Texto Poético de Criança

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CONTO POÉTICO.

Um Pastor estava passando necessidade, já que doava tudo o que ganhava;
Sua esposa amada então reclamou.
- Nada temos para dar de comer aos nossos filhos, pois aos outros deste.
Ele assim respondeu.
- Não se preocupe, Deus há de prouver.
Ela retrucou.
- Deste tudo que de Cristo recebeste.
- Quando então Deus lhe dará o que lhe prometeu?
Ele ao ir se deitar então orou, e a Jesus clamou!
Deus Pai provedor conceda-me a graça de agora receber o que tenho por merecer;
Nos tempos vindouros quando à terra Jesus descer.
Durante o sono sonhou, que em bela sala se encontrava;
Encantado a tudo via e nela muitas mesas de ouro havia;
Enxergando sobre uma o nome dele;
Percebeu que todas tinham os nomes dos Profetas.
Era a sala da ceia dos erguidos, ele tinha sido um escolhido.
Espantado acordou em seu quarto, vendo cair do teto um pé de mesa de ouro maciço;
Assustado agradeceu o milagre, já pensando no tanto que faria, agora que era um ricaço.
Tranquilo foi deitar, logo voltando a sonhar.
Retornaste a mesma sala, estava na hora do jantar.
Convidado foi por Cristo a se sentar, alegre aceitou e preparou-se...
Mas quando a ceia chegou... Nada saboreou;
Sua comida ao chão parou, devido à mesa que não ficava correta no lugar.
Faltava-lhe um pé, como então poderia, do que lhe era servido, degustar?
Desesperado acordou, de baixo do travesseiro pegou, o pé de ouro lançou...
De volta ao seu lugar.

Lucio Sá

Nós... Eu e tu e você sabe quem mais.

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
Pensamento poético, Pensamento poético!
Não se afugente de mim!
Ei já pode voltar!... Por favor?...
Pensamento poético, pensamento poético...
Que serei eu sem tu?!

Não vires a costa para eu.
Ei Pare! Ei pare!
Ei! Pare aí mesmo que eu irei até tu!
Pensamento poético, pensamento poético.
Minha vida é tu, tu vive em mim!
Nós somos um!
Eu e você e você sabe mais quem.
Nós somos um!...

Nós... Eu e tu e você sabe quem mais.
Pensamento poético, pensamento poético...
Onde estás tu...?

Axi Reed

MONÓLOGO POÉTICO DE OUTONO

O outono frio sem amor, pode parecer com mergulhar na escuridão fria...

Um passo para adeus dos nossos verões, eu ouço as folhas secas sendo pisoteadas...
Com chocolate quente na caneca, com o coração cheio de saudades de você... E você com saudades de outro alguém, que por sua vez tem saudades de outro alguém ainda...Mas não é de você! O inverno também pode ser minha mente, uma torre de sucesso embalada por este monólogo.. Para quem? -Para eclodir no universo das letras e se tornar mais um texto poético e sem dor... Ontem foi o verão, folhas caem aqui . Este ruído misterioso soa como uma partida..Amo seus olhos verdes de beleza delicada, mas hoje eu estava doce como chocolate, e você preferiu contemplar a paisagem fria e parada na foto tirada de um trem que já passou há muito tempo... Você está sempre fugindo do verdadeiro amor.... Quanto tem nas mãos deixa escapar, quando perde lamenta em saudades... Melhor que eu aprecie poéticos textos, artesanais e meus como raio amarelo e macio de outono! Autora Cleide Regina Scarmelotto

Cleide Regina Scarmelotto (Poeta e escritora)

Mix Temático Poético

Numa noite fiz uma viagem...

Para uma terra distante...

Onde lindas moças sorridentes me fitavam debruçadas na janela...

Eu; Poeta respeitoso que sou...

Tomei a difícil e arriscada decisão...

Parei diante daquela linda moça debruçada na janela...

E em um gesto de carinho... Lhe ofereci uma flor...

Junto com a flor... Lhe dei a minha amizade...

E em troca da flor... Lhe pedi um sorriso...

A moça faceira...Retribuiu o gesto poético com um lindo sorriso...

E ao longe ouço o grito enciumado de seu namorado...

Pobre poeta sou...

Que trabalho o meu... Meu Deus...

De um gesto de carinho e amizade...

Tenho que sair correndo...

Dos namorados enciumados...

Poeta Urbano - 080412

“Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queria muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar

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Alexandra Lima

Título: O cerzir poético de um desagravo amoroso.

Poemas são rosas escuras,
beijos de mares em falanges.
Um silêncio de um romance sozinho,
a descoberta das dores em sangue.

Poemas são namoros secretos,
são causas de vinho tinto portento.
São esfinges de um calafrio,
são contos de almas florescendo.

Poemas são traços errantes,
vidas questionando carinho.
Dois corpos pulando em riacho,
dois rostos brilhando sozinhos.

Poemas são esquinas de amor,
pálpebras de literatura descoberta.
Esvaio que liga ardor,
o pranto que paira sobre a terra.

Poemas não foram feitos para tudo,
poemas não são para plebe.
Poemas foram feitos para o belo,
poemas são beijos em Danielle.

danielmuzitano

Tudo é movimento.
Amor romântico, sonhador, poético, indescritível amor...
Quem viveu sabe bem como é.
Aquela sensação de estar louco, completamente fora de si,
nos braços do outro.
Aquela sensação que o mundo pode acabar agora, e morrer feliz.
Nada mais importa. Nada mais tem importância.
A não ser esse momento, com o outro, agora...

Pois é, quem não viveu o amor nessa intensidade, e nessa loucura, talvez tenha dificuldade para compreender e até aceitar.
Então, fica aqui a pergunta: isso também é amor?
Pois é, para alguns, sim, amor romântico.
Para outros, amor louco, louco amor.
Seja como for, ele existe e está aí para os mais desavisados.
Esse amor que nos arrebata e nos tira o chão tem um tempo de vida.

Ele pode se transformar em amor maduro, amor eterno, amor perene,
ou queimar-se e arder na paixão até exaurir-se.
De um modo ou de outro, tem começo, meio e fim.
Sim, porque, quando se transforma,
deixa de existir da forma como foi concebido,
para abrir espaço para uma nova forma de amar.
E, então, o que será: amor, amizade, paixão...
O que vai ser? E isso é bom?
Bem, é bom para aqueles que querem aceitar,
que tudo na vida é movimento.
E, o que é hoje, amanhã pode não ser mais.

O que fica então? O que conta? Sensações!
Isso é tudo o que nos permitimos viver: histórias, possibilidades.
Para outros é o fim.
Eles não conseguem entender que tudo muda. Tudo passa.
E, então, vivem apegados ao passado e então pensam:
ela ou ele já não me ama mais.
Não me quer como queria.
Mudou... o que será que aconteceu?
Acabou o nosso louco amor?
Sim! A resposta é sim. Acabou o louco amor.

Chegou um novo amor.
Uma nova forma. Uma nova oportunidade.
Pegar ou largar — cada um sabe o que pode e não pode.
E exemplos não faltam.
Há aqueles que vivem em uma vida dezenas de amores.
Há outros que se limitam a um único amor...
E quero afirmar a você que nada disso importa.
Não é quantidade que nossos poetas da vida buscam,
e, sim, intensidade...

Daleck

Paradoxo Poético

A metáfora para o tolo
É como em discurso para o surdo
Não pode ser assimilado

Um poema sem simetria
È um tortuoso caminho sem destino
É um desperdício de tempo
Não á nada por lá, nem final nem infinito

Assim como o ferimento que não dói
E não nos ensina a viver
Não nos ajuda a se erguer
Só nos faz definhar

Arthur Xenofonte

Desconcerto
Eu insisto,
Permita-me mais uma vez,
Nesse meu tom poético,
Longe de um descortês.
Desagregando as palavras,
Desaguando o meu mar,
Desairando o desalento,
Que busca mim desalmar.
É que perdo os sentidos,
Nessa desarrumação,
Soam aos meus ouvidos,
Tanta pertubação,
É a inspiração de um dia,
O mecanismo do meu ser,
Que fluem tão derrepente,
Me rendo a proceder.

Ranielle Ferreira

TORPEDO POÉTICO

Só sei que de alguma coisa eu sei
*é sempre mais difícil ancorar um navio no espaço

Sem amarras
sem espias
sem cais
você corre
esconde a fala-resposta
apaga meus torpedos de desespero
desliga o celular

Fico sem ponto de atracação
sem cumplicidade
sem beijo

Roupa pendurada no varal da ventania
garrafa quebrada pela incompreensão
corpo vazio

Uma onda morde meu sonho
engole minha gravidez

Seus lábios tipo A
têm medo da minha boca tipo AB

* Ana Cristina Cesar

do meu livro Substantivo Desvairado-Sedutor

Júlio Corrêa

O Bafafá da Nega: Conto Poético de um Bom Malandro...

Olha Nega,
vou te contar...
sobre aquele Bafafá


Daquele dia,
que a gente tava na janela
a se falá...

Ah! Nega
eu vo te contá...
Esse povo, não tem mais o que inventá,
pois mulher boa e honesta como você não há


Olha Nega,
já sei que você vai querer revidar...
porque nessa comunidade
você é a única mulher
que não se deixa calar...

Mas, olha só Nega..
Uma coisa eu não posso negar...

Você é a nega mais faceira
e que faz os homens delirar...

Olha Nega,
se um dia me quiseres
pode me ligar,
em casa ou no celular...

Ohh... Nega,
não me olha assim...
com esse olhar,
pois posso por você me apaixonar,
e contar a toda comunidade...
que quero contigo,
é mesmo me casar...

Asas Sobre o Mar

olhe,se eu fosse poetico,escreveria-te a poesia mais linda do mundo
se eu tivesse assas leva-te a uma viagem dos ceus.
se eu fosse eginheiro costruia-a cabana mais segura de todas,
se fosse liguistica soltava-te as palavras mais carincias e carinhosas,
mas sou simples humano que so sei dizer que ti amo.bom dia.

alex zefanias

(...)
Enquanto poeta Alvaro Giesta, a liberdade da palavra, no uso poético que lhe é dada, permite-lhe, em O Retorno ao Princípio, filosofar acerca da morte. A morte, que é a garantia da ordem no mundo dos homens, que é o que concede o diálogo, pois, no mundo humano adquire-se a vida através da morte. Só, assim, a vida tem sentido.

A linguagem poética, neste caso na enfatização da morte pela palavra, não procura uma finalidade, uma explicação, não procura atingir algo, atingir um fim - isto, é para as religiões e seitas. Na linguagem poética a palavra não morre. A palavra, se morre, é para dar vida à palavra nova porque "a palavra é a vida dessa morte", como nos diz o filósofo Maurice Blanchot e o poeta Alvaro Giesta, num dos poemas iniciais de O Retorno ao Princípio.

A linguagem poética, neste caso na enfatização da morte pela palavra, não procura uma finalidade, uma explicação, não procura atingir algo, atingir um fim - isto, é para as religiões e seitas. Na linguagem poética a palavra não morre. A palavra, se morre, é para dar vida à palavra nova porque "a palavra é a vida dessa morte", como nos diz o filósofo Maurice Blanchot e o poeta Alvaro Giesta, num dos poemas iniciais de O Retorno ao Princípio.

(...)"

do posfácio ao livro O Retorno ao Princípio, de Alvaro Giesta

Alvaro Giesta

POESIA

A poesia que inspira o coração poético
Não limita-se apenas a escrita viva
Não é presa da linha simétrica contida
À métrica dos versos Alexandrinos, épicos

Revela-se do coração em sintonia à magia
Intrínseca na alma poética e sua razão
Dos sonhos pueris da criança sem pão
Na leveza das folhas de outono ao cair à guia

Que nos remete a pureza da alma infantil
Improvisada em prosa sem métrica, arredia
Pra falar da grandeza do sentimento infante

Que metrifica e glosa o coração juvenil
Embelezando sem regras a coeva poesia
Que meu intimo de emoção fremir neste instante.

Carlos Egberto Vital Pereira

Desastre poético.

Se fosse possível, meu bem, eu diria.
Apenas uma pessoa, se isso fosse possível.
Certa existência poética me faltava nesta terça. Como sempre, me cobri de tudo que pude carregar.
Já conquistara outras vezes... Não me custa mais nada.
Como se palavras falsificadas pudessem me traduzir.
Mas deixei... Não poderia me deixar levar pela raiva dos mais velhos.

Lívia Samara

Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê. O invisível sempre me interessou demais. Aquilo que a gente não consegue tocar, mas que consegue sentir profundamente. E eu sinto tanto, tanto. Me confundo no meio de tantos sentimentos bons, contraditórios, sem nome, sem nexo. Nem sempre sentir esclarece as coisas, não. Muitas vezes o sentir só atrapalha tudo e deixa a gente ainda mais enrolado. Mas que graça a vida teria se não fossem esses gostinhos doces e salgados, alternando, se misturando, lutando entre si? Nenhuma. Por isso, aceito resignada o que me foi destinado. Nasci pra andar sempre de mãos dadas com a minha liberdade e com o amor que me move e me faz sentir cada coisa de forma arrebatadora. E vou viver assim até o último dia da minha vida.

Clarissa Corrêa

Sorria sempre, mais sorria com a alma, com a felicidade de uma criança, com a pureza de uma flor, e com a beleza de um beija flor.. faça da sua alegria uma arma e uma benção, as vezes um sorriso verdadeiro transforma o dia de uma pessoa, transmita sua felicidade, sua energia positiva para aqueles que precisam e merecem.. esqueça os problemas e seja feliz AGORA, esqueça tudo que te causa sofrimento e dor.. guarde as coisas boas no coração e jogue fora o que não lhe acrescenta em nada, isso faz bem, mantenha sua alto estima lá em cima, e tenha uma luz só sua.. uma luz rara, que transmite de um jeito só seu.. pense em você, acima de tudo e todos, seja FELIZ.

Jennifer Araújo

Gostaria de voltar a ser criança – uma garotinha de seis anos que caiu da bicicleta. Gostaria de fazer cara de choro e correr aos berros para a cozinha, onde minha mãe me ergueria do chão, me daria um forte abraço e beijaria meu joelho esfolado. Eu pararia de chorar e tomaria leite com chocolate para a dor passar. Porque se tem uma coisa que é verdade, é que joelhos ralados saram mais rápido que corações partidos. Essa é uma das coisas que as pessoas não nos ensinam quando falam de crescer: como lidar com as dores que não passam com um beijo.

Janine Lamenha

Gostaria de ser uma eterna criança, brincar de ciranda, amarelinha, ré de pegar. Ser criança é ter esperança e ficar sempre na confiança. Quando a gente cresce os problemas aparecem, se complicam. Ser gente grande é ter responsabilidade, resolver até problemas da alma, e isso dói, mas com isso a gente cresce.

Adriana Araujo Leal

“A inocência que advém de uma profunda experiência de vida é semelhante à de uma criança, sem ser infantil. A inocência das crianças é bela, mas ignorante. Ela será substituída por desconfiança e dúvida à medida que a criança for crescendo e aprendendo que o mundo pode ser um lugar perigoso e ameaçador. A inocência, porém, de uma vida plenamente vivida tem um quê da sabedoria e da aceitação da vida em eterna mudança”.

Osho