Salmos da Bíblia

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"O Senhor fez grandes coisas por nós, e por isso estamos alegres." (Salmo 126.3)

Alguns cristãos, infelizmente, são propensos a olhar para o lado sombrio de tudo, e se demoram mais pensando naquilo que eles passaram do que no que Deus tem feito por eles. Pergunte qual é a impressão que têm da vida cristã, e eles vão descrever seus conflitos contínuos, em suas aflições, suas tristes e profundas adversidades, e a pecaminosidade de seus corações, mas com quase nenhuma alusão à misericórdia e ajuda que Deus tem concedido a eles.
Mas um cristão cuja alma está em um saudável estado, vai se apresentar com alegria, dizendo: "Eu vou falar, não sobre mim, mas para a honra do meu Deus. Ele me tirou duma cova, e do barro de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos, e pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso de louvor ao nosso Deus. O Senhor tem feito grandes coisas por mim, e por isso estou alegre." Tal resumo de experiência é o melhor que qualquer filho de Deus pode apresentar.
É verdade que suportamos as provações, mas também é verdadeiro que somos livrados delas. É verdade que temos nossa natureza corrompida pelo pecado, e tristemente sabemos isso, mas também é verdade que temos um Salvador todo-suficiente, que vence essas corrupções, e nos liberta do seu domínio.
Ao olhar para trás, seria errado negar que estivemos no Pântano do Desânimo, e que havíamos rastejado ao longo do Vale da Humilhação, mas seria igualmente errado esquecer que temos sido salvos e feitos úteis através deles; e não temos permanecido neles, graças ao nosso Ajudador e Líder Todo-Poderoso, que nos trouxe para um lugar rico e seguro. Quanto mais profundos são os nossos problemas, mais elevados são os nossos agradecimentos a Deus, que nos levou através de tudo, e nos preservou até agora. Nossas tristezas não podem estragar a melodia do nosso louvor, nós as consideramos como as notas baixas da música da nossa vida.
"Ele tem feito grandes coisas por nós, e por isso estamos alegres."

Texto de Charles Haddon Spurgeon, em domínio público, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

“É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem". (Salmo 118.8)



Sem dúvida, o leitor tem sido tentado com a tentação de confiar nas coisas que se veem, em vez de descansar somente no Deus invisível. Os cristãos muitas vezes buscam no homem ajuda e conselho, e arruínam a nobre simplicidade de sua confiança em seu Deus.
Esta palavra é destinada ao filho de Deus que está preocupado com coisas temporais, e poderíamos argumentar com ele por algum tempo. Você confia em Jesus, e somente em Jesus, para sua salvação, então por que você está preocupado?
"Por causa da minha grande ansiedade."
Não está escrito: "Lança o teu fardo sobre o Senhor "? "Não estejais inquietos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplica, sejam conhecidas suas necessidades por Deus."
Você não pode confiar em Deus para as coisas temporais?
"Ah! Bem que eu queria."
Se você não pode confiar em Deus para as temporais, como você ousa confiar nele para as espirituais? Você pode confiar nele para o resgate da sua alma, e não confia nele para algumas misericórdias menores?
Deus não é o suficiente para as tuas necessidades, ou é a sua todo-suficiência estreita demais para elas? Tu precisas de um outro olho para que veja cada coisa secreta? É o teu coração fraco? Teu braço está cansado? Se assim for, procure Deus, que é infinito, onipotente, fiel, verdadeiro e onisciente. Por que procurarias outra confiança externa? Por que remexerias a terra para encontrar outro fundamento, quando este é forte o suficiente para suportar todo o peso que tu podes usar sempre para construir sobre ele?
Cristão, não misture o teu vinho com água, nem a tua liga de ouro da fé, com a escória da confiança humana. Espera somente em Deus. Não cobices a aboboreira de Jonas, mas o descanso de Jonas em Deus. Deixe que os alicerces da areia de confiança terrestre seja a escolha dos tolos, mas tu, como aquele que prevê a tempestade, construa para ti um lugar permanente sobre a Rocha Eterna.

Texto de Charles Haddon Spurgeon, em domínio público, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

“Deus, o nosso Deus." (Salmo 67.6)



É estranho quão pouco uso fazemos das bênçãos espirituais que Deus nos dá, mas é mais estranho ainda o pouco uso que fazemos do próprio Deus.
Embora ele seja "o nosso Deus", nos relacionamos pouco com ele, e o buscamos pouco também.
Quão raramente procuramos conselho nas mãos do Senhor! Quão frequentemente nos ocupamos com nossos negócios, sem buscar a sua orientação!
Em nossos problemas quão constantemente nos esforçamos para carregarmos nós mesmos os nossos fardos, em vez de lançá-los sobre o Senhor, para que ele possa nos sustentar! Isto não sucede porque não o possamos fazer, porque o Senhor parece dizer: "Eu sou teu, venha fazer uso de mim como tu quiseres, tu podes suprir gratuitamente as tuas necessidades comigo, e quanto mais o fizeres mais bem-vindo serás."
É nossa culpa se ​​não adquirirmos gratuitamente as riquezas do nosso Deus.
Então, desde que tens um tal amigo, e ele te convida, procure-o diariamente. Nunca fiques em necessidade enquanto tens um Deus para recorrer; nunca temas ou desmaies enquanto tens a Deus para te ajudar; vá ao teu tesouro e pega tudo o que necessitas - tudo o que possas desejar.
Aprenda a arte divina de fazer de Deus tudo para ti. Ele pode te suprir de tudo, ou, melhor ainda, ele pode ser tudo para ti. Deixe-me então, rogar-te, para fazeres uso do teu Deus. Faça uso dele em oração. Vá a ele muitas vezes, porque ele é o teu Deus.
Oh, tu não utilizas tão grande privilégio? Corra para ele, e diga-lhe todas as tuas necessidades.
Use-o constantemente pela fé em todos os momentos. Se alguma provação tem te obscurecido, use o teu Deus como um “sol”; se algum forte inimigo te rodeia, encontre em Jeová um "escudo", pois ele é um sol e escudo para o seu povo.
Se perdeste teu caminho nos labirintos da vida, use-o como um "guia", pois ele irá te dirigir. O que quer que fores, e onde quer que fores, lembre-se que ele é tudo o que necessitas, e que pode suprir todas as tuas necessidades.

Texto de Charles Haddon Spurgeon, em domínio público, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

“Lança o teu fardo sobre o Senhor e ele te sustentará." (Salmo 55.22)



O cuidado, mesmo quando exercido sobre objetos legítimos, se levado ao excesso, tem em si a natureza do pecado.
O preceito para evitar o cuidado ansioso é seriamente inculcado por nosso Salvador, e uma e outra vez, é reiterado pelos apóstolos, e este preceito não pode ser negligenciado sem envolver transgressão, porque a essência do cuidado ansioso é a de imaginar que somos mais sábios do que Deus, e isto nos impulsiona a tentar fazer para ele o que ele se comprometeu a fazer por nós.
Somos dados a pensar que ele esquecerá o que imaginamos; nos esforçamos para tomar sobre nós o nosso fardo, como se ele fosse incapaz ou sem vontade de carregá-lo para nós.
Agora, esta desobediência ao seu claro preceito, esta descrença na sua Palavra, esta presunção em se intrometer em sua providência, tudo isto é pecado. E ainda, mais do que isso, o cuidado ansioso, muitas vezes leva a atos pecaminosos.
Aquele que não pode deixar tranquilamente seus problemas nas mãos de Deus, mas que carregará a sua própria carga, é muito provável que seja tentado a usar meios errados para ajudar a si mesmo.
Este pecado leva a um abandono de Deus como nosso conselheiro, e a recorrer à sabedoria humana. Isto é ir à "cisterna quebrada" em vez de ir à "fonte"; um pecado que foi cometido pelo antigo Israel.
A ansiedade nos faz duvidar da benignidade de Deus, e assim o nosso amor a ele vai esfriando; sentimos desconfiança e, com isto, entristecemos o Espírito de Deus, pelo que nossas orações se tornam prejudicadas, nosso testemunho manchado e nossa vida egoísta.
Assim, a falta de confiança em Deus nos leva para longe dele; mas se através da simples fé em sua promessa, lançarmos cada fardo sobre ele, e não ficarmos "ansiosos por coisa alguma", porque ele se compromete a cuidar de nós, isto nos manterá perto dele, e nos fortalecerá contra a tentação.
"Tu conservarás em perfeita paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti."

Texto de Charles Haddon Spurgeon, em domínio público, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

“Bendito Seja Deus Que Não Rejeitou a Minha Oração, Nem Desviou de Mim a Sua Misericórdia.” (Salmos 66:20)


Se examinarmos cuidadosamente todas as orações que um dia já fizemos, se o fizermos honestamente, nos admiraremos de que Deus as tenha alguma vez atendido. Algumas pessoas pensam que suas orações são passíveis de aceitação – assim como faziam os Fariseus; mas o Cristão verdadeiro, numa retrospectiva mais cuidadosa, chora sobre o modo como orou, e, se pudesse voltar no tempo, desejaria ter orado com mais honestidade.

Cristãos, lembrem-se de como suas orações têm sido frias. Quando estiveram a sós, vocês deveriam ter combatido como fez Jacó; mas ao invés disso, suas petições tornaram-se cada vez mais fracas e menos frequentes – muito distantes daquela fé humilde e perseverante que grita, “Não desistirei de Ti, até que me abençoes.”
Ainda assim, é maravilhoso poder dizer que Deus tem ouvido suas orações frias e, não somente as tem ouvido, como as tem respondido.

Reflitam também, sobre quão inconstantes suas orações têm sido, oram a menos que estejam com problemas e então ajoelham-se pedindo a misericórdia e a intercessão de Deus: mas assim que o livramento chega, o que acontece com suas súplicas?

Ainda assim, não obstante vocês tenham parado de orar com frequência, Deus não cessa de abençoá-los. Mesmo quando vocês negligenciam o propiciatório, Deus não o abandona, mas a luz radiante da Shekinah continua sendo visível entre as asas dos querubins.

Ah! Como é maravilhoso, que Deus considere mesmo os espasmos intermitentes de nossas petições que vêm e vão conforme as nossas necessidades.
Que Deus maravilhoso Ele é, que ouve as orações daqueles que só O procuram quando tem necessidades urgentes, mas que O negligenciam assim que a graça é obtida; que se aproximam Dele, quando são forçados a fazê-lo, mas que O deixam cair no esquecimento quando as graças são abundantes, e as tristezas são poucas.

Que Sua bondade graciosa, quando ouve nossas orações toque nossos corações para que possamos, daqui em diante, nos encontrar “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito.”

Texto de Charles Haddon Spurgeon, traduzido por Maria Cristina Urdiales Moreira.

Charles Haddon Spurgeon

“Deleita-te Também no Senhor.” (Salmos 37:4)

O ensinamento contido nessas palavras pode parecer estranho, para aqueles que não estão acostumados a amar e obedecer a Deus com fervor, mas para o crente sincero é somente a demonstração de uma verdade amplamente conhecida.
“Deleita-te Também no Senhor.” (Salmos 37:4)


O ensinamento contido nessas palavras pode parecer estranho, para aqueles que não estão acostumados a amar e obedecer a Deus com fervor, mas para o crente sincero é somente a demonstração de uma verdade amplamente conhecida.

A vida do crente é aqui descrita, como um deleitar-se em Deus; assim tomamos consciência do grande fato de que a religião verdadeira transborda de felicidade e alegria.

As pessoas que não creem em Deus, e aquelas que são apenas transmissoras de conhecimento, nunca enxergam a religião como algo que contém alegria; para eles, trata-se apenas de serviço, dever ou necessidade, mas nunca de prazer ou deleite. Se praticam religião de alguma forma é simplesmente porque desejam ganhar algo em troca, ou porque não ousam fazer o contrário.

A ideia de que exista qualquer tipo de deleite na religião é tão absurda para a maioria dos homens, que duas palavras não ficam tão distantes no seu vocabulário quanto “santidade” e “deleite”. Mas, aqueles que conhecem Cristo compreendem que deleite e fé são dois conceitos tão abençoados juntos, que os portões do inferno não conseguem separá-los.

Aqueles que amam a Deus de todo coração descobrem que Seus meios são agradáveis, e Seus caminhos são cheios de paz. Tanta alegria, tantos prazeres, tanta bem-aventurança encontram os santos no seu Senhor, que jamais O serviriam por hábito, mas O seguiriam mesmo que o mundo declarasse seu nome como maldito.

Não tememos a Deus em virtude de alguma compulsão; nossa fé não é feita de grilhões, nossa profissão de fé não é cativeiro, não somos arrastados para a santidade e muito menos somos levados pelo dever. Não, nossa devoção é por prazer, nossa esperança é nossa felicidade, nosso dever é nosso deleite.

Deleite e verdadeira religião são tão ligados quanto uma flor e sua raiz, tão inseparáveis quanto à verdade e à certeza; são, de fato, como duas pedras preciosas brilhando radiantes lado a lado cravadas no ouro.

“Quando provamos teu amor,
Nossa alegria cresce divinamente,
Indescritível como o que há acima,
E o céu tem início aqui embaixo”

Texto de Charles Haddon Spurgeon, traduzido por Maria Cristina Urdiales Moreira.

Charles Haddon Spurgeon

“Socorro bem presente." (Salmo 46.1)



As bênçãos da aliança não são destinadas para serem apenas contempladas, mas para serem apropriadas.
O próprio Senhor Jesus Cristo nos é dado para o nosso uso presente.
Cristão, tu não fazes uso de Cristo como deverias fazer.
Quando estás em tribulação, por que não Lhe contas toda a tua dor? Não tem ele um coração simpatizante, e ele não pode te confortar e aliviar? Não, tu irás a todos os teus amigos, exceto ao teu melhor Amigo, e contarás o teu problema em todos os lugares, exceto no seio do teu Senhor.
Tu estás sobrecarregado de pecados este dia? Aqui está uma fonte cheia de sangue: use-a, cristão, use-a. Há um sentimento de culpa sobre ti?
A graça perdoadora de Jesus pode ser experimentada várias vezes. Venha logo a Ele para ser purificado.
Tu lamentas a tua fraqueza? Ele é a tua força - por que não te inclinas sobre ele? Tu te sentes nu? Vem, alma, coloque o manto da justiça de Jesus. Dispa-se da tua justiça própria, e dos teus temores também: coloque o claro linho branco, pois foi feito para ser vestido.
Tu te sentes enfermo? Faça soar o sino noturno da oração, e chame o Médico Amado! Ele dará o remédio que te fará reviver.
Tu és pobre, mas tens afinal "um parente, um homem poderoso e rico." para te resgatar.
O quê! tu não irás ter com ele, e pedir-lhe para te suprir com a sua abundância, quando ele tem feito esta promessa, para que sejas co-herdeiro juntamente com ele, e que tem feito de tudo para que ele seja teu?
Não há nada que mais desgoste a Cristo do que o seu povo fazer uma exposição dele, e não usá-lo. Ele gosta de ser usado por nós. Quanto mais fardos colocamos sobre seus ombros, mais precioso ele será para nós.

Texto de autoria de Charles Haddon Spurgeon, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Charles Haddon Spurgeon

Sejamos gratos por termos um Deus que é descrito como (Pai dos orfãos e das viuvas - Salmos 68:5) Eu creio que se Ele se preocupa com tais em sua solidão, Ele tambem cuidara de nós e nos confortará.

Tuanny

Falar mal de mim é mole, quero ver ler o Salmo 119.

Monique Pacheco

Milagres
Tu és o Deus que realiza milagres;
mostras o teu poder entre os povos. Salmos 77:14

Milagres: Trata- se de um poder sobrenatural reparador mas que respeita a ordem divina

Monica Ap.de Medeiros

Salmo de Perdão

Deus, não me abandone,preciso de ti..
Várias pessoas falam teu nome em vão e não confiam no Senhor..
Tende piedade dos mesmos...Não sabem o que fazem..
Acalma o coração dos preocupados e que choram, seja a alegria das nossas vidas...
Às vezes executamos coisas que não provem do teu Reino, e, o Senhor te aborreces.. Mas nos perdoe, você é o caminho da Luz que , por nós deve ser seguido.

Vinicius Prates

"O Senhor é o meu Pastor e de nada tenho falta" Salmo 23:1"

Davi , rei de Israel.

Sobre a terra vou andando

Sobre a terra vou andando,
Bem alegre para o céu,
Satisfeito e salmodiando
Ao bondoso Deus;
Com ferozes inimigos
Pelejando sempre estou,
Mas conservo paz comigo,
Pois amado sou.

Meu Pastor é Pai celeste,
Que me guia p'ra Sião
Pelos vales e mui prestes,
Com segura mão;
Nos perigos da viagem,
Nas angústias e na dor,
Sua voz me diz: "Coragem,
Sou teu Salvador".

Com Jesus eu trabalhando,
Persevero em oração;
Seu saber com fé buscando
P'ra tornar-me são.
Que prazer incomparável
Ser guiado por Jesus.
Sim, por Cristo tão amável,
Na perene luz.

Ao chegar-se nessa pátria
Todos prantos cessarão.
Já o sol divino raia,
Na feliz mansão.
Males, lutas e agonias,
Acabaram-se aqui;
Cristo vem, oh! Que alegria
Vamos ter ali!

Danillo Souza Santos

O Poder Da Integridade "Salmos 101:6". Deus tem compromisso com a integridade, com a justiça, com a retidão.

Bispo Rodovalho

"Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio.” Salmo 90.12
Este salmo, ou esta canção, ou oração, me ensina muito. Quero primeiramente agradecer a Deus, porque eu devo minha vida a Ele e pra Ele eu a entrego.Ontem completei mais um ano de vida. Peço a Deus que me ensine a contar os meus dias, ou seja, a saber vivê-los, pois eles são um sopro, que eu possa aprender com a vida, até que alcance um coração sábio com a graça de Deus. Que eu possa crescer sempre na graça de Deus, que meu eu, possa diminuir e Jesus aparecer mais através da minha vida. Tenho muito a agradecer ao Pai e sei que quem está lendo isso, também tem, pois mesmo nas dificuldades, mesmo com tudo, você ainda tem vida, então aproveite-a. Faça o bem às pessoas, isso te satisfará mais do que se preocupares mais com seu próprio nariz. Deus abençoe muito a vida de cada um que ler este texto."

Haloana

Leia e Creia: Salmos 40.1

Salmos 40.1 Esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu choro e clamor.

Danillo Souzgospel

Leia e Creia: Salmos 122:1 - 9

Elogio a Jerusalém

122: 1. Fiquei alegre quando me disseram:
" Vamos à casa de Deus, o Senhor ".
2. E agora aqui estamos,
dentro de Jerusalém.

3. Jerusalém é uma cidade
construída de novo,
onde o povo se reúne.
4. Para cá sobem as * tribos,
as tribos de Israel,
para dar graças ao Senhor,
como ele ordenou.
5. Aqui estão os tribunais de justiça,
onde o rei julga o seu povo.

6. Orem para que haja paz em Jerusalém.
" O Jerusalém, que prosperem
aqueles que a amam!
7. Que haja paz na cidade protegida
por muralhas!
Que haja segurança nos seus palácios! "
8. Eu amo os meus patrícios e amigos
e por isso digo a Jerusalém:
" Que a paz esteja com você!"
9. Eu amo o Templo do Senhor,
o nosso Deus,
e por isso oro pela prosperidade
de Jerusalém.

Danillo Souzgospel

Leia e Creia: Salmos 141:1- 10

Oração de tarde

141: 1. Ó Senhor Deus, eu clamo a ti;
vem depressa me socorrer!
Escuta-me quando peço a tua ajuda.
2. Recebe a minha oração
como se fosse incenso,
e que as minha mãos levantadas
sejam como a oferta da tarde!

3. Ó Senhor, controla a minha boca
e não me deixes falar o que não devo!
4. Não permits que o meu coração
deseje fazer o mal,
nem que eu ande com os que são perversos
ou tome parte na maldade deles.
E que eu nunca esteja presente
nas suas festas!

5. Eu aceito que uma pessoa direita
me repreenda ou castigue,
pois isso é um gesto de amizade;
mas eu nunca aceitarei elogios dos perversos
e continuarei a orar contra a ruindade deles.
6. Quando os seus chefes forem atirados
do alto dos rochedos,
então o povo saberá que eu dizia a verdade.
7. Como a lenha é rachada e cortada
em pedaços,
assim os sues ossos serão espalhados
na beira da sepultura deles.

8. Mas eu, ó Senhor, meu Deus,
continuo confiando em ti
e buscando a tua proteção.
Não me deixes morrer.
9. Livra-me das redes que os perversos
estendem para me pegar,
livra-me das armadilhas
dos que fazem o mal.
10. Que os maus caiam
nas suas próprias armadilhas,
e que eu cosiga escapar são e salvo!

Danillo Souzgospel

"Senhor guarda - me como a menina dos seus olhos " (Salmos 17:8 )

MARY SOUZA

A Quem Deus Chama Ele Protege e Livra



Por João Calvino

Introdução ao Salmo 18

Todos nós sabemos por quais dificuldades e por quais obstáculos quase intransponíveis Davi assumiu o reino. Ainda ao tempo da morte de Saul ele era um fugitivo e, por assim dizer, fora-da-lei, e exaustivamente passou sua vida em temor e em meio a infindas ameaças e perigos de morte. Depois de Deus o ter, com sua própria mão, colocado no trono real, ele foi imediatamente acossado por tumultos e insurreições por parte de seus próprios súditos; e ante as facções hostis, sendo superiores a ele em poder, às vezes chegava ao ponto de sentir-se completamente sucumbido. Inimigos externos, em contrapartida, o tentaram severamente até à sua velhice. A tais calamidades jamais teria sobrepujado não fora ele sempre socorrido pelo poder de Deus. Havendo, pois, obtido muitas e notáveis vitórias, ele não canta, como os homens sem religião costumam fazer, um cântico em sua própria honra, mas exalta e magnifica a Deus como o Autor dessas vitórias, fazendo uso de um encadeamento de termos notáveis e apropriados, e num estilo de inexcedível grandeza e sublimidade. Este Salmo, pois, é o primeiro dentre aqueles em que Davi celebra, em suaves melodias, a imensurável graça que Deus sempre demonstrou para com ele, tanto ao introduzi-lo na posse do reino quanto a partir daí a sustentá-lo em sua possessão. Ele também mostra que seu reinado era uma imagem e tipo do reino de Cristo, com o fim de ensinar e assegurar aos fiéis que Cristo, a despeito de todo o mundo e de toda a resistência que este sempre lhe faz, ele seria, pelo tremendo e incompreensível poder do Pai, sempre vitorioso.
“Ao mestre de música, de Davi, servo de Jehovah, aquele que cantou a Jehovah as palavras deste cântico no dia em que Jehovah olibertou da mão de seus inimigos e da mão de Saul.”
Temos que determinar cuidadosamente o tempo específico em que este Salmo foi composto, como ele nos mostra que Davi, quando seus negócios foram conduzidos ao estado de paz e prosperidade, não se deixou intoxicar com extravagante regozijo como se dá com os homens sem religião que, quando obtêm o livramento de suas calamidades, descartam de suas mentes a lembrança dos benefícios divinos e se precipitam em grosseiros e degradantes prazeres, ou erigem sua torre e obscurecem a glória de Deus com sua soberba e vangloria desprovidas de conteúdo. Davi, segundo o relato da história sagrada (2 Sm 22), cantou este cântico ao Senhor quando já se achava desgastado pela idade, e quando, ao ser libertado de todas as suas tribulações, desfrutava de tranquilidade. A inscrição aqui concorda com esse relato e, à luz do que está declarado ali, concluímos que ela não foi imprópria e incorretamente prefixada para este Salmo. Davi põe em relevo o tempo quando ele era cantado, isto é, depois de Deus o ter libertado de todos os seus inimigos, para nos mostrar que ele estava, então, em perfeita e pacífica posse de seu reino, e que Deus o assistira não apenas uma vez, nem contra apenas um gênero de inimigos; visto que seus conflitos eram de tempo em tempo renovados, e o fim de uma guerra era o começo de outra; sim, muitos exércitos amiúde insurgiam-se contra ele a um só tempo. Desde a criação do mundo, dificilmente encontraremos nele outro indivíduo a quem Deus haja provado com tantas e com tão variadas aflições. Visto que Saul o havia perseguido com mais crueldade e com maior ferocidade e determinação do que todos os demais, seu nome, por essa conta, é aqui expressamente mencionado, ainda que, na cláusula precedente, o salmista haja falado, em termos gerais, de todos os seus inimigos. Saul não é expresso por último como se houvera sido um de seus últimos inimigos, pois sua morte se dera cerca de trinta anos antes desse tempo; e desde esse evento, Davi desbaratara muitos inimigos estrangeiros, e também reprimira a rebelião de seu próprio filho Absalão. Mas, persuadido de que era uma singular manifestação da graça de Deus em seu favor, e eminentemente digno de ser lembrado o fato de que ele havia por tantos anos escapado de incontáveis mortes, ou, melhor, que ao longo dos dias em que ele vivera sob o reinado de Saul, Deus havia operado, por assim dizer, tantos milagres em seu livramento, então ele com razão menciona e celebra em particular seu livramento das mãos desse implacável inimigo.

Ao denominar-se de servo de Deus, ele indubitavelmente pretendia testificar de sua vocação ao ofício de rei, como se quisesse dizer: Não usurpei o reino temerariamente, fazendo valer minha própria autoridade, mas simplesmente agi em obediência ao oráculo celestial. Aliás, em meio às tantas tormentas que iria enfrentar, era um apoio muitíssimo necessário estar bem certo em sua própria mente de nada ter empreendido além do que Deus havia designado; ou, melhor, isso foi para ele um céu pacífico e um refúgio seguro em meio a tantos tumultos e estranhas calamidades. Não há nada mais miserável do que uma pessoa, em adversidade, que entra em desespero por agir segundo o mero impulso de sua própria mente e não em obediência à vocação divina. Davi, pois, tinha sobejas razões para desejar que se fizesse notório que não foi movido de ambição que veio a tomar parte naqueles renhidos combates, os quais lhe foram tão dolorosos e difíceis de suportar, e que não havia intentado nada ilícito, nem usara de meios perversos, mas que sempre estivera em prontidão diante da vontade de Deus, a qual lhe serviu de luz a guiá-lo em sua vereda. Este é o ponto que nos é muitíssimo proveito sabermos, a fim de não esperarmos viver totalmente isentos de dificuldade, ao seguirmos o chamado divino; ao contrário, preparemo-nos para aquele doloroso e desagradável estado de luta em nossa carne. Portanto, a designação, servo, nesta passagem, bem como em muitas outras, se relaciona com seu ofício público; justamente como, quando os profetas e apóstolos se denominam de servos de Deus, temos uma referência ao seu caráter oficial. É como se tivesse dito: Não sou rei por minha própria iniciativa, senão que fui escolhido por Deus para ocupar essa posição por demais elevada. Ao mesmo tempo, devemos notar particularmente a humildade de Davi, o qual, embora distinguido por tantas vitórias e sendo o conquistador de tantas nações e possuidor de tão imensa dignidade e riquezas, não atribui a si nenhuma outra honra senão a de Servo de Deus! Como se pretendesse demonstrar que considerava mais dignificante ter realizado fielmente os deveres do ofício com o qual Deus o investira do que possuir todas as honras e excelências do mundo.

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Comentário dos livros do Velho Testamento:
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Comentário do Novo Testamento:
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Mensagens:
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Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Calvino