Textos de Escritores Famosos

Cerca de 84 textos de Escritores Famosos

Escritores são assim. Acreditam nas maiorias das coisas que se falam por ai. Acreditam nos mais variados contos de fadas e nas histórias de amor do tipo Nicholas Sparks. Mas é que a vida é baseada em outra história, e as coisas ruins levam sempre a algum lugar melhor. Assim eu espero.
Será que as pessoas mudam ou elas se revelam?
Você bem que poderia responder: Foi você que nunca se preocupou em ver o outro lado…
Digite aqui o você de fato sente por mim, para abrir a porta e poder ficar.

Geissiane Aguiar

Tarcísio é chapa-branca

Johann Wolfgang von Goethe foi talvez um dos escritores que mais contribuiu para a fulgência da literatura europeia. Segundo o mesmo: "A juventude é uma embriaguez sem vinho". E por mais que a frase tenha sido dita há quase duzentos anos, a mesma é cada vez mais hodierna. Bom, cito Goethe para tratar aqui das eleições para o governo do Rio de Janeiro, sobretudo, para analisar o aspecto comportamental de parte dos jovens. Sigamos.

Antes de começarmos é importante frisar que a candidata Dilma Roussef dá amparo político para com as candidaturas de Garotinho, Lindberg e Marcelo Crivella. Vale rememorar também que o candidato do PMDB, Luís Fernando Pezão, fez inúmeras parcerias com o PT; algumas até ilegais. E, sobretudo, não mostra ter aversão nenhuma para com a candidata em questão. Portanto, é mais um fantoche do PT.

Os pseudointelectuais que me perdoem. No entanto, não me venham tais falar de Tarcísio como um discurso de mudança. O raciocínio é de extremo perfunctório se bem analisado. Antes de tudo, o candidato em questão é liderado por Freixo, Chico Alencar e Luciana Genro: todos ex-petistas e atuantes no governo Lula, quiçá no preâmbulo do governo Dilma. E se todos eles fizeram parte do que já está ai, integraram a coligação PMDB e PT. Afinal, que mudança é essa?

E das poucas propostas que o ignóbil em questão teceu; digo exíguas pelo fato de adotarem o velho hábito de criticar e pouco apresentar. Tais por sua vez se fazem utópicas, ou de um equívoco tamanho. Recuperar o velho Maracanã por exemplo é uma utopia se levarmos em consideração a forma como foi feita a privatização. Contudo, o mais absurdo a meu ver foi ele criticando a ação dos PMS no episódio do prédio da OI.

Suponhamos ao caro leitor que ele possua uma empresa e pague lá seus impostos em dia. Pois bem, de um dia para o outro, o prezado acorda e se depara com um bando ocupando seu terreno. O que o senhor faria nessa situação? O óbvio: chamaria as autoridades solicitando que o tirasse de lá. Aonde está o erro da PM?

Tarcísio não apresenta números, e sim, casos isolados. Trata black bloc das farc como manifestante. E ainda sim vejo no facebook um monte de estudantes com fotos: "Sou da Uerj e voto no Tarcísio",ou, "Sou da UFRJ e voto no Tarcísio". A única medida inteligente para o governo do Rio é o voto nulo, e, ir à procura da saída por quatro anos. Ah, sugiro aos jovens revolucionários que postem uma foto com o seguinte escrito: "Sou imbecil e voto no Tarcísio". É ridículo usar uma instituição visando propagar um candidato. É isso. Vão estudar seus idiotas da objetividade.

danielmuzitano

"Poetas, pintores, filósofos, escritores... Todos, inquietos viajantes de mundos abstratos por onde passeiam suas almas em voos solitários, se perdem e se distanciam da louca realidade das coisas concretas. Como assustados pássaros, vagueiam fugidios a desenhar matizes de incompreensíveis aquarelas”. (Mauricio A Costa, em 'O Elo Invisível' - O Mentor Virtual II - Campinas-SP)
Lançamento em breve...

Maurício A. Costa

E não atoa que tenho me encantando por poetas e escritores que se aprofundam na América Latina... Assim, é possível encontrar as raízes desta árvore, incessantemente podada, e tentar entender os frutos de hoje, inclusive eu.
Atualmente colhemos a ignorância, plantada pela cruz e espada, perpetuada pela aculturação, maciça, de crenças, valores, estereótipos e modelos de sistemas que se sobrepõem aos demais com a desculpa do desenvolvimento...
Da história, parcialmente contada, glorificou-se a dominação covarde, a imposição das regras e estilos arquitetônicos que condenaram à destruição de construções e cidades, genuinamente locais. Na cidade do México, por exemplo, a Catedral metropolitana simboliza a arrogância dos dominadores, foi construída sobre o Templo maior dos Astecas... fizeram o mesmo no Perú, no Brasil....e em todos os países da América Latina.
Permanecemos “colonizados”... Criaram padrões que unificam o jeito de“ser”, o “como fazer” e como “crescer”... Continuamos a ser podados, a imperatividade permanece, infelizmente.
Estamos perdidos, há muito, mas se a profecia de Galeano acontecer, um dia seremos parte, enfim, de uma árvore frondosa e imponente: Uma América Latina orgulhosa e unida.

Rene Magalhães

Os mas aclamados poetas, escritores e autores dão vida a sua arte, de forma que muitos possam ver e poucos entender.
Sou visto como desconhecido entre as letras, minhas aventuras muitas vezes se resumem e puçás palavras, que são lidas apenas por amigos ou de sangue, são poucas as palavras que uso, mas elas dão fora a frases claras a todos que assim as recebem.

Victor Muller

O Escritor

Vivemos em um Era de escritores fascinantes, onde todo escritor se expressa com uma linguagem distinta.
Culturas Poéticas, Literárias, Romantismos, Reflexões, tudo nos leva em lugares que o universo dos sentimentos e imaginação nos trás um aperfeiçoamento bruto...
Com pleno conhecimento que tenho sobre os Dons que Deus dá para o Seu Humano, me pergunto... Como Deus dá um Dom tão surreal ao Ser Humano, onde tudo se encaixa no seu devido lugar no mundo escriturístico...?
Para um escritor de verdade, basta ter uma simples pedaço de papel que todos os elementos químicos que a vida o proporciona viram mágica, onde toda inspiração nasce com naturalidade como as ondas do mar se formam com esplendor.
Escrever é transforma tudo que a vida tem de melhor em Arte, assim como todo sofrimento de converte em alegria, cada lagrima numa eterna euforia, assim como o medo se vive na superação, a perda se apega na renovação....
O Escritor, Ele não quer Vender Milhares de Exemplares, ele quer Arrancar prantos de Olhares sofridos, um Sorriso do coração abatido, um suspiro do Amor correspondido, Esperança do Amor Oprimido.
O Verdadeiro Escritor Ele Transforma Sentimentos Em Letras.

Diego Garitano

LEIA COM CUIDADO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Escritores escrevem sobre o que sentem. E o que não sentem. Sobre o que sabem que a sociedade vive. Ou não vive. Falam do amor e a dor que choram, do amor e a dor que o semelhante chora. O escritor é um intérprete visionário da humanidade. Absorve os dramas e as alegrias, as frustrações e os sucessos, a grandeza e a mesquinhez do ser humano, e depois devolve ao mundo em forma de literatura.
São muitos os escritores que dizem quase ou tudo em primeira pessoa. E por essa intimidade, muitas vezes fazem com que segundas e terceiras pessoas, as que fazem parte do seu convívio, se julguem citadas ou inseridas, de formas positivas ou não, em seus escritos. Isso é bom, porque a mensagem os alcançou, e pode ser mau, se alguém acha que foi direta e publicamente flagrado.
No caso das formas negativas, cabe um conselho às tais segundas e terceiras pessoas: tomem cuidado com a injustiça. Por mais que o contexto de algum escrito aparentemente as flagre, aponte ou denuncie, na maioria das vezes - maioria, mesmo - quem o redigiu não pensava especificamente nesta ou naquela pessoa. Pensava no mundo. Na sociedade. Pensava na vida.

Demétrio Sena - Magé-RJ.

Onde a maioria dos escritores buscam segurança?

O desejo de segurança é um impulso normal do ser humano, e está mais predominante na maioria dos escritores, que, em vez de buscá-la numa intuição direta e pessoal, buscam-na na adesão coletiva às tendências de prestígio, encontrando alívio e proteção no sentimento de estar em dia com a opinião de seus leitores (ou com aqueles que tal lhes parece), não aceitando ser replicado ou que discordem de suas ideias. Isto é angustiante, porque fazem da inteligência uma mera soma de opiniões, ao invés de colocá-la na ordem da razão, perdendo oportunidades de contribuir na formação dos leitores.
A estes escritores, meu silêncio é imenso!

Rosemary Chaia

Escritores

Escutei que hoje é dia do escritor:
daqueles antigos, eternos,
novos, modernos...
todos.


Tem escritor que escreve pouco,
mas com algumas palavras
já diz muito.


Tem outros que escrevem torto,
mas de um jeito cativante
e louco.


É bom mesmo brincar com as palavras.


Tem escritor que escreve bilhete em guardanapo,
mas fica com vergonha e esconde os versos
embaixo do prato.


Tem escritor que é amigo,
cada palavra tem um tom
de conforto e abraço.


Tem escritor que está ainda por vir,
ainda lendo alguns textos
que o motivará a escrever e depois sorrir.


Tem escritor que escreve e nem percebe
que em 140 caracteres todo dia diz o que quer
e alcança homens e mulheres.


Tem escritor por todo o canto,
tem escritor eternizado
e também os desvalorizados.


Tem dias em que ninguém se lembra dos escritores,
assistem sempre nas novelas os atores,
admiram, mas se esquecem dos autores.


Em cada esquina
há um escritor oculto:
na esquina da padaria,
da pracinha
e até num rabisco no muro.


Aqui vai o meu obrigada...
A cada poeta
que com algo bom nos presenteou.
A todos escritores
que as palavras conheci.


E é claro, quero registrar aqui
os meus singelos parabéns
a cada leitor,
que faz despertar milhões de sentimentos
no coração de um escritor.

Sarah Magalhães

É engraçado falarmos sobre amor, porque não há uma definição precisa. Alguns escritores mostram o sentimento como forte, avassalador e até ‘’cruel’’, porem na minha nada humilde opinião o amor é como um elo entre as pessoas, uma força inquebrável, um alicerce seguro, uma rocha inabalável. Quando crescemos encontramos uma pessoa muito especial, esta nos completa. Então decidimos viver nossa vida com ela. O fruto desta união é uma benção, sem a qual hoje vocês não estariam recebendo esta homenagem, são os filhos. Portanto a missão de vocês é cria-los com amor e dedicação, educa-los com sabedoria e justiça e prepara-los para que um dia eles possam receber esta benção. Afinal, ser pai é muito mais do que criar uma criança. É estar ali quando ela mais precisar, é estender as mãos quando ele achar que não tem saída, tirar as duvidas que um dia você teve, compartilhar suas felicidades, e assim como nosso pai Celeste faz conosco, é orienta-lo durante a caminhada. PAI, ser um não é para qualquer pessoa, poucos conseguem ter capacidade de ver que tudo que ensinou, teve um resultado benéfico. Todas as broncas e puxões de orelha especialmente pelas notas fez com que seus filhos se tornassem cidadãos exemplares e pessoas maravilhosas. Ter um filho e ter um pai é uma dádiva de Deus, e embora o dia dos pais seja todos os dias, precisávamos de um para declarar o quanto vocês são importantes e o quanto nós os amamos.
Deus os abençoe!

Débora Siqueira

MANIAS DOS ESCRITORES




O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.


O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.


Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.


Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.


Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance
para a esposa, Carolina.


Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.


Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.


José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.


Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."


Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.



Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.


Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.


Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."


Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.


Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.


Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.

Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.


José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.



Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.


O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.



Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.



A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.



O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.



O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos pseudonimos, cada um com um estilo e uma biografia próprios. Ente os pseudonimos adotado estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.

Extraído de um site

Sempre a mesma coisa.

Dizem que muitos escritores reescrevem sempre o mesmo livro, diretores de novelas as mesmas tramas, políticos os mesmos discursos, esposas as mesmas reclamações e por aí afora.
Para algumas pessoas o dia é sempre a mesma coisa. Acordar, comer, assistir novela, bisbilhotar a vida dos outros na internet e dormir.
Para algumas pessoas o dia parece que tem quarenta e oito horas, tantos os compromissos e afazeres. Há tantas variedades e variações no acordar (com quem), almoçar (onde), assistir novela (qual) e depois disso ainda encontram imaginação e energia para sair, dançar, beber, rir muito, voltar para casa dirigindo embriagado (ou ser levada para não sei onde) e dormir, dormir, dormir muito, até meio-dia, uma ou duas horas da tarde.
Não sou desses. De nenhum desses. Acordo cada dia numa hora e isso pode querer dizer quatro, cinco ou oito horas da manhã.
Almoço sempre fora de casa o que me dá a oportunidade, ainda que no mesmo restaurante, comer todo dia coisas muito diferentes.
Não assisto novelas. Nenhuma. Nunca. Nem morto!
De vez em quando vejo um telejornal, nunca o Datena (perdão, se aquilo é jornalismo ou jornal, só serve para forrar o canto do cachorro).
Logo ao anoitecer Amanda Palma serve uma bela sopa, deixa para mim uma salada de frutas na geladeira, me serve um café delicioso, feito em parceria com a nossa cafeteira Dolce Gusto.

Gosto de assistir filmes na TV e para isso conto com o meu controle remoto único e definitivo, a Amanda Palma.
Além de todas as outras facilidades, utilidades, complexidades, amenidades, etc. (não me peça para explicar o etc., por favor.) Amanda Palma procura, escolhe, me chama e assistimos juntos os primeiros cinco minutos do filme. Depois disso ela dorme, eu durmo ou ambos dormimos. Raramente assistimos juntos até o fim, para em noventa por cento dos casos concordar que seria melhor termos dormido do que assistir o tal filme.
Quanto à internet, passo o dia nela, com ela e dependendo dela.
Leio as notícias, vejo todas as imagens que eu tenho vontade, já que sou mais visual do que qualquer outra coisa, escuto a musica que quiser de graça e com muita qualidade e ganho uma graninha. Há um ligeiro desacordo nesse item. Ganho menos do que gasto, gasto menos do que gostaria e se der para trocar de Mercedes todo ano e ir para a Europa passar pelo menos quinze dias já tá bom (sonhar é preciso).
Para mim a vida tem sido de uma riqueza incontável, uma diversidade inigualável e uma felicidade diferente e renovada a cada dia.
Graças a Deus!

Marinho Guzman

Pessoas que conheço, o tal do Facebook e as girafas

Nossa, essa rede social é realmente incrível, principalmente, quando cogitamos em quais são, verdadeiramente, a personalidade e os pensamentos de nossos "amigos internautas". Após visualizar tantos posts e me deparar com diversas informações sem, absolutamente, qualquer contexto relevantemente importante, acabo por cair em mim e perceber que, alguns de meus amigos precisam reavaliar o principal motivo de utilizarem as redes sociais. Penso em uma infinidade de motivos e segundo suas características, tento encaixá-los aos meus amigos e às vezes até consigo realizar tal proeza.
Contudo, esses dias, o que muito me torna a incomodar, é participação deles em uma charada que, caso a resposta seja errada, consiste em trocar a foto (do perfil da rede social) por 3 dias e colocar no lugar dela a imagem de uma girafa - troca de identidade.
Fico a me perguntar se, de fato, meus amigos são tão inteligentes e sábios como autopromovem-se ou simplesmente, ingênuos e involuntariamente influenciáveis a ponto de "tornarem-se uma girafa" - ??? -.
------Pessoas vazias, será?------

João Esty

!=1

Depois de tantos erros e acertos na vida sentimental ou seja lá a área que for, só me restou um Ponto de Exclamação [!], que significa meus "pensamentos e atitudes" e o número Um [1], que significa "Eu", único, cheio de boas e más experiências que, fazem da minha vida o que ela é.

João Esty

É que eu sempre achei que esse lance de ser sincero e verdadeiro e original ao máximo nessa nossa relação fosse um tanto unilateral, sei lá, não queria ser injusto nem nada. Era algo que às vezes me fazia até um pouquinho mal... Acho que sabe como é isso. (?!)
Coisa normal de gente, de homem, que se importa. Sacou coisa rica?!

João Esty

Das melhores coisas da vida

Garotas, garotas e mais garotas! Será que realmente todos tem de "passar" por esta fase, onde já não se consegue pensar em mais nada senão em garotas?!
Porque se isso for verdade, então não deu certo comigo, pois, desde os meus 20 anos não consigo parar de pensar em outra "mina" a não ser: minha admirável esposa - minha musa, meu xodó.

João Esty

Será que as pessoas que assistem e veem alguém famoso, ainda que este sendo superficial, percebem que são tão insignificantes seus comentários ao ponto de perceberem que a crítica de ninguém incomoda a quem brilha?

"Porque só quem nos conhece de verdade sabe o valor que temos. Porque isso tudo é essência e nada nos faz mudar se não somente os que não nos conhecem ou desaprenderam sobre nós, sabem ao nosso respeito. O famoso superficial, também tem essência."

Reflitam mais, senhores e senhoritas Universitários do Brasil. De suas bocas não saem mais do superficialidades das quais vocês tendem a viver e querer esconder.

E tenho dito. Douglas Melo, este que vos fala!

Douglas Melo

O que sei dessa vida é a forma como ela termina. Todos, ricos e pobres, famosos e anônimos, têm o mesmo destino traçado no berço. Esse fardo não pesa: se arrasta! Viver pode ser uma arte, um vício, um acidente... Depende dos olhos de quem vê. Venho de um mundo de loucos, que acreditaram em suas causas e abocanharam seus dias com a fome da eternidade. E de fato, tornaram-se eternos. Meus heróis são pura música, mística, morte plástica que de tão surreal, não aconteceu! A morte vem com o esquecimento e a eternidade está ao alcance de uma melodia. Então, me afogo em versos perdidos no tempo e esqueço de todas as pedras pelo caminho. Uma rosa, um abraço carinhoso no mestre Cartola...alguns boleros e pequenas doses de samba. De que valem palavras? Minhas palavras roubadas de poetas mortos... Mas a morte é só uma invenção dos vivos... Penso nisso e tudo fica bem... A noite chega e leva o cansaço. Tudo é nostalgia... Lá fora, os galhos brincam sob o vento e levam embora o medo, já remoído pela saudade. Pequenas gotas de sal se misturam ao orvalho. São apenas detalhes, cristais ínfimos entre as rosas do jardim...

Isabella A. Soares

Leio comentários maravilhosos, infinitamente melhores que as coisas que posto de autores famosos e meus humildes pensamentos. Tem pessoas que tem o dom da escrita, mas não vejo isso nos seus perfis. Uma pena, certos pensamentos não deveriam ficar apenas dentro das suas mentes. O mundo merece saber. Ou não merece, isso não importa, mas um coração pensante, um a mais dentre tantos, pode fazer a diferença nem que seja apenas a uma pessoa. Ou para si, que é mais importante ainda.

Swami Paatra Shankara

Há uma igreja dos ricos e famosos que é capa da Veja, que está na TV e cujo crescimento e poder financeiro e político são analisados pelos sociólogos. E tem uma outra igreja anônima, pobre, na periferia, que se encontra principalmente em pequenos ajuntamentos, no movimento de missões e nas iniciativas cristãs de cunho social. A igreja do centro adotou um modelo de mercado, de culto bem produzido inspirado em igrejas norte-americanas. A igreja da periferia é sacrificial, profética, anônima e está envolvida com a realidade humana que sofre. Eu fiz uma opção pela igreja da periferia, do simples, do pequeno, sem fama, sem marketing, sem profissionais da fé, sem personalismo. Estou convencido de que fama, poder, riqueza e uma igreja voltada para si mesma não refletem o projeto de Jesus de Nazaré e dificilmente geram santos, profetas e reformadores.

Osmar Ludovico