Texto sobre Dança

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Ela Vai Gemer

Olha só esta gatinha
Como dança sem parar ,
Provoca provoca
Provoca provoca
Provoca provoca
Provoca provoca ,

[Refrão]
E no baile só da ela
E o palco é seu lugar ,
Provoca provoca
provoca provoca
Provoca provoca
provoca provoca ,

Ela desce desce desce
desce desce até o chão
Com o dedinho na boca
Rebolando sem pará ,
Pra fechar com a gatinha
É preciso se mexer
Pegar na cintura dela
E fazer ela gemer ,
Provoca provoca
provoca provoca
Provoca provoca
provoca provoca .

joaquim gomes alves

A dança das cabeças
Uma cabeça sobre o seu pescoço
Feito um caroço
Em sua própria fruta
faz a luta
E o campo de batalha
E na batalha
As cabeças rolam por aí

O pensamento
É vento, fogo e sina
Que ilumina
E faz escuridão
É pura saga cega de batalha
É navalha
E as cabeças rolam por aí

Uma palavra
Crava e crava forte
Cheirando sorte
Amor e traição
Cuidado língua com sua cabeça
Não esqueça
Que as cabeças rolam por aí

As cabeças rolam...
Soltas nas dunas de areia
Cabeças de vento se deixam rolar

As cabeças rolam...
Doidas na selva de pedra
Na perda do sol,na cinza do ar

as cabeças rolam...
pelas escolas, nas colas
Nas bolas em tudo o que possa rolar

As cabeças rolam por aí...

Carlinhos Matogrosso

O PLEBEU E A BAILARINA



Ele a chama de menina e diz ser ela, bailarina
que dança a vida colorida, revestida de esperança
que sua rima o domina e seu sorriso, lhe fascina
do Cupido, velho amigo, pega flecha e hábil lança

Pensa que a tudo alcança e sem conversa, a domina
versejando canta amor; na contradança, a dor
vai julgando com esmero a verdade que abomina
atrás da mascara sem cor, palavreia com primor

Propagando impropérios, logo vem pisando em cima
curta mente que não sente um passado tão recente
pobre tola apaixonada; equivocada dançarina

Busca sabedoria e vê que o sonho se perdeu
naquele coração de pedra que impetra hipocrisia
a heresia de um infante que só soube, ser plebeu

Siomara Reis Teixeira

3º ano CCF GEO - 2009

Se uma manhã durase uma vida
se a dança nunca acabasse com os seus passos
o tempo que não permite a manhã e a dança
são as saudades de um tempo
um tempo que nunca volta mais

as lembranças que restaram
lembranças em um carbono antigo
não reproduz a mesma imagem
as faces de cada amigo

o tempo reverteu nossa ilusão
criou a realidade do passageiro
e fica preso no passado
cada sonho verdadeiro
estudando um espetáculo
vergando os aplausos
durando um ano inteiro

Geraldo Neto - Uiraúna PB

A DANÇA DAS HORAS

Horas que entristecem
que demoram a passar,
no ritmo de uma dança
monótona... que cansa!

Tic- tac... tic-tac
e nunca avança.

A lentidão do ponteiro
quando amantes longe estão.
Novamente o triste esperar
e o ponteiro vencendo mais horas.

Passam-se os segundos
Passam-se os minutos...
Os dias... meses e estações.

Tic-tac... tic-tac...
E as horas vão passando
em ritmo monótono
e ele vai rodando, rodando.

Tic-tac... tic-tac...
no insensível mostrador.

Horas que demoram a passar
paradas no tempo...
No sofrer do não amar.

Horas que não se cansam de passar.
Eu aqui sozinha e insone,
olhando o ponteiro em sua dança
monótona... que cansa!

Tic-tac... tic-tac...
e nunca avança!

®Verluci Almeida
070806

Verluci Almeida

DANÇA DA CHUVA

E choveu...
E choveu...
Durante longos meses
Choveu e choveu.
Rios e mares encontraram-se num só curso.
E inundaram, e destruíram, e tudo invadiram.
E povos inteiros pereceram.
Mãos para os céus rogaram preces.
Profetas diziam que tudo estava escrito,
E agarrados às suas profecias, submergiam.
Boatos corriam que crianças com nadadeiras nasciam,
E que ricaços em transatlânticos partiam... para onde iriam?
:.
E... choveu, e... choveu...
:.
E, quem sobreviveu... com a intempérie aprendeu!
E reprojetaram, e reinventaram, e reciclaram, e tudo reconstruíram.
E da água comeram, da água beberam. E, quem diria?
A água já não mais temiam.!
................................................................
Até que... um dia...!
................................................................
A chuva cessou
E o sol novamente brilhou
E as águas retrocederam
E rios e mares aos seus cursos verteram
Profetas emergiam bradando eu já sabia!, e bisonhamente sorriam
Boatos corriam que das crianças as nadadeiras caíam
E que transatlânticos de luxo numa floresta jaziam
E o sol brilhou e brilhou...
E as casas voltaram a ser casas
As ruas voltaram a ser ruas
Os povoados voltaram a ser povoados
Barcos, obsoletos, dos telhados foram retirados
E o sol brilhou e brilhou por longos meses...
:.
Brilhou, brilhou...!
:.
E o rio secou
A colheita não vingou
E a fome imperou
Mãos para os céus rogaram preces
De onde tirar sustento, aplacar a sede?
E povos inteiros pereceram...
E, nas noites quentes da única estação que restou
Ouviam-se o chacoalhar de corpos suados
Ao tenso ritmo da dança da chuva...
:..........
12.12.2007

Wander Motta

Pisando na areia já não sinto os pés
Sinto apenas meu corpo tomado por alma
As ondas que teu dançar me traz
Hipnotizam-me e me trazem a paz

Meus pés já não tocam o chão
Já estamos os dois
Alma e corpo
Em seus braços clamando pelo teu seio

Alimente-me de luz
Mãe generosa de amor
Seque minhas lágrimas
Troque-as por água do teu mar

Me faça dançar em tua maré
Me ensine de que maré é feito meu amor
Teus olhos morenos de mar
Teu canto, meu canto, meu olhar

Me conte porque tenho o mesmo olhar
O teu olhar com encanto
Encanto da sereia
Venho a areia pra clamar

Ó minha mãe me leve pro teu reino
Pois só me entregando a ti
Posso me entregar a mim
Odoyá

Rafael Carvalho

Doce menina dançante peregrina às vezes bailarina
Dança na lua e volta chorando para areia fina
Encanta-me em tuas sombras, me ilude com tuas rimas.
Domina-me com teu olhar depois me deixa na agonia

Suave como o vento, forte como o mar, nunca sei como te navegar.
Na confusão acha arte que, ela chama de vida.
Origami de emoções, minha caixa aberta, imperfeita por perfeição.
Desgraça você e minha maldição. Canta o canto da sereia, eu caio na sua teia.

Faz da vida um espetáculo, gosta de estar no palco.
Luta contra a dor do mundo que te rejeitou.
Mas como mais profunda gargalhada esconde majestade a lagrima que te deixa adornada.


Um dia como sol, um dia como lua, não se contenta em ser só uma!
Viaja para longe com medo de se machucar, mas brinca na fogueira que pode te queimar.
Bagunceira imperatriz e bobo da corte, fala a verdade e depois desdiz.
E do nada vem e fala adeus... E não vai
E assim você é enigma origami profunda e algo mais...

Danilo Carvalho

A consciência se manifesta através da criação.

Este mundo em que vivemos

É a dança do criador.

.

Dançarinos aparecem e desaparecem

Num piscar de olhos, mas a dança vive.

Em muitas ocasiões, quando eu estou dançando,

Eu me sinto tocado por algo sagrado.

Nesses momentos, eu sinto meu espírito voar

E se tornar um, com tudo o que existe.

.

Eu me torno as estrelas e a lua.

Eu me torno o amante e o amado.

Eu me torno o vencedor e o vencido.

Eu me torno o mestre e o escravo.

Eu me torno o cantor e a canção.

Eu me torno o conhecedor e o conhecido.

.

Eu continuo a dançar e, em seguida,

É a eterna dança da criação.

O criador e criação fundem-se em uma plenitude de alegria.

.

Eu continuo a dançar e dançar... E dançar,

Até que haja apenas... A dança...


(Michael Jackson) livro - 'Dancing the Dream'

AmorMonica Holst Jackson

A DANÇA

Sopra o vento e as árvores balançam
Até parece comigo querer dançar
Com seus galhos envoltos em meu corpo
E suas raízes no chão à fincar

Gotas de chuva caem tornando o céu cinzento
Encobrem as estrelas: jogo de luz natural
Trazendo então uma sintonia
A cada toque na terra já arada

E começo a dançar em círculos
sentindo a folhagem tocar meu rosto
Molhando meu corpo já suado
Com a chuva forte que cai

Trovões e raios riscam o céu cinzento
E em círculos continuo dançando aquele som estonteante
Cada vez mais rápido giro e sinto as folhagens
Daquela bela árvore... que me convidou à dançar.

Cris Oliveira

Nada. Hoje. Soou.
Se quer a lágrima rolou. Eu não deixei.
Eu proibi o som. Eu proibi a dança. Eu proibi a lágrima.
Eu proibi também a fala.
Me calei assim como calei a tudo.
Obliterar a vontade e muitas vezes vilipendiar a si.
Me mantive à distância. E até o espelho apaguei.
Hoje o vento soprou fraco, por isso, não quis erguer as velas.
Não pus o barco na margem.
Fiz de conta que não vi.
Fiz de conta que passou.
Fiz de conta que nem doeu.

Wclledja Araujo

Eu?!

Sou música e dança.
Sou homem, pai e amigo.
Uns me invejam, outros...
Me odeiam, alguns me querem bem,
mas poucos me amam.


Odeio mentiras.
Pessoas falsas e pretensiosas.
Mostro ser forte e durão, mas sou
frágil e sensível como uma criança.
Tenho meus medos, minhas alegrias.
Desejos e fantasias.

Na maioria das vezes,
sou o que falo e não o que faço.
Tenho um lado escuro, aliás,
quem não tem?
Guardo minhas agendas,
cartas, fotos. Aprendi
a aceitar as pessoas como são.
Aceitar os defeitos...


Relevar os erros;
ouvir mais e falar menos,
afinal, temos dois ouvidos
para ouvir e uma boca para
falar...Aprendi que o futuro,
só a deus pertence. Que preocupação
e o stress trazem cabelos brancos.
Que o medo no fundo nos da coragem.
Para seguir adiante...


Aprendi que cantar espanta a tristeza.
E fazer o bem trás alegria...
Dúvidas vão sempre existir,
mas seja sincero com você mesmo;
e com os amigos. E são nos poucos
e bons amigos que muitas vezes
podemos encontrar a verdade.


Aceitar as verdades faz parte.
E que um dia vamos envelhecer...
E que respeitar os mais velhos
é importante; e por fim:



Não espere que ninguém segure sua barra, porque no fim...
É você contra ou a favor de você mesmo!!!

D!d!i

Teu olhar faz a volta do meu coração,
Uma roda de dança e de doçura,
Auréola do tempo, berço noturno e seguro,
E se não sei mais o que tenho vivido
É porque teus olhos nem sempre me enxergaram.

Folhas do dia e musgo do rocio,
Caniços do vento, sorrisos perfumados,
Asas que cobrem o mundo de luz,
Barcos carregados de céu e mar,
Caçadores de ruídos e fontes de cores.

Aromas nascidos de uma ninhada de auroras
Que sempre jaz sobre a palha dos astros,
Como o dia depende da inocência
O mundo inteiro depende dos teus olhos puros
E o meu sangue todo flui nos olhares deles.


*

La courbe de tes yeux fait le tour de mon coeur,
Un rond de danse e de douceur
Auréole du temps, berceau nocturne et sûr,
E si je ne sais plus tout ce que j'ai vécu
C'est que tes yeux ne m'ont pas toujours vu.

Feiulles de jour e mousse de rosée,
Roseaux du vent, sourires parfumés,
Ailes couvrant le monde de lumière,
Bateaux chargés du ciel e de la mer,
Chasseurs de bruits et sources des coulers,

Parfums éclos d'une couvée d'aurores
Qui gît toujours sur la paille des astres,
Comme le jour dépend de l'innocence
Le monde entier dépend de tes yeux purs
E tout mon sang coule das leurs regards.

De Capitale de la Douleur (Capital da Dor), 1926

Paul Éluard

A Alegria
A alegria que brilha e dança
Nas palavras e nos olhos, mas principalmente no coração
Pode algo cinza se tornar resplandecente ao toque quente que brilha intensamente?
Versos pobres que eu consigo formar com esforço, eles só refletem a casca
Não te entristeça meu nobre amor, cuidarei para que ninguém mais faça suas lagrimas salgarem a face, teus olhos são tão mais belos quando sorri
Sorria para aquele que brilha pra ti
Veja o que há de belo em seu resplendor, oh dia encantado, fazei que ele brilhe em sete cores quando encontrar o caminho que deseja
E quando tarde se for levando consigo o brilho que me aqueceu, não poderei ficar triste, apenas estarei ansioso pelo encontro de amanhã.

Daisy Bernacki

Esclareço dúvidas, percebo mudanças, choro com músicas, sinto-me feliz com a dança, sei enxergar o seu sorriso, vejo o lápis de olho novo, digo sem medo que estou perdidamente apaixonado por você, quando sua maquiagem está um pouco forte digo, a cada esmalte novo um elogio diferente, cada perfume novo, uma atitude diferente, se quiser canto, massageio, e ai você se pergunta, será que eu te mereço?
Eu respondo-te,
Não adiante me procurar, Eu não Existo

Adinailton Sales

És como brisa que de mansinho abranda arredores, és dança de salão como um tango ardente, és cores que colore a vida, és pequena no andar, és grande no olhar, és coração do impulso, és reflexo da transparência, és doutora das leis, és menina de agulha e linha, és moça coroada, és princesa do agreste que trouxe ventura pra cidadezinha ... Teus passos, amiúde, seguem um rítmo nivelado nessa magia de beleza e alegria que transcende o seu sorriso.

Para Modelete.

Dani Leão

A dança do amor
Dança que partilhei tantas vezes com possíveis amores
Míseras recompensas, sensações mecânicas
Em muitas vezes era melhor ter ficado só
Tento abafar a verdade com a distância
Mas a realidade é que tempos depois
Amores se reencontram
Bailam a sublime dança
Ninguém consegue ser assim
Comprovam o que já se sabia
Nossos corpos falam entre si
Conhecem o caminho com perfeita sintonia

Gino Sanches

NA PISTA

Pista de roller, de patinação.
Pista de dança, dança de salão.
Pista de kart ou mais emoção.
Procuro uma pista que me dê solução,
De logo encontrar você, não importa a longidão.

Pista de cooper, de esqui... de avião.
Pista de carro, de moto ou caminhão.
Não importa se é asfalto ou estrada de chão.
Se você me der uma pista, eu te acho.

Rogerio Dutra

Tens um olhar lindo enquanto dança,
Não pude deixar de notar
Teus olhos funcionavam como meu eixo
Por mais que tudo girasse,
se desencontrasse e se perdesse,
meus olhos não queriam perder os teus.
Não podiam.
Não deviam.

Sempre atenta, concentrada em mim.
Totalmente tomada,
Não para com os meus hábitos à mesa
Na hora do almoço,
pro carro que dirijo
Ou pro modo como me visto.
Somente pro meu corpo
Pra onde a conduzo,
Pro modo como te desejo

Era como se o mundo
virasse do avesso,
e o palco não fosse mais perante a plateia,
mas sim, atrás das cortinas.
Num lugar só nosso
onde não há uma só crítica,
atenta aos nossos deslizes e gracejos,
um lugar onde exista apenas dois corpos,
suados, envoltos, encaixados
Pulsando, juntos
Sem nenhum repulsa
Sem qualquer pudor

A música termina,
e como um sol se pondo,
as cortinas se erguem
e nos devolvem à realidade.
Beijo seu rosto,
me despeço
e sigo para o outro canto do salão.
Paro por um segundo
para tentar lembrar seu nome,
e tentar me lembrar do aroma
tão adocicado do seu pescoço

Dança, não é só passo.
Talvez seja um universo
que nos devolva tudo aquilo que,
pela vida, nos foi tirado
É caso de amor com o seu outro lado
É aquele braço tão disposto,
firme,
Em que você tantas vezes
quis se deixar levar

É a possibilidade
de se apaixonar
cada vez que a música começa

E, se ela dura tão pouco,
É preciso que seja intenso
É preciso que seja pra sempre,
Até que a música acabe

Mas não há tempo para considerações
nem devaneios
A música vai começar de novo

E eu,
preciso me apaixonar novamente.

Lucas Carneiro de Oliveira

Sonho de Valsa

Dança comigo está noite?
Fica comigo está noite?
Dança comigo, me tome em seus braços... Me mostre o amor, me mostre o sol da meia noite. Quero um eclipse nesta noite em que meu coração encontrou o seu. Dança comigo?

Me faça flutuar no doce tom da sua voz a me guiar, me libertar daqui seja meu heroi? Não precisa de capa ou ser o mais forte , apenas desejo ser o seu elo mais forte e ao mesmo tempo o elo mais fraco de sua corrente de força...

Dança comigo está noite?

Me faça voar em seus braços, me deixe solta para voltar, me dê o que eu nunca achei em outros braços, me tira desta armadura , me deixe humana novamente, me deixe ser sua...

É o encontro da musica perfeita , então dança comigo está noite?

Me tira esses laços de menina e me deixa crescer e ser mulher, solte as correntes da solidão, abra a prisão ... Acredite em nós, me leve para nosso lar...

Mas dance comigo está noite em que minha alma encontrou o seu lar, seu pedacinho de paraíso, chamado Você.

Nunca busquei a perfeição e foi justamente no imperfeito que encontrei a perfeição, você é o meu eclipse , minha estrela, meu universo...


Você me achou , me libertou, me guiou ... Agora dance comigo está noite?

Eu vejo estrela em cada passo dessa valsa que tem o nome VIDA, nossa Vida!

felicity Secret