Sonetos de Luís de Camões

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Um baixo amor os fortes enfraquece.

Luís de Camões

Amar e saber amar... amar com o coração e não com a cabeça.

Luís de Camões

A tristeza no coração é como a traça no pano.

Luís de Camões

É covardia ser leão entre ovelhas.

Luís de Camões

O que vivi, senti e passei até hoje não representa a pessoa que eu sou, ou que seria! mas sim quem sou hoje!
Estas não são apenas palavras!

Thiago Camões

Eu vou... sim! Eu!
Vou percorrer seu DNA buscar no seu genoma!
Àquele programa que diz:
Muitos obrigada(s)

Claudeth Camões

Nas interpéries da vida.
Há sempre... saídas.
É o tempo namorando o vento.
Transformando páginas em brisas.

Claudeth Camões

Aglutinação é um ser... perdão.
Se não coração!
Poder de ser!
Ilusão.

Claudeth Camões

Dizem do descanso dos braços.
Reflito ao som de suas moléculas.
Há perfeição em que relaxo.
Bailado do meu amado.

Claudeth Camões

Levaram meus cisnes e eles se multiplicaram.
Qual foi o dia!
O Sol sentiu... A Lua sorriu...
Milhares de respiros vil!

Claudeth Camões

Moravam em canais...
Soterrados de amargos doces.
Poeiras em coleções.
Algo digno das fortunas de superáveis ilusões.

Claudeth Camões

Não sou o que escrevo!
Lanço aos átomos as fórmulas.
Da alegria desintegrando desarmonias
Prolixos versos "mímicos"

Claudeth Camões

Das ladainhas brotam lodos...
Verdes sufocados pelo tempo.
Brotam, brotam... das ações .
Motivos do tempo.

Claudeth Camões

Queres realmente observar mil gênios...
"Esquece" as lâmpadas!
Se olhe.
Há Espelhos...

Claudeth Camões

Pra sua (sorte) agradeça que não seja tão iletrada a ponto de não escrever, senão saberia da a(u)tista sabedoria do que de você seria.
Claudeth Camões

Claudeth Camões

Um guerreiro não está em guerras, reconhece suas (fraquezas) sublimando sua força para encontrar una vida.
Claudeth Camões

Claudeth Camões

A origem da compaixão se dá para libertação dos primeiros, podendo ser dispensada aos iniciados naturais que não buscam mas, que recebem os legados.
Claudeth Camões

Claudeth Camões

Acredito nas forças que nos
arrebatam internamente; mais ainda nas externas criadas a contento.

Claudete Camões

1 As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo reino, que tanto sublimaram;

2 E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

(Os Lusíadas canto primeiro - 1 e 2)

Luís de Camões

Um mover de olhos, brando e piedoso,
Sem ver de quê; um riso brando e honesto,
Quase forçado; um doce e humilde gesto,
De qualquer alegria duvidoso;

Um despejo quieto e vergonhoso;
Um repouso gravíssimo e modesto;
Uma pura bondade, manifesto
Indício da alma, limpo e gracioso;

Um encolhido ousar; uma brandura;
Um medo sem ter culpa; um ar sereno;
Um longo e obediente sofrimento:

Esta foi a celeste formosura
Da minha Circe, e o mágico veneno
Que pôde transformar meu pensamento.

Luís de Camões