Significado da Palavra Compreensão

Cerca de 10 frases e pensamentos: Significado da Palavra Compreensão

SENTIR é a forma mais expansiva de ENXERGAR, porque o que está fora de vista não quer dizer que está fora de nosso alcance.

Pierre A.orta

Ter compaixão com o próximo, significa ter compreensão e tolerância com esse, o que pode demandar um esforço constante, mas o resultado será compensador.

Nicholas Merlone

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O texto sagrado esconde de nossos olhos o verdadeiro significado. Sendo de difícil compreensão, requer que seja por cada um de nós decifrado!!!!
Jean C. de Andrade

Jean Carlos de Andrade

Estações do Amor

“A sapiência do verdadeiro amor encontra-se na compreensão do significado das estações; o amor deve sempre ser ardente e caloroso como o verão, trazendo brilho aos olhos e afagos ao coração.

Não deixe que a paixão do amor esmoreça com o frio do inverno, partindo rumo ao recôndito de uma ilusão.

Se no outono as pétalas do amor caírem, nunca se olvides que na estação seguinte tudo é renovação, ou seja, o tempo da esperança de uma nova paixão.”

J. Dossena Jr

"Carinho, amizade, compreensão, paciência.... Essas são as palavras que definem o começo de um relacionamento duradouro"

Jéssica Fernanda Cinigaglia

Enxergamos a poesia quando as palavras modulam seu significado na nossa compreensão..

Juray de Castro

Se houvesse uma compreensão do significado da liberdade, num mundo atual estereotipado com formas mediocremente quadradas e inexpressivas como tijolos.
Os gregos esculturavam em formas arredondadas, expressão de uma mentalidade livre, não é o mesmo em outra cultura como a dos egípcios, com formas geométricas expressão de um povo submetido a ditaduras e tiranias.
O maior aprendizado seria justamente não somente ter a capacidade de ser livre, mas principalmente reconhecer o significado dessa liberdade.

mfpoton

Compreendendo o Significado da Nossa Existência Pela Perspectiva Correta

A compreensão do propósito para o qual fomos criados por Deus, e do verdadeiro significado de nossas vidas, depende de que o vejamos pela perspectiva correta, ou seja, pela do espírito eterno que nos foi dado, por termos sidos criados à Sua imagem e semelhança.
Assim, quando um ente querido morre podemos ficar cheios de saudade e até mesmo de tristeza pela ruptura momentânea da companhia que desfrutávamos aqui na Terra.
Porém, isto não significa de modo algum, para aqueles que atendem ao propósito da criação da humanidade por Deus, uma ruptura dos laços de amor e união, que são eternos, e prosseguirão portanto, pela eternidade afora, quando todos estivermos reunidos com Ele no céu.
Assim, juntamos às nossas saudades e tristezas a grande alegria e certeza da esperança de que a morte não passa na verdade de um até breve querido (a).
Seria cruel, se a existência de seres conscientes, que possuem o conhecimento do que seja a vida e a morte, se limitasse apenas ao curto período de vida que temos neste mundo. Mas, como amamos a um Deus que não é cruel, senão perfeito amor, podemos estar certos da Sua fidelidade em cumprir todas as boas promessas que nos fez por estarmos unidos a Jesus Cristo.
As tribulações e perdas que experimentamos deste outro lado do céu não são motivo para descrermos na bondade e amor do Senhor. Ao contrário, é justamente por meio delas que prova o Seu grande amor e misericórdia para conosco, porque em meio a elas, nos fortalece com a Sua graça e nos dá a certeza da Sua sempre presença conosco em toda e qualquer circunstância, e o melhor de tudo, faz com que nisto a nossa fé nEle seja aperfeiçoada, e o nosso caráter é melhorado a cada tentação e provação que são vencidas pelo poder de Jesus Cristo, que opera em nós por meio do Espírito Santo.
Nós podemos ver isto, por exemplo na vida do profeta Jeremias,que quando se encontrava ainda preso no pátio da guarda, por ordem do rei Zedequias, e mesmo ali, encarcerado, o Senhor continuou lhe dando as grandes e preciosas revelações e promessas relativas à Nova Aliança (Jeremias 33).
Ele encorajou o Seu profeta a não ficar intimidado pelas circunstâncias em que se encontrava, mas que continuasse na Sua presença, clamando a Ele, porque lhe responderia ao clamor e lhe anunciaria, ou seja, lhe revelaria as coisas grandes e ocultas relativas ao futuro glorioso do Seu povo, que Jeremias ainda não conhecia, e que não se cumpririam nos seus dias de vida na Terra.
Jerusalém estava sendo invadida pelos babilônios, mas o Senhor ainda faria com os judeus, no futuro, tudo o que está escrito a partir do verso 6, no qual afirma o seguinte:

“Eis que lhe trarei a ela saúde e cura, e os sararei, e lhes manifestarei abundância de paz e de segurança.” (v. 6)

Deus formou Israel para ser um povo santo, e Ele teria este povo santo, quando lhes desse o Messias, porque não somente faria com que voltassem do exílio em Babilônia, mas os edificaria, purificando-lhes de toda a iniquidade do seu pecado contra Ele, e perdoaria todas as suas iniquidades com que haviam pecado e transgredido contra Ele, conforme promessa que já havia feito através do profeta em Jer 31.27-34.
Jerusalém serviria então, conforme a vocação que lhe fora dada por Deus, de nome de júbilo, de louvor e de glória diante de todas as nações da terra, por verem todo o bem e paz que o Senhor daria ao Seu povo (Jer 33.9).
Uma demonstração desta bem-aventurança eterna, quando estivessem reunidos ao Messias, seria o fato de trazê-los de volta de Babilônia para a sua própria terra, na qual eles seriam alegrados novamente por Ele (v. 10 a 14).
E depois disto, ainda lhes daria o Rei justo prometido em Jer 23.5,6, pelo qual seria cumprida a promessa de inauguração de uma Nova Aliança com o Seu povo.
É importante lembrar que mesmo depois da volta dos judeus de Babilônia em 537. a. C, eles tiveram que esperar ainda 570 anos, até a morte e ressurreição de Jesus, quando foi finalmente inaugurada a Nova Aliança prometida.
Por isso o Senhor se referiu ao cumprimento desta promessa como sendo relativa a dias futuros, com a expressão “Eis que vêm os dias, diz o Senhor, em que cumprirei...”.
Ele chamou a Nova Aliança em Cristo, como sendo o cumprimento da boa promessa que havia dado a Israel e a Judá (v. 14). É boa palavra porque se refere à boa nova, ao evangelho, que é o Seu poder para salvar os que creem.
O enfoque da promessa da Nova Aliança não está no povo, mas no Renovo de justiça, que brotaria a Davi e que executaria juízo e justiça na Terra, porque é a Ele que o Pai tem dado o poder de julgar tanto a vivos quanto a mortos, como também de justificar os pecadores que se arrependem e que nEle creem.
É por isso que o povo que se acha debaixo do governo deste Rei justo será chamado pelo nome: O SENHOR É NOSSA JUSTIÇA. Porque é por causa da Sua justiça em nós que temos salvação e segurança eternas (v. 15,16), a saber a Sua justiça eterna e perfeita com a qual somos justificados.
É nele que se cumpriria a promessa feita por Deus a Davi no passado de que não lhe faltaria varão que se assentasse sobre o trono da casa de Israel, e que seria da sua descendência.
Este varão que nunca faltará a Davi, assentado em Seu trono, é Cristo (v. 17).
A segurança deste pacto firmado com Davi é eterna, do mesmo modo que ninguém pode fazer com que deixe de existir dia e noite (v. 20 a 26).

Silvio Dutra

A paz interior acontece não com a ausência da dor e sim a compreensão do seu real significado.

Rosi Coelho

Definitivamente não temos a plenitude da compreensão no que tange as mudanças do novo mundo. Facilmente identificamos pessoas que instintivamente são mais antagonistas, nessa linha também notamos indivíduos que se apegam ao passado por acreditar que as coisas são assim mesmo e pronto.
Para os primeiros digo-lhes que se diligenciem mais. Aos últimos recomento a renúncia!
A mudança é a única coisa constante no mundo em que vivemos.

Renato Broz L. Cervantes