Textos Motivacionais Trabalho

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Textos de Rafael Lolico:

Só queremos Direitos, Excelentíssima.

Rafael Henrique Lolico Domingues Medeiros.

Desde as eras mais primitivas, o homem utiliza-se do trabalho para sobreviver. Engana-se quem pensa que os “homens das cavernas” não utilizavam do trabalho para viver, pois, caçar e acender uma fogueira, por mais simples que este seja, é um trabalho.

Devo deixar clara a diferença de trabalho e emprego, pois, por muitos, ainda é uma coisa à se aprender. Trabalho é um meio de se obter dinheiro, mas, sem ter uma segurança de que vai continuar no mesmo. Emprego é o meio pelo qual você tem a certeza que terá e gozará de todos os seus direitos como um funcionário registrado.

No mundo contemporâneo, a questão do trabalho, emprego, desemprego e mobilidade é grave, e com um grau elevado no Brasil. Atualmente, tudo que ocorre é culpa dos jovens, por exemplo, a falta de emprego é justificada com falas de que os jovens não se especializam, a pobreza, é justificada pelo governo, de modo à que nos faz pensar que a população é tão incapaz de crescer profissionalmente, que os mesmo se contentam com a pobreza, ou em outras palavras, o povo é tão ignorante, que não consegue ter uma vida adequada. Justificando por estes pontos, vemos que sempre somos culpados , porém, o Sr.º Governo nada tem a ver, pois o mesmo nunca erra. Analisemos, nunca aconteceu de um Presidente, em canal aberto, pedir desculpas para a população, por erros em sua administração durante seu governo, pois ser presidente hoje em dia, não é administrar um país para que este, cresça em números de emprego, moradias, hospitais, etc... e sim, é um cargo no qual você poderá usufruir do dinheiro do povo, e ainda, com a certeza que não será questionado, aliás, nenhum rei gosta que digam que sua coroa está suja, pois, isso realmente dói à ele, porém, elogiar seus belos sapatos, é sempre recebido de bom grado.

Alguns dias atrás, alguns brasileiros saíram às ruas, para clamar pelos seus direitos, pelo menos aos básicos, como dito acima, de saúde, trabalho e moradia, porém, foram recebidos com a resposta da Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff, que proclamou algo como: “Eu escuto à voz do povo, e irei escutar à todos vocês, continuem à pedir”, bom, é uma frase bela, que se virada ao contrário, só cairá sujeira, visando o teor da mesma, Dilma disse que escutará nossa voz e que é para nós continuarmos à pedir, agora eu paro e penso, pedir? O povo deve pedir para que recebam os seus Direitos, o povo deve pedir para que a excelentíssima, que de excelente nada tem, garantir os mínimos dos Direitos à uma pessoa? Creio que não.

A Lei, que segundo á Constituição Federal é a voz de comando para o Brasil, é a única, em seu espaço, que ao invés de ser amplo, é bem minúsculo, garante alguns direitos à população, no qual irei citar alguns:

“Direito de receber um salário igual, sem distinção de sexo.”
“Direito de não haver distinções à trabalhos intelectuais, técnicos e manuais.”

Entre outros, esses dois direitos são fundamentais para o Direito do Trabalhador, já também, há os Direitos Ambientais, para não desmatar, os Direitos do Divórcio, para que haja a separação de bens, o Direito Penal, para que o criminoso seja punido pelo seus atos, etc...Aqui nota-se que á lei “é a presidente”, pois ela garante os direitos básicos, porém, quem à executa no país, o Governo, pelo que se nota, não gosta muito desta presidente, e gosta mais da presidente de fachada, que pessoas infelizes.

Retornando ao tema, o desemprego, sempre foi justificado pelo Governo, que nos jogam à culpa, sim, nós temos a culpa interina disto tudo, pois, o Governo diz: “O povo não se especializa, trabalho tem”, eis que se nota, que nós somos os culpados, que coisa, não!

Eu, Rafael, sou de total apoio às manifestações, porém, as civilizadas, não as manifestações com vandalismos, pois, creio que o povo deve e pode lutar pelos seus Direitos, e se possível, melhorar o estado deste país, pois como dito na lei, é permitido manifestações, porém, sem a posse de armas. Agora, para encerrar este texto, vejo que o Governo utiliza do método da Religião, que sempre me pregou e prega a todos:

“O que sua mão esquerda faz, a direita não precisa tomar conhecimento”, sim, está frase está corretíssima, mas para a Religião, não para o governo, pois, sendo assim, o governo é a mão esquerda, que rouba dos trabalhadores, é a mão que não liga para o seu povo, já a mão direita, é a mão do povo, e que infelizmente, nunca vai ficar sabendo o que a outra faz, somente vai saber das falsas melhoras que a Excelentíssima diz em canal aberto, pois, como dito, nesta frase, e que podemos modifica-la para que se encaixe nos problemas atuais, ficaria algo como:

“O que o governo faz de ruim, o povo não precisa tomar conhecimento."

Rafael H. Lolico

Unira-nos em conjuntura, e não apartara, o apartamento
Espaço à parte, outro mundo de todo o Mundo, parte tímida,
envergonhada, diante da alegria, celebrara com contentamento
a lembrança que perdura, porém, o momento que finda.

No auge de candura, antes da ausência, sofrera na partida
E com os trépidos balouços, soluçara a tristeza como lamento
Arfara como quem chora, em um dia, dores de toda uma vida
Acreditara mesmo ser o derradeiro, tamanho era o tormento

Embora comprimido pela abstinência da amizade
Nada passara pela mente e coração, só saudade
Sozinho, mesmo acompanhado, cemitério na cabeça

Apreciara tumbas inertes e folhas dançantes, sem pressa
Passado algum tempo, fora-se o vendaval, sem alarde
Sentou a neblina, desvanecera o cemitério, perdera a tarde

Maludico

O QUE DETERMINA MEU VALOR ?

Apesar de ouvir o tempo inteiro que “ Isso é normal” , me causa estranheza ser “medido” pelo que possuo, se tenho carro, o que eu visto , qual o meu celular, o quanto ganho, o que eu faço etc. É comum sermos ignorados quando não passamos na avaliação de quem nos observa, entendo que todos julgam de uma maneira ou de outra, mas isso esta indo além do aceitável. Não sou o que possuo de material, sou o resultado de todas as experiências que vivenciei e o que possuo de mais valioso é meu intelecto.

Eu me recuso, meu valor não será determinado assim.

Não estou pregando a favor da pobreza material para que se alcancem bens espirituais, isso eu deixo para os tolos. Sim, eu desejo ter um belo carro esportivo, sim eu desejo um celular de última geração, sim eu quero roupas de qualidade, sim eu quero ter um salário maior, sim eu desejo trabalhar menos e ganhar mais. Quem não quer ?. Vivemos num pais de impostos abusivos, de educação e saúde sucateadas, onde a desigualdade é maquiada descaradamente com a velha política do pão e circo, é bolsa otário, é avenida idiota e por ai vamos ladeira abaixo.

Eu me recuso, meu valor não será determinado assim.

A mídia nos diz para consumir determinado produto e sutilmente ( as vezes é na cara mesmo) nos rotulam de imbecis se não o comprarmos. Isso é ofensivo ? Claro que é ofensivo, Num pais que cobra imposto de renda sobre três salários mínimos isso deveria ser crime. O garoto da favela assiste na TV que se ele não possuir aquele produto ele é um perdedor ( o famoso loser americano), então é natural que ele queira, afinal ele não deseja ser um perdedor como seu pai e sua mãe. E como obter, por exemplo, um Iphone ? Catando latinha ? Claro que não, o
negocio é “meter o cano”.

Eu me recuso, meu valor não será determinado assim.

A violência é fruto desse sistema e é triste ver o que acontece com a educação atual. Temos uma massa ignorante sendo corrompida e manipulada pelos interesses de poucos. E aos poucos que pensam meus pêsames. Seremos arrastados pela maré da ignorância.

Eu me recuso, meu valor não será determinado assim.

Estas são palavras soltas, visões turvas , pensamentos desconexos e caminhos tortuosos de alguém que ousa pensar por conta própria, se fosse linear, claro, preciso e reto, não seriam meus.

Carlos Jorge

Dois Mundos

Sergio vive em um lugar repleto de violência, desigualdade e com muitos criminosos. Mas nem por isso Sergio era um criminoso, pelo contrário, Sergio era trabalhador, todo santo dia acordando as cinco da manhã, dependia do péssimo transporte de sua cidade e pegava pesado nos serviços gerais em sua empresa, chegava em casa exausto. No portão sua mãe, sempre o esperava preocupada, pois chegava sempre tarde, e não era muito bom chegar tarde onde Sergio morava. Assim era a rotina de Sergio, todos os dias, de casa para o trabalho, do trabalho para a casa.
No começo do mês, Sergio ficava feliz, dia de pagamento é sempre o melhor dia pra quem trabalha de verdade. Saía do trampo mais cedo e sempre passava no mercado pra ajudar sua mãe em casa, ainda sobrava um trocado, de trocado em trocado, Sergio juntou um bom dinheiro pra comprar uma boa roupa para ir na festa de 25 anos de seu amigo Daniel, filho do dono da empresa onde trabalhava, um jovem de classe média alta, que vive em um bairro oposto do bairro de Sergio.
Então, Sergio entrou na loja, escolheu as roupas mais caras, levou até a mãe para ver se realmente estava bom a roupa que escolhera, afinal, a festa ia ser num dos lugares mais nobres da cidade. Sergio comprou as melhores roupas, e entrou em uma perfumaria e comprou o perfume mais fino e forte que tinha, gastou todo seu dinheiro que havia juntado, mas estava feliz, pois cumpriu seu objetivo.
No dia da festa, Sergio estava animado, se arrumou e estava pronto para sair, mas quando ia saindo, em sua rua havia uma operação policial, em busca dos criminosos mais violentos da cidade que viviam no bairro de Sergio. Foi um mar de sangue, muitos tiros e mortos, e tudo em frente a casa de Sergio. Realmente foi impossível sair de casa naquela noite. Sergio ficou triste e se sentiu impotente, pois nada podia fazer. As roupas que comprou só pra festa, já não eram tão bonitas assim, o desânimo e o medo tomou conta do pobre trabalhador. Sergio não aceitava ficar preso em casa sem ao menos se divertir, por causa de criminosos que sempre viviam soltos. A indignação, pavor e vergonha tomou conta dele naquela terrível noite.
No dia seguinte no seu trabalho, tentou explicar pra Daniel o motivo de não ter ido a festa. Quando falou tudo, Daniel gargalhou, achou engraçado a cena de Sergio ficar em casa por causa da violência por causa de seu bairro. Falou que nunca tinha visto isso e achou curioso, ainda duvidou de Sergio, pensou que fosse só uma desculpa esfarrapada.
Mas Daniel até tinha uma certa razão, pois nunca passou por isso, não sabia o que era um tiro, e nem tinha noção do que era uma favela. Via só bandidos pela TV, nos seriados americanos que via a tarde depois do trabalho. Vivia em seu mundinho, condomínio fechado e segurança máxima.
Diferente de Sergio, Daniel pegava mais tarde na empresa, afinal, filho do "chefe", ia sempre de carro com seu motorista. Saía cedo, e ia curtir com os amigos pelos bares de alta sociedade que tinha na cidade. Chegava sempre tarde em casa, tinha uma vida de invejar qualquer um. Era um cara até legal, mas o seu principal defeito é que não enxergava nem um palmo a sua frente, pensava que a vida de todos era igual a sua vida.
Curioso é que a favela onde Sérgio mora não fica tão longe de Daniel, a cidade onde moram é belíssima, mas é rica em desigualdades e preconceitos. Daniel ama a cidade e critica quem fala mal dessa belíssima cidade onde vive, Sergio não tem nem tempo de pensar sobre, pois é do trabalho para casa e da casa para o trabalho.


"Abra a mente e os olhos pra poder enxergar, a desigualdade está aí, só é cego quem não quer aceitar." Lucas Amorim


*Apesar de ser uma história bem próxima da realidade, os personagens são fictícios.

Lucas Amorim

Ainda que o trabalho árduo nos tome a mente e o ânimo,
Ainda que o relógio simule uma disputa contra nós
Se os meus olhos por minutos perderem o brilho
E se - como quase sempre - desistir parecer o mais apropriado...

Por cima das nuvens sabemos que ainda brilha um sol,
Que brilhará para sempre
E veremos que por detrás da tempestade esconde-se um lindo dia...

E ali nos dias tristes,
Nos dias de grande aflição,
Seremos salvos pelo amor que nos une hoje
E que para todo o sempre será só teu.

"Das Pequenas Aflições"

Dani Cabrera

Cuidado, trabalho!

Vivemos em uma sociedade de organizações;dependemos delas para nossa sobrevivência e para o progresso social, entretanto, nossa relação com as organizações é ambígua e marcada tanto por prazer e satisfação como sofrimento e dor. E no centro dessas ambiguidades e contradições, está o trabalho.
Depois das trevas medievais veio o renascimento. O trabalho ganhou status e passou a ser ua forma de auto-expressão. Foi o momento de glória do artesão, cujo trabalho é sustento e arte. O artesão é o artífice de sua própria sobrevivência e agente de transformação do mundo ao redor. Para ele importa, o produto e importa a criação.
Paradoxalmente, a industrialização, ao disciplinar corpos e mentes, tornou-se o momento máximo de glória do trabalho e do trabalhador, que são, afinal, duas entidades construídas a golpe de foice e martelo, discurso e panfleto. Porém, como se sabe, toda glória é passageira.
Preparar de um processo seletivo significa preparar-se , mostrar vontade e capacidade. Vender é diferente: pressupõe focar a embalagem e o jogo de cena. Significa também reconhecer que fomos"coisificados", transformados em artigos que valem mais pela aparência que pelo conteúdo. No mundo atual, vale tudo para se conseguir uma vaga n'algum emprego. Como resultados temos: os processos seletivos se transformaram em grandes simulacros, com personagens improváveis tentando desempenhar papéis impossíveis . Mais grave: de tanto lermos e repetirmos os clichês -"vender a si mesmo", "criar uma marca pessoal" e "encantar o cliente" - incorporamos os conceitos como naturais e os transportamos para a vida pessoal.
Executivos são seres destinados a tomar decisões. Alguns praguejam e protelam, esquivam-se ou se escondem. Outros se lançam às decisões com a têmpara dos exterminadores,a aniquilar e atropelar o que surge pela frente. "matar um leão por dia", não importam as consequências. Alguns executivos, lideram empresas com posições consolidadas, em ambientes relativamente tranquilos. Outros ,no entanto, são expostos às intempéries de ambientes hipercompetitivos e trabalham no limite da vertigem. O grau de demanda pode variar ao longo do tempo, conforme tempestades e calmarias se alternam. Além disso, cada executivo tem suas competências e suas capacidades. Um profissional pode se capaz de gerenciar uma média empresa mas não saber como tocar uma grande corporação; pode ser bem-sucedido em uma grande empresa local, porém experimentar dficudades em uma multinacional,ou se sair bem nesta ultima e não saber lidar com as peculiaridades de uma estatal.
Trabalhar sob pressão é necessariamente rum. Até certo ponto, ajuda a melhorr o desempenho e, consequentemente, aumenta a satisfação com o trabalho. Entretanto, depois dessa fase, o desempenho e a satisfação começam a declinar. ALguns ficam paralisados com cargas de trabalho percebidas como muito altas. Outros tentam responder com aumento de horas ou do ritmo de trabaho e eventualmente começam a cometer erros. Quando tal nível é muito alto, os executivos simplesmente não vêem como responder de forma estruturada. A saída é buscar um caminho mais curto e, assim, responder de alguma forma às questões que se colocam. O primeiro atalho,muito comum, é reproduzir uma decisão anterior, algo que funcionou antes, seguindo um caminho conhecido e confortável, mesmo que o contexto ou as ocndições sejam diferentes. O segundo, também usual, é imitar outros executivos,mimetizando suas decisões: executivos que se sentem incapazes de realizar análises e desenvolver soluções para problemas de suas empresas tendem a buscar modelos em outras empresas. Os dois atalhos são atraentes, porém apresentam riscos consideráveis . Nem sempre o que funcionou antes funciona agora. Nem sempre o que é bom para o vizinho tem uso em casa. Atalhos podem parecer soluções práticas, mas, desconsiderar o contexto pode causar catástrofes.
"A vida na montanha russa pode viciar, mas a queda do alto pode ser fatal."
Fala-se a respeito da dificuldade dos contemporâneos em dizer "não". Dentro desse contexto, podemos perceber as duas teorias: a X pressupondo que o homem é um ser ladino e ardiloso. Já na Y, pressupondo que o homem é um ser confiável e cooperativo. Impera, por isso, uma cordialidade de fachada, alimentada antes pelo temos que pelo respeito. Nas empresas locais, expor discordâncias e fazer críticas proissionais é colocar em risco a relação e, frequentemente, o proprio pescoço. Mas tal dificuldade em dizer uma negação é de tal modo prejudicial ao indivíduo, pois assim atolam-se em atividades secundárias, invadem a trabalhar noites e finais de semana para cumprir o aceito, e acaba prejudicando a própria saúde,e qualidade do trabalho. Negar conflitos alimenta um ambiente de falasa harmonia e inibe a percepção deproblemas e ameaças. Em longo prazo tal comportamento pode comprometer resultados e colocar em risco a sobrevivência da organização.
As competências de comunicação significa estimular os executivos a interagir de forma mais bem aberta com seus pares, com seus chefes, com seus liderados e com o mundo exterior. Na prática estimula-se a disputa por prestígio e vantagens , movimentada pelo emprego de técnicas de gerenciamento da impressão.
Nas diferentes personalidades das pessoas,vemos que o foco do introvertido é seu mundo interior, de idéias e conceitos. Já o foco do extrovertido é o mundo exterior, as pessoas e atividades.
O que explica a longevidade da terceirização? O discurso oficial é pomposo: as empresas devem se concentrar em suas "competências centrais" e alocar a terceiros as atividades não-essenciais. Muitas organizações usam extensos contiongentes de mão-de-obra terceirizada para fugir dos impostos e do excessivo rigor da legislaçaõ trabalhista. Em casos variados, é questão de sobrevivência.
No contexto social, quanto mais as hordas avançam, mais difícil torna-se convencer alguém de algo em que já nçao acredite. Nasrelações nota-se a expressão: "gosto de você, você pensa como eu". Na vida corporativa, como na vida social, as pessoas parecem dizer mais o que se espera que elas digam do que oq ue realmente pensam.
Para que algo se realize, é preciso que os envolvidos evitem posturas defensivas e procurem entender seus interlocutores. O objetivo do diálogo não é vencer, mas entender as razões e a estrutura lógica dos outros. Para isso, é preciso suspender pressupostos e preparar-se para mudar de idéia,se necessário, diversas vezes.
A presença feminina no topo não é apenas uma questão moral, relacionada à igualdade de oportunidades, mas também uma escolha sensata, pois aumenta a diversidade de perspectivas, enriquece o processo de análise de problemas e a tomada de decisão, e tempera o estilo de liderança.
Em pesquisa nota-se que às vezes os notáveis são disciplinados, adotam regras simples, usam o bom senso e evitam as tecnologias sofisticadas. Conclusão: menos é mais.
"NOssa razão de existir é alavancar os metasserviços de alto impacto de nossos clientes", ou "Nosso compromisso é utilizar assertivamente nosso capital intelectual para maximizar nossa competitividade no munddo do futuro."
As crises são geradas internamente numa empresa e não são inevitáveis.
A síndrome do esgotamento relaciona-se a quatro características supostamente positivas: alta taxa de crescimento, habilidade para mudar continuamente, liderança visionária e uma cultura orientada para o sucesso. O problema reside justamente na abundância desses fatores. Muito cresciemento e mudança, podem levar ao descontrole e liderença visionária e cultura forte ao excesso de confiança e ao autismo organizacional.
A síndrome do envelhecimento prematuro é o espelho invertido da síndrome de esgotamento. No lugar da hiperatividade, as empresas que sofrem desse mal exibem comportamentos passivos.Não inovam em seus produtos e serviços, perdem participação de mercado, destroem valor e seguem, resignadas, rumo ao fim.
Estimular a competição dos funcionários pode ser tão destrutivo quanto criar um ambiente excessivamente "amigável", que desencoraja o desempenho individual.
O papel do gestor é organizar recursos, inclusive pessoas, para que a organização atinja seus objetivos. Entretanto duas teorias opostas definem a forma como os gestores percebem a motivação dos funcionários e estabelecem sua abordagem gerencial. A X : o trabalho é desagradável e os indivíduos tentam evitá-lo; a capacidade criativa e a iniciativa para resolver problemas organizacionais são características incomuns; falta de desejo pela responsabilidade na maioria das pessoas.A ação dos gestores neste caso é a superfisão cerrada,controle rígido e ações de coerção.
A teoria Y: em condições favoráveis o trabalho pode ser algo natural eprazeroso; comprometidos, os indivíduos são capazes de de conduzir ações autônomas e de ser criativos para atender aos objetivos da organização; presença de responsabilidade devido à presença da criatividade e iniciativa. Neste caso os gestores implatarão estruturas descentralizadas, tentando alinhar os objetivos da organização aos dos funcionários, delegando mais poder de decisão aos níveis operacionais , promover a participação.Uma organização dessa forma deve ser mais produtiva, inovadora e capaz de satisfazer as necessidades de seus funcionários.
Um grupo de alpinistas que se perdeu, acharam um mapa por acaso no fundo da mochila, o que os saaçvou a vida. Depois descobrem que o mapa nao era dos Alpes e sim dos Pireneus. Moral: ter um mapa, qualquer que seja, tavez seja mais importante do que ter o mapa certo.
"A tecnologia é intrusiva e onipresente; o efeito de sua disseminação é que temos cada vez menos tempo para nós mesmos e cada vez menos controle sobre nosso destino."
O trabalho para preservar um bom nome começa dentro de casa.
Empresas com boa prática da diversidade como política de gestão de pessoas gera ganhos para a imagem da empresa,que passa a ser percebida como mais correta e justa, o que ajuda a atrair talentos e consumidores. No entanto, empresas com alta diversidade enfrentam maiores taxas de absenteísmo e rotatividade.
Numa citação diz-se que : nem todos os pobres sentem-se mal por serem pobres, mas , se notam que um vizinho está progredindo mais rapidamente, então surge o desconforto.
Uma pequena empresa, ou uma unidade de negócios, podem atender o mesmo número de clientes eprestar os mesmos serviços com 50 funcionários ociosos, com dez funcionários estressados ou com dez trabalhando em rítmo saudável. O que faz a diferança é principalmente a forma como o trabalho é organizado e os sistemas adotados, além da qualificação dos profissionais ; noutras palavras: gestão.
"Trabalhamos muito porque não nos dedicamos a trabalhar direito."
O mundo corporativo, principalemente nas grandes corporações, vive de competições e inércia, navegar é preciso, pôr a criatividade em ação é essencial. Dando sentido ao trabalho, na dose certa e na direção correta, ele torna-se ponte para o benefío individual e social.

Thomas Wood Jr

A solidão amiga

A noite chegou, o trabalho acabou, é hora de voltar para casa. Lar, doce lar? Mas a casa está escura, a televisão apagada e tudo é silêncio. Ninguém para abrir a porta, ninguém à espera. Você está só. Vem a tristeza da solidão... O que mais você deseja é não estar em solidão...

Mas deixa que eu lhe diga: sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Lembro-me de um jovem que amava a solidão: ficar sozinho, ler, ouvir, música... Assim, aos sábados, ele se preparava para uma noite de solidão feliz. Mas bastava que ele se assentasse para que as fantasias surgissem. Cenas. De um lado, amigos em festas felizes, em meio ao falatório, os risos, a cervejinha. Aí a cena se alterava: ele, sozinho naquela sala. Com certeza ninguém estava se lembrando dele. Naquela festa feliz, quem se lembraria dele? E aí a tristeza entrava e ele não mais podia curtir a sua amiga solidão. O remédio era sair, encontrar-se com a turma para encontrar a alegria da festa. Vestia-se, saía, ia para a festa... Mas na festa ele percebia que festas reais não são iguais às festas imaginadas. Era um desencontro, uma impossibilidade de compartilhar as coisas da sua solidão... A noite estava perdida.

Faço-lhe uma sugestão: leia o livro A chama de uma vela, de Bachelard. É um dos livros mais solitários e mais bonitos que jamais li. A chama de uma vela, por oposição às luzes das lâmpadas elétricas, é sempre solitária. A chama de uma vela cria, ao seu redor, um círculo de claridade mansa que se perde nas sombras. Bachelard medita diante da chama solitária de uma vela. Ao seu redor, as sombras e o silêncio. Nenhum falatório bobo ou riso fácil para perturbar a verdade da sua alma. Lendo o livro solitário de Bachelard eu encontrei comunhão. Sempre encontro comunhão quando o leio. As grandes comunhões não acontecem em meio aos risos da festa. Elas acontecem, paradoxalmente, na ausência do outro. Quem ama sabe disso. É precisamente na ausência que a proximidade é maior. Bachelard, ausente: eu o abracei agradecido por ele assim me entender tão bem. Como ele observa, “parece que há em nós cantos sombrios que toleram apenas uma luz bruxoleante. Um coração sensível gosta de valores frágeis“. A vela solitária de Bachelard iluminou meus cantos sombrios, fez-me ver os objetos que se escondem quando há mais gente na cena. E ele faz uma pergunta que julgo fundamental e que proponho a você, como motivo de meditação: “Como se comporta a Sua Solidão?“ Minha solidão? Há uma solidão que é minha, diferente das solidões dos outros? A solidão se comporta? Se a minha solidão se comporta, ela não é apenas uma realidade bruta e morta. Ela tem vida.

Entre as muitas coisas profundas que Sartre disse, essa é a que mais amo: “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.“ Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você, a solidão. Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim.

Como é que a sua solidão se comporta? Ou, talvez, dando um giro na pergunta: Como você se comporta com a sua solidão? O que é que você está fazendo com a sua solidão? Quando você a lamenta, você está dizendo que gostaria de se livrar dela, que ela é um sofrimento, uma doença, uma inimiga... Aprenda isso: as coisas são os nomes que lhe damos. Se chamo minha solidão de inimiga, ela será minha inimiga. Mas será possível chamá-la de amiga? Drummond acha que sim:

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.!“

Nietzsche também tinha a solidão como sua companheira. Sozinho, doente, tinha enxaquecas terríveis que duravam três dias e o deixavam cego. Ele tirava suas alegrias de longas caminhadas pelas montanhas, da música e de uns poucos livros que ele amava. Eis aí três companheiras maravilhosas! Vejo, frequentemente, pessoas que caminham por razões da saúde. Incapazes de caminhar sozinhas, vão aos pares, aos bandos. E vão falando, falando, sem ver o mundo maravilhoso que as cerca. Falam porque não suportariam caminhar sozinhas. E, por isso mesmo, perdem a maior alegria das caminhadas, que é a alegria de estar em comunhão com a natureza. Elas não vêem as árvores, nem as flores, nem as nuvens e nem sentem o vento. Que troca infeliz! Trocam as vozes do silêncio pelo falatório vulgar. Se estivessem a sós com a natureza, em silêncio, sua solidão tornaria possível que elas ouvissem o que a natureza tem a dizer. O estar juntos não quer dizer comunhão. O estar juntos, frequentemente, é uma forma terrível de solidão, um artifício para evitar o contato conosco mesmos. Sartre chegou ao ponto de dizer que “o inferno é o outro.“ Sobre isso, quem sabe, conversaremos outro dia... Mas, voltando a Nietzsche, eis o que ele escreveu sobre a sua solidão:

“Ó solidão! Solidão, meu lar!... Tua voz – ela me fala com ternura e felicidade! Não discutimos, não queixamos e muitas vezes caminhamos juntos através de portas abertas. Pois onde quer que estás, ali as coisas são abertas e luminosas. E até mesmo as horas caminham com pés saltitantes.

Ali as palavras e os tempos
poemas de todo o ser se abrem diante de mim. Ali todo ser deseja transformar-se em palavra, e toda mudança pede para aprender de mim a falar.“

E o Vinícius? Você se lembra do seu poema O operário em construção? Vivia o operário em meio a muita gente, trabalhando, falando. E enquanto ele trabalhava e falava ele nada via, nada compreendia. Mas aconteceu que, “certo dia, à mesa, ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção ao constatar assombrado que tudo naquela casa – garrafa, prato, facão – era ele que os fazia, ele, um humilde operário, um operário em construção (...) Ah! Homens de pensamento, não sabereis nunca o quando aquele humilde operário soube naquele momento! Naquela casa vazia que ele mesmo levantara, um mundo novo nascia de que nem sequer suspeitava. O operário emocionado olhou sua própria mão, sua rude mão de operário, e olhando bem para ela teve um segundo a impressão de que não havia no mundo coisa que fosse mais bela. Foi dentro da compreensão desse instante solitário que, tal sua construção, cresceu também o operário. (...) E o operário adquiriu uma nova dimensão: a dimensão da poesia.“

Rainer Maria Rilke, um dos poetas mais solitários e densos que conheço, disse o seguinte: “As obras de arte são de uma solidão infinita.“ É na solidão que elas são geradas. Foi na casa vazia, num momento solitário, que o operário viu o mundo pela primeira vez e se transformou em poeta.

E me lembro também de Cecília Meireles, tão lindamente descrita por Drummond:

“...Não me parecia criatura inquestionavelmente real; e por mais que aferisse os traços positivos de sua presença entre nós, marcada por gestos de cortesia e sociabilidade, restava-me a impressão de que ela não estava onde nós a víamos... Distância, exílio e viagem transpareciam no seu sorriso benevolente? Por onde erraria a verdadeira Cecília...“

Sim, lá estava ela delicadamente entre os outros, participando de um jogo de relações gregárias que a delicadeza a obrigava a jogar. Mas a verdadeira Cecília estava longe, muito longe, num lugar onde ela estava irremediavelmente sozinha.

O primeiro filósofo que li, o dinamarquês Soeren Kiekeggard, um solitário que me faz companhia até hoje, observou que o início da infelicidade humana se encontra na comparação. Experimentei isso em minha própria carne. Foi quando eu, menino caipira de uma cidadezinha do interior de Minas, me mudei para o Rio de Janeiro, que conheci a infelicidade. Comparei-me com eles: cariocas, espertos, bem falantes, ricos. Eu diferente, sotaque ridículo, gaguejando de vergonha, pobre: entre eles eu não passava de um patinho feio que os outros se compraziam em bicar. Nunca fui convidado a ir à casa de qualquer um deles. Nunca convidei nenhum deles a ir à minha casa. Eu não me atreveria. Conheci, então, a solidão. A solidão de ser diferente. E sofri muito. E nem sequer me atrevi a compartilhar com meus pais esse meu sofrimento. Seria inútil. Eles não compreenderiam. E mesmo que compreendessem, eles nada podiam fazer. Assim, tive de sofrer a minha solidão duas vezes sozinho. Mas foi nela que se formou aquele que sou hoje. As caminhadas pelo deserto me fizeram forte. Aprendi a cuidar de mim mesmo. E aprendi a buscar as coisas que, para mim, solitário, faziam sentido. Como, por exemplo, a música clássica, a beleza que torna alegre a minha solidão...

A sua infelicidade com a solidão: não se deriva ela, em parte, das comparações? Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada ) dos outros, em celebrações cheias de risos... Essa comparação é destrutiva porque nasce da inveja. Sofra a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira.

Mas essa conversa não acabou: vou falar depois sobre os companheiros que fazem minha solidão feliz.

Rubem lves

O Policial e o Pastor

Um é o trabalho do policial,
outra, é a função do pastor.

O policial deve levar o malfeitor à cadeia,
o pastor deve orar por libertação,
não da cadeia onde ele se encontra,
mas da que aprisiona o seu coração.

O policial investiga o crime para condenar,
O pastor ora pelos criminosos
para que sejam libertados
do mal que habita em seus corações.

É coisa muito difícil ser policial,
e também não é fácil ser pastor,
porque há momentos que o policial
quer agir como se pastor fosse, mas não deve;
e há pastor que quer agir como policial,
e este desejo ou sentimento, é muito pior.

Silvio Dutra

TRABALHO
Não é somente um local.
Não é um fardo que temos que carregar.
Não é um ambiente vazio.
Não é um lugar de Competição.
Mas sim:
Uma Oportunidade de aprendermos que podemos se unir por um bem comum.
Que Podemos ajudar uns aos outros.
Que Podemos fazer algo pelo Próximo sem esperar muito: um Obrigado já estar valendo.
E serve também para aprendermos que ninguém é melhor do que ninguém quando podemos fazer algo para subestimar a sua capacidade.
Porque o ser humano trabalha melhor quando sua capacidade é provada.
E que a cordialidade também seje algo essencial :um Bom dia ou um Boa tarde ou um Como você estar ? já são muito importantes.
Não diminuindo o menor que pode vir a ser maior por um momento talvez, o que você domina é diferente do que eu domino ou seja podemos nos ajudar.
E respeitar a opinião do outro simplesmente porque como seres humanos somos diferentes.
Sabemos que ás vezes isso não acontece mas...fazer o que..essa é a vida da gente.

Laiza

Muito prazer! Eu sou a depressão
trabalho em silencio no seu dia
destruo sua mente,alma e coração
apago quaisquer rastros de epifania.

Te jogo pra baixo e condeno o teu humor
inspiro em ti palavras acidas e uma tristeza sem fim
te apresento a revolta e lhe oculto o amor
e quando conformado com a solidão te faço perder a noção do que é bom ou ruim.

A minha obra é concreta e certa
eu só preciso encontrar uma simples e única porta aberta...

Dihony Cardoso

Falando em foras, tristezas e depressão, o trabalho ajuda e muito, primeiro porque ocupa a mente, traz tarefas que necessitam de concentração e se estamos concentradas não pensamos nos problemas, no pé na bunda, na ingratidão ou no livre arbítrio de cada um fazer o que quiser da sua vida.
Eu já sofri muito por amor, tive depressão após meu primeiro grande fora, tinha um namoro mágico, meu primeiro namoro sério aos 24 anos (você não leu errado, 24 anos sim), éramos unidos, era carinhosamente chamada de chata ou bruxa, era nosso apelido carinhoso, nada nos ofendia, tínhamos uma amizade que misturada ao amor e a admiração nos tornava companheiros, vivi momentos incríveis conciliando com a faculdade, nos conhecemos lá, alguém nos apresentou, não me lembro quem, éramos dois chicletinhos, com 2 anos e quatro meses de namoro, o senti indo embora, não porque eu tenha feito algo que o magoou ou coisa e tal, mas sim porque eu tinha deixado de ser interessante para ele.
Daquele momento em diante, chorei, sofri, emagreci, perdi 10 kg em 10 dias e fiquei internada, até que fui atendida por um médico lindo que me disse: você está com problemas emocionais, talvez esteja sofrendo por algum namoradinho, se ele não quer você, eu quero! O médico gato havia brincado, mas aquela frase não saiu mais da minha cabeça e me ajudou a me reerguer de forma rápida e consciente.
Para outros foras que levei na vida sempre pensava a partir daquela experiência: “Não quer, tem quem queira”. E a vida é exatamente assim, uns te valorizam, outros não, uns gostam de você, outros deixam de gostar, uns atravessam uma parede por ti, outros não, uns fazem juras de amor outros não e assim fui acumulando meus foras de forma mais madura, fui refletindo que o que eu queria mesmo de uma pessoa era o respeito, a lealdade e a honestidade e eles estavam sendo honestos ao partirem. Não me enganaram, não me traíram, não me sacanearam (não que eu saiba).
Dos poucos que namorei ficou a amizade, o carinho e a tatuagem no peito de uma história de amor, não as de felizes para sempre mas as eternas enquanto durou.

Arcise Câmara

Valores como honra, respeito e obediência devem existir na família no trabalho e na sociedade.

Filhos, o dever cristão de vocês é obedecer ao seu pai e à sua mãe, pois isso é certo. Como dizem as Escrituras: ”Respeite o seu pai e a sua mãe.” E esse é o primeiro mandamento que tem uma promessa, a qual é: “Faça isso a fim de que tudo corra bem para você, e você viva muito tempo na terra.”

Pais, não tratem os seus filhos de um jeito que faça com que eles fiquem irritados. Pelo contrário, vocês devem criá-los com a disciplina e os ensinamentos cristãos.
Trabalhem com prazer, como se vocês estivessem trabalhando para o Senhor e não para as pessoas.

Lembrem que cada pessoa, seja escrava ou livre, será recompensada pelo Senhor de acordo com o que fizer.



Efésios 6.1-4,7-8

Linartt Vieira

Para nós mulheres a conquista do mercado de trabalho,boas profissões e dentre outros prestígios,foi um grande marco em nossas vidas.Por um lado sim mas por outro...Pois traabalhamos muito mais e não podemos nos esquecer da casa,dos filhos,do marido,do nosso bem estar,que tras com ele as 'frescuras':cabelo,pele,corpo,unhas,saúde e muito mais.
Enquanto os homens comer e trabalhar!Isso não é justo ,por isso nós mulheres temos:Um dia internacional,prioridade no bote salva vidas,boate,assistimos nosso parto,sempre sabemos que o filho é nosso,se traídas somos vítimas,se traimos eles são cornos,saímos para curtir não para pegar,isso é apenas uma consequ~encia da noite,sempre escolhemos o local da lua de mel,quantos filhos teremos,,não pagamos a conta em lugar nenhum,exames ginecológicos são mais confortaveis que exame de prostata,na tpm eles que nos aguentam,eles que esperam horas antes de ficarmos prontas para sair,escolhemos o nome dos filhos,quando estamos no ciclo menstrual eles que ficam na seca por uma semana.
Resumindo nós fazermos tudo isso de salto!

Thamilly

Meu Deus, Vou Morrer...

Trabalho com a morte
Dia após dia, "sempre".
Todos os dias vejo uma
Vida deixar este mundo.

Apesar desta "vivência",
Talvez pela louca rotina,
Talvez pela luta pela vida,
Não percebo minha finitude.

Quero dizer, não percebo
Que também vou morrer...
Ou melhor, quase esqueço.

E quando então lembro que
"Meu Deus, vou morrer...",
Iluminado, sinto: "Sou vivo!"

Francismar Prestes Leal

Felicidade é saber que existe pessoas maravilhosas em minha vida, no trabalho, em minha casa, em todos os lugares sempre encontro alguem que faz a diferença. Devemos sempre fazer novas amizades, mas preservando e fortalecendo as antigas...
Não devemos menospresar ninguem, trate as pessoas da maneira que você espera ser tratado, é muito ruim se sentir ignorado, rejeitado, só. Precisamos proteger as pessoas, ama-las, mostrar o que é o amor e como é possivel ser feliz...
A covardia é irresponsabilidade ; e´esquecer a missão de lutar pelo bem das pessoas...
Devemos renovar nossa disposição, não apenas uma vez em nossa vida, mas a cada momento de nossa existencia, para sempre estarmos disposto a ajudar o proximo, com ânimo e sabedoria...
Aquele que considera a sua vida e a dos outros sem sentido, é fundamentavelmete infeliz, pois não tem motivo algum para viver...
Amo minha vida , e sou grata aos meus pais e a todas as pessoas que fazem parte do meu dia a dia, agradeço por todos momentos vividos....

Berenice Ferreira Gonçalves

Ao chegar em casa em um dia torrencial – faz parte do meu trabalho – o meu filho me perguntou: papai o que o Sr. Faz? Sempre gostei de responder essa pergunta, mas agora era diferente. Poderia decidir a escolha dele para o futuro. O medo e a alegria tomaram conta de mim, eu disse:
Preservo e mantenho a ordem. Dirimo contendas, Oriento as pessoas, evito tragédias, conduzo culpados, tranqüilizo vítimas. Dou-me a todos que precisam de ajuda. Prego a paz.
Ele fixou os olhos em mim e disse: quando eu crescer serei mais que o senhor, meu pai, serei um POLICIAL MILITAR

Natalino Gomes da Silva

O Discurso do Cabo.
-

Por: Dr Valadares


Depois de um dia todo de trabalho, tantas vidas, tantos problemas que aos olhos de quem os tem parecem insuportáveis, sem resolução e eu tendo que mostrar os caminhos e atalhos para tornar esses problemas alheios, se não nula, pelo menos bem menores e toleráveis. É bom chegar em casa para tomar uma dose, sentar na poltrona e ver os netos correndo pelo carpete. Um dia eles vão precisar de meus serviços como avô e como médico, mas por enquanto o mundo deles ainda não os fuzila com os problemas do mundo adulto.
Isso me fez lembrar de uma história que presenciei ainda quando tinha a idade de Sofia, minha neta mais velha.
Eram mil novecentos e alguma coisa, em Brasília, logo após a guerra num salão monumental todo o grande escalão do exército se reunia para homenagear um só homem.
Miguel Procópio, cabo do exército brasileiro estava a ganhar sua medalha de honra por serviços prestados numa guerra que não era sua, nem de nenhum que estava presente no salão, mas tantos homens e mulheres foram salvos por sua coragem que a homenagem era válida.
Na platéia viam-se soldados com marcas da guerra, mas que ainda assim conseguiram voltar para suas casas e suas famílias, mães, esposas e filhas que tiveram uma segunda oportunidade de ter em seus braços seus amados homens por culpa de Miguel.
Microfones a postos, o nome de Cabo Procópio é anunciado. Ele se levanta lentamente, sem sinal da guerra pelo menos externamente, se dirige até o palanque e começa o discurso que ficara guardado em minha memória até os dias de hoje:

“- Agradeço primeiro a Deus por estar na presença dessas belas pessoas. (Pausa)
Agradeço a todos vocês pela homenagem, honraria e presença.
A guerra jamais deveria acontecer em hipótese alguma, mas já que aconteceu agradeço a Deus por nos manter vivos e nos dar saúde e coragem para enfrentar nossos inimigos com sabedoria e honra. (Pausa)

No entanto quero dizer a vocês, homens e mulheres aqui presentes, sem sombra de duvida eu não mereço essa homenagem. Não pensem que é charlatanismo de minha parte, nem pensem que estou com demasiada modéstia.
Só penso que quem merecia estar aqui em meu lugar são todos vocês que estão aí me assistindo e ouvindo agora, todos vocês que puderam voltar para suas famílias e dizer-lhe que estão prontos para enfrentar milhares de guerras desde que possam voltar à suas casas e verem os sorrisos de seus filhos e esposas novamente e o cheiro de café que teima em sair do bule mais gostoso do que realmente é.
Talvez vocês não entendam o que quero dizer agora, mas num breve dialogo que tive com um amigo no campo de batalha, que Deus o tenha, traduzirá melhor minha mensagem.

Perguntado por ele de onde vinha minha coragem nas batalhas eu respondi com um gesto tirando seu capacete. Dentro dele havia a foto de sua querida família e seu cachorro.
Disse ao amigo que ele tinha uma bela família, devolvi-lhe o capacete e tirei o meu, entreguei em suas mãos e perguntei o que ele via ali dentro de minha proteção e ele disse não haver nada ali dentro. Foi quando disse ao amigo que sua pergunta estava respondida.
Não havia nada ali, não há nada aqui. Eu não teria por quem rezar, não teria a quem escrever e muito menos quem choraria numa possível bala que atravessasse meu peito.
Eu em campo de batalha não pensava em voltar, pois não havia ninguém me esperando e rezando por mim. Dito isso o amigo não me devolveu meu capacete, mas sim o seu e disse que toda vez que me sentisse vazio que era para olhar seu cachorro, seus filhos e pensar que eu estaria aqui hoje contando a vocês nossa conversa.

Por isso senhoras e senhores, digo do fundo de meu coração que minha coragem não foi algo digno de homenagem, mas sim um ato de desespero de um homem que não tinha nada a perder. Eu trocaria cada pedaço de meu corpo, cada bala que foi desviada de meus membros por Deus pela oportunidade daqueles que não puderam voltar e estar aqui hoje e poder ver esses sorrisos de suas famílias. Obrigado.”

Ao fim do discurso, ao invés de aplausos havia lágrimas nos olhos dos convidados e Miguel saiu de cena com a foto que lhe fora dada de presente por seu amigo que jamais voltou da guerra. Era a mais singela demonstração de amor e afeto que ele havia recebido, e guardaria a fotografia por toda sua vida.


DV.

Bento Qasual

ROTINA

Ele acorda e sonolento chega ao trabalho
Cumpre suas obrigações.
Bom funcionário
Sorrir quando é esperado sorrir
Cala quando é esperado o calar,
Marca seu ponto e vai para casa
(direto, nunca extravia-se)
Paga suas contas.

Em casa janta, vê o jornal na tv
E dorme.
Vai à igreja
Espera em Deus .
Se reclama? De forma alguma,
Essa é a rotina dos felizes.

Harleci Rodrigues

Um talvez Discurso de Formatura
em meio a varias formas de trabalho e a busca de se sentir bem pelo que faz, escrevi um pouco sobre elas..
Gostaria de cursar Medicina, para com sabedoria e remédios curar o corpo, carinho e sorrisos para a alma e coração.
Poderia também virar Militar, combater os crimes e deixar em segurança todos que estiverem sob minha guarda.
talvez em Astrologia, ver o futuro das pessoas nas estrelas.
Quem sabe Gastronomia, preparar comidas de todos os sabores para todos os gostos, as vezes até fisgar um marido pela boca.
Escritora, transmitir todos os sentimentos e pensamentos para uma folha de papel como esta.
Psicologa, ajudar com os problemas e dificuldades alheias.. mas para isso minha fé acredita que ainda exista a amizade, concelheira e verdadeira.
Advogada, para processar todas as propagandas enganosas e defender os direitos do consumidor.
Juíza, para fazer justiça e não para aceitar suborno dos mais remunerados.
Professora, levar conhecimento para os jovens tão desmiolados de hoje em dia.
Engenheira civil, Arquiteta e Decoradora, só para entregar um lar totalmente pronto para uma família.
Cantora, mas minha voz desafinada e minha timidez não me deixariam subir aos palcos.
Modelo, meu nervosismo me faria cair do salto..
Fotografa, registrar os momentos mais belos, desde o sol se pondo até o sorriso de uma criança.
Diretora de Videos, criar os clips mais loucos da musica pop.
Administração, organizar todos os números de uma grande empresa e a fazer crescer cada vez mais.
Sapateira, Estilista ou Costureira, com criatividade inovar os guarda-roupas.
Cursar Turismo, conhecer diversos lugares, pessoas e culturas diferentes.
Bióloga, para conhecer todos os tipos de plantas e tomar apenas remédios naturais.
Talvez Revendedora AVON, para ter todos os perfumes e maquiagens, o mesmo motivo se aplica para Vendedora de Lingerie.
Enfim, com tantas profissões, gostaria mesmo de ter nascido rica, não precisaria trabalhar e poderia fazer de todas apenas Hobbies, mas nem por isso me descontento, acredito que com Força de Vontade, Fé em Deus, e Foco nos objetivos conseguimos ir longe.
A sabedoria é rara, e só se adquire com o tempo..
A nós desejo toda Sorte, Paz e Amor do Mundo !

Francisca Carolini Pereira

Você que chegou ao seu trabalho. Ore e peça ILUMINAÇÃO...
Faça a agenda e programe seu dia. Isso se chama Reflexão...
Agora com tudo planejado, comece a trabalhar. Isso se chama AÇÃO...
Acredite que tudo vai dar certo. Isso se chama FÉ...
Faça tudo com alegria. Isso se chama ENTUSIASMO... Dê o melhor de si. Isso se chama PERFEIÇÃO...
Deus está com você. Isso se chama Amor!
Ter um bom dia, Isso se chama Sorria!...

Paulo Ursaia