Terça-feira

Cerca de 47 frases e pensamentos: Terça-feira

Segunda feira acordo bem cedo para pensar que na terça feira tenho que imaginar a quarta feira sem fazer nada, para encarar a quinta feira descansando, porque sexta feira é dia de planejar o que não fazer no sábado que é véspera de domingo, e que domingo deve ser reservado para pensar no que fazer na segunda feira

Acir Mandello

Terça feira

Vamos tecer uma terça de alegrias com os fios dourados do otimismo! (outros bons fios se entrelaçam e se ajustam).

Rayme Soares

terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Esse caminho pelo qual sempre ando
Rumo a que não sei
Volta-se e olho para trás
Nunca saberei o que há pela frente
Levo em minha bagagem
Além de sonhos
Decepções
Medos
Ilusões
E muita esperança, sim, isso, Esperança...
Olho á frente e o destino nunca chegam
Ando , ando , ando e não te encontro
Nem mesmo a mim...
Acho que andei me perdendo entres as horas
Minutos
Segundos
Anos de busca
Em busca da felicidade
Ao encontro de uma verdade
Á cidade dourada
Mito e sonho misturados em minha simples contemplação
Simplesmente sigo
Rumo a que, não sei...
Mas chegarei, nisso consiste minha certeza em caminhar...


Letícia Andrea Pessoa

Letícia Andrea Pessôa

! Vejo !

Vejo o sucesso da margem, da beira, e ainda é terça feira,
Na viagem eterna que vivo,
Venero minha loucura e lastimo minha lucidez,
Será agora minha vez? será mais uma embriaguez?
Em pleno expediente, será que sou doente.?
Será?
Serro o mal e encerro tal tom , tal timbre, algelical e funebre breve,
Mais uma vez se tenta o que não se deve...
Delirio de febre, ai se fosse lebre leve..
Disparava a correr longe de morrer,
Isso se eu tivesse coragem de deixar o prazer!

Renato Broz (O Dom Quixote pós moderno)

Em plena terça-feira com programação fechada para o FDS. Isso se chama síndrome de peru.

Dani Leão

"O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender."

Martha Medeiros

A Carta
É assim, uma terça-feira de maio quero rever o iniciar histórico brasileiro a partir do nascimento, como tal o registro é do ilustre País. Todo nascer quer saber quem são os pais e aqui este encontro são da cultura européia portuguesa e a indígena onde o aproximar do texto ordenado pressupõe que há ‘comicio-mezzo-finito’. Na sensação do amanhecer quando após a vígilia noturna o inconsciente frenético do dia revejo que ler-reler um documento histórico que estava guardado na Torre de Tombo, Portugal. Antes a sensatez remete para o saber sobre o escritor. Há literatos que conduz às leituras esparsas e há pouco registro sobre a vida desse português da cidade do Porto, de família burguesa, que ocupou duas funções a de Mestre da Balança doc. Régio de 8/3/1476 e de Escrivão da frota de Cabral, Pedro Álvares. A Carta de Vaz de Caminha é A Carta de Achamento do Brasil datada de 1° de Maio de 1500. A narrativa sobre a descoberta de uma nova Terra com ares frios e temperados como os de ‘Entre-Doiro e Minho’, águas infindas, solo imenso, arvoredos, palmeiras, montanhas, rios, pássaros, mar, praia, os primeiros habitantes de cabelos corredios, tosqueados, com cordões adornando braços, cabeça, dialetos, o arvorar da Cruz elevando o Deus e de joelhos em comunhão onde a Santa Missa junto ao altar, o Evangelho envolve de maior devoção porque é aqui o iniciar desse lugar o Descobrimento do Brasil o 22 de Abril de 1500, permeia o prelúdio e o desenvolver das Terras Brasilis. Sempre faz muito bem se informar e rever sentidos e significados de um povo, porque descobre o entender mais diversificado da cultura e da educação. Assim nasce a literatura brasileira a partir de 1500 com a carta de Pero ao Rei Dom Manuel relatando essas belezuras todas por cá. Entre 1500-1601 Bento Teixeira publica o poemeto épico Prosopopéia – formação e origens, de acordo com os padrões literários medievais e renascentistas, surgindo também o Quinhentismo esta uma atividade literária da Companhia de Jesus de regra geral uma intenção doutrinária pedagógica inserida na Coreografia Brasílica por Manuel Aires do Casal estampada – publicada no Rio de Janeiro em 19 de janeiro de 1773 por habilidade e competência catalográfica de José de Seabra da Silva. Outros historiadores como Sérgio Buarque de Holanda com seu livro Raízes do Brasil, Boris Fausto e a Formação do Povo Brasileiro, O Caráter do Brasileiro do professor Dante Moreira Leite e tantos outros são deleites literários para nos compreender. A literatura jesuítica se dissiminou grandemente por volta de 1549 com Tomé de Souza primeiro governante da Capitania onde os Colégios da Cia se instalaram no Rio de Janeiro, Bahia e Pará. Penso, releio, relembro quanto distanciamento entre a cultura tradicionalista e a contemporânea, da educação cristã, porque se desfazer tanto para com as gerações de vinte anos presentes e vindouras em acessar esse tesouro diversificado e fundamental em nossas vidas onde a literatura impressa nos livros, revistas, nos bancos de dados através de um ferramental poderoso e necessário que é o computador, a internet onde se disponibiliza informações e conhecimentos tão relevantes e precisos para o desenvolvimento de nossa gente, da Nação. E daí, vai e volta, porque países desenvolvidos têm a sua literatura tão enraizada, tão intrínseca, desenvolvida e desenvolvimentista em tecnologias, na educação básica e técnica, mas jamais deixando as suas danças folclóricas e populares, as obras de artes, as músicas, os trajes típicos, as comidas, os jardins, as flores tais com tulipas, orquídeas, avencas, os animais, as riquezas de solos, enfim tudo é tão preservado, conservado e cultivado com muito carinho e felicidade esta habitante da Alma que oxigena o Espírito. Então governantes, professores, sociedade o currículo das escolas é uma condição para um aprendizado, mas cultura se faz no dia a dia, porém as nossas gerações precisam de orientações multidisciplinares com políticas constantes e ininterruptas de leituras onde as artes como teatro, cinema, pintura, artesanato, faz um diversificar intelectual pensante desde criança e que dura uma existência, assim pode-se aspirar e vivenciar que somos educadores globalizados.

Bindes - Fá - Leitora