Trago

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Minha Homenagem ás Familias de Santa Maria, todos os meus sinceros sentimentos, trago esse poema que acabei de fazer:

As Flores de Santa Maria - RS

Imagine flores no campo,
Flores que cresciam,
Que ainda não haviam desabrochado.
Sementes que cresceram,
E transmitiam perfumes,
Das mais agrádaveis fragancias,
Jasmin,
Citrus,
Amadeirados,
Lavanda,
Todo cheiro que era admirado
Por seus jardineiros,
Suas familias.
Todo esse jardim,
Era jardim de noite,
Era jardim de dia,
Era o Jardim de Santa Maria,
Que em um certo dia,
Foi alvo do devorador,
Que procura o que consumir,
Óh fogo,
Não me beije.
E o fogo beijou todas as Jasmins,
As margaridas,
Os cravos,
Os manjericões,
As rosas,
Beijou todo o jardim,
E os transformou em Cinzas,
Em dor,
Em tristeza,
Óh FOGO, por que os Beijou?
Esse jardim
Seria um dos mais belos,
Seria o jardim de sonhos,
Seriam as flores da pedagogia,
Da engenharia,
Da medicina,
Da zootecnia,
De tantos outros.
Eles seriam o belo Jardim
De Santa Maria.

Zalex Ribeiro.

Zalex Ribbs

"Porque da morte tanto espanto,
se ao nascer já trago a sina
de viver até que esta assasina
acabe da vida os seus encantos?"

Jose Arimateia da Silva

A ceia de corpos


O Amor é um laço que ato ao ato
Desfaço
Refaço
Crio e trago
Junto ao cio
de sua presença marcante
Veia etérea que alimenta minha doce bacante!
Menina-Mulher... Musa, me iluda em sua dança!
Afresco de capela... Olhar de fra angelico
Desejo contido em gotejar milimétrico
Noturna ceia de corpos em plena ciranda...

Otavio JM

Trago marcas, de uma infância vazia. Trago lembranças de muitos que deveriam caminhar sempre ao meu lado. Trago a esperança de gargalhar meu riso que o tempo se encarregou de apagar.

Douglas Melo

Trago a fantasia dos contos que nunca viverei (e tirei proveito disso).

Douglas Melo

Trago comigo o que me faz erguida. Uma fonte de significações, pés descalços, flutuantes. Cabelos soltos e olhos fechados. A minha palavra escorre de dentro e transborda sentido. Tem poros, respira. E nesse escopo entre o que vejo e o que represento, sigo dançante por entre as letras da minha docilidade de enxergar o irreal. Sou brisa em meio às duras linhas do ser. Sujeito simples. Eu respiro poesia. Eu despejo os símbolos daquilo que (ainda) preciso entender. E na gramática da minha sede, o balançar dos signos ditam a servidão do meu dom. Sou letra e fonte livre frente à loucura da expressão. E na tolice de tentar interpretar a vida, faço palavra viva.

Regiane Raquel

Linhas infinitas
Sentimentos inacabados
Figuras abstratas,
Um trago, mais um trago!
Corpos atraídos, copos virados.
A putrefação sentida na sua essência
Decadência, desrespeito, negligência.
Mais um trago, mais um trago!
A trilha sonora que se segue
É o silencio que rompe o escuro,
Noticias de ultima hora
Amaram-se em demasia,
Beberam de mais!
Sonhos e fantasias
Acabaram como tristes,
Mas quase sempre esperadas
Manchetes de jornais!
Enquanto amigos para reverenciar
Imbecilmente conclamam,
Mais um trago, mais um trago!

Pablo Gabriel Ribeiro Danielli

Na Velhice/ no Outono/ na Saudade

Ainda trago ao pé de mim
aquela mulher ao meu lado.
Deus, como foi rápido,
cada olhar sem rumo e disfarçado
os beijos ardentes como febre de outono.

Outrora desses anos todos que passaram
carrego no meu interior
a única mulher que eu amei.

Tive muitas outras
uma por noite
duas por noite
três
quatro
outras por meses
até anos longos e duráveis
mas aquela, nunca se apagou da minha vida,
nem nunca vai.

Não tive chance de ter mais dores com ela
ajudá-la em suas necessidades,
diversas tristezas e calamidades.

Ela está ai, anda por ruas estreitas
por entre cidades pequenas.
Sei que viaja, cuida dos filhos
se resguarda, bebe vinho no natal
faz dieta e lê bons livros
poupa-se do cansaço da mulher
e lembra,
às vezes lembra.
Talvez todas as noites
ou intervalos de meses
anos,
até décadas
Meu Deus, isso é muito tempo
mas ela lembra.

Não se lembra de mim em si,
porém do sol diferente
que brisava seu rosto pequeno.
Pai! Como eu ainda lembro
daquela pinta na bochecha
no corpo tão pequetito, e tão sereno.

Lembra-se dos chocolates, das flores
dos jantares fulminantes e estrelados.
Voltávamos e eu virava a esquina errada
só para continuar mais tempo a andar com ela.
De quando eu chorava ao deixar ela em casa
na vigia da lua e dos anjos.

Eu não me esqueço, como eu não me esqueço
do amor que virou arte nos ares
nos cafés que frequentamos,
das trufas que comemos
dos ursinhos de pelúcia
no cinema,
das horas esquecidas ao telefone
eu nem olhava para o relógio.
Das diversas vezes que levou as roupas à costureira
para remendar os rasgos que eu havia dado
na noite anterior.
E de quando ela me chamava de: "louco",
o meu "louco".

A vida? A vida passa por ai,
despercebida e calada.
Não dá o menor sinal de aviso
ela anda nas pontas dos pés
de mansinho, a cada dia que nasce
a cada sol que aparece
como que se voltasse de uma festa
e a vida, um dia fica nessa festa que não tem hora pra acabar
chamada mundo.

Hoje, já se passaram sessenta anos
sessenta e poucos anos, confundo os números,
que o meu amor foi embora.
não sei ao certo
estou velho
meus cabelos brancos não me deixam mentir.

O que eu diria se ele estivesse na minha frente agora?

- Diria o tanto que eu ainda a amo.
Palavras que me abalam profundamente.
Porque são palavras que eu nunca disse.

alexandre morais

Dos sonhos de marte
trago estrela, lua e estandarte.
Meu mundo nunca vai desabar.

Renas Barreto

Tudo por um trago nada pela fome
tudo por cigarro tudo que é ruim consome. Por ele nós falamos a Deus nós amamos
Si tem que ser assim intaum somos o que
somos

Cascão (TSG)

Trago em mim uma vontade de ir além de meus limites, de ultrapassar minhas fronteiras, de romper barreiras... Nasci com esta marca de quem quer da vida, o viver... De quem convive com a sina de confrontar os padrões e questionar a lógica... Tudo em mim é apoteótico, imprevisível, imensurável... Todos os dias eu brigo com a minha censura, que vive exigindo que eu me restrinja... E nessa briga ganha quem dita as regras... e as únicas regras que eu sigo, são minhas!

Mell Glitter

Soneto da Saudade

Trago nos olhos...
Lágrimas de saudade.
Sentimentos doces e velhos.
Guardados ao longo da minha idade.

Até me fiz poeta.
Para lembrá-lo em versos.
E regar esse soneto é minha meta.
Com pingos ungidos do universo.

Ah, saudade intensa.
Vá de mim...evapora, por clemencia.
Não vê que estou sem meu porto seguro?

Deixa-me abrir os olhos com ternura.
Seca minhas lágrimas dessa amargura.
Dessa saudade, sentimento duro.

Dayse Sene

"Nao tenho ouro nem prata,mas trago o que de mais precioso me foi dado:jesus cristo"....

Papa Francisco

*COBAIA DO PRAZER *
Você tem razão, trago imensa tristeza no olhar,
nesse meu olhar que traduz a solidão
se existiu alguém que me quis bem esse amor não disse, e meu olhar continua triste, poque é só teu meu coração
Nunca fui feliz no amor, só colhi desilusões
jamais me deram valor, conheci torpes traições
fui infeliz sem querer, sou da vida um perdedor,
fui cobaia do prazer, sou triste por falta de amor.
Esse meu olhar, só entende quem também sofreu
quem igual a mim , não consegue nem chorar.
minhas lágrimas são contidas em desencanto ,
eu consigo esconder meu pranto, mas a tristeza eu trago no olhar
fui infeliz sem querer, sou da vida o perdedor,
fui cobaia do prazer, sou triste por falta de amor.

composição de Divanil Garcia.

divanilgarcia

*COBAIA DO PRAZER *
Você tem razão, trago imensa tristeza no olhar,
nesse meu olhar que traduz a solidão
se existiu alguém que me quis bem esse alguém não disse, e meu olhar continua triste, poque é só teu meu coração
Nunca fui feliz no amor, só colhi desilusões
jamais me deram valor, conheci torpes traições
fui infeliz sem querer, sou da vida um perdedor,
fui cobaia do prazer, sou triste por falta de amor.
Esse meu olhar, só entende quem também sofreu
quem igual a mim , não consegue nem chorar.
minhas lágrimas são contidas em desencanto ,
eu consigo esconder meu pranto, mas a tristeza eu trago no olhar
fui infeliz sem querer, sou da vida o perdedor,
fui cobaia do prazer, sou triste por falta de amor.

composição de Divanil Garcia.

divanilgarcia

Minhas tristezas são refletidas em dores que trago na alma...

Rachel Knupp

Eu venho de Manica e respondo pelo nome de Maneca e trago aqui para vocês uma caneca.

Sitifane Faustino Erneio

Eu trago comigo os estragos da noite
pela infinita estrada que tracei
Eu ando sozinho pela madrugada
apagando os erros em doses viradas ..
Me lembra a verdade de quem um dia mentiu
e corre pra longe pra nunca encontrar ... ´´

David Ballot

Olha eu sou Sr. Carreca e trago para te uma caneca e não quero que me chames de Maneca só porque acabo de chegar de Manica.

Sitifane Faustino Erneio

Gosto de dias ensolarados, pois assim trago para dentro de mim toda essa luz quentinha que me acolhe e ilumina minhas imperfeições.

LilianePMarques