Sobrinha

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Tive tanto êxito em mostrar à minha sobrinha
que não existem verdades absolutas,
que agora ela já não acredita em nada que eu lhe diga.

Augusto Branco

Sim, sou filha... Sou mãe... Sou esposa... Sou irmã... Sou prima... Sou sobrinha... Sou neta... Sou amiga... Sou tia... Sou madrinha... Sou cunhada... Sou nora... Sou sogra... E quer saber? Sou muito feliz por, simplesmente ser: MULHER!

Deka Rissi

Vamos falar da Paula.

O tio foi visitar uma amiga e resolveu levar a sobrinha, Sara, junto. Enquanto eles (os adultos) ficaram conversando em uma sala, deixaram Sara brincando sozinha em uma outra sala. A sala dos sonhos, lotada de brinquedos. O nome da dona? Paula - e ela não estava lá. Sara nem se deu conta de quanto tempo ficou naquela sala, mas foi como estar no paraíso (baseado no seu conceito de paraíso na época). A Paula provavelmente era a menina mais sortuda do mundo. Ela tinha todos os brinquedos legais da face da terra. A casa da Barbie! Meu Deus, ela tinha a casa da Barbie também.

Ok. Que 'mané Sara' o que. Essa menina sou eu.

Até hoje não tenho a mínima ideia de como seja a Paula. Nunca a vi. Mas o tempo todo que fiquei brincando naquela sala, fingi ser ela. Fingi que aqueles brinquedos eram os meus, que aquela casa era a minha e que aquele nome era o meu. Me lembro que depois disso, em minhas brincadeiras geralmente eu me chamava Paula. Ficava imaginando como ela era fisicamente e em todas as possibilidades eu tinha uma certeza: ela era linda. Ah, Paula... eu saí de lá prometendo a mim mesma que um dia teria uma sala de brinquedos igual. Ou no mínimo os meus filhos teriam. Cheguei em casa e tentei reproduzir aquele ambiente mágico à minha realidade. Foi um fracasso, óbvio. Meus brinquedos não eram os mesmos. A Paula provavelmente era filha única (achismo). Eu tinha irmãos menores para
dividir a atenção e os presentes.

Não, eu não fiquei eternamente obcecada com a Paula. Aquele fascínio de fato durou, mas logo arrumei substitutos. Tempos depois eu já “chamava outra coisa”. Era sempre assim, de ciclo em ciclo. A cada nova pessoa interessante, a cada situação estimulante eu desejava intensamente e fingia fazer parte daquele mundo. Porém não me esqueci daquele dia, no sala de brinquedos da Paula, porque em minha memória foi quando tudo começou. Ou pelo menos foi a vontade “mais forte” que tinha tido até o momento. Então eu dei o nome pra isso de 'complexo de Paula'.

Fantasia de criança? Atitude normal? Característica de temperamento? Enfim. Me diga, você já se sentiu assim?

Agora responda só pra você: AINDA se sente assim?
Desejando algo que outra pessoa tem? Ou pior: desejando ser essa pessoa? Em crianças isso parece ser bem comum. Dei exemplos 'bobos' da minha infância como brinquedos, mas aquilo fazia parte da minha realidade na época. Depois que crescemos o foco muda, as vontades são outras. Mas o desejo de ter, de ser...vira e mexe aparece. Culpa do complexo de Paula.

Materialismo, aparência, títulos... normalmente são essas as motivações. Sim, é banal. Sim, é fútil. Mas como controlar essas vontades? Como frear esses sentimentos?

Difícil admitir tudo isso, não? Ainda mais em uma sociedade que vive em nome da aparência e da falsa paz. Mas creio que seja o primeiro passo pra controlar esse complexo.

Então vamos falar as claras: é preciso parar de achar que a grama do vizinho é sempre melhor do que a sua. É preciso valorizar o que você tem, as suas conquistas, a sua realidade. O tempo está passando e não sei quanto tempo nos resta. Só sei que, quando olho para trás vejo que perdi muito tempo desejando o que não era meu. Desejando coisas banais por vaidade, por “status”. Você também já se sentiu assim?

Quero olhar para a minha vida e ser agradecida pelo que tenho. Se eu desejar algo que for lícito e que acima de tudo convém, ao invés de só desejar, fantasiar, que eu arregace as mangas e vá a luta. Dentro dos meus limites, da minha realidade. Se rolar, ótimo. Se não rolar, paciência. Me diz: o que fazer? Arrancar todos os cabelos da cabeça ou nos entupirmos de chocolate? (se bem que chocolate não é uma má ideia...rsrs)

Eu sei, caro pensador...parece fácil na teoria, mas na prática é complicado. Mas a gente tem outra escolha a não ser se esforçar pra colocar essa teoria toda em prática? É uma batalha diária pela frente, meu amigo. Ilusão sua achar que não. Temos que nos policiar todos os dias, manter o foco.
O ser humano é um tanto quanto complicado e normalmente as coisas não se resolvem em um passe de mágica. Melhorar é um exercício diário.

Bom...eu tô disposta... E você?
E aliás, já vou te adiantar uma coisa: "Paula, queridinha, você já era".

Tainah Ferreira

(VANESSA) [minha sobrinha]


Uma menina de sorriso farto
De olhos brilhantes, com a cor do luar
Brinca, pula, sorri, chora coisas de criança
O com seu sorriso e seu jeito, sempre nos faz viajar

O nascimento dela foi uma felicidade sem fim
Não me atrevo a nem imaginar minha vida sem ela
Ela dar cor há tudo que toca em tudo que há interessa
Deve ser a santa que ainda não foi pintada na capela

Às vezes se chateia por motivos fúteis
Mas a raiva é passageira
Logo-logo está brincado feliz de novo
E o choro triste dá lugar a feliz “gritadeira”.

Denilson Silva

Boa tarde, senhor Esperidião!
Meu nome é Dirce, sou sobrinha da Maricha.
A tia está mandando um abraço para vocês!
Eu estou escrevendo esta cartinha para o senhor,
porque quero pedir um favor para o senhor.
Tenho dois filhos que criei sozinha, com ajuda de
Deus, é claro. foi uma luta árdua. Mas deu certo,
graças a Deus. Meu filho mais velho tem trinta e
quatro anos, cursa o último ano de direito, como não consegue emprego na sua área, anda um pouco desiludido
e veio me dizer que vai tentar a vida em São Paulo,
no mês que vem. Meu coração disparou. A tristeza me invadiu a alma. a tia não parou mais de chorar. esta doente e velhinha, 89 anos. Ela é madrinha dele e ajudou a cria-lo. Nós duas estamos aflitas.
ir morar sozinho em São Paulo, não é fácil. Cidade grande tudo caro.
Mas, também estar desempregado é triste. Um homem sem
emprego perde sua identidade. O senhor sabe que um
emprego sem indicação é difícil. Por isso peço sua
ajuda. Ele já foi na prefeitura, Casam, mas tudo precisa de alguém que indique. Ficaremos gratos se o senhor nos ajudar.
A tia convida o senhor e a dona Angela para visita-la.


Agradeço a atenção.

Dirce Dias

Minha sobrinha Estela
Seu sorriso tímido, covinhas..
Flor pequena e bela
Faz-me tão bem, pequenina

Quero vê-la crescer
Assistir seu desabrochar
Uma linda moça vai ser
Alguém que eu possa me orgulhar!

Juliana Rossi Cordeiro

Comi três pães de queijo.
Minha sobrinha com a vozinha de Barbie dela
me perguntando coisas.
Se um pão de queijo
é irmãozinho do outro.

Raniere Gonçalves

SOBRINHA RENATA QUEIROZ

Um dia uma pessoa me perguntou
se você era minha amiga verdadeira
e eu respondi sinceramente, é meu laço familiar, e esse laço que nos prende á uma amizade infinita!
Você é minha amiga verdadeira, mesmo que se um dia você decidir não ser mais minha amiga,
mesmo assim eu não substituirei nossa amizade por outra, porque o laço família impedirá que a minha amizade se rompa com você, e não trocarei sua amizade por nenhuma outra!
Você sempre será a única no meu coração!
Quando mais preciso, você está do meu lado, mesmo, mesmo que você não entenda o valor dessa amizade, eu não me opinaria, porque amizade como a nossa não se explica, por que é produto de um milagre divino. Nas horas felizes e tristes! Que Deus te abençoe grande mente!
A sua alma é sincera, e sua amizade é pura
O seu coração também é puro, sensível, és meiga e carinhosa.
Num tenho nem palavras pra te dizer!
Adoro-te amiga!

Gilmar Fontes

Você minha amiga sobrinha é igual ao laço quando dá nó difícil de desfazer, ela não se desfará.

Gilmar Fontes

“Eu podia ser melhor. Uma pessoa melhor, filha melhor, irmã melhor, tia melhor, sobrinha melhor, mulher melhor, mãe de cachorro melhor. Sinto que não sou boa o suficiente, que não faço o suficiente para o mundo. A gente sempre quer mais. Por que, então, não fazemos mais? O ser humano só quer, quer, quer. E a doação onde fica? E a compaixão? E a ação? Acho que todo mundo podia fazer mais. Além do seu trabalho, o que mais você faz? O que faz efetivamente para melhorar o mundo e as pessoas? Acho que falta colocar a mão na consciência. Não adianta tapar o sol com a peneira e fingir que não vê. Precisamos encarar as coisas de frente. Você precisa se encarar de frente.”

Clarissa Corrêa

O Fundo de Participação na Educação-FPE nasceu em 1966, mesmo ano da sobrinha primogênita- e olha que a menima evolui bem e atualiza sempre.

Bindes, Fá - sobrinha

Dna. Therê falou que gostaria de receber uma nora bem decente, mas disse também que sobrinha emprestada não quer, é como cunhada que já foi néh, mas tem filho, néh sabe néh

Fa Maciel - Bindinhabundinha