Texto sobre Carater

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Se algum dia houver DÚVIDA quanto minha palavra, caso DESCONFIE qualquer coisa sobre meu caráter,
apenas afaste-se, sem adeus, sem justificativas, sem ARREPENDIMENTOS e sem desculpas. Apenas suma.
Já sofri muito com MENTIRAS, se acreditar que sou capaz de mentir e usar as pessoas, você realmente não me CONHECEU nem um pouco.

Matheus J. Shopek

O Caráter Leal e Aprovado de Davi – I Samuel 24

Nós vemos no 24º capítulo de I Samuel, que Saul pensava que Davi não poderia escapar de modo algum de sua mão em En-Gedi, mas a providência de Deus fez com que ocorresse exatamente o oposto disto, pois foi ele quem veio a ficar à mercê das mãos de Davi, porque entrou sozinho numa caverna com o propósito de aliviar o ventre, e era justamente naquela caverna que Davi estava escondido com seus homens.
Mas Davi poupou a sua vida e apenas cortou a orla da veste de Saul, para lhe provar que tivera a sua vida ao alcance da sua mão e no entanto, não aproveitou a ocasião para matá-lo, pois sabia que isto não era para ser decidido por ele, senão pelo próprio Deus, que havia ungido a Saul como rei.
Davi teve discernimento suficiente para perceber que a profecia que lhe foi dirigida quanto ao fato de que Saul seria entregue em suas mãos para matá-lo, era uma profecia falsa, pois eis o teor das palavras que lhe foram ditas pelos seus homens na ocasião:
“Eis aqui o dia do qual o Senhor te disse: Eis que entrego o teu inimigo nas tuas mãos; far-lhe-ás como parecer bem aos teus olhos.” (v. 4).
Era uma profecia falsa porque Deus nunca agirá contra a verdade revelada na Sua Palavra.
Na Lei de Moisés está dito que nenhum israelita deveria agir contra o príncipe do seu povo. Ainda que se alguém viesse a fazê-lo, certamente não o estaria fazendo com a aprovação do Senhor, e também não seria isentado do seu juízo.
Foi por conhecer tal lei, que Paulo temeu quando disse ao sumo-sacerdote Ananias que Deus o feriria, e se desculpou por suas palavras, ainda que o sumo-sacerdote estivesse agindo de modo injusto mandando que batessem na boca do apóstolo (At 23.3-5), e as palavras que ele citou na ocasião para se justificar foi a sua ignorância de que ele era sumo-sacerdote, e citou a referida lei de Moisés que proibia qualquer ato desrespeitoso contra aqueles que fossem investidos por Ele em posição de autoridade: “Aos juízes não maldirás, nem amaldiçoarás ao governador do teu povo.” (Êx 22.28).
Assim, além do conhecimento que Davi tinha da Lei do Senhor, ele era um homem dirigido pelo Espírito Santo, e foi por esta intimidade com o Senhor e o conhecimento da Sua Palavra que ele pôde sentir o seu coração doer quando cortou o manto de Saul, quanto mais não sentiria a desaprovação de Deus se o matasse?
Para não errarmos nas coisas relativas a Deus é necessário tanto conhecer as Escrituras quanto o Seu poder.
Se a Lei de Moisés proibia o falar mal e o amaldiçoar o príncipe, quanto mais tirar-lhe a vida.
Este respeito exigido em relação às autoridades não foi mudado na dispensação da graça, conforme podemos ver nas palavras dos apóstolos Pedro (I Pe 2.13, 17,.18) e Paulo (Rm 13.1).
Acrescente-se a isto que caso Davi matasse Saul, em vez de ser conhecido como o rei heróico de Israel, que havia livrado seu povo várias vezes dos seus inimigos, Davi seria reconhecido como o rei traidor que matara o seu próprio soberano.
Então ele agiu debaixo da direção de Deus e sabiamente, quando disse a Saul as palavras dos versos 9 a 15, nas quais deixou bem claro, depois de ter prestado a devida reverência a Saul por ser o rei, que estava deixando o caso inteiramente nas mãos do Senhor, para que Ele julgasse entre Saul e ele, e que Ele o vingasse de todo o mal que estava recebendo de Saul, pois não seria a sua própria mão que seria contra o rei, e citou o provérbio dos antigos de que dos ímpios é que procede a impiedade, provavelmente insinuando que não ele, mas Saul estava agindo de modo ímpio porque não era um homem piedoso, mas tal jamais se veria nele, que perseguisse ou matasse a alguém por motivos ímpios, porque ele, Davi, era um homem piedoso, e a perseguição feroz e incansável que Saul empreendia contra ele tinha ainda o agravante de estar sendo feita contra alguém que não estava procurando fazer-lhe mal, e por isso Davi se comparou a um cão morto, e a uma pulga, pois que dano mortal ambos podem fazer a um homem?
E, deste modo, ele estava entregando a sua causa ao Senhor, para que fosse o seu juiz e advogado, de modo a livrá-lo da mão de Saul (v. 12-15).
O espírito imundo não estava atuando sobre Saul naquela hora e ele foi convencido naquele momento, que de fato estava pagando todo o bem que Davi lhe fizera com o mal, e então levantando a sua voz ele chorou e o chamando de meu filho declarou que Davi era mais justo do que ele, porque lhe havia recompensado com o bem, e ele lhe havia recompensado com o mal (v. 16,17), pois havia mostrado que era inocente perante ele e havia procedido bem, porque havendo Deus lhe entregado nas mãos de Davi ele não o matara (v. 18).
Saul reconhece que é agir contra a própria natureza terrena encontrar o inimigo e deixá-lo ir em paz, quando se poderia de algum modo prejudicá-lo (v. 19).
Então declarou que esperava que Deus pagasse a Davi pelo bem que lhe havia feito naquele dia, e que estava convicto, que de fato Davi haveria de reinar e que o reino de Israel haveria de ser firmar na sua mão (v. 19,20).
E para confirmar que era real esta certeza ele pediu a Davi que jurasse pelo Senhor, que não desarraigaria a sua descendência quando viesse a reinar e nem extinguiria o nome dele da casa de seu pai, não matando a todos os seus descendentes (v. 20, 21).
E Davi lhe jurou que o atenderia no que ele estava lhe pedindo (v. 21).
Deste modo, nós aprendemos deste capitulo, que o temor e o respeito devido àqueles que estão em posição de autoridade sobre nós, não significa que devemos silenciar diante das injustiças que estejam praticando.
Subserviência não é a submissão bíblica esperada por Deus de seus servos.
A submissão bíblica implica a presença da virtude da humildade, da moderação, mas não da covardia e da falta de ousadia, pois nos é dito pelo apóstolo que o espírito que temos recebido de Deus não é de covardia, mas de poder, de amor e de moderação (II Tim 1.7).
Podemos aprender muito do exemplo prático de Davi, que não agiu contra Saul, por motivo de covardia, e nem de falta de poder, mas porque era movido pelo amor de Deus, e pela moderação dos que são dirigidos pelo Espírito Santo.
A palavra para moderação no original grego é sofronismós, que significa prudência, disciplina própria, domínio próprio, prudência, moderação.
Nós vemos em Davi este equilíbrio entre coragem e domínio próprio ou moderação.
É isto que deve existir em todo verdadeiro cristão, para que não deixem de dar honra a quem é devido honra, mas que não deixem reprovar o mau comportamento destes a quem deve honra, por motivo de covardia.
Nós estamos fazendo este comentário para que se evite a todo custo uma falsa interpretação do que é autoridade espiritual e como se deve agir diante daqueles que estão investidos pelo próprio Deus de autoridade sobre nós, como era o caso de Saul em relação a Davi, porque ele estava reinando porque fora ungido por ordem de Deus para tal, e portanto, cabia ao próprio Deus e a nenhum homem de Israel decidir sobre a questão se Saul deveria ou não continuar reinando.
É comum que aqueles que estão investidos de autoridade façam uso do artifício da intimidação, de modo que os que estão debaixo do seu governo se sintam temerosos de emitir qualquer opinião contrária à deles, por um falso convencimento de que o ato de fazê-lo ainda que por amor à verdade e à justiça seria estar agindo contra Deus, que os colocou na posição de autoridade, em que eles se encontram.
Cada servo do Senhor deve manifestar a sua própria personalidade e firmeza para a glória de Deus, porque foram criados para tal propósito.
Eles não devem anular as próprias vontades e torcer até mesmo o direito para se colocarem debaixo da dependência total de outros homens, a pretexto do dever da obediência devida àqueles que os lideram.
Isto não tem nada a ver com a verdadeira obediência ou submissão, pois dependência demais não é bom, tanto quanto a independência também não o é.
Por isso a Bíblia fala em moderação, que significa evitar excessos, comportamentos extremos.
Se Davi se anulasse perante Saul a pretexto de uma obediência absoluta, ele não viria jamais a ser rei em Israel, e até mesmo poderia ser morto por ele.
Mas ele tinha personalidade o bastante para seguir a vontade de Deus, e não a mera vontade dos homens. E se o fizesse ele não estaria de modo nenhum agradando ao Senhor, que foi quem na verdade lhe havia ungido para ser o novo rei de Israel.
Assim, uma verdadeira atitude de rebeldia, de confrontação indevida da autoridade sempre deve ser medida pela identificação de um espírito atrevido e não moderado, de um espírito de desamor e não de amor.
Mas não se pode falar em rebeldia onde a virtude, o respeito e o amor prevalecem.
Não se pode falar de deslealdade onde se age em estrita obediência à vontade de Deus.
Deste modo, tal como Davi, devemos sempre pedir que seja o Senhor mesmo o juiz entre nós e aqueles que nos acusam de rebeldia, ou de qualquer outra falta que tenhamos convicção de que não esteja em nós, tal como fazia o apóstolo Paulo:
“1 Que os homens nos considerem, pois, como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus.
2 Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel.
3 Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por qualquer tribunal humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
4 Porque, embora em nada me sinta culpado, nem por isso sou justificado; pois quem me julga é o Senhor.
5 Portanto nada julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não só trará à luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o seu louvor.” (I Cor 4.1-4).
“Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.” (Gál 1.10).





“1 Ora, quando Saul voltou de perseguir os filisteus, foi-lhe dito: Eis que Davi está no deserto de En-Gedi.
2 Então tomou Saul três mil homens, escolhidos dentre todo o Israel, e foi em busca de Davi e dos seus homens, até sobre as penhas das cabras montesas.
3 E chegou no caminho a uns currais de ovelhas, onde havia uma caverna; e Saul entrou nela para aliviar o ventre. Ora Davi e os seus homens estavam sentados na parte interior da caverna.
4 Então os homens de Davi lhe disseram: Eis aqui o dia do qual o Senhor te disse: Eis que entrego o teu inimigo nas tuas mãos; far-lhe-ás como parecer bem aos teus olhos. Então Davi se levantou, e de mansinho cortou a orla do manto de Saul.
5 Sucedeu, porém, que depois doeu o coração de Davi, por ter cortado a orla do manto de Saul.
6 E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor.
7 Com essas palavras Davi conteve os seus homens, e não lhes permitiu que se levantassem contra Saul. E Saul se levantou da caverna, e prosseguiu o seu caminho.
8 Depois também Davi se levantou e, saindo da caverna, gritou por detrás de Saul, dizendo: Ó rei, meu senhor! Quando Saul olhou para trás, Davi se inclinou com o rosto em terra e lhe fez reverência.
9 Então disse Davi a Saul: por que dás ouvidos às palavras dos homens que dizem: Davi procura fazer-te mal?
10 Eis que os teus olhos acabam de ver que o Senhor hoje te pôs em minhas mãos nesta caverna; e alguns disseram que eu te matasse, porém a minha mão te poupou; pois eu disse: Não estenderei a minha mão contra o meu senhor, porque é o ungido do Senhor.
11 Olha, meu pai, vê aqui a orla do teu manto na minha mão, pois cortando-te eu a orla do manto, não te matei. Considera e vê que não há na minha mão nem mal nem transgressão alguma, e que não pequei contra ti, ainda que tu andes à caça da minha vida para ma tirares.
12 Julgue o Senhor entre mim e ti, e vingue-me o Senhor de ti; a minha mão, porém, não será contra ti.
13 Como diz o provérbio dos antigos: Dos ímpios procede a impiedade. A minha mão, porém, não será contra ti.
14 Após quem saiu o rei de Israel? a quem persegues tu? A um cão morto, a uma pulga?
15 Seja, pois, o Senhor juiz, e julgue entre mim e ti; e veja, e advogue a minha causa, e me livre da tua mão.
16 Acabando Davi de falar a Saul todas estas palavras, perguntou Saul: E esta a tua voz, meu filho Davi? Então Saul levantou a voz e chorou.
17 E disse a Davi: Tu és mais justo do que eu, pois me recompensaste com bem, e eu te recompensei com mal.
18 E tu mostraste hoje que procedeste bem para comigo, por isso que, havendo-me o Senhor entregado na tua mão, não me mataste.
19 Pois, quem há que, encontrando o seu inimigo, o deixará ir o seu caminho? O Senhor, pois, te pague com bem, pelo que hoje me fizeste.
20 Agora, pois, sei que certamente hás de reinar, e que o reino de Israel há de se firmar na tua mão.
21 Portanto jura-me pelo Senhor que não desarraigarás a minha descendência depois de mim, nem extinguirás o meu nome da casa de meu pai.
22 Então jurou Davi a Saul. E foi Saul para sua casa, mas Davi e os seus homens subiram ao lugar forte.” (I Sm 24.1-22)

Silvio Dutra

A Formação do Culto Misto dos Samaritanos – II Reis 17

Há um princípio no caráter de Deus que o leva a dar oportunidades àqueles que Ele sabe que melhorarão com o tempo, à medida que são submetidos progressivamente à ação da Sua graça, e nós vemos isto nas ações de Jesus em Seu ministério terreno, e do trabalho dEle na Sua Igreja.
Isto está ilustrado na parábola da figueira estéril à qual ele deu tempo e tratos culturais, para que viesse a frutificar, e que seria cortada somente se não respondesse de modo favorável à oportunidade que lhe estava sendo dada de frutificar.
Mas quando esta esperança foge totalmente, como foi o caso do Reino do Norte, e as pessoas se tornam como espinheiros, dos quais não se pode esperar nenhum fruto, o destino delas então é o de serem cortadas e queimadas em fogo inextinguível.
Os israelitas do Reino do Norte haviam se desviado de tal maneira do Senhor, e se entregaram tanto às práticas pagãs, que eles se degeneraram completamente e passaram a ser como qualquer uma das nações, que não conheciam a Deus, senão ainda piores do que elas.
Por isso, o Senhor os rejeitou de tal forma, que permitindo que fossem entregues nas mãos dos assírios, viriam a manter no esquecimento, a forma devida de se servir ao Senhor, em sua própria terra, porque foram espalhados por outras nações, vindo a assimilar com o passar dos anos a identidade cultural delas.
Mas, como em Judá ainda havia um remanescente fiel, o Senhor proveria um destino diferente para eles, pois ainda que sendo levados a partir de 605 a.C. até 586 a.C. para Babilônia, não somente os manteria reunidos numa só nação, onde receberiam um tratamento digno muito diferente do que havia sofrido Israel sob os assírios, e além disso, o Senhor não os deixou sem o ministério dos profetas em Babilônia, porque antes mesmo que toda a nação fosse levada para lá em cativeiro, Ele lhes enviou para estarem com eles os profetas Daniel (605 a. C.) e Ezequiel (597 a.C.), de modo que fossem curados de sua idolatria, e que achassem favor junto ao rei de Babilônia.
Deus amaldiçoou de tal forma a criação, depois que o pecado entrou no mundo, que desde então, para que o homem tenha verdadeira alegria e paz em sua alma, depende de recebê-las diretamente dEle, porque são tantas as pressões, decepções, perdas, fraquezas, perseguições e toda sorte de adversidades internas, inerentes à própria natureza terrena decaída; e externas, relativas ao mundo de pecado, que não poderá ter de modo algum um viver abençoado, se isto não lhe for concedido particularmente pelo Senhor.
Deste modo, tudo o que é adverso contribui para que se busque a Deus, para achar nEle graça e auxílio, de forma que se receba dEle descanso e paz para a alma.
Por isso, importa ter uma vida agradável ao Senhor, achegando-nos a Ele em inteira certeza de fé, por meio de um coração verdadeiro, purificado da má consciência, e o corpo lavado de toda impureza carnal por estar lavado com a água limpa da santificação do Espírito Santo (Hb 10.22), porque de outro modo não se pode privar da intimidade com Ele e das Suas bênçãos, porque Deus é totalmente santo e justo, a par de ser amoroso e misericordioso.
Então, como poderia Israel com seus grosseiros pecados não perdoados, pela falta de arrependimento deles, contar com as bênçãos do Senhor para sempre?
Eles seriam rejeitados por Deus do mesmo modo como lhe haviam rejeitado desprezando os Seus profetas, Seus mandamentos, a Sua Palavra.
O que sucedeu a eles é para a nossa própria advertência, de modo que não nos iludamos que podemos ter uma vida abençoada pelo Senhor vivendo da mesma maneira que eles viveram no passado, ou seja, sem que andemos em retidão na Sua presença, por não procurarmos fazer aquilo que Lhe é agradável, não pelo que julguemos que Lhe seja agradável, mas consoante uma firme perseverança em obedecer a tudo que nos tem ordenado em Sua Palavra.
A expulsão de Israel da terra da promessa é uma ilustração da nossa própria expulsão da comunhão com o Senhor, se não praticarmos o que é reto aos Seus olhos.
Não importa a beleza dos cultos que Lhe prestamos, a suntuosidade dos nossos templos, a afinação dos louvores que Lhe entoamos, se não prezamos e guardamos os Seus mandamentos, por um andar no Espírito Santo, produzindo no nosso coração o Seu fruto no nosso viver diário.
Este 17º capítulo de II Reis descreve o motivo dos israelitas terem sido expulsos da sua terra pelo Senhor, e como ela passou a ser habitada por povos que não O conheciam, e que misturaram as suas práticas de adoração pagã com algumas das prescrições da Lei de Moisés, que lhes foram ensinadas por um sacerdote de Israel, que foi trazido de volta do cativeiro, especialmente para tal propósito (v. 28), porque julgavam que os leões, que haviam ocupado a terra que fora deixada desocupada dos seus habitantes, por causa do cativeiro, estavam atacando os seus novos habitantes porque isto deveria ser um juízo do Deus daquela terra por não estar sendo também cultuado por eles, e como esta gente não conhecia ao Senhor, como os próprios israelitas, que haviam virado as Suas costas para Ele, ignoravam que Deus exige um culto exclusivo dos Seus servos, e que é uma maior abominação para Ele ser colocado ao lado de outros deuses do que não receber qualquer tipo de adoração, porque esta mistura do que é frio com o que é quente produz a mornidão que O leva a nos expulsar da Sua boca.
É então melhor ser frio não conhecendo as coisas que são devidas ao Senhor, do que conhecê-las e permitir que a adoração que é devida exclusivamente a Ele seja mesclada com a adoração de outros deuses ou com práticas mundanas.
Na própria Lei Ele nos adverte que não terá por inocente a todo aquele que tiver outros deuses diante dEle.
Então, em vez de verdadeira adoração o que eles tinham era uma superstição.
E este seu culto mesclado prosseguiu até os dias do ministério terreno do Senhor Jesus, porque no tempo de Alexandre, o Grande, um sacerdote de Judá, unido aos samaritanos edificou o templo do monte Gerizim, alegando que fora ali que Abraão tinha levado Isaque quando tivera a Sua fé provada por Deus, e baseavam a sua religião somente no Pentateuco, rejeitando o restante do Antigo Testamento, e apesar de guardarem o sábado, as festas e a circuncisão, deles falou o Senhor Jesus que não conheciam o que adoravam (Jo 4.22).
Por isso se diz destas pessoas que passaram a habitar nos territórios desocupados de Israel o que nós lemos no verso 41:
“Assim estas nações temiam ao Senhor, mas serviam também as suas imagens esculpidas; também seus filhos, e os filhos de seus filhos fazem até o dia de hoje como fizeram seus pais.”.
Desta forma, os israelitas que haviam sido deixados em Israel, quando seus irmãos foram levados pela Assíria, seguiram este culto misto e não se arrependeram de suas antigas más obras, apesar de todos os juízos que o Senhor trouxera sobre Israel (v. 34 a 40).



“1 No ano duodécimo de Acaz, rei de Judá, começou a reinar Oseias, filho de Elá, e reinou sobre Israel, em Samaria nove anos.
2 E fez o que era mau aos olhos do Senhor, contudo não como os reis de Israel que foram antes dele.
3 Contra ele subiu Salmanasar, rei da Assiria; e Oseias ficou sendo servo dele e lhe pagava tributos.
4 O rei da Assíria , porém, achou em Oseias conspiração; porque ele enviara mensageiros a Sô, rei do Egito, e não pagava, como dantes, os tributos anuais ao rei da Assíria; então este o encerrou e o pôs em grilhões numa prisão.
5 E o rei da Assíria subiu por toda a terra, e chegando a Samaria sitiou-a por três anos.
6 No ano nono de Oseias, o rei da Assíria tomou Samaria, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala, e junto a Habor, o rio de Gozã, e nas cidades dos medos.
7 Assim sucedeu, porque os filhos de Israel tinham pecado contra o Senhor seu Deus que os fizera subir da terra do Egito, de debaixo da mãe de Faraó, rei do Egito, e porque haviam temido a outros deuses,
8 e andado segundo os costumes das nações que o Senhor lançara fora de diante dos filhos de Israel, e segundo os que os reis de Israel introduziram.
9 Também os filhos de Israel fizeram secretamente contra o Senhor seu Deus coisas que não eram retas. Edificaram para si altos em todas as suas cidades, desde a torre das atalaias até a cidade fortificada;
10 Levantaram para si colunas e aserins em todos os altos outeiros, e debaixo de todas as árvores frondosas;
11 queimaram incenso em todos os altos, como as nações que o Senhor expulsara de diante deles; cometeram ações iníquas, provocando à ira o Senhor,
12 e serviram os ídolos, dos quais o Senhor lhes dissera: Não fareis isso.
13 Todavia o Senhor advertiu a Israel e a Judá pelo ministério de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Voltai de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a lei que ordenei a vossos pais e que vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas.
l4 Eles porém, não deram ouvidos; antes endureceram a sua cerviz, como fizeram seus pais, que não creram no Senhor seu Deus;
15 rejeitaram os seus estatutos, e o seu pacto, que fizera com os pais deles, como também as advertências que lhes fizera; seguiram a vaidade e tornaram-se vãos, como também seguiram as nações que estavam ao redor deles, a respeito das quais o Senhor lhes tinha ordenado que não as imitassem.
16 E, deixando todos os mandamentos do Senhor seu Deus, fizeram para si dois bezerros de fundição, e ainda uma Asera; adoraram todo o exército do céu, e serviram a Baal.
17 Fizeram passar pelo fogo seus filhos, suas filhas, e deram-se a adivinhações e encantamentos; e venderam-se para fazer o que era mau aos olhos do Senhor, provocando-o à ira.
18 Pelo que o Senhor muito se indignou contra Israel, e os tirou de diante da sua face; não ficou senão somente a tribo de Judá.
19 Nem mesmo Judá havia guardado os mandamentos do Senhor seu Deus; antes andou nos costumes que Israel introduzira.
20 Pelo que o Senhor rejeitou toda a linhagem de Israel, e os oprimiu, entregando-os nas mãos dos despojadores, até que os expulsou da sua presença.
21 Pois rasgara Israel da casa de Davi; e eles fizeram rei a Jeroboão, filho de Nebate, o qual apartou Israel de seguir o Senhor, e os fez cometer um grande pecado.
22 Assim andaram os filhos de Israel em todos os pecados que Jeroboão tinha cometido; nunca se apartaram deles;
23 até que o Senhor tirou Israel da sua presença, como falara por intermédio de todos os seus servos os profetas. Assim foi Israel transportado da sua terra para a Assíria, onde está até o dia de hoje.
24 Depois o rei da Assíria trouxe gente de Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate e de Sefarvaim, e a fez habitar nas cidades de Samaria em lugar dos filhos de Israel; e eles tomaram Samaria em herança, e habitaram nas suas cidades.
25 E sucedeu que, no princípio da sua habitação ali, não temeram ao Senhor; e o Senhor mandou entre eles leões, que mataram alguns deles.
26 Pelo que foi dito ao rei da Assíria: A gente que transportaste, e fizeste habitar nas cidades de Samaria, não conhece a lei do deus da terra; por isso ele tem enviado entre ela leões que a matam, porquanto não conhece a lei do deus da terra.
27 Então o rei da Assíria mandou dizer: Levai ali um dos sacerdotes que transportastes de lá para que vá e habite ali, e lhes ensine a lei do deus da terra.
28 Veio, pois, um dos sacerdotes que eles tinham transportado de Samaria, e habitou em Betel, e lhes ensinou como deviam temer ao Senhor.
29 Todavia as nações faziam cada uma o seu próprio deus, e os punham nas casas dos altos que os samaritanos tinham feito, cada nação nas cidades que habitava.
30 Os de Babilônia fizeram e Sucote-Benote; os de Cuta fizeram Nergal; os de Hamate fizeram Asima;
31 os aveus fizeram Nibaz e Tartaque: e os sefarvitas queimavam seus filhos no fogo e a adrameleque e a Anameleque, deuses de Sefarvaim.
32 Temiam também ao Senhor, e dentre o povo fizeram para si sacerdotes dos lugares altos, os quais exerciam o ministério nas casas dos lugares altos.
33 Assim temiam ao Senhor, mas também serviam a seus próprios deuses, segundo o costume das nações do meio das quais tinham sido transportados.
34 Até o dia de hoje fazem segundo os antigos costumes: não temem ao Senhor; nem fazem segundo os seus estatutos, nem segundo as suas ordenanças; nem tampouco segundo a lei, nem segundo o mandamento que o Senhor ordenou aos filhos de Jacó, a quem deu o nome de Israel,
35 com os quais o Senhor tinha feito um pacto, e lhes ordenara, dizendo: Não temereis outros deuses, nem vos inclinareis diante deles, nem os servireis, nem lhes oferecereis sacrifícios;
36 mas sim ao Senhor, que vos fez subir da terra do Egito com grande poder e com braço estendido, a ele temereis, a ele vos inclinareis, e a ele oferecereis sacrifícios.
37 Quanto aos estatutos, às ordenanças, à lei, e ao mandamento, que para vós escreveu, a esses tereis cuidado de observar todos os dias; e não temereis outros deuses;
38 e do pacto que fiz convosco não vos esquecereis. Não temereis outros deuses,
39 mas ao Senhor vosso Deus temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos.
40 Contudo eles não ouviram; antes fizeram segundo o seu antigo costume.
41 Assim estas nações temiam ao Senhor, mas serviam também as suas imagens esculpidas; também seus filhos, e os filhos de seus filhos fazem até o dia de hoje como fizeram seus pais.” (II Rs 17.1-41).

Silvio Dutra

O nível de caráter e qualidade do Amor que você espera é do tamanho e na mesma intensidade do valor e respeito que você impõe sobre si mesma e igual à sua postura perante a ele e aos demais.

Ou seja e portanto, valorize-se, tenha postura, bom senso, atitude, simplicidade, saiba respeitar, não se exceda em nada, seja educada e cordial, seja natural, tenha bom humor, seja amiga, não tente chamar atenção, seja discreta, tenha Amor próprio intocável e terá tão bons pretendentes quanto o seu passe merece e vale.

Poderá escolher quem realmente faça jus aos cuidados que você tem com a sua vida e com o seu coração, porque homens com caráter e, de bom gosto sempre escolherão mulheres assim para a vida deles.

Clara Furtado

Será que falta muito para as pessoas entenderem que religião não define caráter?
Até quando alguns irão "dizer-se cristãos" a fim de "certificar integridade"?
Só quem não lê a Bíblia acha que todo que "se diz crente" é honesto ou julga pessoas de outras religiões - principalmente religiões afro. Quem gasta tempo conhecendo a Deus não vive por aí fazendo esse tipo de coisa; muito menos age de forma semelhante, cria um monte de problemas com os outros e depois coloca a culpa das suas atitudes no "diabo".

Angélica Araujo

PÁSSARO

Existe dentro de mim um pássaro
De caráter improvisado
Um pássaro de uma só cor
Esverdeado quando é notado
E de uma cor alheia
Quando emudece a precaver minhas fronteiras
Neste tempo de voz calada
Não tem canto, nem tem encanto.
Eu já gosto do caráter repentino
Porque ao seu tempo
Quando quer me agradar
Ele canta as minhas infâncias e o meu mundo
Que já tive, como donatário, de papel passado.
Quando eu era criança o mundo
Era do tamanho do meu quintal
E tinha quatro fronteiras
Dos limites, astuto que nos impunha.
O pássaro cantava e me agradava
Eu tinha no meu mundo pessoas sensatas e alegres
Alegres e diplomatas.
Agora quando avisto um pássaro
Num oitão de uma casa velha cantando na minha espera
Eu fico a vislumbrar o seu canto e me inebriar
Se ele tem as penas esverdeadas.
O pássaro porém, não lembra
Que já morou no meu coração
De que já foi meu um dia
Que por ser o meu, por meu desatino
Ele pegava vôo muito acima.
Mais alto que tudo, adiante mais que as nuvens
Aquele pássaro já foi meu
Hoje adulto é das alturas.

Naeno Rocha

PÁSSARO

Existe dentro de mim um pássaro
De caráter improvisado
De cor esverdeado, e outra tonalidade alheia
Quando emudece a precaver minhas fronteiras
Neste tempo de voz calada
Não tem canto, nem tem encanto.
Eu já gosto do caráter repentino
Porque quando quer me agradar
Ele canta as minhas infâncias
E me leva a ver outro mundo que já tive.
Do qual eu era donatário, de papel passado.
Quando eu era criança o mundo
Era do tamanho do meu quintal
E tinha quatro fronteiras
Dos limites ardilosos que me espremiam.
O pássaro cantava e me agradava
Já fui protegido por pessoas sensatas e alegres
Risonhos e de conversa boa.
Hoje se avisto um pássaro
Num oitão de uma casa velha
Cantando na minha espera
Eu fico a vislumbrar o seu canto
Observando se ele tem as penas esverdeadas.
O pássaro porém, não lembra
Que já morou no meu coração
De que já foi meu um dia
Que por ser o meu, por meu desatino
Ele pegava vôo mais alto
Que tudo, adiante, mais que as nuvens
Aquele pássaro já foi meu
Hoje adulto é das alturas.

Naeno Rocha

Eiiii!!!! Olhem só o que encontrei...
O meu carater...
Porem vou logo guardar novamente, pois sei que não irei usa-lo...
Calllllmmmmaaaaaa!!!!!
Estou brincando gente!!!
Irei usar com todos voces, sei que todos desejam bom carater, mesmo nao os retribuindo!!!
Ética inicia em um principio basico, simples... Não fazer ao proximo aquilo que não deseje a si, ou fazer ao proximo aquilo que deseja a si...
Porem as pessoas muito inteligentes que adoram regras inversamente proporcionais assim como a minha ironia (que os inteligentes me perdoem) e dedicam-se ao inverso...
Fazer ao proximo aquilo que nao deseja a si ou nao fazer ao proximo aquilo que deseja a si...
Prefiro desaprender as regras inversamente proporcionais, a matematica que me perdoe...

Adriano Guedes

COMO É DIFÍCIL CONVIVER COM A DESONESTIDADE

Será desonestidade um desvio de caráter?
Vivemos em um mundo onde em qualquer lugar é muito fácil encontrar e perceber pessoas desonestas, seja em qualquer situação cotidiana presenciamos e vivemos cercados por desonestidade das mais variadas formas. Não podendo esquecer também aquele que rouba por um transtorno no controle do impulso. Ou seja, é desonesto por doença, dando-se o nome a isto como cleptomaníaco.

Fala-se muito em ser honesto, mas na realidade é uma das atitudes mais difíceis de serem mantidas e aplicadas em nossa vida. Estamos sujeitos a vários fatores que levam muitas vezes a cometer este ato.
Estamos sujeitos a muitas situações onde se afloram este pensamento e muitas vezes praticamos tal ato.

Pensando sobre a definição do que é ser honesto, entendo que a honestidade passa por uma questão de educação, partindo do principio de que quanto mais educado, mais honesta é a pessoa.
Mas podemos ver que infelizmente mesmo pessoas que foram rigorosamente educadas, instruídas corretamente, com consciência de todos seus atos sejam para o que é certo ou errado podem vir a desenvolver e praticar a desonestidade.
Neste raciocínio cabe uma pergunta, Porque desta pessoa desenvolver este ato?
Tenho por opinião, e algumas delas comprovadas em situações que vivi e vivo que, este comportamento e atitude se devem por alguns fatores, sendo que:
Por uma ambição desenfreada, sem limites.
Obsessão e desejo de ter o que não se pode comprar.
Desejo de enriquecer sem fazer força, à custa do dinheiro de outras pessoas.
Facilidade de se apoderar de coisas sem se importar de quem são.

O desonesto na verdade, seja por que motivo for sempre acha que esta fazendo a coisa certa (para ele naturalmente), sempre engana a si mesmo com as mais descaradas desculpas para aplacar sua própria consciência que o cobra.
Dentro deste raciocínio, podemos perceber (em minha opinião) que, existem fatores que contribuem para chegar a isso. Sempre tive comigo que para uma pessoa se transformar em um desonesto, provavelmente ele já tem um sério desvio de caráter, sendo que muitos já trazem isso desde que nasceu, pouco importando de como foi criado, sua educação ou sua estrutura familiar, isso podemos constatar em diversas famílias como a pessoas são diferentes em seus modos de agir e com valores diferentes entre si desde pequenos.

Penso também que muitas vezes isso acontece por uma característica de personalidade, desenvolve uma maneira de pensar e agir em benefício próprio, mas acredito que se a pessoa toma conhecimento que esta sendo desonesta, procura ajuda e revertem seus conceitos.
Acredito também que esta maneira de agir seja por um lado relacionado com o comportamento da pessoa, dependendo do ambiente em que se vive com quem se vive e como é sua relação com este meio.

Em minha maneira de pensar acho que este quadro de desonestidade como já disse por uma falta de educação, mas também acho que em muitos casos é a falta de caráter mesmo.
Já tive de conviver e presenciar situações com relação a pessoas desonestas que me deixavam muito desanimado e triste. Acredito que o comportamento de uma pessoa desonesta não seja somente o roubo em si. Muito pelo contrário, notava que esta mesma pessoa sempre levantava falso testemunho sobre alguém, sempre conseguia coisas e benefícios passando por cima de outras pessoas, fraudava documentos, não era correto em sua função, mentia e enganava para conseguir favores e vantagens.

Como é difícil conviver com pessoas assim! Quantos de nós não conhecemos ou até trabalhamos com alguém assim?
Torna-se muito complicada viver uma situação com alguém que sabemos que é desonesto.
Por que digo isso?
Vemos como um pequeno exemplo que, pessoas que mesmo com um salário considerado baixo dependendo de uma determinada função acabam enriquecendo sem explicação alguma.
Pessoas que do nada enriquecem e na realidade não há uma justificativa convincente para tal.

E o que dizer de pessoas que compram bens e colocam em nome de outras (laranja), medo do que? Será que esse medo é por não ter como explicar essa riqueza toda. Ou seja, coisa conseguida na desonestidade.

Já parou para pensar e ver se não conhece pessoas assim?

O que adianta acumular bens se foi conseguido de forma errada e sem honestidade, Será que na cabeça destas pessoas elas se acham tão importantes e corretas que não sabem que muitas pessoas sabem como ela enriqueceu.
Na verdade, desonestidade não está com nada, esta atitude pode levar o indivíduo a ter uma vida de riqueza, mas acredito que cedo ou tarde a realidade aparece e com certeza a vida cobra cada centavo adquirido na safadeza.

Nada como o dia de amanhã. A verdade sobre nossas atitudes seja certa ou errada sempre vem à tona mais cedo ou mais tarde nesta vida.

Marcelo MArtins

Não ponha à prova o meu caráter, pois você pode se surpreender, que pela paz e entre a perfeição que justifica qual quer julgamento mal intencional;
Vivo como sou, com o caminho certo que quando sigo no errado subvertendo no algo mais que um dia dará certo para provar que o errado também dar certo;

Julio Aukay

"O caráter determina como uma pessoa usa a sua inteligência". Um homem vai agir nas oportunidades que se apresentam e reagir às circunstâncias de acordo com seu caráter, que é moldado por seus valores. Por isso, é muito importante que uma pessoa defina conscientemente seus princípios, valores e convicções, pois disso depende a sua vida.

"Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida". Pv 4:23

Comentarios de Marcos E. Fink

"Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje...
Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexo, sou mistura, sou homem com cara de menino... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...
Não me doo pela metade, não sou teu meio amigo nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou bobo, mas não sou burro. Ingênuo, mas não santo. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"

Professor Galvão

O coração - Rondel

O coração é quem faz o caráter,
Emoção provocante e desmedida.
Quando ele é ruim só cheira éter,
Quando bom busca mudar a vida.

Num lance que tem a vinda e ida,
Todos estão querendo agora ter.
O coração é quem faz o caráter,
Emoção provocante e desmedida.

Antes os homens pensavam em ser,
Mas agora estão vazios, sem vida!
E por isso, não param de sofrer.
Cobrança de uma ação concebida,
O coração é quem faz o caráter.

Djalma CMF

VERDADE!!
Que palavra linda...
rima com qualidades de quem tem caráter: honestidade, integridade, cumplicidade, hombridade, amizade...
Já a mentira...
seu final é ira !
Quer rima pior?!
Ela por si só se traduz...
Não entendo como existem pessoas que preferem ser mentira, ser ira, ser trairá.
Verdade! Isso é dignidade!
Olha outra rima de quem tem caráter !!
Esse mundo tá do avesso...
Talvez, sejam os meu conceitos!
A vida tem sido dura, mas tenho muito a agradecer!!
A mentira é capenga sem muleta, ela um dia cai !!
Já a verdade...
Essa é alada,
enfrenta ventos e tempestades ,
frio e calor
Ante qualquer adversidade , ela permanece
E um dia se faz presente !!!
A CASA CAIU ...
Obrigada aos poucos e verdadeiros amigos que validam a minha vida e valem por muitos .
O mundo grita por SERES HUMANOS de VERDADE !!!!

Amanda Elesbão

Ao calar

Quando o homem sabiamente se cala
Demonstra uma destreza de caráter incomum
Mostra no silêncio da palavra
O expressar inexprimível do sábio nu

O silêncio é a melhor resposta
Para aquela insuportável réplica
Impedindo o argumento falho que aponta
As vítimas acuadas que falaram à beça

Cada instante em silêncio leva a amadurecer
Torna interessante os momentos vívidos
Reflexão filosófica de um humilde ser
Sem ter a necessidade de ouvi qualquer ruído

Sufocar palavras naturalmente ditas vans
É a melhor solução em meio a problemas
O silêncio nunca trai e mantém a segurança
Daqueles que são eloqüente sem palavras.

Djalma CMF

Cresce quando é forte de caráter, quando enfrenta o inverno mesmo que perca as folhas, colhe flores mesmo que tenham espinhos e marca o caminho mesmo que se levante o pó.
Cresce ajudando seus semelhantes, conhecendo a si mesmo e dando à vida mais do que recebe.
E assim se cresce…..
Você vale pelo que é e não pelo que tem ou aparenta ser.

Deia Neves

O que mais dói, é saber que hoje em dia as pessoas não ligam mais para o caráter, para a personalidade propria, o modo de pensar, o jeito de sorrir, de se vestir, de viver.
O mundo criou um padrão, que no qual as pessoas tentam ser iguais, pensarem iguais não por acharem que é certo e sim por serem fúteis ao ponto de não pensar por si próprio, não tenha vergonha de questionar contra ou a favor, tenha vergonha de optar pelo o que você não tem conhecimento !

Gabrielly Motta.

EDUCAÇÃO:CONHECIMENTO E AMOR

A educação tem de formar o caráter. Na escola, os mestres recebem alunos que vêm de histórias de vida completamente diferentes. Há pais que participam ativamente da história de seus filhos. Há pais ausentes. Há pais amorosos; há outros, agressivos. E isso faz a diferença. Escola não faz milagre. A família tem de fazer a sua parte. Este ano a escola pública de São Paulo tem muito a comemorar. Seguindo o exemplo de países como a Espanha, Coréia, Finlândia, Chile, teremos 514 escolas de tempo integral. Escolas em que os alunos entram às 7h e saem às 16h10. Esse é um grande salto na melhoria da qualidade do ensino. No período noturno, os alunos terão uma aula a mais todos os dias. Essa decisão do Governador Geraldo Alckmin demonstra o quanto a educação é valorizada em seu governo. Os reflexos estão aí. Professores mais comprometidos. Evasão escolar de 0,6% da 1a a 4a série, participação maciça dos pais na Escola da Família. É a sonhada escola pública de qualidade. Foram vencidas questões estruturais. Nunca mais se falou em filas nas portas das escolas nem em problemas com merenda ou material. Em mais de 28 anos, desde a primeira greve dos professores, em 1978, Alckmin é o primeiro governante em cuja gestão não se registrou nenhuma greve do magistério. E o maior beneficiado é o aluno. É o compromisso em desenvolver a autonomia da criança. Disse Rousseau, "A infância tem um jeito de enxergar, pensar e sentir peculiar. Nada é menos sensato do que substituir o dela pelo nosso". Cem anos mais tarde, confirmou Herbert Spencer, em meados do século 19, "As crianças deveriam ser levadas a fazer suas próprias investigações e assim tirar suas próprias conclusões". Respeitar a criança e todo seu potencial é papel do educador. Quanto aos jovens, Dom Bosco assim os acolhia: "Basta que sejais jovens para que eu vos ame". A irreverência, a rebeldia, a inquietação podem ser aliados na educação da juventude. Não pode o professor enxergar os alunos com desconfiança. Não são um problema. São crianças e jovens que dependem da orientação dos mestres, grandes parceiros nessa caminhada. Os adultos também aprendem. São Paulo tem mais de 750.000 alunos na Educação de Jovens e Adultos. E há vaga para qualquer pessoa que esteja fora da escola. Mesmo aqueles que não estudam há muitos anos podem estudar no período noturno ou matutino, ou apenas nos fins de semana. Não há idade para aprender. O aprendizado é possível em qualquer idade. Dizia Kant, "Como então buscar a perfeição? Onde fica a nossa esperança? Na educação e em nada mais". Pois a educação melhora nossa conduta e amplia nossos horizontes. Que nossas crianças, jovens e adultos encham-se de esperança neste primeiro dia de aula. Que os professores reinventem a forma de ensinar a cada momento. Precisamos mais de educadores e menos de burocratas. Que também os pais estejam presentes, sempre. E que todos participemos da construção de uma sociedade melhor. "Uma vida boa é aquela inspirada pelo amor e guiada pelo conhecimento." (Bertrand Russel) Conhecimento e amor, ingredientes de sucesso para mais um ano letivo. Bom trabalho.


Publicado no Jornal Vale Paraibano, S.J.C. - on line e Jornal da Tarde

Gabriel Chalita

Aprendi que: "Não preciso ter as melhores coisas para ter caráter".
Aprendi que: "Não preciso provar nada para ninguém e que se alguém gosta de mim, ela mesmo dirá".
Aprendi que: "Amizade não tem nada a ver com Política, cada um tem sua opinião e ninguém pode mudar".
Aprendi que: "Nunca tudo vai dar certo, apenas uma pequena porção de coisas tendem a dar certo".

Eduardo Henrique Correia da silva

Deus fez uma aliança eterna
e que portanto não pode ser anulada.

E como aliança em seu caráter matrimonial
onde Ele é o esposo, e a igreja a noiva,
o que se requer então dos aliançados
é que eles sejam fiéis.

Deus sempre será fiel
porque não pode negar a si mesmo.

Todavia, os crentes, por causa do resquício
de corrupções na sua natureza,
são exortados a serem fiéis em tudo
durante a sua peregrinação terrena,
porque, tal casamento,
do Criador com a criatura,
requer isto.

Deus continuará amando
seus filhos adúlteros,
mas os sujeitará
à disciplina da aliança.

Ele não os repudiará
porque tem prometido
manter o compromisso
por toda a eternidade.

Diante de tal caráter imutável
da promessa que Ele fez,
não resta aos aliançados
senão a alternativa
de serem também fiéis,
para que vivam de modo agradável
Àquele com os quais se aliançaram
numa união de amor
indissolúvel e eterno.

Por isso há necessidade de diligência
em santificação para o crescimento
na graça e no conhecimento de Jesus,
porque esta é a única maneira
de se ter a plena certeza
da esperança da salvação.

E tal diligência não tem em vista
somente a certeza da salvação,
mas também e principalmente
conduzir a um modo de vida
digno da vocação
a que o crente foi chamado
que é pela fé e longanimidade.

A esperança da nossa salvação
é como uma âncora da nossa alma,
que a manterá segura e firme
por toda a eternidade,
porque esta âncora está firmada
no Santo dos Santos,
além do véu,
onde Jesus entrou,
e nos mantém ancorados
como o grande sumo sacerdote
da nossa fé,
de maneira que não podemos
ser movidos
da nossa união com Ele.

De modo que nada e ninguém
poderá separar o crente
do amor de Deus
que está em Cristo Jesus,
como lemos em Romanos:

“Portanto, agora
nenhuma condenação há
para os que estão em Cristo Jesus,
que não andam segundo a carne,
mas segundo o Espírito.”
Rm 8.1

Silvio Dutra