Sexta Feira 13

Cerca de 1052 frases e pensamentos: Sexta Feira 13

Prefiro Sexta Feira 13, do que segunda com qualquer numero!

Hugo Ribeiro

Legal mesmo vai ser se o dia 12/12/2012 cair numa sexta- feira 13.

Marina Gabriela

Nem ligo que Amanhã é sexta - feira 13 , o que me Assusta mesmo é Pensar nessas coisas de Amores e blá blá .

Roni Alves

Sexta feira 13 é um Centauro para quem tem medo e uma Astréia para quem tem fé.

Teresa Teth

Dia:o4-02-09 terça-feira Horas:13:08


Naum sei pq mais me acho no mundo incompleto me acho sozinha sem ruma sem uma pessoa verdadeira.SO eu i minha solidão sem amor i amizade naum sei se vou suporta sem meus unicos amigos q foram no por do sol meu PRIMEIRO unico amor me regeito,por meu geito de ser,me ajude solidão nesse mundo cruel, eu so kero isso um amor verdadeiro, naum kero mais nada,naum kero dinheiro nem saude so um verdadeiro amor.....

Stephanei

QUINTA-FEIRA, 13 DE JANEIRO DE 2011
CHUVA DE DOMINGO

Chegou a chuva...
Cheia de charme
Chamando, chama queimando
Soando o alarme...


Sh! Sh!
Cala-te chuva grosseira!
Teu charme apagou a chama por inteira!
Sh! Sh!
Chama, inflama
Me tira da lama,
Da poça de lama,
Dessa chuva de cama,
Insana, fagueira.


Me inunda profunda
As gotas imundas
Tempestade de nunca
Nunca molhar-se
Mesmo sendo a face
Do que molha minha nuca.


Sh!Sh!
Cheiro de choro
Chão feito de choques
Tens o toque de ouro
Mas teu não é de morte.

Cabisbaixos os pingos dela
Molham-me dentro e minha janela
Me abrigo em meu desleixo
Mas ela vem quando não deixo
Tentar-me em meu leito de donzela.

Céu sísmico nos meus pés
Nuvem só de vento triste
O tempo nublado esconde o que és
Em meus olhos a chuva persiste.

ShShShShShShShShShShSh!
A chuva lá fora não caí tanto
Quanto os pingos brandos do meu pranto,
Pelos cantos
Pelos cantos.

As gotas que escorrem pelas veias,
Pingam-me no rosto salgadas de areia.
Ó céu clareia
Clareia!

ShShShShShShShShShShSh!
Em cada pingo um dia revivo.
Chuva que molha um céu só
Faça ela o que faz o sol
Vá inundar outro domingo!

Sh!
Chuva não chora
Chuva não chega
Chuva vai embora
Chuva chove lá fora
Chuva, chega!

Sh!
Silêncio para o sol para o sol sorrir.
Sh!
Salva-me da saudade de ti!

Me acolhe na tua aldeia,
Sem eira nem beira,
Me molha, me olha, me odeia,
Mas que venha a Segunda-feira.

Basta deste domingo
Choramingos
Chovem os pingos
A noite inteira.

...

A chuva se foi de meu céu revolto,
Para pingar sobre este papel de poema marcado,
Inundou este e afogou muitos outros,
Mas agora não é mais do que passado.

Mas espere!
Tempestade nunca vem só de um lado.
A chuva molha
E se não me olhas
É porque também tens o olhar marejado.


(Agosto - 2001)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 09:58 Um comentário:
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QUINTA-FEIRA, 25 DE NOVEMBRO DE 2010
desORIENTE
CONTO DE VIDRO.

Depois de várias tentativas frustradas, na emergência de uma respeitada clínica carioca, uma médica de sobrenome Tagata (sim, oriental), dá o resultado de uma tomografia computadorizada e finalmente um diagnóstico para uma paciente um tanto atônita e desconcertada:

- Duas costelas fraturadas e você me diz que não houve trauma...

- Doutora... Não houve. Eu estava em um show, fui ao toillette, senti uma fisgada e a dor não parou mais.

- Nenhum esbarrão, nenhum beberrão folgado te puxando pela cintura ou pelo menos uma série mais puxada de malhação?

- Não, não... Passei a noite inteira com um grupo de amigos e todos são testemunha... Até sentada eu fiquei! Só pode ser obra de outro tipo de energia...

- Olha, vejo casos assim todos os dias... Esteja certa de que algo aconteceu e foi de grande impacto no seu corpo.

- Como isso poderia acontecer sem que eu me lembrasse? Duas costelas? Um hematoma daqueles? Impossível!

- Bom, eu sou médica, meu norte é a ciência. Pra mim, você certamente sofreu alguma tensão grave no local...

- O que eu sei é que quando cheguei em casa me contorcendo de dor, fui vestir algo mais leve e me deparei com a tal mancha... Olha aqui ó... Fiquei tão chocada que fotografei com o celular...
(Nesse instante a paciente exibe a foto que contém a imagem da escoriação)

- Nossa... É quase uma garra...

- Garra? Como assim? (a paciente franze a testa) Você acha, doutora? Não tinha pensado nisso...

- Como assim? Garra te diz alguma coisa? Andou com algum bichano indócil?

- Não, não... Quer dizer, quais são as chances de isso ser resultado de digamos, uma fusão explosiva?
- Seja mais específica...

- Coisa de uma semana antes do hematoma ser notado e...

- Ser notado? Como assim? Você não disse que tem certeza de que ele não estava lá antes?

- Ah, Doutora, a gente checa o decote, o bumbum, não as costelas no espelho, né?

-Hum... Prossiga... ( a médica já sinaliza um riso vitorioso no canto da boca)

- Então... Se isso não foi uma macumba braba, só pode ter sido uma coisa... Mas... Será? Não faz sentido... Eu teria sentido alguma dor...

- Não se estivesse sob efeito de álcool ou entorpecente... O pavio da lesão pode ter sido aceso no que você chamou de "explosão", mas a coisa pode ter acabado só explodindo mesmo quando fez qualquer esforço bobo, como por exemplo...

- O de agachar pra ir ao toillette!

- Elementar, minha cara! Mais uma vez a ciência prevaleceu!
(A paciente sorri maliciosamente com as sobrancelhas levemente erguidas. Em seguida fita a Dra. Tagata em tom de desafio. Percebendo seu ar provocativo, a médica prossegue)

- Mas, você me deixou intrigada... Porque essa expressão de triunfo?

- Sabe o que é, Doutora? Adoro ver provado o valor da ciência na nulidade da sua probabilidade indeterminada... Essa coisa de tentar justificar paredes de vento com vidros de janelas quebradas...

- Vidros? Janelas? Vento? Desculpe, não entendo...

- É elementar mesmo, estimada doutora... Quando explode dentro o que é vidro, de nada adianta a vidraça da janela estar fechada. É ciência pura, acredite. E a fissura do osso, só uma metáfora materializada.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 19:25 Um comentário:
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DOMINGO, 10 DE OUTUBRO DE 2010
10/10/10 - mas podia ser 2012.
Ah, tá. O amor é uma entidade (isso mesmo, entidade) que há de manifestar-se em uma bilateralidade (sei que é ruim até de pronunciar) simultânea, quase que de atuação filantrópica, uma vez que deve-se gostar de graça, guardados os usos indevidos do indivíduo.

Indivisível instante é aquele que há de preceder os enamorados: o sino! A badalar em meio ao paganismo em fuga das baladas - nem sempre tão badaladas - quanto os pardais que clamam nossos limites de velocidade e teor etílico.

É, eu sei, tem uns cínicos que desovam ilusões em limbos críticos.. Mas não critico a obra, apenas o teor não me cabe tão etéreo, nem tão típico.

Tipo assim: "Li um livro e revidei em um litro"... Encher a cara por vezes ocupa a sala anteposta ao sopro lírico...

Soprei um ritmo qualquer a desfalecer em logaritmos... Logrei-te um pífio fantasma tão cênico e apocalíptico...


Agora, vê se aproveita o fim dos tempos e me beija?



(Roma - 10/10/10)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 11:57 3 comentários:
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SEGUNDA-FEIRA, 13 DE SETEMBRO DE 2010
Caro céu
... Um círculo alegórico suprimia em seu suave movimento a acidez da dita realidade.
O vento beijava-lhe a maçã do rosto supondo-lhe ser o gesto indicador de sua afeição bem-aventurada.
Girava espetaculares faces de espontaneidade singela, era ali a própria metáfora do mundo: circunscrita no eixo de sua galáxia solitária, magnética, suprimida no segundo imaginado em que as cores são feitas de branco e a paz de um simples passeio pelo céu dos possíveis...
Postado por Natália Parreiras Rubra às 14:30 Nenhum comentário:
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SEXTA-FEIRA, 10 DE SETEMBRO DE 2010
Auto-poema-resposta
Já perdi a conta de quantas vezes passeei os olhos pelas tuas palavras, violentei, violei e ainda mais, forjei tais vocábulos de despeito. Não compreendo como tuas pequenas mãos embalam tantos esbravejantes decretos de saliência, essa revolta ímpar, essa crua permissividade que não esmorece mesmo diante da minha persuasiva desistência!

Assim como esse teu curvilíneo corpo esguio que me deplora tantas proibições, mas que conheço tão displicente, tão involuntariamente despudorado...Que mente-me tua pouca habilidade, tua irrefletida sedução sublimada no orgulho que te estampa, arredia, quando te ponho inofensiva.

Queria te ofertar bem mais do que tais dimensões paralelas de sub-vivência, queria poder consentir tua destreza nessa conquista que me ilumina sob belas palavras, ainda que não consiga permiti-las em meu sentimento... Poder enxergar essa alegoria na qual nos transforma, com a devida imparcialidade crítica com que me roga, sem afetações de meu ego... Ser-te luz bem mais do que inspiração, te fornecer meu olhar sob tais versos e causar-te a fosforescência com a qual me convidam ao infinito.

Como resisto ao teu aprazível jogo de causa e efeito? Como posso negar-te o direito de perturbar-me, de deixar-me insone relembrando tuas vestimentas de pecado, a tua boca colorida de um tanto de ardor e audácia?! Como podes acusar-me de evadir-me de nossas instâncias, se as carrego com a mesma urgência de cada pulsar irrefletido?
Injustas palavras, Menina. Injustas.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:47 Nenhum comentário:
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Distorção Célebre
Uma data como esta e você tão longe... Tava pensando em enrolar uns brigadeiros, talvez encomendar as empadas da dona Mafalda. É! Aquelas que você adora... Um bolo cítrico para ajudar na digestão e um bom Cabernet.

Fico imaginando toda a tua movimentação eufórica, aquele teu ar de menino em banho de chuva com direito a trilha sonora das boas... Daquelas que embalavam meu choro histérico quando te ouvia bater a porta dos fundos e que me faziam Audrey Hepburn por alguns instantes.

Difícil conceber nosso afastamento, doloroso catalogar teus vinis de Billie Holiday e proteger-me do vazio daquela tua voz, categórica e segura, que como quem “não queria nada”, foi me ditando brandamente uma ida sem volta... A tua segunda opção cabisbaixa de abandono, que fica nas fotos agora itinerantes que tiramos, mas que nos tiraram...

Um medo absurdo de te projetar nesse nosso mesmo espaço de sempre... De forjar a bagunça da tua mesa de escritório – um instrumento – que agora apenas veste o canto da sala de meu luto. Nos móveis aquela sensação de saciedade, como se já não pudessem se mover pra não desmanchar teus vestígios... Na cadeira de pano a mancha das tuas voltas às sextas do teu “sagrado” mergulho matinal.... Ali, só pra me lembrar de quando ria da minha implicância com a tua maldita sunga de “estimação”.

Mas, enfim, é dia de festa... E eu aqui às voltas com essa celebração funesta de todo mês de Agosto.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:45 Nenhum comentário:
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Sub-não-sei-o-quê
Queria criar um poema que expressasse meu nada - sinto... Que te provocasse cismas das mais irrefutáveis, que te fizesse sentir como dói estar fora de tempo, como é ser corroído pela ânsia de contas e hipóteses que justifiquem o destrato, ainda que minimamente.

A temática amorosa esgotou-se, a extensão de meu vocabulário não dá conta de meus ouvidos... Não faz a vez de meus tantos “eus” contidos e desesperados.

Vago entre o fascínio íngreme pelo ardor que me desperta e o medo de decretar tua ausência múltipla, cada vez mais translúcida aos meus olhos, irrequieta, odiosa! Entre a pretensa dádiva de esbaforir-te e o deplorável equívoco de te ser arrependimento, oferta cativa em liquidação. Quem sou o “eu”? Uma típica overdose de sensações táteis e voláteis em análise? Quem ti sou? Um pérfido equívoco moral, um atravessado e latente engasgo eventual, que ti sou eu, afinal?! Um todo para magoar, encantar, elevar, trucidar, inebriar, pisotear, viver ou deixar que se vá?

Me explica esse todo teu que me abocanha, que me suplica, que grita e acompanha toda uma rítmica assiduidade relativa, mas tão bonita! Me pronuncia então o ócio de tanto engodo, me olha nos olhos e me despromete tudo de novo! Mas não me ignora, não alimenta minha veia masoquista! Não deixa a tua poetisa exaurir-se nos outros suprimida!

Apenas peço que me ressoe em tais versos, que em teus olhos me tenha... Não te rogo milagres, não te roubo lugares, não te quero sem meias... Meias - palavras que emergem plenas num silêncio estrondoso, ainda que alheias...

Não quero crer que seja apenas um apanhado meticuloso de fazes-de-conta, que tua arte não te arde e a minha não te incendeia! Não quero crer estar diante de meros termos coincidentes, ser um erro recorrente, insistente, ambulante... Não quero crer na tua audácia em me ser lástima e lágrima, quando me devias se não teu mundo, tuas estrelas, se não todas, apenas as que me pudesse irradiar sinceramente.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:43 Nenhum comentário:
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Poema do que não posso poetizar
Ó, mas que belas tardes resplandecem no Rio de Janeiro!
E as cortinas de fumaça que embaçam a vista da Cidade Maravilhosa?!
Os edifícios tão premeditados, tão exatos, a extorquir melancolias... Melodramáticas, fugidias, o Banzo...
Mas há o que se destituir de vida tão praieira! Teus coqueiros, teus fúlgidos palmares e palmeiras, hei de rezar uma noite inteira por teus oceanos!

Tuas vistas, teus espetáculos desordeiros! Teus acessos ribeiros, maremotos e frios serenos! Eras tu, ó Rio de Janeiro!

Teus ensaios de despedida a arrefecer tuas avenidas, tuas recaídas, tuas desunidas brechas a velar o sono de uma vida!
Quero mais veias aguerridas!
Quero mais de ti, atrevida metrópole, a quem de mim duvida, a quem hei de reivindicar tuas luas ferinas, feridas!

Laudas da paz que desemboca em teus verdes vestígios de primitivas matas, evasivas!
Permissivas pautas a desmerecer tuas bravas eras de bravata, abrasivas!
Meses e mais vezes, estupefata, a encarar tua negativa... E tão idílica ilha...


Tão bela... Paradisíaca, de olhares faceiros, ó meu, só meu, tão meu Rio de Janeiro,
Porque fostes me lançar teu olhar maré – cheio,
Ó breve
E não menos célebre,
Ó Rio de Janeiro?
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:40 Nenhum comentário:
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Transgressão
Quisera a memória de o corpo elucidar os devaneios da alma...
Quisera...
O ínfimo toque te merece a abstração
Ainda que pagão
Crê com usura, na doçura, em ser canção
E cansa diante do inefável sonho de outrora... Pálido... Túrgido
Teimando em resplandecer no fugidio, no púlpito, dimensão...

Em anos são...
Espera

A quê creditar a crença de inocentar-se
Ou culpar-se
Se usurpa-se a dor ao ganhar teus beijos
Ainda que na face
?

(Setembro\2006)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:39 Nenhum comentário:
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Singelo
Te ouvir me inspira
Ainda que sentir, cardia
O ar da tua brisa
Vicia.

Tem dias
Que chuva de sol... Havia
Ainda que houvesse de ser nada
Seria
Como de fato foi
De dia.

E olhar teu rosto
Alivia
Quão lívido é teu céu, ardia
Adia tua partida e fica
Num semblante sutil de maresia

Ainda que “no Rio” eu ria
E a falta que agora me faz
Tardia.
Ainda que não sei
Sabia
Foi como haveria de ser
Magia.

(Setembro\2006)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:37 Nenhum comentário:
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Prelúdio
A sincronia dos meus sonetos é perturbadora
Sonolenta
Me assusta em sua ânsia de afligir-se pelo inusitado
Na busca incansável pelo NOVO?!

O Neo é mero suplício ao engano
Redundância nata ao insucesso
Alívio efervescente ao tempo, intempestivo.
Talento para dissipar-se no intervalo lúcido de um desabafo
Ainda que se desloque
Enlouquece no passado estático, impávido de retrocesso.

A empáfia da mesmice forja novos (?!) dilemas
Ainda que teatral, a realidade emerge
Nos mesmos vultos de insanidade
Outrora decrépitos, que transformam-se em re-formas
Ainda que deformadas pelo conforto de suas escolhas
Estas são obrigações.

Dicotomia pré-estabelecida pela neura de não sucumbir ao conveniente .
Não há o que surgir
Nada além de prefixos fixados sob a farsa da diferenciação.
A exceção é o caos humano.

Nada sou além de funestos repetecos,
Com variantes aqui e acolá,
Temperados pelo equívoco do ser eu
O NEO EU
NEM EU,
NEM NINGUÉM,
É capaz de remover as sombras de tantos outros,
Hora envoltos em mantos de passividade e demência.

A genética previne-nos do engano
“Quem sai aos seus não degenera”
Nem gera
Apenas abriga uma nova seqüência de desejos esgoelados
Por velhos hábitos de festa.

Deformado pelas frestas da hereditariedade
Ergue-se um país, um conceito, uma fábula.
É bem verdade
Não há novidade, nem mesmo na idade
A bula da vaidade, diz “validade”, na invalidez.
Ainda que se desloquem
Repetem-se de três em três... Segundos?!

Enlouquecem os números
Seqüenciados, seqüelados pelo previsível
Quem inventará o inventável?
Eis o inevitável ideograma de coexistir,
À imagem, semelhança e discrepância de sobreviver à rotina
À rotina de ser o que se é,
Em si.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:36 Nenhum comentário:
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Esgota
I
Foi-se a era de interjeições bombásticas, rejeitadas de revolta, complacentes de perdão. Foi-se o freio brusco de surto torpe, insano, sem seio à sorte, sem delírio, sem unção.
Espíritos voláteis em almas são, agruras pélvicas caindo ao chão. Poções encharcadas de lirismo e abstinência, puros porcos de demência e decoro nas prisões.Solte a algema, alma ingênua que incendeia o cemitério de ilusões.
Pega fogo na areia, áridos raios, não que creia, pulsos secos de dragões. E depõe teu crime pálido – cálido de sublime – sedimentado feito vime nas frestas secas de menções (dimensões).

II
Capciosas lágrimas me abalam frias no contorno lungebre dos teus ternos olhos... Tão secos. Descascam minha sutil efêmera realeza em ser simplesmente só, vento e corpo ungido de pó.
As abominadas vozes que abalam meu medo desejo repleto de mim, se mistificam perante minha dó do eu.
Eu fui apenas a plácida trêmula tristeza primitiva de agourar meu sossego.
Eu fui o tormento de me perceber no centro de eu mesma, quaresma presa nos braços azuis.
Eu fui a empírica luta de resguardar o sopro alucinado, de resguardar meus pródigos apelos por ti: apenas porque quis bem a mim.

III
Não sou digna de respaldar-me em teus assombrosos palcos de asno-em-pé. Não me reconforto nos céticos pleonasmos do teu querer insólito de moldes adormecidos de ti. Não ando na tua sintonia alegórica de me querer a teu tempo e gosto, desgostosa do que acredito ao que impera o pleno rubor de mim.

Parece pancada
Teu anseio viril, vinil rabiscada
Parece indiferença
O teu abraço pertinente de penitência.
Parece rancoroso o meu bocejar pasmo por meu não importar-me contigo
Pois me deste o abrigo para as frias noites que encontrei em ti
Em tua não presença
De simplesmente não poder estar.
Me deste o sonho libertino, estupefata, recobrindo o solo mendigoso mastigado de mágoas no qual me redescobri
Para simplesmente estar ali...
Pena que eu me vi
Pena que não mais me pude te mentir.

IV
A exposta bosta me desgosta das respostas de algodão.
Me esgota
Meu Esôfago
Se esgoto
Se desbota
Corroí-se à púrpura do chão.
Inda bem que não
Quem dera-me as portas (porcas)
Fossem (Tossem) feito inspiração.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 00:34 Nenhum comentário:
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QUINTA-FEIRA, 9 DE SETEMBRO DE 2010
A ver navios
Eis que se instala a híbrida espera
De encanto e “paúra”
A deriva do imprevisível
Além mar...

Eis que vislumbra-se a essência
Esta tão “continente” quanto contingente de vícios terrenos
A deslocar desventuras...
De suor e suplício

A menos que a contenhas...
A tempo.

(Novembro\2006)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 22:08 Nenhum comentário:
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DOMINGO, 5 DE SETEMBRO DE 2010
O vento e o tempo
Tento no vento achar a contento um lugar no tempo.
Mas se o vento vem vindo, vem-se com ele a vaga veemência de um tormento.
A brisa breve de bravos braços
É brusca e inerte em sonhos rasos.
Foram-se flores e flautas, fortes e fartas.
Sobrou a semente sórdida de sutil sarcasmo,
Sempre sem sol, sem seiva, sem sorte, apenas atraso.

Ri o relógio da relaxada irrelevãncia dos restos do meu tempo.
Chora e chove, o choro da chuva me comove, mas não enfrento.

Chora a chuva
Grita o vento
Pois aqui dentro
A hora é turva.

O vento levou meu tempo, já era tempo
Já era tempo...
Só me resta a chuva
Aqui dentro,
Aqui dentro...

Foges na fuga,
Estás na chuva,
Mas aqui dentro,
Aqui dentro,
Onde o vento não leva o tempo.

(2001)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 23:07 Nenhum comentário:
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Vagamundo
E num segundo fez-se o mundo,
Munido de todo sentido do mundo.
Tão profundo era o fim do forasteiro segundo,
Que o mundo esqueceu-se de ser tão imundo.
Se o fundo era mundo oriundo do imundo,
Me inundo-segundo em que fui vagamundo.

27/06/01 - 18:05
Postado por Natália Parreiras Rubra às 23:00 Nenhum comentário:
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Jazz – o poema que jaz
Tá ficando distante aquela seqüela dos teus olhos... É tudo uma questão de tempo pra sumir... O que mais dói aqui é ver que você tá deixando mingüar, que essa é a tua maior pretensão.

Toda noite uma luta pra inspirar e expirar você... Pra sentir um alívio... Aquele arzinho no pulmão, aquele de antes, de antes “da gente”.
Não que eu tire sua razão, seus argumentos são genuínos – ainda que um tanto ingênuos – “como assim argumentos, Poeta? Nada tens além de silêncio, e dos convictos...” - pera... Então me deixa reformular... – Posso teorizar acerca de teus motivos ... Pronto! Um tanto melhor! Continuando: mas tantas teorias pouco me servem nessa PRÁTICA TORTUOSA DE VERSOS SENIS!

Taí meu “resumé”, minha biografia esdrúxula e compactada... Uns tantos versos e pensei que era poeta... E isso serve pra você: uns tantos poemas e pensou que fosse amor?! Imagina! Logo eu que consigo manipular os vocábulos, pressenti-los? Sinto em informar-te de minha falácia, de meus vis movimentos, de todos que foram friamente calculados, bem como meus beijos, desejo e todo o resto!
Descarta minha espontaneidade; ela inexiste, assim como minha doçura e ingenuidade... Faz-me rir a tua, Tolinho! Recolhe essa massagem no ego à tua prepotência burra. Desacredite-me – esqueça-me – arrependa-se – certifique-se do engano. Pois já era, de fato, como bem queria; aliás como nunca foi! Um conselho: fica sim bem longe de mim e de minha poesia mesquinha, de minha pele e efeitos, de meus truques dramáticos e desassociados de padecimento.

Pare-me de ler por aqui. Não insista teus olhos sob tais escolhas vocabulares desafortunadas e maniqueístas. Exorcisa-me – odeia-me – descarta-me – desola-me, mas não me leia... Sou capaz de convencer-te de meu amor e ainda mais: do teu que tanto inexiste, que tanto insiste em representar alegorias! Fecha este instrumento vil de minha (e tua) comoção, queima-o, assegura-te de que a mais ninguém chegará e enquanto há tempo, fuja...
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:36 Nenhum comentário:
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Efêmero Esmero Feminino
Te amei
No curto-circuito tempo-espaço
Imensidão
Amar-te-ia se não
Houvesse o amor cegado ao são.

Sangue bêbado de licores azul-gregos
Crepitados no porão
Amar-me-ias então,
Se não sugasse minha cripta
Criptonita atônita
Afeição.

Amar-te-fui
Não mais voltei
Pisei ao chão
Se amar-me-ias
Não mais me rias
Amar-me eis quão!
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:35 Nenhum comentário:
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INFÍMITO

Sou rio
Sonhando
Sou rindo
Um pingo
Mais brando
Sol brando
Sentindo
Infindo
Caído
Molhando.

E finco
O pingo
Instinto
Na sombra, no grito
No barro, na aragem
O barco coragem
Eu levo
Levito.

Sou rio
Sou margem
Sou filho do grito
Não peço passagem
Na rente viagem
Desfaço-me em mito
E grito:
Sou rio
Sou margem
Fluente
Infinito.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:34 Nenhum comentário:
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UL_TRAJE
O amor é terno
Gravata
Compromisso
Mas deve ser ternura,
quando não eternidade.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:32 Um comentário:
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Go to Rome
Home alone
Com fome,
Sem nome,
No telefone,
Insone,
Tudo some.

I can feel,
O vento frio,
Do teu assobio,
Nosso encontro no rio,
Teu amor que sumiu,
E o meu que consome.

Looking all the stars,
Na sala de estar,
Jantando o luar,
Bebendo o ar,
Ninguém para amar,
Nem sinal do meu homem.

Your love is over,
Não posso te ver,
Prefiro morrer,
Eu mesma vou ser,
Cansei de você,
Vou para “Rome”.

Home alone I can feel, looking all the stars, that your love is over.
Não posso te ver, cansei de você, vou para “Rome”.




17/05/01 - 17:57
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:27 Nenhum comentário:
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S.O.L. (Sob olhares lunares)
Olha o céu esparramando
Espremendo suas esparrelas escuras
Olha a margem preto vívido
Lambendo crua a noite, pela rua
Esquecido no retiro
No retiro ínfimo
de suas agruras.

Olha a cor azedo-pastel do dilúvio
Ergue teu cenho célebre, teu murmúrio
E cala o efeito drástico
Do teu sopro de plástico
Sem ácido sem orgulho.

Olha o céu caminhando
Tracejando os vértices de sua desgraça
Olha o palco do punho
Apedrejando o cunho, romântico
Azul estanho de cachaça.

Olha a cena sábia embriagada do teu vício
Aponta o dedo, estupefato
Aponta o dedo pra janela
Esquece, escapa, Cinderela
Pois de tuas esparrelas
Fartou-se outro sapo.

(Abril - 2002)
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:26 Nenhum comentário:
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masMORRA!


“ ... Imagine as pessoas vivendo a vida em paz, ninguém precisando matar ou morrer... Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único”

Fobia,
Foge o fôlego do dia,
Como deveras fugidia,
Não fosse a febre do leigo lânguido,
Monotonia.



Um só tom parte os meus “partia”
E parte de mim se ia
A medida proferida melodia.

Mel odeia nas teias da dissolução.
“Diz” a solução para cessar o soluço,
Deitar de bruços
Sob bruto abraço devassidão.

E devasta a imensidão de subsídios do meu perdão.
Perturba então,
Acelera a poeira
E tateia
O chão.

Me junta pelos cantos,
Desfez-se o encanto,
No entanto,
Nem todo pranto foi-se em vão.

Levou-me ao arreio,
Cegou-me o devaneio
Deveras certeiro,
Expulso-te do meio, moreno,
E não repugno tua fotografia,
Apenas não tenho ar
Melancolia
Apenas não sou o eu que te seguia,
No sereno.

O ecofobia ecoa,
E não é à toa,
A masmorra,
Que mal soa
Te mata,
Então parta,
E morra!
No sereno,
- Me perdoa!
Morre, enceno
Vida ingrata.

Mas morra!
Que escorra Jonh Lennon,
Com teu veneno,
Das tuas patas”

“ Imagine que não há Deus nem inferno abaixo de nós. Apenas o céu sobre nossas cabeças.”

18/11/01 - 12:10
Postado por Natália Parreiras Rubra às 20:22 Nenhum comentário:
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SÁBADO, 4 DE SETEMBRO DE 2010
Reviravolta
Tava virando a esquina do teu coincidente itinerário
Quando decidi desviar
Desanuviar
Desvendar
E eis que me vi em vendaval
Sob esvoaçantes vitrais de um plano cartesiano qualquer
Em um tempo qualquer
Num momento qualquer
De vida
Pulsando gravuras irreconhecíveis de felicidade
Mas tão íntimas e derradeiras
Como o acaso de ter te visto
E ter-te feito meu atalho
De redescoberta.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:56 2 comentários:
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Mimese Poética
A letra tem um quê de domínio
Que a palavra pressupõe em seu ato de merecimento
- São dádivas mútuas -
Espontaneamente oferecidas
Ainda que enclausuradas pela relatividade conceitual que as ampara
Vislumbram dar conta da alforria que se propaga na boca em que se cala sua desordem
Hora reivindicadas pelo afeto que as concebe aladas
Hora libertas do criadouro que as consome vivas.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:56 Nenhum comentário:
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Inteiro
... E quando visitei teu olhar primeiro
Desfez-se o segundo
Em meio
Segundo
E meio.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:55 Nenhum comentário:
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Poema de Ninguém
Vivo um caso crônico de desuso cardíaco... E dos graves. Antes não fossem tão agudas as palpitações eminentes de pseudo-enfarte! Sinto-me um mártir qualquer que enfim descartou a catarse de prover a dor de si nos outros. Sinto-me um sopro, tanto mais e vento ainda... Sinto-me infinda, etérea, mas absurdamente alheia à massa poética que me permeia... À estratosfera de minhas veias cor de branco...
Me deu branco! No papel só um poema sem dono, o primeiro e único santo, imaculado na concepção de vocábulos tão hiatos, tão estranhos!
A quem doar, a quem doer a sangria de um poema enfermo tamanho pulso fraco, condenado ao lábaro de meu próprio esquecimento?
Aquém... Amém! Além do mais já amei demais Ninguém faz tempo.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:55 Nenhum comentário:
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Dialogismo
A corrente do mar mal arrebentou
E minhas palavras já corriam livres
Era o encontro segregado com o grão
Que do vento fingiu-se o dom
A metabolizar a gênese dos castelos que eu tive.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:54 Nenhum comentário:
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Poema Teu
Queria poder inscrever no teu segundo o meu tempo
Verter-te a chance nova implícita em teus mesmos planos de nunca
Segurar teu olhar comigo por um instante sequer de possibilidade,
Possivelmente arredio, ainda que arrebatado
Coibido de toda proibição sensitiva.

Queria recorrer à última instância de minha premissa
De quando te percorri longínquo e dilacerado
E me fiz autista de minhas entranhas - interina
No desdém absurdo de nossas estranhas – e isentas - esquizofrenias!

Perdoa o pecado do meu defeito de constituição óbvia
Transpõe seu efeito dramático no singelo estético do teu silêncio estático-instintivo
Que me palpita o nosso beijo em teu peito vivo
Semitonado
Semitomado
Desperto e estupefato de tão lírico!

Empresta-me por um só instante a aderência translúcida do teu olho escuro
Derrete-me na contemplação tão lúdica do teu rosto de sonho
Na poética segredada em teu ouvido em uma de nossas horas - tão poucas –
Dos tempos em que a bossa lacônica se erguia visceral e tão solta!

Espia as nuances de teu abajur espiralado à meia-luz do nosso sobrepor etéreo
Me sobrepõe e sério
Me deixa ser o que for pra ser
E te deixa ter o que for verter... Venéreo!
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:54 Nenhum comentário:
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Expresso
Eu recito e tu me receitas
Uma xícara de café e meia
Ou uma dose alheia
Do teu mau-olhado.

E eu te olho nu – olho
E eu te decoro no olho
Mas eu te vejo é no cheiro
Eu te sinto é no trago
Mas eu te quero de lado
De perfil
Não hostil
Ou triangulado.

Eu te recito e tu me receitas um gole de café amargo.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:53 Nenhum comentário:
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Submersão
O olho requer um tanto de desacato para beirar o magnetismo de sua limitação profunda.
O olho requer a esquizofrênica sensação de alcance alheio, para regozijar sua própria inoperância aguda.
O olho requer o eco daquela mesma fábula que dita sua obscura relatividade
O olho requer amparo cego
E se beirar o caos da lágrima
Que é expulsa
Verte
Verte
Mas não emerge
O olho afunda.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:53 Nenhum comentário:
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Paliativo
Ridícula

Essa versologia_diversificar

Alivia.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:52 Nenhum comentário:
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Conto de Pedro
Pedro carregava nas costas uma passagem sem volta pra seu passado de adeus. Pedro fingia ser ateu e pouco sabia de promessas, Pedro tinha a risada mais honesta que meu peito já escolheu.
Pedro tinha uns dedos longos manifestados de ofício, Pedro consumia-se em seu vício e viciava-se em ser seu. Pedro tinha um raio nos olhos e as mãos sujas de sangue, do meu. E os ombros e cabelos... Pedro tinha vermelho em quase o corpo inteiro. Pedro tinha medo, Pedro tinha quase tudo que justificasse o insulto ao seu ego estrangeiro.
Pedro era cego, cético, mal-amanhado e poético, certeiro. Pedro era pernóstico, de curtos diagnósticos, inseguro. Pedro era um muro, um punho fechado, Pedro era empedrado por dentro; Pedro era frágil, ágil e ciumento. Pedro era um momento, Pedro era um rompante de criatividade, Pedro era meu amante, Pedro era um todo à parte. Pedro era meu, Pedro... Mas Pedro se foi de mim, virar miragem.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:52 Nenhum comentário:
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Fuga de Ases (Fugazes)
Exilado em sua caixa mágica, travava diálogos improváveis e reproduzia assim a impossibilidade de tê-la sua, pura e imaculada de seus mesmos pecados de poesia.
Num mantra expurgava sua alegoria e numa outra casa abrigava aquela outra, implícita nos mesmos traumas em que jazia.


Sentada no meio-termo de uma avenida qualquer tumultuada de seu esquecimento, ela apalpava seu desapego... Sofria o silêncio de sua desistência alada, dessa capaz de transportá-la à paz dos justos. No olho, aquele grito acordado que brilhava toda uma nova era de sonho. Ela seria livre e aquela rua (a dor) enfim, atravessada.


Mas quando o tempo se fez hora exata, olhos entreolharam-se estranhos, abdicados da premeditação da cena... Estancados e estrangulados em odes raros ao poema.

Erraram-se exatos
Erraram-se apenas
No instante exato
E erradicaram-se apenas.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:51 Nenhum comentário:
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Contracepção
O olho versou o pecado da recíproca
No mesmo suspiro confundido de adeus
E lá se foi a dor e a poesia
Sem ao menos virar possibilidade.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:51 Nenhum comentário:
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Suprema
A palavra perpetua o efêmero da calma que me assume agora
Acalma... A palavra acalma.

A palavra perpetua o efêmero do meu afeto que se some agora
Afeto... A palavra afeiçoa.

A palavra perpetua o grito de socorro que me escapa agora
Grita... A palavra grita: Me socorra!

A palavra evita o silêncio efêmero que me forja agora
(a glória)
Cala... A palavra cala
A palavra basta
Posto que ressoa.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:51 Nenhum comentário:
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Execução
Queria mastigar meu ventre
Coibi-lo de gerar (e gerir)
O metabolismo de meus vocábulos
Queria arrastá-los desfigurados
Em praça pudica
Pública
Alastrados
Devastados
No cumprimento de minha tão solene e solícita pena
Em plena agonia que ojeriza minha cria extrema
E minha quarentena!

Queria esganar-te e não escrever-te um poema!
Queria entranhar-te o corpo estranho
Que irriga - que irrita – o teu olho castanho!
Mas é de fato uma pena
A pena verteu-se em meu lema
Há pena não mais que eu a tema
Apenas não mais que poemas!
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:44 Nenhum comentário:
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Ex-quadros
Nos quatro cantos das paredes do teu quarto
Desfez-se o relapso ápice de nossos gatos por lebre
Refez-se a célebre solidão que nos persegue
Em presença contínua e desacreditada.
Verteu-se o teu luto ao consumir-me no vulto
De teus repetecos já enfadados da mesma cor desbotada
Ou da tez de minha blusa desabotoada
Amarrotada
Arrependida
De nosso prazer discreto e efêmero
Que agora vela esse meu sono noutras paredes
E em tantos quartos de horas mal resolvidas.
Postado por Natália Parreiras Rubra às 17:43 Nenhum comentário:
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Suposto delírio
E por fim te beijei a boca
E creditei o reparo alucinógeno ao teu gosto chocolate
Era sim, chocolate!
Mas poderia ser música
Dor
Ou filosofia
Quizá o toque simbiótico do teu papel selado
Neste meu mesmo aconchego erótico
- Idiossincrático, eu diria! -
Nestes teus mesmos lábios e em tua língua ladina
Em minha rima de quase-escárnio
Ou em teu orgasmo de seda-fina...

E por fim te beijei os lábios
Mas na lira pia que te roga o plágio
Não em beijo ávido que te rouba à rima.

Naty Parreiras

Principalmente na sexta-feira 13! Vamos acordar, o azar é SEU e não do GATO PRETO!

Viviane S. Jorge

A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.

Romanos 13

Prefiro morrer de pé que viver de joelhos.

Ocean's 13

Para o nosso Senhor tudo é possível

A minha vida esta nas mão do Senhor só ele fará um milagre para mim. O meu Senhor é o meu salvado. Não tenho sorte no amor mais a verá um dia que está sorte a de chegas é só crê e dizer eu vou conseguir, não devo desvalorizar o meu Senhor nem os meus pensamento, eu acredito no meu senhor.

Manequim 13

ORAÇÃO FORTE E DEFINITIVA PARA AMARRAÇÃO REALIZADA AS 13 ENTIDADES. ATENÇÃO: QUANTO MAIS ESTA ORAÇÃO FOR REALIZADA, MAIS FORTE ELA FICARÁ PARA MIM E PARA QUEM REZAR. ALÉM DISSO, APOS PUBLICA-LA VOCE NÃO PODERA VOLTAR ATRÁS NO SEU PEDIDO. A RAINHA MARIA PADILHA (POMBA GIRA) AO SÃO CIPRIANO. A MARIA MULAMBO (POMBA GIRA) AO EXU DUAS FACA MUSIFIM AO EXU CAVEIRA. A ARREPIADA (POMBA GIRA) CIGANA IRIS (EM NOME DE TODO POVO CIGANO) POMBA GIRA DA CALUNGA POMBA GIRA DAS ALMAS Á YEMANJÁ. Á ROSA CAVEIRA (POMBA GIRA) AO EXU MARABO AS ALMAS. QUERO QUE (WDR) NESSE MOMENTO PENSE EM MIM (NRSR).QUERENDO A TODO CUSTO ME VER, FICAR COMIGO PARA SEMPRE. OUVIR MINHA VOZ, ME ABRAÇAR, E ME BEIJAR. QUE SUA BOCA SINTA MUITA VONTADE DE ME BEIJAR. E QUE SUA MENTE SÓ TENHA MINHA PRESENÇA. QUE (WDR) SÓ TENHA PENSAMENTOS, OLHOS, CORAÇÃO, AMOR, DESEJO, TESÃO, EREÇÃO, PRAZER, REALIZAÇÃO SEXUAL SÓ COMIGO(NRSR)QUE (WDR) M!E PROCURE AINDA HOJE E DECLARE SEU AMOR POR MIM (NRSR) E ME PEÇA, PARA CONTINUAR A SER SUA E DEPOIS SUA COMPANHEIRA PARA O RESTO DA SUA VIDA,QUE SEJA O SEU AMOR ETERNO. QUE (WDR)ME PROCURE DESESPERADAMENTE HOJE, QUE (WDR)VENHA ME VER E ME PEÇA PARA NUNCA O DEIXAR. QUE TODAS AS ENTIDADES INVOCADAS POSSAM VISITAR AGORA (WDR) SOPRANDO MEU NOME (NRSR) NO OUVIDO DELE, FAZENDO COM QUE ELE FIQUE AGORA COM MUITO MEDO DE ME PERDER E FAÇAM COM QUE ELE (WDR) SINTA UMA SAUDADE DE DOER NO PEITO. QUE (WDR) SINTA MINHA FALTA.. E NÃO RESISTA, QUE (WDR)ME QUEIRA HOJE. QUE (WDR )SINTA UM CIUME ABSURDO DE MIM, E TENHA MUITO MEDO! DE ME PERDER. QUE ELE (WDR) ME PROCURE HOJE A NOITE. QUE PASSE TODOS OS DIAS A DESEJAR- ME E A QUERER ESTAR COMIGO TODOS OS MINUTOS DA VIDA DELE, QUE ME ASSUMA DE VEZ EM SEU CORAÇÃO , QUE O PRIMEIRO NOME A SAIR DA BOCA DELE SEMPRE SEJA O MEU (NRSR).. MINHAS ENTIDADES AMADAS, EM QUEM CONFIO E CREIO TOTALMENTE, TRAGAM (WDR) PRA MIM, PRA SEMPRE. INJETEM CORAGEM NAS VEIAS DELE!!E, QUE ELE ME PEÇA PARA FICAR COM ELE O MAIS RAPIDO POSSIVEL,!QUE ELE (WDR)SE REVOLTE E NAO CONSIGA MAIS ESSA SITUAÇÃO DE FICAR LONGE DE MIM (NRSR) E QUE ME QUEIRA COM URGENCIA. E O FAÇAM DETESTAR E TER NOJO PROFUNDO DE TODAS AS OUTRAS MULHERES DIVULGAREI ESTA ORAÇÃO E VOSSOS NOMES, E TERÃO SEMPRE A MINHA GRATIDÃO. ME DÊEM UM SINAL.. ASSIM JÁ É. SEREI GRATA, MINHAS ENTIDADES TENHO MUITO TEMOR, RESPEITO POR CADA UMA DE VÓS, ME ATENDAM, VOS SUPLICO, SEI QUE DOMINAM TUDO E QUALQUER PESSOA, AMARREM ESTE AMADO HOMEM PARA MIM, (WDR).QUE ELE RASTEJE ATRÁS DE MIM ETERNAMENTE, SOPREM MEU NOME (NRSR)EM SEU OUVIDO ATÉ O LEVAR À LOUCURA, PARA SEMPRE. ASSIM ESTÁ FEITO , ASSIM SEJA, ASSIM SERÁ PELO PODER DAS 13 ENTIDADES INVOCADAS. QUE TENHA SONHOS COMIGO FAZENDO ASSIM COM QUE ME AME A CADA DIA MAIS. SE ESTIVER TRABALHANDO QUE PARE COM SAUDADES DE MIM QUE SINTA PRAZER. SOMENTE EM OUVIR A MINHA VOZ (NRSR) SENTIRÁ UM DESEJO FORA DO NORMAL COMO NUNCA SENTIU POR NINGUÉM E QUE NUNCA SENTIRÁS. SALVE SETE SAIAS. MINHA BOA E GLORIOSA PRINCESA PELAS SETE SAIAS QUE ACOMPANHE SEUS PASSOS, ROGO E SUPLICO QUE AMARRE (WDR) SETE NÓS DE SUA SAIA E SETE GUIZOS DE SUA ROUPA PARA MIM. AGRADEÇO POR ESTAR TRABALHANDO AO MEU FAVOR. VOU DIVULGAR O SEU NOME EM TROCA DESSE PEDIDO DE TRAZER (WDR) SEMPRE COMIGO PARA QUE SE TORNE MEU E LARGUE OUTRAS PARA SEMPRE E FIQUE SÓ COMIGO E AINDA HOJE PENSE EM MIM E ME LIGUE E RETORNE LOGO POR NÃO CONSEGUIR FICAR LONGE DE MIM. POIS TERÁ MEDO DE ME PERDER QUE VENHA DIZENDO QUE ME QUER SEMPRE JUNTO DELE. ASSIM SEJA E ASSIM SERÁ. E ASSIM ESTÁ FEITO. CONFIO NAS FALANGES DA POMBA GIRA RAINHA DAS SETE ENCRUZILHADAS. CADA VEZ QUE FOR FEITA ESSA ORAÇÃO MAIS FORTE ELA SE FARÁ. POR ISSO VOU MANDAR PARA OS QUATRO!CANTOS DO MUNDO PEDINDO A MÃO QUE ME CONCEDA O PEDIDO DE ESTAR COM (WDR). QUE OS ESPÍRITOS DAS FALANGES DA POMBA GIRA JÁ ESTÃO SOPRANDO AO SEU OUVIDO (WDR) O MEU NOME DIA E DE NOITE. ELE DAQUI MAIS UM POUCO NÃO VAI COMER NEM DORMIR, NEM FAZER COISA ALGUMA A NÃO SER SE ESTIVER COMIGO. CONFIO NO PODER DAS SETE ENCRUZILHADAS E VOU CONTINUAR DIVULGANDO ESTA ORAÇÃO PODEROSA. PORÉM NÃO SE PODE VOLTAR ATRÁS, POIS A PESSOA QUEM PEDIU PARA AMARRAR AMARRARÁ. JAMAIS ELE DEIXARÁ DE CORRER ATRÁS DE VOCÊ. CONFIE E DIVULGUE. QUE ASSIM SEJA E ASSIM SERÁ. AMÉM. PARA A PESSOA TE PROCURAR PUBLIQUE ESTA ORAÇÃO QUATRO VEZES!!!

13 entidades

recorte fatal
tiro ancestral
bala perdida
amor achado
[reencontrado]

Chipa 13

QUANDO EU FOR RICO...

Ah... Quando eu for rico... Eu vou chegar em casa, quebrar a TV e gritar "NINGUÉM RECLAMA, QUEM MANDA NESSA PORRA AQUI SOU EU!" Eu vou sair pelo Nordeste viajando por todas as praias e surfando até em poça de lama. Eu vou pagar uma babá pra me dar comida na boca e trazer penico pra eu não ter que sair da rede. Eu vou aprender Alemão, Japonês e Inglês. Eu vou tocar violão, baixo..., bateria e gaita de fole. Eu vou dormir tarde e acordar tarde, dormir cedo e acordar tarde, não dormir e passar três dias acordado. Eu vou beber dois barris de chopp, três garrafas de vinho, 1 grade de cerveja e 2 litros do whisky mais caro do super-mercado. Eu vou fazer uma camisa com letras garrafais "EU SOU FODA" Eu vou chegar pro primeiro policial que encontrar na rua e mandá-lo tomar no CÚ, e se ele achar ruim eu digo logo: "Você sabe com quem você tá falando? Com o HOMEM +++ rico do mundo!" Ah, quando eu for rico,ninguém mais me segura.

Guinho 13

Ontem um sonho acabou, mais a vida continua e eu vou estar sorrindo

aliados 13

Simpatia para amarração
ORAÇÃO FORTE E DEFINITIVA PARA AMARRAÇÃO REALIZADA AS 13 ENTIDADES. ATENÇÃO: QUANTO MAIS ESTA ORAÇÃO FOR REALIZADA, MAIS FORTE ELA FICARÁ PARA MIM E PARA QUEM REZAR. ALÉM DISSO APOS PUBLICA-LA VOCE NÃO PODERA VOLTAR ATRÁS NO SEU PEDIDO. A RAINHA MARIA PADILHA (POMBA GIRA) AO SÃO CIPRIANO. A MARIA MULAMBO (POMBA GIRA) AO EXU DUAS FACA MUSIFIM AO EXU CAVEIRA. A ARREPIADA (POMBA GIRA) CIGANA IRIS (EM NOME DE TODO POVO CIGANO) POMBA GIRA DA CALUNGA POMBA GIRA DAS ALMAS Á YEMANJÁ. Á ROSA CAVEIRA (POMBA GIRA) AO EXU MARABO AS ALMAS. QUERO QUE (scj) NESSE MOMENTO PENSE EM MIM (vsa).QUERENDO A TODO CUSTO ME VER, FICAR COMIGO PARA SEMPRE. OUVIR MINHA VOZ, ME ABRAÇAR, E ME BEIJAR. QUE SUA BOCA SINTA MUITA VONTADE DE ME BEIJAR. E QUE SUA MENTE SÓ TENHA MINHA PRESENÇA. QUE (scj) SÓ TENHA PENSAMENTOS, OLHOS, CORAÇÃO, AMOR, DESEJO, TESÃO, EREÇÃO, PRAZER, REALIZAÇÃO SEXUAL SÓ COMIGO(vsa)QUE (scj) M!E PROCURE AINDA HOJE E DECLARE SEU AMOR POR MIM (vsa) E ME PEÇA, PARA CONTINUAR A SER SUA E DEPOIS SUA COMPANHEIRA PARA O RESTO DA SUA VIDA,QUE SEJA O SEU AMOR ETERNO. QUE (scj)ME PROCURE DESESPERADAMENTE HOJE, QUE (scj)VENHA ME VER E ME PEÇA PARA NUNCA O DEIXAR. QUE TODAS AS ENTIDADES INVOCADAS POSSAM VISITAR AGORA (scj)SOPRANDO MEU NOME (vsa) NO OUVIDO DELe, FAZENDO COM QUE ELe FIQUE AGORA COM MUITO MEDO DE ME PERDER E FAÇAM COM QUE ELE (scj) SINTA UMA SAUDADE DE DOER NO PEITO. QUE (scj) SINTA MINHA FALTA.. E NÃO RESISTA, QUE (scj)ME QUEIRA HOJE. QUE (scj)SINTA UM CIUME ABSURDO DE MIM, E TENHA MUITO MEDO! DE ME PERDER. QUE ELE (scj) ME PROCURE HOJE A NOITE. QUE PASSE TODOS OS DIAS A DESEJAR- ME E A QUERER ESTAR COMIGO TODOS OS MINUTOS DA VIDA dele, QUE ME ASSUMA DE VEZ EM SEU CORAÇÃO , QUE O PRIMEIRO NOME A SAIR DA BOCA DELE SEMPRE SEJA O MEU (vsa).. MINHAS ENTIDADES AMADAS, EM QUEM CONFIO E CREIO TOTALMENTE, TRAGAM (scj)PRA MIM, PRA SEMPRE. INJETEM CORAGEM NAS VEIAS DELE!!E, QUE ELE ME PEÇA PARA FICAR COM ELE O MAIS RAPIDO POSSIVEL,!QUE ELE (scj)SE REVOLTE E NAO CONSIGA MAIS ESSA SITUAÇÃO DE FICAR LONGE DE MIM (vsa) E QUE ME QUEIRA COM URGENCIA. E O FAÇAM DETESTAR E TER NOJO PROFUNDO DE TODAS AS OUTRAS MULHERES, DIVULGAREI ESTA ORAÇÃO E VOSSOS NOMES, E TERÃO SEMPRE A MINHA GRATIDÃO. ME DÊEM UM SINAL.. ASSIM JÁ É. SEREI GRATA, MINHAS ENTIDADES TENHO MUITO TEMOR, RESPEITO POR CADA UMA DE VÓS, ME ATENDAM, VOS SUPLICO, SEI QUE DOMINAM TUDO E QUALQUER PESSOA, AMARREM ESTE AMADO HOMEM PARA MIM, (scj).QUE ELe RASTEJE ATRÁS DE MIM ETERNAMENTE, SOPREM MEU NOME (vsa)EM SEU OUVIDO ATÉ O LEVAR À LOUCURA, PARA SEMPRE. ASSIM ESTÁ FEITO , ASSIM SEJA, ASSIM SERÁ PELO PODER DAS 13 ENTIDADES INVOCADAS. que tenha sonhos comigo fazendo assim com que me ame a cada dia mais. Se estiver TRABALHANDO QUE PARE com saudades de mim que sinta prazer. Somente em ouvir a minha voz (vsa) sentirá um desejo fora do normal como nunca sentiu por ninguém e que nunca sentirás. Salve sete saias. Minha boa e gloriosa princesa pelas sete saias que ac! ompanhe seus passos, rogo e suplico que amarre (scj) sete nós de sua saia e sete guizos de sua roupa para mim. Agradeço por estar trabalhando ao meu favor. Vou divulgar o seu nome em troca desse pedido de trazer (scj) sempre comigo para que se torne meu e largue outras para sempre e fique só comigo e ainda hoje pense em mim e me ligue e retorne logo por não conseguir ficar longe de mim. Pois terá medo de me perder que venha dizendo que me quer sempre junto dele. Assim seja e assim será. E assim está feito. Confio nas falanges da Pomba Gira Rainha das sete encruzilhadas. Cada vez que FOR FEITA essA oração mais forte ela se fará. Por isso vou mandar para os quatro!cantos do mundo pedindo a mão que me conceda o pedido de estar com (scj). Que os espíritos das falanges da Pomba Gira já estão soprando ao seu ouvido (E PESSOA AMADA) o meu nome dia e de noite. Ele daqui mais um pouco não vai comer nem dormir, nem fazer coisa alguma a não ser se estiver comigo. Confio no poder das s! ete encruzilhadas e vou continuar divulgando estA oração poder! osA. Porém não se pode voltar atrás, pois a pessoa quem pediu para amarrar amarrará. Jamais ele deixará de correr atrás de você. Confie e divulgue. Que assim seja e assim será. Amém. Para a pessoa te procurar publique esta oração quatro vezes

Dedicada as 13 entidades

Eu não preciso de inspiração para escrever
só nescessito de uma intenção!

Camila Vasconcelos (13 anos)

“- Preciso que a coisa pare.
- O que precisa parar?
- Preciso que tudo pare. As pessoas. A vida.”

Os 13 Porquês

Mães choram pelo trabalho que os filhos dão, outras pelo trabalho que não houve...

Rosivandro AA 13

O bom das fotos são as recordações que elas trazem, o ruim das fotos são as recordações...

Rosivandro AA 13