavras não serão também inteiramente correspondentes à verdade, porque Deus não lhes concederá o verdadeiro conhecimento que é possível somente por iluminação do Espírito.
Logo, quem está andando na luz é porque está obedecendo à verdade; não a verdade que se alega ser a verdade, por se imaginar na mente o que ela seja, e que não está plenamente em conformidade com o verdadeiro significado da revelação escrita na Bíblia, que importa ser conhecido por revelação do Espírito Santo ao nosso espírito.
Sem esta iluminação do Espírito todo o nosso conhecimento das Escrituras pode ser falso ou ineficaz.
Por isso há muitos que se declaram ortodoxos, e fazem muitas feridas nas almas de homens piedosos com o seu falso conhecimento ineficaz, porque é mera letra segundo a sua própria compreensão carnal, de uma Palavra que é espírito e vida, e que importa ser aprendida e vivida em humildade e submissão a Cristo, para que se tenha a instrução, direção e capacitação do Espírito para não somente entendê-la, mas também praticá-la.
Uma das características apontadas por João como conhecimento e prática verdadeiros da Palavra é o aperfeiçoamento no amor de Deus (v. 5), não no amor natural, mas no amor espiritual de Deus.
No amor ágape.
Isto significa que aquele que tem realmente obedecido a Palavra terá isto manifestado num viver sobrenatural em amor a Deus e a seus irmãos em Cristo.
Um amor de comunhão espiritual como o apóstolo se referiu no primeiro capitulo, porque está de fato caminhando na luz e na verdade.
Jesus colocou um desprezo no amor natural que é inconstante e mutável, que pode inclusive se transformar em ódio, quando disse que aqueles que amam aos que lhes amam nada fazem demais com isto, porque este é o amor natural que se manifesta somente quando tudo vai bem no relacionamento.
Mas, para mostrar que é preciso amar com um amor superior a este e que permanece para a eternidade, ele disse que devemos amar os nossos inimigos, porque somente com o amor espiritual que procede de Deus é possível amá-los (Mt 5.44-48).
Um dos grandes inimigos e impedimento para o amor cristão é o amor ao mundo.
Por isso o apóstolo alertou os cristãos quanto a isto nos versos 12 a 17.
Os cristãos tiveram os seus pecados perdoados por Cristo (v. 12).
Especialmente os cristãos maduros têm conhecido o modo pelo qual importa que Deus seja servido, por terem as suas faculdades exercitadas para discernirem tanto o bem quanto o mal, e por isso João os chama de pais, porque são como verdadeiros chefes da família de Cristo (v. 13a).
Os jovens, apesar de não terem a mesma experiência, têm, tanto quanto eles, já vencido o Maligno, porque todos os que estão em Cristo não estão mais sob o domínio de Satanás, já não pertencem mais ao seu reino de trevas (v. 13 b).
Mas, apesar deste conhecimento de Cristo, desta vitória sobre os poderes das trevas, desta força na graça do Senhor, os cristãos devem se guardar de muitas coisas para permanecerem num viver de verdadeira vitória espiritual, e uma destas coisas é se guardarem de amar o mundo (v. 15 a 17).
Todos devem se guardar do fascínio das coisas que há no mundo, tanto cristãos jovens quanto velhos, experientes e inexperientes, porque é possível apagar o amor de Deus em nossos corações por causa deste amor ao mundo.
Tudo aquilo que nós amarmos acima de Deus passa a ser idolatria e ele não pode tolerar isto porque deve ser amado acima de todas as coisas.
O amor ao mundo é inconsistente com o amor de Deus.
Ninguém pode amar a dois senhores. Ou se ama ao Senhor ou às riquezas. Deus é completamente incompatibilizado com Mamon.
Nós somos provados na nossa fé e no nosso amor ao Senhor pelas coisas que há no mundo, de modo que demonstremos na prática se amamos mais as criaturas do que ao Criador.
Se é o mundo que recebe a maior parte dos nossos afetos, consequentemente nós deixaremos o Senhor num segundo plano, e isto é inverter a ordem da criação, porque importa que Ele tenha a maior parte dos nossos afetos, para que possamos ter os nossos afetos pelas demais pessoas e coisas manifestado numa forma equilibrada e ordenada.
Por isso Jesus disse que não somos dignos dele, e não poderemos segui-lo, se amarmos mais aos nossos entes queridos e até a nós mesmos, mais do que a Ele.
Depois de ter alertado a Igreja quanto ao perigo do amor ao mundo, João falou do mistério da iniquidade, daqueles que têm um espírito anticristo aos quais João chamou de anticristos, porque o escárnio e blasfêmias deles contra tudo o que é de Deus e que é santo será revelado em toda a sua força e plenitude quanto o Anticristo se manifestar sobre a terra.
Assim, estes blasfemadores, desde há muito, estão preparando o caminho para ele.
Estes são aqueles que foram plantados como joio na Igreja pelo Inimigo para o propósito mesmo de aprenderem sobre as coisas de Deus para logo depois saírem blasfemando contra estas coisas (v. 18,19).
Não são poucos aqueles que ao longo da história da Igreja têm agido desta forma a serviço de Satanás para o seu grande propósito de blasfemar de modo contundente e generalizado no futuro contra o nome de Deus em toda a terra através do Anticristo e dos seus seguidores.
É por esta razão que vemos a iniquidade se multiplicando, e não diminuindo, à medida que o tempo tem avançado.
Estes que apostataram do seio da Igreja e saíram falando contra Cristo, na verdade nunca O conheceram, e eram hipócritas na profissão de fé que fizeram (v. 19).
Finalmente, o apóstolo advertiu contra o perigo da apostasia de verdadeiros cristãos, por se deixarem arrastar pelo erro destes insubordinados (v. 20 a 29).
Os cristãos verdadeiros têm a unção do Espírito Santo e conhecem a verdade conforme são ensinados pelo Espírito.
Portanto devem permanecer naquilo que ouviram dos apóstolos (e que hoje temos na forma escrita, como nesta epístola de João).
É permanecendo na Palavra do Senhor que permanecemos nEle (v. 24, 27).
Por isso Jesus disse que se nós permanecêssemos na Sua Palavra, permaneceríamos consequentemente nEle e no Seu amor (João 15.7-10).
Os cristãos devem permanecer na unção do Espírito que lhes ensina a verdade de Deus, para que não venham a ser enganados (v. 26).
Se entristecerem o Espírito com os seus pecados, por um viver carnal, não poderão contar com a permanência nesta unção.
O assunto da nossa relação com Cristo Jesus é vida eterna (v. 25) e por isso não devemos nos deixar entreter ou enganar por meros debates relativos à religião que nos afastem deste alvo supremo da promessa de Deus para os cristãos em Cristo Jesus.
Ninguém se iluda com um ensino que glorifica a Deus Pai e que desonra a Jesus Cristo, porque o próprio Pai tem determinado que será honrado pela honra que for dada ao Filho (João 5.23).
Tal é o ensino de muitos que rebaixam a Cristo da sua condição de verdadeiro Deus que Ele é, junto com o Pai e o Espírito Santo.
Por isso João afirmou no verso 23 deste capítulo:
“Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; aquele que confessa o Filho, tem também o Pai.”
Isto é mais do que confissão religiosa, porque é confissão de testemunho em progresso em santificação por permanecer na verdade da Palavra por meio do poder do Espírito.
É assim que o cristão deve viver: se preparando para o seu encontro com o Senhor.
Santificação é um assunto de permanecer no Senhor, santos, inculpáveis e irrepreensíveis (v. 28) para que Ele seja glorificado no modo pelo qual vivemos neste mundo demonstrando a eficácia do poder operante da Sua graça em nós.
Esta santificação consiste num caminhar na justiça do evangelho, assim como o nosso Senhor é justo (v. 29).
Aquele no qual estiverem faltando estas coisas será vã a sua religião, por mais religioso que ele possa ser.

Silvio Dutra

O Modo de Ser Sal e Luz num Mundo Corrupto e de Trevas



Há um excelente sermão de Charles Haddon Spurgeon, intitulado Entre Leões, no qual ele destaca especialmente a insensatez em se tentar urrar com aqueles que urram conosco, pela sua condição de serem contrários a Cristo e ao seu evangelho.
Spurgeon diz que ovelha não urra, e que deve portanto simplesmente se entregar ao cuidado do seu Pastor Supremo – Cristo – para viver neste mundo de muitos leões que procuram devorar o viver santo e justo da pessoa piedosa.
Aplicado e estendido à vida prática de nossos dias, isto deveria ser considerado mormente em se refletir do quanto possui de evangélico e divino levantar bandeiras para a transformação da sociedade como um todo, tentando, ainda que indiretamente impor valores cristãos e evangélicos, sobretudo pela via do exercício da política, seja ela governamental, em ONG’s, ou o que for.
Não encontramos respaldo bíblico para se fazer tal coisa em nome de Cristo. Se alguém deseja fazê-lo que o faça em seu próprio nome, ou de sua agremiação secular, mas jamais em nome da religião, porque não é este o propósito do evangelho.
Quando Jesus estabeleceu a ordem de se pregar o evangelho a todos e em todas as partes do mundo, o alvo não é o de converter todas as pessoas do mundo à fé evangélica, mas alcançar os eleitos através da pregação – Deus conhece os que hão se ser salvos, e os salvará por seu próprio poder e meios, sem que nenhum venha a faltar.
Então, quando se age como a palmatória do mundo, quando se pensa em converter toda a sociedade à fé cristã ou aos valores cristãos, não é de se estranhar que se esteja urrando, apesar de ser ovelha, a leões, e a consequência imediata é que estes leões urrarão e prevalecerão, porque farão o que lhes é próprio, segundo a sua natureza.
Por isso nosso Senhor, em outra comparação ilustrativa, nos adverte com as seguintes palavras:

“Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.” (Mateus 7.6)

Ele pinta os que Lhe odeiam e ao evangelho, e perseguem os cristãos com estas cores fortes para destacar o desprezo deles pelo que é santo e justo, e a sua disposição em dilacerar os que lhes incomodam tentando lhes convencer da santidade que há na Palavra de Deus – ressalte-se a imprudência e falta de sabedoria deste comportamento de tentar impor a verdade do evangelho porque, pelo mesmo evangelho nos é ordenado evitar a pessoa facciosa, desviando-se dela.

E para o mesmo propósito, Jesus nos recomenda mansidão e cautela ao pregar a verdade num mundo em que há pessoas dispostas a usarem até mesmo de violência extrema para deter a citada pregação:

“Eis que eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.” (Mateus 10.16)

O modo de ser sal e luz do mundo, portanto, não é impondo padrões à sociedade como um todo, mas vivendo santa, justa e piedosamente, no amor de Cristo, fazendo o bem a todos, inclusive aos nossos inimigos e aos que nos perseguem e amaldiçoam, todavia, nunca se esquecendo que a palavra do evangelho e o poder da graça de Jesus Cristo, há de se mostrar eficaz tão somente àqueles que se arrependem e que de bom grado e voluntariamente acolhem a Palavra da verdade com mansidão em seus corações.

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"Ele (o Pai) nos tirou da potestade (império) das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor" Colossenses 1:13

Belkis

O futuro é como uma corredeira: bate em pedras e barreiras para explodir, um dia, em luz ou trevas.

Rosemary Chaia

Eu sou a escuridão do mundo, que comigo anda se envolve em trevas e sofrimento. Eu sou todo erro que vem antes do acerto. Eu sou as linhas tortas escritas pelas mão do desespero. Eu sou o caminho por onde ecoa o grito de aflição. Eu sou a dor.

Wendel Rodrigues Maniçoba

Como pode um cristão fiel fazer um negócio das trevas ou omitir o bem, se passando por um obreiro cheio de moral?

Helgir Girodo

A zombaria do insensato contra o justo não tem fim, porque o seu caráter vem das trevas.

Helgir Girodo

Para o mundo que tem sede, podemos ser sal e, para o mundo que está nas trevas, podemos ser luz, apenas aceitando a transferência do poder e da identidade de Cristo em nós.

Helgir Girodo