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E Deus vai moldando, cuidando, delicadamente pegando na mão. Todo o esforço contanto que Ele esteja em tudo. Viver das esperas de Deus. Viver na confiança - a que tudo suporta, porque Ele está. Fechar os olhos e com calma dizer: saúde, amor e paz. Vossa Majestade, é isto, não é? O resto não tem a força suficiente, aquela, a que transforma, e transcende.

Melissa Casale

A alma que abriga a filosofia deve, para a sua saúde, tornar o corpo são

Michel Eyquem de Montaigne

Utilizar-se da boa fé de alguém para obter vantagens é covardia, é maldade.

Izzo Rocha

Saúde e Sabedoria, que o resto a gente cria!

Gabriel Ritterbusch

Aquele que finge amor não sabe a importância da Vida.

Izzo Rocha

A Ingratidão é privilégio dos fracos e dos covardes.

Izzo Rocha

Quando o amor é verdadeiro não existe tempo, local ou distância, ele é eterno.

Izzo Rocha

O que são Cuidados Paliativos?

O alívio do sofrimento, a compaixão pelo doente e seus familiares, o controle impecável dos sintomas e da dor, a busca pela autonomia e pela manutenção de uma vida ativa enquanto ela durar: esses são alguns dos princípios dos Cuidados Paliativos que, finalmente, começam a ser reconhecidos em todas as esferas da sociedade brasileira.

Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.
O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares.
Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma enfermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.
A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.
Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js


História dos Cuidados Paliativos

Alguns historiadores apontam que a filosofia paliativista começou na antiguidade, com as primeiras definições sobre o cuidar. Na Idade Média, durante as Cruzadas, era comum achar hospices (hospedarias, em português) em monastérios, que abrigavam não somente os doentes e moribundos, mas também os famintos, mulheres em trabalho de parto, pobres, órfãos e leprosos. Esta forma de hospitalidade tinha como característica o acolhimento, a proteção, o alívio do sofrimento, mais do que a busca pela cura.
No século XVII, um jovem padre francês chamado São Vicente de Paula fundou a Ordem das Irmãs da Caridade em Paris e abriu várias casas para órfãos, pobres, doentes e moribundos. Em 1900, cindo das Irmãs da Caridade, irlandesas, fundaram o St. Josephs´s Convent, em Londres, e começaram a visitar os doentes em suas casas. Em 1902, elas abriram o St. Joseph´s Hospice com 30 camas para moribundos pobres.


Cicely Saunders e os Cuidados Paliativos modernos

Cicely Saunders nasceu em 22 de junho de 1918, na Inglaterra, e dedicou sua vida ao alívio do sofrimento humano. Ela graduou-se como enfermeira, depois como assistente social e como médica. Escreveu muitos artigos e livros que até hoje servem de inspiração e guia para paliativistas no mundo todo.
Em 1967, ela fundou o St. Christopher´s Hospice, o primeiro serviço a oferecer cuidado integral ao paciente, desde o controle de sintomas, alívio da dor e do sofrimento psicológico. Até hoje, o St. Christopher´s é reconhecido como um dos principais serviços no mundo em Cuidados Paliativos e Medicina Paliativa.
Cicely Saunders conseguiu entender o problema do atendimento que era oferecido em hospitais para pacientes terminais. Até hoje, famílias e pacientes ouvem de médicos e profissionais de saúde a frase “não há mais nada a fazer”. A médica inglesa sempre refutava: “ainda há muito a fazer”. Ela faleceu em 2005, em paz, sendo cuidada no St. Christopher´s.


Cuidados Paliativos no Brasil

O movimento paliativista tem crescido enormemente, neste início de século, no mundo todo. Na Inglaterra, em 2005, havia 1.700 hospices, com 220 unidades de internação para adultos, 33 unidades pediátricas e 358 serviços de atendimento domiciliar. Estes serviços todos ajudaram cerca de 250 mil pacientes entre 2003 e 2004. Na Inglaterra, pacientes têm acesso gratuito a Cuidados Paliativos, cujos serviços são custeados pelo governo ou por doações. A medicina paliativa é reconhecida como especialidade médica.
Nos Estados Unidos, o movimento cresceu de um grupo de voluntários que se dedicava a pacientes que morriam isolados para uma parte importante do sistema de saúde. Em 2005, mais de 1,2 milhão de pessoas e suas famílias receberam tratamento paliativo. Nesse país, a medicina paliativa é uma especialidade médica reconhecida também.
No Brasil, iniciativas isoladas e discussões a respeito dos Cuidados Paliativos são encontradas desde os anos 70. Contudo, foi nos anos 90 que começaram a aparecer os primeiros serviços organizados, ainda de forma experimental. Vale ressaltar o pioneirismo do Prof. Marco Túlio de Assis Figueiredo, que abriu os primeiros cursos e atendimentos com filosofia paliativista na Escola Paulista de Medicina – UNIFESP/EPM. Outro serviço importante e pioneiro no Brasil é o do Instituto Nacional do Câncer – INCA, do Ministério da Saúde, que inaugurou em 1998 o hospital Unidade IV, exclusivamente dedicado aos Cuidados Paliativos. Contudo, atendimentos a pacientes fora da possibilidade de cura acontecem desde 1986. Em dezembro de 2002, o Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – HSPE/SP inaugurou sua enfermaria de Cuidados Paliativos, comandada pela Dra. Maria Goretti Sales Maciel. O programa, no entanto, existe desde 2000. Em São Paulo, outro serviço pioneiro é do Hospital do Servidor Público Municipal, comandado pela Dra. Dalva Yukie Matsumoto, que foi inaugurado em junho de 2004, com início do projeto em 2001.
A primeira tentativa de congregação dos paliativistas aconteceu com a fundação da Associação Brasileira de Cuidados Paliativos – ABCP pela psicóloga Ana Geórgia de Melo, em 1997.
Contudo, com a fundação da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, em 2005, os Cuidados Paliativos no Brasil deram um salto institucional enorme. Com a ANCP, avançou a regularização profissional do paliativista brasileiro, estabeleceu-se critérios de qualidade para os serviços de Cuidados Paliativos, realizou-se definições precisas do que é e o que não é Cuidados Paliativos e levou-se a discussão para o Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Conselho Federal de Medicina - CFM e Associação Médica Brasileira – AMB. Participando ativamente da Câmera Técnica sobre Terminalidade da Vida e Cuidados Paliativos do CFM, a ANCP ajudou a elaborar duas resoluções importantes que regulam a atividade médica relacionada a esta prática.
Em 2009, pela primeira vez na história da medicina no Brasil, o Conselho Federal de Medicina incluiu, em seu novo Código de ética Médica, os Cuidados Paliativos como princípio fundamental. A ANCP luta pela regularização da Medicina Paliativa como área de atuação médica junto à Associação Médica Brasileira e a universalização dos serviços de Cuidados Paliativos no Ministério da Saúde.

ANCP - Academia Nacional de Cuidados Paliativos-Novembro de 2.009

A felicidade vem de si e não de outro ser.

Ari Vieira Jr.

Pobre do humano que se considera imune à punição da maldade.

Ari Vieira Jr.

- Movendo o Mundo -

Estou combinado COMIGO. A CADA RELACIONAMENTO que termina, eu desligo alguma COISA ERRADA na MINHA VIDA.

Eliminando aos poucos os meus pontos fracos e vaidades equivocadas, mantendo fortes MINHA SAÚDE E MEU JARDIM.

Se MERECER me conhecer eu vou emanar felicidade.

Afinal todos merecem estar com saúde, encontrar o amor, viver em harmonia e voar com a própria felicidade.

Direcionado à materialização e eliminação de meus karmas.

Prefiro ficar afastado de vícios, preguiça, avareza, ego e felicidade simulada.

Extinguilos É O OBJETIVO

Vou tratar de me manter VIVO!!

Um Abraço!!!
Ari Vieira Jr.


"Quando eu mudo o mundo muda."
(Brahma kumaris)



PS: Se você leu... Tenha fé! Podemos fazer tudo, mas, nem tudo nos convém. A felicidade vem de si e não do outro ser.



"Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo."
(Confúcio)

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Ari Vieira Jr.

No Brasil os pais não podem dar uma palmada nos filhos, mas podem assassiná-los!
No Brasil não se tem dinheiro para saúde pública, educação e segurança, mas tem dinheiro para alimentar através da copa do mundo o bolso e o ego dos políticos salafrários e materialistas que tem o dinheiro como senhor de suas vidas!
No Brasil você compra um carro e ainda paga IPVA, compra uma casa e ainda paga IPTU. Para ter boa segurança tem que pagar um particular, se quer uma saúde digna tem que pagar plano de saúde, se quer boa educação tem que pagar escola particular, e mesmo depois de pagar tudo isso, você não tem garantia nenhuma de que vai ter segurança, saúde e educação.
O direito de ir vir é lei, mas eles te cobram para usar as rodovias ou andar no transporte que não é público coisa nenhuma!
Afinal, para que serve a frase Ordem e Progresso escrita em nossa bandeira? A frase correta seria Desordem e Regresso, porque se Progresso é autorizar o assassinato de pessoas inocentes eu não sei mais o que é progredir. Se Ordem é o que vemos no congresso nacional, eu não sei mais o que é desordem! Dilma não consegue por ordem nem em sua "própria casa", vai conseguir por ordem no Brasil todo? É para rir.
BRASIL, O PAÍS DA PIADA E DA HIPOCRISIA! ONDE O CIDADÃO É O PALHAÇO QUE FAZ O SHOW E AINDA PAGA O PRÓPRIO INGRESSO!

Samir França
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