Redação que Falam quem eu sou

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- Mamãe, preciso fazer uma redação para a escola sobre uma viagem. Qual foi a melhor viagem que você já fez? - perguntou a menina. A mãe fechou os olhos e as lembranças invadiram sua mente. A mulher sentou-se ao lado da filha no sofá.

- Eu recebi uma carta um dia, mas não era uma carta qualquer. Nem todos podem receber essa carta. E essa carta me dizia para pegar o trem na plataforma 9 3/4, e assim eu fiz. Eu pensei que seria só uma viagem qualquer, mas lá no fundo eu sabia que seria mais que isso, eu sabia que havia coisas grandes por trás dessa viagem, e eu estava certa. Nessa viagem, conheci meus três melhores amigos: Ronald Weasley, Hermione Granger e Harry Potter. Quando o trem parou, eu me encantei pelo que vi. Era um lugar mágico, era único, havia um enorme castelo, bruxos com suas varinhas, e havia magia por todo lado. A partir do momento em que vi aquele castelo, eu sabia que minha vida jamais seria a mesma, e eu estava certa. Sabe que castelo era aquele? Era A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Acredita que havia uma professora que virava um gato? Havia um chapéu, e esse chapéu falava. Quando colocado na sua cabeça, ele dizia a qual casa você iria pertencer. Eu conheci pessoas maravilhosas, aprendi coisas que jamais irei esquecer, aquela foi a melhor viagem da minha vida, e eu já fui pra lá várias vezes, e sempre que sentir saudades posso voltar pra lá.
- Parece incrível, mamãe. Você pode me contar mais? - perguntou a menina.
- Infelizmente não, você tem que descobrir sozinha. - responder a mãe.
- Mas como? Eu posso fazer essa viagem também?
- É claro que pode. - a mãe se levantou, pegando 7 livros empoeirados na estante e os mostrou para a menina. - Está aqui.
- São apenas livros!
- Não, minha filha, não são. Dentro desses livros está a minha vida, a melhor viagem que eu já fiz. Se quiser conhecer mais, pegue-os e vá para Hogwarts, vá para o melhor lugar que já existiu. Você vai aprender muitas coisas, vai amar muitas pessoas, vai rir, vai chorar, e acredite: sua vida nunca mais será a mesma.

Tumblr Imthemotherfuckingprincess

Redação do Trabalhador no ENEM

“A educação é fundamental, é a chave para que o Brasil se torne de fato um país desenvolvido” (ROUSSEFF, Dilma. 2010). Ideia atraente em palavras e, disto, decorre a falsificação da realidade, bem como o seu mau-uso nesta mesma realidade.
Falando em realidade, nos atentemos a ela. Sábado e domingo, fiscalizando o Enem, deparei-me com o seguinte paradoxo: o trabalhador quer mudar de vida através da educação (nada mais bonito de se constatar). Entretanto, como mudará de vida através dela – da educação - se no dia anterior trabalhou o dia ou a noite inteira e, naqueles dois dias, estava diante de uma prova de 90 questões por dia (além da redação no domingo)?
Com a licença de uma amiga a qual comentei isto, reproduzirei parte de nossas trocas de ideias. Ao comentar o caso, ela me disse que “a pessoa tem que estar focada, mas não tem como desistir. A superação é maior do que a realidade permite, a pessoa tem que se superar pra depois não se arrepender”. Pois bem, “focada”, o “foco do indivíduo”, “a força de vontade”. Isto é o que o Capitalismo auxiliado pelo pensamento Liberal faz alguns pensarem, pensar que só depende da pessoa e, desta maneira, se consegue, heroísmo e dotado de grande força de vontade, se não consegue, preguiçoso e sem falta de vontade própria, não se superou, fracassado. A amiga também disse da negociação entre trabalhador e patrão. Como haver negociação favorável ao trabalhador se o mesmo se encontra em desigualdade. Como esperar conciliação se há interesses divergentes? O governo não deve esperar negociação, ou melhor, não deve esperar “a falsificação de uma falsa negociação”, uma falsa conciliação. Meu pai é empresário, e pelo que lhe conheço, sei que liberaria – até orgulhosamente – seu funcionário caso ele pedisse folga no dia anterior à prova para “preparar-se melhor”. Porém, e se um dia lhe ocorrer de não “conciliar” o seu interesse com o de seu trabalhador? E se o seu trabalhador não tiver audácia – sim, pois para alguns empresários, tal pedido seria encarado assim – de pedir-lhe a liberação? Não há conciliação de interesses entre patrões e empregados. Não há conciliação entre capital e trabalho. Não se deve esperar a boa vontade do empresário. Desta boa vontade, o “inferno” está cheio. O governo, que se propõe ao lado do trabalhador, deve, de fato, defender seus interesses.
Fracassados? Voltando a realidade daqueles dois dias, percebi que as duas senhoras que declararam ser trabalhadoras – uma, inclusive, trabalhando à noite inteira numa cozinha porque não atendida pelo patrão quando pediu uma “folga” – não estavam em mínimas condições físicas e psicológicas de fazer a prova. Sentadas na cadeira, lutavam pra manter os olhos abertos e fixos nas questões. No insucesso, uma delas entregou-se aos cochilos por várias vezes e a outra suspirava fundo, andava um pouco no corredor, ia ao banheiro, lavava o rosto – inclusive, me perguntando se, em algum lugar, conseguiria café, o que respondi em poucas (e dolorosas) palavras, como me foi incumbido, que não tinha conhecimento uma vez que era a primeira vez trabalhando ali.
O que constatei observando as duas senhoras é que não, estas duas senhoras e mais milhares de outros trabalhadores não são fracassados, já são vencedores somente ao se proporem mudar socialmente pela educação, não podendo ser culpabilizados pelas condições que não lhes eram favoráveis, como foram a mim quando fiz a prova, descansado, sem ter trabalhado no dia anterior ou em quaisquer outros dias, ou seja, minhas condições - e a de vários “concorrentes” das duas senhoras naquele dia - era de preparo físico e psicológico, além de, é claro, teórico. (Estou aqui falando somente da preparação física – e, até certo ponto, psicológica - do trabalhador que é o imediato do exame. A preparação em outro sentido, qual seja nos conteúdos, é algo mais complexo pra caber neste pequeno texto, mas igualmente importante.)
Além disso, constatei também que não se pode restringir algo que se propõe – e deve ser de fato – universal: o acesso à educação. Não falo da igualmente ridícula “concorrência em igualdade de condições”. No acesso à educação que se pretende universal, não há concorrência, caso contrário e obviamente, não é universal. Falo, pelo menos neste pequeno texto e mais imediatamente, de um caso dentre as diversas condições desfavoráveis ao trabalhador no acesso à educação, condições estas, falsificadas por frases de efeito, ideais e raras histórias de “superação pessoal”.
Mais uma vez, voltando à realidade, a trabalhadora que tentou ficar acordada o tempo todo, por fim e vencida pelo cansaço, desiste de terminar a prova, desiste no meio de sua redação. Frustrada e cabisbaixa, desenha, cochila, desenha, cochila, desenha, coch... E o governo, que se diz preocupado tanto com a educação - encarando-a como indispensável pr’uma mudança social - quanto com os trabalhadores – haja vista que o Partido dos TRABALHADORES está à sua frente – nada faz nesta lamentável situação. Contraditório, não?

Lucian Rodrigues Cardoso

ÚNICO  JEITO  DE  FAZER  REDAÇÃO  É  ASSIM.

Yasmin Huçulak

Tema
Dá-me um tema para que uma redação eu faça.
Por simples que seja, ou difícil se quiseres, mas dizei-me um ao menos para que inspiração eu tenha.
Falai amor – e quando poderei escrever pois tão grande é o significado da palavra quanto as frases que inspira.
Felicidade! Pede que eu faça algo sobre o tema e belas coisas ouvirás.
Mas se alegre não estás, questão não faço, que triste seja a escolha. Que recaia no infinito de uma lágrima de saudade, de dor... que poemas poderiam ser feitos dessa pequenina gota reluzente!
Mas enfim tanto pedi, e supliquei, e tu não me quiseste ouvir.
Sem inspiração fiquei, escrever não pude, minha pena quedou-se tristonha e muda e a cismar fiquei – o tema não encontrei.

RE 1969

Rosa Emília de Carvalho Avelaira

Não to com paciência, nem criatividade, nem porra nenhuma para fazer uma redação hoje. To cansada. Cansada do nada talvez, ou de tudo, ou da vida. Bom seria se para passar no vestibular eu pudesse apenas escrever meus pensamentos (soltos, confusos e livres) em um pedaço de papel. Depois ser avaliada por um Caio Fernando ou Vinícius de Moraes da vida. Ser avaliada pela minha viadagem textual, que tenho habito de chamar de poema, poesia, ainda não sei a diferença entre eles. A aula está chata, assim como o dia. Quase onze da manhã, e com uma aparência de seis da tarde. O sol brincando de esconde-esconde atrás das nuvens, e dessa chuva. Chuva melancólica. E eu aqui pensando nela, e as vezes naquela. Sem fazer a mínima idéia do que sinto por elas. Estranho seria se eu soubesse. "Sinto mas não sei o que sinto" já virou sinônimo de "eu". EU! Não vou começar a falar de amor, paixão, isso tem me dado sono. É um tédio amar na maioria das vezes. Eu poderia ganhar nota por isto aqui né?! Redação livre, tema livre. "Livre", já que estou condenada a sempre escrever sobre a mesma coisa, sentimentos. Viadagem.

Gabriela Polippo

O brigado por me fazer parte dos quatro

Simplesmente mantenhamos de pé

Redação então criada com exaltação

A evolução entre pouco tempo, ao invés de vários, sem nenhuma cara, e pouca campanha,

Com bate e bate com sino na porta, e as frestas que vejo e monto as teorias da oposição, da imperfeição cultural.

Se for amanha que seja um novo dia sem mim

Que um dia criado permanece ate o fim.

Livro guardado, tema abafado com sigilo secreto do medo se ausentar.

Divina comedia humana, fundado com o propósito da literatura, e que cavas a sepultura do amanha,com os vícios que tenha a senha que eu não vou te dar.

Vem-se de baixo não me atinge e que finge da perturbação psicológica criada e afastada porque no espaço das ruas que cabe mais um.

E com sino que toca entre varias fofocas com o dom do saber,quem vale com tudo ou cego ou mudo,mudo de lado viajo daqui, me preparo ali, para vir eu tão forte com meus todos secretos que se desvendam, quem entenda, que eu possa partir, da minha longa jornada não é conto de fada que eu assumi. Preparo-me agora da espécie escola para algo aprender.

Obstino a vida e sei que tudo e nada sei, mas em tudo errei dos versos que disse sei que foi burrice eu não explicar para todos que todos que haja no hoje para hoje já era,que a era que passa a inteligência fraca pelo um modo normal e que se o que tal eu não falo nem nada fugindo abertamente deste conto de fada.

Por Lapyerre ——————————

LAPYERRE---(MOISES DA SILVA )

“Se a redação do ENEM tivesse sido um tema livre, certamente eu escreveria sobre você. Gostaria que o professor que corrigisse minha redação nos lesse e dissesse aonde foi que erramos, o que precisamos corrigir pra fazer esse amor dar certo.”
— Talvez o nosso amor precise de ajuda, apenas isso. Bruna

Bruna L.

Não precisa de gramática, dicionario, ou uma complexa redação, basta disser o que sente com rima e imaginação, que a mensagem é enviada com sucesso ao destinatário do seu coração"

Anderson Matheus Cordeiro

Sinto-me com todos os escudos e nenhuma proteção, com todas as letras e nenhuma redação, com algo para cortar sem saber como usar a faca, com todas as madeiras e sem saber fazer estaca. Sinto-me em uma música sem som, em um refrão inacabado, em uma gaiola aberta, caçando a chave e o cadeado. Sinto-me com asas e sem diretriz, sinto-me em tribunal faltando juiz. Sem puxão ou empurrão, com tudo para não permanecer, sinto-me tentando ser razão, e fraquejando ao reaver. Sinto-me em papel de esboço, estando livre e sendo refém. Sinto-me abaixando as armaduras e, pela primeira vez, sem porém. PORÉM...Sinto-te.

Vanessa Brunt

Sinto-me com todos os escudos e nenhuma proteção, com todas as letras e nenhuma redação, com algo para cortar sem saber como usar a faca, com todas as madeiras e sem saber fazer estaca. Sinto-me em uma música sem som, em um refrão inacabado, em uma gaiola aberta, caçando a chave e o cadeado. Sinto-me com asas e sem diretriz, sinto-me em tribunal faltando juiz. Sem puxão ou empurrão, com tudo para não permanecer, sinto-me tentando ser razão, e fraquejando ao reaver. Sinto-me em papel de esboço, estando livre e sendo refém. Sinto-me ganhando uma vírgula e a massacrando com o meu porém. É que ultimamente ando tanto fugindo e pouco estando, nada posso findar se nada estou iniciando. Apenas tento pôr em mente o lembrete de que esta fase é para minha mente e não para o meu coração, porém desde que tu chegaste desentendo esta afirmação. Destrincho cada fala tua para procurar embuste, até ao que parece ser verdade finjo faltar ajuste. E tento ir embora, mas aquele ponto final da tua frase me prende aqui, e tudo que eu precisava agora era de um erro teu para poder partir. Porque estou com todas as armas, entretanto elas apontam para mim, e nesta casa que me protegia tu és o pravo cupim. Demorei tanto para trancar realmente a porta, e tu tão facilmente entrou: Sem dizer-me se vale a pena a horta, ou se aqui nada ainda plantou. Não me quero nesta desordem, agora basta-me a minha desorganização. Tenho tanto para pôr em ordem, não cabe ao meu outono mudar de estação. E prometo ir, todavia como posso com este desejo de decifrar-te? Apenas segure-me ou solte-me, antes que a minha queda venha a cambalear-te. Quero o céu, tu oferece-me sol. Quero chapéu, tu oferece lençol. E confundo sol com lua, lençol com rua e tu com futuro e chão. Porém, sei. Não há espaço para suposição. Então serei ainda escudo, mesmo sem proteção. Serei ainda a estadia, mesmo com especulação. E quando for para cortar algo, sei que será a mim. Então meu único pedido é que até lá, regues jardim. Que construa, por mais que o fim da história seja com um furacão. Deixe-me marcar tua vida, faça meu escudo cair em redenção. Se tudo for mentira, minta bem e um pouco mais. Só não me mate aos poucos e dê-me um bom motivo quando for para realmente, deixar para trás. Se não, jamais irei e tu jamais ficará. E neste meio termo vou reconstruindo a minha casa e o cupim quem desmoronará. Se não, reerguerei tijolos enquanto tento compreender. E o fim da história, será apenas um capítulo do meu renascer. E quero-te sendo um todo, sendo um livro, sendo nós. Por mais que nada me pertença e que, por fim, prefira ter sido escudo algoz.

Vanessa Brunt

Você tem me transformado no rascunho da sua redação. Tem me corrigido, me apagado e feito o que quer de mim. Você tem mudado minhas palavras, meu padrão e minhas atitudes. Vem me amassando quando não estou boa, me rasgado para fazer outra e ainda quer que eu fique uma história linda e implacável. Mas, quanto isso custou? quanto tem custado pra mim? Isso você não sabe. Você nunca sabe. Não sabe nada.

Bianca Gregorio

A vida é uma redação, o intertexto é crucial para o desenvolvimento.

Felipe Cordeiro

Um beijo vale mais do que mil palavras. Posso escrever uma redação na sua boca?

Ricardo Wallas

Os Jesuítas, soldados de Cristo, surgiram em defesa da Igreja Católica, a qual foi ameaçada e acuada pela Reforma Protestante, criada por Martinho Lutero.
Lutero criou e divulgou suas teses na Catedral de Wittemberg, dividindo e contestando a cristandade romana. Os Jesuítas se esforçaram ao máximo para defender a sua Igreja e religião, que estava amedrontada, logo correram ao mundo com a proposta da Reforma Católica.
Eles percorreram a Europa e procuravam reforçar o catolicismo por meio de ensino. Em suas conquistas, em outros continentes, buscavam expandir-se através da catequese.
Os soldados de cristo levaram ao limite aquilo que os franciscanos e dominicanos haviam começado no final da Idade Média, que era difundir a fé junto ao povo. O animo deles aparecem com nitidez em imagens antigas. Segundo relatos a missão de "procurar ajudar, com a graça divina, a salvação e perfeição dos próximos" foi praticada com muita eficácia.
Contudo os Jesuítas foram e são considerados os salvadores da Igreja Católica, conseguindo defender-se da Reforma Protestando e ainda sim reerguer a estrutura Católica, fazendo com que o povo acreditasse novamente em suas teses.

André Vargas

ONDE ESTÁ VOCÊ?

Onde está você com seus pensamentos nesse momento?
Será que está presente na conversa com os amigos, ou está longe, viajando por lugares distantes?
Onde está sua felicidade agora?
Será que está junto de você, ou está longe, em objetos distantes, em pessoas que se foram, em bens materiais que você ainda não tem?
Onde está seu sorriso agora?
Está em seu rosto, estampando a sua alegria e confiança na vida?
Ou será que foi levado por alguém que não está mais aqui?
Será que seu sorriso ainda depende dos outros?
Onde está a sua vontade de viver, agora?
Está aí mesmo dentro de você chamando-o, a cada minuto, para as oportunidades, para viver os dias, ou está nas mãos de outras pessoas, e você está perdido sem saber para onde ir?
Quem é o dono da sua vida, da sua vontade e da sua motivação?
O que você precisa para ser feliz agora?
Um emprego? Será que você não consegue procurar um pouco mais? Quem sabe mudar os rumos? Ou procurar em lugares onde você nunca havia procurado antes?
Não coloque para si mesmo obstáculos demais!
Será que a felicidade está apenas na conquista de um emprego?
Talvez você precise de um amor.
Então cultive novas amizades! Lembre-se de que a amizade é a fonte do amor verdadeiro!
Procure se aproximar mais das pessoas, quem sabe!
Antes de querer ser amado, ame!
Onde está seu Deus agora?
Será que você já o descobriu dentro de você?
Será que você já o descobriu nas leis maravilhosas que regem o universo? Na proteção que recebemos, nas chances, nos encontros, nas bênçãos da vida?
Será que você já o descobriu nas estrelas, nos mares, nos ventos, no perfume das flores?
Onde está você agora?
No curso mais seguro da vida, tendo sua embarcação sob controle? Ou está à deriva? Distraído pelas ilusões que encrespam o oceano todos os dias?
Onde está você agora?
Buscando um sentido maior para tudo, buscando o crescimento espiritual, ou está preocupado com coisas tão pequenas, incomodado com problemas tão simples?
É tempo de saber onde realmente estamos.
É tempo de repensar muitas coisas, de dar um novo sentido a tudo, de redescobrir as coisas mais simples e possíveis, e recriar a vida,colocando-a em seu curso seguro.
Como nos ensinou o Mestre de Nazaré, onde estiver seu coração, aí estará também o seu tesouro.
Pense nisso!
Por vezes nossos olhares se perdem no espaço à procura de algo que se encontra bem perto de nós.
Outras vezes permitimos que nosso sorriso siga atrelado ao passo de alguém que se afasta de nós...
Nossa alegria, tantas vezes, perde a força por causa de algo insignificante.
Às vezes permitirmos que a nossa vontade de viver se enfraqueça, vencida pelas ilusões e fantasias...
No entanto, para que não deixemos de viver o momento, intensamente, é preciso prestar atenção nas horas, no agora, no hoje, para que não deixemos escapar as mais excelentes oportunidades de construir nossa felicidade duradoura.
Pensemos nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir de texto de autoria desconhecida

Quando as palavras não saem, as lágrimas falam por você.

Lady Gaga

Essa é a nossa sociedade: FALAM de sentimentos q não sentem... Sentem coisas das quais não falam... Tudo uma busca insana por belezas, riquezas e felicidade absoluta, coisas q só existem nas novelas da Globo!
Temo pelo futuro da humanidade!

Alessandro DeCastro

Em silêncio vivo, fala o corpo...
Uma mão agitada, um sorriso morto
fala o que a boca não diz...
Tanto medo, dor, angústia, alegria ou felicidade
nos rostos vistos nas esquinas,
vielas, mansões ou bares da cidade!
O âmago expressado nos olhos
deixa o sentimento exposto!
A índole revela-se humilde, alegre, bondosa
ou arrogante, torturadora, mafiosa, mentirosa.
Rostos que tocam
como o do Papa João Paulo Segundo
um rosto humilde, sorriso amoroso,
um olhar doce e profundo...
Mas os que me tocam mais no fundo
são rostos de crianças, enjeitadas, nas ruas
com seus gritos mudos, expressões tão suas...
O eco destes gritos que se perde




aos ouvidos surdos...
O inquiridor olhar à crueldade do mundo!
Outros rostos assustam pela indiferença
rostos duros, frios, estigma do caráter hediondo,
ferozes marimbondos,
cegos para a dor dos que estão à sua frente,
de egoísmo tão doentes!...
Óculos embaçados, lentes sem grau!
Focam... apenas o próximo degrau...
Insensíveis às mazelas e procelas,
sentimentos embotados,
interesses próprios escancarados...

Os rostos são esculturas vivas!
As mais reais e precisas
talhadas pelas almas que os animam
avaliadas pelos corações que os examinam...
Os rostos falam... E como falam...
Basta olhar para o rosto dos e namorados!

Ragilo felipe

é uns querendo provar que sabem outros nem sabem oque falam.

JayDrin