Textos Teatro sobre meio Ambiente

Cerca de 271 textos Teatro sobre meio Ambiente

Chamas

Quatro velas estavam queimando calmamente.

O ambiente estava tão silencioso que podia-se

ouvir o diálogo entre elas.


A primeira disse:

-Eu sou a PAZ ! Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me acesa.
E diminuindo sua chama devargarzinho apagou-se
totalmente.


A segunda disse:

-Eu me chamo FÉ.
Infelizmente sou supérflua para as pessoas. Como elas não querem saber de Deus, não faz sentido eu continuar queimando.
Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela, e esta se apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:

- Eu sou o AMOR! Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, porque só conseguem enxergar elas mesmas,
esquecem até daqueles que estão à sua volta.
E também se apagou.

De repente!!! entrou uma criança e viu as três velas apagadas...

-Que é isto? Vocês devem ficar acesas até o fim...

Então a quarta vela falou:

-Não tenhas medo criança, enquanto eu estiver acesa podemos acender as outras velas. Então a criança pegou a vela da ESPERANÇA e
acendeu novamente as que estavam apagadas.

"QUE A VELA DA ESPERANÇA

NUNCA SE APAGUE DENTRO

DE VOCÊ".

Desconhecido

Destarte

Luzes deflagradas na escuridão
Em estampidos secos
E ocos ecos
Num vazio ambiente.
Obscuros sentidos opacos
E silêncio barulho pós agitação
Alma inquieta em corpo estático
Descontrolado e irremediavelmente morto.
Desorientadas por tais intervenções:
- Algumas memórias -
Rememoradas a esmo.
Em instantes segundos
E verbos perdidos e símbolos rotos
Vis sentimentos em (des)conformação.

J.W.Papa

Peças decorativas tem por finalidade harmonizar um ambiente, dar a ele vida, sofisticação, torná-lo mais aconchegante e agradável. Contudo, aprendo que nossa vida também deve ser decorada. Um sorriso no rosto, simpatia, serenidade, domínio próprio podem nos tornar, assim como nos ambientes, harmoniosos. Não se assuste se novas pessoas chegarem, é sinal que você enfim se tornou uma alma aconchegante!

Alessandra Gonçalves

Alessandra Gonçalves

Moça Bela

Moça bela, que sutilmente gesticula doçura e elegância
Coloca-se discreta no ambiente, simples e pura margarida
Sorriso espontâneo, algo de luminoso em alma transparente
Sua melódica voz exalta meiga composição, que diverte e instrui
Cruza formosas pernas sem vulgaridade, apresentam-se pés delicados
Suavidade das mãos, no outro extremo corpóreo, em atraente harmonia
Implícita sedução rege o olhar e induz imantados desejos cavalheiros
Sua roupa resguarda conteúdo tal como pétalas de um formoso botão
Sabe que o momento de abrir-se pertence à sabedoria e à dignidade
Fonte de apreciação quase hipnótica e um magnífico deleite visual
Promissora mulher de personalidade e esperançoso futuro à sociedade
De sólido caráter, resplandece virtuosa e exemplar cidadã
Fruto abençoado, opõe-se às decaídas atuais mulheres-frutas
A modernidade não invalida consagrados modos de uma dama
Educada, sabe acrescentar conhecimentos à luz da cultura
Escreve seu cotidiano em múltiplos tons de Lápis Lazúli
Caligrafia e gestos benevolentes advindos do ingênuo coração
Vida como livro de romance amadurecido na ternura juvenil
Decodificada no poema, manifestação por versos de encantamento.

Augusto Matos

Sonho

De repente, ao teu lado em um ambiente,
verde, sol, brisa suave nas faces aparentes,
deitados a sombra de árvores, ao céu rentes,
afagava teus cabelos, não te deixavas carente.

Carícias recebias, de tão grandes cabias,
sensações transformadas em alegrias,
de momentos compartilhados via,
olhares carinhosos, e desejos abriam.

Tua pele aveludada, morena, cheirosa,
tuas mãos percorriam minha pele brilhosa,
teus lábios, carnudos, a tocar os meus de forma gloriosa,
nossos corpos tremiam de forma gostosa.

Sobre meu corpo o teu, teu calor o meu,
continuas caricias, palavras poucas, viveu,
sentidos aguçados, meu corpo gemeu,
uma insanidade de desejos apareceu.

Christian Santos

Pertencer

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança.
Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho.
Clarice Lispector

Clarice Lispector

Por que zelar pela qualidade do trabalho em um ambiente onde não há nenhum valor nem recompensa pelo comprometimento, sendo que os incompetentes e descomprometidos não tem nenhuma perda e eventualmente são até mais valorizados e recompensados?
“Tudo o que te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças”. (Eclesiastes 9:10).

Eric Loque Magalhães Xavier

"A maior arma contra a destruição das Matas e do Meio Ambiente em geral,
é a conscientização pessoal,
que unida à coletividade,
resultará em benefícios que se sentirá no lar de cada um,
e atingirá o Planeta Terra que tanto clama por socorro!"

1º de Junho► início da Semana do Meio Ambiente 2014

Niva Aragues ► Integrante do Conselho do Meio Ambiente...
/Subprefeitura F.Ó/Brasilândia/São Paulo/SP/Brasil

#SOSParqueDaBrasilândia

Niva Aragues

Fragmentos do meu presente

R O S A QUE PERFUMA O AMBIENTE.
COM BELEZA discreta e SI N G E L A e que ESTENDE seu ombro amigo para aquele que precisa chorar Retorna entre as belas paisagens
Para a vida; e deixa os sentimentos fluir para.
saBER NA pratica que fomos fisgado por sentimentos alheios senDO QUE somos humanos
carentes de paixões infames e de amores roubados por manifestação da emoção jogando tudo para o caminho da ilusão.


Edcorrea2014-06-07 fazenda rio grande-pr

Edson Alves Correa-fazenda Rio Grande-pr 23;31 070614 R.B

Fragmentos do meu presente

R O S A QUE PERFUMA O AMBIENTE.
COM BELEZA discreta
e SI N G E L A e que ESTENDE seu ombro,
ao amigo
para aquele que precisa chorar, e
Retorna entre as belas paisagens
Para a vida,e deixa os sentimentos fluir para.
saB E R NA pratica que fomos fisgado por sentimentos alheios senDO QUE somos humanos
carentes de paixões infames e de amores roubados por manifestação da emoção jogando tudo para o caminho da ilusão.


Edcorrea2014-06-07 fazenda rio grande-pr-RB.

edson alves correa-fazenda rio grande-pr

meu presente

R O S A que perfuma o ambiente com beleza discreta.
e si N G E L A e que estende seu ombro,
ao amigo
para aquele que precisa chorar, e
Retorna entre as belas paisagens
Para a vida,e deixa os sentimentos fluir para.
saBER, NA pratica que fomos fisgado por sentimentos alheios senDO QUE somos humanos
carentes de paixões infames e de amores roubados por manifestação da emoção jogando tudo para o caminho da ilusão.


Edcorrea2014-06-07 fazenda rio grande-pr-RB.

edson alves correa-fazenda rio grande-pr

Cada um é um ser único, mas o que o torna assim, depende de suas vivências com o meio ambiente de um modo geral, e principalmente de suas experiências com os outros seres humanos.
É isto que nos enriquece e engrandece, num aprendizado contínuo. Depende da maneira que recebemos estas experiências para nos tornarmos diferentes e iguais ao mesmo tempo...

mel - ((*_*))

Melania Ludwig

AMOR VIRTUAL
(Fátima Merigue de Mendonça)
.
Milhões de vozes se misturavam naquele ambiente frio.
Entre tantas vozes somente a tua me fala.
Ouço barulhos,teclados, risos, máquinas.
Chamo por você!
.
Do outro lado calado,transmitindo ondas de amor
você toca meu coração!Escuto vozes.
.
Do outro lado do mundo,distante e presente,
eu pressinto você!
.
Uma saudade imensurável,de tudo que nunca tive
mas que sinto constantemente.
Quero tocar-te através da tua voz.
Quero amar-te diante das pessoas
que me olham e não entendem!
.
Quero buscar-te.
Através das ondas,sentir teu beijo
quase real em meu corpo.
Milhões de vozes e você!
Fazendo-me acreditar que existe sonhos.
Fazendo-me crer que é real o instante.
.
Ouço você!
Sei que o seu corpo não está presente
mas o seu coração se faz presente
Através da tua voz,do teu suspiro.

Te ouço, te sinto,te chamo
Pega o telefone diz que me ama.

Fátima Merigue de Mendonça

Era uma vez uma Cadeira que se apaixonou perdidamente pelo Sofá. Vivem na mesma sala e o ambiente sempre fica mais aconchegante quando os dois ficam de frente. A estampa do assento da Cadeira, combina com o estofado do Sofá. E quando a Cadeira quer ficar mais faceira pro lado dele, coloca uma almofada toda estampada e bem espalhafatosa em cima dela, só pra fazer um volume a mais no seu penteado. O Sofá por sua vez, pega a manta mais bonita e coloca em cima dele, só pra ficar com um aspecto mais jovial. Passam o dia nessa paquera linda. Os raios de sol entram pela Janela que vira espectadora do amor gostoso desses dois. Janela todos os dias deixa uma fresta para o grande astro entrar iluminando tudo. Sem prestar muita atenção com tanta gente passando e empurrando, Sofá e Cadeira ficam bem próximos e fazem dessa aproximação um momento de tamanha importância. É, certos empurrões são plenamente desejáveis. Uma rotina que virou ritual sagrado, que virou estória e dentro dessa ficção acabou virando vida. Quando o braço da Cadeira bate de leve no braço do Sofá, a almofada treme e a manta sobe. Os dois não sabem disfarçar a excitação quando o inarredável muda sua opinião. Aproveitam ao máximo esse momento mágico e fazem da paquera o contexto dos seus sentimentos. Impacientemente o Sofá desenha no amassado do seu encosto um coração. Automaticamente a Cadeira treme na base e fica adoravelmente provocante. Um amor que espera todos os dias esse encontro tão sonhado. Intimidade que não se assusta com um amor que sabe incendiar o imaginário.

Essa Cadeira sabe amar extravagantemente esse Sofá.


~*Rebeca*~

-

Rebeca - Néctar da Flor

Inversão
Intimidava os seus para conseguir aquilo que queria. Em seu ambiente, seus familiares tinham que manter tudo trancado porque ele roubava. Tantas as vezes que desapareceu pertences dos que residiam no mesmo lar. Um dia não resistiram tanta agressividade e roubos de seus pertences e excluíram o tal de seu lar. Então, ele ignorou seus familiares. Encontrava os familiares, não saudava. Seus “amigos” que instigavam a promiscuidade é quem o tal tratava como “cidadão”.

PEDRO JOSÉ MARQUEZIN

A sociedade hoje em dia está igual ao camaleão, se adapta conforme o ambiente, troca seu visual para que se misture a natureza. Mais tem um porém, pois para o camaleão o meio ambiente sempre é o mesmo enquanto para a sociedade é cada dia um diferente o que faz com que pessoas não formem uma personalidade única e sempre tentam se adaptar para que fique igual sabendo que amanhã ou depois irá mudar denovo.
Modas... sempre saem de modas algum dia.

Welton de Oliveira Rodrigues

A ignorançia do homem chega a ser tão grande , que poluem o meio-ambiente , arvores e esquecem que estão sendo poluidos 2 veses mais.
Sem o ar puro, os animais acaba morrendo e muitas especies em extinção
Como um ser humano quer PAZ sendo que deseja o INFERNO
Para o meio-ambiente e para os animais indefesos?

Bboy Der

Quando a vi, ela não me viu
Quando a chamei, meu rosto conheceu
Naquele ambiente que era tão frio
Com aquele seu abraço meu corpo aqueceu.

Amanda...
Garota fascinante e com olhar de veneno
Cabelos negros e de pele clara
Seu lindo jeito é um amor pleno
Com sua doce voz que eu maravilhava

Laércio Monteiro

A mulher fatal todo mundo sabe quem ela é. Se não souber é só correr os olhos pelo ambiente e procurar a mais chamativa. Ela tem esse nome porque os homens correm atrás dela! Não é apenas sexy: é criminosamente sexy! Confiante e poderosa, gosta de estar sempre por cima, e isso não é exatamente uma metáfora social.
Quando toma atitude, puxa a rotina pela gravata e mostra que tem pegada... E das melhores!

Andrezza Palacios

A VIDA é feita do NOVO.
Novo dia, novas descobertas, novos projetos, novo ambiente, novos amigos e se necessário um novo amor. Não se contente com o pouco, com o parado, com a mesmice, com a rotina. Siga em frente, busque. Há sempre algo a realizar.
Então realize-se!
A vida é uma grande escola que nos permite a toda instante descobrir, substituir, recomeçar.

Louise Figueiredo - Psicoterapeuta de Regressão a Vidas Passadas RJ