Tia para Sobrinha

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[parte 17]

Desconsertada, ela logo tratou de mudar de assunto.

“E aqui a tia ainda pretende construir um...”

Ele interrompeu.
“Por que você tá mudando de assunto?”

Sem entender, ela disse:
“Por que você tá tocando nesse assunto? Você mesmo disse pra gente sair e conversar sobre outras coisas...”

“É que...eu vi essa caixa...e lembrei da sua festa...quer dizer, me lembrei do que li sobre a sua festa...”

E nesse momento ele recordou de um trecho do diário que falava sobre uma tal “palavra proibida”. A menina planejou a festa de aniversário minuciosamente. Embalada pelas estórias que ouvia na infância e pela sua imaginação fértil, ela passou a “acreditar” que era uma princesa e que seria “resgatada” pelo seu "príncipe carioca". E o dia do resgate seria na sua então festa de 15 anos. Sim, ela não era mais criança e normalmente meninas dessa idade não planejam festas assim, nesses moldes. Mas naquela época ela conservava dentro de si a fantasia (ou talvez até hoje...). Era extremamente romântica, ao ponto de se sentir idiota por isso. Só que, como vocês já sabem, as coisas não aconteceram como ela imaginava. Ele não foi na festa, nem ao menos telefonou. E ela passou a noite em claro. Ficou arrasada, aos pedaços. Depois disso, aboliu a palavra “princesa” da sua vida. Proibiu qualquer pessoa de chama-la assim. Ninguém entendia o por que. Tinha pavor, horror. Trauma, mágoa. Profunda tristeza. Tratava com sarcasmo, ironia.

“Acho que a gente já viu tudo o que tinha pra ver aqui. Podemos ir?” perguntou ela, desejando sair daquele lugar o mais rápido possível.

Ele, ignorando completamente o que ela havia acabado de dizer, continuou explorando o lugar e algo lhe chamou a atenção: uma vitrola antiga e algumas caixas lotadas de discos de vinil. Ele se aproximou.

“Nossa! Quanto tempo eu não vejo uma dessas.... Ainda funciona?” perguntou ele.

“Sim. Sempre que vem aqui a tia escuta um pouco alguns discos...”

Ela foi se dirigindo para a porta do paiol, como se quisesse sinalizar que queria ir embora. Ele, totalmente alheio, começou a “fuçar” na tal vitrola. Percebeu que estava ligada em uma tomada. E resolveu testá-la. Com delicadeza colocou a agulha sobre o disco que já estava no aparelho. O som que saia das caixas lembrava aqueles rádios antigos. Mas a música começou a tocar e encheu o ambiente. Era “Time after time”, de Cindy Lauper. Ele achou graça.

"Essa é das antigas mesmo, hein..." ele comentou, rindo.

A menina, de braços cruzados, na porta, assistia a cena, impaciente, desconsertada e séria. Ele, que até então estava olhando para a vitrola achando tudo engraçado, a encarou sério. O coraçãozinho dela disparou.

“Dança comigo?”

“O que?? Você...você tá louco? De jeito nenhum!” respondeu a garota, aflita.

“Eu tô te devendo uma dança”.

“Você não tá me devendo nada!”

Ignorando totalmente o que ela falava, ele seguiu em frente, em sua direção. Ela, tremendo, desviava o olhar. Queria sair correndo, fugir, mas simplesmente travou. Suas pernas não obedeciam mais. E ela não conseguiu dar um passo sequer. Parecia que estava colada no chão.

Ele, se aproximando, olhava fixamente pra ela. E quando chegou na sua frente, a segurou pela cintura. O coração da coitadinha parecia que ia sair pela boca.

“Para com isso, por favor...”

“Eu só quero dançar com você”

E colocando os braços dela envolta do seu pescoço, começou a conduzi-la na dança. Ela estava dura, tensa, rígida. Uma pilha de nervos. Não acreditava que aquilo estava acontecendo. Por tantas vezes ela imaginou essa cena e agora parecia que estava no meio de um sonho maluco, sem sentido, sem noção. Ele porém parecia estar extremamente confortável. Tanto é que se aproximou mais ainda dela e deitou a cabeça em seu ombro, fechando os olhos. Estavam os dois ali, dançando, em pleno paiol!

Foi quando ela olhou para fora do paiol e arregalou os olhos. Parecia que tinha acabado de ver um fantasma. Ficou apavorada, petrificada. E sem pensar, empurrou o rapaz. Ele, sem entender aquela reação já ia questioná-la, mas após olhar para fora do paiol calou-se e engoliu seco. Não podia acreditar no que estava vendo. Ali, bem ao lado deles, assistindo tudo: a tia e a mãe dele. E Isabela.

(continua...)

Tainah Ferreira

Descuida-te, e te perderás em tí..a vida te precisa atenta!!

Fatima Mileo

bom to aqui pra falar o que aconteceu agora
eu tava na rua e de repente começa a briga de tia e sobrinho
são crianças pequenas começa um a xingar o outro
dai o menino joga um monte de areia só que não bate nela só bate em mim no meu tio e no meu vizinho dia ele só fala "POXA" ai ele tira toda areia do corpo
o menino vai joga areia nele de novo
ele se arreta e jogar a areia pra cima dai a areia cai em cima do menino que jogou primeiro ele sai chorando e vai dizer ao pai dele que o menino bateu xingou e jogou areia no olho dele dai o pai do menino vem gritando com o menino
uma criança ele não é de falar palavrão nem de ta xingando as pessoas o pai do menino tome a esculhambar o menino fica calado sem dizer nada quase chorando o pai do menino fala "VOCÊ É MUITO GRANDE PRA TA JOGANDO AREIA NELE JÁ PENSO SE TIVE-SE VIDRO E TIVE-SE SEGADO O OLHO DELE QUEM IA PERDER A VISÃO ERA ELE EU VOU FALAR COM SEU VIU QUE VOCÊ NUM TEM DIREITO DE TA FAZENDO ISSO COM O MENINO NÃO VOCÊ JÁ É CRESCIDINHO PRA TA FAZENDO ISSO COM O MENINO"
eu olho pra ele e digo "SEU FILHO É GRANDE PRA BATER E FAZER AS COISAS COM OS OUTROS MAIS QUANDO VAI FAZER COM ELE ,ELE É PEQUENO NÉ AGORA VEJA JÁ PENSOU DE TIVE-SE VIDRO NA AREIA E CORTA-SE O MENINO? VOCÊ SÓ PENSA NO SEU FILHO VOCÊ NUM SABE NADA DO ACONTECEU POR ISSO VÁ FALAR NESSE TOM COM A MÃE DELE DO MESMO JEITO QUE SEU FILHO TEM PAI E MÃE ELE TAMBÉM TEM ELE NÃO É CÃO SEM DONO NÃO PRA VOCÊ TA GRITANDO DESSE JEITO NÃO " o pai do menino vai embora e fica lá na dele queto a prima do menino passa e diz coisa com ele também e o pai dele vai dizer que o errado é o menino mais velho

o errado é seu filho que meu primo tava queto no canto dele e seu filho vem e faz isso com o menino é claro que ele vai devolver na mesma moeda

"QUEM É O ERRADO DA HISTORIA GENTE ESCREVE COMO COMENTARIO

Anonimo 12

Tia Silvia

Acho que me falta até força pra te escrever alguma coisa. Mas eu preciso colocar pra fora o que eu sinto... Ainda mais eu, que você sempre dizia ser seu orgulho quando escrevia meus textos em datas comemorativas ou quando o coração apertava. E agora, é um desses momentos.
Estou tentando ser forte. Mas o amor e carinho que tenho por você é grande demais para conter as lágrimas e a saudade. Saudade acumulada, saudade presente, saudade precipitada. Vai ser difícil sem você.
Pode parecer injusto, mas Deus não erra, e se Ele te tirou de nós, tem um propósito, só que agora, a gente só enxerga as perguntas, que são muitas e todas sem resposta e nem se quer uma hipótese.
Jamais esquecerei seus detalhes. Seu sorriso alegre, suas táticas para tirar fotos, seu jeitinho apaixonada de falar no telefone com o Luis Felipe, sua comilança e a gente precisando fazer aquela coisa e falando o tempo todo. Hahahaha.
A gente sofreu muito nos últimos dias, mas prometo sempre lembrar de você bem. Porque era assim que eu você era e eu te via: alegre, mesmo nas dificuldades. O obstáculo vai ser difícil, mas a gente consegue! Consegue porque você conseguia tudo e a gente vai fazer isso por você!
Hoje foi a prova do quanto você foi importante na vida de muita gente, de quantas pessoas você conquistou e quantas pessoas estão felizes em saber que você lutou de cabeça erguida e foi forte, e ao mesmo tempo, quantas pessoas estão tristes por nossa forçada separação. As vezes a gente nem imagina o quão especial somos na vida de alguém, né?
Nosso orgulho, nossa anjinha. É uma dor inexplicável e um amor sem fim.

Larissa Dias

- Fale da sua tia, de suas glórias infantis, mas poupe-as de suas conquistas anteriores.

Eduardo Costa

Sou Mãe/Tia/Avó/Bisavó

Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista. Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou Anne. "Sou mãe."
"Nós não consideramos 'mãe' um trabalho. 'Dona de casa' dá para isso", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante, do gênero oficial inquiridor'.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou. Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
"Sou Pesquisadora Associada no Campo do Desenvolvimento Infantil e das Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exatamente nesse campo?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me a responder:
"Tenho um programa permanente de pesquisa (qualquer mãe o tem), em laboratório e no terreno (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Trabalho para os meus Mestres (toda a família), e já passei quatro provas(todas meninas). Claro que o trabalho é um dos mais exigentes da área das humanidades (alguma mulher discorda?) e freqüentemente trabalho 14 horas por dia (para não dizer 24...)."
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta. Quando cheguei a casa, com o troféu da minha nova carreira erguido, fui cumprimentada pelas minhas assistentes de laboratório - de 13, 7 e 3 anos.
Do andar de cima, pude ouvir a minha nova modelo experimental (uma bebê de seis meses) do programa de desenvolvimento infantil, testando uma nova tonalidade da voz.
Senti-me triunfante!
Tinha conseguido derrotar a burocracia!
E fiquei no registro do departamento oficial como alguém mais diferenciado e indispensável à humanidade do que "uma simples mãe"!
Maternidade... Que carreira gloriosa! Especialmente quando se tem um título na porta.
Assim deviam fazer as avós: "Associada Sênior de Pesquisa no Terreno para o Desenvolvimento Infantil e de Relações Humanas". As bisavós: "Executiva-associada Sênior de Pesquisa". Eu acho!!! E também acho que para as tias podia ser: "Assistentes associadas de Pesquisa".

autoria desconhecida

Saudade não existe dor maior do que saudades a minha é por ti TIA querida nunca irei te esquecer

Emiliana

Já nascí de modo incomum, protegida, diziam, e tia Izaura, parteira, dizia “empilicada”, fato raro numa cidade tão pequena nos anos 60 exatos. Crescí descalça a correr pelas “beiradas” de rios, engolindo vento, pastanto com animais, numa vivência que achava ter assim pelo resto do mundo, onde eu fosse..e era tudo tão cheio.......águas, afetos, pessoas, instantes, alegrias, tudo derramava, até encher os olhos.
Hoje paradoxalmente quero me esvaziar, não dessas lembranças, mas de todo caminho de lá até aqui, justamente para mantê-las intactas em mim, e reaver o sentido dessas pequenas coisas para me lembrar que posso retomar caminhos sempre que quiser ou precisar, pois assim o retorno é fácil, como era fácil o riso. Tenho saudades de rir, gargalhadamente até chorar, de alguma besteira dita ou escutada...há muito estou sem riso, não por que culpe alguém, mas porque não me permití, deixei que a vida endurecesse a boca, e nem de mim mesma mais rio, o que me era tão comum...estou levando a sério meus erros e defeitos, e isso é péssimo...definitivamente essa não sou eu!! Me quero de volta, mesmo que as pessoas não gostem de mim do jeito que sou, não quero mais tentar me adequar ao que elas querem, precisam, e são!!

Fatima Mileo

Amigos e Colegas !
amigos: chamam seus pais de : tio e tia
Colegas: chamam seus pais pelos nomes.
Amigos: chora com você..
Colegas: falam pra não ficar triste..
Amigos:falam samos mais que irmãs...
Colega: falam samos que nem irmãs..
Por isso nunca escolha Amigos pela ponta dos dedos e sim pelo coração.. *_* Amigaa Te Amo !!

Marcelle Pires _

Versos de amor denotam meus sentimentos, afogam meu peito,
Nessa força que vem de ti.a caricia meu coração . . .Me Trazendo paz!!

Hoje,delicio em seus doces versos de amor,e assim, perdura toda essa forte expressão de amar . . .

Invade nossos corações amados, e entregam-se a
esse amor,que já faz parte de nós . . .

São versos, são mimos, lindas palavras, cartas de amor, ditas em poemas, . . .
Te agradeço por me amar assim . . .

Amo seus versos!Amo você . . .

A vida só é vida .quαndo é vividα por duαs vidαs em umα só vidα.

Diogo Oliveira

Dia 24/01/2010
Ontem minha noite foi perfeito eu minha tia minha irma dani e tuco ai a gente foi a festa chegamos la 00;00 hras ai chegando la não tinha muitas pessoas ,mais tinha um garoto muito gato ele fikava me olhando e eu olha para ele ai fikamos quase a festa toda assim ele me olhando e eu olhava para ele ,hummm ele e muito gatinho ele e moreno alto forte humm uma delicia ,ai quase no finalzinho da festa ele parou do outro lado da pista e eue esta no outro ai ele fikava me olhando e eu olhava ele ai depois minha tia chegou nele e perguntou se ele queria me conheçer ,ai ele falou que queria sim me conheçer ,ai quando minha tia estava chegando perto de mim com o menino ,eu acho que fikei vermelha ,ai minha tia foi e falo com assim’’essa daki e minha sobrinha ‘’ ai a gente fiko conversando ai eu beijei ele fikamos mo tempao depois ai depois a gente paro fiko conversando ,depois a gente de conversa e ele me beijo ,ai minha tia me cutuco pq tinha um carro igual do meu pai la fora ai ela me aviso ,ai eu fui e falei com ele assim’’aki minha tia esta achando que e meu pai ali fora entao daki a pouko a gente encontra ‘’ ai ta eu fui e fikei sentada conversando com minha irma ai passo um tempo ai a gente foi ve que não era meu pai que era um cara que tava de olho na minha irma ,ai eu tava mo distraida conversando com minha irma contando ele o que eu e ele estava conversando aia derepente minha irma levantou a sambrancelha fazendo sinal para mim olhar pra traz,ai quando eu olhei para traz ele estava sentado na cadeira que estava do meu lado,ai ele começo a conversa comigo ai ele foi e começo a acariciar o meu rosto começo a beijar minha bochecha ,ai nisso minha irma me chamo pra ir la pra fora pq o carinha que queria pegar, ele chamo ela pra conversar com elaa ,ai foi eu o todinho e minha irma , ai minha irma fiko conversando com o rapaz la eu eu fikei conversando com meu todinho ,ai eu tinha dito com o todinho que eu odiava que me chamava de ailla,ai eu e ele paramos perto do portao ai ele começo a me chama de ailla ai fikava falando ailla bem baixinho no meu ovido ai isso me deixava doidinha,ai teuma hora que jessica me pediu para pidir minha tia chiclete, ai eu fui e dei o chiclete a jhe ,qi eu fui e sai pra rua ai ele foi e fiko no portao ai eu fui e falei assim’’me deixa entrar ‘’ ai ele foi e fallo assim’’ eu não deixo ‘’ ai eu fui e disse assim’’entao ta eu vou embora’’ ai eu fui e dei ass coosta para ele ai ele foi e me puxo e me abraço por traz e me deu um bjo no pescoso ,ai eu fui e encostei na parede ai ele foi e fiko me beijando,ai minah tia foi e me chamo pra ir embora ai ele não queria deixar ai eu fui e falei com ele assim ‘’vc não vai despedir de mim não ‘’ ai ele nen falo nda so me agaro ele e me beijo,ai eu fui e falei assim ‘’deixa eu ir’’ ai eu dei um selinho nele e fui embora

Fim..

Ayla

Dia 24.07.2009 às 19:06 hs

Pai -> me levou para cortar o cabelo.
nao me levou para minha tia rita.
quase me bateu,pq minha mae tava reclamando de mim.
ficou me chamando de chato!

Mãe -> fico reclamando de mim !!
me bateu pq nao queria ir comprar pao.

Vó -> contou algumas coisas para minha mae, de eu bater nela !!

Luane -> agente brincou um pouco, mais logo minha tava gritando ..
fico me irritando,me chamando de obeso.

Luan -> ta muito gostosinho !

Lucas H.

Quando o homem te quer, ele dá um jeito e consegue, não importa a morte da tia, a reunião importante. Ele se vira e além de conseguir o teu número, ainda te conquista.

Camila Bill

***Em continuidade à Suspiro D'Alma !
Em segundo momento de minha vida !

Minha Tia Cicinha ; que me deu seu Afeto , Colo e me Amparou no seu Lar !
Em alguns momentos por imaturidade possa tê-la ferido !
Mas...
Jamais... Esquecerei suas lições...
Que sempre escutei com atenção !
Ela ; acordava cedinho : às 4:00 AM
Hoje eu a imito.
À Ela ; Minha Eterna Gratidão...
Meu Pai ; José Mendes Neto !
Meu Querido ; meu Velho ; meu Amigo
Minha irmã de sangue paterno : Uldime de Lira Mendes !
Que me acolheu no seu Lar !
Quando em São Paulo fui morar !
Jamais ! Esqueço !
Marcos Santtini [ Marcão ] !
Namorado da minha irnmâ ; Uldime
Que me deu sua mão amiga ; me empregou na sua loja-fábrica Verssati !
Em Santanna ! Bairro São Paulo !
À todos que D'us...Maria Santíssima e sua Falange Divina sempre os acompanhe !

Arnaldo Leite Neto

Se fosse que o meu coracao tem chave, eu te dava para poderes abrir e vais encontrar escrito: eu tiamo!
Eu ti adoro!
Eu ti quere ate a morte.

Urdilas

Tô na larica, tia, desce aquela empada
E um guaravita, fortalecendo a vagabundagem
Atividade máxima... ainda cedo dá
Pra resolver uns trampo pelo celular

Filipe Ret

Tia tristeza está aqui ao lado: tricotando sapatinhos para a netinha melancolia que acaba de nascer.

FabiArmond

.. Mas é que seu nome me causa, estilhaço de vidraça suja, jiló da casa da tia, resto de comida fria, louça suja na pia, pulmão de fumante assíduo, carcaça de fusca antigo, namorado que nunca liga.

Karime Cury