Sou Servo de Deus

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Haja ou não deuses, deles somos servos.

Fernando Pessoa

Preciso da tua mão,vem me levantar, faz-me teu servo,SENHOR,
Me livra do mal,quero sentir o teu sangue curar-me, agora meu SENHOR,
vem restaurar-me...

Aline Barros

ATENÇÃO essa historia foi resumida de fatos reais.
O Deus que vive criou o homem,mas o homem varias vezes provocou a ira de Deus.
Deus com sua misericórdia sem fim, mandou vários profetas para que o homem se convertece de seus pecados.O homem não deu ouvidos as palavras de Deus e foi punido,mas Deus por amor ao homem mandou seu único filho para guiar e salvar a humanidade.
Deus através de seu filho promete a vida eterna para todos que acreditar nas palavras de seu filho Jesus.
Se você quer saber sobre a verdadeira vida e sobre o que é a morte é muito simples.
DÊ OUVIDOS AS PALAVRAS DE DEUS
PROCURE A VERDADE!

servo de Deus

o Deus a quem eu sirvo ele e um Deus de maravilhas faz a dor um sorriso por que ele e maior ,pegar a pessoa que nao tem mais geito poe uma medalha no seu peito

netinho servo de Deus

O Propósito das Provações – Parte 1 - Tiago 1a

“1 Tiago, servo de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos que andam dispersas, saúde.
2 Meus irmãos, tende grande alegria por passardes por várias tentações;
3 Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência.
4 Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.
5 E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.
6 Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte.
7 Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa.
8 O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos.
9 Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação,
10 E o rico em seu abatimento; porque ele passará como a flor da erva.
11 Porque sai o sol com ardor, e a erva seca, e a sua flor cai, e a formosa aparência do seu aspecto perece; assim se murchará também o rico em seus caminhos.
12 Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.
13 Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.
14 Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.
15 Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.” (Tiago 1.1.15)
16 Não erreis, meus amados irmãos.
17 Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.
18 Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas.
19 Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.
20 Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus.
21 Por isso, rejeitando toda a imundícia e acúmulo de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas.
22 E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.
23 Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural;
24 Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.
25 Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.
26 Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã.
27 A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.”

Tiago demonstra quão vazias estão de uma verdadeira religiosidade as obras que são praticadas sem que se tenha uma vida verdadeiramente santificada por Deus, a qual pode ser avaliada por alguns critérios que ele vai apresentar nesta sua epístola.
Tiago não escreveu somente para demonstrar como é o modo de um viver santificado, como também para mostrar que a verdadeira fé que justifica e regenera, na conversão, nunca está só, porque sempre será acompanhada pela santificação, a qual consiste num caminhar diário obediente à vontade de Deus.
Tiago quer alertar os cristãos quanto às evidências que devem acompanhar uma genuína salvação, e como é que todos eles devem viver para Deus, conforme ele foi ensinado pelo próprio Senhor Jesus e pelo Espírito Santo.
Tiago saudou os destinatários da epístola com a palavra kaíro, traduzida no nosso texto por saúde, mas cujo significado no original grego tem o sentido de alegrai-vos.
Era uma saudação muito comum na Igreja Primitiva para estimular os cristãos e lhes lembrar o dever de estarem sempre alegres no Senhor.
Tiago chamou os destinatários de “doze tribos que andam dispersas”. Esta é uma referência comum a judeus, como se vê em Mt 19:28 e At 26:7, os quais estavam espalhados fora dos termos de Israel. A dispersão (Diáspora) se referia aos judeus que viviam fora da Palestina.
A causa imediata desta dispersão se deveu provavelmente à perseguição que aconteceu depois do martírio de Estevão, como se vê em At 8:1; 11:19, e Tiago escreve agora àqueles cristãos judeus por ser ele o líder da Igreja em Jerusalém.
Depois da saudação inicial, ele mostrou aos cristãos como é que devem se comportar quando debaixo da cruz.
São recomendadas várias graças e deveres, para aqueles que estão suportando tentações e aflições, bem como é proferida uma recompensa gloriosa para aquele que suportar pacientemente a provação, no verso 12.
Ele diz que, na verdade, a paciência cristã é aprendida com as provações da fé, e uma vez que há um fruto espiritual resultante de toda demonstração de fé nas provações, então estas devem ser acolhidas com grande alegria e não com tristeza, porque são oportunidades para glorificarmos o nome de Deus, e experimentarmos Seu poder consolador e libertador, através delas, em crescimento rumo à nossa maturidade espiritual.
Deste modo, o alvo da provação é muito mais do que simplesmente confirmar e aperfeiçoar a nossa fé, pois se refere, sobretudo ao nosso amadurecimento espiritual.
Assim, a paciência é algo para ser aprendido e também para ser aplicado na hora da provação.
Dificuldades e aflições dolorosas pode ser a porção até mesmo dos melhores cristãos, e é isto que o Espírito nos ensina pelas palavras do apóstolo
Mais do que uma vida para vivermos neste mundo há um testemunho e uma obra que devemos fazer para Deus.
Ele nos criou para o louvor da glória da Sua graça, e a única maneira de atendermos a este objetivo da nossa criação é santificando e honrando Seu nome em toda e qualquer circunstância.
Como há muita eficácia na disponibilidade da graça quando somos enfraquecidos pelas lutas e aflições, o apóstolo nos adverte a não recuarmos na fé na hora do sofrimento, mas, ao contrário, aproveitar a grande oportunidade que Ele nos dá para intensificar nosso testemunho, porque quando somos enfraquecidos no nosso ego, a graça se manifesta poderosa em nosso viver, em demonstrações de amor, de intercessões e de pregação do evangelho no poder do Espírito Santo.
Esta epístola não é, portanto um manual de auto-ajuda psicológica para os que estão sofrendo ou se sentindo com baixa estima pessoal, mas um toque de trombeta que nos convoca a prosseguirmos adiante corajosamente em nosso empenho no bom combate da fé, ainda que estejamos feridos pelas muitas setas que são deferidas contra nós pelo Inimigo de nossas almas, Satanás, o diabo.
O apóstolo nos esclarece então, que as provações não são avisos para que recuemos na fé, mas meios que visam ao nosso amadurecimento espiritual, de forma que sejamos aperfeiçoados por Deus para a batalha da fé que temos que travar com o pecado, com o diabo e com o mundo de pecado, para resgatar as almas daqueles que se encontram nas trevas, para que possam caminhar na luz.
Mas há um tempo de preparo e cozimento na fornalha da aflição de Deus, que nos apresentará amadurecidos e aprovados, para podermos realizar Sua obra, porque uma obra verdadeira de Deus tem muitas oposições e sofre variados tipos de resistências, que poderão ser vencidos somente por aqueles que foram adestrados para a batalha espiritual, por terem aprendido a serem pacientes, mansos, humildes, longânimos e perseverantes, diante das dificuldades que terão que enfrentar.
Há um regozijo nas tribulações que é concedido por Deus àqueles que O servem fielmente.
O valor da nossa fé será revelado pelo fogo da provação.
Por meio da nossa reação diante da provação, nós saberemos se temos amado de fato ao Senhor ou se apenas à nossa própria vida e conforto.
Nós devemos orar para ter uma vida quieta e mansa, que é agradável a Deus, mas se a provação vier bater à nossa porta, nós não teremos motivo para perder nossa mansidão e tranquilidade de mente e espírito, porque sabemos que a graça do Senhor nos capacitará a isto.
Cristãos amadurecidos não vivem, portanto temerosos quanto ao que lhes possa reservar o futuro.
Esta é a vitória que vence o mundo, a saber, a fé madura que eles têm no Seu Deus.
Pelo aumento da fé eles aprenderão que Deus é uma Pessoa real, um Amigo fiel e poderoso, em cujas mãos eles se encontram perfeitamente protegidos de todo mal.
Deus tem reservado galardões e a coroa da vida para aqueles cuja fé é aprovada no fogo da tribulação, em demonstração de um verdadeiro amor por Ele e pela Sua obra, acima do amor que eles têm por sua própria vida, tal como este exemplo nos foi deixado por Jesus e Seus apóstolos.
A nossa fé, enquanto está sendo purificada através das tentações, produz um poder que nos permite viver debaixo de pressões.
Isto não é uma resignação passiva a uma situação difícil, mas uma posição confiante quando se está rodeado por situações opressivas.
É aquela tenacidade de espírito que resiste debaixo da pressão enquanto espera o tempo de Deus para recompensa ou livramento.
Para evitar o perigo que há quando começamos a olhar para um modo de escapar da provação, em vez de apreciar o que Deus está fazendo por meio dela, Tiago dá um mandamento para permitir que a paciência tenha seu trabalho perfeito.
O produzir perseverança na vida não é o fim, mas parte do que Deus usa para realizar Seu propósito na vida do cristão.
Tiago, como irmão de Jesus, havia certamente aprendido isto diretamente do Mestre.
Os contristamentos a que somos submetidos, se necessário for, ainda que por breve tempo, não têm como alvo final simplesmente nos ensinar a sermos perseverantes e pacientes na fé, mas que venhamos a ser amadurecidos espiritualmente, para estarmos habilitados para fazer a obra de Deus.
A paciência é um requisito necessário à obra, porque haverá necessidade de se vencer resistências e oposições espírituais, que nos virão da parte dos principados e potestades do mal.
É a isso que Tiago se refere ao dizer que a paciência na provação deve ter sua obra perfeita.
Provações não são, portanto, uma ocasião para reclamação e desânimo.
Nós devemos aprender a ficar firmes, e a sofrer, ainda que em silêncio, na presença do Senhor, aguardando pela manifestação do Seu poder e livramento.
Não admira que seja necessária sabedoria espiritual, para não somente discernir os tipos de provações que sofremos, quanto o propósito delas.
Uma mente carnal jamais poderá reagir do modo esperado por Deus diante das provações.
À medida que crescermos espiritualmente aprenderemos, tal como Paulo e todos os demais apóstolos, a ter por motivo de toda alegria passarmos por várias provações; a sentirmos prazer nas injúrias, perseguições, necessidades, fraquezas e angústias, por amor de Cristo, porque Seu poder se aperfeiçoa justamente em nossa fraqueza.
É preciso fazer Seu trabalho na força da Sua graça e não com a nossa própria força natural.
O cristão deve buscar discernir espiritualmente, ao que Tiago chama de pedir sabedoria a Deus, qual é o propósito das suas provações, para que possa cooperar com o trabalho do Senhor, e não colocar qualquer obstáculo a ele, por falta de sabedoria espiritual quanto ao propósito divino.
Deus não nos repreenderá e envergonhará pelo fato de sermos ignorantes da Sua vontade, quando formos a Ele buscando entendimento para a forma como devemos proceder nas situações que nos afligem.
Ele se compadece de nossas misérias, fraquezas e ignorância, por isso nos chama ao arrependimento para que possa nos curar com Sua graça.
Se O amarmos, Ele prosseguirá com Seu trabalho para a nossa santificação, apesar de toda nossa inabilidade e condição de pessoas imperfeitas que somos.
Podemos ter a certeza e a convicção da fé de que Ele nos ouvirá, se O buscarmos em nada duvidando, porque sem fé é impossível agradar-Lhe e Ele não se disporá a honrar a quem não Lhe honra, por não confiar nEle, e não crer que de fato queira nos atender nas nossas horas de aflição.
Se Ele não resolver a situação, Ele nos fará privar da Sua companhia, nos confortará e aliviará com Sua graça e amizade, não nos deixando sós, abandonados, entregues à própria sorte e aos ataques que o Inimigo desferir contra a nossa alma.
E para poroteger nossa mente de pensamentos que poderão ser uma tentação para enfraquecermos na fé, Tiago destacou, por exemplo, que apesar da pobreza ser uma fonte que nos expõe a tentações, ela não é em si mesma nenhuma causa para estar triste e abatido, uma vez que além de o Senhor ser um fiel provedor de todas as nossas necessidades, não há nenhuma desonra ou desvantagem perante Ele pelo simples fato de sermos pobres.
Ao contrário, a muito maiores tentações estão expostos os ricos, que apesar de nada serem diante de Deus, tal quanto os pobres, podem pensar que não dependem tanto dEle quanto estes.
Um cristão pobre pode ser exaltado pelo Senhor e se gloriar com alegria nEle que é a Sua força, do mesmo modo que um rico pode ser abatido em sua exaltação, porque Deus abate a quem se exalta.
O rico está constantemente exposto à tentação de se exaltar, sem saber que passará como a flor da erva, e tudo o que tiver juntado neste mundo perecerá.
Não há, portanto nenhuma vantagem em ser rico ou pobre, mas suportar a tentação e ser aprovado por Deus, porque são estes que receberão a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que O amam.
Outra coisa que devemos saber quanto às tentações, é quanto à sua fonte, porque nenhuma delas procede diretamente de Deus, porque Ele não pode ser tentado pelo mal para que venha tentar alguém, como também em Sua própria natureza bondosa e perfeita a ninguém pode tentar, isto é, Deus jamais atuará para conduzir qualquer pessoa à prática do pecado, a transgredir a Sua vontade ou enfraquecer na fé.
Por isso Ele deu aos cristãos, não um Espírito desanimador, mas um Espírito consolador.
Deus nunca agirá para desanimar Seus filhos, senão para animá-los; por este motivo lhes ordena que tenham bom ânimo em suas aflições, porque Ele mesmo está sempre pronto a animá-los para que sustentem um firme e bom testemunho de coragem e fé, mesmo quando se encontrarem nas condições mais extremas de fraqueza.
Ele sempre procurará nos livrar da condição de abatimento pela concessão da Sua graça.
A fonte da tentação é tanto interior quanto exterior.
A interior está na nossa própria natureza terrena decaída no pecado, que nos leva a cobiçar e a pecar.
Até mesmo as tentações que recebemos do exterior, da parte de Satanás e do mundo, nos vêm como ações, sobre esta fonte interior da nossa própria cobiça.
De maneira que estas ações exteriores nada mais fazem do que estimular o mal que habita em nossa própria carne.
De Deus só podemos esperar toda boa dádiva e todo dom perfeito, sem qualquer variação nos Seus propósitos eternos, porque Ele mesmo não muda, e tem determinado formar um povo exclusivamente Seu; zeloso de boas obras.
Isto não exclui evidentemente Suas ações corretivas e Seus juízos contra o pecado.
Não pensemos de Deus sendo perfeitamente bom, porque não permita ou consinta que soframos qualquer tipo de correção.
O Seu caráter justo não permitirá que Sua justiça seja apagada ou encoberta.
Exatamente por ser bom, nos corrigirá para que possamos participar da Sua bondade e santidade.
É com um Deus justo que temos que tratar todos os dias, e é por isso que se exige santidade, temor e tremor para andarmos na Sua presença.
Na verdade, muitas das provações que experimentamos ou são correções de Deus ou aplicação de disciplina para melhorar nosso caráter e modo de caminhar diante dEle.
Se há tanto para aprender de Deus deveríamos sempre, ser prontos para ouvir, especialmente as coisas que o Senhor tem para nos ensinar.
Por outro lado deveríamos ser tardios tanto para falar quanto para nos irar, sabendo que há um Juiz perfeito no céu, que tudo julga consoante a Sua verdade.
É Ele mesmo que nos julga em nosso procedimento como também as nossas causas quanto ao que sofremos da parte de outros.
Tudo isto deve ser avaliado e praticado para um real viver na fé.
A verdadeira fé é constante e firme. Ela alça vôo à presença de Deus, elevando-se mais e mais.
É assim que o cristão deve se exercitar na sua confiança no Senhor.
Ele não deve ser como a onda do mar que é agitada pelos ventos, que aqui representam as tribulações que lhe sobrevêm. Numa hora está em cima, noutra, embaixo. Num momento crê, noutro duvida.
A vida do cristão não deve ser como a onda. Ele não deve se deixar dominar pela dúvida na fidelidade de Deus, sendo impelido para lá e para cá pelo sopro das tribulações.
Ele deve permanecer firme na prática de tudo aquilo que tem aprendido pela Palavra, como sendo a vontade de Deus, e não se deixar arrastar pelas pressões que são exercidas sobre sua vida, quer externas, quer internas.

Silvio Dutra

Se você é brando tem tudo para ser um servo do Senhor muito abençoado.

Helgir Girodo

O SENHOR diz ao povo de Israel:
" Você é o meu servo, o povo que eu escolhi;
vocês são descendentes de Abraão, meu amigo.
Eu os trouxe dos fins da terra, dos lugares mais distantes
do mundo, e lhes disse: 'Vocês são os meus servos'.
Eu os escolhi e nunca os rejeitei.
Não fiquem com medo, pois estou com vocês;
não se apavorem, pois eu sou o seu Deus.
Eu lhes dou forças e os ajudo;
eu os protejo com a minha forte mão.

Isaías 41.8-10

Aquele que tem jugo desigual no Senhor é servo declarado do diabo para açoitar a sua vida, sua família e suas realizações.

Helgir Girodo

Quem chama seu Senhor, torna-se seu servo com dedicação, audácia e louvor. Quem habita no coração do Altíssimo comunga com ele o mesmo sacramento.

Anderson Carmona Domingues de Oliveira

O Rei Servo

O rei Ciro será citado no capitulo 44 de Isaías como o servo do Senhor que ele chamou para libertar o seu povo. Mas nem de longe Ciro pode ser comparado com o servo que é nomeado no início deste 42º capítulo, como sendo aquele que trará justiça às nações (Nosso Senhor Jesus Cristo).
Ciro operaria um livramento temporal mas Cristo opera um livramento eterno.
Ciro livraria o cativeiro físico, mas Cristo liberta o espírito dos grilhões do pecado.
Por isso o Pai diz que colocou o seu Espírito sobre o seu Filho (ungiu), porque Ele faria a sua obra na terra libertando os cativos do diabo, no poder do Espírito Santo.
Se Israel foi entregue aos opressores pelo Senhor, como se vê nos versos finais deste 42º capítulo é porque recusaram o governo terno, amoroso e justo de Deus, que seria revelado na terra, na pessoa de Seu Filho.
O Filho revelaria o amor do Pai, e os homens ficariam indesculpáveis perante Deus, por darem honra às suas imagens de escultura.
Primeiro porque o Rei que domina sobre os povos é chamado de servo e não de tirano.
Ele foi escolhido pelo Pai para fazer a Sua obra na terra (v. 1).
Seria com ternura e mansidão que Cristo deveria estabelecer o seu reino (v. 2, 3).
Ele implantará o seu reino em silêncio, sem barulho ruidoso, porque não bradará para que se submetam a Ele.
O Espírito Santo trabalhará silenciosamente nos corações para produzir o convencimento do pecado, da justiça e do juízo, para conduzir os pecadores ao Salvador, que é manso e humilde de coração.
Quando passa a exercer domínio no coração, que voluntariamente se entrega a Ele, não o faz clamando dizendo: Cristo está lá, ou Cristo está aqui, porque fala mansamente ao coração que se converte.
Não se apresentaria em nenhuma parte da terra com pompa e alarido, conforme costumam fazer os príncipes deste mundo em suas aparições públicas.
Ninguém sairia adiante dele tocando trombetas para alertar as pessoas sobre a presença do Rei dos reis a este mundo, porque seria achado na forma de servo, e não de Rei que era e é, e sempre será.
Ele não lutaria contra a oposição que levantassem contra Ele porque suportaria a contradição dos pecadores com paciência, porque o Seu reino não é deste mundo. É espiritual e no coração.
Seu alvo não é subjugar a vontade e corpo, mas conquistar o coração.
Então suas armas não são carnais ou terrenas, mas espirituais, para destruir as fortalezas do pecado e de Satanás.
Ele seria paciente até mesmo para com os maus, quando os quebrantasse em seu orgulho, como canas quebradas ou pavios fumegantes, para serem tornados humildes.
Com estes que são fracos, Ele seria terno, para curá-los de suas chagas, para serem restaurados e emitirem a Sua luz, não mais como pavios fumegantes, mas como chamas acesas pelo poder do Espírito.
Jesus é muito paciente, portanto, com todos aqueles que possuem a verdadeira graça, ainda que em pequena proporção.
Ele consumaria completamente a obra que Lhe foi designada pelo Pai e não desistiria dela, de forma que jamais falharia em Sua missão (v. 4) de trazer a Sua justiça à terra, para que com ela muitos pudessem ser justificados.
Ele é a salvação que Deus estaria dando, não somente a Israel, mas a todos os gentios, inclusive aos que habitavam nas ilhas distantes.
E este encargo não seria colocado como responsabilidade sobre os ombros de algum homem ou grupo de homens, porque Deus disse que Ele mesmo faria isto, quer dizer, Ele tomaria sobre os Seus ombros a responsabilidade de espalhar o evangelho em toda a terra, de modo que todos os que estiverem empenhados numa obra verdadeira do evangelho é porque teriam sido chamados e capacitados e enviados por Ele, para usá-los como seus simples instrumentos, operados pelo poder de Cristo e do Espírito Santo.
Então importa que tudo seja feito na, e pela Igreja, pelo Filho, para que toda a glória seja exclusivamente de Deus.
Por isso é Jesus quem é a própria aliança com o povo de Israel e com os gentios, e a luz que dá vida é dEle, e a que houver em nós, seus servos, é apenas um reflexo desta Sua luz (v. 6).
Pedro afirmou e não mentiu quando disse que não foi por seu próprio poder ou piedade, que o coxo de nascença havia sido curado perfeitamente no templo, mas que fora Jesus quem o curara.
Assim, é Ele também quem dá vista aos cegos, que tira da prisão os presos, e do cárcere os que estão em trevas (v. 7).
Deste modo, a nenhum homem, a nenhuma imagem de escultura pode ser atribuída a operação de qualquer milagre ou maravilha, porque o Senhor tem afirmado que não dará a sua glória e louvor a outrem (v. 8).
Como é Ele mesmo que faz as Suas obras, então toda a glória é dEle, e nunca nossa, e de nenhum falso deus.
Para os que creem que o espírito do homem é formado espontaneamente nele, juntamente com o seu corpo, no ato da concepção, Deus nega isto declarando diretamente que é Ele que dá não somente o fôlego de vida aos homens, como é também quem coloca o espírito no homem que é formado no ventre (v. 5).
O Senhor poderia deixar que as coisas acontecessem sem dar qualquer aviso prévio ao Seu povo, mas diz que o faz para que seja glorificado, não somente quanto à Sua onisciência, mas para que entendamos que Ele governa não apenas as nossas vidas, como a própria história da humanidade (v. 9).
Então se ordena aos que foram alcançados pelo evangelho que cantem ao Senhor um cântico novo, e o seu louvor desde a extremidade da terra, e até mesmo os que navegam pelo mar, e os habitantes de todas as ilhas, porque o evangelho estava destinado a todos eles.
As vozes anunciando a grande salvação do Senhor deveriam ser alçadas em todas as partes do mundo, quer no deserto, nas cidades e nas aldeias, até mesmo os que habitam em penhascos e nos cumes dos montes, porque o evangelho está sendo também destinado a eles (v. 11).
Glórias devem ser dadas ao Senhor, e o seu louvor anunciado nas ilhas, porque Ele derramaria o seu Espírito lhes trazendo salvação e avivamentos (v. 12).
Mas contra os Seus inimigos, contra os inimigos do evangelho, os inimigos destas boas novas de salvação, o Senhor se levantaria como um valente contra eles (v. 13).
Depois de encerrada a dispensação da graça, que podemos chamar de período de silêncio do juízo de condenação de Deus, porque Cristo não veio condenar neste período, mas salvar, o Senhor ergueria sua voz no final deste longo período da dispensação do evangelho, no qual estendeu a sua graça e misericórdia a todos, pela sua muita longanimidade, que o levou a esperar por um longo tempo para exercer o Seu juízo de toda a carne (v. 14).
Por isso Paulo afirma em Rom 9 que Deus suportou os vasos de ira com grande longanimidade.
Então trará assolações sobre a terra no final do período da graça, quando Jesus vier em sua segunda vinda, assolações estas que são descritas no verso 15, mas para os ignorantes (cegos) da Sua vontade que se converterem a Ele, usará de misericórdia e os guiará por veredas que não conheciam, tornando as trevas em luz perante eles, aplanando os caminhos escabrosos. E o Senhor prometeu não desampará-los (v. 16).
Mas os idólatras que fazem de suas imagens de escultura os seus deuses, seriam afastados para trás e cobertos de vergonha (v. 17).
Os surdos são conclamados a ouvirem estas coisas, e os cegos a olharem, para que possam enxergar. A referência é a surdos e a cegos espirituais. Mas Israel, seu servo insistia em não ser curado da sua surdez e cegueira (v. 18 a 21) e não conseguiriam enxergar mesmo quando fossem roubados e pilhados, e quando tivessem que se esconder em cavernas, porque seriam entregues por presa (v. 22 a 25).

Baseado em Isaías 42

Silvio Dutra

Bom Senso

"Tens feito bem ao teu servo, SENHOR, segundo a tua palavra.
Ensina-me bom juízo e conhecimento, pois creio nos teus mandamentos.” (Salmo 119.65,66)

Quando o salmista escreveu essas palavras, ele estava contemplando a bondade de Deus. No versículo anterior ao do nosso texto, ele cantou: "A terra, ó Senhor, está cheia da Sua bondade!" como se ele não pudesse se movimentar sem ver as evidências desta verdade, ou olhar para cima, ou para trás, ou em torno dele, em todos os lugares, sem perceber a bondade Onipresente do Altíssimo. Seja qual for a estação do ano, devemos estar numa condição de mente e de coração, para ver provas da plenitude do amor de Deus em toda parte em torno de nós, mas, sobretudo, penso, que deve ser assim nos meses de verão, quando os campos estão amadurecendo para a colheita e vemos como Deus está cumprindo Sua Aliança antiga feita com a humanidade através de Noé: "Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão." Quão gratos devemos ser portanto, de que o Senhor, se lembre da terra e a faça produzir trigo e tudo o mais que é necessário para suprir as necessidades dos homens! Por isso, bendigamos a Deus porque a terra ainda está cheia da Sua misericórdia.
Está a nossa própria vida na mesma condição, ou somos estranhos para a bondade de Deus? Há misericórdia ao nosso redor, mas nenhuma para nós? Bem, deixe que os outros respondam a estas perguntas tanto quanto possam; há muitos aqui presentes, que podem responder enfaticamente: "Não, a terra está cheia da misericórdia de Deus e nós podemos, cada um de nós, dizer-lhe: 'Você fez bem ao teu servo, ó Senhor.". “Apesar de você ter tido tantas outras de Suas criaturas para cuidar, você não se esqueceu de mim. Embora eu seja um mero átomo habitando num mundo que é, em si, nada mais do que um pontinho, quando comparado com os inúmeros mundos que lotam o seu universo, ainda assim você não falhou em deixar sua misericórdia vir a mim, mesmo para mim."
Portanto, testemunho alegremente com o resto do povo de Deus este fato abençoado e me junto ao salmista para dizer: "Você tem lidado bem com o teu servo, ó Senhor, segundo a Tua Palavra".

I. Vejamos a primeira parte do nosso texto: “Tens feito bem ao teu servo, SENHOR, segundo a tua palavra “
Olhando através de sua vida passada, o salmista chegou à conclusão, em primeiro lugar, que Deus tinha lidado com ele. Pensávamos que tínhamos tido apenas relações com nossos semelhantes e as temos, mas, ao mesmo tempo, tem havido Outro que também tem lidado com a gente. E nós dizemos: "Sob tudo, e acima de tudo, e em tudo, têm sido as relações de Sua Providência.". Ou melhor, dizendo: "o trato de Deus, Ele próprio," para que possamos, pessoalmente, dizer: "Você tem lidado com o teu servo." Não será estranho se acrescentássemos: "Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a Casa de Deus e esta é a porta dos céus. Certamente o Senhor está neste lugar".
Há alguns que não podem ou que não verão que Deus lida com os homens nesta vida mortal. Infelizmente, para eles! Deus é a própria Vida da vida e há alguns de nós que não poderiam pensar o contrário de que Deus tem lidado conosco.
O caminho de um cristão está repleto de maravilhas.
Cada homem deve falar de acordo com sua própria experiência, e eu sou obrigado a dizer sem a menor hesitação: "O Senhor tem lidado com a minha alma." Tão certo como eu vivo, eu falei com ele e ele falou comigo.
Eu desejo que nós reconheçamos muito mais claramente do que temos feito, que Deus está ao nosso redor o tempo todo.
Podemos realmente dizer que todas as coisas trabalham juntas para o nosso bem. A vida tem sido uma estranha mistura para alguns de nós.
Que compostos estranhos muitas de nossas vidas são! A noite e a manhã foram feitas no dia da criação e tivemos escuridão e luz, mas, colocando todo o conjunto, o resultado foi mais do que bom. Se tivéssemos sido o piloto do nosso próprio navio, não poderíamos tê-lo conduzido melhor do que Deus tem feito. Teríamos certamente um naufrágio espiritual há muito tempo se tivéssemos sido os nossos próprios pilotos. Estaríamos falidos agora se tivéssemos sido os nossos próprios gestores! Mas Deus tem tratado os nossos assuntos com tanto sucesso que, olhando para o conjunto deles, neste momento, podemos dizer verdadeiramente que Deus tem lidado bem conosco.
O que Deus tem feito por nós tem sido sempre a melhor coisa que poderia ser feita! Não poderia ter sido melhor.

II. Em segundo lugar, temos que considerar o BOM SENSO DESEJADO. "Ensina-me bom juízo e conhecimento". Davi sentiu que seu julgamento tinha sido muito falho, de modo que ele tinha feito grandes erros no que diz respeito a Deus. E agora que ele tinha chegado a um julgamento mais correto, ele ofereceu esta oração: "Ensina-me bom juízo e conhecimento". Isto é o que todos os cristãos precisam - melhor juízo, mais bom senso. Que Deus nos ajude, para o futuro, em primeiro lugar, a julgar melhor a Sua Providência!
"Não julgue o Senhor com fraco senso, Mas confie nEle por Sua graça". Em seguida, julgue melhor seus sofrimentos e aprenda a crer que é bom para você, que tenha sido afligido. Que possamos buscar o nosso julgamento mais correto para que ele não seja tão apressado, ou incrédulo! Que os nossos julgamentos não sejam, como às vezes têm sido, desapontados e tristes! Precisamos ter nossos julgamentos com bom ânimo. Ore a Deus para torná-los melhor.
Então seremos capazes de ter bom senso em matéria de doutrina. Eu gostaria que pudéssemos levar todos os cristãos a terem bom senso quanto a isto.
Tenho ficado chocado ao descobrir como alguns ouvem de bom grado aquilo que não é o evangelho de Deus em nada! Que Deus nos dê discernimento sobre esta matéria! Nós não temos tanto quanto deveríamos ter, caso contrário, teríamos julgado com mais sabedoria sobre muito do que ouvimos.
"Senhor, ensina-me bom juízo e conhecimento", significa: "Deixe-me conhecer. Deixe-me conhecer a Sua verdade. Deixe-me conhecer a voz de Cristo, de modo que eu não possa seguir um estranho, porque eu não conheço a voz dos estranhos e para que eu seja criterioso para não ser enganado."
Há alguns pregadores que enganariam os próprios eleitos, se fosse possível, mas os verdadeiros santos não serão enganados, pois Deus irá lhes ensinar "bom senso e conhecimento."
Também precisamos de um bom julgamento sobre nossas tentações. Muitas vezes somos como pequenos pássaros insensatos, que, por falta de julgamento, são atraídos por uma ave chamada Satanás, que como um astuto caçador de pássaros tolos, torna-se o trabalho dos cristãos instruídos! Eles são apanhados como numa rede e se o Senhor não os livrasse graciosamente, não poderiam escapar. Precisamos de bom senso para vigiar a tentação oculta e ver através dos truques e armadilhas do diabo. Ele não vem aos homens mostrando seus cascos e chifres, mas ele vem como um anjo de luz, e ele nunca é tanto um demônio como quando ele parece ser um anjo de luz.
Muitas pessoas pensam que ele não existe mais! E ele pode fazer dez vezes mais dano por causa desse engano, por isso vamos orar contra ele: "Livrai-nos do mal. Dá-nos o bom senso e conhecimento, para que não sejamos ignorantes de seus ardis.". Também precisamos de bom senso quanto aos muitos espíritos falsos que estão saindo pelo mundo afora. "Provai os espíritos", é uma advertência que ainda é necessária e nós precisamos aprender bom senso para que possamos ser capazes de cumpri-la, e discernir entre o bem e o mal.

III. O meu último ponto é quanto ao JUÍZO JÁ POSSUÍDO.
O salmista tinha algum bom senso e, portanto, ele pediu mais. Ele possuía uma medida de julgamento correto, que ele expressa nestas palavras: "Eu creio nos teus mandamentos." Essa é uma expressão muito incomum porque, geralmente, as pessoas creem em doutrinas, ou nas promessas. Mas Davi diz que ele acreditava nos mandamentos de Deus. Essa é uma expressão de fé que muito raramente falada e isso significa que, apesar de todos os problemas de Davi, ele tinha crido na Lei sagrada de Deus para ser sábio. Ele acreditava que ela veio de Deus e que tinha, portanto, que reverenciá-la. Ele acreditava ser infinitamente sábia e, portanto, ele a seguiu. Ele acreditava ser o certo e, portanto, ele estava preso a ela. Ele acreditava que, no final, viria a ser a política mais sábia agir como Deus havia lhe ordenado, então ele se levantou para isso. Ele parece dizer: "Senhor, eu sou muito tolo, mas eu tive inteligência suficiente que me foi dada, pelo Teu Espírito, para crer que os teus mandamentos são o melhor que pode existir, por isso eu gostaria de mantê-los e crer que seus Mandamentos são o melhor guia para mim na vida e, por isso, eu desejo segui-los."
Irmãos e irmãs, se vocês não sabem muito, mas se sabem o suficiente para serem capazes de dizer a Deus: "Eu tenho crido nos seus Mandamentos e, por Sua graça, eu não me separei da sua verdade", então todos irão caminhar retamente com você.
Seja você, querido amigo, sábio o suficiente para perseverar no uso dos puros Mandamentos da Palavra. Deus lhe ajudará a fazê-lo, porque a retidão e a integridade devem preservá-lo e nada mais o fará. "Confia no Senhor e faze o bem, assim você habitará na terra, e será verdadeiramente alimentado." Aqueles que não acreditam nos mandamentos de Deus e correm para todos os tipos de mudanças e esquemas, e truques de sua própria lavra, terão que sofrer por isso! Ore a Deus para lhe ensinar o bom senso. E se Ele lhe deu uma medida do mesmo, que Ele continue a dar-lhe mais e mais, por amor do seu nome! Amém.

Tradução, adaptação e redução do sermão de nº 2688 de Charles Haddon Spurgeon, elaboradas pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

“O amor tudo suporta!
Mas o coração de um servo do Senhor é como terrá fértil, por isso, é preciso plantar as sementes certas, no tempo certo, para que quando a tempestade chamada ‘cotidiano’ vier, ele possa suportar e gerar bons frutos.”

Raquel AMCampos

Senhor, sei que me confiou e me escolheu como seu servo e pregador de seu amor e sua palavra. Porém, diante das circunstâncias, dai-me forças para que eu não desista da minha missão.

Gabriel Moretti

Deus nos dá o direito de aproximarmos diante Dele com a GRANDEZA DE FILHO, mas diante das pessoas com a PEQUENEZ DE SERVO.

Lembremos-nos como Cristo:
Somos filhos de Deus que servem as pessoas e não as coisas.

Ailton Nascimento

Eis os que te abandonai, Filho meu, eu os jugarei pela tua fidelidade á eles, só eu sei de teu coração aflito, da tua alma inquieta, mas estou aqui, porque você me aceitastes, e eu ei de lhe mostrar, que o que eu faço é para que sejas tão forte quanto fui ao ver meu filho na cruz. Então logo, verás que, os abandonados e sofridos, serão exaltados, serão como você, Filho meu, um servo sem ser, mas com fé e sabedoria, para que a vida seja plena, próspera de riqueza em felicidade, e que tua fidelidade e paciência, continue Filho, a ser este Homem, e não esmoreça, tua vitória vai chegar.

Num papo com Deus.

Stéfano Avelino

A liberdade exterior é tão cativante, que seu servo nem sonha em ser um livre.

Carlos Pereira Barbosa

A primeira oportunidade que tem um servo de Deus para falar de Jesus às pessoas são inúmeras: a começar de onde ele saiu.

Helgir Girodo

Não sou nada além do que Deus deseja o que eu seja -- um servo de Cristo.

Helgir Girodo

Uma hipocrisia tamanha para um indivíduo que diz ser "servo de Deus" e se quer sabe o fundamento da Graça de Jesus Cristo. A começar pelo "amor ao próximo".

Magno Alves Santos

Aproxime-se de Deus com a grandeza de filho, mas com a pequenez de um servo. Adorá-lo requer intimidade, mas também obediência e disciplina.

André Buenno