Poemas e textos sobre o Dia das Mães

Cerca de 109 poemas textos Poemas e textos sobre o Dia das Mães

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Fernando Pessoa

DIA DA MÃES - HOMENAGEM ESPECIAL

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)

Anderson Cavalcante

“Fui criado com princípios morais comuns:
Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.
Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!
E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!”.

Arnaldo Jabor

Quero voltar a confiar!
Fui criado com princípios morais comuns: Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades… Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.
Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã!
E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?... Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão!

Arnaldo Jabor

DIA DAS MÃES, DOS FILHOS E DA HUMANIDADE DO PLANETA TERRA

FELIZ MÊS DAS MÃES!


Minha criança

"Peço licença para falar na minha criança, a que mora aqui dentro e não me abandonará jamais. Talvez com a morte eu até regresse a ela. Os quase setenta anos que dela me separam não a removem. Ela ali está, magra e tímida, a me olhar e ditar comportamentos e reações.

Minha criança esteve em todos os meus filhos e aparece no meus sete netos. Ela se refaz da morte da irmã e abre os olhos para o mundo, com a certeza de que veio ao mundo para alguma missão, embora sempre se considere inferior ao tamanho da mesma.

Minha criança sente enorme saudade de pai e da mãe com quem o adulto já não conta salvo no exemplo, na saudade e nas orações quando me domina uma fugidia sensação de estarem, incorpóreos, a meu lado, mas sem se manifestarem.

Minha criança possui incomensuráveis solidões diante do mistério do infinito. Ainda recua diante do violento, embora não o tema, e ainda se infiltra em episódios de distração e inocência inexplicáveis num homem com minha carga de vivências. Minha criança ainda gosta de abraço caloroso, proteções misteriosas e de um modo de rezar que o adulto nunca mais conseguiu tais a entrega e a total confiança no mistério e na proteção de Deus.

Minha criança carrega o melhor de mim, é portadora de meu modo triste de falar de coisas alegres e de algum susto misterioso sempre que se lhe impõe alguma expectativa d enfermidade. Minha criança é inteira, mansa, bondosa e linda. Eu a amo, preservo, e dou boas gargalhadas quando a vejo infiltrar-se nas graves decisões de algumas de minhas responsabilidades adultas. Ninguém a vê, salvo eu. Ninguém a acaricia, salvo eu, que a estimo, procuro e admiro mais a cada dia e com quem converso histórias infinitas, que somente a imaginação pode conceber no universo maravilhoso da fabulação interior e solitária.

Diariamente passeio com minha criança e estou muito feliz por cumprimentá-la, levar-lhe balas, nuvens, aquele cão da meninice, as canções de minha mãe e os carinhos de meu pai, levar-lhe os presentes que ganhava de meu padrinho e toda a enorme vontade de Ser que então adivinhava para a minha vida. Vida que chegou, ameaça passar, e da qual não me arrependo.

Minha criança adivinhou em seus sonhos o adulto que eu queria ser. E traz alegria e esperanças à minha idade atual. Hoje sou, há muito tempo, o adulto que sonhei ser. Talvez com menos tensões, mas igualzinho em meu modo de amar a vida."

Artur da Távola

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu

Fernando Pessoa

MÃES MÁS

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
– Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer vocês saberem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo..."
– As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violava as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho, que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por qualquer crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS.

Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra

Mães


Mães, geralmente é a vocês que cabe a educação dos filhos, sobretudo no capítulo modos à mesa, arrumação do quarto etc.

Não sejam preguiçosas!
É mais fácil fazer que ensinar.
Mas tenham coragem, ensinem.
E comecem cedo para que os bons hábitos se tornem uma segunda natureza e não um procedimento para se ter só na frente das visitas.

Seja rigorosa!
Eles vão te odiar às vezes.
Você vai querer esganá-los freqüentemente.
Faz parte entre as pessoas que se amam.
Mas um belo dia alguém vai dizer o quanto seu filho é educado, prestativo, gentil, querido.
Você vai desmaiar de surpresa e felicidade.

Eu nunca me esqueço daquela história da mãe que se dirigiu a uma especialista em boas maneiras para saber com que idade ela deveria colocar seu filho no curso.
Ao saber que o filho estava com três meses de idade ela respondeu: "Mas talvez já seja muito tarde!".

Não morra de vergonha se seu filho der um vexame a frente dos seus amigos.
Não valorize os erros nem dê bronca em público.
Nunca trate a criança comO se ela fosse uma débil mental, elas entendem tudo!

Use sempre um bom vocabulário.
Isso aumenta a capacidade lingüística das crianças e não fique para morrer de culpa se algum dia precisar frustrar seu filho, tipo promessa que não pode ser cumprida, etc.
Apesar do que dizem os especialistas, uma frustraçãozinha de vez em quando prepara a criança para aprender a suportá-las quando no decorrer da vida elas infelizmente acontecerem.

O palavrão.
É dito por todos.
Até em televisão, escrito nos jornais, etc.
Pretender que uma criança não repita é puro delírio.
Vamos moderar.
Mas a regra de ouro seria: palavrão na linguagem corriqueira uma coisa, mas não pode ser usado jamais na hora da raiva, da briga.
Isso vale também para os adultos.

Ensinem, obriguem seus filhos a cuidarem da bagunça que fazem.
O copo de Coca-Cola?
De volta pra cozinha.
A revistinha que acabou de ler?
Para o quarto.
Os milhares de papeizinhos de Bis?
Amassar e jogar no cinzeiro.

A lista não tem fim porque a imaginação de uma criança para instalar o caos onde quer que esteja é também infinita.

Alguns mandamentos:
Não sair pra se servir correndo na frente dos outros.
O ideal, aliás, seria que as crianças até certa idade fizessem as refeições antes dos adultos, com as mães ali ao lado, patrulhando as boas maneiras.
Não deixar cair um grão sequer na mesa.
Não encher demais o prato.
Há fome no mundo, etc, etc...
Se encher que coma tudo.
A partir dos cinco anos, não cortar a carne toda de uma vez.
Cinco?
Talvez eu tenho exagerado.
Sete.
Não misturar carne com peixe.
Macarrão com farofa, etc.
Isso é cultura.
Pedir licença pra se levantar quando a refeição terminar, pode alegar que precisa estudar, para evitar aquela tortura de ficar na mesa até a hora do café.
Um suplício.
Não bater a porta do quarto com estrondo nem quando brigar com o irmão.
Só gritar se for por mordida de cobra.
Ou ficar mudo ou estático dentro do elevador.
Não chamar a amiga da mãe de tia.
Alias não chamar ninguém de tia a não ser as tias de verdade.
E só pra deixar bem claro: tia Rosina, tia Helena, nunca tia só.
Eu adoro bebes!
Quando começa a idade da correria, eu confesso que já adoro um pouco menos.
Eu tenho que dizer isso bem baixinho pra não ofender as mães.
Vamos então falar dessa fase sublime:
Elas gostam de passar no espaço de quinze centímetros que existe entre o sofá e a mesa, brincam de pique numa sala de dois por três.
Colocam a cadeira na frente da televisão, se penduram nos lustres, pintam as paredes da sala, o teto e etc, etc e tudo aos gritos.
Eu penso que esta talvez seja a fase de maior energia do ser humano.
Ah, é a idade das guerras de travesseiros, das almofadas que voam pela janela.
Jovens pais adoram essas traquinagens.
Tudo bem.
Mas não ache tão estranho se alguns de seus amigos não curtirem tanto quanto você essa fase tão adorável dos seus filhotes.
Crianças são difíceis mesmo, é preciso muita paciência pra agüentar o que elas freqüentemente aprontam.

Mas as crianças crescem, e um dia querem trazer a namorada pra dormir em casa.
Dinheiro para o Motel só se você der.
Então o que fazer?
Claro, a gente compreende a situação mas francamente, ter que cruzar no corredor com a gatona despenteada de camiseta e escova de dente na mão talvez perguntando: "Tia, dá pra me emprestar uma escova de cabelo?"
OK, dá.
Mas e se você tem três filhos?
Vão ser três gatonas?
Acho que eu liberaria a casa nos fins de semana e iria dormir no sofá da casa da minha mãe, de um amigo, no banco da praia, deixando a garotada à vontade.
Eles e eu numa boa.
Mas só até domingo às dezenove horas, nem um minuto a mais.

Mesmo os filhos mais modernos costumam ser caretésemos em relação as suas próprias mães.
Portanto, vá anotando, na frente dos filhos:
Mãe não namora, não toma mais de um drink, não fala que acha o Jeff Bridge um tesão.
Perdão!
Mãe não pronuncia essa palavra.
Nem sabe o que quer dizer.
Não usa mini-saia, não pode adorar Madona, só pode gostar de Roberto Carlos, Julio Iglesias.
Eles te amam, mas essas preferências sempre incomodam.

Nem amigos comuns se deve ter por precaução.
Portanto quando o destino colocar vocês na mesma festa, pareça o que eles querem que você seja, anule-se.
Tenha pouca, pouquíssima personalidade.
Faça o tipo distinto e alegre, se possível, use uma peruca grisalha.
Seja discreta e assexuada, tenha poucas opiniões, se enturme com os mais velhos e trate os mais jovens como se fosse assim uma tia simpaticona, nada mais.
Ria das historias deles e não conte nenhuma sua.
Mãe não tem passado.
Só fale de receitas, crianças, se ofereça pra levar um vestido na costureira pra consertar, tenha bons endereços pra fornecer.

Dicas de cozinha, conte como era o mundo do seu tempo, seus filhos vão adorar e depois dessa festa, vá correndo tomar um whisk duplo no bar do Bonju pra não ter um enfarte.

Em compensação, na frente dos netos, faça tudo que não deve e muito mais!
Netos costumam adorar avós, digamos, fora dos padrões.
É que eles sabem que vão poder contar com elas como fortes aliadas nas crises de caretice dos pais.

Cruel?
Não...
Apenas verdade.
E mais:
Isso é que faz o Equilíbrio da Vida.

Danuza Leão

Hoje o dia amanheceu feliz.
O dia das Mães tem cheiro de carinho no ar.
Tem forma de rosas e cor de amor.
É um dia cheio de afeto,abraços,beijos e lágrimas de felicidade e de saudade.

Quem não tem mais este anjo protetor aqui na terra,sente-se abatido por não poder presentear aquela que o amará eternamente.
Não fique triste, ela vive em teu coração.

Não esqueça...a vida é bela e você está nela.
Seja feliz em todo tempo.
Feliz dia das Mães.

Marta Felipe

PARA AS MÃES AQUELAS MULHERES GUERREIRAS E BATALHADORAS



Pai, tu, sendo Deus, quiseste mostrar
entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães!
Peço-te por minha mãe,
sinal concreto e visível de teu amor entre nós.
Multiplicai os seus dias
em nosso meio!

Acompanha-a em todo riso
e em toda lágrima,
todo trabalho e toda prece,
todo dia e toda noite!

Que tua bênção cubra de luz
a vida de minha mãe para que,
inundada de ti, ela seja sempre mais
Presença do divino em minha vida. Amém!

Jonathan N. Raulino

Mães de Maio

Deus me concedeu a graça de ter duas:
uma à luz da vida me trouxe, mas
(que triste sina)
como nada é para sempre,
cedo a perdi
(para a outra vida)
A outra, coube a tarefa
de me acompanhar,
em meus primeiros passos
em minhas crises de aborrescência
quiçá minha loucuras...
Amei-as igualmente
Uma pela falta e pela memória
A outra pelo legado
que me deixou: sabedoria e
a placidez de viver...

lucijordan

No balanço do trem
Gente que vai
Gente que vem
...Sonhos da janela do trem
Crianças, mães, olhares anônimos
Viagem com destino certo
Sonhos sem destino
Entre passado e futuro
Amor bandido
Desabafo em lagrimas
Fogo da paixão
È hora!
No balanço do trem
Sonhos sem destino
Vidas separadas
Até o próximo
Balanço do trem!

Ricardo Cardoso

Em busca da Esperança

Assim crescemos perante um Mundo de Amor que nossas adoradas mães plantaram em nosso caminho, ignorando que suas lágrimas vaticinavam desilusões nos sonhos que íamos edificando.

E PORQUÊ?

Tu que passas por mim e não me vês, porque te esqueces que já foste o que sou, a Esperança o Amanhã, olha à tua volta e vê a miséria que desbasta o Mundo pela pobreza de espírito em que muitos se deixam afundar, quando a opulência lhes cega os sentidos em detrimento dos que nada têm, e se tornam mais pobres que os pobres, quando a Razão os abandona desnudando-os de Sentimentos.

Esses sim, são pobres!

Nós, pobres filhos da vida que nada mais nos dá que as migalhas do teu orgulho, olhamos para ti que nos podes valer apenas com o incentivo de em nós acreditares incondicionalmente sem olhares à nossa côr, ao nosso credo, à nossa posição social ou a actos irreflectidos dos nossos antepassados que nós temos que aceitar quando tu condenas sem razão aparente, e lanças-nos num abismo de trevas sem futuro, repleto de lamentos, roubando-nos a inocência, desmoronando nossas fantasias e nossos sonhos que te prometem um Mundo melhor.

Passas por nós e não nos vês mesmo que te olhemos nos olhos, só porque não podemos comprar o que tu compras e te dá distinção.

Ensinas a teus filhos que se devem somente relacionar com gente da mesma estirpe e não com os que são da nossa laia e colocas-nos a um canto, porque os cantos têm menos amplitude esquecendo-te que todos temos o mesmo direito, pois somos todos iguais.

Pagas para que te socorram nas pequenas aflições, quando nós, quase morrendo, nos retiras o direito de um pouco de alívio.

Dás às tuas gerações futuros brilhantes, com a força e inteligência de muitos que tu fazes viver na obscuridade com receio de descobrirem que sem eles nada consegues.

És destaque e dos teus fazes notícia, porque não te vestes de serapilheira.
Colocam-te um tapete vermelho para realçar teu desfile e obrigam-nos a aplaudir-te.

Somos carne para canhão e tu és o herói que ganhas a guerra, quando nós nos negamos a enfrentar uma batalha que não é a nossa, mas a do teu inimigo, comum à nossa.
A pobreza, que te enriquecerá de gloria.

Cumprimentam-te porque o poder te ilumina quando nós não passamos de sombras obscuras do teu desdém.

Nem te lembras que Jesus por não ter nascido em berço de ouro também foi perseguido, quando na sua humildade ocultou ser o Rei do Universo. Esqueces-te que por detrás da humildade estão os mais altos valores.

Esqueces-te que sem nós não chegas a lado nenhum.

Não te pedimos muito!

Simplesmente igualdade e um sorriso de credibilidade para que nos sintamos Alguém neste mundo de Ninguém, pois nossa coragem e valentia levar-nos-ão até onde tu criaste o direito de só vós poderdes chegar, quando ainda há tanto para explorar e todos nós somos tão poucos e tão pequenos neste jovem Universo sem fim.

E para que um dia, já tarde de mais não te venhas a arrepender, perante a criança de outrora que
já deixou de o ser, a ele te venhas humilhar quando dele fores necessitar e de ti ele se venha a compadecer, guarda esta mensagem no teu coração.


Tentei ser luz no universo da tua existência, passei por sombra nada mais.

Tentei fazer-te ver que o Outro poderias ser tu, e Tu o Outro
Não passaram de sussurros para ti e nada mais.
Não ficaste atento a emoções, sentimentos,
Para ti eram simples lamentos
Minha vida foram mágoas nada mais.

Permaneci na penumbra dos teus sofrimentos
Sofri com lamentos, lágrimas e ais.
Quis moldar-te à minha inocência e aos meus sentimentos
Em troca de sentimentos aos meus iguais
Mas tudo foram suspiros e ais.

Tentei ser “ tu “, sem a mim dizer adeus
Vi meu coração perecer sufocado em ais.
Por me iludir em teus sentimentos que aos meus
Nunca chegariam a ser iguais.

Quis ser Futuro na tua vida, fui Esperança de outros a mim, iguais.
Sombra iluminada, por ti, obscurecida
Reavivada por outros demais.
Memórias de uma vida
Lamentos, mágoas, simples ais.


Para que a Vida não seja um mar de lamentações, mas um Éden promissor de muita Felicidade, vamos dar as mãos, espalhar a Paz e a igualdade, e olhar para os outros como nós sendo.

Mas olha para nós!

Olha-nos bem de frente, para nós um dia te darmos a confiança que em nós depositaste um dia também.

Eva Oliveira

AMOR FILIAL - Carta de um excepcional


ESSAS FLORES EU DEDICO A TODAS AS MÃES ESPECIAIS.
RECEBAM O MEU CARINHO E UM GRANDE BEIJO
DO MEU PARA O SEU CORAÇÃO

Minha querida mãezinha, há duas coisas que lhe quero dizer de imediato: a primeira, não pergunte e tampouco busque explicações para entender de que maneira e com que recurso lhe escrevo, pois há muitas possibilidades à disposição do homem às quais o senso comum não pode, por enquanto, nem imaginar, e a segunda, agradecer-lhe a oportunidade que me concedeu ao receber-me por filho e assim tratar-me durante todos esses anos.

Sempre quis escrever algo, tanto para você, como para todos os demais que se interessam por alguém como eu, contudo, sempre fui cerceado pela excepcionalidade. Hoje, porém, sinto chegado o dia e que a hora é esta. Não pretendo grandes tiradas--- não as conseguiria, quero me ater à singeleza de minha maneira de ser. pretendo rabiscar nestas linhas algo que eu e os meus iguais sentimos.. Antecipo que encontro dificuldades na maneira pela qual ora me expresso. isto me custa bastante esforço e tenacidade, mas sei que um só sorriso que você possa irradiar e uma só emoção que possa sentir ao ler estas letras já me bastam como recompensa ou, mais precisamente como dádiva de Deus.

Primeiramente , quero afirmar que sou feliz, e o sou porque a tenho como mãe querida. Desde o princípio, ainda no seu ventre, quando me senti diferente, preocupei-me com o futuro. Que seria de mim e dos meus pais? Como seria minha vida? perguntas que me fiz e que você e o amoroso paizinho responderam com gestos de amor e ternura. não me falta nada , todos os recursos de que careço para sobreviver eu os tenho e mais, no sentir deslizando suas mãos em meu rosto, naquele seu gesto carinhoso, tão próprio, sinto Deus em mim e se pudesse ou conseguisse, bradaria aos quatro ventos que a vida é bela e que é muito bom viver.

Tenho consciência de que lhe dou muito trabalho, mas que posso fazer se sou tão pequeno, fraco, indefeso e dependente?
Gostaria de ser diferente do que sou somente para poupar-lhe esforços e dar-lhe mais tempo para o descanso, mas Deus quer que assim seja, e quem sou eu para questionar-lhe a Justiça, a Bondade e Misericórdia?

Quero que saiba que não obstante minha deficiência sou um Espírito lúcido, quero confirmar-lhe que sei amar , que gosto de ser amado, que meus sentimentos são iguais aos de meus irmãos ditos normais.. Quero que saiba, que sei discernir alegria e tristeza, mesmo porque as sinto de quando em quando, que sinto-me pequenino quando olhos curiosos pousam em mim, que fico triste quando não me tratam bem, mas muito radiante quando um desconhecido qualquer me trata ou olha com simpatia, que sei não possuir beleza alguma, entretanto posso dizer com segurança que depende somente de você para que eu me torne uma das mais belas estrelas da constelação Divina.

Quero que saiba, enfim , que me sinto gente e filho de Deus. não falo todas estas coisas com o intuito de depertar-lhe a atenção para algum fato ou para que demonstre alguma outra virtude. você tem todas as virtudes que um filho busca e necessita em sua mãe. Falo essas coisas para confirmar tudo o que você sabe a meu respeito e a respeito dos meus sentimentos. falo para que voc~e tome conhecimento de que sei de tudo o que se passa em seu coração que pode não ser o maior do mundo, mas, seguramente, para mim é o mais aconchegante.

Quando ouço alguém dizer, ao se referir ao filho recém-nascido que "graças a Deus é perfeito", tão logo à memória me vem através de jesus"...os são não necessitam de médicos". Somos nós mamãezinha, que mais necessitamos de amor materno, de amor fraterno, de amor universal ou mesmo de solidariedade. Ensine a elas a repetir sem ressalvas ou restrições as palavras do mesmo Jesus "... deixai vir a mim os pequeninos"...

Ao tomar conhecimento, há pouco, de que é possível estabelecer com precisão se o feto possui alguma anomalia, propenso pois à retardo ou deficiÊncia mental e justificando tal possibilidade, em alguns países, o aborto eugÊnico, senti um frio percorrer-me a espinha. pergunto, e ninguém precisa responder, por que recusar um filho se antes de ser do homem e da mulher , é de Deus? Por que trocar a sua felicidade eterna e a do nasciturno pelos sorrisos temporais da sociedade dispersiva? Quem vale mais, um filho saudável ou um deficiente? é possível, com isenção de ânimo, estabelecer paralelos? Não obstante a agressão do aborto. Deus tem o agressor, qual o agredido, como seus filhos amados e é bom que todos saibam disso. Como é bom saber que nosso físico não é jamais o retrato de injustiça Divina.!
Antes de encerrar , quero que transmita ao papai o meu afeto de filho reconhecido e que o preito que hora rendoa você o abarca também.

Para finalizar lhe segredo que há tempos atrás julgava ser vocÊ igual a todas as mães da terra. Hoje, aguardo com muita esperança, que todas as outras mães um dia possam se tornar iguais a você no brilho do amor e no reflexo da bondade.
Agradeço por tudo que me faz e convicto afirmo que, até hoje, e por toda a eternidade, excepcional tem sido e será o amor que você me dedica e que lhe retribuo comovido.
Do filho amado e amoroso, sempre, sempre seu.

Gêrson Gomide

Gerson Gomide

Poema sobre o dia das mães

Um ser especial, sem igual sem comparação, sem imitação.
Não tem como descrever em simples palavras
Um significado que uma mãe tem, na vida de alguém.
Vive intensamente para ver seus filhos felizes,
Sempre interessada em ajudar.
Luta contra o bem e o mau se for precisomesmo as vezes sendo decepcionada, ela é capaz de perdoar.
Pois so ela tem o amor verdadeiro, incondicional...
Sentimento único.
São verdadeiros exemplos para seus filhos.
Chorando, esperando, amando, vivendo...
Para ela não importa só o que interessa é a
Felicidade das suas crianças.
Dias escuros, não passam de um simples
Nevoeiro perto delas...
Pois a escuridão não tem vez,
Perto do brilho de uma mãe.
Te amo para sempre mãe!!!

Ana Beatriz Soares de Oliveira (EF)

E quando você conhecer
o momento de se despedir,
e o papai noel e a fadinha dos dentes
deixarem de existir,
quando o peito parecer apertado
e o coração ficar pesado, difícil de carregar,
procure por mim
porque, com certeza,
mesmo que você não se lembre,
eu vou estar lá

http://andreaneves.com/site/maes/

Andrea Neves

As mães da terra nunca abandonam os seus filhos, teus braços se abrem quando é preciso um abraço, teu coração sabe compreender quando é preciso uma amiga, e teus filhos são guiados por tua força, tua coragem e teu amor pela vida, e se preciso for darão asas a teus filhos para que possam voar.

Marcelo Luz

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Origem do dia das mães

Hoje é o dia daquelas que nos deram carinho e atenção...
...que nunca nos deixaram de cantar uma canção...
...que nos amaram antes mesmo de nos conhecer...
...que por amor muitas noites de sono tiveram que perder.

Hoje é o dia daquelas que nos ensinaram tudo...
...que por nós moveriam mundos e fundos...
...que nos colocaram no mundo e nem pensaram na dor...
...que nos mostraram o verdadeiro amor.

Hoje é o dia das que infelizmente não são eternas...
...o dia das mais especiais...
...o dia das mais amadas...
...o dia das mais queridas...
...o dia das melhores amigas.

Jéssica Hamann

"Deus não podia estar em todas partes ao mesmo tempo,
por isso criou às mães.
Algumas mães são carinhosas e outras são repreensivas,
mas isto é amor do mesmo modo.
Teus braços sempre abre quando preciso de um abraço;
o coração sempre compreendi quando preciso de uma amiga,
teus olhos se endurecem quando preciso de uma lição,
tua força nos dirigi pela vida e nos dão asas para voar...
Tu que é mais que uma verdadeira amiga;
nas dificuldades que repentinamente cai sobre nos,
nas adversidades, nos momentos bons de prosperidade...
Existem certas tempestades na vida que nos abalam, que nós deixa desacreditados, parece que tudo deixa de existir, nosso mundo desmorona.
Mais tu tem a capacidade de nos ouvir em silencio,
adivinhar meus sentimentos e
encontrar a palavra certa em momentos incertos.
Mãe teu amor é sincero sem exagero;
teu amor educa, nos aconchega...
Teu amor por mim é diferente de qualquer outra coisa do mundo;
nos te amamos sem saber e só nos damos conta desse amor no momento
da derradeira separação...
Mãe, uma palavra pequena com significado infinito pois quer dizer amor, dedicação, renúncia, força e sabedoria.
Agradeço a DEUS por ter me dado este presente maravilhoso."

Storm