Terça-feira

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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008
Salvando o mundo

Você não pode acolher todas as pessoas em teus braços. Não pode desejar salvar o mundo sozinho. E também não pode ater-se em tentar salvar uma pessoa todas as vezes que ela quiser colocar a mão no fogo.
Algumas pessoas só aprendem quando se queimam, e neste momento aprendem a desviarem-se do fogo sozinhas, sem ser necessário que te preocupes com elas.
Claro, que é muito bom ajudar as pessoas, mas nos incêndios que assolam nosso mundo, nossas vidas, deixar que cada um faça a sua parte implica em deixar que cada um cuide de si, também.
Alguém precisa ser capaz de levantar para permitir que você possa estender a mão a outro, e à medida que as pessoas vão levantando, você deixa de ter uma preocupação para ganhar um aliado.

Augusto Branco

Terça-Feira Gorda

De repente ele começou a sambar bonito e veio vindo para mim. Me olhava nos olhos quase sorrindo, uma ruga tensa entre as sobrancelhas, pedindo confirmação. Confirmei, quase sorrindo também, a boca gosmenta de tanta cerveja morna, vodca com coca-cola, uísque nacional, gostos que eu nem identificava mais, passando de mão em mão dentro dos copos de plástico. Usava uma tanga vermelha e branca, Xangô, pensei, Iansã com purpurina na cara, Oxaguiã segurando a espada no braço levantado, Ogum Beira-Mar sambando bonito e bandido. Um movimento que descia feito onda dos quadris pelas coxas, até os pés, ondulado, então olhava para baixo e o movimento subia outra vez, onda ao contrário, voltando pela cintura até os ombros. Era então que sacudia a cabeça olhando para mim, cada vez mais perto.

Eu estava todo suado. Todos estavam suados, mas eu não via mais ninguém além dele. Eu já o tinha visto antes, não ali. Fazia tempo, não sabia onde. Eu tinha andado por muitos lugares. Ele tinha um jeito de quem também tinha andado por muitos lugares. Num desses lugares, quem sabe. Aqui, ali. Mas não lembraríamos antes de falar, talvez também nem depois. Só que não havia palavras. havia o movimento, a dança, o suor, os corpos meu e dele se aproximando mornos, sem querer mais nada além daquele chegar cada vez mais perto.

Na minha frente, ficamos nos olhando. Eu também dançava agora, acompanhando o movimento dele. Assim: quadris, coxas, pés, onda que desce, olhar para baixo, voltando pela cintura até os ombros, onda que sobe, então sacudir os cabelos molhados, levantar a cabeça e encarar sorrindo. Ele encostou o peito suado no meu. Tínhamos pêlos, os dois. Os pêlos molhados se misturavam. Ele estendeu a mão aberta, passou no meu rosto, falou qualquer coisa. O quê, perguntei. Você é gostoso, ele disse. E não parecia bicha nem nada: apenas um corpo que por acaso era de homem gostando de outro corpo, o meu, que por acaso era de homem também. Eu estendi a mão aberta, passei no rosto dele, falei qualquer coisa. O quê, perguntou. Você é gostoso, eu disse. Eu era apenas um corpo que por acaso era de homem gostando de outro corpo, o dele, que por acaso era de homem também.

Eu queria aquele corpo de homem sambando suado bonito ali na minha frente. Quero você, ele disse. Eu disse quero você também. Mas quero agora já neste instante imediato, ele disse e eu repeti quase ao mesmo tempo também, também eu quero. Sorriu mais largo, uns dentes claros. Passou a mão pela minha barriga. Passei a mão pela barriga dele. Apertou, apertamos. As nossas carnes duras tinham pêlos na superfície e músculos sob as peles morenas de sol. Ai-ai, alguém falou em falsete, olha as loucas, e foi embora. Em volta, olhavam.

Entreaberta, a boca dele veio se aproximando da minha. Parecia um figo maduro quando a gente faz com a ponta da faca uma cruz na extremidade mais redonda e rasga devagar a polpa, revelando o interior rosado cheio de grãos. Você sabia, eu falei, que o figo não é uma fruta mas uma flor que abre pra dentro. O quê, ele gritou. O figo, repeti, o figo é uma flor. Mas não tinha importância. Ele enfiou a mão dentro da sunga, tirou duas bolinhas num envelope metálico. Tomou uma e me estendeu a outra. Não, eu disse, eu quero minha lucidez de qualquer jeito. Mas estava completamente louco. E queria, como queria aquela bolinha química quente vinda direto do meio dos pentelhos dele. Estendi a língua, engoli. Nos empurravam em volta, tentei protegê-lo com meu corpo, mas ai-ai repetiam empurrando, olha as loucas, vamos embora daqui, ele disse. E fomos saindo colados pelo meio do salão, a purpurina da cara dele cintilando no meio dos gritos.

Veados, a gente ainda ouviu, recebendo na cara o vento frio do mar. A música era só um tumtumtum de pés e tambores batendo. Eu olhei para cima e mostrei olha lá as Plêiades, só o que eu sabia ver, que nem raquete de tênis suspensa no céu. Você vai pegar um resfriado, ele falou com a mão no meu ombro. Foi então que percebi que não usávamos máscara. Lembrei que tinha lido em algum lugar que a dor é a única emoção que não usa máscara. Não sentíamos dor, mas aquela emoção daquela hora ali sobre nós, eu nem sei se era alegria, também não usava máscara. Então pensei devagar que era proibido ou perigoso não usar máscara, ainda mais no Carnaval.

A mão dele apertou meu ombro. Minha mão apertou a cintura dele. sentado na areia, ele tirou da sunga mágica um pequeno envelope, um espelho redondo, uma gilette. Bateu quatro carreiras, cheirou duas, me estendeu a nota enroladinha de cem. Cheirei fundo, uma em cada narina. Lambeu o vidro, molhei as gengivas. Joga o espelho no mar pra Iemanjá, me disse. O espelho brilhou rodando no ar, e enquanto acompanhava o vôo fiquei com medo de olhar outra vez para ele. Porque se você pisca, quando torna a abrir os olhos o lindo pode ficar feio. Ou vice-versa. Olha pra mim, ele pediu. E eu olhei.

Brilhávamos, os dois, nos olhando sobre a areia. Te conheço de algum lugar, cara, ele disse, mas acho que é da minha cabeça mesmo. Não tem importância, eu falei. Ele falou não fale, depois me abraçou forte. Bem de perto, olhei a cara dele, que olhada assim não era bonita nem feia: de poros e pêlos, uma cara de verdade olhando bem de perto a cara de verdade que era a minha. A língua dele lambeu meu pescoço, minha língua entrou na orelha dele, depois se misturaram molhadas. Feito dois figos maduros apertados um contra o outro, as sementes vermelhas chocando-se com um ruído de dente contra dente.

Tiramos as roupas um do outro, depois rolamos na areia. Não vou perguntar teu nome, nem tua idade, teu telefone, teu signo ou endereço, ele disse. O mamilo duro dele na minha boca, a cabeça dura do meu pau dentro da mão dele. O que você mentir eu acredito, eu disse, que nem na marcha antiga de Carnaval. A gente foi rolando até onde as ondas quebravam para que a água lavasse e levasse o suor e a areia e apurpurina dos nossos corpos. A gente se apertou um conta o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tão simples, tão clássico. A gente se afastou um pouco, só para ver melhor como eram bonitos nossos corpos nus de homens estendidos um ao lado do outro, iluminados pela fodforescência das ondas do mar. Plâncton, ele disse, é um bicho que brilha quando faz amor.

E brilhamos.

Mas vieram vindo, então, e eram muitos. Foge, gritei, estendendo o braço. Minha mão agarrou um espaço vazio. O pontapé nas costas fez com que me levantasse. Ele ficou no chão. Estavam todos em volta. Ai-ai, gritavam, olha as loucas. Olhando para baixo, vi os olhos dele muito abertos e sem nenhuma culpa entre as outras caras dos homens. A boca molhada afundando no meio duma massa escura, o brilho de um dente caído na areia. Quis tomá-lo pela mão, protegê-lo com meu corpo, mas sem querer estava sozinho e nu correndo pela areia molhada, os outros todos em volta, muito próximos.

Fechando os olhos então, como um filme contra as pálpebras, eu conseguia ver três imagens se sobrepondo. Primeiro o corpo suado dele, sambando, vindo em minha direção. Depois as Plêiades, feito uma raquete de tênis suspensa no céu lá em cima. E finalmente a queda lenta de um figo muito maduro, até esborrachar-se contra o chão em mil pedaços sangrentos.

Caio Fernando de Abreu

Infelizmente, eu não queria fazer isso!!!
Mas, vc provocou. Até terça -feira, uma intimação será entregue na sua casa, para vc comparecer em uma delegacia próxima e depor pelo crime de esquecimentos alheios.
No artigo 1.978 do parágrafo 19, a lei do ORKUT de 2001, sob o direito que qualquer amigo de sua lista, não cumprindo a determinação de deixar um recado na sua página de no mínimo 3 dias, fará justo ao descomprimento da lei, com pena de min 5 anos e max 10 anos. Contrate um bom advogado porque não estou de brincadeira!!! (kkkkkk) vc me abandonou. Mas, querendo que eu tire a queixa, é só mandar um recado que eu mando cancelar a intimação.
rsrsrsrrsrsrs BJIM

desconhecido

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

Caio Fernando Abreu

Segunda-feira .. sempre passa e sempre haverá uma terça-feira com um lindo céu azul com poucas nuvens.

Adriano Soares

Uma Carta de suicídio.


Terça-feira, 22 de abril do ano de 2011, são absolutamente 00:00 horas, e eu estou aqui, decidida a acabar com a minha dor, eu não queria ter que acabar com a minha vida junto com a dor, mas não encontrei outra solução. Há quatro meses atrás, perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida, e depois disso comecei a perder tudo, perdi o que tinha de mais valoroso, perdi o amor, eu perdi absolutamente tudo o que tinha, e até o que não tinha. Não tenho sinceras desculpas quanto a tudo isso, minha vida tá um caos, todos os dias, pessoas entram e saem da minha vida, não dizem adeus, elas simplesmente se vão… Eu sofro cada vez mais a cada partida, eu não suporto mais sofrer, eu tenho pensamentos absurdos, e cheguei a tal conclusão do suicídio, eu não sei dizer uma definição certa, eu não tenho um motivo tão óbvio para isto, eu só não suporto mais, desabei, caí, fraquejei… Não aguento mas e quero dar um basta nisso… Sabe aquele momento que você olha em todas as direções, vê multidões de pessoas, mas você está só, em meio a multidão. Eu gritava, ninguém me ouvia, eu chorava e ninguém enxugava minhas lágrimas, nem sequer perguntavam como eu estava, apenas me ignoravam, era como se eu não existisse… Por dias comecei a acreditar que eu fosse só um fantasma, uma alma penada, perambulando pela terra, sem rumo, sem chão, sem um propósito de vida. Então tomei essa decisão, sei que muitos irão me julgar, me mandarão ir ao inferno, mas eu não sei o que vai ser de mim daqui pra frente, não sei para onde vou, eu não sei nem aonde eu estou nesse absoluto momento, eu por diversas vezes tentei firmar meus pés no chão, mas era como se eu estivesse me afogando, procurando terra onde não tinha… Então, chegou a minha hora. Peço desculpa a todos, não pude significar nada na vida de ninguém… Agora minha alma caminha livre, calma até o infinito até o além… Até o eu sei lá para onde… Como meu último pedido, peço que escrevam em minha sepultura, essa pequena frase: ” Aqui descansa eternamente aquela que nunca soube o real motivo da sua existência, que nunca soube o valor que tinha sua vida

Laila Menezes

Nostalgia

Sei que em uma tarde ensolarada de terça-feira, daqui talvez uns 30 anos, sentirei saudades destas paredes tão silenciosas que assistem o meu adormecer há anos. Não minto quando afirmo que reclamarei a falta do aroma dos lençóis que agora me cobrem, lavados pelas mãos da minha mãe, assim como do travesseiro que a tanto tem sido feito de lenço de seda, nos momentos em que as lágrimas não podem ser contidas e caem como tempestades no final de um dia quente.
Não sou capaz de descrever o que despertou tal desejo de perceber o meu cotidiano, talvez no fundo, inconscientemente até o saiba, mas arrisco dizer que há uma grande chance que a causa deste olhar manso e amoroso pelo o que me cerca, por tudo o que está ao alcance das minhas mãos, esteja intrinsecamente relacionado ao tempo, pois ultimamente tenho pensado muito nele.
Às vezes, fico sentada na escada observando os cabelos brancos dos meus pais, que não me deixam esquecer que não sou mais aquela criança (por mais que deseje voltar a sê-la), e não posso negar que sinto medo do ponteiro do relógio que corre, dia após dia, noite após noite, sem parar por um único instante. È fato, todos nós estamos envelhecendo, dormimos mais novos e acordamos mais velhos, mas tenho a impressão que está passando tão rápido.
Parece que foi ontem que fiz dezoito anos, e agora, falta pouco para ter mais de um quarto de uma década; envelhecer não me assusta se de repente me olhar no espelho e ver uma linha riscando a minha face vou entender que são as marcas dos dias já vividos tomando forma, diante de mim; o que me apavora na realidade é o medo do que ficará para trás, do que poderá não seguir comigo, do que deverei deixar e de um dia acordar e ter certeza algumas coisas não voltaram jamais.
Dizem que não se deve pensar no futuro, mas talvez seja necessário, para podermos dar mais valor ao presente, e é isto o que estou fazendo, presto atenção a cada detalhe, não me canso de olhar as velhas paisagens, porque sei que hora ou outra, elas irão desaparecer, e só poderei as reconstruir nas entrelinhas da minha memória.
È de extrema importância valorizarmos todas as coisas, por mais simples que sejam, antes de perdê-las, como também não devemos viver no temor do que há de vir, e do que será, em detrimento do presente, nós só podemos optar por um dos verbos, o presente ou o passado.

Tatiane Moresi

Terça feira, 06 de fevereiro de 2007-02-05

Eu tentei o Adeus, varias vezes mas não consegui
Pq nós andávamos na mesma direção para que nunca pudéssemos nos separar, mas se separamos
Dizem que se vc ama alguém então tem que libertá-lo, eu nom acho
eu preferiria viver preso à vc do que viver nessa dor e miséria, mas vc me libertou, ou melhor fez com que eu me libertar-se

Dizem que o tempo vai fazer com que tudo isso vá embora, pura ilusão o mesmo tempo que tomou meus amanhãs e transformou em ontem....
Mais uma vez esse sol nascente está se pondo
E mais uma vez vc, meu amigo não pode ser encontrado, pq vc não quer ser encontrado, paciência...

E é tão difícil de se fazer mas tão fácil de se falar
Mas as vezes vc só tem que ir embora....
Ir embora
Seguir seu rumo, seu destino, pq não suas vontades...
Eu sei me virar do meu jeito , fugindo, acreditando em ilusões, acreditando na loucura da minha mente insana, mas isso é a minha forma de esquecer, e quer saber de uma coisa, isso funciona....

Gustavo André

Foi numa dessas tardes de terça-feira que soltei a coleira do meu pensamento e deixei ele rever a saudade.

Thalita B.

Bom Dia Terça-feira!
Entra por favor e despeja
aquela chuva de bençãos
nas nossas vidas, renova
nosso ânimo, nossa força,
nossa fé e a nossa esperança.

Priscilla Rodighiero

Exatamente as 6:30 da manhã de terça-feira, o despertador interompe o silêncio com seu alarme, que no mesmo instante me leva a abrir meus olhos, então eu me apoio sobre a cama, com meu corpo relaxado, e sobre minhas fronhas, encharcadas por meu suor, repousa um fio de cabelo longo e castanho. Eu me levanto, sigo a cozinha, pego uma caneca com café, sento em minha poltrona, pego o meu not, passo minhas mãos sob meu rosto, e esfrego os meus olhos.
De derrepente, soa a campanhia, como eu já tinha em mente quem seria, destranquei a porta e disse que pudesse entrar, e ela então entrou, resplandecendo toda a sua beleza, e com um sorriso lindo, que chegava a refletir sobre o vidro da minha janela, seus olhos castanhos e cabelos claros, que me deixava alucinado.
Ela sentou-se ao meu lado, e seus lábios expressaram todo o ponto de vista, que era levado até ali, e não deixava nem um de nós felizes. Lhe abracei, suas lágrimas então escorreram sobre o meu peito, tão quentes. Eu amaciava os seus cabelos, lindos e cheirosos, então eu ergui a sua cabeça, sussurrei, tranquilamente em seus ouvidos, minha boca foi em direção a dela e meus lábios a beijaram sentindo o salgado das lágrimas dela.
O amor tomava conta de nós, assim como os lábios dela tomaram conta dos meus, nossos corpos se entrelassavam, e uma corrente de suor se produzia e mantinha nossos corpos grudados, aquilo era muito gostoso, que resultaria em mais um fio de cabelo, grudado em meus lençóis. Meus lábios contornavam os seus seios, e minhas mãos percorriam a extensão do seu corpo, aquilo era um momento somente nosso, e além de ser somente nosso, era algo que não podia em hipótese mão esquerda, e é claro, a outra que compatia com o par, não era minha.
Nosso amor, era algo completamente escondido, ninguém aceitaria, e eu a amava, nós dois nos alguma acontecer, na visão das outras pessoas, pelo fato de uma aliança dourada pesar no dedo de sua amáva-mos, e isso feria a alma, principalmente a dela, como ela seria feliz dessa maneira?
A separação com o marido, era algo que estava construído na mente dela, que se enganou, quando aceitou o pedido de casamento dele. Ela pensava que amava, quando a mente imatura decidiu, era algo que estava na hora de resolver, mas como?
Poderia ser tratado como inaceitável aos olhos de todos, que nem sempre sabem dar sentido as coisas. Seria fora de controle, mas era preciso, tería-mos que de alguma forma enfrentar a sociedade, e mostrar o que não era proibido.
Ela olhando em meus olhos começou a chorar. Suas lágrimas eram de dor, a dor de não amar quem dividia sua cama.
Olhei para ela e falei: "De fato não é certo nossos corpos se encontrarem enquanto esta aliança simbolizar o compromisso com outro alguém. Não é certo antes de tudo com nós mesmos, com nossos corações e tão pouco com o amor que vem daquele que lhe chama de esposa."
Porém, ela também não devia estar com quem seu coração não escolheu, com alguém que lhe fosse obrigada beijos falsos dar, carinho mediano oferecer e amor mentiroso jurar.
- "Temos que tomar uma decisão" - Falei. - "Não temos mais como fugir do inevitável, seque suas lágrimas e vamos ao encontro de seu marido" - Completei. - "Não estou pronta para tomar esta decisão" - Disse ela. - "A decisão foi tomada no dia que nossos lábios se tocaram pela primeira vez, vamos!" - Finalizei.
Peguei sua mão e com ela sai o mais depressa que pudemos.
Chegamos ao escritorio dele e pedimos para que nos atendesse. Prontamete ele nos recebeu, foi uma grande surpresa ver sua amada ali, já com os olhos vermelhos e razos d'água, junto à mim, seu melhor amigo.
- "O que está havendo?" - Perguntou ele - "Temos que confessar algo, que tenho certeza, doera em todos nós, porém se faz necessário!" - Falei para ele. Ele olhou para sua amada e perguntou:" o que aconteceu meu amor?"
Ela já com lágrimas escorrendo dos olhos, falou: "Sou amada, porém meu coração não é seu. Sei que errei quando está aliança em meu dedo deixei você colocar. Não posso ir contra meu coração, contra minha verdade e razão. Minhas atitudes mostram que apenas gosto de você, mas meu amor não é seu. Tive que outra boca beijar, outro corpo com o meu envolver para saber que não é você que vejo no meu amanhã, me perdoe por não te amar."
Assim que ela terminou de falar, ele ficou sem reação, virou então o seu rosto em minha direção e falou: "E você amigo, o que tem para me revelar?"
Engoli a saliva e então disse: "O que tenho para revelar é que não mereço sua amizade, talvez nem seu perdão. Você compartilhava sua vida comigo e em segredo eu tinha aquela que você amava muitas manhãs comigo. Para muitos algo proibido, errado, e concordo, é um erro enganar e também enganar-se. Porém, vejo que mais errado que uma mulher comprometida envolver-se com o melhor amigo de seu marido, é, viver da mentira, é estar com quem não se ama apenas para ficar bem aos olhos da sociedade e construir uma familia fadada as mágoas e tristezas de escolhas erradas. Não escolhemos quem amar, o amor apenas acontece, e por ironia do destino aconteceu conosco. É tudo que tenho para lhe falar."
Assim que terminei, ele olhando para nós dois que neste instante de mãos dadas choravámos, olhou para ela e falou: "Eu sempre soube que você não me amava, mesmo que nada me falasse, seus olhos lhe traíam, seus gestos não correspondiam suas palavras e sabemos que esta aliança não significa nada, não tem o poder de unir dois corações, ela apenas simboliza a união, mas unir, ela não consegue." - Continuou agora olhando para mim - "Fico feliz que o coração dela tenha escolhido você que bem conheço, que sei que de fato fará ela feliz de uma forma que eu não seria capaz, só se faz alguém feliz quando se esta feliz. Estimo muito seu caráter, sempre me espelhei em você e não é a toa que sempre foi meu melhor amigo. Apenas me pergunto porque demoraram tanto para me falar o que a tempos eu já sabia."
Quando fui falar ele me interrompeu: "Não fale nada, está é uma resposta que deve ficar com você." - Tirou a aliança do dedo, colocou sobre a mesa e finalizou: "A partir de agora vocês podem se amar sem culpa, pois amar nunca foi nem será proibido. Quero que saiam por aquela porta e sejam felizes juntos, mas, não esperem que eu esteja por perto, não esperem que eu ache tudo normal, tão pouco achem que meu peito neste instante não chora, sim ele chora, porém sei que seria inútil lutar contra o amor. Eu amei e ainda vou amar, mas sei que por amor também se deixa quem se ama, se isto for algo que faça a outra pessoa feliz. Agora meu amor próprio grita para que ao sairem por aquela porta, também saiam da minha vida."
Sem nem uma palavra, levantamos e saímos. Lá fora o mundo parecia outro, nos sentimos livres para amar e ao mesmo tempo sentiamos que um pedaço de nosso coração havia ficado naquela sala.
Assim os dias seguiram, cada um fazendo suas escolhas e seguindo seus destinos, e no fim de tudo não existiu perdedores, apenas um campeão, o amor...

Mauro Henrique e Roger Stankewski

Hoje, dia 25.12.2012, Terça-feira, é Natal! Natal, quer dizer nascimento, qual seja, nascimento do Menino Jesus, que veio ao Mundo para nos salvar. Jesus Cristo nasceu em Belém de Judá, segundo a Bíblia Sagrada, e, Belém, significa em hebraico, a Casa do Pão, Casa do Pão Sagrado que é Jesus Cristo, que veio ao mundo para mudar o rumo das coisas que até então não andavam muito boas. Se olharmos ao nosso lado, veremos também que as coisas ultimamente não andam dentro dos conformes, basta olhar os noticiários dos Jornais e TVs, para a gente se assustar com tantas coisas ruins acontecendo por esse mundão afora, tudo por falta ou ausência total de Jesus Cristo no meio daqueles que não acreditam em nada, ou só acreditam nas coisas materiais, querendo a todo custo juntar mais e mais, para poder dizer que é o todo poderoso e o melhor de todos, se esquecendo que os bens deste mundo são apenas deste mundo, pois, ninguém leva dinheiro ou bens diversos para a eternidade, somente levamos as coisas boas ou ruins que aqui na terra fizemos ou deixamos de fazer. Que neste Natal, possamos voltar os nossos pensamentos para as coisas do alto, fazendo tudo aquilo que Jesus Cristo nos legou aqui na Terra, e, com certeza, o Mundo será bem melhor e a Paz tão esperada por todos nós reinará para sempre em nossas vidas, assim o espero. Feliz Natal e Próspero Ano Novo para todos os amigos e amigas de Facebook! Abraços fraternos.

Luiz Maria Borges dos Reis

Bom Dia Terça-feira! Bom Dia Familia! Bom Dia Amigos! Bom Dia Vidaaaa...

... e hoje eu quero paz de espirito, tranquilidade e alegrias. Não quero que Deus me livre das tempestades nem tampouco das dificuldades, mas que me dê ombros fortes para suportar-las e chegar à vitoria. A minha força e a minha alegria vem de Deus e Ele nunca me desampara. Priscilla Rodighiero

Priscilla Rodighiero

Melhor do que Qualquer Modismo



Isto é a continuação da série de última terça-feira na Igreja "dirigido pelo modismo". Este artigo é uma adaptação da transcrição de Phil Johnson 2005, Conferência de Pastores - seminário sobre este tema.
Deixamos a última reunião com este pensamento:
A Escritura é melhor do que qualquer modismo. Pregar a Palavra de Deus é mais eficaz do que qualquer metodologia especializada que as igrejas contemporâneas jamais têm inventado. Eu não me importo que pensem que a pregação está "quebrada". Se quisermos voltar para a clara e exposição e proclamação da Palavra de Deus, tudo o que está quebrado sobre a pregação contemporânea deveria ser fixado.
A natureza da Palavra de Deus garante isso. E isso é exatamente o que eu quero fazer no tempo que resta nesta sessão. Eu quero pregar a vocês sobre a superioridade e a excelência das Escrituras.
Hebreus 4:12 diz: "A palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração."
É um texto rico, cheio de significado, mas deixe-me gastar alguns minutos para tentar isolar o que me parece ser as três qualidades principais da Palavra de Deus que são destacadas neste texto, e vamos considerar cuidadosamente o que elas significam.
Primeiro de tudo, isto nos ensina que,

1. A Palavra de Deus é poderosa.

A versão King James diz: "a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes." Viva (quick), é claro, é a palavra em Inglês antigo para “living”. Fiquei surpreso ao ler o comentário de John Owen em Hebreus que, mesmo tendo sido escrito em 1600, ele teve que explicar a palavra quick para os seus leitores. Referiu-se à palavra quick (viva) como uma tradução inadequada, porque, segundo ele, "essa palavra significa mais comumente “veloz”, do que “vida”. Então, eu não sei quando a palavra quick deixou de ter o significado de "viva", mas isto foi aparentemente antes da época de John Owen.
Eu cresci em uma igreja onde costumávamos recitar a versão tradicional do Credo dos Apóstolos, que diz: Cristo "subiu ao céu, e está sentado à mão direita de Deus Pai Todo-Poderoso; donde há de vir para julgar os vivos e os mortos." E isso faz um perfeito sentido para mim. Imaginei que "os quick" – vivificados - foram aqueles que o fizeram através do caminho da cruz, e "os mortos" foram aqueles que não o fizeram.
Mas, com certeza, quick neste tipo de contexto significa apenas "vivo" ou "vivificante", e é isso que este texto está dizendo. "A Palavra de Deus é viva." Esse é o sentido correto. Ela fala de vitalidade, vida, atividade, energia. A Palavra de Deus tem uma força de vida que é diferente de qualquer livro meramente humano. Ela não somente é viva, senão que tem o poder de dar a vida para aqueles que estão espiritualmente mortos. Jesus disse em João 6:63: "As palavras que eu vos disse são espírito e são vida". Primeira Pedro 1:23: "[Somos] renascidos, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, que é viva, e que permanece para sempre." Tiago 1:18: "Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade". Salmo 119:50: "Esta é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivifica." "A tua palavra me deu vida."
Você pode ter todos os grandes livros e toda a grande literatura do mundo combinados, e eles não têm esse poder de dar vida. Nenhum livro muda a vida, como a Palavra de Deus. Ocasionalmente, você pode ouvir uma pessoa dizer: "o livro de auto-ajuda transformou a minha vida", ou "aquele livro de dieta foi revolucionário", ou "aquele livro sobre filosofia mudou a forma como eu pensava." Rick Warren faz uma promessa na introdução de “Vida com Propósito” que o seu livro vai mudar a sua vida.
Mas a vida recebida, a vida transformada pelo poder da Bíblia é algo muito mais profundo do que qualquer outro livro possa legitimamente reivindicar. A Palavra de Deus renova o coração, dando vida espiritual aos que estavam espiritualmente mortos. Ela muda o nosso caráter em um nível essencial, fundamental. Ela transforma nossos desejos e nos impacta num nível moral que nenhuma literatura humana pode alcançar. Ela traz uma espécie de purificação e de renovação e santificação que nenhum outro livro poderia pretender oferecer. Ela ressuscita a alma. Ela tem o mesmo poder criativo no comando de Deus, quando Ele disse: "Que a terra produza criaturas viventes conforme a sua espécie, gado, e répteis e feras conforme a sua espécie: e assim foi."
A Palavra de Deus é intrinsecamente poderosa. Ela tem um tipo de vida e vitalidade que é diferente de palavras meramente humanas. Provérbios 6:22-23 diz o seguinte sobre a Palavra de Deus: "Quando caminhares, ela te conduzirá, quando te deitares, te guardará; e quando tu acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz, e as repreensões da disciplina são o caminho da vida." E uma passagem familiar, 2 Timóteo 3:16-17 diz: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra."
Nenhum outro livro tem esse efeito. Ele nos repreende. Ele nos corrige. Ele nos conforta. Ele nos guia e dá luz para o nosso caminho. Ele prega a nós. Ele restringe o pé do mal. Ele franze a testa para nós quando pecamos. Ele aquece nossos corações com segurança. Ele nos encoraja com suas promessas. Ele estimula a nossa fé. Ele nos edifica. Ele ministra a todas as nossas necessidades. Ele é vivo e dinâmico.
E a vitalidade da Escritura é eterna e permanente. Em João 6:68, Simão Pedro disse a Jesus: "Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras de vida eterna." A eternidade da vida divina está perfeitamente incorporada na Palavra de Deus. Mais uma vez, Jesus disse ( Marcos 13:31 ), "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar." Isaías 40:8: "Seca-se a erva, e cai a flor, mas a palavra de nosso Deus permanece para sempre." Salmo 119:89: "Para sempre, ó Senhor, a tua palavra está firmada nos céus." Primeira Pedro 1:25: "Mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra do evangelho que é pregado a vós."
Cada página da Bíblia tem um poder de mudança de vida que é tão fresco como no dia em que foi escrito. Nós não temos que fazê-la viver, é viva e ativa. É sempre relevante, eternamente aplicável, falando com o coração com um poder que é o contrário mesmo da maior das obras humanas. Os pensamentos e opiniões dos homens vêm e vão. Eles caem de moda e desaparecem da memória. Mas a Palavra de Deus permanece "viva e eficaz, e é mais cortante do que qualquer espada de dois gumes."
E o que é verdade para o todo é verdade para as partes. Cada parte da Escritura é viva e poderosa. Provérbios 30:5: "Toda a Palavra de Deus é pura." Jesus disse: "Cada palavra que procede da boca de Deus" dá a vida e sustento. É por isso que Deuteronômio 8:3 diz: "o homem não viverá só de pão, mas de toda a palavra que sai da boca do Senhor viverá o homem."
Eu estou sempre maravilhado com as passagens das Escrituras que têm sido instrumentais para trazer as pessoas para Cristo. Eu já lhes disse antes como cheguei à fé salvadora em Cristo, lendo 1 Coríntios como um sênior na universidade. A passagem que me chamou a Cristo não é aquela que você necessariamente pensaria como um texto evangelístico. Primeira Coríntios 3:18: "Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco, para que ele possa ser sábio." Mas ela repreendeu o meu pecado e fez com que me voltasse para Cristo.
Já ouvi pessoas dizerem como elas foram despertadas para a vida eterna por versos dos Evangelhos, as epístolas, os salmos, e até mesmo algumas das partes obscuras do Antigo Testamento. Duvido que haja uma página de qualquer lugar nas Escrituras que não tenha, em algum momento ou em algum lugar, sido usada pelo Espírito de Deus para converter uma alma. Nada disso é supérfluo. Segunda Timóteo 3:16 novamente: "Toda a Escritura é. . . proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça."
Meu amigo Joe Aleppo, que está aqui esta semana, me apresentou a um homem, na Sicília, que veio a Cristo durante uma escassez grave de papel após a Segunda Guerra Mundial por causa de uma única página da Escritura de uma Bíblia que alguém tinha jogado fora. Era quase impossível encontrar papel, por isso os comerciantes usavam jornais velhos e outros papéis de rascunho para embrulhar tudo o que vendiam no mercado. Este homem foi até o mercado de peixe e comprou um peixe. Quando ele o desembrulhou em casa, um dos papéis usados ​​para fazer o pacote era uma página descartada de um Novo Testamento. Ele a leu, e este homem que tinha sido católico romano ao longo da vida e nunca tinha lido um versículo da Bíblia por si mesmo, se tornou um crente. A conversão desse homem foi o início do primeiro movimento protestante significativo na ilha da Sicília.
A Palavra de Deus é poderosa. A palavra grega traduzida como "poderosa" em Hebreus 4:12 é energes, que é a fonte de nossa palavra Inglesa “enegetic” - "energizado." É traduzida como "ativo" em algumas versões, e isso é uma boa tradução. Isto fala de algo que é dinâmico, operativo e eficaz. O apóstolo Paulo escreveu aos crentes em Tessalônica (1 Tessalonicenses 2:13): "Por isso também damos graças a Deus sem cessar, pois, havendo recebido a palavra de Deus que de nós ouvistes, a recebestes, não como palavra de homens, mas como ela é, na verdade, a palavra de Deus, a qual também opera em vós os que credes."
A Palavra de Deus sempre opera eficazmente. Ela sempre cumpre o seu objetivo. Em Isaías 55:11, Deus diz: "Assim será a minha palavra, que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a designei."
Às vezes o propósito de Deus é a repreensão e correção, às vezes, é instrução e edificação. Às vezes, é bênção, outras vezes, é julgamento. O evangelho é "cheiro de morte para morte" para alguns. E para outros é “aroma de vida para vida". De qualquer modo a Palavra de Deus é eficaz, produtiva e poderosa. Ela sempre produz o efeito que Deus deseja.
É por isso que os pregadores devem pregar a Palavra, em vez de contar histórias e fazer comédia. É nisto que o poder do ministério reside: na Palavra. Não é na nossa inteligência ou em nossas habilidades de oratória. O poder está na Palavra de Deus. E a nossa tarefa é simples: tudo o que temos a fazer é tornar claro o significado da Bíblia, proclamá-la com precisão e clareza. E o Espírito de Deus usa a Sua Palavra para transformar vidas. O poder está na Palavra, não em qualquer técnica ou programa.

Texto de Phil Johnson, em domínio público, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Phil Johnson

Terça-feira nublada,
Querendo aqui chover,
Pensando em você amada,
A mulher do meu bem querer...

Sérgio o Cancioneiro

Vai ser em uma chuva passageira, em um dia de terça-feira. A mudança de tempo, vai te castigar. Quando vir fortes ventos, seu amor-próprio vai voar. Vai tocar uma música romântica, fazendo você cair em lágrimas na cama. Vai fazer bastante frio, é aí que a temperatura da saudade sobe a mil. Quando passar cenas românticas na televisão, você vai sentir um grande aperto no seu coração. Quando olhar pra janela embaçada, vai sentir claramente minha falta. E quando sua ficha cair... Vai perceber que, me levantei e fui embora ser feliz. ''Caminhando mais pra frente, você vai correr atrás.''

Luis Henrique

Amado Deus...

Nessa manhã de terça-feira quero te agradecer por tudo, pelas bençãos recebidas, pelo teu amor, pela tua fidelidade e por me sustentar durante todas as minhas dificuldades. Sei que às vezes fraquejo, caio, desfaleço, perco minhas forças, mas sei também que em Ti eu encontro o respiro necessário para recomeçar, em Ti renovo minhas forças, minha fé e minha esperança. Sou consciente que o Senhor sem mim continua sempre sendo Deus, poderoso e onipotente, mas eu sem ti Senhor NADA SOU, por isso, toma-me em teus braços, restaura meu ser e me conceda, em nome de Jesus um dia sereno e tranquilo, abençoado e iluminado e rico da sua presença, amém! (Priscilla Rodighiero)

Priscilla Rodighiero

Segunda feira acordo bem cedo para pensar que na terça feira tenho que imaginar a quarta feira sem fazer nada, para encarar a quinta feira descansando, porque sexta feira é dia de planejar o que não fazer no sábado que é véspera de domingo, e que domingo deve ser reservado para pensar no que fazer na segunda feira

Acir Mandello

Nessa Terça-feira com um friozinho gostoso e razoável. Me resta assistir um filme sozinho debaixo das cobertas.

Maurício Neto

Terça feira, 12 de junho de 2012 - Meia noite e quarenta e cinco, já é dia dos namorados, não consigo dormir, meus pensamentos estão todos direcionados a você, cara. Que neste exato momento deve estar no seu terceiro sono. Você nem imagina que hoje é o quarto dia seguido que perco o sono por sua culpa. Penso no seu cabelo preto, nas caretas que você faz quando está nervoso, eu nunca disse isso mais você fica muito sexy nervoso! “Poxa” até suas gírias eu já decorei, mas decorei principalmente a cor dos teus olhos que de longe parecem negros, um palmo longe da tua boca ficam cor de mel mas no sol ficam claros, transparentes, cor de alma, cor do amor, do que eu sinto por você. Pensa em mim, na minha proposta mas pensa com carinho porque meu amor não é pouco, enquanto a cidade inteira dorme eu sou a única pessoa que pensou em tí no dia dos namorados, esse dia que pra mim é uma tortura nem vou ao colégio porque eu não quero ver casais perfeitos se pegando perto de mim, eu quero você, quero nós, juntos, colados. Cara eu te amo tanto que eu aceitaria trocar toda a minha juventude para envelhecer do teu lado. Sempre que eu abraço você eu digo um eu te amo no pensamento e você nem sabe. Quero que você me segure nos braços, me aperte e me chame de minha menininha, isso é pedir de mais? Eu sei que você já fez isso e estou reclamando de barriga cheia, mas é que não sou sua menina, oficialmente não! só ficar para mim não basta eu quero desfilar com aliança no dedo. O sono está chegando, então bem rapidinho deixa eu te contar um segredo, ontem na chegada da noite, véspera do dia dos namorados vi uma estrela cadente, pedi você. Eu não acreditava nessas coisas mas nesse mesmo dia, mais cedo te ouvi dizer que se você acreditar e colocar fé em alguma coisa tudo pode acontecer. então vou soltar mais uma de suas gírias: boto fé, meu amor.

Nathielly Corrêa