Sexta Feira 13

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Pretensiosamente bobo será meu coração se tentar destacar a beleza de seus olhos em uma poesia, pois eles são a mais bela poesia que o meu coração jamais conseguirá descrever.

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O amor em si me parece pouco para traduzir a gente.

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Amo-te hoje mais que ontem
e agora mais que a pouco tempo atrás.

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Te vi, te desejei, te quis. Hoje você é meu, e mesmo que eu já te tenha, cada dia que passa eu te quero mais, e mais, e mais, e muito mais… Porque te ter, te ver, te ouvir, te sentir, te abraçar, te beijar, te amar é a melhor coisa do mundo.

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Nossas vidas se cruzaram de repente e, quando vi, já era tarde… Hoje, eu e você somos apenas um, e é por isso que preciso dizer obrigado por você existir e ter surgido na minha vida.

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Te amo a ponto de ser sua em todas as vidas que puder ter.

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Que somente seus beijos me acordem em manhãs frias e que você faça de mim seu abrigo, esconderijo e moradia. Se esconda e se proteja em meus braços, se aqueça com o calor do meu corpo. Que somente minha voz te acalme, só meu toque te arrepie o corpo todo…

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Uma Carta de suicídio.


Terça-feira, 22 de abril do ano de 2011, são absolutamente 00:00 horas, e eu estou aqui, decidida a acabar com a minha dor, eu não queria ter que acabar com a minha vida junto com a dor, mas não encontrei outra solução. Há quatro meses atrás, perdi uma das pessoas mais importantes da minha vida, e depois disso comecei a perder tudo, perdi o que tinha de mais valoroso, perdi o amor, eu perdi absolutamente tudo o que tinha, e até o que não tinha. Não tenho sinceras desculpas quanto a tudo isso, minha vida tá um caos, todos os dias, pessoas entram e saem da minha vida, não dizem adeus, elas simplesmente se vão… Eu sofro cada vez mais a cada partida, eu não suporto mais sofrer, eu tenho pensamentos absurdos, e cheguei a tal conclusão do suicídio, eu não sei dizer uma definição certa, eu não tenho um motivo tão óbvio para isto, eu só não suporto mais, desabei, caí, fraquejei… Não aguento mas e quero dar um basta nisso… Sabe aquele momento que você olha em todas as direções, vê multidões de pessoas, mas você está só, em meio a multidão. Eu gritava, ninguém me ouvia, eu chorava e ninguém enxugava minhas lágrimas, nem sequer perguntavam como eu estava, apenas me ignoravam, era como se eu não existisse… Por dias comecei a acreditar que eu fosse só um fantasma, uma alma penada, perambulando pela terra, sem rumo, sem chão, sem um propósito de vida. Então tomei essa decisão, sei que muitos irão me julgar, me mandarão ir ao inferno, mas eu não sei o que vai ser de mim daqui pra frente, não sei para onde vou, eu não sei nem aonde eu estou nesse absoluto momento, eu por diversas vezes tentei firmar meus pés no chão, mas era como se eu estivesse me afogando, procurando terra onde não tinha… Então, chegou a minha hora. Peço desculpa a todos, não pude significar nada na vida de ninguém… Agora minha alma caminha livre, calma até o infinito até o além… Até o eu sei lá para onde… Como meu último pedido, peço que escrevam em minha sepultura, essa pequena frase: ” Aqui descansa eternamente aquela que nunca soube o real motivo da sua existência, que nunca soube o valor que tinha sua vida

Laila Menezes

Quarta-Feira de Cinzas ou Poeiras

Queira ou não queira terminou o Carnaval.
Para alguns ou muitos, agora é que começa o ano oficialmente. Para outros como eu, já estou vivendo o novo ano a um bom tempo... várias emoções, momentos, desilusões, ilusões, visões e certezas.
Bem, para quem ainda pensa que o ano ainda não começou... comece agora e tente recuperar o tempo off que acabou passando... Ame o dobro, beije o dobro, abrace o triplo e viva mutiplicando-se.

Que venha outros feriados.

Sinézio Albuquerque

Segunda-feira .. sempre passa e sempre haverá uma terça-feira com um lindo céu azul com poucas nuvens.

Adriano Soares

Na segunda-feira, volto brava e masoquistamente, como se volta sempre para um caso de amor desesperado e desesperançado, cheio de fantasias de que amanhã ou depois, quem sabe, possa ter conserto. Este, amargamente, não sei se terá.

Caio Fernando Abreu

03/07/2008..tarde fria e triste de quinta- feira...16:40hs.

Ilusões, mentiras e decepções. A dor de um coração partido, seus pedaços caem sobre o chão de lágrimas de um amor perdido, um amor que não merece ser sentido.

Michelle de Souza

"Das regalias que a vida nos permite. Eu sou aquela do domingo: a segunda-feira vem aí, mas eu aproveito até a meia-noite. Se é que vocês me entendem..."

Gabriella Beth Invitti

Hoje eu só quero você. Vem pra mim, fica comigo, não vai embora. Sexta Feira.

Isabela Freitas

bom dia pra quem é de dia, boa noite pra quem é de noite,Hoje é sexta feira e o bicho vai pegar.Estou senpre por ai nos vemos na estrada

PauloRockCesar

Sexta feira...
Essa foi difícil, mas conseguimos alcançá-la.

Bom Dia!!!

Mas um dia vencido, mais uma semana que se vai.
Mas um final de semana que sei inicia.
Uma sexta espirituosa.
Uma sexta aventureira
Uma sexta magnânima
Ou simplesmente... uma sexta-feira.

sexta-feira, janela do final de semana que se inicia
porteira da semana que termina.

sexta-feira, dia nacional do ATÉ QUE ENFIM...

Seja bem vindo a ela.
Feliz sexta-feira!!!!

Cláudio M. Assunção

TERÇA-FEIRA, 21 DE AGOSTO DE 2007

Existe sempre uma coisa Ausente - Caio F.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

Caio Fernando Abreu

"O BRASIL QUE PULA CARNAVAL É O MESMO QUE PROMOVE A QUARTA-FEIRA DE CINZAS."

Flávio Marcondes Velloso

Há coisas que vão realmente romper limites, e isso me excita! Por que hoje é sexta feira!

Brisa Feliz Fernanda Magalhães

Ame o próximo como se fosse a sexta feira.

William de Oliveira