Quebrar a Cara

Cerca de 252 frases e pensamentos: Quebrar a Cara

É maldade da minha parte desejar que algumas pessoas quebrem a cara logo para ver que elas não são melhores que ninguém?

Caroline Aleixo (Aleishow)

E quantas vezes vai ser preciso quebrar minha cara, gritar e me arrepender para não cometer o mesmo erro ?

Mascagni

Dizem que estamos destinados a nascer, crescer, se apaixonar, viver e quebrar a cara até aprender que amor não se cobra, não se exige. É um ciclo quase eterno, por mais que a gente sofre e quebre a cara nunca aprendemos realmente. Sempre temos uma esperança que um dia vai mudar, que um dia vai dar certo. E é verdade, um dia vai dar certo. Um dia quando você já estiver cansado, quando você achar que não há mais esperanças, bum! Vai e aparecer alguém e cruzar seu caminho, alguém de verdade, alguém para marcar, para ser feliz, para chorar, para consolar, para mostrar as coisas da vida por mais difíceis e complicadas que possam ser, de alguma forma valem a pena quando se tem alguém do lado para dividir e compartilhar. Parece bobagem, parece clichê e parece que não vai acontecer, mais vai. Mas é preciso ter paciência. É preciso saber que sua hora ainda vai chegar, e que não vai ser nem cedo e nem tarde demais, vai ser no momento exato em que você estiver precisando, em que você estiver quase desacreditando, em que estiver finalmente pronto para receber um amor de verdade.

Bárbara Flores

voce tinha tudo,agora não tem nada.E por uma besteira voce quebrou a cara.

suellem marques

Saber viver não é ter vivência, pois ter vivência significa apenas que você quebrou a cara mais vezes. Logo, saber viver é aprender com os erros dos outros a fim de não errar também.

Evandro Monezzi Benevides

Pare de ser teimoso (a), se continuar assim irás sempre quebrar a cara. Procure ouvir o que as pessoas tem a dizer.

Humberto Queiroz

As pessoas não sabem esperar o tempo de Deus e quebram a cara. Depois ficam falando mal do amor, falando que o amor é uma burrada que só serve para ferir e machucar. Burrada? Burrada é não esperar em Deus.

MGT

Depois de muito quebrar a cara você aprende: que o mesmo braço que antes te protegia, agora subjuga; que os mesmos lábios que antes te beijavam e diziam palavras amorosas, agora amaldiçoam; que a mesma mão que antes te acariciava, agora fere. Cuidado com as diversas faces de cada um.

Nelson Barh

E quando você quebra a cara com alguém, e aí você tem que respirar fundo e os seus próximos passos serão cuidadosos.
Então você começa a pensar em viver um dia após o outro, devagar, sobrevivendo a choros, a vontades de ir atrás quase que implorando para que lhe ame, porque afinal, você merece ser amada.
E você já não pensa mais em si, não se cuida mais, até o dia que você cai em si, e percebe que ele não merece nenhuma lágrima a mais sua. Chega!

Lua Beatriz

Tem coisas nessa vida que você é alertado. Mas infelizmente a gente precisa ir lá e quebrar a cara porque é meio difícil de acreditar quando vem de onde menos se espera.

Dr. Cowboy

O meu problema é confiar demais, acreditar que vai durar, e no final quebra a cara.

Gabriel Sparks

Não podemos viver com medo de amar e quebrar a cara. Isso acontece com todo mundo.

Klash

Olha recalcada vê se eu tenho cara de palhaça?
olha no espelho!!
lembrei se você olha ele quebra!!! :*

MirellyPortilla

Ainda que não dê certo, erre novamente, tente, busque, quebre a cara, chore, sorria, se esforce, espere, carta, desaprenda, aprenda, vá atrás, sonhe, se recomponha, levante, lute, planeje... VIVA!
E ao final, descubra que o importante mesmo é fazer cada segundo valer a pena.
Afinal, essa é a sua vida, e esses são seus sonhos e suas chances de realiza-los.

Alexsandra Zulpo

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Daniel Bovolento Entre todas as coisas

A gente faz o que quer, acha que ta certo por estar fazendo quando quer e no final quebra a cara. Cheguei a uma conclusão! A consequência é o hábito menos prazeroso.

Jaqueline Romero

Você vai quebrar a cara. E amar de novo.

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”

Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Daniel Bovolento Entre todas as coisas

É hora de mudar, jogar os livros fora
e começar de novo
Quebrar todas as regras, caia de cara
Não tenha vergonha
Você não pode perder mais tempo, porque você tem
ido muito longe por muito tempo
Segura nos braços dele, a salva sem danos
Siga seu coração, não tenha medo

RHN