Redação que Falam quem eu sou

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Mediocres falam de pessoas, sonhadores falam de ideias e os guerreiros as colocam em prática.

Tiago Rolim

Que se foda, o que eles falam de mim pelas costas. Eu só quero saber se eles tem coragem de falar na minha cara!!!!

Mex Brown

Quando as pessoas falam, ouça com atenção. A maioria das pessoas nunca ouve

Desconhecido

Sei que algumas pessoas falam mal de mim.
Outras falam bem.
Não vim ao mundo pra agradar ninguém,e também reconheço que não sou perfeita.
Tenho muitos defeitos,mais as pessoas que me cercam superam meus defeitos, e essa qualidade é a que eu mais admiro neles.

Gabriela Castro

"Nunca lhe confessei o meu amor" de viva voz. Mas se os olhos falam, o mais simplorio dos imbecis poderia verificar que eu estava completamente louco de amor

O Morro dos Ventos Uivantes

Emily Brontë

Nunca lhe confessei o meu amor com palavras,mas se os olhos falam,o último dos tolos poderia verificar que eu estava totalmente apaixonado.

Emily Brontë

Você se torna mais vulnerável justamente quando todos falam da sua grandiosidade

Walt Disney

Sentimos prazer na compreensão imediata da forma; todas as formas falam; nenhuma nos é indiferente, nenhuma nos é inútil. No entanto, até mesmo a vida mais intensa da realidade que é o sonho, nos deixa a impressão confusa de não ser mais do que uma aparência.

Nietzsche

Tema da redação: o Brasil melhorou, ou o mundo que piorou?

Jeitinho Brasileiro

O Brasil é um país engraçado, tem de tudo; Desde o trabalhador que acorda todo dia de madrugada para a sua labuta, até o engravatado que vai ao escritório na tranqüilidade de seu possante com ar condicionado. É o pais do branco, do mulato, do índio, oriental. Aqui é o centro de tudo, tudo acontece na terra do futebol.

E nessa vasta terra, onde a magia acontece, existe uma força, creio eu, que há somente aqui por essas bandas. É a força de vontade que o brasileiro carrega dentro de si. É a força de vontade de querer continuar, de não desistir, de olhar para fora e ver que ainda há um caminho, ainda há uma luz no fim do túnel.

Somos considerados um país subdesenvolvido, de atraso, mas nem por isso nos escondemos em nossas casas esperando uma solução cair lá do céu. Brasileiro que é brasileiro vai á luta, tem garra, quer vencer. Sabe como é, o mundo pode estar caindo lá fora, mas por aqui, sempre vamos ter aquele nosso ‘’jeitinho brasileiro’’ de resolver as coisas. É esse nosso jeitinho que nos diferencia de qualquer outro povo, que nos faz pensar que as coisas não estão tão ruins assim, que ainda há uma brecha para continuar.

É com esse mesmo jeitinho que o povo das praias lindas, das mulheres esculturais, do samba, vai à busca da felicidade, de uma vida melhor, de um futuro bom para suas crianças. É essa alegria que carregamos conosco que nos faz ver o mundo muito mais azul. É a alegria da hora de ir à praia tomar aquela cervejinha com os amigos, alegria na hora de trabalhar e de falar de assunto sério, aquela alegria meio triste (se é que isso existe) até mesmo na hora em que o mengão perde (afinal, sempre temos os títulos antigos para nos vangloriar).

Brasileiro é assim. Sempre tentando melhorar, sempre com aquele tom de bossa nova, com aquele sorriso na cara, e com o balanço que só ele tem. Pode ser o baiano do sossego, o paulista da agitação, o gaúcho do chimarrão, o mineirinho do trem bom, ou tantos outros ainda. Brasileiro que é brasileiro não desiste, tem fé em dias melhores e acredita que há de ter um meio para tudo. E se não houver, ele usa aquele seu jeitinho brasileiro.

04/2008
kety

Kathlen Heloise Pfiffer

O segredo para renovar sua vida
Por Redação Viva!Mais postado em 13/05/2011 às 19h30Comentários (0)
Tempos atrás, era assim: as moças prendadas – ou seja, “preparadas” para o casamento – sabiam fazer tudo numa casa. Inclusive, costurar e bordar. Chegavam até a cuidar que as roupas do marido e dos filhos fossem confeccionadas em casa. Assim, ajudavam no orçamento familiar. E a economia ia além, já que costumavam aproveitar todos os panos que sobravam das costuras para fazer colchas de retalhos.

Esse reaproveitamento geralmente resultava numa mistura de cores e tecidos que, por mais bem combinados e atados que fossem, dificilmente resultavam em algo bonito. Mas vá lá, no fim das contas eles serviam, pois estavam dando uso para algo cujo destino inicial seria o lixo.

Seguindo essa raciocínio, eu pergunto: será que não estamos fazendo exatamente a mesma coisa com a nossa vida? Juntando restos e cacos para tecer a trama dos nossos relacionamentos? É que passamos por inúmeras situações que nos reduzem a fragmentos, que nos quebram. Um amor que se foi, uma relação que terminou em briga, uma decepção com um parente, um perdão não dado, um ressentimento cultivado…Tantas experiências nos reduzem a cacos que chegamos , inclusive, a pensar na impossibilidade de continuar.

Nessa hora, há quem tente juntar os cacos e remendar a vida. Colando um pedaço aqui, costurando outro ali e formando, assim, um mosaico de frustrações, dores, suspiros e amores tal como aquela colcha de retalhos da vovó. Então, o resultado é uma vida, mas uma vida feita com os restos de um passado mal resolvido e não integrado. Por isso não podemos deixar situações sem solução. Por isso não podemos guardar ressentimentos sem dar o perdão, não podemos rejeitar o que somos – pelo contrário: devemos, sim, nos amarmos pelo que somos e fazemos!

Não podemos viver da lembrança de amores que se foram nem mendigar atenção de quem não nos quer. Se vivermos assim, viveremos dos restos que a vida nos deixou. E, vamos ser honestos, não fomos feitos para os restos e sobras! Acredite, Deus nos criou para a plenitude e não para nos contentarmos com migalhas.

Se quiser ser feliz, comece a sua vida a partir do novo. Parta do zero. As lembranças servem para que não caiamos no mesmo erro e não para serem revividas como se nos aprisionassem no passado. Para tornar-se nova, busque os recomeços. Jesus já havia dito que não se remenda a vida. Afirmava Ele: não se coloca remendo novo em roupa velha, pois o estrago pode ser ainda maior. Assim, Ele mesmo nos ensinava a não remendar a nossa vida misturando coisas novas com as velhas.

O novo é o recomeço a partir das coisas certas e não remendos a partir dos erros passados. Perdoe, livre-se dos ressentimentos, evite viver do passado e busque, principalmente, agir a partir da realidade que só você é capaz de construir agora.

O ontem não existe mais. O amanhã ainda não chegou. Entretanto, o hoje está em suas mãos. Faça o melhor por si mesma agora e evocará o mesmo para sua família e seus amigos.

Padre Juarez de Castro

Um beijo vale mais do que mil palavras. Posso escrever uma redação na sua boca?

Ricardo Wallas

Você tem me transformado no rascunho da sua redação. Tem me corrigido, me apagado e feito o que quer de mim. Você tem mudado minhas palavras, meu padrão e minhas atitudes. Vem me amassando quando não estou boa, me rasgado para fazer outra e ainda quer que eu fique uma história linda e implacável. Mas, quanto isso custou? quanto tem custado pra mim? Isso você não sabe. Você nunca sabe. Não sabe nada.

Bianca Gregorio

A vida é uma redação, o intertexto é crucial para o desenvolvimento.

Felipe Cordeiro

Se fosse para fazer uma redação sobre sentimentos, eu conseguiria. Se fosse para escrever sobre constantes mudanças que ocorrem nas pessoas dia-a-dia, eu saberia como definir cada detalhe que se torna único em uma pessoa. Mas escrever, sobre mim, é uma tarefa que consiste tempo. Não é fácil escrever, definir nós mesmos, em instantes ou em até mesmo anos. Existem pessoas que levam anos para se entender realmente e achar alguma graça em si mesmo. Por muito tempo escrevi sem saber que em algum lugar do mundo, poderia existir alguém que se encaixasse em cada palavra que eu dizia, alguém que poderia me entender, mais do que eu mesma. Meus olhos são caminhos que se tornam assombrados no instante e que machucam meu coração. Meus passos, são fontes das minhas escolhas. Nunca tive medo delas. Chorar, sempre foi um hábito. Amar, mais uma de muitas escolhas. Escrever, um vício. Escutar música, uma paixão única. Eu me considero meio antiga, não antiga de velhice. Antiga por gostar do que é do passado ou o que eu considero que seja do presente. Complicado entender uma mente que não tem definições concretas. Eu deveria ser uma completa apaixonada por princípes ou até sapos. Eu já fui, não me agrada mais ter que sonhar com um 'felizes para sempre' Eu acho que meus sentimentos exigem mais do que um pra sempre. Eu quero o eterno, quero algo que vá além das minhas espectativas. Seria uma boa forma dizer que eu quero o que eu compreendo que não exista (pelo menos por enquanto). Pelo simples motivo de existir sentimentos, deveria existir sentimentos realmentes verdadeiros. Eu comecei a percerber que vivo pelo amor, não sei porque, nem ligo se vou continuar a sofrer (algumas vezes). Mas eu vivo, e em certas ocasiões me orgulho disso. Porque só quem sofre, sabe o verdadeiro significado de tentar guardar seu coração para uma pessoa só. O amor exige paciência, tolerância em si. Exige amizade e acima de tudo confiança. Nã existe amor e confiança de um lado só. Eu acho que para uma novata, meus conhecimentos gerais sobre o amor estão melhor do que nunca. Talvez algum dia eu saiba definir tudo o que eu sempre senti, e talvez eu tenha a verdadeira certeza de que meus sentimentos fazem parte de uma mágia única, que só quem prova, entende. Mas enquanto esse dia não chega, meu diário vai ser cheio de incógnitas, respostas, e talvez amores platônicos. Não sou nenhum carro, não gosto que me controlem. Mas meus passos, e meus desejos vão depender só de um controle fatal, um amor que poderá chegar.. hoje ou amanhã.

Beijos Louise.

AmandPetrovic

“Se a redação do ENEM tivesse sido um tema livre, certamente eu escreveria sobre você. Gostaria que o professor que corrigisse minha redação nos lesse e dissesse aonde foi que erramos, o que precisamos corrigir pra fazer esse amor dar certo.”
— Talvez o nosso amor precise de ajuda, apenas isso. Bruna

Bruna L.

ÚNICO  JEITO  DE  FAZER  REDAÇÃO  É  ASSIM.

Yasmin Huçulak

Tema
Dá-me um tema para que uma redação eu faça.
Por simples que seja, ou difícil se quiseres, mas dizei-me um ao menos para que inspiração eu tenha.
Falai amor – e quando poderei escrever pois tão grande é o significado da palavra quanto as frases que inspira.
Felicidade! Pede que eu faça algo sobre o tema e belas coisas ouvirás.
Mas se alegre não estás, questão não faço, que triste seja a escolha. Que recaia no infinito de uma lágrima de saudade, de dor... que poemas poderiam ser feitos dessa pequenina gota reluzente!
Mas enfim tanto pedi, e supliquei, e tu não me quiseste ouvir.
Sem inspiração fiquei, escrever não pude, minha pena quedou-se tristonha e muda e a cismar fiquei – o tema não encontrei.

RE 1969

Rosa Emília de Carvalho Avelaira

Redação do Trabalhador no ENEM

“A educação é fundamental, é a chave para que o Brasil se torne de fato um país desenvolvido” (ROUSSEFF, Dilma. 2010). Ideia atraente em palavras e, disto, decorre a falsificação da realidade, bem como o seu mau-uso nesta mesma realidade.
Falando em realidade, nos atentemos a ela. Sábado e domingo, fiscalizando o Enem, deparei-me com o seguinte paradoxo: o trabalhador quer mudar de vida através da educação (nada mais bonito de se constatar). Entretanto, como mudará de vida através dela – da educação - se no dia anterior trabalhou o dia ou a noite inteira e, naqueles dois dias, estava diante de uma prova de 90 questões por dia (além da redação no domingo)?
Com a licença de uma amiga a qual comentei isto, reproduzirei parte de nossas trocas de ideias. Ao comentar o caso, ela me disse que “a pessoa tem que estar focada, mas não tem como desistir. A superação é maior do que a realidade permite, a pessoa tem que se superar pra depois não se arrepender”. Pois bem, “focada”, o “foco do indivíduo”, “a força de vontade”. Isto é o que o Capitalismo auxiliado pelo pensamento Liberal faz alguns pensarem, pensar que só depende da pessoa e, desta maneira, se consegue, heroísmo e dotado de grande força de vontade, se não consegue, preguiçoso e sem falta de vontade própria, não se superou, fracassado. A amiga também disse da negociação entre trabalhador e patrão. Como haver negociação favorável ao trabalhador se o mesmo se encontra em desigualdade. Como esperar conciliação se há interesses divergentes? O governo não deve esperar negociação, ou melhor, não deve esperar “a falsificação de uma falsa negociação”, uma falsa conciliação. Meu pai é empresário, e pelo que lhe conheço, sei que liberaria – até orgulhosamente – seu funcionário caso ele pedisse folga no dia anterior à prova para “preparar-se melhor”. Porém, e se um dia lhe ocorrer de não “conciliar” o seu interesse com o de seu trabalhador? E se o seu trabalhador não tiver audácia – sim, pois para alguns empresários, tal pedido seria encarado assim – de pedir-lhe a liberação? Não há conciliação de interesses entre patrões e empregados. Não há conciliação entre capital e trabalho. Não se deve esperar a boa vontade do empresário. Desta boa vontade, o “inferno” está cheio. O governo, que se propõe ao lado do trabalhador, deve, de fato, defender seus interesses.
Fracassados? Voltando a realidade daqueles dois dias, percebi que as duas senhoras que declararam ser trabalhadoras – uma, inclusive, trabalhando à noite inteira numa cozinha porque não atendida pelo patrão quando pediu uma “folga” – não estavam em mínimas condições físicas e psicológicas de fazer a prova. Sentadas na cadeira, lutavam pra manter os olhos abertos e fixos nas questões. No insucesso, uma delas entregou-se aos cochilos por várias vezes e a outra suspirava fundo, andava um pouco no corredor, ia ao banheiro, lavava o rosto – inclusive, me perguntando se, em algum lugar, conseguiria café, o que respondi em poucas (e dolorosas) palavras, como me foi incumbido, que não tinha conhecimento uma vez que era a primeira vez trabalhando ali.
O que constatei observando as duas senhoras é que não, estas duas senhoras e mais milhares de outros trabalhadores não são fracassados, já são vencedores somente ao se proporem mudar socialmente pela educação, não podendo ser culpabilizados pelas condições que não lhes eram favoráveis, como foram a mim quando fiz a prova, descansado, sem ter trabalhado no dia anterior ou em quaisquer outros dias, ou seja, minhas condições - e a de vários “concorrentes” das duas senhoras naquele dia - era de preparo físico e psicológico, além de, é claro, teórico. (Estou aqui falando somente da preparação física – e, até certo ponto, psicológica - do trabalhador que é o imediato do exame. A preparação em outro sentido, qual seja nos conteúdos, é algo mais complexo pra caber neste pequeno texto, mas igualmente importante.)
Além disso, constatei também que não se pode restringir algo que se propõe – e deve ser de fato – universal: o acesso à educação. Não falo da igualmente ridícula “concorrência em igualdade de condições”. No acesso à educação que se pretende universal, não há concorrência, caso contrário e obviamente, não é universal. Falo, pelo menos neste pequeno texto e mais imediatamente, de um caso dentre as diversas condições desfavoráveis ao trabalhador no acesso à educação, condições estas, falsificadas por frases de efeito, ideais e raras histórias de “superação pessoal”.
Mais uma vez, voltando à realidade, a trabalhadora que tentou ficar acordada o tempo todo, por fim e vencida pelo cansaço, desiste de terminar a prova, desiste no meio de sua redação. Frustrada e cabisbaixa, desenha, cochila, desenha, cochila, desenha, coch... E o governo, que se diz preocupado tanto com a educação - encarando-a como indispensável pr’uma mudança social - quanto com os trabalhadores – haja vista que o Partido dos TRABALHADORES está à sua frente – nada faz nesta lamentável situação. Contraditório, não?

Lucian Rodrigues Cardoso

Das conversas mantidas na redação... Não se trata de um resumo do que ali foi cogitado. Tomei parte em várias dessas conversas. Em alguns casos, concordei; em outros, discordei; por maioria de vezes, apenas ouvi. Depois, com calma, reflito, anoto no papel. De diferentes pessoas a conversas, cada um contribui com o que pode e cada qual aprende o que julga interessante. Há, obviamente, paralelismo de opiniões, discordâncias e, também, como disse, os que apenas ouvem para avaliar, depois, o que de útil extraíram ou fixaram. Em que pesem as diferenças econômicas, culturais ou estéticas, o que se pode afirmar é que, numa redação, todos se nivelam. Assim, seja visitando a redação ou indo trabalhar, governadores, desembargadores, médicos, bancários, jornalistas, escritores, independente da pauta que irá receber, você poderá cambiar amizades, trocar informações e avaliações, de modo que, em verdade, todos saem lucrando; uns, pelo prazer de ensinar ou atualizar seus brilhantes métodos jornalísticos, outros pelo gosto de aprender em escola gratuita e aberta. Estou sempre neste último grupo. Os mais velhos vão compreendendo novos hábitos, dando em troca a experiência de vida e de profissão que, certamente, sem ela nenhum jovem sairia do lugar. Conclui-se, pois, que não basta ler bons livros ou ouvir notáveis conferências, o importante, também, é conversar. Trocar ideias, transmitir, assimilar e, mais importante ainda, passar para o papel e mostrar as outras pessoas seus conceitos, suas colocações e críticas, , ou seja, o jeito que cada um tem de interpretar a época em que vivemos. Isto sem timidez ou modéstia exagerada. Mas, também, sem postura de doutrinar. Ninguém mais tem paciência com isso ou gente assim. É, de se lembrar, sobretudo, que não há sábio que não tenha algo a aprender e que. em contrapartida, ninguém é tão ignorante que não tenha qualquer coisa interessante para mostrar, contar e transmitir. A assimilação e a reflexão sobre as experiências da vida, por vezes, independem do grau de cultura de que as pratica. Como conversamos sobre política, fisiologismo, segurança, música, religião, artes, situações cômicas, anedotas, dieta, saúde, doenças, vida conjugal, traição, felicidade, enfim, como trocamos ideias sobre o cotidiano, segundo a interpretação que cada um dá ou expõe, qualquer coisa que se passa para o papel sobre esses assuntos tem validade no que tange ao objetivo visado pelo jornal. Sobre mim, sou aluno assíduo e, embora sem muita aplicação e nenhum prestígio, tento mostrar aos mestres de verdade que ali dão aula, que, pelo menos, sou atento. Como os jornalistas de de alma, Vivo sob efeito latente da perda. Qualquer matéria publicada é um morto vivendo em minha saudade. Ah, se eu fosse um cronista ou um poeta, e não um jornalista. Aí sim... as mais belas páginas de louvação ao que vai de encontro com tudo o que falo. Pretensiosamente, ombreei-me a eles no que tange a inspiração. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o nosso, para gente. Afinal, nenhum amor pode ser maior do que o meu, que está vencendo a morte. Daí, a cada dia, a tentativa de mostrar, em dizer poético, o que ainda sinto pela profissão. Mas, o que vale, ao fim de tudo, é aceitar a correção dos que sabem mais ou deles colher a concordância sempre benéfica, agradável e animadora.

Alessandro Lo-Bianco

Fazer uma redação escrita à mão já não é tão eficiente.
O digito chega mais perto do ritmo da mente!
Toda ideia que se passa é analisada precisamente, aproveitada se condizente, senão, descartada num “control Z” eficiente.
A ideia que não se aproveita no texto, na mente é um começo, para desenrolar todo um raciocínio inteligente.
Leia uma, duas, três vezes, e “clika” no lugar exato, dando rápido aparato num pensamento bem documentado pelo infinito disposto em nosso mundo globalizado.

Douglas Azevedo