Poemas sobre Cultura Afro Brasileira

Cerca de 10 poemas sobre Cultura Afro Brasileira

A pior prisão e a:
-do preconceito, da inveja, da cobiça, da hipocresia, do egoismo, da mentira, enfim a pior prisão é a mente...

Afro-x

O Brasil tem sim uma dívida histórica com os afro-descendentes e, se as políticas públicas não tentarem "abater" essa dívida, é porque enquanto nação continuaremos mesquinhos.

Amariliatc - Belo Horizonte - MG.

Biografia do Bloco Afro Alafin...

Olá gente boa! Então, somos do bloco afro Alafin do bairro do Alto do Cruzeiro, Cosme de Farias, Salvador Bahia Brasil! Bloco ALAFIN que foi fundado em 21- 03- 1983 esse é o meu o seu o nosso ALAFIM DA BAHIA, quem ja curtiu nosso carnaval sabe do Swing da força dos tambores e a sutileza das nossas melodias é bom de, mas. Aguardamos vocês no carnaval!! Brevemente vai começar nossos ensaios...

http://palcomp3.com/blocoafroalafim/

Nosso endereço para Contactos...
Rua 12 de Setembro, nº 39, Alto do Cruzeiro, Cosme de Farias,
Salvador, Bahia,Brasil

Telefone: (71) 3382-4732 /8154-6464

LOCAL DE ENSAIOS - Largo do Alto do Cruzeiro

AÇÕES SOCIAIS - Aulas de dança e de percussão para crianças e adolescentes.

CURIOSIDADES - Os abadás são doados para a comunidade e são muito concorridos.
HISTÓRICO - Um grupo de amigos da comunidade de Cosme de Farias decidiu formar um bloco para desfilar no Carnaval. No início, os instrumentos eram emprestados de outros blocos. Com o passar do tempo, as pessoas da comunidade começaram a fazer doações para que o bloco comprasse e pudesse ensaiar com instrumentos próprios.

O BLOCO AFRO ALAFIN TEM NA SUA MUSICALIDADE E INDUMENTARIA AFRICANA SEUS PONTOS FORTES NO CARNAVAL.. UMA ALA DE CANTO ESPETACULAR.... O TOQUE DOS SEUS TAMBORES ENCANTAM A TODOS E O TRABALHO DE VALORIZAÇÃO DO POVO NEGRO E CONSCIENTIZAÇÃO DE TODA COMUNIDADE A RESPEITO DA SUA AFRO DESCENDENCIA.
Alafin é uma palavra de origem Youruba e significa “REI OU REI"



Nossa luta continua, fazendo a alegria do povo do mundo inteiro.
Nosso endereço de e- mail
alafin.ba@gmail.com

Amilton Evangelista (Mistinho)

Cabelo duro? Não.
Meu cabelo é cacheado, livre, solto, macio, afro, encaracolado.
Duro é ter que conviver, e ainda ter que ouvir pessoas de pensamentos e valores tão ridículos e ultrapassados.

Thayná Andrade Silva Barreto

Fico patética que uma das primeiras coisas que comentam quando um bebê nasce é se o cabelo é “bom” ou “ruim”. Existem mesmo tais adjetivos para o cabelo? Que eu saiba, existem cabelos crespos, anelados, lisos, encaracolados etc. Mas, crescemos acreditando que cabelo bonito é o cabelo liso, se não é liso estamos por fora! Talvez a culpa seja da mídia, que para vender seus produtos colocaram isso na ‘nossa cabeça ‘. Não sou exceção nesse assunto, assim como várias mulheres experimentei várias porcarias em meu cabelo, dificilmente , ou daqui a anos ele volte a ser como era.
Admiro que cada vez mais as mulheres estão dando a carta de alforria ao seu cabelo. Bonito é sermos autênticos, bonito é sermos sempre nós mesmos !

Aliás, quando sua chapinha terá a aposentadoria?

Tatiara Costa

Sou brasileira seu moço! Sou brasileira, afro descendente, tenho minhas origens de pertencimentos, ainda criança não perdi minha identidade no medo praticado por nossos algozes .Não! Não, estou perdida em identidade, meus pais me disseram quem eu sou, tenho orgulho da minha ancestralidade e ela alimentou minha causa, interroguei, pesquisei toda história do meu povo... Porque? Há! Nos porquês de uma criança negra, que conhece o preconceito, esta a formação de um adulto consciente ou não...É foi lá na base que começou a construção da minha resistência... Sou PRETA, de uma diáspora, e não permito apaguem o legado deixado por meus antepassados, eu sei quem sou, aprendi o que era liberdade ao nascer, mas entendi que para mantê-la, tem que lutar, fazendo jus ao sangue de guerreira que corre em minhas veias, não pode baixar cabeça moço. Estou convicta que o terror do opressor não pode limitar quem conhece sua raiz e tem identidade.

Eli Odara Theodoro

A RELIGIOSIDADE BRASILEIRA É VADIA: DE DIA, UMA VELA PARA O SANTO. À NOITE, UMA VELA PARA O DIABO.

Marcelo Petter de Vargas

Fisicamente os afro-descendentes podem permanecer no Ocidente, lutando por seus direitos constitucionais, mas filosófica e culturalmente precisam desesperadamente votar para África e desenvolver uma unidade ativa na estrutura do pan-africanismo.

Malcolm X

“Penso a paz, como algo que se constroi, tal qual uma grande fortaleza, cuja construção se alicerça sobre o amor, esteia-se na fé, cimenta-se com o perdão, tendo suas paredes levantadas, mantidas e ampliadas por cada filho do Reino que nelas assentam os tijolos da santidade social. Vivendo sob o teto da graça de Deus, que cobre o Oikoumene.”

Pr. Zé do Carmo (Zé do Egito) Pr. Metosista afro-brasileiro.

Amigo, cuidado com o sentimentalismo excessivo, pois ele bloqueia a racionalidade. Diante das oportunidades de dar vazão a todos os seus impulsos. Peço-lhe, que pare e pense, ponderando friamente sobre todas as conseqüências de seus atos advindas. Não seja a medida de ti mesmo,alegando: Sou livre, sou dono de mim, por isso faço o que quero! Pois, a liberdade quando mal usada, pode se tornar a mais terrível das prisões, pois o tornará cativo, não por existência de grades, mas sim pelas conseqüências dos erros que cometestes ao transformá-la em libertinagem. Saiba que uma consciência cativa por irremediáveis erros cometido no impulso da paixão, é mais torturante do que 1001 noites nas mãos do inquisidor carrasco Torquemada.

Pr. Zé do Carmo (Zé do Egito) Pr. Metodista afro-brasileiro.