Sobrinha Querida

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Estava eu ouvindo uma querida amiga falar a respeito da dificuldade de se manter uma relação à distância. Ela me comentava, com ar de tristeza nos olhos, e certa melancolia no tom de voz, que não aguentava mais estar separada por continentes de seu amado, que não suportava a tortura da saudade, e não sabia mais onde encontrar recursos para lidar com a angústia dessa falta. Eu fiquei pensando em relação a essa "geografia do amar", em como todos podemos ser afetados por essa realidade a partir de um eventual desdobramento da vida, seja por questões profissionais, familiares, enfim, e de uma hora para a outra, se ver longe da pessoa amada! Não é fácil elaborar essa situação, gerir e nutrir uma relação à distância, mas diferentemente do que muitos acreditam, é possível sim preservar cada gota de amor, e manter uma relação "funcional", mesmo de longe... Vai exigir de cada um, muita estrutura, auto-confiança, auto-conceito, mente e coração bem resolvidos. Já da relação, vai exigir muita solidez, confiança, clareza, respeito, e acima de tudo, amor! O que importa de verdade não é estar ao lado, é estar dentro... O que é de verdade, o que é forte, vai superar a saudade, vontade, falta, lágrima, medo, e resistir a qualquer dificuldade, ou adversidade que se impor entre o amor... Quilômetros podem separar corpos, mas jamais almas e corações...

Abílio Rosa Jr.

Vovó querida do meu coração,
Você é um anjo, você é minha paixão!

Luiz Maria Borges dos Reis

Você anda meio sumida e eu já estou com saudade da amiga querida! Beijos.

Luiz Maria Borges dos Reis

Ei amiga querida, desejo-lhe tudo de bom nesse domingo abençoado por Deus! Beijos.

Luiz Maria Borges dos Reis

Minha filha querida Lili do meu coração, acabei de ter uma ideia sensacional, se você topar, conte logo comigo. Desejo ardentemente ir para a Lua ou Júpiter, podendo passar de raspão em Marte, depois, quero um lugar bem tranquilo onde eu possa morar, de preferência sozinho e poder curtir por muito tempo a solidão e a possibilidade de me livrar de tantos pelas-sacos e percevejos que me acompanham e me perturbam sem parar durante 24 horas por dia, cujos nomes prefiro não descrever, mas que, com certeza você sabe muito bem quem são, e, pelo amor de Deus, já não suporto mais a vida em comum. Ah, já estava me esquecendo, somente um pequeno detalhe, vamos juntos comprar em suaves e doces parcelas, uma "Máquina de Voltar no Tempo", e, aí quem sabe, voltar a ter meus lindos idos há tempo meus 15 (quinze) anos de idade, quando à época minha mãe Luzia ainda estava viva, e aí, deitar-me em seu colo e sonhar os meus lindos sonhos de infância, os quais não esquecerei jamais. Beijos carinhosos do seu pai que te adora!

Luiz Maria Borges dos Reis

Por onde anda a doce e querida amiga?... Tô com saudade dela! Beijos.

Luiz Maria Borges dos Reis

Valeu amiga querida e amada por todos nós, Maria Cristina! Que o Deus Menino te abençoe e proteja sempre. Beijos.

Luiz Maria Borges dos Reis

Amiga querida e amada por todos nós, fulana de tal, você é muito chique e por isso eu te adoro! A música é inconfundível! Linda demais!!! Beijos do amigo de sempre.

Luiz Maria Borges dos Reis

Esperança querida linda e fascinante não te distraias
para nunca saires de mim amo-te muito

Moreno o pensador dos novos tempos

Querida, a vida é praticamente um jogo. Temos várias chances, até o ”game over.”

Talita S. Santos.

Querida Valarie, eu não sei muito bem como dizer, depois de tantos anos, que te amo. Sei que muitas vezes agi com imprudência, não pensei na hora, não medi esforços para escolher a parte mais fácil, mais apaixonante da vida. Eu cometi muitos erros, mas agora sei, que foi tentando acertar. Nós somos amigos há décadas e, você me conhece como ninguém. Você é um tanto quanto irritante, manhosa, e dramática. Ri de tudo e isso me deixa nos nervos, mas mesmo assim é um raio de luz em pessoa. Você é a chama das esperanças, você me ensinou a correr atrás dos meus sonhos, a nunca desistir, a tentar ser grande quando tudo que eu queria era ser pequeno. Nós crescemos juntos, nós brigamos juntos, nós gritamos um com o outro, nós ficamos em silêncio por horas, nós desistimos e lutamos pelo que a gente tinha. Digo, que nós fomos testados ao limite. Choramos, rimos, cantamos, contamos histórias, dançamos, brincamos na chuva, xingamos, cuspimos, lutamos (literalmente). Cara, como isso é complicado. Eu não sei descrever o que é o amor, muito menos se o que eu sinto vai durar a vida inteira, mas eu só sei que encontrei você quando ninguém mais estava te vendo. Sei que você não queria me amar e, eu também não, porque já fiz isso, lembra? Você me disse que a gente não pode procurar alguém que nos complete, precisamos ser completos sozinhos para assim sermos infinitos com o outro. Você odeia promessas, mas eu quero te prometer que não posso te prometer nada. Quero que dessa vez, você acredite em mim. Eu sei que dói, Val, sei disso. Só que dessa vez eu sei como fazer dar certo, eu sei como lidar, e se eu fizer alguma besteira também sei como concertar. Eu quero que seja com você, porque nós somos melhores juntos, e é com você que quero tentar. Eu quero uma chance e, nada mais. Preciso dessa chance para te provar que sou capaz de transformar duas crianças em dois amantes.

Carolline Milici

QUERIDA, BEM ESPERO QUE NÃO SEJA UMA DESPEDIDA MAS SIM UM RECOMEÇO, PARA AMBAS AS PARTES.
POIS SINTO FALTA DO PASSADO, ERA MUITO BOM VOCÊ ME FAZIA SORRIR ME FAZIA BEM. HOJE ME SINTO PRISIONEIRO DOS MEUS ATOS TÃO IMPENSADOS. MAS TENHO A PLENA CERTEZA, E ESPERANÇAS QUE A DISTANCIAS DO HOJE NOS FARÁ BEM NO AMANHÃ. OU PELO MENOS SERÁ COMO ANTES QUANDO NOS CONHECEMOS, NÃO FIQUE COM MAGOAS DE MIM TENTE ME ENTENDER, SAIO DE PERTO DE VOCÊ MAS ESPERO NUNCA TER SAIDO DA SUA VIDA.

Celso Barbosa

Querida Fênix, quanto tempo é preciso viver para poder voltar às cinzas? Quandas vezes voltarei às cinzas para poder nascer de novo?
Com amor.

Barbara Matoso

E eu tracei a linha.
Bom, eu penso que pela primeira vez a guria querida, confusa e fácil mudou. Ela, dessa vez, não apenas esqueceu tudo e foi indo naquele barquinho de papel que ela tinha feito quando pequena. Como uma esperança do que sua vó tinha lhe dito sobre felicidade no amor. Ela dessa vez não seguiu remando. Ela passou em traço e esquece tudo. Quer dizer, esquecer não, mais sim parou.
Ela se apaixona fácil. Ou como falava um pequeno texto “Eu consigo amar ate uma berinjela”. Ela dessa vez, olhou não com os mesmos olhos, olhou com os pés no chão, de baixo para cima. Percebeu que durante tanto tempo ela alimentava uma sina por separar as coisas. Mais do que apenas separar as coisas no prato, ela separava a vida dela. Parte era para o estudo, parte família, parte avó, parte amor (na verdade amor era dividido em duas partes: o sonho e o real), parte mãe, parte amigos, parte solidão, parte ela. Nada podia se mesclar.
Bom, o que ela fez foi ver que tudo que ela pensava se quebrou, quando mais uma das suas paixonites, pela primeira vez, se quebrou.
Ela olhou para o amor e sentiu enjôo. Olhou, e se casou. Voltou atrás. Olhou e não agüentou a imagem que via. Percebeu o sentido que fazia o que os outros não falavam.
Ela não esqueceu a paixão, só cansou. Cansou da decepção que era um tombo. Canso pelo fato de nada mudar. E, mesmo que não tivesse acontecido nada, ela sabia que teria um final. E também percebeu o quão grande era o muro que ela queria pular. Nada era como ela pensava.
Mesmo com nada, ela viu. Viu que, mesmo que seja lindo a ligação de coisas iguais, as coisas não mudariam. A não ser que ela fosse sincera e jogasse tudo num liquidificador.
Eu olhei para a vida. Olhei para minha mãe. Para minha vó. Olhei para a berinjela. Olhei para o chão e alem das estrelas. Olhei para todas as ilusões. Olhei para o que eu acreditava. Olhei para a menina. E a deixei ir.

Violeta Adelita

Carta de um filho brasileiro

Ó mãe pátria querida
Onde anda nossa independência
Que nem se que conseguimos
Nos libertar de tantas carências?
Impostos nos perseguindo
Falta de hospitais e médicos
Enquanto nossas crianças morrem
E o Brasil convive com tantas doenças
Ricos ficando cada vez mais ricos
E os coitados dos pobres mesmo
Sem ter nada, ainda vão a falência
Brava gente pobre brasileiro
Que enfrentamos filas
Enquanto os senhores ricos
Sempre são os primeiros
Juntos formamos uma só nação
Nação dividida entre os pobre
E os Drs da corrupção.
Quando em berros gritaram
Independência ou morte
Para os pobres deixaram as mortes
Vivendo numa tramada armadilha
Enquanto a independência
Ficou apenas para os Corruptos
Que vivem em belos hotéis de Brasília
Ó mãe Pátria querida
Tão linda e bela
Nem tu hoje és mais gentil
E ainda tem essa fama ruim
Altas inflações e corrupções
Coisas do nosso Brasil.

Reff Carvalho

Querida Vodka, onde eu esqueci minha reputação?

Camila Godoy

XXIV Se preferir ainda tem

A querida Serra da Lontra

Mas se nem tudo lhe convém

Apresento-lhe a Cabocla com muita pompa.

Leandro Bahiah

XXXIII Sonho em tiver independente

Minha Ibitupã querida amada

Sendo caridoso com a minha gente

Jamais se esqueça da cicatriz sarada.

Leandro Bahiah

Querida felicidade

Felicidade é estar perto de alguém que você gosta
Sumir mundo a dentro
Sem se preocupar com o amanhã
E com esse alguém,
Voar
É invadir um estádio de futebol na madrugada
Subir no mais alto banco
E com esse alguém,
Cantar
É estar frente a um pôr-do-sol
Na mais fria praia
E com esse alguém,
Sonhar
É estar na mais deserta
E fria avenida
Na mais forte chuva
E com esse alguém,
Brincar
É ir no mais fantástico show
Com a mais perfeita banda
E com esse alguém,
Pular
É ser o mais perfeito ser
No mais lindo planeta
E com esse alguém,
Viver

Phelipe Skyline

- Querida solidão

Tudo o que eu quero agora é descansar em paz...
Tudo o que eu desejo é ficar comigo só...
Quero me sentir...Quero me amar...Quero te esquecer...
Quero tirar todas as ilusões que ainda existem em mim...
Desde que você feriu o meu ser, não tenho mais calma...
Já não sei o que sou...
Do meu amor surgiu à dor
Da ilusão decepção
Da alegria nasceu a agonia
Do meu amor por você
Surgiu a rejeição
Surgiu minha solidão
Mas o que fiz de mal?
Se só vivo para sua vida alegrar...
Queria ser para você
Tudo que se possa desejar
Pois sem ti sou fraca...
Mas isso não é possível...
Não é permitido...
E como se não fosse nada;
Transformas-me em um quadro dentro de ti
Vês-me como um passado que não importa mais...
Mas já vejo o que é...
Pressinto em mim que amas outra...
Por isso...
Tornei-me monstruosa...
Foram-me reservado o frio e a treva...
Tudo agora me é inválido...
Então...
Da vida surgiu a morte
E tudo o que eu quero agora é descansar em paz...

26/07/2005

Letícia Addams