Terça-feira

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Você não notou,mas naquela tarde fria de uma terça-feira rotineira,te peguei me olhando,enquanto me acomodava ao teu lado,com a cabeça em seu braço,minha mão na sua,minhas pernas entre as tuas,fazia trejeitos de menina dengosa,para que você me notasse,meus olhos fechados enxergavam seu sorriso belo e largo encarando meu rosto e meus movimentos delicados,quando abri os olhos me cobriu de carinho e desejo,me presenteou com beijos,apertos,e mãos maliciosas,na tentativa de te ter,te sentir,me entreguei quase que sem medo algum a tua loucura,semelhante a minha insanidade,meu moreno,meu nego,me fere,com seu fogo,me tatea com desejo,me beija com apresso,assim se fez o melhor momento já vivido em intimidade por mim,será normal te querer aqui a todo o momento,te desejar sempre que lembro do teu beijo,com gosto de menta e da erva que nós gostamos,ao acabar você me encara sorrindo,me olha nos olhos,coloco minha mão em seu rosto,passeio com meus dedo em toques delicados,finos,quer percorrem tua pele escura,teus lábios teus olhos,tua expressão leve me trouxe paz,seus olhos fechados mostravam uma tal calma,que me alegrou ...me satisfez

ShauanaDaSilva

Mohzinha terça-feira valterneres

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"O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender."

Martha Medeiros

A Carta
É assim, uma terça-feira de maio quero rever o iniciar histórico brasileiro a partir do nascimento, como tal o registro é do ilustre País. Todo nascer quer saber quem são os pais e aqui este encontro são da cultura européia portuguesa e a indígena onde o aproximar do texto ordenado pressupõe que há ‘comicio-mezzo-finito’. Na sensação do amanhecer quando após a vígilia noturna o inconsciente frenético do dia revejo que ler-reler um documento histórico que estava guardado na Torre de Tombo, Portugal. Antes a sensatez remete para o saber sobre o escritor. Há literatos que conduz às leituras esparsas e há pouco registro sobre a vida desse português da cidade do Porto, de família burguesa, que ocupou duas funções a de Mestre da Balança doc. Régio de 8/3/1476 e de Escrivão da frota de Cabral, Pedro Álvares. A Carta de Vaz de Caminha é A Carta de Achamento do Brasil datada de 1° de Maio de 1500. A narrativa sobre a descoberta de uma nova Terra com ares frios e temperados como os de ‘Entre-Doiro e Minho’, águas infindas, solo imenso, arvoredos, palmeiras, montanhas, rios, pássaros, mar, praia, os primeiros habitantes de cabelos corredios, tosqueados, com cordões adornando braços, cabeça, dialetos, o arvorar da Cruz elevando o Deus e de joelhos em comunhão onde a Santa Missa junto ao altar, o Evangelho envolve de maior devoção porque é aqui o iniciar desse lugar o Descobrimento do Brasil o 22 de Abril de 1500, permeia o prelúdio e o desenvolver das Terras Brasilis. Sempre faz muito bem se informar e rever sentidos e significados de um povo, porque descobre o entender mais diversificado da cultura e da educação. Assim nasce a literatura brasileira a partir de 1500 com a carta de Pero ao Rei Dom Manuel relatando essas belezuras todas por cá. Entre 1500-1601 Bento Teixeira publica o poemeto épico Prosopopéia – formação e origens, de acordo com os padrões literários medievais e renascentistas, surgindo também o Quinhentismo esta uma atividade literária da Companhia de Jesus de regra geral uma intenção doutrinária pedagógica inserida na Coreografia Brasílica por Manuel Aires do Casal estampada – publicada no Rio de Janeiro em 19 de janeiro de 1773 por habilidade e competência catalográfica de José de Seabra da Silva. Outros historiadores como Sérgio Buarque de Holanda com seu livro Raízes do Brasil, Boris Fausto e a Formação do Povo Brasileiro, O Caráter do Brasileiro do professor Dante Moreira Leite e tantos outros são deleites literários para nos compreender. A literatura jesuítica se dissiminou grandemente por volta de 1549 com Tomé de Souza primeiro governante da Capitania onde os Colégios da Cia se instalaram no Rio de Janeiro, Bahia e Pará. Penso, releio, relembro quanto distanciamento entre a cultura tradicionalista e a contemporânea, da educação cristã, porque se desfazer tanto para com as gerações de vinte anos presentes e vindouras em acessar esse tesouro diversificado e fundamental em nossas vidas onde a literatura impressa nos livros, revistas, nos bancos de dados através de um ferramental poderoso e necessário que é o computador, a internet onde se disponibiliza informações e conhecimentos tão relevantes e precisos para o desenvolvimento de nossa gente, da Nação. E daí, vai e volta, porque países desenvolvidos têm a sua literatura tão enraizada, tão intrínseca, desenvolvida e desenvolvimentista em tecnologias, na educação básica e técnica, mas jamais deixando as suas danças folclóricas e populares, as obras de artes, as músicas, os trajes típicos, as comidas, os jardins, as flores tais com tulipas, orquídeas, avencas, os animais, as riquezas de solos, enfim tudo é tão preservado, conservado e cultivado com muito carinho e felicidade esta habitante da Alma que oxigena o Espírito. Então governantes, professores, sociedade o currículo das escolas é uma condição para um aprendizado, mas cultura se faz no dia a dia, porém as nossas gerações precisam de orientações multidisciplinares com políticas constantes e ininterruptas de leituras onde as artes como teatro, cinema, pintura, artesanato, faz um diversificar intelectual pensante desde criança e que dura uma existência, assim pode-se aspirar e vivenciar que somos educadores globalizados.

Bindes - Fá - Leitora