Quebrar a Cara

Cerca de 244 frases e pensamentos: Quebrar a Cara

Depois de muito tempo quebrando a cara,depois de tantas frases e esperanças descubro que você nunca foi e nem vai ser o homem da minha vida.

Nathy Raposo

A vida não se resume em viver, mais sim em se iludir e quebrar a cara.

para que você possa voltar e ensinar o seu proximo.

Josileudo Cosmo

Passei a desconfiar de tudo, quando sem querer quebrei a cara

Eduardo Silvestre

Tenho medo de me entregar e quebrar a cara mais uma vez,mas eu não to nem ai ,eu sei que não foi a primeira vez e nada disso importa pois eu quero ficar com você !

Junuior Rocha

Talvez eu não conheça o amor direito pois eu até agora só quebrei a cara.

Junuior Rocha

Fugi de regras, quebrei paradigmas, em algumas situacoes quebrei a cara tambem, mas se tivesse a oportunidade de viver essa mesma vida, cometeria ate os mesmos erros caso contrario nao seria eu mesma.

Marnice Loppes

Têm pessoas que são assim, ou é oito ou oitenta... eu já fui assim também, quebrei muito a cara e aprendi. Hoje minha prioridade é o equilíbrio!

Viviane S. Jorge

Eu sabia que não daria certo, que quebraria a cara, que doeria horrores... Mas o problema não era tudo aquilo que eu sabia, o problema mesmo era tudo o que eu sentia. E quando coloquei na balança, o medo perdeu. Então, fui ali pagar pra ver!

Elaine Elesbão

Quem quer viver tem que se aventurar, quebrar a cara, mas principalmente confiar em quem está do seu lado. É certo que você pode cair, mas pra quem não tem medo,isso pode ser uma aventura incrível.

Caio Herman

O meu problema é confiar demais, acreditar que vai durar, e no final quebra a cara.

Gabriel Sparks

Eu ainda sou uma sonhadora, mesmo com a cara quebrada.

Zaira Marliza

Olha recalcada vê se eu tenho cara de palhaça?
olha no espelho!!
lembrei se você olha ele quebra!!! :*

MirellyPortilla

A gente faz o que quer, acha que ta certo por estar fazendo quando quer e no final quebra a cara. Cheguei a uma conclusão! A consequência é o hábito menos prazeroso.

Jaqueline Romero

É hora de mudar, jogar os livros fora
e começar de novo
Quebrar todas as regras, caia de cara
Não tenha vergonha
Você não pode perder mais tempo, porque você tem
ido muito longe por muito tempo
Segura nos braços dele, a salva sem danos
Siga seu coração, não tenha medo

RHN

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Daniel Bovolento Entre todas as coisas

Você vai quebrar a cara. E amar de novo.

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”

Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Daniel Bovolento Entre todas as coisas

Tentar, significa quebrar a cara, por isso foco é essencial.

Augusto S Biffi

Eu quero uma chance no amor mesmo que quebre a cara milhões de vezes. Eu quero um amor mesmo que sejas distantes mas que me ame na distância na presença.

Wallace Lima da Silva

Mais um ano como os outros. Perdi pessoas, me magoei, quebrei a cara, mas também sorri, me diverti, aproveitei. Um ano com perdas e ganhos, o tédio e a correria, o amor e o ódio, todos juntos, misturados, embaraçados na minha vida. Sempre a mesma coisa de sempre, passei o ano inteiro me arrependendo e me decepcionando e quando chegava no final de mais um ano, implorava por um ano melhor, mas nada vai mudar se eu não mudar, não crescer, não evoluir. Se eu quero coisas novas e diferentes? Com certeza, por isso tenho que ter atitude, preciso fazer valer a pena esse novo ano que se inicia.

Jessica Marquez