Texto Solidariedade

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Natal

Durante todo o ano apregoamos a solidariedade, o amor e a paz, mas nessa época vem a consciência e a certeza de que pensamos muito, sentimos muito e não exprimimos nada em ação.

Apesar do natal de hoje não mais externar o seu verdadeiro sentido, ele ainda se torna muito importante, porque ainda desperta essa consciência de nossa inércia. É por isso que algumas pessoas nessa época sentem uma leve indisposição interior, uma certa nostalgia. Ela é causada por isso, pela consciência de nossa mesquinhez e egoísmo. De que adianta passar todo o ano “em branco” e no Natal se dar conta disso?

E agora não adianta querer descarregar a consciência pesada comprando uns presentinhos descartáveis. Se tivermos bons sentimentos durante todo o ano, porque não os exprimir em ação continuamente?

Não estou falando só de presentes materiais, estou falando também de presentes espirituais como solidariedade, afeto, compreensão, tolerância, paz e amor.

Por que não sermos amorosos no dia-a-dia? Temos que parar de desviar os focos das atenções só para nós mesmos. Nos consideramos uns coitadinhos, que nos tomamos todo o tempo e dedicação.

Que o verdadeiro sentido do Natal, o nascimento de Cristo, esse homem que foi um exemplo de vida, nos faça reaver nossas atitudes do cotidiano e destrua esse nosso egoísmo, para que imediatamente o troquemos pela reciprocidade de sentimentos com os nossos irmãos.

Que no próximo natal troquemos essa nostalgia, sentida hoje, por uma sensação de tranquilidade e paz ocasionada pela certeza da doação física, espiritual e material no decorrer de todo o ano.

Que a nossa homenagem, que nossa maneira de expressar o amor por Jesus Cristo seja externada com gestos contínuos de solidariedade, de carinho, de afeto, de tudo que é maravilhoso.


Que nosso “sentimento de culpa” e a nostalgia, que fazem aniversário em todo Natal, sejam substituídos por uma felicidade imensa e por uma certeza gratificante de Que Jesus Cristo zela por nós.

Charles Canela

O perdão das Dívidas

As dívidas aprisionam a psique dos endividados e dos credores. A mente através do intelecto se oprime pela ruptura da palavra em quitar o débito. Limita a vida de pessoas, transforma em caos a memória do endividado. Por isto pensei? Por que aprisionar sua mente em torno de uma dívida financeira que não podes arcar com seu custo? Nada irá me abrilhantar te carregar de angústia, sentimento de opressão ou culpa. Por isto para deixar sua alma em paz eu perdoo sua dívida se fores capaz de também perdoar a dívida de outra pessoa contigo. Expressa desta mesma forma em que me comunico contigo. Seu débito estará quitado em 30/08/2014. Devolvo-te seus pensamentos. Vá em paz!

Max Diniz Cruzeiro [Troque pelo seu nome]
LenderBook Company

Max Diniz Cruzeiro

Um ditoso olhar sobre a vida guia o sonhador. Não há lógica para a vida quando buscamos explicações para tudo o que vivemos. Só basta acreditar que podemos viver independentemente do tempo de um respirar. Às vezes respirar é apenas um viver, mas para viver não basta respirar. O amor prolonga a vida, pois mais vale um segundo de sorriso do que meio século de angústias.

Às vezes é preciso olhar para o lado e ver além de si, outras vidas sem vida sequer. Todavia, expressaram-me por ai que somente quem estava sem vida redescobriu o amor pelo viver, se é no escuro que conseguimos ver a luz.

Kélisson Gondim

[REFLEXÃO]

Existe alguns seres humanos que são extremamente complicados de se conviver com eles. Por mais que você faça o certo o tempo todo e que seu percentual de acerto para com esta pessoa seja de 100% em 99,9% das vezes, você sempre acabará sendo julgado pelo o 00,1% que você deixou de fazer por algum motivo. Esse tipo de pessoa não consegue entender que você é um ser humano e só essa condição já lhe coloca na situação de cometer pequenos erros no decorrer da vida, afinal, ninguém é perfeito. Ai, eu pergunto! Você nunca errou em sua vida? Como já sei a resposta vou parar por aqui.

Mércio Franklin

Menino de Rua - Escrito há mais de 30 anos.
(Rayme Soares)

De amor eu sou carente
Ando descalço e sem camisa
O meu futuro dizem ser delinquente
O meu dever amar a vida

O meu sorriso é momentâneo
O meu desprezo já lhe avisa
Que não sou nenhum simples estranho
Mas um moleque da avenida

Meu sonho mesmo é ser alguém
Que seja visto como gente
Não tenho nada e tenho o mundo
Pra aprender a me virar

Minha escola é a rua
Os "professores", quem não quer me ver
Pois sou um menino de rua
Mas posso até vir a crescer

Rayme Soares

'MAR... '

Nos extensos mares somos barcos naufrágios. As muitas correnteza [des]favoráveis sempre deixam ranhuras. As salinizadas águas com o tempo deixam cicatrizes. A dilaceração é perceptível com o tempo e o tempo é um desastre.

Vedar as fendas que surgem apenas prolonga o que de fato já se escreveu. Deixar o barco correr ou manter-se agitado? Há os que preferem a resistência, a mágoa de tentar subir as correntezas rumo às suas expectativas. Outros apenas flutuam. São levados pelo mar com aparente satisfação e ócio.

Mas sabe-se: todos querem um porto a qualquer valia. Chegar àquela luz que tanto brilha. Manter seguro a estrela que tanto se admira. Uma. Várias. O que vale é a energia. Flutuar sob as águas imensas. Belas. Delirantes. Mas com seus desafetos e sujeiras.

Com o tempo aprende-se a aceitar o extenso mar à nossa frente. Não importa como ele seja. Um dia nos levará para onde não queiramos. A tração que se tem é apenas temporada. Ajuda, mas não é duradouro.

A visão desse mar é fantástico. Inacreditável. Surpreendente. Nele todos movem-se sempre rumo ao desconhecido. E o tempo há de naufragar aquilo que tanto procuramos. Tempo? Não! O mar... essa coisa sombria e nefasta.

Risomar Sírley da Silva

Praticar o bem sempre

Já faz um tempo que venho refletindo sobre o verdadeiro significado da vida. E cada dia que passa chego a conclusão que nós temos TUDO que precisamos. Cada um tem realmente o que merece ter. Muitas vezes reclamamos, mas esquecemos de olhar para trás e ver tudo que a vida tem nos proporcionado. Já agradecemos hoje pelo aconchego do nosso lar? Pela comida que nos alimenta? Pela cama que dormimos? Temos tudo que necessitamos, mas muitas vezes não valorizamos nada disso e ainda reclamamos por não ser do jeito que gostaríamos.

Reclamamos por não ter a casa que desejamos, o carro, o emprego, o relógio, o celular. E se for parar para pensar não acaba nunca porque cada hora desejamos uma coisa diferente. Trabalhamos cada vez mais para conquistar o que achamos que é importante para nós. E as vezes , mesmo conquistando os nossos objetivos nos sentimos vazios. Sentimos um buraco no coração como se nada fizesse sentido. E ai vem a pergunta clássica que sempre escuto em meu consultório. Como posso ter tudo que sempre idealizei e não ser feliz? Simplesmente por que a vida é muito mais do que isso. A vida é simples, nos que complicamos. Não precisamos de nada disso para ser feliz. Já temos o essencial e isso basta.

O problema é que a maioria das pessoas estão pressa no que o mundo material oferece. E esquecem que não vamos levar nada daqui. Sem perceber, se tornam escravos do que a sociedade dita, achando que dessa forma vão ser aceitos, respeitados e felizes.

Jesus dizia, ajuda-te que eu te ajudarei. E dessa forma conclui que os momentos mais felizes da minha vida foram quando senti meu coração vibrar por ter feito a diferença na vida de alguém. Penso que não existe felicidade maior do que essa. Não há coração que se sinta vazio dessa forma. E cada dia que passo acredito que esse é o verdadeiro significado da vida.

Ana Mediolaro

Ao olhar meus recados, vejo que há muito não me dá o prazer de sua presença...
Sabe, acredito que a amizade, assim como qualquer tipo de relação, em essencial as afetivas, é uma via de mão dupla, onde se pode dar e receber atenção, companhia, compreensão, conforto, solidariedade, olhos e ouvidos para eventuais problemas, e isso apenas quando e se necessário.
No momento em que esta via se torna em mão única, transforma-se indevidamente numa utopia, numa idolatria, quiçá, numa indesejada servidão, alterando, assim, o equilíbrio que necessariamente deve existir entre duas forças equânimes...
Assim, ainda que de mim tenha partido o desejo de travar essa amizade, com reiterados esforços para fazê-la verdadeira e forte, percebo que não há em você a indispensável reciprocidade para os meus anseios...
Portanto, sem querer persistir numa fantasia - que, presumo, existe apenas em minhas divagações -, deixarei, a partir deste momento, de lhe aborrecer com as minhas manifestações...
Peço-lhe antecipadas desculpas por possíveis incômodos, transtornos e/ou embaraços que porventura possa lhe ter causado...
É meu desejo que fique em paz e...
Na companhia de Deus...

Jufrei Feitosa

"Desejo a cada amigo, colega ou fake um 2014 maravilhoso onde o McDonald's custe R$ 1,00, que o salário mínimo suba pra R$ 2.561,00 afinal odeio quando não me sobra 1 puto. Desejo que todo brasileiro tenha passe livre para os jogos e que todo jovem tenha o bolsa balada. Desejo que a mortalidade diminua, o respeito aumente, que solidariedade seja mais que uma palavra, que amores sejam eternos e sonhos sejam possíveis, MAS se nada disso acontecer desejo a cada um a força para lutar e a fé para continuar."

FELIZ ANO NOVO!

Joseh Silva

AJUDAR AS VÍTIMAS DAS ENCHENTES E OUTRAS CATÁSTROFES É IMPORTANTE, MAS TAMBÉM É IMPORTANTE CONTRIBUIR PARA A ORGANIZAÇÃO DA AJUDA TANTO QUANTO FOR POSSÍVEL.

Muitas pessoas criando muitas campanhas paralelas acabam atrapalhando mais do que ajudando. Apesar das boas intenções, há sempre o risco de confusões nas informações, e a criação de muitas campanhas paralelas, mesmo bem intencionadas e bem organizadas, amplia a possibilidade de campanhas falsas, pois abre um leque maior para golpistas. Mais importante do que querer ajudar é saber como ajudar, e por isto são necessárias muitas orientações. Já existe uma campanha oficial, que está funcionando tão bem qto possível, com nomes de todos os locais oficiais para doação, telefones para contatos, etc. que estão no artigo abaixo. Nele também constam o site e os números dos telefones da Defesa Civil Federal para saber como ajudar em outros estados.

Feliz Natal a todos!

http://plansol.blogspot.com.br/.../saiba-como-ajudar-as...

No caso do ES, também há todas as informações necessárias aqui:
https://www.facebook.com/.../Apoiadores.../593252787412926

Elias Alves (Cariacica - ES)

NÃO EXPONHA O NÚMERO DE SEU TELEFONE NAS REDES SOCIAIS.

Se você quer ajudar as vítimas das enchentes, colabore fazendo doações ou oferecendo-se como voluntário(a) para atuar nas coletas que já estão sendo feitas nos locais que estão sendo constantemente divulgados pelas rádios, TVs, etc. Quem está em Vitória, pode fazer entregas na Praça do Papa. NÃO DIVULGUE NAS REDES SOCIAIS ENDEREÇOS NEM NÚMEROS DE TELEFONE FIXO OU CELULAR SEU OU DE SEUS AMIGOS PARA INFORMAR QUE ELES ESTÃO RECEBENDO DOAÇÕES. ISTO É COLOCAR VOCÊ E SEUS AMIGOS EM RISCOS SÉRIOS. OU VOCÊ ACHA QUE TODO MUNDO QUE VERÁ ESSES TELEFONES NA INTERNET É "BONZINHO"?

Elias Alves (Cariacica - ES)

CARRO

O espírito puxa o seu carro de carne
Senão morre, portanto é um nauta
Que viaja fugindo da própria alma
Em busca de um porto mais seguro.

Já a natura de nada foge se entrega,
Ziguezagueia porque tem siso, sabe
Que a morte é o que lhe carrega,
E não a loucura do indivíduo.

O ser não entende o movimento,
Se o entendesse talvez vivesse mais
Conciliado com a natura, pois saberia

Que é a solidariedade que os une,
Mesmo não havendo gentileza,
Porque entre as formas só há selvageria.

R. S. JABIS

Diz o Sábio que na antiguidade, em um povoado distante, as pessoas haviam se tornado frias, egoístas e pouco solidárias.
Reclamavam da frieza uns dos outros, mas não se permitiam mudar. Uma criança muito sensível, ao ver o que se passava, dirigiu-se aos céus e clamou uma ação do Divino, pedindo que lhe mandasse um sinal a fim de mudar o pensamento das pessoas do povoado, e após sua reflexão, adormeceu.
No dia seguinte, fora acordado pela sua família, pedindo que levantasse logo, pois algo muito estranho acontecia... Sua mãe lhe disse que o Divino lançara sua fúria sobre o povo, e que algo gélido, branco e intenso cobria as pastagens e deixava as pessoas com tanto frio a ponto de quase congelarem.
Vendo suas lavouras e animais sendo cobertos pela neve, as pessoas não tiveram escolha senão ajudar umas as outras para que pudessem salvar o máximo de animais e alimentos que conseguissem, e assim o fizeram. Porém, a noite chegou, e com ela, a neve mais e mais forte, tornava a situação calamitosa.
Vendo toda a situação e o frio a castigar a todos, o menino então sugeriu que em vez de cada família ficar em sua morada, poderiam todos ficar juntos, assim, o calor humano os ajudaria a suportar o frio, o que foi aceito por todos.
E Como em uma grande corrente, todos, em círculo, feito um caracol, se aninharam, e juntos, conseguiam suportar o frio da noite.
Antes do amanhecer, o menino, com sentimento de culpa, explicou seu pedido ao Chefe do povoado, e pediu perdão por submeter seu povo a tal sofrimento. Porém, foi abraçado pelo Líder, que com os olhos cheios de água, pediu perdão ao menino por deixar que a comunidade se torna-se um mau exemplo para crianças como ele. Se abraçaram bem forte e adormeceram.
E tamanha foi a surpresa de todos ao ver que, no dia seguinte, o sol brilhara majestosamente e o céu parecia mais azul do que nunca... A tormenta teve fim.
Com pulos de alegria, cânticos e abraços, o povoado festejou o “perdão Divino”, e logo recomeçaram suas atividades rotineiras.
No dia seguinte, logo após o amanhecer, o menino pediu ao Líder do povoado que reunisse a todos, pois durante a noite tivera um sonho, onde o Divino lhe revelara um comunicado...
Foi então que o menino, relatando seu sonho, disse que a tempestade que ocorrera não seria a única, e que todos os anos ela se repetiria... Falou mais, disse que quando os primeiros flocos gelados caíssem do céu, que servissem de alerta e reflexão sobre a união, a bondade e a solidariedade.
Finalizou o menino dizendo que a este fenômeno, chamar-se-ia Inverno, e que seria uma época para não se pensar no frio, mas no calor humano que todos possuem e podem compartilhar.

André Luis Fleck

Aceito, em nome de Jesus!

Não sei se é só comigo, mas tenho a impressão que minha vida se repete, ou situações semelhantes voltam a acontecer, mudando somente a situação de status: ora paciente, ora operante.
Numa ocasião, esperando a minha vez para pegar carona, sentada no meio fio, fui pega de medo e surpresa. O colega da vez bate o dedão para um sedam modelo Fusion e o piloto, mesmo guiando a máquina sozinho, ignorou o pedido.
Doze horas, um calor irritante de setembro, com uma sensação térmica acima dos 40 Celsius. Acredito, numa ação impensada de ira, o colega fez o velho sinal para o condutor de “vai tomar no ...”, o carro já estava a mais de 100 m, mas foi o suficiente para a freada brusca e retorno imediato.
Num primeiro momento, fiquei imóvel, sentada e o máximo que imaginei foi: Elvis está morto e nós somos os da vez. Achei que o cidadão iria nos atropelar pela arrancada que iniciou em nossa direção. Não conseguia me levantar: pensava em correr, deixar o colega ser atropelado sozinho, afinal não tinha sido eu a acenar obscenamente, só estava esperando a vez, como todo agricolino estudante já fez.
Para surpresa, o carro é freado em cima da gente. Abaixa os vidros e diz “Entrem aí”. Ouvi o colega gritando meu nome e um “vai ficar aí é?”. Entrei. Percebi que os bancos ainda estavam todos encapados com o plástico da fábrica. “Desculpas” disse o motorista. “Sabe pensei comigo, não vou deixar esses moleques sujarem meu carro, outro pode dar carona a eles. Você me fez sentir o calor que tava sentido neste sol com sua atitude, percebi que estava sendo egoísta. Desculpas mesmo”.
Tereza de Calcutá, nos ensina que a diferença entre o amor e a bondade está na atitude. A pessoa boa não retribui o mal; e quem ama pratica o bem. Meu colega retribuiu o mal e o motorista anônimo teve a chance de praticar o bem...
Hoje na caminhada noturna diária, passei por uma mãe com seu filho. Num primeiro momento, achei que eles estavam colocando a sacola do lixo. Fiquei com vergonha de olhar, estava na frente de um hotel “chique” da cidade, podia ter mais gente observando, pensei.
Não aguentei. Voltei os olhos e o movimento e percebi que estavam separando o que podia ser aproveitado, afinal no depósito de lixo de um hotel, logicamente, deve ter muita coisa útil.
O menino pálido e magrelo olhou-me singelamente.
Pensei no que tinha visto nos últimos dias na mídia. “Não apoie o Criança Esperança, doe para a APAE de sua cidade!”. Tem uma cultura nojenta neste País, que incentiva a protestar contra o que é bom. NÃO TEM CARIDADE MELHOR OU PIOR. A Pastoral da Criança não é melhor que a APAE, que também não é melhor ou pior que qualquer outro programa ou entidade ou pessoa que doe, ajude quem está vulnerável.

Maria Cristina Marques - Poetisa, contista Rondoniense, de Colorado do Oeste, nascida em 14031991.

Um Textículo meu (PS: Textículo com "X")
Hoje eu tive tempo para pensar. É que meu trabalho hoje só me exigiu força física, deixando assim a minha mente vazia
Mas não pense você que eu fiz dela uma oficina pro diabo, enquanto trabalhava eu pensei no ser. Não no verbo ser. Pensei no ser, sujeito.
Sujeito que hoje me veio acompanhado de um adjetivo, DESUMANO.
Ser Humano Desumano.
Estes seres humanos que usam a pressa como desculpas para pisar em alguém, para "furar filas", que estacionam em vagas para idosos, mesmo não sendo um. Seres humanos que vivem e morrem juntando tesouros e nem sequer tiram um tempo para desfrutar do mesmo. Seres humanos estes que, se preocupam em ter, em vez de ser, e que no fundo são tão vazios e incapazes de reconhecer isto.
É que eu sou todo valores. Sendo assim, decepciono-me com essa sociedade em questão. Obviamente um defeito meu, esperar demais de uma sociedade doente. Defeito maior ainda porque eu também nunca fui perfeito.
Desde cedo aprendi que não é possível mudar o mundo, mas é possível sim mudar uma pequena parcela dele. Esta parcela que chamamos de EU.

Jarlles França

Que nos encontros que você faz com teu mais íntimo abismo, você encontre a humildade, a compaixão e a solidariedade. Que nos momentos de reflexão onde você sente a nirvana no teu coração, você encontre o amor. Que na volta dessa reflexão com teu eu, tua alma esteja em total harmonia com teu espírito.

Flávia Abib

Flávia Abib

“Não lamentes sua solidão, haja, abra as portas da solidariedade feche a do orgulho, derrube o muro de sua intolerância de seu individualismo e arrogância, escancare de vez as janelas de sua alma, retire as telhas que bloqueiam sua fé, e terás uma linha direta com Aquele que realmente importa, perceberás assim que nunca esteve ou estarás só.”

Ivan Teorilang

O Brilho no olhar, a sinceridade, o sentimento, o afeto, a solidariedade, são elementos que escondem as travessuras de uma criança que devem brotar no coração do adulto. Lutemos contra os abusos e os maustratos sofridos por esses pequenos que nos trazem alegria em meio a tristeza. Que esse dia das crianças seja o melhor de toda sua vida.

Ariel Lisboa

O sol em sua solidariedade vem encantar as flores das vagas coloridas. Essa luz generalizada vem golpear a escuridão, outrora sobre o devaneio da vida. Agora a luz se veste pelos rios, mares e encostas divinas. Nessas vagas há tanta beleza que ofusca os olhos à imensidão, e o sol queima, como se fosse o amor puro da divindade celestial. O Céu, rico no azul dourado desse amor infinito, vem encantar como nunca, bordando as flores nas roupas de felicidade.

Héber Bensi

Ajudar as pessoas é algo interessante e necessário, um ato de solidariedade. Uma forma de compaixão, mesmo que seja apenas uma conversa para levantar a autoestima. Uma boa palavra que traz em seu bojo o incentivo a uma melhora de vida do seu próximo, que por sinal é eficaz e oportuno. Pessoas precisam de pessoas para levantar o seu astral, pois empatia é a compreensão necessária, que junto à ação solidaria torna possível a transformação de qualquer ser.

Djalma CMF