Trabalhador Rural

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Olhai os Lírios do Campo que não trabalham e nem fiam e no entanto, nem Salomão em toda a sua glória jamais se vestiu como um deles.
Olhai as aves do céu que não plantam e nem semeiam mas Deus as alimenta e as veste, quanto mais não há de alimentar a vós homens de pouca fé?

Jesus Cristo

O Espiritismo abre a Arte um campo novo, imenso e inexplorado. E quando o artista trabalhar com convicção, como trabalharam os artistas cristãos, colherá nessa fonte as mais sublimes inspirações.

Allan Kardec

25 DE MAIO = DIA DO TRABALHADOR RURAL =
Minha singela homenagem aos guerreiros trabalhadores do campo que, incansavelmente, de sol a sol alimentam o progresso e a população desse nosso Brasilzão abençoado por Deus. (Márcio Souza),

MEU SERTÃO SERTANEJO.
Márcio Souza

Sou um caboclo da roça,
Sou um pacato roceiro,
Vivo na minha palhoça,
Trabalho o dia inteiro.

Por mais cansaço que eu tenha,
De sol a sol eu trabalho,
E cada dia que venha,
Com o primeiro cantar do galo.

De manhã tem café quente,
Do velho fogão de lenha,
Para que o peito eu esquente,
Pra começar a ordenha.

Jogo milho no quintal,
E ração lá no chiqueiro,
E recolho no curral,
O meu gadinho leiteiro.

Aqui o tempo é sagrado,
Não dá moleza a quem possa,
Quando não está cuidando do gado,
Está cuidando da roça.

Não tenho hora marcada,
É uma só correria,
Pra realizar a jornada,
Em tempo, no fim do dia.

Eu me orgulho do que faço,
Com muita satisfação,
Não sinto qualquer cansaço,
Dessa minha profissão.

Sou matuto, sou roceiro,
Caboclo sem muito estudo,
Nesse sertão, vivo e cuido,
Desse meu chão Brasileiro.

Aqui é muito legal,
Aqui, respiro felicidade,
Não troco a vida Rural,
Pelo conforto da cidade.

Tudo aqui é beleza,
Tem canto da passarada,
Encantos da natureza,
Aqui é a minha morada.

Agradeço a Deus por isso tudo,
É nesse rincão, meu pedacinho de mundo,
Que eu quero permanecer,
No meu cantinho e meu chão,
Pois é nesse meu doce sertão,
Que nasci e quero morrer.
Márcio Souza.

Márcio Souza

Homenagem ao Trabalhador Rural!
Nossas homenagens a homens e mulheres, cuja atividade, além de contribuir para o crescimento econômico do país, é produzir alimentos para o sustento de todos.

Marcos Alves de Andrade

O Roceiro
Pelas paredes gretadas
Mugidouras vacas deitadas
Paciente e ruminante
Observava, ele via
O amanhecer no horizonte
Lá vem a barra do dia.
Acorda mulher, acorda Lia
O algor cobria de neve o chão
Que frio!... Virgem Maria
Levanta mulher, coragem e opinião
No poleiro, não tem mais galinha
Façamos junto a oração
Salva-nos, ajuda-nos oh!... mãe rainha
Opinião! Opinião! Exclama
Com mãos calejadas o rosto lava
Descalço, pisa n' água, na lama
Se não fosse ele, homem chorava
Sorrindo, alegre, a vida leva
Mulher!... este frio é geada
Mas enquanto o café côa
Amolo minha enxada
Pois, não gosto, não fico a toa
Também trato das bicharadas
Dos porquinhos e da marrôa
Marido o café tá coado
Vem beber senão esfria
O roceiro vem afoitado
Não vim antes, não sabia
Bebe e pega seu machado
Nossa lenha não vai ao dia.
É triste; não sei ler, sou tapado
Amanhã preciso de arrogo
Marido!... me dá licença
Vou por feijão no fogo
Desculpe, arrogo não é doença
Fala logo com seu sogro
Meu pai tem clemência.
A tarefa d' manhã terminada
O roceiro vai sossegado
Cachimbo na boca e na mão a enxada
Também no ombro o machado
Derrubar a matarada
Onde tudo é plantado
Descalço, nos trieiros, na saroba
Alegre, cantando, não tango
Pula, um bicho, é cobra
Foi engano é um calango
Que bela mata e gigante peroba
Roço, queimo e planto morango
O céu, a serra enfumaçada
Dos roceiros a história narra
Árvores deitadas, folhas esturricadas
Por todo lado zumbido de cigarra
É tempo agora de queimadas
Quase tristeza o roceiro agarra
Vamos urgente aproveitar
Chegou a flor do mandacaru
O sol não vai mais esquentar
Que fumaça! Foge o inhambu
Nossa roça vou por fogo, queimar
Essa chuva não vai pegá-la cru
Mulher!... Vamos agora plantar
Arroz, milho, mandioca e feijão
Se o pai do céu nos ajudar
Vamos fazer um farturão
A nossa fé não pode, não vai faltar
Não esquecendo da oração
Na roça tudo é dureza
Lá dá praga pra chuchu
O prejuízo é quase certeza
Corre perigo da cobra urutu
Formiga, cupim é da natureza
Destruidores, passo preto e tatu
Quando planto, sou feliz
O tatu, mandioca e milho ranca
O roceiro não maldiz
E por Deus, não adianta
Formiga nas folhas, cupim na raiz
E vem o sol virgem mãe santa
Chega então a colheita
Houve grande resultado
Labuta, sofre, não deita
Corajoso, alegre vai o coitado
Uma boa cama ele enjeita
Foice no ombro, fazer novo roçado
A história do roceiro
Ela é indeterminada
Bolso limpo sem dinheiro
E a ele não falta nada
Veste algodão e sempre caseiro
Crê em Deus, crendice e fada.

Josias Pereira Bahia

O campo de jogo é meu habitat natural. Trabalho como se não precisasse de dinheiro, venço como se nunca tivesse perdido, e grito como se ninguém estivesse me olhando!

Anderson Massahud

Sejamos como bons homens do campo.Que vivem plenamente;
Trabalhando, aprendendo, ensinando
Superando dificuldades de uma vida simples
seguindo os valores antigos, buscando apenas a felicidade em seus recantos.
Que possamos plantar o bem, cultivar o amor, regar a felicidade.
Colher os frutos do trabalho e do esforço de cada dia.
Valorizar a família, cuidar do que nos foi e é dado pelo PAI.
Ser feliz com o que se tem e por ser o que é, fazendo sempre o melhor de si.Sem temer os obstáculos diários.
Viver serenamente na simplicidade em seu lugar, sem se importar com o que à la fora, pois tudo que é necessário para viver está ao seu redor e alcance!

Arthur Brustolim

O trabalho é um dos melhores investimentos para o Estado;seja ele nas cidades ou no campo,porque contribui eficazmente com a circulação da riqueza de um país.

Adelmar marques marinho

Vivemos numa época em que as pessoas não trabalham mais a mente criativa, não navegam mais no campo das ideias. Por isso, corremos o risco de nos tornarmos repetidores, e já os somos em nossa grande maioria.

Fernando Valverde

É POR AMOR
Sou como alguém que trabalha no
campo,
De sol a sol, sem descanso.
Basta uma gota de chuva ou
inspiração,
O poema nasce no compasso do
coração.
Cada pingo no telhado,
Dita o compasso.
Cada rima escrita,
Dita a batida.
Sou alucinado que nem Carlos, o
chacal
Transformo a literatura num teatro
musical.
Sem xenofobia, homofobia, ou
Islamofobia
Apenas a poesia que irradia,
Como a luz de uma virgem Maria.
Posso parecer um extremista da
América do sul,
Mas, sou menos terrorista que as
facções políticas do Ipu.
Que nem o orvalho que cai de uma
planta,
Ou uma criança que dança ciranda,
Assim é um poeta escrevendo,
Os traços faciais de quem está
lendo.
Pois poesia é pra mim e você,
Até um E.T. irá entender,
Que faço por amor, FOR EVER!
Canso mais que na maratona de São
Silvestre.
É por amor, é por justiça!
Escreve no meu túmulo,
Alberto Ativista.

Alberto Ativista

"Olhai para os lírios do campo, como eles crescem: não trabalham, nem fiam. Eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles" (Mateus 6:28-29).
E quando o amor ao dinheiro, ao sucesso fútil e vazio, o desejo irrefreável de consumo, atendendo aos apelos do comércio, nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu.

editelima

A diferença entre os “nem-nem” das cidades e os do campo é que os primeiros nem trabalham e nem estudam e os segundos nem plantam e nem colhem.

Vinícius Tadeu