Texto sobre Carater

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Sou pessoa de dentro pra fora.
Minha beleza está na minha essência e no meu caráter.
Acredito em sonhos, não em utopia.
Mas quando sonho, sonho alto.
Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Amo a minha vida, e dela não desistirei nunca!
Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura de emoções...
Num dia chata, irônica, estressada, sarcástica, feia, gorda, revoltada, teimosa, irritante, insistente e má.
No outro simplesmente uma Diva!
Sou mulher...
Me perco, me procuro e me acho.
E quando necessário, enlouqueço e saio correndo...
Ontem eu era vendaval...
Hoje sou um dia de Sol.
Conheça-me antes... Julgue-me depois...
Não me dôo pela metade, não sou sua meio amiga nem seu quase amor.
Ou sou tudo ou sou nada. Não aceito meio termos.
Sou distraída, mas não sou boba.
Ingênua, mas não santa.
Não distribuo sorrisos só por simpatia.
Mas quando sinto vontade abro um sorriso fácil, mas não falso...
Quando choro, vem da alma.
Aprendi que a fé faz o impossível acontecer.

Samai

É O CARÁTER DE UM POVO E NÃO SUAS INSTITUIÇÕES QUE REGE SEU DESTINO.

Patrões e proletários formam, ao menos entre os povos latino, duas classes inimigas. E, como uns e outros se sentem incapazes de superar por eles mesmos as dificuldades de suas relações cotidianas, apelam invariavelmente para a intervenção do Estado (socialistas amam esta situação). Mostram assim, mais uma vez, a indestrutível necessidade de nosso povo de ser governado e sua incapacidade em conceber a sociedade de uma maneira que não seja como uma hierarquia de castas sob o controle todo poderoso de um senhor. A livre concorrência, a associação espontânea, a iniciativa pessoal são conceitos inacessíveis ao nosso espírito nacional. Seu ideal é sempre o assalariado sob a lei de um chefe. Este ideal reduz sem dúvida o rendimento do indivíduo ao seu nível mais baixo, mas não demanda mais do que um mínimo de caráter e de ação. E assim voltamos mais uma vez a uma noção fundamental: É O CARÁTER DE UM POVO E NÃO SUAS INSTITUIÇÕES QUE REGE SEU DESTINO.

Reinaldo

Título: Caráter

Alguns fazem obras em suas casas,
outros assistem novelas.
Outros são desempregados,
outros possuem grandes mazelas.

Alguns bebem muito,
outros possuem ideias óbvias.
Alguns não compram seus próprios livros,
e tantos outros usam drogas.

E a vida vai se acoplando,
entre o tudo e a ganância.
Riachos ricos servem para nada,
e o luto beija a esperança.

Existe um, sem estar convicto,
e esse tal que há de interesse.
Mas e se for para ficar rico,
ele idolatra o mundo inteiro.

A morte aflora e deixa o dinheiro,
e ela vem e exaura os dias.
E para alguns interesseiros,
vos deixo as minhas poesias.

As almas mais lindas, cabem num livro tão bonito quanto o rosto humano. Quanto o mais diferente e apaixonante cântico, em sua mais rica e bela índole.

Daniel Muzitano

Vida escola severina.

Na minha opinião o que se ensina na escola destrói o caráter.
Vemos nada mais do que uma pontuação, se fizermos coisas boas ganhamos pontos maiores, eles te dão pontos por comportamento, mas não ensinam como se comportar, mandam que nos calemos para que eles estejam sempre certos, e não nos ensina a diferenciar o que é certo do que é errado.
Eles nos dão uma média para que se não quisermos nos sentir melhor que os outros nos mantermos na média, e não nos ensinam que os pontos vão ser bem úteis para a aceitação em uma faculdade de primeira.
"Também não ensinam que a base de toda conquista é o professor."
Ensinam isso na televisão, o que é pior, porque acreditamos nela de certa forma.
E cada professor tem um caráter específico, o que influência o aluno a ser como aquele professor e não a ser como bem quer ou escolhe.
Aprendemos isso com os nossos pais.
Na escola somos egoístas. O grupo ganha o ponto, mas o que interessa é o interesse individual.
Na vida somos forçados a trabalhar com outras pessoas, e assim somos reconhecidos pelo tanto que tentamos ajudar ao próximo, mas na escola não podemos influenciar na decisão de um professor pela nota de um amigo que teve um deslise ou que esteve mal e não pode estudar para a prova por assuntos pessoais que as vezes nem mesmo podemos dizer naquele ambiente por medo de que os próprios companheiros de classe nos interprete mal e nos abuse com as "resenhas" da escola.
Nas escolas ensinam que se fizermos tudo mais cedo podemos ir embora, mas que devemos estar na escola porque é melhor que a nossa casa e a gente sempre se comunica melhor.
Na vida, aprendemos que temos horários pra tudo, e que as vezes pais de família não se alimentam direito para que os seus filhos se alimentem melhor.
Na escola, sobra tempo e o desperdiçamos, na vida não sobra tempo, e normalmente o tempo nos atropela.
Na escola não nos ensina a sermos pais, tios, nem mesmo filhos.
A vida tem sempre que mudar para que a pessoa se torne alguém melhor e capaz.
O que ensinam nas escolas não tem respeito algum com o ser humano.

Flávio Cardoso

Idade não indica caráter, não indica maturidade, não indica quase nada, senão o número de dias que você tem na terra.
Não é motivo pra arrogância, nem para se reprimir.
Não indica força, nem fraqueza. Muitos velhos e muitos novos são fracos.
Idade não leva ninguém muito longe, se você não aprender tem pra ensinar. (IGG)

Ian Gomes Gonçalves

PÁSSARO

Existe dentro de mim um pássaro
De caráter improvisado
De cor esverdeado, e outra tonalidade alheia
Quando emudece a precaver minhas fronteiras
Neste tempo de voz calada
Não tem canto, nem tem encanto.
Eu já gosto do caráter repentino
Porque quando quer me agradar
Ele canta as minhas infâncias
E me leva a ver outro mundo que já tive.
Do qual eu era donatário, de papel passado.
Quando eu era criança o mundo
Era do tamanho do meu quintal
E tinha quatro fronteiras
Dos limites ardilosos que me espremiam.
O pássaro cantava e me agradava
Já fui protegido por pessoas sensatas e alegres
Risonhos e de conversa boa.
Hoje se avisto um pássaro
Num oitão de uma casa velha
Cantando na minha espera
Eu fico a vislumbrar o seu canto
Observando se ele tem as penas esverdeadas.
O pássaro porém, não lembra
Que já morou no meu coração
De que já foi meu um dia
Que por ser o meu, por meu desatino
Ele pegava vôo mais alto
Que tudo, adiante, mais que as nuvens
Aquele pássaro já foi meu
Hoje adulto é das alturas.

Naeno Rocha

PÁSSARO

Existe dentro de mim um pássaro
De caráter improvisado
Um pássaro de uma só cor
Esverdeado quando é notado
E de uma cor alheia
Quando emudece a precaver minhas fronteiras
Neste tempo de voz calada
Não tem canto, nem tem encanto.
Eu já gosto do caráter repentino
Porque ao seu tempo
Quando quer me agradar
Ele canta as minhas infâncias e o meu mundo
Que já tive, como donatário, de papel passado.
Quando eu era criança o mundo
Era do tamanho do meu quintal
E tinha quatro fronteiras
Dos limites, astuto que nos impunha.
O pássaro cantava e me agradava
Eu tinha no meu mundo pessoas sensatas e alegres
Alegres e diplomatas.
Agora quando avisto um pássaro
Num oitão de uma casa velha cantando na minha espera
Eu fico a vislumbrar o seu canto e me inebriar
Se ele tem as penas esverdeadas.
O pássaro porém, não lembra
Que já morou no meu coração
De que já foi meu um dia
Que por ser o meu, por meu desatino
Ele pegava vôo muito acima.
Mais alto que tudo, adiante mais que as nuvens
Aquele pássaro já foi meu
Hoje adulto é das alturas.

Naeno Rocha

Profecias Cumpridas e que Continuarão se Cumprindo



A profecia bíblica não tem o mero caráter de prognosticar o futuro das coisas que são essenciais e que acompanham a salvação, mas de ser uma palavra autoritativa, de peso, para qual a devemos atentar seriamente para observá-la ou cumprir.
Por isso, temos a expressão “carga da Palavra do Senhor” que lemos em Zacarias 12.1, que aparece em outras passagens bíblicas como por exemplo Jer 33.38 e Mal 1.1.
A palavra carga vem do hebraico massau, que significa peso.
Em outras passagens do Antigo Testamento é usada com o sentido da carga que era carregada pelos animais; e deste modo, significa fardo.
Quando vinha como Palavra do Senhor, era geralmente na forma de profecia, daí ser traduzida em algumas versões como profecia, ou sentença, em vez de carga.
Em Jeremias 23.33, 34, 36, 38, nós vemos o Senhor repreendendo o povo por chamar de carga a Sua vontade revelada pela Palavra.
E isto estava associado ao fato de que sendo um Deus misericordioso, que demonstraria o Seu amor ao Seu povo, dando o Seu próprio Filho unigênito para morrer pelos pecadores, jamais poderia ser visto como quem coloca fardos sobre os outros, porque Ele mesmo é quem carrega os nossos fardos.
Por isso, no mesmo contexto da profecia de Jeremias 23 é feito menção a Jesus como sendo dado para justificar o povo do Senhor (Jer 23.5,6), e seria por causa dEle, que haveria pastores fiéis para apascentarem o Seu rebanho (Jer 23.4), que agiriam de modo muito diferente daqueles que estavam destruindo e dispersando as ovelhas (Jer 23.1).
Jesus havia repreendido os fariseus por atarem fardos pesados às costas do povo (Mt 23.4), porque o ministério dos homens de Deus não é o de colocar fardos sobre as pessoas, mas de aliviar os seus fardos.
Devemos lembrar que Jesus carrega as ovelhas perdidas em Seu próprio ombro, porque na verdade, as tem carregado em Seu coração.
Como pois pode ser carga a Palavra de Deus?
Ela será uma carga somente para aqueles que resistem à vontade do Senhor, por serem rebeldes.
E é para estes que a Palavra desta profecia seria uma carga.
Para todos que se opõem ao sucesso de Jerusalém.
Deus tem colocado Jerusalém para ser objeto de louvor na terra.
Na profecia, esta cidade tem um simbolismo espiritual de representar a Igreja do Senhor, porque seria nela que a Igreja seria iniciada com aquele primeiro grupo de 120 discípulos, que estavam reunidos no dia em que o Espírito Santo foi derramado.
É por isso que se faz a promessa do derramar do Espírito, na profecia de Zacarias 12.10.
Mas para aqueles que gracejam da Palavra do Senhor, e que brincam com as coisas sagradas, Jerusalém seria uma pedra pesada, uma carga.
Jerusalém será uma pedra pesada para as nações, porque os exércitos coligados do Anticristo que vierem sobre ela serão destruídos pelo Senhor, na Sua segunda vinda (Zac 12.2,3).
Jesus é a pedra angular do edifício da Igreja, e muitos judeus o rejeitaram e o têm rejeitado, assim como muitas pessoas em todas as nações do mundo, mas Ele diz que sobre quem esta pedra cair será despedaçado e reduzido a pó (Mt 21.44).
Importava que o evangelho começasse a ser pregado primeiro em Jerusalém e em Judá, para dar cumprimento à profecia do verso 7 deste 12º capítulo de Zacarias.
Nos capítulos anteriores se vê que apesar de a Igreja (Jerusalém) ser um peso para os inimigos de Deus de todas as nações, estes se oporiam duramente a ela (Zac 12.3).
Mas o Senhor pronunciou uma sentença sobre eles de feri-los de espanto e de loucura (Zac 12.4).
Os inimigos de Deus tentarão apagar o fogo do Espírito, mas os líderes fiéis da Igreja, designados na profecia por governadores de Judá, serão como um braseiro ardente e um facho de fogo (v. 6).
Deus prometeu enfraquecer a coragem e a força dos inimigos da Igreja (v. 4).
Assim, a Igreja deve cumprir a Sua missão com coragem, sem temor, sem assombro e sem se deixar intimidar por qualquer tipo de inimigo, porque o Senhor tem feito a promessa de protegê-la e de fortalecer o mais fraco dos seus membros, a ponto de compará-lo com Davi, que foi um grande guerreiro de Deus, e a casa de Davi (uma referência à Igreja reunida) como sendo como o próprio Deus, como o anjo do Senhor diante dela (v. 8).
O Senhor mesmo destruirá todas as nações (ajuntamentos de pessoas ou povos) que tentarem vir contra Jerusalém (a Igreja), para destruí-la (v. 9).
Diante de tão grande promessa que tem sido cumprida fielmente pelo Senhor, nestes dois mil anos de pregação do evangelho, como enfraqueceremos na fé e deixaremos de prosseguir adiante com a realização da Sua obra através de nós?
Foi por se firmar nestas promessas que os apóstolos puderam enfrentar toda oposição que se levantou contra eles, e prevaleceram.
Veja a palavra que o Senhor dirigiu a Paulo quanto às perseguições que havia sofrido em Corinto:

“9 E de noite disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales;
10 porque eu estou contigo e ninguém te acometerá para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade.” (At 18.9,10).

Assim, portanto, incentivemo-nos mutuamente dizendo: “Adiante! Adiante!”. Adiante com a adoração, com o louvor, com a pregação, com o ensino, com as orações, com a comunhão, com a santificação, com a evangelização, com o testemunho.
Adiante! Adiante!
Não olhemos para trás conforme o Inimigo quer que façamos.
Sejamos corajosos e não temamos o mal, porque fiel é O que fez a promessa de proteger a Sua igreja!
O Espírito Santo é derramado como Espírito de graça e de súplicas, e o Seu trabalho é principalmente o de convencer do pecado, da justiça e do juízo, por se olhar o Cristo crucificado pelos nossos pecados e que conduz todos os que são da casa de Davi, os habitantes de Jerusalém (duas formas de se referir à Igreja que está em todo o mundo) a chorarem amargamente pela morte do Senhor na cruz, porque entenderão não apenas o quanto Ele sofreu por amor de nós, mas porque aquela morte é a nossa própria morte, que Ele morreu em nosso lugar (Zac 12.10).
Por isso este choro não é apenas um pranto da Igreja reunida, como o povo de Israel chorou pela morte do piedoso rei Josias, no vale de Megido, mas um pranto em cada família, e nos membros individuais destas famílias (v. 12-14). E é exatamente isto o que tem ocorrido em todo o mundo, desde que Cristo morreu na cruz.
O choro do arrependimento tem operado conversões em muitos corações, porque Ele morreu para este propósito mesmo.
A promessa do derramar do Espírito é feita em conexão com a morte de Cristo na profecia do verso 10, porque foi por causa da morte do Senhor que a promessa do derramar do Espírito foi cumprida, e porque o Espírito é verdadeiramente derramado somente quando a cruz é pregada.
É pela pregação do evangelho da cruz, e por se viver crucificado com Cristo, que o Espírito de graça e de súplicas é derramado em nossos corações.
É dito que é Espírito de graça, porque a salvação é pela graça, somente por se olhar com os olhos espirituais da fé para Cristo, para o Cristo traspassado pelos nossos pecados.
E é Espírito de súplicas porque é Ele quem intercede pelos santos, porque não sabemos como orar e nem como convém orar (Rom 8.26).
Então em toda verdadeira oração é Ele que intercede através de nós.
Devemos aprender a descansar nestas promessas e a ter completa fé nesta Palavra que Deus tem proferido acerca da vitória da Sua igreja, para que nos empenhemos na obra de Deus, com paz e alegria nos nossos corações, a par de toda oposição do inferno que possamos sofrer.


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Comentário dos livros do Velho Testamento:
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Comentário do Novo Testamento:
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Mensagens:
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Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

O Caráter da Bênção da Liberdade do Cristão



É somente pela permanência na vida espiritual que é operada pela fé, e que cresce na provação da fé, que se pode ser mais do que vencedor na prática da vida cristã diária, e não apenas por mero conhecimento doutrinário.
A doutrina verdadeira deve ser praticada, senão as graças que existem em nós, estão prestes a morrer (desaparecer), tal como havia ocorrido com a Igreja de Sardes (Apo 3.1,2).
Contudo quem é suficiente para estas coisas?
Então eles perderam também de vista a necessidade de se estar debaixo da influência do Espírito Santo, praticando a Palavra de Deus (andar no Espírito) para que então, estas coisas ordenadas pelo Senhor possam ser cumpridas e vividas.
A liberdade cristã não é liberdade para a carne, mas liberdade para a nova criatura.
A carne deve ser mortificada, e por isso foi crucificada juntamente com Cristo quando Ele morreu na cruz do Calvário (v. 24).
A nova criatura, esta sim, é livre, ela é celestial e não terrena.
Ela é responsável e perfeitamente santa. É a semente da vida eterna que foi semeada no coração do cristão.
É a nova vida do céu que foi implantada nele, e que está destinada a crescer e a vencer a antiga natureza, assim como a Nova Aliança revogou e substituiu a Antiga.
Ela é o odre novo no qual o Senhor está colocando o seu vinho celestial da verdadeira alegria.
É por viver e andar no Espírito, no crescimento progressivo da nova natureza, que os cristãos são habilitados e capacitados a viverem em unidade, sendo um só corpo em Cristo, unidos pelo vinculo do amor.
Somente assim se cumpre o propósito de Deus em relação a eles.
Porém, quando se deixam governar pela carne, e negligenciam os deveres que lhes são ordenados na Palavra, quando deixam de ser diligentes no hábito da santificação, esquecendo de purificar seus corações pela Palavra, pelo poder do Espírito, e de permanecerem continuamente nisto por todos os dias das suas vidas, então o que se verá são todas as manifestações que são designadas por obras da carne (dissensões, iras etc) e não o fruto do EspÍrito, que é amor, paz etc.
Os que andam na carne jamais cumprirão a Lei, e se iludirão se pensarem que a estão cumprindo.
Ora, se Deus sentenciou à morte a carne com suas paixões e cobiças na cruz, como podem os cristãos viverem, debaixo desta influência, em vez de se despojarem de tudo isto, uma vez que a vontade de Deus é que este corpo de morte de pecado não seja apenas morto, mas também lançado fora?
A nós é dado o dever de fazermos este trabalho de despojamento pelo Espírito Santo, em vez de hospedarmos o velho homem que já foi morto desde o dia que nos convertemos a Cristo e passamos a pertencer a Ele.
Deste modo quanto mais uma igreja se torna carnal mais ela estará sujeita à influência das falsas doutrinas.
Elas serão recepcionadas com muito maior facilidade, porque é somente sendo espirituais que podemos discernir não somente estas coisas, porque o homem espiritual discerne todas as coisas, principalmente as coisas que são do Espírito, porque elas se discernem espiritualmente.
Portanto é nosso dever nos interessarmos por esta luta do Espírito contra a carne, para apoiarmos a parte que deve ser apoiada, e destruir a que deve ser despojada.
Paulo fala disto como sendo o dever não somente dos gálatas, mas de todos os cristãos.
Se é por um andar no Espírito que se vence a cobiça da carne, então devemos nos empenhar firmemente em não apenas aprender o significado disto, como também o modo correto de praticá-lo.
A vida cristã não é uma vida contemplativa, não é uma mera devoção mística, porque é possível ser isto e estar completamente distante da verdade revelada.
Antes é uma vida que deve ser aprendida. É uma prática, é um hábito, é um constante crescimento na graça e no conhecimento de Jesus.
Por isso, para dissuadir os gálatas das suas falsas convicções, Paulo argumentou fortemente com eles dizendo que se é pelos pecados, que os praticantes deles que os amam e não pretendem deixá-los, serão deixados do lado de fora do céu, como podem os cristãos, que ganharam o céu por Jesus Cristo, permanecerem na prática destas mesmas obras pecaminosas?
É portanto, dever de todos eles purificarem seus corações pela Palavra, mediante o poder do Espírito.
É somente na Palavra revelada que os cristãos podem portanto achar segurança para ficarem livres dos erros satânicos, e de juízos errados relativos à verdade.

Veja o que o apóstolo nos ensina sobre a luta que existe permanentemente entre a carne e o Espírito, e vice- versa:

"Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis." (Gál 5.17).

Observe que ele afirma que a carne e o Espírito se opõem mutuamente para que não façamos o que seja do nosso querer. O que ele quis dizer com isto?
É que na verdade tanto a carne quanto o Espírito lutam contra a lei natural da nossa mente, e contra as disposições da nossa alma. Isto é, tanto um quanto o outro, pretendem ter o domínio da nossa vontade e de todo o nosso ser.
A carne pretende nos levar a pecar ainda que não o queiramos; e o Espírito Santo pretende nos santificar e levar-nos a viver não pelo que é propriamente da nossa vontade, mas por aquilo que é da vontade de Deus.
Então o Espírito não luta contra a carne para que seja feito o que seja do nosso querer, mas para que a vontade de Deus possa se cumprir em nós.
O Espírito procurará nos levar portanto à cruz para que a carne possa ser crucificada com as suas paixões e desejos (Gál 5.24).
Jesus diz que as Suas palavras são espírito e vida (João 6.63). Isto é, elas não são mera letra, e não devem ser captadas, apenas pela mente como tal, mas deve ser buscada a realidade para a qual elas apontam.

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Silvio Dutra

Onde eu me Situo em Tudo Isto?

Com esta pergunta de caráter pessoal em nosso título queremos conduzir o presente assunto no seu próprio campo de pertinência, uma vez que as questões que serão abordadas dizem respeito à nossa personalidade como um todo composto de várias partes, e portanto, a proposta da indagação seria a de que aqueles que assim o desejassem, possam analisar a si mesmos quanto às medidas que possuem de cada um dos pontos enfocados.
À guisa de orientação geral, cabe destacar que, a par de estarmos apresentando um estudo analítico de partes constituintes da personalidade, o nosso foco será o homem total, assim compreendido: corpo, alma e espírito, uma vez que sendo a divindade composta por três pessoas distintas e no entanto haver um só Deus, de igual forma, as três partes constituintes da humanidade aqui na Terra, são as três referidas, e o ser humano é uma só pessoa a par de ter um espírito, uma alma e um corpo físico.
Muito bem. Feitas estas considerações de caráter geral, passemos ao estudo analítico propriamente dito.
Há, neste mundo, dois reinos distintos de operações distintas, sendo um natural do qual todos participam, e o segundo, espiritual, do qual passam a participar apenas aqueles cujos espíritos são renascidos do Espírito Santo.
Tanto num reino quanto noutro, as ditas faculdades ou habilidades naturais ou espirituais se encontram e são aperfeiçoadas ou deterioradas nos seguintes campos:

1 - inteligência intelectual
2 - inteligência emocional
3 – caráter
4 – conhecimento
5 – sabedoria
6 – vontade e inclinação moral e espiritual.

Todos estes seis aspectos básicos constituintes da personalidade são encontrados tanto no reino natural, quanto no espiritual, sendo amplamente distintos em suas formas de ser e de expressão.

1 – Inteligência Intelectual

Não pretendemos esgotar os diversos significados desta expressão, senão relacioná-la apenas às diferentes capacidades das pessoas em adquirir conhecimentos e resolver problemas, especialmente pelo uso do raciocínio. Estas capacidades são diversas e em muitos casos independentes e também múltiplas em todos os campos possíveis de serem investigados, quer no campo natural, quer no espiritual.
Assim, a Inteligência Intelectual Natural, se relaciona a tudo o que é pertencente ao mundo natural visível ou invisível. Ela abrange todos os processos lingüísticos, filosóficos, científicos, tecnológicos, ontológicos e tudo quanto possa ser aprendido do que chamamos de coisas pertencentes ao universo físico tangível ou intangível.
Por seu turno, a Inteligência Intelectual Espiritual, se relaciona exclusivamente às coisas que podem ser somente entendidas por iluminação e revelação do Espírito Santo, I Cor 2. Estas coisas são espirituais, celestiais e divinas, e apesar de serem manifestadas ao nosso espírito, podem ser apreendidas e discernidas pela mente que foi e que está sendo renovada progressivamente pelo Espírito Santo.
Como afirmamos anteriormente, ambos os tipos de inteligência mencionados pertencem a campos distintos, e portanto ser muito inteligente nas coisas temporais, não implica necessariamente que se tenha inteligência espiritual, e a recíproca é também verdadeira, porque é possível ser muito inteligente espiritualmente falando, e ser pouco inteligente no que se refere às coisas naturais. Assim, um cristão não está necessariamente em vantagem em relação ao não cristão no que se refere ao domínio das coisas naturais, como este, não está no que tange às espirituais em relação ao cristão.
Todavia, por ser o homem corpo, alma e espírito, a inteligência intelectual pode não somente ser afetada em si mesma, como também afetar consideravelmente outros campos da personalidade, que destacamos anteriormente (Inteligência Emocional, caráter, conhecimento, sabedoria, vontade e inclinação moral), por vários fatores.
Por exemplo, portadores de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade) ou TDA (sem hiperatividade), que é caracterizado por falta de concentração, impulsividade e hiperatividade ou excesso de energia. O TDA ocorre em crianças e adultos, homens e mulheres, abrangendo todas as camadas socioeconômicas, níveis de escolaridade e graus de inteligência. Nos EUA há cerca de 17 milhões de pessoas que sofrem este distúrbio presentemente.
Apesar de cerca de um terço conseguir superar o problema na adolescência, os demais terão que conviver com o TDA ao longo de suas vidas neste mundo. E ainda, que possa haver um considerável controle com o uso adequado de fármacos receitados por médicos psiquiatras, e pelo acompanhamento psicológico do método de disciplina comportamental, sempre haverá uma grande influência, mas não para tornar a pessoa menos inteligente, ao contrário, porque são muito inteligentes acima da média, intelectualmente falando, mas podem sofrer sérios prejuízos nas demais áreas da personalidade destacadas anteriormente. (inteligência emocional, conhecimento etc).
Isto porque são os principais sintomas dos portadores adultos de TDA:

- dificuldades em organizar as tarefas diárias;
- tendência a ser desorganizado e a perder objetos;
- irritação com tarefas repetitivas ou monótonas;
- preferência por ambientes agitados;
- numa conversa, começa a falar antes do fim de uma pergunta ou de uma resposta;
- distração e "sonhos acordados" constantes, principalmente quando está lendo ou ouvindo por obrigação;
- períodos de sonolência durante o dia;
- falhas de memória;
- comportamento impulsivo. Falar e agir sem medir as consequências;
- alterações rápidas de humor;
- em alguns casos, envolvimento com uso abusivo de drogas.

Vemos que estes fatores podem afetar até mesmo a Inteligência Intelectual Espiritual, e todos os demais campos pertinentes ao chamado homem espiritual total, porque tudo isto contribui para a dispersão na concentração exigida especialmente para a prática da oração e meditação da Palavra de Deus; uma vez que a mente está naturalmente indisposta, distraída e irritada.
E tudo no mundo espiritual chama e se desenvolve no ambiente de ordem, concentração e paz.
Todavia, quando se é nascido do Espírito Santo, ainda que não dissolvidas totalmente, estas desvantagens apontadas podem em muito ser mitigadas pelo poder da graça de Cristo, através das novas disposições implantadas na nova criatura, que vão na contramão de tudo o que se encontra no TDA, a par de que, isto demandará, como em todos os demais aspectos componentes da personalidade, de um crescimento gradual e progressivo que será consumado com o processo da santificação do corpo, alma e espírito.

2 – Inteligência Emocional

Não pretendemos nos prender à exploração completa deste conceito, conforme muitos o fizeram, especialmente Salovey e Mayer, e Goleman, dos quais estamos destacando apenas a definição das habilidades apresentadas por este último como sendo as principais categorias do que se chama de Inteligência Emocional:

1. Auto-Conhecimento Emocional - reconhecer as próprias emoções e sentimentos quando ocorrem;
2. Controle Emocional - lidar com os próprios sentimentos, adequando-os a cada situação vivida;
3. Auto-Motivação - dirigir as emoções a serviço de um objetivo ou realização pessoal;
4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas - reconhecer emoções no outro e empatia de sentimentos; e
5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais - interação com outros indivíduos utilizando competências sociais.

Quando falta ou quando se é pequena a chamada Inteligência Emocional, assim considerada pelos termos destacados anteriormente, haverá prejuízos especialmente nas chamadas relações inter-pessoais, pela falta de um controle adequado sobre as emoções, e que se traduzirá geralmente em explosões de ira, irritações e alterações de humor, muitas vezes injustificadas.
Isto depõe contra a possibilidade de um viver harmônico em interações sociais, e especialmente na comunhão espiritual quando isto se refere à Inteligência Emocional Espiritual.
Como o fruto do Espírito Santo é paz, alegria, bondade, benignidade, longanimidade, amor e domínio próprio, ainda que a Inteligência Emocional Natural, por maior que seja, não responda a este fruto citado, que é eminentemente sobrenatural e celestial, ou seja, que nos vem do Alto, todavia, aqueles que não a possuem naturalmente ou de modo deficiente terão maiores dificuldades em serem ajustados ao padrão de comportamento que Deus espera forjar em todos os seus filhos amados, sem que isto caracterize, no entanto, uma impossibilidade, para o Deus ao qual são possíveis todas as coisas.
Assim, quando aqueles que se encontravam com maiores dificuldades para o seu aperfeiçoamento espiritual, chegam a alcançá-lo por lutarem para o buscarem em Deus, muito maior é a glória de Deus nestes casos, pela plena evidência do seu poder transformador de vidas.
Parece-nos portanto, que ele permitiu estas deficiências naturais, que entraram na criação por causa do pecado original, para que ele tivesse uma glória ainda maior, pela demonstração do seu poder de cura, amor e cuidado misericordioso demonstrados para todos aqueles que recorrem a ele para serem socorridos, por meio da fé em Jesus Cristo, por meio de quem nos são concedidas todas as coisas.
Antes de concluir esta parte, cabe ressaltar que os que são de temperamento calmo e brando, não estão também excluídos da necessidade do cuidado de Deus, porque podem ficar tímidos por conta de suas disposições naturais e não virem a investir e a fazer progresso com ousadia no reino de Deus, por um firme testemunho de fé, especialmente nas circunstâncias adversas.
E, além disso, são mais facilmente tentados a confundir a santificação que procede do Espírito Santo com o seu fruto de mansidão, longanimidade, etc, com o temperamento natural que eles possuem, e que como afirmamos anteriormente, não consiste no fruto de santificação que nos leva a servir e a adorar a Deus com um coração puro e uma boa consciência.
Enfim, ser calmo não significa que se esteja vivendo na fé e na direção do Espírito Santo.

3 – Caráter

A par de existirem várias formas de definição do que seja caráter, estaremos restringindo o uso do termo à sua forma de apresentação indireta na Bíblia como se referindo à própria essência da personalidade, a qual é identificada pelo bom nome da pessoa, como ocorre em Mateus 10.40, onde caráter foi vertido de onoma, no original grego, que significa nome.
Assim, podemos definir caráter como sendo o modo de viver segundo determinados valores específicos.
Teríamos assim um bom ou um mau caráter, dependendo destes valores.
Um bom caráter segundo o que é relativo ao mundo civil é portanto aquele que segue as regras e valores aprovados da sociedade em que se vive.
E um bom caráter segundo o que é relativo ao reino de Deus é aquele que segue as regras e os mandamentos de Deus.
Por conseguinte, todo o comportamento que sistematicamente viola estas regras, tanto num campo de abrangência, quanto noutro, pode ser dito pertencente a alguém de mau caráter.
A formação do caráter pode ser altamente influenciada pelo meio em que se vive, de modo que aqueles que andam com os sábios poderão vir a ser sábios, mas aquele que andar em má companhia poderá ter o seu caráter moldado por seus maus companheiros.
Do cristão se requer que seja um bom caráter tanto no chamado mundo civil, quanto no reino de Deus, porque lhe é imposto dar a César o que é de César e a Deus e o que é de Deus.
E, a propósito, não é possível ser um bom caráter segundo Deus, quando não se é um bom cidadão.
O Cristão carrega sobre si o bom nome de Cristo, e é seu dever portanto, moldar o seu caráter a este nome, porque importa que haja nele o mesmo caráter que há em Cristo, que em tudo é obediente ao Pai.
Um espírito santificado deve influenciar os hábitos de uma mente e de um corpo também santificados, porque tudo o que se pensa, se imagina, que se faz com o corpo, deve seguir o pendor do espírito e não o da carne (natureza pecaminosa).

“E conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai.” (Fil 2.22)

4 – Conhecimento

Há um conhecimento natural que todos os homens podem alcançar, dentro dos limites considerados anteriormente, e um conhecimento espiritual que somente aqueles que são nascidos do Espírito Santo podem obter.
Tanto num caso como noutro (natural e espiritual) pode existir progresso no aumento do conhecimento, sendo que no que tange ao espiritual, isto será possível não apenas mediante o nosso esforço em diligência para adquirir o citado conhecimento, como também somos dependentes da iluminação e revelação do Espírito Santo, e daí a necessidade da oração e da prática da Palavra de Deus.
E como vimos antes, um bom caráter, será o fator principal gerador de uma boa consciência, em uma maior aplicação para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de nossa inteligência intelectual e emocional, notadamente no que se refere ao campo espiritual, e muito contribuirá para uma maior aquisição de conhecimento das coisas espirituais, celestiais e divinas, porque, apesar de Deus trabalhar com a nova natureza que recebemos pela fé em Cristo, tudo reflete no homem total que somos, a saber, corpo, alma e espírito.
O conhecimento espiritual no qual o cristão deve se empenhar para o seu crescimento é o relativo à graça de Jesus, ou seja, em tudo o que é chamado a receber e a viver segundo lhe está disponibilizado em Cristo, pela sua graça, 2 Pe 3.18.

5 – Sabedoria

Sabedoria, biblicamente falando, abrange muito mais do que a definição clássica de se fazer o uso adequado dos conhecimentos adquiridos.
Este é um assunto por demais extenso, e por isso gostaríamos de resumi-lo ao enfoque da sabedoria e sensatez que é segundo Deus, e o da sabedoria e sensatez que é segundo o mundo.
O próprio texto grego do original do Novo Testamento nos ajuda muito no estabelecimento de tal distinção porque possui palavras específicas para indicar um uso mais preciso das referidas palavras.
Por exemplo: a palavra sábio no grego, quando indica o tipo de conhecimento, habilidades e mentalidade adquiridos, é geralmente fronimos.
E quando indica o conjunto de conhecimentos e o modo da sua aplicação, a palavra geralmente usada é sofós.
Agora, tanto num caso, como no outro, é possível ser sábio e sensato segundo Deus, nas coisas espirituais, celestiais e divinas; ou então ser sábio segundo o mundo e a carne apenas nas coisas terrenas e naturais, ou então nas do reino espiritual da maldade.
Toda pessoa chega a este mundo naturalmente desprovida do conhecimento de Deus, e portanto não pode possuir a sensatez, a sabedoria, a prudência e inteligência divinas, traduzidas no modo de discernir todas as pessoas e coisas, segundo o modo de Deus discerni-las.
Tal sabedoria, somente pode ser adquirida, e crescer em graus, mediante a conversão e consagração a Cristo.
Nós lemos em I Cor 1.26,27 o seguinte:
“Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes;”
A expressão “as coisas loucas” foi traduzida da palavra grega, morós, usada por Paulo no original grego, no gênero neutro, a qual significa néscio, insensato, tolo ou estulto. Significado este, que encontramos nos demais textos do Novo Testamento que utilizam a referida palavra.
Como a referência “as coisas loucas” está em contraposição à citação “os sábios”, então teríamos uma melhor tradução com “Deus escolheu os insensatos, ou tolos, do mundo, para envergonhar os sábios”.
Mas Deus pode escolher e amar pessoas insensatas?
Sim. Deus pode amar o insensato e não a sua insensatez.
Os crentes estão também sujeitos a serem insensatos, ou seja, a não terem discernimento, não como um atributo permanente, mas por lapsos avulsos de bom senso.
Todavia, em Ef 5.17 os crentes são convocados a não serem insensatos, mas procurar saber a vontade de Deus.
Mesmo crentes estão sujeitos a serem sábios segundo o mundo em muitos sentidos, mas eles têm o que o mundo não tem, que é a fonte da verdadeira sabedoria habitando neles, a qual é Cristo, e que pode levá-los a terem cada vez mais a sabedoria que é segundo Deus.
Pela rápida exploração destes conceitos relativos à sabedoria, podemos entender que não é à toa que Deus nos ordena a não nos gloriarmos na nossa sabedoria, Jer 9.23, porque ela está sujeita a diversas limitações em si mesma, e não responde por si só, a tudo o que compõe a nossa personalidade, conforme estamos analisando em todas as partes deste estudo.

6 – Vontade e Inclinação Moral e Espiritual

Por vontade entendemos muito mais do que a faculdade da mente humana em fazer escolhas e tomar decisões, porque a vontade não é um poder soberano em nós, uma vez que pode ser influenciada por diversos fatores que pesarão preponderantemente em muitas das nossas escolhas e decisões, que apesar de serem o fruto do exercício de nossa vontade, pode-se dizer das mesmas que foram involuntárias, em diversas situações, ou seja, quando não nos achávamos no domínio pleno destas escolhas e decisões.
Daí termos associado à vontade, a nossa inclinação moral e espiritual, porque por um conjunto de fatores que não chegamos a compreender muito bem, há toda uma disposição diferenciada de pessoa para pessoa para pender para os mais diversos tipos de ânimo, espírito, temperamento, humor, padrões de obediência e de rebelião, enfim, de todo o somatório de poderes que operam na mente, no espírito e corpo de cada pessoa, e que determinam o seu pendor ou inclinação moral e espiritual.
De um modo geral, toda a humanidade se encontra naturalmente indisposta para as coisas espirituais, celestiais e divinas, e isto configura, na verdade, um estado de inimizade e oposição a tudo o que se refira efetivamente à vontade de Deus e seus mandamentos.
Mas, mesmo neste caso, alguns possuem um pendor natural para as coisas que são consideradas comportamentalmente aprovadas pela sociedade, e outros que vão na direção contrária a isto. E nem sempre uma chamada boa educação pode responder sozinha para a determinação de um bom comportamento.
Há vários fatores intrínsecos formadores da própria personalidade que preponderam sobre tudo o mais que se possa fazer de esforço para melhorar o procedimento daqueles que costumam fazer um uso inadequado da vontade por seguirem inclinações perniciosas inerentes à sua própria constituição interior.
Pessoas há que simplesmente não se permitem serem amoldadas por boas influências externas, sejam elas de qual natureza forem, naturais ou espirituais. E isto permanece como um grande mistério até hoje para todos nós, porque sucede assim.
Deus, que é o criador de tudo e de todos, não criou qualquer tipo de mal moral ou espiritual.
Portanto, não se pode atribuir isto a uma falha de fabricação, mas a um fator estranho que se introduziu não somente na criação dos homens, como também na dos anjos que se transformaram em demônios, porque sendo ambos seres morais, dotados de vontade própria, escolheram e se inclinaram para longe de Deus e do padrão de vida e de comportamento que nele existem e que dele emanam para todas as suas criaturas que lhe são obedientes.
Mas, no melhor dos homens, em razão da inimizade natural pecaminosa que há em todos, há a necessidade de nos esforçarmos para nos inclinarmos para as coisas que são de Deus, segundo o pendor do Espírito Santo, para que possamos ter a nossa vontade sendo dirigida pela boa, perfeita e agradável vontade de Deus, em tudo o que é justo e santo, Rom 8.6-13; 12.1,2.
Assim, bem irá ao que se arrepender e se humilhar diante de Deus reconhecendo a sua plena dependência dele para tudo o que é bom e aprovado, uma vez observadas todas as limitações e dificuldades a que estamos naturalmente expostos.

E, ao concluirmos esta nossa breve reflexão gostaria de indagar a mim mesmo: e então, onde é que eu me se situo em tudo isto? Estou estagnado, vencido pelas circunstâncias que me são adversas tanto exteriores, quanto interiores, ou estou fazendo progresso em Cristo Jesus para superá-las?

Silvio Dutra

Um Amor de Caráter Espiritual e Vital



O amor que une o crente a Cristo não é de caráter meramente sentimental. Na verdade o sentimento de afeição é apenas uma das muitas formas de expressão do caráter desse amor que é de cunho eminentemente espiritual e vital.
Assim como uma pessoa ama os membros de seu corpo e deles cuida, não por sentimento, mas por serem parte essencial de sua própria vida, de igual modo, Cristo nos ama como membros de seu corpo, e nós também o amamos nesta relação vital por ser ele a nossa cabeça, que nos dirige e mantém vivos e operantes.
Daí se afirmar em Romanos 8 que nada pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, uma vez que estamos ligados vitalmente a ele.
Quem jamais deixou de amar os membros de seu corpo e de cuidar deles? Qual membro, que estando sadio, jamais deixou de servir à cabeça que o governa?
E tudo isto é feito de forma voluntária e prazerosa, e não como por obrigação.
Evidentemente que não se pode experimentar isto com a nossa velha natureza terrena, e por isso esta necessita ser crucificada, juntamente com Cristo, pela negação do ego carnal, para que possamos ser novas criaturas, com uma nova natureza espiritual e divina que recebemos do Alto, pela habitação do Espírito Santo em nós.
É a nova criatura que se deleita neste amor e relação vital com o seu Senhor, enquanto a carne (velho homem) continua se opondo à sua vontade, e portanto, necessitamos nos despojar dele mais e mais, para que sejamos revestidos do novo homem, pelo processo da santificação.
Por isso nosso Senhor apontou o ato de guardar os seus mandamentos como sendo a grande evidência e prova do nosso amor por ele, porque é impossível que seja assim, quando não se possui a nova natureza recebida do Espírito Santo, e não se anda segundo a mesma, porque somente esta tem prazer nos mandamentos de Deus, João 14.15,21.

Silvio Dutra

Purificados para o Amor

Oh dá-nos a todos um caráter santo
e um coração puro, pela graça renovado
para que haja entre os teus amados
uma fraterna amizade insuspeita.

O pecado levanta entraves e barreiras
ao fluir da corrente cristalina e santa
que procede das alturas celestiais
para regar as plantas da Tua lavoura,
para limpar as mazelas que são tantas,
de forma a andarmos naquela esperança
que juntamente conTigo todo o céu anela
ver laços, ternos, fortes e verdadeiros
em todos aqueles que Te amam.

Silvio Dutra

A Firmeza da Nossa Aliança com Cristo

No sétimo capítulo de Romanos nós vemos o caráter firme e seguro da nossa aliança com Jesus, e pela qual somos libertados da condenação de uma aliança segundo a lei.
Deus como o Grande Legislador e Juiz de todo o universo, criou o homem e fez com que ele fosse responsável perante Ele segundo a norma da lei moral que ele inscreveu em sua consciência, instalando ali um tribunal que age no próprio homem condenando-o naquilo que é reprovável e aprovando-o naquilo que é louvável.
Mas, segundo a Lei Régia há a exigência da perfeita obediência, conforme foi revelado a Adão, e que a penalidade para qualquer ato de desobediência é a morte, e todo homem responde à referida Lei até hoje.
Posteriormente, nos dias de Abraão, Deus acrescentou novos mandamentos para serem guardados pelas pessoas da descendência do patriarca, com as quais formaria um povo para Si, para se revelar ao mundo através do mesmo, e principalmente para que por este povo nos fosse dado o Messias.
O caráter da obediência completa exigida de toda a humanidade da Lei Régia foi ainda mais detalhado com os mandamentos que foram dados através de Moisés. E desde então, até que viesse o Messias, o modo de agradar a Deus, passava obrigatoriamente pelo cumprimento dos mandamentos da Lei.
E a pena de morte espiritual e eterna para os desobedientes foi mantida porque se afirma na Lei de Moisés que é maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas da Lei, para cumpri-las.
Isto descreve a condição de miséria espiritual e de condenação que paira sobre toda a humanidade, porque todos são pecadores, e não têm em si mesmos a condição e o poder para obedecerem perfeitamente a todos os mandamentos da Lei.
Como poderia então Deus se prover de filhos semelhantes a Cristo?
Se todos estão obrigados à Lei, como poderão ter vida, estando mortos; como poderão ser livres, estando condenados?
Só havia um modo de Deus nos libertar da condenação da Lei e nos dar vida eterna, permanecendo Justo, por não remover ou contrariar a Lei. Isto Ele fez nos considerando como mortos para a Lei, por ter feito com que a morte de Jesus na cruz fosse a nossa própria morte.
Ele visitaria o Seu próprio Filho Unigênito com o castigo que era destinado a nós pecadores. Ele executaria a sentença de morte exigida pela Lei nEle, fazendo com que fosse feito pecado e maldição no nosso lugar.
E assim, a Lei não seria removida, mas nós seríamos resgatados por meio de Cristo de debaixo da sua condenação e maldição.
É basicamente isto que Paulo expõe no sétimo capítulo de Romanos; de modo que toda a argumentação que ele fizera quanto à condição de não se fazer o bem que queremos, e fazer o mal que não queremos, pelo pecado que opera na nossa carne, é sobretudo uma condição que explica sobretudo a condição em que se encontram aqueles que permanecem debaixo da Lei e não da graça do evangelho, a saber as pessoas que não foram regeneradas pelo Espírito Santo.
Elas podem dizer isto, por não terem encontrado a solução que Paulo havia encontrado: "miserável homem que sou". Isto porque não têm a Cristo que é o único que pode nos livrar do corpo desta morte.
E este livramento que se obtém somente por Cristo e em Cristo, não é decorrente do fato de que agora os próprios crentes são perfeitos segundo a Lei, porque sempre haverá resquícios de pecado e de desobediência em sua natureza terrena que ainda carregam neste mundo, mas sim, e exclusivamente pelo fato de que foram resgatados da condenação da Lei por terem morrido para a Lei em Cristo.
Uma Lei não tem autoridade sobre quem já está morto. Assim, os crentes já não são julgados ou condenados por Deus com base na Lei, porque não estão mais debaixo da Lei, quanto ao que se refere ao seu poder de condenação daqueles que pecam contra os seus mandamentos. Eles são julgados agora pela lei da liberdade, respondendo, livres que são, não mais a um Juiz, mas a um Pai de amor, que os corrige e dirige como filhos amados, por causa de Jesus Cristo.
Haverá ainda um grande conflito entre o Espírito e a carne, entre a velha e a nova natureza, em todos os crentes, mas juntamente com Paulo eles podem dizer em uníssono: "Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor." Não serão mais condenados por não serem tão bem sucedidos nesta guerra contra as suas almas, quanto gostariam de ser. Contudo, sabem que são amigos de Deus, que amam a Deus, que odeiam o diabo e o pecado, e que por fim serão transformados à perfeita imagem de Jesus, ainda que isto ocorra somente na glória.
Todavia, esta grande verdade central do evangelho não deve servir de motivo para que abusemos da liberdade que foi conquistada para nós por um preço elevadíssimo de sangue, e não de um sangue qualquer, senão o puro e imaculado sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Preço este que foi pago para que livres do pecado, pudéssemos viver em novidade de vida santificada perante Deus. Afinal, foi para isto que fomos chamados e justificados.
E para vivermos esta vida santa sem a qual não podemos manter nossa comunhão com Deus, necessitamos de poder do alto.
Veja que quando os apóstolos viram todos os sinais que Jesus havia realizado, Sua ressurreição e ascensão, a uma mente carnal pareceria que isto seria o suficiente para que eles saíssem pelo mundo afora dando testemunho das coisas que haviam visto e ouvido.
Todavia, nosso Senhor lhes falou da necessidade de permanecerem em oração, e aguardando em Jerusalém o batismo do Espírito Santo, para que fossem revestidos de poder, pois quem dá e sustenta o testemunho de Cristo em nós é o poder do Espírito Santo.
Por este motivo vemos o apóstolo Paulo dirigindo a Timóteo as seguintes palavras, para o cumprimento adequado do seu ministério:

“Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus.” (2 Tim 2.1)

E a todos os cristãos:

“Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.” (Ef 6.10)

Vemos assim a nossa necessidade vital de estarmos permanentemente fortalecidos na graça de Jesus, mediante o poder do Espírito Santo que em nós opera.
Muitos pensam erroneamente que quando se fala em batismo do Espírito Santo, revestimento de poder do Espírito, ou enchimento do Espírito, que isto signifique simplesmente receber um poder sobrenatural que operará em nossas vidas independentemente das condições morais e espirituais em que nos encontremos.
Todavia, se examinarmos com mais cuidado não somente o texto bíblico, mas a nossa própria experiência prática em relação a este assunto, verificaremos que é muito mais do que isto o significado do poder da graça e do Espírito Santo atuando em nossas vidas.
Antes de tudo, devemos lembrar que este poder nos é dado para sermos cheios do fruto do Espírito Santo, que tem a ver com as nossas atitudes, com o nosso comportamento, com a transformação progressiva do nosso caráter e coração.
É um poder para nos habilitar a sermos obedientes aos mandamentos de Deus, para aprendermos a ser mansos e humildes de coração, a sustentarmos um bom testemunho de comportamento em nossa vida cristã, de modo a nos tornarmos exemplo para ser seguido por outros.
Trata-se de ser cônjuges exemplares, filhos exemplares, servos exemplares, líderes exemplares, cidadãos exemplares, enfim, sermos achados em todas as áreas de relações humanas como homens e mulheres de Deus, que trazem estampada em suas vidas a imagem de Jesus Cristo, conforme veremos no estudo do oitavo capítulo de Romanos, no qual se afirma que fomos predestinados por Deus para tal propósito.
E nada disto poderá existir sem que haja uma transformação do nosso coração. E por isso necessitamos crucialmente deste poder do alto, porque como o próprio Senhor Jesus afirmou, sem Ele nada podemos fazer, notadamente no que tange às coisas que são celestiais, espirituais, e divinas.
Em cumprimento à promessa que nos fez em relação à Nova Aliança (Jeremias 31.31-35) Deus já nos deu um coração de carne em substituição ao coração insensível de pedra às coisas concernentes ao reino dos céus que tínhamos antes da nossa conversão a Cristo.

Silvio Dutra

Eiiii!!!! Olhem só o que encontrei...
O meu carater...
Porem vou logo guardar novamente, pois sei que não irei usa-lo...
Calllllmmmmaaaaaa!!!!!
Estou brincando gente!!!
Irei usar com todos voces, sei que todos desejam bom carater, mesmo nao os retribuindo!!!
Ética inicia em um principio basico, simples... Não fazer ao proximo aquilo que não deseje a si, ou fazer ao proximo aquilo que deseja a si...
Porem as pessoas muito inteligentes que adoram regras inversamente proporcionais assim como a minha ironia (que os inteligentes me perdoem) e dedicam-se ao inverso...
Fazer ao proximo aquilo que nao deseja a si ou nao fazer ao proximo aquilo que deseja a si...
Prefiro desaprender as regras inversamente proporcionais, a matematica que me perdoe...

Adriano Guedes

O nível de caráter e qualidade do Amor que você espera é do tamanho e na mesma intensidade do valor e respeito que você impõe sobre si mesma e igual à sua postura perante a ele e aos demais.

Ou seja e portanto, valorize-se, tenha postura, bom senso, atitude, simplicidade, saiba respeitar, não se exceda em nada, seja educada e cordial, seja natural, tenha bom humor, seja amiga, não tente chamar atenção, seja discreta, tenha Amor próprio intocável e terá tão bons pretendentes quanto o seu passe merece e vale.

Poderá escolher quem realmente faça jus aos cuidados que você tem com a sua vida e com o seu coração, porque homens com caráter e, de bom gosto sempre escolherão mulheres assim para a vida deles.

Clara Furtado

"Momentos não definem uma essência. Ninguém é sem caráter porque bebeu demais em uma festa. Ninguém é bobo ou vulnerável pois hasteou sentimentos em bandeira branca. Ninguém deixa de ser a mesma pessoa por mudar de opinião. Ninguém é qualquer estereotipo que qualquer idiota define momentaneamente. Se apaixone por pessoas e momentos, calce o bom senso, vista a sua consciência e viva.
A consciência é isso. Um equilibro entre você e o mundo. Entre o sentimento verdadeiro e o desnível. Entre o você e o novo você. Não tenha receio de ser essa miscigenação de erros e acertos sem fórmulas. Então se eu pudesse lhe dizer uma coisa, seria: sacie a sua consciência, não as expectativas alheias."

Entenda os Homens

VERDADE!!
Que palavra linda...
rima com qualidades de quem tem caráter: honestidade, integridade, cumplicidade, hombridade, amizade...
Já a mentira...
seu final é ira !
Quer rima pior?!
Ela por si só se traduz...
Não entendo como existem pessoas que preferem ser mentira, ser ira, ser trairá.
Verdade! Isso é dignidade!
Olha outra rima de quem tem caráter !!
Esse mundo tá do avesso...
Talvez, sejam os meu conceitos!
A vida tem sido dura, mas tenho muito a agradecer!!
A mentira é capenga sem muleta, ela um dia cai !!
Já a verdade...
Essa é alada,
enfrenta ventos e tempestades ,
frio e calor
Ante qualquer adversidade , ela permanece
E um dia se faz presente !!!
A CASA CAIU ...
Obrigada aos poucos e verdadeiros amigos que validam a minha vida e valem por muitos .
O mundo grita por SERES HUMANOS de VERDADE !!!!

Amanda Elesbão

O caráter faz ver além, as consequências dos atos de hoje, e não pode ser adquirido ou estudado ou mesmo aprendido.
A educação e a cultura se diferem nesses valores, assim como o caráter e as boas maneiras ou o estilo de vida que se leva. Ambos a cultura e o estilo de vida são transformados, adquiridos e estudados e podem ser esquecidos ou aprimorados. Mas o caráter faz desses todos seus caminhos. Escolher qual deles seguir e quais consequências irão advir só o caráter pode identificar, no momento que as decisões - de trabalho, amor, relações sociais, escolares, de amizade etc - são tomadas.

Patricky Field

Porque pra mim o que importa mesmo é o caráter.
Tem gente que fala bonito, se veste bem, tem um carrão maior do que o vagão do trem, carteira estufada e é pobre...pobrezinho de caráter!
Dai, meu bem, comigo dança, pois caráter não se compra, nem se barganha: é coisa de berço, e isso vale mais do que tudo!

Mell Glitter

Vejo falsidade por todos os lados, hipocrisia indo e vindo, falta de respeito e de caráter, falta de compaixão, humanidade e humildade. Porém a vida não é feita só de coisas ruins.
Por outro lado vejo pessoas buscando melhorar a cada dia, amando e respeitando os espaços alheios, tentando fazer com que exista um mundo melhor. Não são muitas essas pessoas, mas começa assim mesmo. QUANDO MENOS SE ESPERA, O POUCO VIRA MUITO.

Maysa da Silva