Redação que Falam quem eu sou

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Muitas pessoas não sabem o que falam, vivem o que acham, meras repetições. Rotinas, doutrinas, mentiras, hipocrisias...

MGT

As pessoas falam coisas que não praticam, mentem sem pensar nas consequências e machucam aqueles que amam como se não houvesse amanhã... Mas saiba que há o amanhã! E é no amanhã que as pessoas perdem... Perdem o amor,a paz, a virtude, e perde todos aqueles que se machucou no ontem. Errar é humano, persistir no erro é tolice! Deixar que os seus erros interfiram na vida de outras pessoas, é egoísmo! E saber reconhecer seus erros, é humildade!

Louise de Araujo

Muitos falam de mim pelas costas, mas quando estão pela frente, tentam ser mais falsas do que já são.

bia weksler

Tenho amigos anjos e tenho os demônios. Os anjos me falam o que é errado, os demônios me levam pra conhecer! rs

Franklin Lima (Castro Alves - BA)

Os fofoqueiros só falam de pessoas que tem a vida atraente e super interessante; para se consolar de suas vidas fatídicas e entediantes.

Marcello Thadeu

Você se torna mais vulnerável justamente quando todos falam da sua grandiosidade

Walt Disney

Quando as pessoas falam umas com as outras, elas nunca dizem o que querem dizer. Elas dizem outra coisa e é esperado que você saiba o que elas querem dizer.

(Alan Turing)

O Jogo da Imitação

FALAR NO MOMENTO EM QUE TODOS FALAM É ARRISCAR PERDA DE PALAVRAS.

EDVALDO

A internet virou o novo pelourinho, onde ignorantes falam mal do que não sabem e lincham o que não conhecem.

Sebástian Borges de Albuquerque Mello

Muitas pessoas falam dos meus sentimentos, que estou sendo trouxa, estou perdendo meu tempo com você. Mas, eu queria ver mesmo, e eles sentindo pelo menos 1/3 do que sinto por você, com alguém que eles gostam.

Guilherme Fernandez, Louco Apaixonado

Tema da redação: o Brasil melhorou, ou o mundo que piorou?

Jeitinho Brasileiro

O Brasil é um país engraçado, tem de tudo; Desde o trabalhador que acorda todo dia de madrugada para a sua labuta, até o engravatado que vai ao escritório na tranqüilidade de seu possante com ar condicionado. É o pais do branco, do mulato, do índio, oriental. Aqui é o centro de tudo, tudo acontece na terra do futebol.

E nessa vasta terra, onde a magia acontece, existe uma força, creio eu, que há somente aqui por essas bandas. É a força de vontade que o brasileiro carrega dentro de si. É a força de vontade de querer continuar, de não desistir, de olhar para fora e ver que ainda há um caminho, ainda há uma luz no fim do túnel.

Somos considerados um país subdesenvolvido, de atraso, mas nem por isso nos escondemos em nossas casas esperando uma solução cair lá do céu. Brasileiro que é brasileiro vai á luta, tem garra, quer vencer. Sabe como é, o mundo pode estar caindo lá fora, mas por aqui, sempre vamos ter aquele nosso ‘’jeitinho brasileiro’’ de resolver as coisas. É esse nosso jeitinho que nos diferencia de qualquer outro povo, que nos faz pensar que as coisas não estão tão ruins assim, que ainda há uma brecha para continuar.

É com esse mesmo jeitinho que o povo das praias lindas, das mulheres esculturais, do samba, vai à busca da felicidade, de uma vida melhor, de um futuro bom para suas crianças. É essa alegria que carregamos conosco que nos faz ver o mundo muito mais azul. É a alegria da hora de ir à praia tomar aquela cervejinha com os amigos, alegria na hora de trabalhar e de falar de assunto sério, aquela alegria meio triste (se é que isso existe) até mesmo na hora em que o mengão perde (afinal, sempre temos os títulos antigos para nos vangloriar).

Brasileiro é assim. Sempre tentando melhorar, sempre com aquele tom de bossa nova, com aquele sorriso na cara, e com o balanço que só ele tem. Pode ser o baiano do sossego, o paulista da agitação, o gaúcho do chimarrão, o mineirinho do trem bom, ou tantos outros ainda. Brasileiro que é brasileiro não desiste, tem fé em dias melhores e acredita que há de ter um meio para tudo. E se não houver, ele usa aquele seu jeitinho brasileiro.

04/2008
kety

Kathlen Heloise Pfiffer

O segredo para renovar sua vida
Por Redação Viva!Mais postado em 13/05/2011 às 19h30Comentários (0)
Tempos atrás, era assim: as moças prendadas – ou seja, “preparadas” para o casamento – sabiam fazer tudo numa casa. Inclusive, costurar e bordar. Chegavam até a cuidar que as roupas do marido e dos filhos fossem confeccionadas em casa. Assim, ajudavam no orçamento familiar. E a economia ia além, já que costumavam aproveitar todos os panos que sobravam das costuras para fazer colchas de retalhos.

Esse reaproveitamento geralmente resultava numa mistura de cores e tecidos que, por mais bem combinados e atados que fossem, dificilmente resultavam em algo bonito. Mas vá lá, no fim das contas eles serviam, pois estavam dando uso para algo cujo destino inicial seria o lixo.

Seguindo essa raciocínio, eu pergunto: será que não estamos fazendo exatamente a mesma coisa com a nossa vida? Juntando restos e cacos para tecer a trama dos nossos relacionamentos? É que passamos por inúmeras situações que nos reduzem a fragmentos, que nos quebram. Um amor que se foi, uma relação que terminou em briga, uma decepção com um parente, um perdão não dado, um ressentimento cultivado…Tantas experiências nos reduzem a cacos que chegamos , inclusive, a pensar na impossibilidade de continuar.

Nessa hora, há quem tente juntar os cacos e remendar a vida. Colando um pedaço aqui, costurando outro ali e formando, assim, um mosaico de frustrações, dores, suspiros e amores tal como aquela colcha de retalhos da vovó. Então, o resultado é uma vida, mas uma vida feita com os restos de um passado mal resolvido e não integrado. Por isso não podemos deixar situações sem solução. Por isso não podemos guardar ressentimentos sem dar o perdão, não podemos rejeitar o que somos – pelo contrário: devemos, sim, nos amarmos pelo que somos e fazemos!

Não podemos viver da lembrança de amores que se foram nem mendigar atenção de quem não nos quer. Se vivermos assim, viveremos dos restos que a vida nos deixou. E, vamos ser honestos, não fomos feitos para os restos e sobras! Acredite, Deus nos criou para a plenitude e não para nos contentarmos com migalhas.

Se quiser ser feliz, comece a sua vida a partir do novo. Parta do zero. As lembranças servem para que não caiamos no mesmo erro e não para serem revividas como se nos aprisionassem no passado. Para tornar-se nova, busque os recomeços. Jesus já havia dito que não se remenda a vida. Afirmava Ele: não se coloca remendo novo em roupa velha, pois o estrago pode ser ainda maior. Assim, Ele mesmo nos ensinava a não remendar a nossa vida misturando coisas novas com as velhas.

O novo é o recomeço a partir das coisas certas e não remendos a partir dos erros passados. Perdoe, livre-se dos ressentimentos, evite viver do passado e busque, principalmente, agir a partir da realidade que só você é capaz de construir agora.

O ontem não existe mais. O amanhã ainda não chegou. Entretanto, o hoje está em suas mãos. Faça o melhor por si mesma agora e evocará o mesmo para sua família e seus amigos.

Padre Juarez de Castro

A vida é uma redação, o intertexto é crucial para o desenvolvimento.

Felipe Cordeiro

Tema
Dá-me um tema para que uma redação eu faça.
Por simples que seja, ou difícil se quiseres, mas dizei-me um ao menos para que inspiração eu tenha.
Falai amor – e quando poderei escrever pois tão grande é o significado da palavra quanto as frases que inspira.
Felicidade! Pede que eu faça algo sobre o tema e belas coisas ouvirás.
Mas se alegre não estás, questão não faço, que triste seja a escolha. Que recaia no infinito de uma lágrima de saudade, de dor... que poemas poderiam ser feitos dessa pequenina gota reluzente!
Mas enfim tanto pedi, e supliquei, e tu não me quiseste ouvir.
Sem inspiração fiquei, escrever não pude, minha pena quedou-se tristonha e muda e a cismar fiquei – o tema não encontrei.

RE 1969

Rosa Emília de Carvalho Avelaira

A vida nada mais é do que uma redação em dia de prova, a caneta
e sem rascunho. Você pode até estar nervoso, mas se errar será punido com algo indesejado

Alessandro P. de Lima

Se fosse para fazer uma redação sobre sentimentos, eu conseguiria. Se fosse para escrever sobre constantes mudanças que ocorrem nas pessoas dia-a-dia, eu saberia como definir cada detalhe que se torna único em uma pessoa. Mas escrever, sobre mim, é uma tarefa que consiste tempo. Não é fácil escrever, definir nós mesmos, em instantes ou em até mesmo anos. Existem pessoas que levam anos para se entender realmente e achar alguma graça em si mesmo. Por muito tempo escrevi sem saber que em algum lugar do mundo, poderia existir alguém que se encaixasse em cada palavra que eu dizia, alguém que poderia me entender, mais do que eu mesma. Meus olhos são caminhos que se tornam assombrados no instante e que machucam meu coração. Meus passos, são fontes das minhas escolhas. Nunca tive medo delas. Chorar, sempre foi um hábito. Amar, mais uma de muitas escolhas. Escrever, um vício. Escutar música, uma paixão única. Eu me considero meio antiga, não antiga de velhice. Antiga por gostar do que é do passado ou o que eu considero que seja do presente. Complicado entender uma mente que não tem definições concretas. Eu deveria ser uma completa apaixonada por princípes ou até sapos. Eu já fui, não me agrada mais ter que sonhar com um 'felizes para sempre' Eu acho que meus sentimentos exigem mais do que um pra sempre. Eu quero o eterno, quero algo que vá além das minhas espectativas. Seria uma boa forma dizer que eu quero o que eu compreendo que não exista (pelo menos por enquanto). Pelo simples motivo de existir sentimentos, deveria existir sentimentos realmentes verdadeiros. Eu comecei a percerber que vivo pelo amor, não sei porque, nem ligo se vou continuar a sofrer (algumas vezes). Mas eu vivo, e em certas ocasiões me orgulho disso. Porque só quem sofre, sabe o verdadeiro significado de tentar guardar seu coração para uma pessoa só. O amor exige paciência, tolerância em si. Exige amizade e acima de tudo confiança. Nã existe amor e confiança de um lado só. Eu acho que para uma novata, meus conhecimentos gerais sobre o amor estão melhor do que nunca. Talvez algum dia eu saiba definir tudo o que eu sempre senti, e talvez eu tenha a verdadeira certeza de que meus sentimentos fazem parte de uma mágia única, que só quem prova, entende. Mas enquanto esse dia não chega, meu diário vai ser cheio de incógnitas, respostas, e talvez amores platônicos. Não sou nenhum carro, não gosto que me controlem. Mas meus passos, e meus desejos vão depender só de um controle fatal, um amor que poderá chegar.. hoje ou amanhã.

Beijos Louise.

AmandPetrovic

Um beijo vale mais do que mil palavras. Posso escrever uma redação na sua boca?

Ricardo Wallas

O que um idiota escreve na redação do Enem

Publicidade infantil foi o tema escolhido para o Enem deste ano. Pois bem, considerando o fato que os jovens não são consentâneos intelectualmente, é provável que a abordagem de 90% tenha ficado submetida para com frases da têmpera: A criança não pode se apegar aos bens materiais/ A criança não pode ser vítima do sistema/ A criança não pode ser influenciada/ A criança deve ser imparcial.

Em vez de escrever esses tipos de imbecilidade gostaria de saber o porquê de não aprofundar sobre as leis, a influência da propaganda no aspecto comportamental, as diferenças das crianças de hoje para com as de uma década atrás, fora tantos outros fatores, sobretudo, os que comportam as estratégias de marketing das empresas. Por que a maioria não possui uma visão complexa, e, por corolário uma abordagem mais rica? Há uma certa palavra que define bem esse pensamento paupérrimo passado por muitos professores: esquerda. É como dizia o ímpar Nelson Rodrigues ao jovens: "Cresçam seus idiotas". É isso.

danielmuzitano

- Mamãe, preciso fazer uma redação para a escola sobre uma viagem. Qual foi a melhor viagem que você já fez? - perguntou a menina. A mãe fechou os olhos e as lembranças invadiram sua mente. A mulher sentou-se ao lado da filha no sofá.

- Eu recebi uma carta um dia, mas não era uma carta qualquer. Nem todos podem receber essa carta. E essa carta me dizia para pegar o trem na plataforma 9 3/4, e assim eu fiz. Eu pensei que seria só uma viagem qualquer, mas lá no fundo eu sabia que seria mais que isso, eu sabia que havia coisas grandes por trás dessa viagem, e eu estava certa. Nessa viagem, conheci meus três melhores amigos: Ronald Weasley, Hermione Granger e Harry Potter. Quando o trem parou, eu me encantei pelo que vi. Era um lugar mágico, era único, havia um enorme castelo, bruxos com suas varinhas, e havia magia por todo lado. A partir do momento em que vi aquele castelo, eu sabia que minha vida jamais seria a mesma, e eu estava certa. Sabe que castelo era aquele? Era A Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Acredita que havia uma professora que virava um gato? Havia um chapéu, e esse chapéu falava. Quando colocado na sua cabeça, ele dizia a qual casa você iria pertencer. Eu conheci pessoas maravilhosas, aprendi coisas que jamais irei esquecer, aquela foi a melhor viagem da minha vida, e eu já fui pra lá várias vezes, e sempre que sentir saudades posso voltar pra lá.
- Parece incrível, mamãe. Você pode me contar mais? - perguntou a menina.
- Infelizmente não, você tem que descobrir sozinha. - responder a mãe.
- Mas como? Eu posso fazer essa viagem também?
- É claro que pode. - a mãe se levantou, pegando 7 livros empoeirados na estante e os mostrou para a menina. - Está aqui.
- São apenas livros!
- Não, minha filha, não são. Dentro desses livros está a minha vida, a melhor viagem que eu já fiz. Se quiser conhecer mais, pegue-os e vá para Hogwarts, vá para o melhor lugar que já existiu. Você vai aprender muitas coisas, vai amar muitas pessoas, vai rir, vai chorar, e acredite: sua vida nunca mais será a mesma.

Tumblr Imthemotherfuckingprincess

Redação do Trabalhador no ENEM

“A educação é fundamental, é a chave para que o Brasil se torne de fato um país desenvolvido” (ROUSSEFF, Dilma. 2010). Ideia atraente em palavras e, disto, decorre a falsificação da realidade, bem como o seu mau-uso nesta mesma realidade.
Falando em realidade, nos atentemos a ela. Sábado e domingo, fiscalizando o Enem, deparei-me com o seguinte paradoxo: o trabalhador quer mudar de vida através da educação (nada mais bonito de se constatar). Entretanto, como mudará de vida através dela – da educação - se no dia anterior trabalhou o dia ou a noite inteira e, naqueles dois dias, estava diante de uma prova de 90 questões por dia (além da redação no domingo)?
Com a licença de uma amiga a qual comentei isto, reproduzirei parte de nossas trocas de ideias. Ao comentar o caso, ela me disse que “a pessoa tem que estar focada, mas não tem como desistir. A superação é maior do que a realidade permite, a pessoa tem que se superar pra depois não se arrepender”. Pois bem, “focada”, o “foco do indivíduo”, “a força de vontade”. Isto é o que o Capitalismo auxiliado pelo pensamento Liberal faz alguns pensarem, pensar que só depende da pessoa e, desta maneira, se consegue, heroísmo e dotado de grande força de vontade, se não consegue, preguiçoso e sem falta de vontade própria, não se superou, fracassado. A amiga também disse da negociação entre trabalhador e patrão. Como haver negociação favorável ao trabalhador se o mesmo se encontra em desigualdade. Como esperar conciliação se há interesses divergentes? O governo não deve esperar negociação, ou melhor, não deve esperar “a falsificação de uma falsa negociação”, uma falsa conciliação. Meu pai é empresário, e pelo que lhe conheço, sei que liberaria – até orgulhosamente – seu funcionário caso ele pedisse folga no dia anterior à prova para “preparar-se melhor”. Porém, e se um dia lhe ocorrer de não “conciliar” o seu interesse com o de seu trabalhador? E se o seu trabalhador não tiver audácia – sim, pois para alguns empresários, tal pedido seria encarado assim – de pedir-lhe a liberação? Não há conciliação de interesses entre patrões e empregados. Não há conciliação entre capital e trabalho. Não se deve esperar a boa vontade do empresário. Desta boa vontade, o “inferno” está cheio. O governo, que se propõe ao lado do trabalhador, deve, de fato, defender seus interesses.
Fracassados? Voltando a realidade daqueles dois dias, percebi que as duas senhoras que declararam ser trabalhadoras – uma, inclusive, trabalhando à noite inteira numa cozinha porque não atendida pelo patrão quando pediu uma “folga” – não estavam em mínimas condições físicas e psicológicas de fazer a prova. Sentadas na cadeira, lutavam pra manter os olhos abertos e fixos nas questões. No insucesso, uma delas entregou-se aos cochilos por várias vezes e a outra suspirava fundo, andava um pouco no corredor, ia ao banheiro, lavava o rosto – inclusive, me perguntando se, em algum lugar, conseguiria café, o que respondi em poucas (e dolorosas) palavras, como me foi incumbido, que não tinha conhecimento uma vez que era a primeira vez trabalhando ali.
O que constatei observando as duas senhoras é que não, estas duas senhoras e mais milhares de outros trabalhadores não são fracassados, já são vencedores somente ao se proporem mudar socialmente pela educação, não podendo ser culpabilizados pelas condições que não lhes eram favoráveis, como foram a mim quando fiz a prova, descansado, sem ter trabalhado no dia anterior ou em quaisquer outros dias, ou seja, minhas condições - e a de vários “concorrentes” das duas senhoras naquele dia - era de preparo físico e psicológico, além de, é claro, teórico. (Estou aqui falando somente da preparação física – e, até certo ponto, psicológica - do trabalhador que é o imediato do exame. A preparação em outro sentido, qual seja nos conteúdos, é algo mais complexo pra caber neste pequeno texto, mas igualmente importante.)
Além disso, constatei também que não se pode restringir algo que se propõe – e deve ser de fato – universal: o acesso à educação. Não falo da igualmente ridícula “concorrência em igualdade de condições”. No acesso à educação que se pretende universal, não há concorrência, caso contrário e obviamente, não é universal. Falo, pelo menos neste pequeno texto e mais imediatamente, de um caso dentre as diversas condições desfavoráveis ao trabalhador no acesso à educação, condições estas, falsificadas por frases de efeito, ideais e raras histórias de “superação pessoal”.
Mais uma vez, voltando à realidade, a trabalhadora que tentou ficar acordada o tempo todo, por fim e vencida pelo cansaço, desiste de terminar a prova, desiste no meio de sua redação. Frustrada e cabisbaixa, desenha, cochila, desenha, cochila, desenha, coch... E o governo, que se diz preocupado tanto com a educação - encarando-a como indispensável pr’uma mudança social - quanto com os trabalhadores – haja vista que o Partido dos TRABALHADORES está à sua frente – nada faz nesta lamentável situação. Contraditório, não?

Lucian Rodrigues Cardoso