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HUMANIDADE CEGA

O trágico sorriso é cômico! Às vezes tenho vontade de impor leis sobre o mundo, de corrigir o erro dos outros, ou mesmo de esquecer os meus, mais as regras, os códigos todos deviam ser seguidos, e eu confesso é muito difícil segui-los, tem muitas normas e muitos deveres e poucos direitos, por isso, tento fazer do mundo um planeta, e as vezes acredito ter conseguido , ainda mais quando ouso boatos sobre bombas atômicas, efeito estufa, mudanças climáticas, imagino que tudo isso foi apenas um desejo meu, a onde gostaria que tudo acontecesse, e que fosse todos de uma destruição total, talvez dessa forma os “povos” entenderiam que não se come dinheiro, que, não se bebe poluição, que não se veste com lixo, pois é assim o mundo de meus sonhos, um mundo igualitário, até na destruição, que seja em massa, para todos sofrerem as mesmas conseqüências, ricos e pobres de todas as cores de todas as raças.
Assim acredito ser e estar acontecendo agora e aqui nesse dia deserto, poluído de tudo, pois só mesmo algo poluído para não ter nada a se fazer, e deserto a se conversar.
Tudo é cômico, tudo é sorriso tragicômico, que pouco influi na formação da humanidade, pelo contrário contribui a sonegação, a renegação de suas próprias virtudes, mesmo aquelas que não se pode perceber, pois também estão obscuras, assim como o pensamento sobre risos trágicomicos, pois o que pensaria uma mente pobre? Pois eu respondo: o mesmo que escreve, e fala nada saber sobre política, sobre até mesmo sua política...
Hoje aqui o que resta é simplesmente acreditar que risos são sempre verdadeiros, que tem um único significado, pois assim se torna bem menos triste os dias que passo aqui, sem um sorriso sincero, sem uma palavra verdadeira, pois todos os lados que olho vejo rostos que dizem: fábrica de risos falsos.
Quero somente um pedido: deixe-me sorrir o meu riso, fala a minha fala, pois quem sabe assim poderia ensiná-los a serem verdadeiro, e a perceberem que vale muito a pena sermos nós mesmos. Mesmo quando o trágico pode ser cômico.

Magnum Jhonny de França Santos.

Inferno cómico de teto pro chão.

''Corria em direção ao chão, do teto no inferno
Machucava as mãos segurando a caixa chamada coração
Sem saída, sem caminho, pra lá, pra cá
Era um sonho, uma realidade, grande fatalidade
Eu não sentia minhas pernas, nem meu corpo no chão, jogado, molhado quase morto
A voz não saia, nada se movia apenas meus olhos cegos
Meus ouvidos surdos, barulhos mudos, gemidos sóbrios de sexo
Nada me tocava, nada se sentia, areia molhada, cansada e velha
Na boca gosto de suor, a pele rugia no teto ou no chão do inferno
Quente, Forte e de alguma forma cómico
Corpos na apologia do sexo, o céus eu estava no inferno.

Eu não tinha cabelo, nem roupa, nem vida, nem alma, nem tato, olfato
Rastejava no chão quente, talvez fosse frio meu corpo era um ponto vazio no espaço
Espaço que não cabia, tanta falta de vida jogada por lá
Não tínhamos rostos, nem cor apenas peitos, olhos e paladar
Tudo tinha gosto de suor
A terra era santuário de roupa com mãos dadas pro ar
O inferno era cómico, muito engraçado, vulgar.

Gritavam meu nome, a rainha damacascar
Éramos Reis, príncipes e servos, todos tristes e preços no inferno
A dor era parte do corpo, morto, vazio do sufoco
O passado passava em uma grande tela no chão da parede do teto
A carne pendurada nós pés que eram mãos que ficavam perto do coração
Não se saia mas sempre se entrava no inferno cómico e sem graça.

Era sonho, sonho dos ruins... Acordei de mão fechada
Rindo perdidamente, achando graça
Eu ainda tinha vida, melhor tinha alma
Acendi meu cigarro para comemorar a volta de uma viagem não programada
Que me corria nós olhos abismados e carregados, vazios, vagos
O inferno era cómico mas no final não era nada engraçado''.

Ariela Venâncio

Devo confessar que o motivo pelo qual redijo esse texto, é sem duvida um pouco cômico, pra falar a verdade, cômico demais. Era uma quinta-feira normal, quando eu decidi não me reunir com meus colegas, e não cantar o hino nacional na minha admirável escola. Por esse motivo tive como obrigação, escrever um texto de no mínimo 25 linhas com os seguintes temas: Patriotismo and Integração Social.
O resultado dessa pesquisa definitivamente arbitraria, compartilho com vocês agora.

Patriotismo é o sentimento de amor e devoção à pátria, aos seus símbolos (bandeira, hino, brasão). Através de atitudes de devoção para com a sua pátria, pode-se identificar um patriota.
Porém para ser um patriota o individuo deve se orgulhar de sua pátria, sua nacionalidade, e porque não se orgulhar do Brasil?
Um país de praias encantadoras, mulatas lindas e vida noturna tentadora. Um país onde todos os anos a grande maioria dos governantes roubam milhões dos cofres públicos e a taxa de violência cresce a cada dia. Então, você é realmente patriota?

Há grande maioria da população só é patriota quando o país esta sendo representado por atletas em uma copa do mundo, quando cantores ou atores nacionais fazem sucesso no exterior ou quando são selecionados para defenderem seu país em uma guerra.

Portanto é mais que necessário que o superficial, bonito, vulgo 'mais importante' de cada país seja deixado de lado, e que possamos parar o observar verdades que sempre estiveram diante de nossos olhos, tais como: miséria, carência na educação, péssima administração governamental.

Pois ser patriota não se restringe apenas a cantar o hino nacional em posição correta, ser patriota é admitir que seu país possui alguma deficiência e não só falar para os outros o que deve ser feito, é preciso agir, é preciso parar de querer mudar a ' casa do vizinho e começar a organizar nossa própria bagunça '.

Nosso País é rico, com certeza uma potencia mundial, o que esta faltando nele é uma sociedade integrada. Precisamos de uma sociedade que haja em conjunto, visando somente o beneficio e aprimoramento da mesma. Necessitamos de um país, em que as leis sejam as mesmas para todos, e principalmente que as penalidades impostas para quem descumpre essas leis também sejam as mesmas.

Todas as pessoas independentemente de sua classe social devem seguir normas e regras de uma sociedade ou de qualquer outro tipo de estabelecimento sem nenhum privilégio por sua condição financeira.
Portanto só haverá integração social e patriotismo quando um individuo se sentir como membro de um grupo social e nele puder expressar suas opiniões sem nenhum tipo de represália.

Pronto, FALEI ;P

Kayque Meneguelli

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Países de primeiro mundo dizem não ao lenço ISLÂMICO...

Seria cômico se não fosse trágico?

Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Essas palavras nada mais são do que um monte de falácias jogadas ao vento. O individuo só é de fato livre se é que liberdade existe nessa dimensão ser for igual, se parecer igual, se vestir igual, mas, principalmente se fazer parte dessa bendita globalização que insiste em ditar normas de ser. Como se o contrario fosse menos, como se o fato de você escolher usar o véu islâmico em vez das lindas e caras calças da Guess te fizesse inferior, ou mais submissa a padrões que o mercado não reconhecem como certos.

O auto poder da mídia nos transformou em consumistas compulsivos, o sapato do mês passado, já não serve para esse mês, a roupa de algumas semanas atrás não tem mais nada haver com o que esta se usando hoje. Prestem atenção quando digo hoje me refiro a esse momento, o momento posterior, as grandes empresas decidiram, é claro que não esta em minhas mãos e nem nas mãos de simples mortais que insistem em viver suas vidas da maneira que acredita ser certa.

Lhes resta alguma dúvida do porque essa objeção a vestimenta islâmica. O mercado não consegue interferir, tão pouco nos calar, não nos dita normas, não conseguem, embora insistam constantemente. A mídia e todos os seus subterfúgios não são maiores que Deus. Não conseguiram fazer da religião islâmica o que fizeram das demais religiões que por sinal são tidas como divinas e sagradas pelos mulçumanos.

Temos o direito constitucional e democrático de irmos e virmos da maneira que acreditamos ser certa, não por causa de nenhum homem, não por motivos que agridam o direito de escolha, e sim por cremos que essa é a vontade de Deus.

O mundo pode ser o que ele quiser, mas, não pode nos limitar de enxergarmos a vida a partir de diferentes paradigmas. Não tem esse direito.

A Europa e grande parte dos países de primeiro mundo estão sendo islamizados a passos largos, e muito disso se deve ao véu. Quando uma mulçumana é questionada a respeito do uso do lenço e explica todos seus pormenores, muitas vezes, atrai mais atenção do que repulsa. Não é sem motivo que a maioria dos convertidos se encontra nos pertencentes do sexo feminino.

O que é o lenço islâmico: Primeira mente uma ordem de Deus, o que não significa que todas as mulçumanas o usem tudo tem seu tempo, o ruim é não sabermos qual é o tempo que Deus, por isso uma grande parte das mulheres mulçumanas resolvem por si mesmas a usarem o lenço o mais rápido possível.

As que não usam, não deixam a religião por isso, só estão comprometidas até então de maneira diferente.

A vestimenta islâmica fala por si mesma e fala de uma maneira que nem os mais poderosos homens do mundo conseguem calar. Fala através do silencio, aquele som inaudível, mas que berra categoricamente, estamos aqui e viemos para ficar. Berra através do seu silencio que qualquer um é bem vindo, grita e luta por liberdade. Liberdade de culto, liberdade de divulgação, mas, principalmente liberdade de pratica. Ser mulçumano não se resume em ir a mesquita uma vez por semana, e depois, seja o que Deus quiser... Ser mulçumano é levar essa pratica para todos os dias da sua vida, pra sua casa, sua escola, seu trabalho... Não somos transparentes, estamos aqui com os nossos lenços e sabemos, podemos e devemos falar por nós mesmas. Burlar esse direito é crime.

Julgar, apontar, categorizar, uma pessoa que você não conhece é um delito monstruoso. Discriminação é crime. Mas, não creio que seja desse mal que sofremos. O que nos tormenta, nos sufoca é o medo que o mundo tem de nos ouvir.

Nos de a palavra e saberão dos nossos pontos de vista.

Não somos movidas pelas suas modas;

Não somos movidas por sentimentos levianos, que não passam de alguns minutos e não levam o ser humano a nada a não ser sua degradação;

Não damos importância a nada e nem a ninguém mais do que a Deus...

Nossas famílias são os alicerces de nossas vidas, nos sacrificamos por ela;

Sinto muito se isso os fere, sinto muito se não nos englobamos ao mercado do jeito que vocês queriam, mas, principalmente sentimos muito por quem valoriza mais esse mundo do que as coisas de Deus.

Com absoluta certeza tudo que vive nessa dimensão morrerá, com certeza nenhum bem construído será levado para debaixo da terra, com certeza a soberba de quem nos menospreza será usada contra ele mesmo. E se Deus quiser as mulheres Palestinas que perdem seus filhos diariamente serão lembradas, as Iraquianas que são abusadas por soldados americanos serão lembradas, assim como as Sírias, Libanesas, Chechenas, Africanas... Se a preocupação do Ocidente fosse com as mulheres mulçumanas não permitiriam as atrocidades ocorridas em territórios islâmicos.

A não ser que nossas vidas signifiquem menos do que nossos lenços.



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Verônica Hannis de Lima

GOSTINHO GOSTOSO
Gosto de você do jeito que você é...
Cômico,sério,atrapalhado,arrumadinho ou desleixado!
Gosto até mesmo quando canta desafinado
Dança desajeitado
Gosto de sentir sua falta
Depois daquelas nossas briguinhas bobas
Gosto quando me abraça e diz que
não tem nada a dizer!
Gosto quando chega de surpresa
Dos seus bilhetinhos em cima da mesa
Gosto do seu lado chato e sem graça
Gosto quando diz que não vai mais voltar
e alguns minutos depois me pede pra ficar!
Gosto do gostinho gostoso de te amar!

Marinez Novaes

- O mais cômico, é que em uma determinada hora da vida a pessoa para pensa, e decide que quer mudar, que vai fazer tudo diferente, que as coisas que ela mais dava valor na verdade é algo passageiro fútil, que não quer mais “aquilo” ou “aquele” pra ela, ou até mesmo toma a valiosa decisão de deixar pra lá, de dar valor ao que realmente importa, o que é verdadeiro, a quem te ama de verdade.

É agora eu sinto que essa é minha hora, vou parar de ficar me preocupando com besteira, se tem ou não alguém nesse mundo que se importa comigo, o mais importante eu tenho, que é o amor de DEUS, o que eu sei que nunca vai me abandonar, independente de eu ser ou não merecedora de todo esse verdadeiro e maravilhoso amor, sei que ele prepara algo muito além do que eu possa imaginar, então estou entregue em sua mãos senhor, faça sua vontade *-*

Kelly Silveira

"É cômico ser o bobo da cortê para algumas pessoas....
e para elas representam sinal de alegria... mas é estranho quando o palhanço não mais ri... ninguém o quer por perto... não se pode estragar a noite...

Que tipo de amigos tenho eu?

Ou, melhor... que tipos de amigos será que tenho...??

Devo ser um pé no saco...um tropeço...o nô do ó do borogodó....persona não grata...

Vai ver acham que doença da alma é contagiante...

Ou na verdade... são amigos de momentos... estações...
não são aqueles que por mais que vc encha o saco do indivíduo...e vc precise dele as três da madruga... tá pronta a te atender....

Eu sou o erro... o desastre... o estorvo sempre fui...
como depois de velha seria diferente???

É isso... a gente vai aprendendo... e é nas dores que mais se gravam as lições que a vida tem para nos dar...

Aprendi... uma lição.... só que não sabía que doeria tanto...

tenho que rever meus conceitos ....."

KikaFCarvalho

A canhota para destros

Um gol perdido pelo capricho da perna destra pode ser um desastre cômico, mesmo para aqueles que possuem total concentração no pé direito. Driblar com a perna direita, trazendo pra dentro, arriscando um arremate com a mesma pode não parecer, mas é inviável - salvo por exceções. Mesmo assim o momento nos força a acreditar que é chutando de canhota que as coisas se complicam. E o risco de, numa situação dessas, bater com a destra, é uma “trivela inversa” - sei que o termo produz uma imagem desengonçada - que, pelo desequilíbrio induzido pelo curso livre da bola, após uma matada ou percurso indefinido, não chega a ser chute mascado ou espirrado, e vou comparar com uma desculpa da sinuca: faltou giz no taco. Como diria um conhecido narrador esportivo em seu comentário: "que beleza!"

Jogar com as duas pernas pode parecer um paradoxo. O jogador cresceu chutando com aquela perna direita, com a qual se sentiu mais à vontade para bater no gol, driblar, tomar a bola do adversário, fazer um passe. Criou uma perna viciada e, em momentos, descontrolada e alienada, egoísta; e com uma personalidade forte mas, nem por isso, livre do castigo da desatenção, que leva ao erro. Porque, ao passar do tempo é como se não lhe fosse permitido atuar com as duas, ou então, uma proeza para os craques (como muito se fala, para não dizer para poucos), ou mesmo que não sejam considerados craques, para pessoas que nasceram com uma habilidade especial, um dom: ser ambidestro. Criou-se um mito em torno do ambidestro, na proporção “8 ou 80”, que permeia o imaginário futebolístico. Por isso, esquece-se com frequência da natureza da perna esquerda; ela é preterida, mas pode ser tão surpreendentemente extraordinária e potente na mesma medida, que pode até apresentar um resultado superior ao comumente obtido pela destra. Fato que faz com que nem mesmo o autor do chute acredite no feito.

Embora nos apeguemos à simetria, ou seja, uma perna “igual” à outra, - pelo menos aparente, poupe-me da necessidade dos detalhes - de forma oposta, não há como negar que possuem mentalidades diferentes (ou pelo menos é a hipótese que sugiro - estranhas uma à outra). Quem nunca experimentou escrever com a mão esquerda, ou até mesmo, viu-se forçado a isso por alguma circunstância do destino ou do acaso? Em um primeiro momento é uma sensação desconfortante, comparável a andar em um ambiente escuro, desconhecido. Parece tudo ao contrário, se desenvolve para o outro lado, a caligrafia por mais que se tente com esmero, não se compara à escrita destra - atente que meu ponto de vista é o de um destro. Portanto, praticar a escrita com a mão esquerda é algo que se faz quando não se tem o que fazer (em situações muito isoladas, e é uma prática que ao passar do tempo é deixada de lado na medida em que o sujeito amadurece). E, em situações que exigem alta concentração, praticidade, agilidade e excelência, não é a esquerda que entra em ação, é a destra. E a perna canhota, partindo desta análise subjetiva dos membros superiores, pelo histórico do jogador de estar habituado a bater de direita, passa despercebida, esquecida. É como se o jogador, em seu imaginário, acreditasse que não há opção, se não bater de direita. Para o destro nato, bater de canhota não chega a ser considerada nem como última alternativa na maioria dos casos.

Por fim, a favor da canhota, há de se ressaltar o seguinte: imprevisibilidade. Aquele que ousa chutar com as duas pernas, entendendo a maneira como os pés buscam estratégias para bater na bola, torna difícil a reação do adversário quando esse exerce marcação, que tende, inconscientemente, a focá-la prevendo o chute com uma das pernas (a destra). Você já ouviu aquele ditado: Ele não sabia que era impossível, foi lá e fez. Pois, transpondo para o nosso texto, num “insight” futebolístico (me permito escrever): ele não sabia que era possível bater de canhota, foi lá e (não só bateu) fez um golaço.

Robinson Klaesius

Seria muito trágico se não fosse extremamente cômico!
Não me diga que você sente muito, nem que você se importa com alguma coisa que esteja um milímetro longe do seu umbigo, porque eu te conheço.
Você gosta, e pior que gostar... você usufrui de tudo o que eu te devoto, você goza de toda a minha dor pra se sentir poderoso e especial, você provoca o melhor e o pior de mim porque sabe que é uma das únicas pessoas que consegue ter os dois sem que eu me esforce.
Você é covarde!
Covarde porque não toma a atitude de me deixar em paz. Não, é bem mais legal ficar me procurando e me torturando, e me fazendo demonstrar cada centímetro desse amor maluco que por alguma razão completamente indefinida eu sinto por você.
Engraçado, engraçado até que ponto as pessoas chegam pra satisfazerem seu ego, elas deixam de lado o respeito pelo ser humano, pisam nas cabeças alheias, e tudo isso pra se sentirem bem.
Não se sinta orgulhoso, você é só mais um na estatística... estatística daqueles que estão na fila pra colherem o que plantaram.

Deus sabe que eu tento. Eu te ofereço o meu melhor, eu te dou o meu sorriso pra você sorrir, eu viro o mundo do avesso atrás daquilo que você quer, e você faz o quê? Você ri, me esnoba, e fala horrores quando lhe é conveniente... talvez seja essa a palavra... CONVENIÊNCIA! Você é totalmente conveniente aos seus caprichos, não dá um ponto sem nó, tudo pra me manter por perto, tudo pra alimentar a minha ilusão de um dia você voltar pra mim.
E mais uma vez, você é covarde!

Eu te pergunto, onde está a pessoa pela qual eu me apaixonei? Alguém sabe onde o tal querido foi parar, porque na boa, não pode ser você!
Onde está a pessoa que me dava colo, carinho, secava meu pranto e dizia que nunca me deixaria? Onde foi parar?
Eu nem sei mais quem você é, porque aquele querido de antes, jamais suportaria me ver sofrer, e esse de hoje, aproveita, pinta o sete, se esbalda em todo o amor não recíproco que eu o devoto, me dando em troca sua covardia.
Claro que é covardia, porque você me liga quase todos os dias, e dá corda pra todos os meu caprichos, e faz tudo o que eu peço, e ainda é tão previsível como as novelas da Globo, porque você gosta de alimentar todos esses sentimentos em mim. É bom, gostoso, te dá prazer... acho que a mim também daria... ver um alguém que você julga como qualquer rastejando em busca da sua atenção. É poder se sentir o Zeus do pedaço, o Gianechinni do momento, a espécie em extinção, é assim que você se sente ao meu lado. E eu? Eu me sinto a criança pobre olhando o brinquedo caro, a escravinha zulu que só aparece no fundo, o palhaço na festa de gala, eu me sinto algo, porque alguém já teria mudado de postura. Mas eu não, eu continuo lá, tenho que te culpar? Não! Tenho que culpar a mim mesma por esquecer que ser feliz não tem nada a ver com injustiça e dor. Mas eu sou a que vai deitar no chão pro senhorzinho passar por cima e não sujar os pés. Vai, toma na sua cara então, sofra, chore, problema seu. É assim que você e mais meio mundo pensa, a respeito dos idiotas amantes como eu.

E eu faço o quê? Corro atrás de tudo o que você quer, te dou toda a atenção do mundo, tiro de mim pra te dar, maravilha! Mas aí não dá certo e eu mudo de tática...
Aí eu tento me afastar mas você não deixa, eu fico quieta mas você puxa assunto, eu vou pra um lado e você vai pro mesmo lado, eu desligo o celular e você surge no msn, eu me abstenho das palavras e você me provoca. MUDO DE PAÍS ENTÃO?
Mudo de vida? De corpo? De modos? Deixo de acreditar em tudo que eu acreditei a vida toda porque você não me dá saídas, você não me alivia, não me dá sossego! E quando não está por perto, sou eu quem fico me torturando com tudo o que você falou e fez.
Bacana! Aí eu saio o final de semana inteirinho, e me mantenho não tão sóbria pra esquecer da sua existência na face da Terra... aí sabe o que eu sou? ERRADA!
Aí eu saio com qualquer um, e sou a pessoa mais fria do mundo, e sabe o que eu sou mais uma vez? ERRADA!
Aí eu fico em casa, e tudo o que eu sei fazer é ficar brava, comendo ou lembrando de você, e sabe o que eu sou só para não variar? ERRADA!
Aí eu tento estudar e fico vendo as lições que fizemos juntos, ou não entendo sobre aquele exercício que você fez com a maior facilidade e penso em te perguntar depois e claro que eu sou ERRADA!

Sou errada se amo, errada se odeio, errada se te deixo de lado, errada se sigo meu coração. Olha, manda assinar o óbito, porque então não tem jeito.

No final das contas, sobra eu contra eu mesma, perdendo o sono, a fome e ganhando rugas no rosto.
Enquanto você deita e dorme tranquilo.
Dorme tranquilo? Será?
Porque o tempo... aaah, o tempo dá tempo a tudo, e coloca tudo no lugar.
E o que é seu, tá bordado a ouro!

Meu amor, minha vida, meu Ken da 25 de março, eu te digo a mesma frase há um ano... eu não desejo o mal pra você, eu desejo que você tenha tudo aquilo que você merece, e isso, não cabe a mim julgar.
Mas o tempo vai dizer, o destino há de ser e quem viver verá!

Joice Camargo

O amor é algo irônico, que às vezes chega até ser cômico. E por mais que eu tente, nunca entenderia mesmo quais as razões. Quase que subliminares pra alguém lutar tanto pelo amor de uma pessoa só para desprezá-lo. Por que tem gente que rejeita algo que pode ser tão lindo e tão imensamente intenso e gostoso como o amor. É difícil entender que algumas pessoas, simplesmente preferem ser ímpar dividido e simplificado, sozinho, singular. é tão bom somar, é tão bom ser plural... Ser Mais é tão bom. O diminutivo é chato, é depressivo, é tristeza e solidão. Pra que tão pouco? Pra que solidão? Se a felicidade da vida é o amor que agente dá e o carinho que recebemos, a paixão que vivemos e as pessoas que estimamos, é tudo com plural, é tudo que se soma...

Julia Caroline

Sabe o que é triste, trágico e cômico? - É você pensar que uma pessoa é sua amiga, que quer seu bem, quando na verdade, ela quer lhe ver sofrer e chorar. - Ao mesmo tempo, em que, você pensa que, outra pessoa é sua inimiga, quando na verdade, ela quer lhe ver feliz e sorrindo verdadeiramente.

Gil Nunes

Eu não sei mais nada sobre você e nem você sobre mim, poderia ser cômico se não fosse triste; Durante os dias me pego pensando sobre a vida e lembro dos nossos momentos juntos, mesmo que não faça mais sentido, alias o único sentido é eu ter ido embora sem mágoa, consequentemente sem você e infelizmente sem mim também.

Gustavo Cardi

Não foi triste, foi cômico. Foram correrias dentro de casa, e segredos espalhados para minha prima (já que sou filha única). E ela só conseguia dizer que um dia ele iria voltar. E de fato, voltou para onde nunca deveria ter saído. Voltou para aquela vidinha, para aquele inferninho. E eu não estou mais nem aí para ele. Nem para os três anos que vão se apagar daqui um tempo. Não estou mais nem aí para os problemas dele, e nem para os meus. Só quis embora daquilo que me fez mal, e não acho errado. Achei certo, e pela primeira vez me comportei conforme queria. Me comportei como precisava. Não bebi para esquecer, nem ao menos quis ser mais cool para que ele voltasse.

Layla Péres

"Hahaha... chega a ser cômico o quanto a vida é difícil e fácil de ser viver ao mesmo tempo, às vezes nós mesmo colocamos uma dificuldade onde não existe e talvez nunca irá existir. Muitas vezes gosto de comparar minha vida de hoje com a de anos atrás para ver que realmente as dificuldades são difíceis mas que valeu apena cada momento de angustia, tristeza e que isso apenas serviu para fazer com que eu curta cada momento de uma vez e ter certeza que minha vida é muito mais valiosa que eu possa imaginar.

Jouarlayne Garcia

Acho ridículo, além de cômico, essa "peregrinação" dos deputados pelo interior do Estado para "conhecerem" os efeitos da seca. Será que algum paraibano não sabe da situação que vivem, ao longo de muitos anos, os nossos irmãos sertanejos e caririzeiros??? Santa paciência!!! Coloquem em minhas mãos a verba destinada aos estádios recém inaugurados de Porto Alegre, Belo Horizonte e Fortaleza, que eu resolvo o problema. #Hipócritas

Rangel Neto

Seria cômico se não fosse trágico. A gente ri dos nossos próprios erros. Ri da nossa besteira, da nossa incompetência de aceitar a calmaria da vida e continuar insistentemente fazendo besteiras. A gente vê nas músicas menos obvias toda a nossa história e compartilha isso pra não sufocar dentro de cada tom suave delas. Compartilha as dores como se fossem histórias de quinta série, tão natural. Só que a gente ri tanto do nosso mesmo sofrimento, que quando percebe ele, dói. O silêncio da madrugada rasga toda a paz e o amor morno, esquenta, ferve tanto que falta explodir e lagrima pouca é besteira. E a gente continua a rir, e todo mundo crer em nossa felicidade plena, sem (des)amor e uma aparente felicidade unificada a goles a mais de cerveja. E a verdade está muito além dos olhos, porque da nossa alma, do nosso coração, nós sabemos e é um lugar onde não é qualquer um que pode alcançar.

Raileza