Poema Infância

Cerca de 733 poema Infância

Era uma vez!



Na minha infância
Eu era princesa do mar
Eu era rainha dos reinos da fantasia
Já fui Cinderela
Branca de neve
Chapeuzinho Vermelho
Já voei com Peter Pan
Já fui a Sininho
Também fui Emília
Também a Narizinho,
No reino das Águas Claras...
Hoje só tenho a lembrança
Do tempo em que eu era criança
Eu que já fui sereia, princesa do mar
Meu sapatinho de cristal se quebrou
Minha capa vermelha desbotou
Meu Peter Pan envelheceu
A Sininho de dentro de mim, já não tem mais o pó de pirimpimpim
A Narizinho ao botox se rendeu
O Reino das Águas Claras escureceu
Tudo passou
Eu cresci...
Tudo só é maravilha no país da Alice...

Letícia Andrea Pessôa

Caleidoscópio querido
Amigo  da minha Infância 
Só tu companheiro aguerido
Para lembrar as minhas lembranças 

Raimundo grossi

Infância... Eh! Saudade.

Saudade você adquire
De alguém que você admira
Saudade só te da dor
Se você amou

Você só sente saudade
Até a eternidade
Se de alguém você tem saudade
Pode crer que é amizade

Esses versos poucos rimados
É para nós,
Que já estivemos lado-a-lado
Agora estamos desanimados
Por estarmos separados

Só nos resta saudade
De toda a felicidade
E também esperança
Que um dia, voltamos a ser criança.

Thiago Lima Medeiros

Eu insisto em dizer a saudade que tenho da minha infância...

Fico recordando as coisas que fiz quando era pequena...
AS risadas ... as ARTES... rs eu aprontava muito...

Eu era sempre a quietinha =p

Era uma emoção cada dia que passava... tudo q eu conseguia era uma grande conquista pra mim...
Criança é uma coisa louca né?!

hahaha
Era tão bom... dançar na chuva descansa ...
Dançar toda torta como se eu fosse a melhor bailarina do mundo ... e ainda recebia aplausos rs... isso que era bom haha

Grande emoção hoje que passo é...
Lembra da minha infância...

Me dá uma grande emoção saber que de certa forma eu vivi ela...

Saudades....

Carina Toninatto

Trecho da crônica "Uma infância apagada"

Embaixo do avarandado está meu avô, sentado em um banco velho de madeira, vestia um jaleco de couro encardido, suas roupas eram velhas, surradas pela lida na roça e na cabeça um chapéu baeta. Ele observava suas vacas magra, sua égua branca e reclama da seca:

-“Vigeee lástima! Deus está castigando está terra”.

Mislene lopes

"Vida

Todo dia ao amanhecer
Me lembro dos meus planos
De infância e juventude
Dos amigos de escola
da minha bicicleta
daquele dia de chuva que não volta mais

E cada dia traz um recomeço
Memorias perdidas
lembranças esquecidas
Se o futoro é daqui a um segundo
e cada passo que se da
é como um pulo

É preciso viver
É sonhar
É preciso ter fé na vida
É preciso se dar
É amar
é preciso ter fé na vida

Tão incerta quanto certa é a morte
Vidas paralelas podem se encontrar
Mas é preciso cuidado ao andar
Se as pedras no caminho
Não te deixa continuar

É preciso viver
É sonhar
É preciso ter fé na vida
É preciso se dar
É amar
é preciso ter fé na vida"

Banda Treze Provisório.- Vida

Lembro-me da minha infância, do meu primeiro beijo, do meu primeiro sapato, do meu primeiro cavalo, do meu primeiro radio... Todos roubados!

Só a infância que foi a unica coisa tirada de mim e que não consegui roubar de volta!

Eberaldo Martins O Raposa ( Igor Improta Figueredo)

E do nada vêem lembranças daquela nossa infância, quando não existia inveja nem ganância.
Pois mesmo que o tempo passe, ele nunca apaga...
É tanta saudade que nunca acaba.

Marcus Patrick Pens

Os Pais Não Morrem

Transpassam os tempos
não só da infância.
Na mocidade, velhice
os pais não ficam
nem na lembrança.

Não são esquecidos,
não há saudade.
Os pais vivem,
em corpo ou não,
na eternidade.

Os filhos , pelo tempo, limitados
os pais não o são.
Os pais são eternos,
eternos, na de outro ser,
limitação.

Os filhos , reféns do tempo, parados
são “as crianças”.
Se agora adultos,
por hora ficam
pros pais, na infância.

O amor dos filhos,
de ser eterno, incapaz.
Perenes ficam
se um dia os filhos,
virarem pais.

Os pais só morrem
caso vá os filhos, esses, sem fruto.
E se os filhos morrem,
deixando filhos , não há um fim
os pais, eternos, desfaz-se o luto.

Lucian Rodrigues Cardoso

Crueldade
A minha fragilidade,
da longa infância que
corriam com tanto sofrimento,
antes que o dia fosse menos
do tamanho de uma face.
Esta dor que incede o meu coração.
A crueldade rompeu no meio,
Amigo do diabo leva-me num,
lugar escuro onde ninguém,
possa encontrar-me.
Quero quero descansar, deixa-me
cair num sonho profundo,
estou neste mundo onde não,
consigo respirar tranquilamente.
Nasci num canto errado,num
canto de crueldade,
durmo sem saber, realmente
se estou a dormir.
A tristeza ocupou os meus pensamentos,
a vida deixou-me para o poço vazio,
cheio de pedradas.
Não tenho ninguém que me salve,
e que me faça esquecer.
Que vida triste, vida sem sentido,
sem razão de ser.
Vida que não sei viver,
mas vivo por castigo.
Desde o dia que eu nasci,
embora nem sei se estou a viver.
Nesta vida silenciosa,
não há sol que me aquece a alma.
Perde esperança e hoje em dia,
respira o sabor da amargura.
Quero voltar,já não me apetece viver
Amigo do diabo leva-me contigo,não me deixe sofrer mais.

Pretinh

Por que dizer adeus?

Nos tempos velhos da infância;
A fantasia do dia nos consome;
Sol e chuva em mesma estância;
Abstinência de banho e fome;

As ruas nos pertence em alma frágil;
Não há nem penitência ou alvará;
O dia não cede à noite o sufrágio;
E todos os dias vem cedo nos acordar;

Então por que dizer adeus?
Essa palavra tão triste e nostálgica?
Adeus de tantas maneiras
Simples, subjetiva, discreta, cálida.
Então por que dizer adeus?
Não há de formas meigas
O adeus que herda lágrimas
São fendas no abismo
O momento que se afaga
Subitamente
em silêncio nossas almas.

Santos Vasconcelos

Preciso abandonar de vez a infância, a ingenuidade.
Mais que isso. Preciso abandonar a ignorância, sair um pouco do conto de fadas, passear pela realidade. É criança demais quem nunca se ausenta do mundo de ilusões.
Mas seria esse o método da evolução? Quem assegura? Das duas uma: É isso ou o total contrário.

Andréa Sacchi

Infância

Lembro
Da minha mãe dizendo:
"Você precisa aprender a ser ordeira"
E do menino que morava na casa vizinha; e das fugas que fazíamos até o porto de areia
e da vez em que quebrei a perna
tinha então 14 anos
Minha vida se compunha de pequenos episódios triviais
e infinitamente encantadores

Marcia lailin

Infância

Meus pais por vezes me tratava como criancinha...
Não fazia muito tempo,
eu era realmente uma criança
A imagem que meus pais
tinham de mim
como uma bebezinha amavel, indefesa,
ainda estava fresca
na memória deles
e não podia ser facilmente descartada
Nunca consegui desarraigar
os métodos que eles tinham de lidar comigo
Os enganos infantis que eu costumava cometer
estavam bem frescos na memória deles

Marcia lailin

Sempre foi mais facil...
Sempre foi mais facil na minha infancia colocar em meus irmãos a culpa de meus erros...
Sempre foi mais facil...
Sempre foi mais facil na minha adolescencia colocar em meus pais a culpa de meus erros...
Sempre foi mais facil...
Sempre foi mais facil quando adulto colocar em meus amigos, familiares e colegas de trabalho a culpa de meus erros...
Sempre foi mais facil...
O que nunca foi facil?
Nunca foi facil reconhecer meus erros para amadurecer à inventar e enganar culpados...
Agora ficou mais dificil...
Agora ficou mais dificil cometer tantos erros com culpados, senão eu...
Agora ficou mais facil...
Agora ficou mais facil crescer e amadurecer e largar da minha infancia egoista de atitudes e culpados...

Adriano Guedes

Tantas lágrimas derramadas pelas lembranças dos bons momentos juntos, daquela infância cheia de molecagens, da adolescência tão bem aproveitada, agora já o início da juventude quando os planos pro futuro começavam a tomar grande parte do seu tempo, e tudo isso não sai da cabeça. O tempo inteiro pensando se tudo isso faz sentido, se tudo o que vivemos vai valer mesmo a pena ou tudo vai se acabar assim, do nada. É difícil demais esse começo, os instantes seguintes a uma perca tão dolorosa.
Mas também é difícil não pensar que assim como o tempo essa dor aos poucos vai passar, muito vagarosamente, mas vai passar, e aí esses pensamentos vão se tornar mais raros, as lembranças vão ser vagas, e com um certo tempo tudo isso vai ser esquecido. Com certeza a ideia de aos poucos esquecer tanta coisa boa que vivemos juntos é muito pior do que a dor da perca.
Mas não importa o quanto o tempo passe, ou o quanto as lembranças se tornem vagas, bem lá no fundo o seu lugar vai estar guardado, além das lembranças, além da dor da sua partida, além da própria consciência, você vai sempre ter o seu lugar no meu coração.

Luciano Marmentini

Em minha infância achava que minhas chinelas apertavam meus pés,vivia murmurando no caminho da escola.
Hoje vejo que dores maiores ainda estavam por vir.
Que saudades das minhas chinelas!!

Alessandra Tavares Ribeiro

Algazarra? Alma Rara...

Jardim de infância.
Folia, sem medos.
Ror não é horror.

Francismar Prestes Leal

Certa vez eu descobri uma coisa, ainda na infância e fiquei triste.
Descobri que um dia a vida tem um fim.
Descobri que um dia teremos que nos despedir.
Descobri outras coisas que me deixaram muito feliz.
Descobri que a passagem nessa vida é pra lapidar nossa alma.
Descobri que cada dia é uma nova oportunidade, para amarmos mais as pessoas.
Descobri que a vida sem Deus é exatamente nada.
Descobri que cada sorriso tirado de alguem triste é como um troféu na
Evolução espiritual.
Descobri que cada prato de comida que vc dar ao faminto é como um amor maior no
Coração de Deus.
Descobri que ninguém leva status ou bens ao paraíso.
Descobri que posição social é so importante aos materialista.
E nessa vida eu vou descobrindo seguir os caminhos de Deus, mesmo com falhas
Mesmo com erros me sinto no caminho certo de volta pra casa.

Humberto Piloto

Lourenco caetano(1928-2011-83).
Infancia
Nascido a 1 de janeiro de 1928,no distrito de Funhalouro,provincia de Inhambane,que veio perder a vida aos nove de novembro de 2011.
Vida
Viveu momentos dificeis durante a sua infancia,inclusive o acesso a educacao na altura era muito complicado,veio se mudar para viver na Massinga,na decada 50.
Relaccao
Lourenco caetano teve sua primeira esposa na decada 50,a qual tiveram o seu primeiro filho com o nome de Pedro Lourenco Caetano,mas tarde esta abandona o marrido.Passado o tempo ele se casou com a Beatriz Chitoquisso,e tiveram 3 filhos,na decada 70 conheceu tambe a Julia Zefanias Macucua,com a qual tiveram 10 filhos,6 homens e 4 mulheres.
A sua falta sente no seio da comuniadade,associacao que pertencia e muito mais na familia.

Veriston Dias