Textos de Perdão

Cerca de 948 textos de Perdão

Nós somos uma nação queimada
Agindo em função da perda
Com medo do perdão da igreja
da punição que o castigo paga.

Nós somos a causa pela causa da morte
o erro que não tem reversão
Nem o nada, nem a noite
nem o tudo, vai nos dar a visão

A geração zero vai chegar
Será que teremos um herói?
O Deus agirá por nós?
Meu nome é Santidade

Meu apelido é Liberdade
Mas só o que penso e o que vejo
me fazem ver a sociedade
como um nó, um grande nó'S'

Rodolfo.

Começo e Fim

Fim das dores
Amores em fim

Fim das mágoas
Perdão sem fim

Fim do ódio
Paz é o fim

Fim do egoísmo
Caridade até o fim

Fim da intolerância
Harmonia, este é o fim

Fim da cupidez
Desprendimento sem fim

Fim do rancor
União não tem mais fim

Fim do orgulho
Humildade; inicio, meio e fim

Fim pode ser o começo
E também pode ser o fim


Sergio Antonio Meneghetti 06/11/2013

Sergio Antonio Meneghetti

BUROCRACIA

Quando o limite da sua paciência esgotar
te separar pelo perdão e a razão
e da sua essência revelar tudo o quê há no seu coração...

Não há retaliação que aguente
essa malhação pelo pão de cada dia

O impacto é permanente
a burocracia do sistema não permite
a recompensa de fins que garantam o futuro da nossa gente

E que gente é essa!
que só é lembrada em ano de eleição

E essa gente aceita urubus
que possuem uma lábia

Que ultrapassa a realidade
da nossa mãe gentil
chamada Brasil.

Lincon Cruz

Meu Deus, meu Pai amado me coloco diante de Ti agora para te pedir perdão pelas vezes que eu em minha estupidez agi contra o seu amor, perdão por minhas faltas Pai, perdoe os meus pecados e me dê sabedoria para que eu não os cometa outra vez.
Eu te agradeço por estar aqui, por minha família, pelas bênçãos que me concede, por bênçãos que eu recebo e as vezes eu não percebo, não te agradeço, obrigado Senhor!
Meu Deus eu te peço que venha abençoar os meus sonhos, os meus dias e os dias de meus amigos, de meus familiares, derrama querido Deus, as suas bênçãos sobre todos nós.. Dá saúde, força, fé e acima de tudo, dá sabedoria para entender e saber escolher os caminhos do bem. Amém!

Helenice Augusta da Cunha

Senhor Deus, venho a Sua presença para agradecer as bênçãos que me concede e pedir perdão por minhas faltas, perdão Pai!
Abençoe a minha vida, a vida de minha família,dos meus amigos, que o Senhor abençoe o meu trabalho e que eu seja forte para não desanimar diante das dificuldades, eu creio, te louvo e bendigo Teu Santo Nome. Amém!

Helenice Augusta da Cunha

No meu caminhar ... posso falhar mas sei que conto com o Seu perdão...
Posso me entristecer mas lembro me de Suas promessas...
Talvez até desanimar mas a fé que em meu coração está não permitirá que eu pare antes me mostrará que mais adiante encontrarei a Vitória que vem de Deus!
.......... amém.............
..................................... Débora Aggio

debora Aggio

Esperemos pelo perdão divino e não sabemos
Quando chegará a nossa vez, o tempo não fora perdido...
No qual entenda a luta de vocês...
Nos perdemos a meios ilusórios pelo dinheiro que nunca vamos ter;

E tudo nessa vida tem um fim, me fortaleço...
Para que não tenham pena de mim
Para nunca precisar ser mais do que sou;

Julio Aukay

Me vejo perdida sem direção... Pois sem a tua amizade
Fico frágil sem meu chão e meu céu sem perdão
As minhas lágrimas deslizam sem sentidos
Sem a tua voz... Sem abrigo;

Dê-me outra chance e entenda que não fiz por mal
Sou inocente no que falo e sou a tua amiga afinal
Teu sorriso me fará falta... Sem tua importância não será normal;

Portanto esqueça o que passou e começamos de novo
Amigos eternamente sem magoas, mas com sorrisos no rosto;

Julio Aukay

Creio em Deus como senhor de tudo.
Creio em mim como senhor de meu tempo.
Creio no perdão, e sei que pras minhas tristezas tenho alento.
Creio no amor, e que de tudo é um firme fundamento.
Creio na vida, e sei que ainda tenho muito a aprender, sei e como sei que um dia tenho que crescer.
Mas creio em mim, e um desejo, é que criança, simples e inocente pra sempre quero ser.

Lucas Souza

Sinceridade Requerida para o Perdão

“Heb 10:19 Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus,
Heb 10:20 pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne,
Heb 10:21 e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus,
Heb 10:22 aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.
Heb 10:23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.”

Consideremos o que é bom, agradável e aceitável diante dAquele que nos criou. Olhemos fixamente para o sangue de Cristo, e vejamos quão precioso aos olhos de Deus é o seu sangue, que tendo sido derramado para a nossa salvação, trouxe ao mundo inteiro a graça do arrependimento.
Voltemo-nos ao testemunho das gerações passadas, para aprendermos a achar o arrependimento, no exemplo que nos foi deixado por todos aqueles que entenderam a necessidade de se reconhecerem pecadores diante de Deus, e que lhe confessavam diariamente os seus pecados para obterem o favor do seu perdão; quer quando se converteram e foram justificados pela fé em Cristo, quer ao longo de toda sua jornada terrena.
Não podemos ter a verdadeira paz e vida, se permanecemos endurecidos, por não confessarmos os nossos pecados e não nos perdoarmos mutuamente, porque necessitamos perdoar o nosso próximo para que sejamos perdoados por Deus; pois necessitamos do Seu perdão constantemente para ter a verdadeira paz no nosso viver.
Deus prometeu perdoar os nossos pecados caso os confessemos e os abandonemos. E ele fez esta promessa juntando a ela o juramento que fizera por si mesmo, de nunca voltar atrás na decisão de nos perdoar e abençoar.
Sejamos então sinceros e honestos quanto às nossas falhas, diante dAquele cujos olhos percorrem toda a Terra e que tudo vê. Se dissermos que não temos pecado ou caso pensemos que somos bons e justos de nós mesmos, chamamos a Deus de mentiroso, e não podemos estar em paz com Ele e nem mesmo com nossas próprias consciências, porque tanto um quanto outro testificam claramente a nossa condição de pessoas falhas e imperfeitas, necessitadas de graça e de perdão.
Silvio Dutra

Silvio Dutra

O Perdão dos Pecados – Parte 3

É perguntado por alguns, se toda a graça é comunicada a partir de Cristo, como a nossa cabeça, supõe a nossa união com ele, de quem a fé é a parte vital e, conseqüentemente, a primeira graça, através da qual todas as outras graças são derivadas para nós.
A isso respondo, existem dois meios de nossa união com Cristo: o principal é o espírito vivificante descendente de Cristo como a fonte da vida sobrenatural, e uma fé viva operada em nós pelo sua operação pura e poderosa, que parte de nós e se une com ele. Diz-se, que o segundo Adão, foi feito "um espírito vivificante", e que aquele que se une "ao Senhor é um espírito com ele". Como as partes do corpo natural estão unidas pela influência vital da mesma alma que está presente em todo o corpo, de modo que estamos unidos a Cristo pelo Espírito Santo que lhe foi dado sem medida, e de sua plenitude que é comunicada a nós. Está claro, portanto, além de toda contradição, que a fé não é antecedentemente necessária, como o meio de transporte de todas as graças a nós que nos vêm de Cristo.
Há dois atos de fé: o primeiro diz respeito à oferta geral de perdão no evangelho para todos os pecadores arrependidos crentes; o segunda é a aplicação da promessa de perdão para a alma. O primeiro é antecedente ao arrependimento evangélico; o segundo é claramente consequente na ordem natural, pois a promessa assegura o perdão somente aos "cansados e oprimidos que vierem a Cristo para receber o descanso.”
Em suma, não há um acordo perfeito e simpatia entre a razão e a revelação divina nesta doutrina, que somente Deus perdoa o pecador arrependido. A afirmação contrária é uma anulação da retidão da sua natureza, e diretamente contrária ao projeto e teor do evangelho. Se um homem pode ser justificado como ímpio, o mandamento evangélico de arrependimento para a remissão dos pecados é inútil e sem proveito. Que pode haver uma influência perniciosa sobre a prática desta doutrina, é óbvio para qualquer um que considerar isso. Eu somente adiciono o seguinte: se Deus perdoa os homens como ímpios, “Como ele julgará o mundo?" Foi profetizado por Enoque, "Eis que o Senhor vem com dez mil santos para julgar todos os ímpios por suas obras de impiedade, que têm impiamente cometido.” Agora, como o apóstolo Tiago argumenta contra a perversidade dos homens, "quando da mesma boca procede a bênção e a maldição; porventura pode a fonte jorrar águas doce e amarga?” Tg 3.10. Esta instância é incomparavelmente mais forte no que diz respeito a Deus do que aos homens. É mais consistente e concebível que uma fonte manasse água doce e salgada, de que o Deus santo e justo, em cuja natureza não há a menor discórdia, deva justificar alguns como ímpios, e condenar os outros como ímpios para sempre.
A fé no Senhor Jesus Cristo é a condição evangélica da obtenção do nosso perdão. Isso aparecerá, considerando a natureza da fé. A fé salvadora é uma convicção sincera do poder e desejo de Cristo para salvar os pecadores, que induz a alma para recebê-lo, e a confiar nele, pois ele é oferecido no evangelho. Nós temos a certeza de sua auto-suficiência e da sua vontade compassiva para nos salvar; “Ele é capaz de salvar perfeitamente a todos os que vêm a Deus por ele." Nosso Salvador declara: "Quem vier a mim, de modo nenhum o lançarei fora." A fé está assentada na alma, e em conformidade com a verdade e a bondade transcendente do objeto, produz a estima mais preciosa e sagrada disto na mente, e o mais alegre consentimento e escolha disto na vontade. Assim, um crente sincero abraça inteiramente a Cristo como "um Príncipe e Salvador", e está muito disposto a ser governado por seu cetro, a depender de seu sacrifício. A aceitação e a confiança são os ingredientes essenciais da fé justificadora. Esta é a doutrina do evangelho eterno. O anjo o declarou aos pastores: "Eis que vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, porque vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.", Lucas 2.10. "Esta é uma palavra fiel, e digna de toda aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.", 1 Tim 1.15.
A fé é indispensavelmente necessária para a obtenção do nosso perdão. A fé é o canal em que as questões preciosas de seu sangue e sofrimentos são encaminhados para nós.
Para tornar mais evidente o quão necessária e graciosa é uma condição de fé no Redentor, para o nosso perdão, vou considerar brevemente o fundamento do pacto de vida no evangelho:
Depois que o homem mergulhou em condenação, visto que Deus decretou que, sem satisfação da sua justiça não deve haver remissão de seus pecados, e o pecador totalmente incapaz de suportar tal punição em graus, como deve, para ser verdadeiramente satisfatória, necessariamente se segue, que ele deve sofrer uma punição equivalente em duração. Para evitar isso, não havia nenhuma maneira possível, mas ao admitir a fiança, quem deveria representar o pecador, e em seu lugar sofrer o castigo devido ao pecado. Um tríplice consentimento era necessário nesta transação.
(1) O consentimento do soberano, cuja lei foi violada, e sua majestade desprezada, para que haja uma distinção natural entre pessoas e entre as ações de pessoas, assim, deve haver entre as retribuições dessas ações; consequentemente o pecador é obrigado a sofrer a punição em sua própria pessoa. A partir daí, é claro, que a punição não pode ser transferida para outro sem a permissão do soberano, que é o patrono dos direitos da justiça.
(2) O consentimento do fiador é requisitado: porque a punição sendo uma emanação de justiça não pode ser infligida a uma pessoa inocente, sem a sua apresentação voluntária para salvar o culpado. A fiança é legalmente uma pessoa com o devedor, caso contrário o credor não pode executar a ação, pela regra de direito, o pagamento pelo fiador, que é fixado pela lei sobre a pessoa do devedor.
(3) Isto é também claro, que o consentimento do culpado é necessário, que obtenha a impunidade pelos sofrimentos vicários de outro. Porque, se ele resolve levar a sua própria culpa, e deliberadamente se recusa a ser liberado pela apresentação de outro entre ele e a punição, nem o juiz nem o fiador podem obrigá-lo. Agora, todos estes concorrem nesta grande transação. Como a criação do homem foi uma obra de conselho solene: "Façamos o homem", por isso a sua redenção foi também o produto do conselho divino. Eu posso aludir ao que nos é representado na visão da glória divina ao profeta Isaías: "Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.”, Isa 6.8. Assim, o levantar a nossa salvação foi do Pai. Ele faz a pergunta, quem deve ir por nós, para recuperar o homem caído? O Filho se apresenta, "Aqui estou, envia-me". O Pai em sua soberania e misericórdia nomeia e aceita o mediador e fiador para nós. Não fazia parte da lei dada no paraíso, que se o homem pecasse, ele deveria morrer, ou o seu fiador no seu lugar, mas foi um ato do livre poder de Deus como superior à lei, para nomear o seu Filho para ser o nosso avalista, e morrer em nosso lugar.
Diz-se no Evangelho: "Deus amou tanto o mundo”, então acima de toda, comparação e compreensão, ele deu e enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que o mundo através dele pudesse ser salvo. O Filho de Deus, com a escolha mais livre, se interpôs entre o Deus justo e o homem culpado para esse fim. Ele voluntariamente deixou seu trono soberano no céu, eclipsou sua glória sob uma nuvem escura da carne, degradando-se na forma de um servo, e submetendo-se a uma morte ignominiosa e cruel para a nossa redenção. Quando ele veio ao mundo, ele declarou seu pleno consentimento, com uma nota de eminência: "Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo tu tens me preparado, então eu disse: Eis-me aqui para fazer a tua vontade, ó Deus.” Nesse consentimento do Pai e do Filho, toda a estrutura de nossa redenção é construída. A execução da justiça em Cristo é a expiação de nossos pecados, e pelos seus sofrimentos o preço total é pago para nossa redenção. Há uma troca judicial de pessoas entre Cristo e os crentes, a sua culpa é transferida para ele, e a sua justiça é imputada a eles. "Ele o fez pecado por nós, que não conheceu pecado, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus nele." 2 Coríntios 5. Sua obediência ativa e passiva, sua vida e morte são contadas para os crentes para a sua aceitação e perdão, como se tivessem feito meritoriamente a sua própria salvação.
O pecador deve dar o seu consentimento para ser salvo pela morte de Cristo sobre os termos do evangelho. Esta Constituição é fundamentada sobre os artigos eternos entre o Pai e o Filho no pacto da redenção. Nosso Salvador declara que "Deus deu o seu Filho, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." Não obstante a plena satisfação feita pelos nossos pecados, tenha sido planejada e executada sem o nosso consentimento, todavia, sem uma fé que se aproprie deste planejamento divino, nenhum benefício poderia advir para nós. "Ele habita em nossos corações pela fé", e é por esta parte vital de nossa união que temos comunhão com ele em sua morte, e em tudo o que respeita a todos os benefícios abençoados por ele adquiridos, como se tudo o que ele fez e sofreu tivesse sido para nós somente. "Ele é a propiciação pela fé no seu sangue." Desse total consentimento do pecador, há um excelente exemplo no apóstolo: ele o expressa com o maior ardor de afeição: “Eu considero tudo como esterco para que possa ganhar a Cristo e ser encontrado nele, não tendo a minha justiça, que é da lei, mas a que vem pela fé em Cristo.", Fp 3.9. Como um pobre devedor insolvente, pronto para ser lançado numa prisão perpétua, anseia por uma fiança rica e liberal, para fazer o pagamento para ele; assim o apóstolo Paulo desejava ser encontrado em Cristo, como um fiador todo-suficiente, para que ele pudesse obter a liberdade da acusação da lei.
O estabelecimento do evangelho, do qual a fé é a condição do nosso perdão, de modo que ninguém pode ser justificado sem ela, é por pura graça. O apóstolo apresenta esse motivo pelo qual todas as obras são excluídas - aquelas realizadas no estado de natureza, ou por um princípio de graça - de serem a causa da aquisição da nossa salvação, que é para evitar a vanglória em homens que resultaria disso. "Vocês são salvos pela graça, mediante a fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus." Ef.2. O perdão do pecado é a parte principal de nossa salvação. Ele declara positivamente, que a justificação "é, portanto, da fé, para que seja segundo a graça", Rom 4. Se a justificação fosse obtida por uma condição de execução impossível, isto não teria nenhum favor para oferecer aquele bem-aventurado benefício para nós; senão sendo isto a certeza de um crente que humilde e gratamente o aceita, a graça de Deus é sumamente glorificada. Para tornar isso mais claro, a fé, pode ser considerada como uma graça produtiva, ou receptiva: como produtiva, purifica o coração, trabalha por amor, e nesta consideração não somos justificados por ela. A fé não tem eficiência em nossa justificação, isto é o ato exclusivo de Deus, mas a fé como uma graça receptiva, que abraça Cristo com seus preciosos méritos que nos são oferecidos na promessa, nos credencia para o perdão. E deste modo a graça divina é exaltada: porque aquele que depende totalmente da justiça de Cristo, renuncia absolutamente à sua própria justiça, e atribui a obtenção de perdão exclusivamente à misericórdia e ao favor de Deus, por causa do Mediador.
3. Que Deus está pronto a perdoar, está plenamente provado por muitas declarações graciosas em sua palavra, a expressão infalível de sua vontade. "Nós somos ordenados a buscar a sua face para sempre", seu favor e amor, porque o semblante é o espelho em que os afetos aparecem. Agora todos os mandamentos de Deus nos asseguram a sua aprovação e aceitação de nossa obediência a eles; segue-se, portanto, que é muito agradável para ele, que oremos para o perdão de nossos pecados, e que ele vai perdoá-los se orarmos da maneira devida. Quando ele proibiu o profeta Jeremias de orar por Israel, era um argumento de ruína decretada contra eles: "Não rogues por este povo, pois eu não te ouvirei.”, Jer 7.16. Para incentivar a nossa esperança, Deus tem o prazer de nos dirigir em nossos pedidos de misericórdia: ele dirige "Israel, que havia caído pela iniquidade, a observar a palavra, e voltar para o Senhor, lhes dizendo: “Perdoa toda iniqüidade, aceita o que é bom e, em vez de novilhos, os sacrifícios dos nossos lábios.", Os 14.2. A isto se soma uma solene renúncia dos pecados que o provocaram à ira. Sua resposta graciosa se segue: "Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles.", Os 14.4. Se um príncipe faz uma petição a um suplicante humilde para si mesmo, é uma forte indicação de que ele irá concedê-lo. Deus une súplicas aos seus mandamentos, para induzir os homens a aceitar essa misericórdia. O apóstolo declara: "De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo. Como se Deus suplicasse a vocês por nós, rogo-vos em nome de Cristo que vos reconcilieis com Deus", 2 Coríntios 5. Surpreendente bondade! quão condescendente, quão compassivo! A provocação começou por parte do homem, a reconciliação começou primeiro em Deus. Que o Rei do céu, cuja indignação foi acendida por nossas rebeliões, e com justiça poderia enviar algozes para nos destruir, enviaria embaixadores para nos oferecer a paz, e pedir que sejamos reconciliados com ele, como se fosse o seu interesse e não o nosso, é a misericórdia acima do que podemos pedir ou pensar. Com mandamentos e súplicas ele mistura promessas de perdão para nos encorajar a vir ao trono da graça: "Quem confessa e abandona seus pecados, alcançará misericórdia." Esta promessa é ratificada pela garantia ainda mais forte: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça.", 1 João 1. O perdão de um pecador arrependido é o efeito mais livre da misericórdia, mas é devido à honra da fidelidade e da justiça de Deus, que tem o prazer de se comprometer com a sua promessa de fazê-lo. E apesar de a palavra de Deus ser tão sagrada e certa como seu juramento, pois é impossível para ele mudar a sua vontade, ou para nos enganar em ambos, ainda para superar os temores, para aliviar as dores, para nos dar forte alento e satisfazer os desejos dos pecadores arrependidos, ele teve o prazer de anexar seu juramento à promessa, Heb 6.18, o qual é de um caráter mais infalível e, note que a bênção prometida é imutável.
Ele acrescenta ameaças aos seus convites, para que o temor, que é um sentimento ativo e forte, possa nos constranger a procurar a sua misericórdia. Nosso Salvador disse aos judeus que se fizeram cegos e endurecidos em sua infidelidade: "Se não credes que eu sou ele", o Messias prometido,"e não virdes a mim para obter a vida, morrereis nos vossos pecados." João 8.24. O risco implica um estado final e temeroso, além de toda expressão, pois aqueles que morrem em seus pecados, devem morrer por causa deles por toda a eternidade. O inferno é a triste mansão das almas perdidas, cheio de ira e desespero extremos, e onde o desespero é sem remédio, a tristeza é sem mitigação para sempre. A partir daí podemos ser convencidos, como Deus está disposto a perdoar e a nos salvar, em saber como estamos enredados com os pecados que nos são agradáveis, ele nos revela qual será a consequência eterna dos pecados para os quais não houve arrependimento nem perdão, a punição acima de todos os males que são sentidos ou temidos aqui embaixo.
Se os homens se submetem ao chamado de sua palavra, e do seu Espírito, e, humildemente, aceitam os termos de misericórdia, isto é muito agradável para ele. Somos certificados por Jesus Cristo, que é verdade, que há "alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento." O próprio Deus declara com um solene juramento, que ele não tem prazer na morte do pecador, mas que se converta e viva. A santidade e a misericórdia de Deus são duas das suas mais divinas perfeições, a sua glória peculiar e prazer. Agora, o que pode ser mais agradável, do que ver uma criatura pecadora conformada com sua santidade, e salva pela sua misericórdia? Se a alegria interior de Deus, pela qual ele é infinitamente bendito, fosse capaz de novos graus, isto exaltaria de forma mais elevada o exercício da sua misericórdia, que perdoa. Há uma clara representação disso na parábola do filho pródigo, em seu retorno a seu pai que o recebeu com um roupão e um anel, com música e um banquete, os sinais de alegria são exaltados nisto. Mas, se os pecadores estão endurecidos, na obstinação, e não obstante Deus esteja tão disposto a perdoá-los, são voluntários para serem condenados, com o variedade de paixões que eles expressam em seu ressentimento. Ele assume a linguagem dos homens, para fazê-los compreender a sua afeição por eles. Às vezes, ele protesta com uma terna simpatia, “Por que morrereis?" como se fossem imediatamente cair no abismo. Ele expressa piedade, misturada com indignação, pela sua louca escolha e ruína; “Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento?" (Pv 1.22). Que relutância e remorso ele expressa contra proceder aos juízos extremos? “Como te deixaria, ó Efraim? Como te entregaria, ó Israel? Como te faria como a Admá? Como fazer-te um Zeboim? Meu coração está comovido dentro de mim, as minhas compaixões, à uma, se acendem.”, Os 11.8.. Com que compaixão o Filho de Deus anunciou a destruição decretada de Jerusalém, por rejeitar o Salvador e a salvação! "e dizia: Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos.”, Lc 19.42. Como um juiz que se compadece do homem, quando ele condena o malfeitor.

Tradução e adaptação feitas pelo Pr Silvio Dutra, de um texto de William Bates, em domínio público.
william Bates

William Bates

SALMO 65 - Salmo de Davi

Neste salmo Davi declara o perdão de pecados por causa da eleição de Deus. Estes eleitos virão ao Senhor para terem as suas iniquidades perdoadas por Ele. São bem-aventurados porque são escolhidos pelo Senhor para se aproximarem dEle, e para que assistam nos Seus átrios, e ficam satisfeitos com a bondade da casa do Senhor, o Seu santo templo. Estes eleitos de Deus não se encontram apenas em Israel, mas eles vêm do Oriente e do Ocidente, de todos os confins da terra, porque eles veem os sinais do Senhor, e Ele os faz exultar de júbilo. Deus abençoa o Seu povo tornando-o fértil e frutífero, com as chuvas do Espírito, assim como Ele faz com a própria terra regando-a com chuvas e fertilizando-a copiosamente, de modo, que os rebanhos nos campos, e os vales vestidos de espigas, parecem exultar de alegria e cantar diante de Deus e dos homens. Tal é a vida destes eleitos de Deus que também crescem, vicejam e frutificam pelo Seu próprio poder que lhes concede tal graça.

“A ti, ó Deus, confiança e louvor em Sião! E a ti se pagará o voto. Ó tu que escutas a oração, a ti virão todos os homens, por causa de suas iniquidades. Se prevalecem as nossas transgressões, tu no-las perdoas. Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de ti, para que assista nos teus átrios; ficaremos satisfeitos com a bondade de tua casa - o teu santo templo. Com tremendos feitos nos respondes em tua justiça, ó Deus, Salvador nosso, esperança de todos os confins da terra e dos mares longínquos; que por tua força consolidas os montes, cingido de poder; que aplacas o rugir dos mares, o ruído das suas ondas e o tumulto das gentes. Os que habitam nos confins da terra temem os teus sinais; os que vêm do Oriente e do Ocidente, tu os fazes exultar de júbilo. Tu visitas a terra e a regas; tu a enriqueces copiosamente; os ribeiros de Deus são abundantes de água; preparas o cereal, porque para isso a dispões, regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas. Tu a amoleces com chuviscos e lhe abençoas a produção. Coroas o ano da tua bondade; as tuas pegadas destilam fartura, destilam sobre as pastagens do deserto, e de júbilo se revestem os outeiros. Os campos cobrem-se de rebanhos, e os vales vestem-se de espigas; exultam de alegria e cantam.”

Silvio Dutra

Discipulado

Neste mundo sem perdão
Onde reina a vingança e o temor
Finque uma cruz no coração
E a leve para onde for.

Igreja não é construção
De pedra, massa e cimento
Não vive de celebração
De seu próprio pensamento.

Igreja viva é de carne e sangue
Que ri, que chora e se derrama
Que automaticamente se expande
E ilumina com sua chama.

Prá viver e ser igreja hoje
Seja um discípulo de verdade
Entre fé e vida faça a ponte
E caminhe com honestidade.

Não são necessárias regras
Morrer prá si mesmo é o começo
Como parceiros em novas terras
Viremos o mundo do avesso.

Não tenha medo do sofrimento
É com ele que Deus ensina
A mudar nosso pensamento
E nossa atitude em cada esquina.

A chave do discipulado
É tão somente a obediência
Seremos cúmplices lado a lado
Com mútua influência.

Por isso dos quatro ventos eu chamo
A todo aquele que crê
Seja um discípulo, eu clamo
Não viva mais prá você.

Angela Natel

Perdão – mar/01

Que mudança
Que transformação
Hoje sinto
Depois da luta
E da confissão.

Teu perdão me alivia
Me acalma, ensina
Tua vida invade minha vida
E não há como saber
Onde uma começa e a outra termina.

Sou pecadora, isso reconheci
Não tenho domínio, nem paciência
Do Teu perdão me revesti
Capacitaste-me a enfrentar
As consequências.

Tua vontade, Senhor, quero fazer
Viver Tua vida,
Teus pensamentos pensar
Sem Ti não há como vencer
Em meio às barreiras
Por Ti quero lutar.

Angela Natel

"A culpa foi do coração"


A culpa foi do Coração Peço-te perdão...

Perdão pela minha confusão.

Confesso que por um momento achei que teria seu coração...

Mas quando dei por mim, vi que era tudo uma ilusão.

Nossa amizade era tão verdadeira e real...

Quando vejo que ela acabou, me sinto mal.

Na verdade a culpa foi minha...

Ou talvez do sentimento que eu tinha.

Acho que sua foi a culpa...

Quem mandou ser tão culto.

Quem mandou ser tão belo...

E ao mesmo tempo sincero.

Quem mandou ser tão responsável...

E ao mesmo tempo tão amável.

Quem mandou me dar tanta atenção...

Isso cativou meu coração.

Hoje não nos falamos...

Sinto saudade.

Saudade do meu celular tocar...

Que sempre era você a me acordar.

Saudade ouvir sua críticas por mais que eu não gostasse...

Mas que para eu era preocupação de quem talvez me amasse.

Não podemos colocar quem queremos em nosso coração...

Mas também não podemos evitar de gostar de quem nos trata apenas como irmão.

É a vida é mesmo uma comédia...

Gostamos de quem gosta da gente.

Mas que não gosta como queremos que goste realmente

Autora Maria José dos Santos Ferreira.

Era uma vez o fim...

"Oséias 1: *Casamento *Idolatria *Corrupção *Promessa *Perdão
- A prostituição do povo de Deus foi vender-se a si e o seu corpo a corrupção (pecado).
- A formação de uma nova família unindo se a uma nova promessa.
- Através de um casamento simbólico se invertiria o que ocorria, pois antes dizei "não são o povo de Deus", mas a partir da promessa se dirá "vois são filhos do Deus vivo"."

A *CORRUPÇÃO nos leva a *IDOLATRIA de nossos próprios pecados e vicios, da nossa própria condição fraca a qual nos empurra para o fundo do poço. E quando somos alcançados por essa desgraça somente alcançamos a saída na *PROMESSA de Quem nos trás *PERDÃO incondicional nos levando a um *CASAMENTO (compromisso) com o Quem irá nos transforma de NÃO FILHOS para FILHOS.

"Oséias 2: *ESQUECEU-SE *FILHOS DA PROSTITUIÇÃO *MARIDO
- Eis que pela perdição das suas escolhas pelo seu pecado de prostituição ocupava a mente com seus amantes, portanto não havia espaço para que se lembrasse de Deus.
- Diante do seu ato de deitar-se sem um compromisso houve frustos do seu pecados, filhos nascidos da prostituição, filhos condenados a ser a consequência de um pecado
- É quando o Senhor vem sobre toda essa condição pecaminosa e Ele a conhece, Ele sabe da suas escolhas, e sabe quais frutos foram gerados, e Ele te diz que o compromisso que você não teve com outros você terá com Ele, e que seus maus frutos gerados pelo sua prostituição serão transformados de bastardos do pecado para filhos DELE, e será o seu povo, e eles o reconheceram como Deus, e assim o seu compromisso será com Ele. Misericordioso."

Quando estamos sucumbidos no pecados nos enchemos para que não haja forma ou condicação de nos lembrarmos essa condição nos leva ao *ESQUECIMENTO do nosso Deus, nos leva a gerar frustos pecaminosos a lançarmos ao mundo os frutos da nossa prostituição feita quando vendemos o nosso "eu" o nosso "corpo" para o pecado. O mundo foi cheio com *FILHOS DA PROSTITUIÇÃO ser a consequência de um pecado não impedirá que Deus faça de você o Seu filho, pois Ele quer ter um *COMPROMISSO conosco que mais ninguém irá querer, ninguém mais estará disposto a ter conosco esse *COMPROMISSO incondicional.

"Oséias 3: *COMPRAR
- Pois houve que Oséias comprou aquela mulher para que ficasse com ele por muitos dias; e essa não se prostituirá, nem serás de outro homem.
- Israel ficaria por muitos dias sem rei, príncipe, sacrifício, estatúa, sem éfode ou terafim."

Jesus nos *COMPROU da forma mais grandiosa, e Ele não nos comprou para que continuermos a viver na mesma vida de escravidão, Ele nos *COMPROU para nos tornar de cativos á passaros livres que voem alto em Sua presença.

Natalhiê Ferreira.

Rancor e Perdão

Rancor é furor
Perdão é mansidão
Rancor é dor
Perdão é gratidão
Deus nos perdoou
Então,
Porque não perdoar?
Perdão acalma coração
Não nos faz tolo não
Quer vingança?
Abandona esta herança
Faz uma mudança
No teu coração e mente
Pois só tu fica doente
É passageira esta sensação
Que a vingança traz ao teu coração
Seja diferente
Ao menos tente
Pois dirá que sente
Paz e emoção
Que trará muita felicidade ao seu coração.

Andréa Dias Fernandes Santos

O Deus Misericordioso que Atende à Nossa Intercessão

Em Êxodo 33 Moisés havia rogado o perdão de Deus para o pecado dos israelitas relativo ao bezerro de ouro, e mais do que isto, que Ele não negasse a Sua presença ao povo de Israel.
E tendo obtido o favor do Senhor, rogou que Lhe mostrasse a Sua glória, e foi atendido no que pediu, conforme vemos em Êxodo 34.
Todavia, o que Moisés veria seria apenas um vislumbre da glória de Deus, porque Ele lhe declarou que homem nenhum verá a Sua face e viverá.
O Senhor tomaria então a providência necessária para que Moisés pudesse vê-lo pelas costas passando adiante dele entre a fenda de uma rocha no monte Sinai, para onde o convocou para escrever de novo as leis em duas novas tábuas de pedra, porque no episódio da adoração do bezerro, ele havia quebrado as duas primeiras.
E o Senhor o cobriria com Sua mão na fenda da rocha até que tivesse passado.
Tendo ordenado a Moisés que subisse ao cume do Sinai na manhã do dia seguinte, e quando lá chegou, Deus proclamou as palavras que estão registradas nos versos 6 e 7 de Êx 34:
“Jeová, Jeová, Deus compassivo, clemente e longânimo, e grande em misericórdia e fidelidade, que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniqüidade dos pais nos filhos, e nos filhos dos filhos até a terceira e quarta geração.”.
Deus revelou a Moisés o motivo das penas da lei: Ele não pode inocentar o culpado, e está obrigado pelo Seu atributo de Justiça a exercer juízos sobre a iniquidade. Ele não pode portanto declarar que somos inocentes quando somos culpados, pois Ele é o Deus fiel e verdadeiro que não pode mentir. Mas como é compassivo, clemente e longânimo, grande em misericórdia e fidelidade, Ele pode perdoar a iniquidade, a transgressão e o pecado de todos os pecadores que se arrependam e se convertam dos seus maus caminhos, com base no sólido fundamento que é o pagamento total de nossa dívida de pecados por Jesus na cruz.
Assim, a lei manifesta estes dois aspectos do caráter de Deus: o punitivo e o perdoador.
A lei define o crime e estipula a pena correspondente.
Define o que é bom e estipula a recompensa.
E definia também quais são as ofensas para as quais não haveria perdão no período de vigência daquela aliança (de Moisés a João Batista).
E sendo a igreja uma sociedade dirigida por princípios diferentes dos que regiam o povo de Israel na Antiga Aliança, que constituía uma nação debaixo de um governo teocrático, com leis civis para dirigirem a nação, assim como todas as nações possuem os seus códigos penais e civis para regularem as relações da sociedade, não se prescreve portanto na Nova Aliança, para o povo de Deus, o mesmo processamento previsto na lei de Moisés para os casos de transgressão da lei.
Entretanto, se aprende por princípio, acerca da realidade de que o pecado sujeita à morte, e ainda que alguém que permaneça debaixo da escravidão do pecado não seja punido com uma sentença de morte neste mundo, é bem certo que esta pessoa além de permanecer morta espiritualmente, há de ser condenada à morte eterna, depois que partir desta vida. E se aprende também que Deus detesta o pecado e o punirá caso não haja arrependimento. Do mesmo modo que se agrada da prática da justiça e a recompensará.
Moisés havia preparado as tábuas de pedra para que Deus escrevesse a lei naquelas tábuas com o Seu próprio dedo. E como na Nova Aliança Deus tem prometido escrever a lei em nossas mentes e corações, nós temos que prepará-los para recebê-la, e isto se faz por arrependimento, confissão, fé, e por um caminhar na verdade.
O coração de pedra deve ser quebrado pela convicção e humilhação em relação ao pecado, e como lemos em Tg 1.21: “Pelo que, despojando-vos de toda sorte de imundícia e de todo vestígio do mal, recebei com mansidão a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar as vossas almas.”. Assim, deve ser mortificado o pecado e em seu lugar deve ser recebida a palavra de Deus.
Tendo sido fortalecido pelas palavras que ouviu de Deus acerca do Seu caráter bondoso e perdoador, Moisés se sentiu encorajado a reafirmar a sua intercessão para que Deus perdoasse o pecado do povo, e pediu também o seguinte: “segue em nosso meio conosco.”; apesar de ser o povo de dura cerviz.
E nisto tudo Moisés se incluiu entre os israelitas assumindo o pecado deles como se fosse o seu próprio ao dizer: “Perdoa a nossa iniquidade e o nosso pecado, toma-nos por tua herança.”.
Nisto ele foi um tipo de Cristo que assumiu os nossos pecados como sendo seus próprios, apesar de não ter pecado, e que se identificou com os pecadores fazendo intercessão por eles junto ao Pai.
E Deus mostraria que é de fato perdoador, ao ter respondido à intercessão de Moisés com as palavras que lemos em Ex 34.10-17.
Ele fez uma aliança com eles de fazer maravilhas através de Israel que nunca se fizeram em toda a terra, de modo que os israelitas vissem a obra do Senhor, especialmente lançando fora da presença deles os habitantes de Canaã.
Mas para isto, deveriam se abster de fazer aliança com aquelas nações pagãs que haviam sido condenadas por Deus, em razão da sua impiedade e idolatria.
E não somente não deveriam fazer aliança com eles como deveriam derrubar os seus altares, quebrar suas colunas e cortar seus postes-ídolos, e também não deveriam dar seus filhos em casamento às mulheres de Canaã, para que não se prostituíssem com os seus deuses.
O perdão do pecado da adoração do bezerro de ouro não seria condicional, mas deveriam lembrar que a ruína deles, e o temporário desfavor que tiveram da parte do Senhor se deveu exatamente à idolatria que deveriam agora combater em outras nações, devendo se acautelar por si mesmos, para que não voltassem a incorrer no mesmo pecado.
Para reafirmar aos israelitas o seu completo repúdio à idolatria, no final das promessas e advertências feitas a Moisés para serem ditas a toda a nação de Israel, o Senhor proferiu o seguinte breve mandamento:
“Não farás para ti deuses fundidos.” (v 17).
Israel deveria revelar às nações que aqueles que adoram imagens de escultura não conhecem o Deus verdadeiro, ainda que o fato de simplesmente não adorar tais imagens signifique necessariamente que se tenha conhecimento de Deus.
Todavia, permanece uma verdade que aqueles que adoram ídolos ou seguramente não conhecem a Deus, ou então estão provocando a Sua ira, porque é Deus zeloso, e não divide a Sua adoração com ninguém, especialmente com falsos deuses criados pela imaginação dos homens.
Daí encontrarmos mesmo no Novo Testamento as seguintes exortações dos apóstolos aos gentios, que haviam se convertido e que tinham vindo do mundo pagão, que era dado à idolatria: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” (I Jo 5.21). “que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue.” (At 15.20).
E a reafirmação das três festas solenes (18-27), que Israel deveria celebrar anualmente serviria para comprovar que Deus havia perdoado o povo, e para confirmar que a aliança que Ele havia feito com eles permanecia de pé apesar de a terem anulado com a idolatria do bezerro de ouro.
E lemos expressamente no verso 27:
“Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras: porque segundo o teor destas palavras fiz aliança contigo e com Israel.”.
No verso 28 nós vemos que a lei que foi escrita por Deus nas tábuas de pedra foram os dez mandamentos que ele havia proferido audivelmente a toda a nação de Israel.
E tendo passado quarenta dias e noites no monte com Deus, em jejum absoluto (v.28) comprovando-se assim que Deus é poderoso para preservar a vida daqueles que estão a seu serviço, quando estes se encontram em condições de não poderem se alimentar adequadamente, Moisés desceu com as tábuas com os dez mandamentos, e não percebeu que a pele do seu rosto estava resplandecendo de tal forma que o próprio Arão e os israelitas temeram se aproximar dele, mas ele convocou a Arão e os príncipes de Israel e lhes declarou os mandamentos e as boas notícias que havia recebido do Senhor em relação a ter declarado que seria favorável a eles.
E depois disse as mesmas palavras a todo o povo.
Depois de lhes ter falado colocou um véu sobre o rosto, e só o tirava para falar com o Senhor. (v. 29-35).
A glória de Deus estampada no rosto de Moisés era um sinal visível do favor de Deus concedido a eles, e da aceitação da sua intercessão em favor da nação.
De igual modo, quando Jesus foi transfigurado com a glória celestial no monte e se ouviu uma voz vinda do céu dizendo que Ele deveria ser ouvido por ser o Filho amado de Deus, isto também confirmava a aceitação do sacrifício que ele faria em favor dos pecadores em Jerusalém, para que o pecado deles pudesse ser perdoado, tal como os israelitas haviam sido perdoados por Deus, por causa da intercessão de Moisés em favor deles.
É bastante significativo, neste sentido, que Moisés e Elias tivessem estado com Cristo no monte da transfiguração lhe falando das coisas que em breve sucederiam em Jerusalém, relativas à Sua morte.
Moisés colocou o véu sobre a sua face para não fazer uma ostentação carnal da autoridade que lhe fora concedida por Deus, de modo que ele viesse a ser uma pedra de tropeço para os israelitas que poderiam se sentir tentados a adorá-lo.
Moisés sabia que era apenas um homem dependente, como os demais, da graça do Senhor e que somente Deus deve ser adorado.
Mas o Novo Testamento interpreta que aquela atitude de Moisés acabou servindo para ilustrar que apesar da glória que a dispensação da Lei, ou Antiga Aliança, possuía, havia nela uma obscuridade não revelada em suas instituições cerimoniais que apontavam para Cristo e para a graça do evangelho, porque um véu estava colocado sobre elas, de forma que os filhos de Israel não podiam ver distintamente aquelas verdades espirituais das quais a lei era uma sombra e figura.
A beleza do evangelho estava velada, ocultada na dispensação da lei, e o véu seria removido por Cristo (II Cor 3.13-16).

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Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

Perdão

Desci o singular caminho
Auspicioso cambalear de idéias
Na mente opaca e necessitada
Não era uma estrada, nem uma condição.

Verti do mais fundo da alma
O âmago capaz de simplificar a história
Rompendo em gloria, o certo pesar.

Vagas lembranças decerto irão ficar
Mas sem a dor da mente
Incrustado na inércia mediana das torrentes
Romper correntes, libertar.

Do foco bendito apurado
Numa mente sanada ou não
Rabiscada e moldada
Num gesto de perdão

Oscar de Jesus Klemz

Quando e como Lúcifer receberá seu perdão (Metáfora, parábola ou profecia?)

Está é mais uma de história que vale a pena você saber! Ponha-se no lugar de Deus, se você fosse ele, e Lúcifer chegasse até você e pedisse seu perdão por tudo o que ele fez e te dissesse que faria qualquer coisa pra ganhar seu perdão e voltar a cada de Deus, seu verdadeiro lar de origem. O que você diria a ele?
Pois bem, se você quer saber a minha opinião sábia sobre isso, eu vos direi, prestem bem atenção e reflitam no que e como o perdão de Deus é perfeito.
Primeiramente eu diria a ele que o perdoaria sim, porém, ele teria de ser merecedor de seu perdão, e para que isso pudesse acontecer ele teria que nascer como um humano aqui na terra, e eu tiraria um pedaço de seu coração, que seria o verdadeiro amor da vida dele, ou seja, a mulher que teria o poder de devolver a outra metade de seu coração, e assim dar ao mundo de novo a eternidade, trazendo os mortos de volta a vida. E que essa mulher só seria entregue e ele depois dele conquistar o perdão de todos os seres que aqui habitam. E que ao nascer na terra, esse vazio dentro dele, que ele jamais poderia preencher com outra pessoa o relembraria de sua verdadeira missão aqui na terra. O de reverter a situação do mundo, e através de suas atitudes aqui na terra, assim poder consertar seu erro para com Deus e o ser humano. Em primeiro lugar, ele teria que pensar em como fazer para isso acontecer. Pois bem, muito simples, é fácil de ter essa resposta, mas não de torná-la realidade. Ele precisaria em primeiro lugar aprender a amar verdadeiramente, e a tocar o coração das pessoas, e começar a espalhar a ideia de uma pessoa se candidatar a presidência do país onde ele vive e ao invés de prometer melhores salários, apenas prometer pagar a dívida externa e exterminar com o dinheiro no seu país, e através de sua criatividade, imaginação e inteligência pudesse governar a nação apenas com amor, amor ao próximo. Isso mesmo! Você entendeu certo! Realmente essa é a resposta pra tudo. Pense comigo, governar com dinheiro nos limita a poder só se fazer o que o tanto de dinheiro o país tem para com cada necessidade. Porém, o amor não nos limita a isso, com ele acabamos com a violência, criminalidade, com a corrupção, com a falta de saúde, com a falta de educação, com a pobreza, enfim, com tudo, pois todos teríamos direito a uma casa, um terreno, um lar, comida, estudo, assim podendo ter acesso a realização de cada sonho mais puro que vive dentro de nós. Por exemplo, poderíamos começar assim, a princípio, todos seriam instruídos a permanecerem em seus ramos e funções por um determinado tempo, afim de que não geremos tumulto nem perca de consciência por tal mudança. Mas todos trabalhando somente por amor ao próximo, o Brasil primeiramente teria de pagar a dívida externa(Dívida com outros países) e aprender a ser um país auto-suficiente, ou seja, viver somente do que o próprio Brasil tem de matéria prima e outros. Depois com o passar do tempo, esse governante(presidente), juntamente com seu grupo escolhido para governar apresentariam propostas para aprimorar a nova ideia de sistema feito com base no amor e não mais dependente do dinheiro. Pense comigo, seria muito mais prazeroso colocar a nossa mente pra pensar em como fazer as coisas acontecerem com amor e através do amor do que com o dinheiro, que sempre atrairá desigualdade social.
Você conseguiram compreender o porquê que esse é o único meio, a única salvação do nosso mundo? E não é necessário agente acreditar em Deus ou no Diabo pra que isso tudo aconteça, basta colocar em nossas mentes e corações, que, a única forma de consertar o erro que fora cometido por um certo alguém que inventou esse sistema baseado em dinheiro e poder ilusório, que está exterminando com o amor das pessoas e as tornando cada vez mais superficiais, é simplesmente tomar as dores desse ser que criou essa dor e sofrimento, e, ajudá-lo a tornar esse lugar no paraíso novamente. Pois, Deus e Lúcifer vivem dentro de nossas mentes e corações, um só faz as pazes com o outro quando um aprende a amar o outro, a dor do próximo só pode ser curada quando compreendida por inteira. O perdão está dentro de nós mesmos. Portanto, se eu dissesse a vocês, que, se vocês sentem medo de se candidatarem a presidência e expressarem o verdadeiro amor de Deus, eu o farei. Mas preciso que, primeiramente, se unam a mim, pois, sozinho sou como um grão de areia, e o caminho até chegar ao paraíso só pode ser formado quando todos os grãos se unirem, não importando o quanto um seja diferente do outro, cada grão dará o máximo de si para formar o chão por onde Deus pisará novamente assim que este dia chegar. O que importa é o amor, portanto, se você quer encontrar um significado para sua vida, então aprenda a se comprometer a realizar um único sonho, que ao realizá-lo possa automaticamente realizar todos os demais sonhos. "Um sonho sonhado sozinho é um sonho vazio, mas um sonho sonhado em conjunto é um sonho realizado." Por favor, torço pra que curtam e se manifestem. Pois coragem e amor é o que não me falta! ... <3 ...

"Na maioria das vezes, só quem gera o mal é habilitado o suficiente para desfazê-lo." Não estou a dizer que eu seja Lúcifer, nem que não seja, apenas que se alguém tomar a responsabilidade pra si como se fosse o causador do mal existente no mundo pode sim, através de sua imaginação, criatividade e inteligência chegar a sabedoria necessária para mudar a situação do mundo, da vida e do amor em si. Quem aqui não se sente ou já se sentiu um pouco culpado pela situação do mundo? Todos sentimos isso, porque faz parte de nós essa dor, desde que nascemos. Somos responsáveis pelo mal e pelo bem da humanidade. "O céu e o inferno está em nossas mentes." Cabe a vocês escolherem agora, ou nos unirmos e fazer greve mundial para o fim do sistema com base no dinheiro e usar como moeda nosso amor ao próximo...ou simplesmente se limitar continuar apenas sobrevivendo a essa desordem e somente assistir ao que habita de mais puro e verdadeiro dentro de nós morrer com o passar do tempo?! "O tempo do saber não é o suficiente para aquele que age." Chegou a hora de agirmos! <3 Ame mais! (Rafael Rasera Figueiredo)



"Sozinho não posso mudar o mundo, pois sou apenas um grão de areia, e lembro bem que, para o chão existir e formar o caminho, todos os grãos de areia precisam estarem unidos." (Rafael Rasera Figueiredo)

"Pelas verdades aqui vividas nesta vida terrena, posso-lhes indagar uma única certeza, a medida que o dinheiro enriquece as nações, nosso amor diminui." (Rafael Rasera Figueiredo)

Quando e como Lúcifer receberá seu perdão (Metáfora, parábola ou profecia?)

Está é mais uma de história que vale a pena você saber! Ponha-se no lugar de Deus, se você fosse ele, e Lúcifer chegasse até você e pedisse seu perdão por tudo o que ele fez e te dissesse que faria qualquer coisa pra ganhar seu perdão e voltar a cada de Deus, seu verdadeiro lar de origem. O que você diria a ele?
Pois bem, se você quer saber a minha opinião sábia sobre isso, eu vos direi, prestem bem atenção e reflitam no que e como o perdão de Deus é perfeito.
Primeiramente eu diria a ele que o perdoaria sim, porém, ele teria de ser merecedor de seu perdão, e para que isso pudesse acontecer ele teria que nascer como um humano aqui na terra, e eu tiraria um pedaço de seu coração, que seria o verdadeiro amor da vida dele, ou seja, a mulher que teria o poder de devolver a outra metade de seu coração, e assim dar ao mundo de novo a eternidade, trazendo os mortos de volta a vida. E que essa mulher só seria entregue e ele depois dele conquistar o perdão de todos os seres que aqui habitam. E que ao nascer na terra, esse vazio dentro dele, que ele jamais poderia preencher com outra pessoa o relembraria de sua verdadeira missão aqui na terra. O de reverter a situação do mundo, e através de suas atitudes aqui na terra, assim poder consertar seu erro para com Deus e o ser humano. Em primeiro lugar, ele teria que pensar em como fazer para isso acontecer. Pois bem, muito simples, é fácil de ter essa resposta, mas não de torná-la realidade. Ele precisaria em primeiro lugar aprender a amar verdadeiramente, e a tocar o coração das pessoas, e começar a espalhar a ideia de uma pessoa se candidatar a presidência do país onde ele vive e ao invés de prometer melhores salários, apenas prometer pagar a dívida externa e exterminar com o dinheiro no seu país, e através de sua criatividade, imaginação e inteligência pudesse governar a nação apenas com amor, amor ao próximo. Isso mesmo! Você entendeu certo! Realmente essa é a resposta pra tudo. Pense comigo, governar com dinheiro nos limita a poder só se fazer o que o tanto de dinheiro o país tem para com cada necessidade. Porém, o amor não nos limita a isso, com ele acabamos com a violência, criminalidade, com a corrupção, com a falta de saúde, com a falta de educação, com a pobreza, enfim, com tudo, pois todos teríamos direito a uma casa, um terreno, um lar, comida, estudo, assim podendo ter acesso a realização de cada sonho mais puro que vive dentro de nós. Por exemplo, poderíamos começar assim, a princípio, todos seriam instruídos a permanecerem em seus ramos e funções por um determinado tempo, afim de que não geremos tumulto nem perca de consciência por tal mudança. Mas todos trabalhando somente por amor ao próximo, o Brasil primeiramente teria de pagar a dívida externa(Dívida com outros países) e aprender a ser um país auto-suficiente, ou seja, viver somente do que o próprio Brasil tem de matéria prima e outros. Depois com o passar do tempo, esse governante(presidente), juntamente com seu grupo escolhido para governar apresentariam propostas para aprimorar a nova ideia de sistema feito com base no amor e não mais dependente do dinheiro. Pense comigo, seria muito mais prazeroso colocar a nossa mente pra pensar em como fazer as coisas acontecerem com amor e através do amor do que com o dinheiro, que sempre atrairá desigualdade social.
Você conseguiram compreender o porquê que esse é o único meio, a única salvação do nosso mundo? E não é necessário agente acreditar em Deus ou no Diabo pra que isso tudo aconteça, basta colocar em nossas mentes e corações, que, a única forma de consertar o erro que fora cometido por um certo alguém que inventou esse sistema baseado em dinheiro e poder ilusório, que está exterminando com o amor das pessoas e as tornando cada vez mais superficiais, é simplesmente tomar as dores desse ser que criou essa dor e sofrimento, e, ajudá-lo a tornar esse lugar no paraíso novamente. Pois, Deus e Lúcifer vivem dentro de nossas mentes e corações, um só faz as pazes com o outro quando um aprende a amar o outro, a dor do próximo só pode ser curada quando compreendida por inteira. O perdão está dentro de nós mesmos. Portanto, se eu dissesse a vocês, que, se vocês sentem medo de se candidatarem a presidência e expressarem o verdadeiro amor de Deus, eu o farei. Mas preciso que, primeiramente, se unam a mim, pois, sozinho sou como um grão de areia, e o caminho até chegar ao paraíso só pode ser formado quando todos os grãos se unirem, não importando o quanto um seja diferente do outro, cada grão dará o máximo de si para formar o chão por onde Deus pisará novamente assim que este dia chegar. O que importa é o amor, portanto, se você quer encontrar um significado para sua vida, então aprenda a se comprometer a realizar um único sonho, que ao realizá-lo possa automaticamente realizar todos os demais sonhos. "Um sonho sonhado sozinho é um sonho vazio, mas um sonho sonhado em conjunto é um sonho realizado." Por favor, torço pra que curtam e se manifestem. Pois coragem e amor é o que não me falta! ... ...

"Na maioria das vezes, só quem gera o mal é habilitado o suficiente para desfazê-lo." Não estou a dizer que eu seja Lúcifer, nem que não seja, apenas que se alguém tomar a responsabilidade pra si como se fosse o causador do mal existente no mundo pode sim, através de sua imaginação, criatividade e inteligência chegar a sabedoria necessária para mudar a situação do mundo, da vida e do amor em si. Quem aqui não se sente ou já se sentiu um pouco culpado pela situação do mundo? Todos sentimos isso, porque faz parte de nós essa dor, desde que nascemos. Somos responsáveis pelo mal e pelo bem da humanidade. "O céu e o inferno está em nossas mentes." Cabe a vocês escolherem agora, ou nos unirmos e fazer greve mundial para o fim do sistema com base no dinheiro e usar como moeda nosso amor ao próximo...ou simplesmente se limitar continuar apenas sobrevivendo a essa desordem e somente assistir ao que habita de mais puro e verdadeiro dentro de nós morrer com o passar do tempo?! "O tempo do saber não é o suficiente para aquele que age." Chegou a hora de agirmos! Ame mais! (Rafael Rasera Figueiredo)

Rafael Rasera Figueiredo