Textos de União

Cerca de 119 textos de União

Desde o momento em que nascemos somos levados a formar uma união com os outros, uma motivação constante para se conectar, para amar e para pertencer. Em uma união perfeita achamos a forma que não podemos encontrar sozinhos, mas a força da união pode não ser conhecida até ser testada.

(Emily Thorne)

Revenge

Nossa União

Nunca pensei que seria rápido assim
Que um grande amor viria de um outro caminho
Hoje eu agradeço a Deus por ter te separado pra mim
Te amo demais quero ter você para sempre
Juntos seremos uma grande vitória
Nas provações vamos juntos orar
Creio que não foi em vão nossa união
Mesmo que a tempestade venha querer nos assombrar
E a noite fria venha ser o temor das nossas vidas
Nosso amor é infinito
Pois foi Deus quem fez
Ele é quem vai nos sustentar

Danillo Souza Santos

Quero fortalecer o enorme carinho e amor que sinto por você.
Quero fortalecer a nossa união abençoada por Deus.
Quero fortalecer os laços que nos une de uma forma maravilhosa.
Quero poder te amar com afinco e que jamais duvides do meu amor. Duvide que eu existo, mas não duvide do que eu sinto.
Quero poder cuidar de você, te proteger e te fazer feliz;

Vitor Furtado

Natal!
Significa muito e falta tanto.
Significa paz e só tem guerra
Significa união e a desunião impera
Significa amor e o desamor é presente
Natal!
Fico triste, a comoção me atinge.
Homens mentem e mulheres consentem
Crianças pulam e os seus anjos ajudam
O tempo passa e o mundo gira
Natal!
Natal de mundo que gira
Por favor, não para de girar.
Tempo doente leva os desamores e traz os amores
Que a paz reine entre os homens
Que possamos sorrir como crianças
Que possamos unir a nação
Que o amor entre no coração
Que cada um de nós, pontos iluminados da vida, sejamos vida!
É difícil aceitar, mas o mundo continua doente.
Precisamos mais de amor, mais sorrisos, mais abraços...
Mais pontos iluminados!
Não só nesse momento, não só agora que é natal.
Mas no sempre
Natal de faces linda!
Queria tanto não chorar
Às lágrimas ferem minha face
Que nesse dia tão lindo minhas lágrimas sejam de alegrias!
Que a humanidade se una
Que o mundo encha de amor
Que a solidão seja passado
E a felicidade presente
No coração da gente
Feliz mais um Natal a todos nós!

Yonne Moreno

Eu e eu somos uma Vida, eu e eu temos uma missão,
Eu e eu procuramos a saída, e fazemos a união,
Eu e eu decidimos sobre a guerra na Babilônia uma revolução,
Eu e eu vamos agir de forma pacífica com Paz, amor e coração,
Para juntos salvármos Vidas em uma Terra mau hábitada,
Com más almas, e Guerra todos os dias, traremos a calma.''

Rafa Mendes

Valor da União e amor

O VALOR DE UMA UNIÃO....ESTA NA FORÇA DOS ÉLOS...E NESTA CORRENTE .....DA QUAL FAZEMOS PARTE ....NEM O FOGO OS ARREBENTAM ....SOLIDIFICADOS ....NOVOS TEM A FORÇA DO LEÃO....E A PUREZA DOS POMBOS ....A BRANCURA DA PAZ.....E SOMBRA DOS ANJOS ...

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Sincero o Único

A Gloriosa União da Igreja com Cristo

Quando Deus criou o homem à Sua própria imagem e semelhança, o homem estava perfeito sem pecado, e Deus não lhe havia predestinado para cair, senão para estar de pé diante dEle, e para governar, vigiando e guardando o que o Senhor lhe dera, para que não viesse a perdê-lo.
Ao criar a humanidade à Sua semelhança, Deus fez o homem e a mulher e os uniu em casamento, para que fossem tanto um tipo de Cristo (o homem, o esposo, a cabeça) e da Igreja (a mulher, a esposa, submissa à cabeça). Assim o propósito de Deus se cumpre tanto em Cristo quanto na Igreja.
Adão tipificava o Cristo que deveria vir, e Eva tipificava a Igreja que seria formada a partir de Cristo, tal como Eva foi criada a partir de uma das costelas de Adão.
Assim como Adão e Eva estavam ligados pelos laços indissolúveis do matrimônio, de igual modo Cristo está ligado à Igreja.
Por sua vez, todo homem é nascido de mulher, e por isso Deus disse que seria a descendência da mulher que estaria em inimizade contra a descendência da serpente, a saber os que são gerados na Igreja, que estava tipificada em Eva, são aqueles que pisam na cabeça da serpente juntamente com Cristo.
Quando Deus disse que o homem e a mulher deveriam exercer domínio sobre a criação, nós podemos entender que esta palavra se estende principalmente ao domínio de Cristo e da Igreja sobre os principados e potestades. Satanás deve ser dominado tanto por Cristo quanto pela Igreja, conforme se presume da palavra proferida por Deus para Adão e para Eva no princípio da criação.
Assim, se a Igreja não prevalecer tanto quanto Cristo contra o Inimigo, o propósito de Deus para ela não é cumprido.
A guerra de Satanás contra Deus deve ser vencida tanto por Cristo quanto pela Igreja em justa cooperação e comunhão. O senhorio de Cristo como cabeça da Igreja, deve conduzi-la a triunfar sobre o Inimigo, porque isto foi planejado por Deus desde o princípio.
Agora, como o esposo é inteiramente santo, a esposa deve sê-lo também. Por isso nós lemos em Efésios 5.25-27:
“Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
26 a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra,
27 para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.”.
Importa que a igreja seja santa para que tenha poder e assim possa cumprir o propósito de Deus para ela, especialmente de prevalecer contra o Inimigo. Ela deve cooperar com Cristo no Seu trabalho de resgatar os filhos de Deus que Satanás tem trazido em cativeiro.
Como os propósitos de Deus não podem ser frustrados, então por mais trevas e pecado que haja no mundo, Ele trará à existência, pelo Seu poder uma igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. A esposa que Ele planejou para dar ao Seu Filho deve ser assim, e assim Ele fará com que ela seja pelo Seu próprio poder.
E esta esposa auxiliará a Cristo no Seu trabalho de reinar sobre todas as coisas, porque Deus declarou no princípio que faria uma auxiliadora para Adão, o qual tipificava Cristo. E a auxiliadora, a esposa, sabemos que é a Igreja. Por isso a Igreja é co-herdeira com Cristo e reinará juntamente com Ele em glória.
Adão e Eva foram unidos por Deus para serem uma só carne. Eles eram pessoas individuais, mas deveriam ser apenas um, com o mesmo propósito e unidade espiritual.
De igual modo a Igreja e Cristo são pessoas distintas, mas todos os membros da Igreja e Cristo devem ser uma unidade, tal como o Pai, o Filho e o Espírito são um. Este propósito em unidade está declarado particularmente em João 17.
Eva foi criada a partir de Adão para formar uma unidade com ele, de maneira a prefigurar que a Igreja seria formada a partir de Cristo para formar também uma unidade com Ele.
Deus determinou ter uma igreja santa e gloriosa, e Ele a terá. Nada poderá impedir o Seu propósito eterno, e isto deve nos animar em prosseguir em nossa santificação, rumo à perfeição espiritual, porque Deus nos criou para este propósito e está operando para que a Sua graça nos conduza a isto.
Deus fez uma Nova Aliança com a Igreja através do sangue do Seu Filho, e Ele jamais anulará a aliança que fez conosco. Ele nunca nos dará carta de divórcio, porque importa que as bodas do Cordeiro sejam celebradas com a Igreja que está sendo formada, e que depois de completada com todos aqueles que serão salvos pelo Senhor, seja apresentada ao Noivo, santa, sem ruga, gloriosa, para a celebração das bodas no céu, sem qualquer resquício de pecado, sem qualquer sombra do que seja terreno, dando-se cumprimento ao plano eterno de Deus de ter muitos filhos semelhantes a Cristo.
Tal é a unidade de Cristo com a Igreja que Deus deu à Igreja a autoridade de ligar e desligar na terra tudo o que for ligado e desligado no céu. Deu também à igreja autoridade para perdoar ou reter pecados. Isto significa que os propósitos do céu serão cumpridos na terra através da Igreja, porque ela e Cristo são uma unidade.
Jesus está salvando pecadores para edificar a Sua Igreja sobre a Rocha. Os apóstolos tiveram a honra que lhes foi dada por Deus de construírem sobre este fundamento firme como a rocha, que é Cristo.
E a Igreja Primitiva foi uma Igreja vitoriosa porque perseverou unânime na oração, na doutrina dos apóstolos e no partir do pão.
E não somente eles, como todos os movimentos de avivamento que Deus operou e tem operado e que ainda operará na história da Igreja para manifestar através dela, o Seu grande poder e glória.
Foi assim com Lutero e todos os demais reformadores no século XVI, com os puritanos nos séculos XVI a XVIII, com Edwards, Wesley, Whitefiel e tantos outros no século XVIII, com Spurgeon, Moody, e outros no século XIX, com Evan Roberts, Seymor e outros no século XX. E certamente conosco no século XXI. Eles oraram muito para prevalecer com Deus, e nós devemos fazer o mesmo se pretendemos ser cooperadores com a vontade de Deus manifestada na Igreja.
É crucial intensificar nossa comunhão com Cristo, porque é através da comunhão que se estabelece a nossa unidade espiritual com Ele, de maneira que possamos ser santificados e revestidos da Sua glória e poder para o trabalho que deve ser realizado conforme está planejado por Deus.
Os vencedores que reinarão com Cristo pelos séculos dos séculos são aqueles que perseveram na fé e que se santificam. É somente assim que se pode cumprir o que Deus tem planejado para ser realizado pelo Igreja através da sua comunhão com Cristo.



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Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

A União Indissolúvel do Cristão com Cristo

"1 Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
2 Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte." (Romanos 8.1,2)

A libertação encontrada pelo crente em Jesus, em relação à condenação, ao pecado e à morte, é afirmada pelo apóstolo como uma verdade absoluta e final na vida de todos aqueles que foram justificados pela fé e que por conseguinte foram regenerados pelo Espírito Santo, ou seja, tornados novas criaturas.
Não é particularmente Paulo que vê o crente nesta condição, mas o próprio Deus que revelou a ele esta condição firme e segura na qual todo cristão autêntico se encontra em sua união vital com Jesus Cristo.
Muitos indagam entretanto, por que teria então o apóstolo citado a condição de desventura citada por ele na parte final do sétimo capítulo?
Não podemos esquecer que a condição ali apontada por ele não se refere a qualquer tipo de instabilidade no edifício espiritual que está sendo erigido com os cristãos como sendo pedras vivas sobre o alicerce que é Jesus Cristo. Até mesmo o conflito interior da luta contra o pecado não pode mais separar o crente do Senhor que o resgatou e o tornou participante da Sua própria vida, e, na verdade, esta luta está polindo o crente como pedra do edifício.
Nós vimos o apóstolo afirmando esta firmeza do crente em Jesus ao longo de toda esta epístola, e a título de recordação, leiamos as suas palavras em Rom 6.17-22, onde ele reafirma esta plena condição de liberdade alcançada pelo crente por meio da simples fé em Jesus.

"Rom 6:17 Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues;
Rom 6:18 e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.
Rom 6:19 Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.
Rom 6:20 Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça.
Rom 6:21 Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte.
Rom 6:22 Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;"

Veja que é destacada uma condição presente de liberdade total do crente, por estar em Cristo, contrastada com a de escravidão ao pecado no passado.
Não há qualquer sombra de dúvida no apóstolo e muito menos nos Senhor Jesus, quanto ao fato de que os crentes já não são mais escravos do pecado, e nem de Satanás, porque Jesus os livrou perfeita e completamente.
Mas alguém indagará: "Por que então se vê tanto mau testemunho mesmo nas vidas de crentes autênticos - pessoas que foram justificadas e regeneradas pelo Espírito?"
Isto decorre não por que perderam a filiação a Deus, ou por que deixaram de ter o Espírito, ou ainda por que voltaram à sua velha condição anterior de pessoas inteiramente carnais, deixando de ser novas criaturas em Cristo.
O que sucede é que deixaram de andar do modo digno da sua vocação, abandonaram a comunhão com o Senhor, negligenciaram os deveres espirituais da vigilância, da oração e da meditação da Palavra e do empenho na obra de Deus.
Voltaram a ser, caso nunca tenham deixado de ser, pavios fumegantes e canas rachadas, mas mesmo assim não serão lançados fora pelo Seu Senhor, que há de completar a boa obra neles, ainda que seja no céu.
Ele os corrigirá, disciplinará, mas não os rejeitará.
Afinal, não foram escolhidos por Deus por algum mérito que houvesse neles, ou algo que Lhe agradasse, mas simplesmente o Senhor lhes escolheu porque lhes amou primeiro antes mesmo da fundação do mundo.
Todavia, uma vez tendo sido feitos filhos de Deus não poderão agradá-Lo caso não vivam do modo digno da sua eleição, que foi para a santificação no Espírito (I Pedro 1.2).
O justo (aquele que foi justificado) recebeu a vida de Jesus pela fé, e agora importa que continue caminhando por fé e não por vista.
Deve se despojar das obras da carne, uma vez que o velho homem recebeu a sentença de morte na cruz do Calvário, quando morreu juntamente com Cristo.
Uma pessoa que foi libertada não deve viver mais como um escravo do seu antigo senhor, a saber, do pecado e do diabo.
Quando Jesus disse que somente Ele poderia nos libertar dessa escravidão, ele enfatizou com um "verdadeiramente" - "verdadeiramente sereis livres", ou seja, uma liberdade efetiva, real, consumada, para um casamento com Cristo que é de caráter indissolúvel, e que nem mesmo a morte pode separar.
Nosso Senhor também afirmou em João 3.6: "O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito."
E foi daqui que o apóstolo Paulo retirou o seu ensino que encontramos neste oitavo capítulo de Romanos, quando diz que aos olhos de Deus os crentes são vistos como espirituais, e não mais como carnais, ou seja, eles nasceram da carne, de seus pais, mas em Cristo, nasceram do Espírito, e são espírito vivificado, pronto para responder à demanda de Deus em ser adorado em espírito e em verdade. Todavia, não podem manifestar esta vida separados da comunhão com Jesus. É nEle, que todo o propósito de Deus é cumprido, de modo que sem Ele, nada podemos fazer.
Tudo isto está declarado pelo apóstolo em Rom 8.4-17. Releia este texto, e note como ele se refere ao fato inconteste de que o crente não anda segundo a carne, como aqueles que não foram justificados (v.4), e estes últimos caminham sem Deus no mundo porque podem somente se inclinar para as coisas da carne, e não para as que são do Espírito (v.5) - e o resultado desta inclinação que o ímpio tem para carne é inimizade contra Deus e morte espiritual, mas a que o crente tem no Espírito é para a vida eterna e para a paz, reconciliação com Deus (v.6).
Deus criou o homem para ser espiritual e não carnal - leia Gên 6.3. Mas é somente em Cristo que alguém pode se tornar espiritual, e como todos os crentes estão em Cristo, e todos são de Cristo e têm a habitação do Espírito Santo, eles têm o seu espírito vivificado porque foram justificados com a justiça de Jesus (v. 7-11).
Como toda a nossa vida espiritual tanto em crescimento e manifestação depende inteiramente do nosso caminhar no Espírito, é evidente que quando fazemos concessão ao pecado e andamos segundo o mundo, não há de se ver um espírito cheio da vida abundante de Jesus, senão um espírito que, ainda que tenha sido vivificado no dia da conversão, encontra-se agora como morto, insensível e incapacitado para manifestar a vida que é do céu, condição esta, entretanto, que pode ser revertida pela confissão e pelo arrependimento, ainda que repetidamente.
Mas ainda que isto seja verdadeiro, nem sequer é a isto que Paulo se refere em primeira mão no verso 13, no qual afirma que se vivermos segundo a carne, morreremos, mas se pelo Espírito, mortificarmos as obras do corpo, viveremos. Ora, o argumento segue também aqui neste ponto tudo o que ele disse anteriormente e que continuará afirmando, até culminar com o brado de triunfo e louvor do final deste capítulo quando diz que nada mais poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, e o motivo disto é porque fomos justificados e unidos a Ele para sempre, como membros do Seu corpo, sendo participantes da Sua própria vida.
Então estes que tiveram o seu velho homem crucificado, e que pelo Espírito tiveram os feitos do corpo mortificados na regeneração, são indubitavelmente todos aqueles que creram em Jesus e que pela fé nEle se tornaram filhos de Deus.
De modo que logo a seguir, a partir do verso 14 até o 17, o apóstolo confirma o que acabamos de expor.
Até mesmo a citação dos versículos 18 a 28, que pode parecer à primeira vista estar fora do contexto dos argumentos que Paulo apresentou anteriormente, na verdade é uma confirmação de tudo o que havia dito, porque nem mesmo as aflições presentes, nem o gemido da criação existem como uma forma de oposição ao plano de Deus de ter muitos filhos semelhantes a Cristo. Tudo o que há de tribulação e aflição no mundo coopera para a consumação deste Seu propósito eterno, porque é justamente por estas provações que somos aperfeiçoados para sermos à imagem e semelhança de Jesus.
E para suportar e vencer estas provações temos a ajuda do Espírito Santo que nos fortalece para mantermos uma vida de vigilância e oração, de modo que possamos viver de modo agradável a Deus crescendo na graça e no conhecimento de Jesus.
Daí Paulo ter dito:

"28 E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."

Paulo chamou os crentes de Corinto de carnais, porque eram bebês em Cristo que não se desenvolviam em seu crescimento espiritual. Não devemos portanto entender essa forma dele se expressar naquela epístola como algum tipo de indicação que eles não eram de Cristo, ou que não tinham o Espírito.
Eles foram assim chamados porque estavam andando de modo desordenado, mas daquele mal foram curados pelo mesmo remédio que nós também somos, porque se arrependeram e retomaram a caminhada da vida cristã do modo pelo qual deve ser retomada, a saber por um andar no Espírito, em comunhão com Cristo, observando e guardando os Seus mandamentos, por meio da fé e graça que Ele concede àqueles que se aproximam dEle com um coração sincero.
Assim, ao chamar, em certa ocasião, os crentes coríntios de carnais, o que Paulo queria dizer era que eles estavam no Espírito, mas viviam como os que vivem exclusivamente na carne, a saber, aqueles que não conhecem a Jesus.
E como sucedeu a eles, ocorre com muitos na Igreja, em razão da luta constante entre o Espírito e a carne, pois há em todo crente duas naturezas, uma terrena e outra celestial, uma velha e outra nova, uma carnal e outra espiritual, daí a existência do conflito.
Então, para o propósito de aperfeiçoamento dos santos Deus concedeu dons e ministérios pelo Espírito Santo, à Igreja, como se vê em I Cor 12, 14 e Ef 4.
Se o cristão permanecer vivendo de modo carnal Ele não poderá manifestar a vida e paz do Espírito Santo, a qual só pode ser conhecida e experimentada, caso se ande no Espírito.
Entretanto, por ter a habitação do Espírito ele já alcançou a condição de vida e paz, e foi livrado para sempre da condenação de morte que pairava sobre ele antes da sua conversão.
John Owen escreveu um tratado intitulado A Graça e o Dever de Ser Espiritual. O título é muito apropriado porque esta condição de ser espiritual é recebida exclusivamente pela graça e será mantida para sempre, todavia a sua manifestação na nossa viva cotidiana é dependente da nossa obediência ao Senhor e aos Seus mandamentos, por se viver na fé e andando no Espírito.
Foi para isto mesmo que fomos predestinados por Deus. De modo que nos chamou, pelo Espírito Santo, para nos convertermos e sermos adotados como Seus filhos, por meio da justificação, com vistas à nossa glorificação futura.
Deus não poupou ao seu próprio Filho para que Ele morresse por nós. Então como haveria nEle alguma possível intenção de vir a anular tudo o que nos tem prometido dar juntamente com Cristo, por causa da nossa união com Ele?
Como dissemos anteriormente fomos feitos co-herdeiros com Ele e isto significa que tudo o que é de Cristo é também nosso por direito concedido, prometido e jurado pelo Pai.
Então quem poderá ser contra o cristão de maneira a impedir que se cumpra nele o propósito de Deus?
Por que então viverá o cristão de modo diferente deste propósito glorioso que lhe foi concedido pela graça do Senhor?
Ele não deve dar ouvido à carne, voltaria Paulo a dizer no desenvolvimento destes argumentos verdadeiros que está apresentando desde o verso 30; mas seguir sempre a direção e instrução do Espírito Santo.
Ainda que esteja num corpo carnal que enferma e morrerá, contudo vive pelo espírito e no Espírito.
Paulo começou este oitavo capítulo dizendo que já não há nenhuma condenação para os que são de Jesus, e que andam segundo o Espírito Santo, e agora ele afirmou nos versos 33 e 34, que por causa desta justificação pela graça, mediante a fé, ninguém pode sustentar qualquer tipo de acusação contra os escolhidos de Deus que prevaleça no juízo vindouro contra eles, porque foram justificados.
Já não há de fato nenhuma condenação eterna para os cristãos, e nem o próprio Deus os condenará, porque Cristo carregou sobre Si os pecados daqueles aos quais justificou.
E é Ele mesmo que intercede pelos santos à direita de Deus, para que continue operando eficazmente naqueles que foram transformados em Seus filhos, para que sejam santificados.
É por causa desta intercessão de Cristo que o cristão persevera, porque se fosse deixado entregue a si mesmo, não poderia prosseguir adiante por causa do pecado que ainda opera na carne.
De maneira que necessita do Espírito Santo e da intercessão de Cristo para que o pecado seja vencido, e seja capacitado com poder, para viver segundo o homem interior, no espírito, e não segundo a carne.
O nosso Grande Sumo Sacerdote, nosso Senhor Jesus Cristo, intercede por nós dia e noite e tem cumprido a promessa de estar conosco todos os dias até a consumação dos séculos, e é esta a razão de não desfalecermos no meio da nossa jornada rumo à nossa pátria celestial.
De tal ordem é a força deste poder operante da graça de Jesus no cristão que nada poderá separá-lo do Seu amor.
Nenhuma tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada poderão consegui-lo, porque o caráter desta união é indissolúvel; porque tem o mesmo caráter matrimonial.
A fé vence o mundo, e todas as coisas que se levantam contra o conhecimento de Deus, em Cristo. A fé que salvou o cristão é um dom de Deus, e sendo assim é algo indestrutível.
Ela não pode ser vencida por nenhuma tribulação, seja interna ou externa.
Nada do que sentimos ou sofremos poderá nos separar de Cristo se pertencemos de fato a Ele, por termos sido, justificados e regenerados.
Deus trabalhará em nós através de todas estas coisas que no presente nos parecem adversas, mas que no fundo estão contribuindo para o nosso bem, de maneira que sejamos aperfeiçoados em santificação e amor; o que nos fará experimentar graus cada vez maiores da plenitude que há em Cristo.
É portanto por meio de todas estas coisas que os cristãos são mais do que vencedores por meio do amor de Jesus.

Silvio Dutra

"A amizade verdadeira, é a união de espíritos afins e cora-
çõs numa prece, uma experiência inesquecível que será leva
da através da vida, mesmo que os amigos não se encontrem ---
mais.
Pois a amizade é um sentimento fiel, de afeição, apreço, entre às pessoas que se estimam."

Nilma Marques Coelho

' A amizade verdadeira, é a união de espíritos afins e corações numa prece, numa experiência inesquecível que -
será levada através da vida, mesmo que os amigos não se-
encontrem mais.
Pois a amizade é um sentimento fiel, de afeição, apreço, entre às pessoas que se estimam."

Nilma Marques Coelho

A união opressiva pode nos distanciar, e ao mesmo tempo nos entrelaçar.
Digo isso, pois muito além de mim mesmo está você, a minha saída o meu coração.
E digo mais, é fantasioso o esclarecimento do meu eu, e dessa razão abstrata o meu sangue se vai, íntimamente, ligeiramente.
Unindo-me.
Um quebra cabeça de alegrias, uma convivência com a paixão, uma substância alucenógena do afeto que prende.

Rafael Jenuino

Meu amor , Os trilhos do amor , da uniao , da vida que fez nos encontrar-mos.
E em um ano , Esses trilhos seguirao firmes , iluminados, com um destino sem fim.
Todavia que as vezes teves paradas desagradavel.
Mais com a força do nosso amor e nossa compreensao conseguimos superar qualquer obstaculo que colocaram em nossa frente.

Agora este ano , Nós nao nos veremos como antes, se isso ira ser bom ou ruim nao sei.
Mais obviamente que eu continuarei te amando.
Os trilhos do Destino que nos uniu , que nos fez tao felizes, hoje esta com ironia conosco.
Querendo nos afastar , O Trilho nao nos leva para longe do amor.
Estou te pedindo , nao nos deixe afastar-mos.

Você pode trilhar um caminho diferente para cada um de nos , mas , que a cada tempo do dia , Que pares em uma estaçao , A estaçao do amor, E que neste momento unico seje de pura alegria e virtude.

O trilho do Destino , Nao Destrua o que você um dia construiu.

Pois o seu destino para conosco e indeterminado , e prospero.

Te peço , um pouco de ajuda, Nao nos deixe cairmos na escuridao.

Pois com você , ENCONTRAMOS A NOSSA ESTRADA.

A ESTRADA PARA UM FUTURO LINDO E PROSPERO.

NOS PRENDA NOS TRILHOS DO AMOR E O QUE EU TE PEÇO!

Pedro Furtado

União Vital com Cristo

É dito tanto pelo Senhor Jesus quanto pelos apóstolos, que o cumprimento da Lei consiste em viver no amor.
De fato, se não tivermos comunhão com o Senhor em Espírito, amando-o com todo o nosso coração, alma e força, qual seria a real importância de tudo o mais que fôssemos ou fizéssemos?
Daí o apóstolo Paulo ter afirmado que sem este amor de Deus a governar nossas vidas nada somos, e os nossos melhores esforços para nada aproveitam para aquela vida que é eterna e sobrenatural e divina.
Por isso Deus afirma, que nós somente O encontramos quando o buscamos com todo o nosso coração.
Certamente é um modo diferente de se referir ao dever de buscá-Lo para um relacionamento espiritual movido pelo amor.
Não se pode conhecer verdadeiramente a Deus, de outra forma.
No quinto capitulo de I João, o apóstolo afirmou que todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, isto é, o Messias, o Ungido prometido em Isaías 61.1-3, é porque nasceu de novo de Deus pelo Espírito, e todo aquele que ama a Deus, o qual lhe deu este novo nascimento, também amará a todos os filhos de Deus que forem gerados por Ele, pela fé em Cristo (I Jo 5.1).
Mas, para mostrar que o caráter deste amor não é meramente sentimental, mas espiritual e baseado na verdade que recebemos na implantação da nova natureza que recebemos pela fé, João afirmou que conhecemos que amamos de fato, os filhos de Deus, se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos (I João 5.2).
Jesus havia definido o amor a Ele como sendo a guarda dos Seus mandamentos (João 14.15; 21), isto é, aquele que O amar de fato comprovará este amor pelo ato de guardar os Seus mandamentos; ou seja, a verdadeira graça e piedade celestial e divina habitando no cristão, lhe impulsionará no seu viver diário, a produzir consequentemente este resultado de ser capacitado a guardar os mandamentos do Senhor, e a amar os seus irmãos na fé.
João acrescentou que os mandamentos do Senhor não são penosos (v. 3).
Na verdade, quando andamos no Espírito, e não somos dominados pela carne, cumprir os mandamentos do Senhor é um prazer, porque a Sua graça nos capacita a isto, e é o grande prazer do cristão fiel honrar Àquele que o salvou e que se tornou o Senhor da sua vida.
Tendo nascido de Deus o cristão vence o mundo por meio da sua fé no Senhor.
Jesus venceu o mundo, e os que estão nEle também vencem o mundo (v. 4, 5).
Ou seja, eles não agirão em conformidade com o mundo, mas de acordo com o reino de Deus e a Sua justiça.
Esta fé do cristão, que lhe foi dada como um dom de Deus está bem fundada, em evidências que dão testemunho da missão divina de Jesus Cristo.
João disse que Jesus veio pela água e pelo sangue, e o Espírito Santo dá testemunho dEle, sendo Espírito da verdade.
João viu sair água e sangue do lado de Jesus quando ele foi perfurado pela lança de um soldado romano quando estava na cruz.
A purificação de pecados no Velho Testamento estava tipificada pelo uso da água e do sangue, e era uma figura da purificação que é realizada por Jesus Cristo, pelo sangue e água que Ele derramou na cruz.
Além deste testemunho na terra que é dado pelo Espírito, pela água e pelo sangue, há também o testemunho acerca de Jesus que é dado desde o céu, pelo Pai, pelo Espírito e pelo próprio Cristo.
Ele havia dito em Seu ministério terreno que não dava testemunho de Si mesmo quanto à Sua missão divina, porque este testemunho era dado pelo Pai, e seria dado também pelo Espírito quando fosse enviado por Ele como outro Consolador para estar para sempre com os cristãos (v. 6 a 9).
O testemunho que o Pai e o Espírito deram do Filho nas Escrituras foi inteiramente cumprido em Seu ministério terreno, e o Pai também testificou desde o céu que Ele era o Messias esperado, quando falou a João Batista que Ele era o Seu Filho amado, e quando também falou com os apóstolos no monte da transfiguração que deveriam ouvir a Cristo.
O Espírito Santo tem dado testemunho acerca dEle até hoje em dia e continuará dando até que Ele volte, confirmando assim que as palavras e promessas de Jesus são fiéis e verdadeiras.
Então a missão de Cristo não está fundada no testemunho dos homens, mas no testemunho que o próprio Deus e o Seu sangue derramado e a água que saiu do Seu lado dão pela purificação de milhões de pessoas, que têm achado a salvação nEle, e das muitas que ainda serão salvas por Ele dos seus pecados.
Nos versos 10 a 13 deste quinto capítulo, João afirma que os cristãos têm em si mesmos o testemunho de que Cristo é realmente o Salvador e Senhor, porque isto se comprova pelas suas vidas transformadas pelo Espírito.
Transformação esta que ocorreu na regeneração (novo nascimento espiritual), e que tem progredido na santificação pelo mesmo Espírito, por causa da sua fé em Cristo.
Além desta transformação há a testificação do Espírito com o espírito do cristão, confirmando que ele é agora filho de Deus, e que alcançou a vida eterna por meio de Jesus Cristo, por causa da sua união com Ele.
É realmente somente pela íntima comunhão com Jesus que se pode crescer na graça e no amor de Deus.
A vida eterna está nEle, e se comprova de modo quase visível, que há crescimento nesta vida somente quando se permanece em Cristo pela fé.
Tal é a relação vital que há entre os cristãos que permanecem em comunhão com Cristo, por guardarem os Seus mandamentos, que tudo o que pedirem ao Pai em oração, e que seja segundo a vontade de Deus, lhes será concedido que sejam ouvidos, não propriamente por causa deles, mas por estarem assim tão intimamente associados a Cristo, que obteve todos os méritos junto ao Pai, para atender a todas as nossas necessidades.
O Pai nos atenderá porque pedimos em nome do Seu Filho, e porque estamos efetivamente nEle (v. 14).
A resposta da oração poderá não ser dada imediatamente, mas se nossa petição for feita pela intercessão do Espírito Santo, e segundo a vontade de Deus, é certo que seremos atendidos no momento mesmo em que fizermos a nossa petição, ainda que a resposta leve algum tempo para chegar a nós (v. 15).
João se referiu a um pecado que é para a morte, e pelo qual não se deve orar.
Não se trata de um tipo específico de pecado, este que é para morte, mas situações que ensejam um juízo de morte da parte de Deus (v. 16).
Não se trata também de se pecar contra o Espírito Santo, que é o único pecado que não será perdoado aos homens, porque os cristãos não podem cometer tal pecado, porque não resistiram ao Espírito. Ao contrário, eles possuem a Sua habitação.
Apesar de toda injustiça ser pecado, Deus reserva para Sua exclusiva autoridade exercer juízos de morte física sobre aqueles que praticam determinados pecados, não propriamente pela natureza destes pecados, mas por causa da Soberania do Seu juízo (v. 17).
Entretanto, nenhum cristão verdadeiro, o qual nasceu de novo de Deus, não vive na prática deliberada do pecado, e o Senhor Jesus encarnou nascendo na manjedoura de Belém, exatamente para o propósito de livrar os cristãos de viverem escravizados ao pecado, de modo que fossem retirados de debaixo do domínio do diabo (v. 18,19).
Jesus é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Veja que é dito que Ele é a própria vida eterna.
Ele é o verdadeiro Deus e a verdadeira vida.
É nEle que temos a vida eterna, fluindo do Seu próprio ser para o nosso espírito, em nossa comunhão vital com Ele (v. 20).
O Senhor mesmo é quem nos dá entendimento espiritual pela revelação do Espírito Santo, para conhecermos a Ele próprio, que é a verdade e a vida.
João fechou sua epístola com uma exortação para que os cristãos se guardassem da idolatria (v. 21), uma vez que há somente um único e verdadeiro Deus, sendo o único que é digno de todo o nosso amor e adoração.
A Ele seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém!





“1 Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou, ama também ao que dele é nascido.
2 Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.
3 Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos;
4 porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.
5 Quem é o que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?
6 Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo; não só pela água, mas pela água e pelo sangue. E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade.
7 Pois há três que dão testemunho no céu: o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um.
8 E três são os que dão testificam na terra:o Espírito, a água, e o sangue; e estes três concordam.
9 Se admitimos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou.
10 Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê, mentiroso o faz, porque não crê no testemunho que Deus dá de seu Filho.
11 E o testemunho é este: Que Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho.
12 Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.
13 Estas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna.
14 E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.
15 e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido.
16 Se alguém vir seu irmão cometer um pecado que não é para morte, pedirá, e Deus lhe dará a vida para aqueles que não pecam para a morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore.
17 Toda injustiça é pecado; e há pecado que não é para a morte.
18 Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive pecando; antes o guarda Aquele que nasceu de Deus, e o Maligno não lhe toca.
19 Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno.
20 Sabemos também que já veio o Filho de Deus, e nos deu entendimento para conhecermos aquele que é verdadeiro; e nós estamos naquele que é verdadeiro, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.
21 Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.”. (I João 5.1-21)

Silvio Dutra

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera
Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante
Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfanje não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,

Antes se afirma, para a eternidade.
Se isto é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.

Willian Shakespeare.

ARTA DE AMOR

Sterea

Quando me escolheste, nos primórdias de uma união eterna, eu era ainda jovem e intocada virgem, que rasgaste em requebros de viril paixão.
O teu beijo húmido percorreu-me de azul os meigos contornos, os abismos de perdição, os relevos generosos. Tinhas pressa de chegar ao êxtase da foz, ao tempero de sal, mas mesmo assim te deixaste perder nos meus sinuosos jogos de sedução, e eu, avara de ti, lacei-te, enlacei-te e deslacei-te a meu mel-prazer e a teu bel-prazer...
Às vezes, engrossado por raivas que te são sangue do teu sangue, inundas-me as orlas confiantes do teu toque, por norma meigo, e arrastas destruição e medos. Tantas vezes!... De todas eu te perdoo, fiel, e tu, arrependido, voltas ao (meu) teu leito, fertilizando de carícias redobradas as minhas margens emersas.
De tanto amor é feita a nossa história! Amor e perdão, paixão e languidez, suor e folia, vinhos e frutos, verdes e ocres, ouro e ruby!...
Cantam esse amor as gentes simples que nos veneram os laços: súbditos fiéis que te seguem o cortejo de real imponência e te aclamam azul, por reflexão do céu que te coroa; serventes dedicados, que me modelam as vestes, me cuidam a beleza e me nomeiam d'ouro...
Abençoados por Deus, somos supremo e fértil enlace, e as nossas bodas renovam-se sempre, a cada ano, em faustos festejos e brindes de vinho fino...

Autor desconhecido

BOM DIA
Hoje é o dia da virada...
que venha como virada para nova vida de amizade, carinho e união.
Faça tudo que você imaginar para que o próximo ano seja melhor, mas lembre-se que a vida lhe dá o que você pede e está preparado para receber, a vida lhe devolve em dobro o que você contribuir para que ela seja melhor.
Vá com confiança para este futuro que se abre em forma de novo ano, confie que você é capaz de tudo, queira sempre o melhor sem desprezar as pequenas coisas que lhe sobrevier
Encontre nos detalhes, leia nas entrelinhas e veja os recados que a vida vai deixando ao longo do ano.
Seja melhor, seja você... seja o máximo!!!
De mim para você...de coração!
Beijos

antonio carlos

Imagine um mundo onde a união
é o combustível da humanidade
Um lugar onde a confiança impera,
irradiando harmonia e felicidade
onde cada fôlego de vida
tem em sua face a expressão da felicidade, do amor, da amizade
Um lugar especial, de múltiplas
culturas e belezas onde
o tempero da diversidade
faz toda a diferença.
Este mundo pode estar aonde você quiser, depende de você.

Viviane Duarte

Subjetivamente, sem condições

Se a TV
e a União
fazem da Copa
uma ilusão (com algum bilhão)

alguém deitado
em seu colchão
do futebol
abrirá mão (de indignação)?

Se nas igrejas
a doação
é um remédio
e expurgação (da exploração)

alguém que reza
sua oração
será capaz de esquecer o céu
e olhar pro chão (pro seu irmão)?

Se o shopping center
em liquidação
finge fazer
uma inclusão (com um cartão)

alguém dirá
que é ilusão
o poder de quem
compra o seu pão (a prestação)?

Domingo à tarde
de uma nação:
alguém arrisca
revolução?

Lucian Rodrigues Cardoso

Perto sou ninguém, longe, nada sou


Somos assim, uma união amável,
Ela a bela eu a fera.
Não consigo me ver ao lado dela,
Ela é mais do que posso ter.

Só consigo vê-la além de meus braços
E quando a tenho parece sonhos,
Ela é minha admiração mais bela,
A musa que encadeia meus pensamentos.

Ás vezes penso quem dirá eu ser merecedora de tanto amor,
Não sei o que fiz a Deus para tê-la comigo, mas caso tenha faltando algo
Avise-me porque não me sinto tão digna para receber tanto...
Sinto como se meus braços fossem curtos para segura-la.

Ou como olhar ao longo do horizonte admirar a linda paisagem sem poder tocá-la
Por mais que eu a ‘tenha’ eu não consigo acreditar que tudo isso é ‘meu’...
Que tudo isso pode amar a mim, tão errante, imperfeita, inconseqüente
Tão pouco. Eu perto dela sou ninguém, longe dela nada sou.

RegianePeroso

Meu eterno sonho é que Judeus e Cristãos cheguem a um consenso de respeito e união.

Historicamente, podemos dispensar essa possibilidade, mas de brasileiro para brasileiro, de cidadão a cidadão, somos todos irmãos, dentro de uma mesma nação.

Onde pessoas morrem todos os dias, acidentalmente ou por causa natural, sem ter se resolvido com seu próximo, sem conhecer o perdão, sem liberá-lo também.

O Eterno fará o julgamento devido a cada um, Seu intelecto é elevado o suficiente para que tudo seja posto em seu devido lugar um dia, essa é a minha esperança!

Andressa Rodrigues Revoredo