Poema Concreto a Chuva e o Vento

Cerca de 248 poema Concreto a Chuva e o Vento

A brisa acaricia-me o rosto..
e percorre o meu corpo!
O vento geme de dor!
A chuva derrama as lágrimas..
de prazer e amor.!
E nós somos dois em um só corpo...
como a brisa,o vento e a chuva....
juntas são a tempestade da paixão!!
somos feitos na dor,no amor e no prazer.!

isabelRibeiroFonseca

Sou ou penso ser poeta.
Faço poemas do vento, da chuva, do sol, trago-os ao pensamento.
Assim como quando fecho os olhos e imagino as estrelas no céu, formosas e belas.
Faço poesia do sorriso das crianças, vejo nelas o futuro a bondade da esperança.
Eu não sei se sou poeta ou se sou um sonhador, mas poesia me completa e me inspira para o amor.
Amo tudo de lindo que existi, e aprendi amar também o feio, pois na verdade nada neste mundo é feio e às vezes o olhar que enxerga o feio é muito mais feio do que aquilo que esta vendo.

aut(denis)

Banda AtemporaL - I Need You
Rodrigo Paulino
A noite, o tempo, a chuva e o vento
Tudo o que vejo e sinto
Me lembra você
Meu pensamento
É você todo momento
Será que você não percebe, não ver

Que eu faço tudo pra te ver sorrir
Que eu só quero te ter aqui
Que o tempo tá passando
E o amor está brotando
Dento do meu ser

E agora não dá mais pra voltar atrás
Estou preso em você
Tu és o meu sonho eterno
Que eu quero tanto viver
Para ser feliz
I need you

PaULoZiNhUUU

Sou chuva e sol

Sou maresia e ar

Vento viajante

Nas tempestades vibrantes

Dos corações andarilhos

Que buscam nos cantos, segredos

Daqueles que sabem amar.



Sou lua ,nas noites escuras

Espuma ,nas ondas frias

Não sou mar, mas sou profunda

Profana, intensa , passional,

Amor, sem condicional.


Sou solidão , sou vazio

Errada, errante na vida

Sou tanto e sou tão pouco

Uma perfeita imperfeição

Como noite que o sol encerra

O manto da escuridão .



Não me peça razão,

A lógica não me conhece

A incoerência mora comigo,

Minha essência é a emoção,

Tenho razões sem razão

Alimento-me da paixão!

Mazé Carvalho

CHUVA

A chuva forte dominou
a cidade
Raios,Trovões,
Vento,tempestade.
Nós dois sozinhnos
Amando a eternidade.
A Chuva batia forte,
Com toda intensidade.
Lavando nossos corpos
As gotas
Escorriam por nossos
Lábios,rosto,
Alma,vida.
Abraçados,
Cantando,
Amando,
Pensando...
Que o mundo era nosso.
Era nossa a cidade.
Era nossa a chuva,
Era nossa a felicidade...

Desconheço o autor …

Desconhecido

Sussurros ...

Sussurro do vento
Que te sopra como melodia,
Em meus dias...
Como chuva que pinga
Nos olhos da gente
Em noite de vento,
De lua cheia...
Certeira ...
Vento te sopra ao relento
Trazendo acalento.
Teu som em voz,
Sussurros ...
Ouço, olhos sem medos,
Segredos... sussurros...
Da alma!
Na alma...
Acalento, relento
Vento que te sopra
Que te traz
Em sussurros ...
Acalento,
Em minh’alma...

Dulcinéa Carmona

Era madrugada
O barulho dos carros deu lugar a música da chuva caindo
Estava com frio e o vento assoviava pela janela e também soprava pensamentos
E com a chuva caindo, o frio e o vento, preferi ficar dentro

Dentro de mim
Ouvindo meu corpo
E tentando ouvir o que ele dizia sem parar

Minha respiração estava ofegante e ao mesmo tempo calma
Com esforço controlei seu ritmo para me fazer serena
Procurei respirar a paz e expirar a dor

Naquele momento, se eu pudesse escolher, não queria estar sozinha
Mas isto eu não consegui controlar
Como não consegui controlar meu coração
Ele batia e bate, independente de eu querer ou não!

Luciana Horta

Nos dias de chuva temos cobertores
Os filhos do vento não
Estes, possuem apenas o firmamento
Produzem nesse instante meninos ou meninas
Que serão criados pelo acaso
Guiados pelo sol
E no futuro, convencidos pela lua
Que algum dia o mundo os transformarão em um astro
Mas na verdade serão os mesmos
Objetos não identificados
Seres irreconhecíveis
Corpos vis
Que muitos sabem, pensam e imaginam que existem
Mas que nunca os viram
Os reconheceram, os perceberam
Na verdade sempre estiveram ali
Nos quatro cantos desse Brasil
Brevemente pedirão socorro
Clamarão por misericórdia
Seguirão como os de antes
Olhos vermelhos
Mãos trêmulas
Bocas amargas
Pés no chão
Cabeças no desconhecido mundo lúgubre.

Neiri Lima

Que o vento leve o que
não foi bom,
que a chuva lave as magoas
que ficou,
Que o coração acalme apos
a tempestade,
que a alma brilhe ao
nascer do sol.
que a harmonia se instale
e a felicidade nos faça
companhia.

Sueli Matochi

Pedi ao vento que me
Trouxesse a chuva
Para suavemente banhar
O teu corpo em ternos beijos
Como gotas de orvalho
Na suave madrugada
Dos teus sonhos em rimas
A poesia sublime
A historia em versos
Do nosso eterno amor

Hannah Lessa

Queria ser o vento que te conta segredos
Queria ser a chuva que molha-te suavemente
Queria ser a água que te veste de frio,
Queria ser o som que embala teu sono
Queria ser o tempo para te ter de novo
Queria ser as cores para colorir teu mundo
Queria te tocar bem além do infinito
Queria ter teu rosto colado no meu
Queria dançar e chamegar no teu corpo
Queria ser, queria ter...
Queria... você !

Leônia Teixeira

Andar na lua,
Dançar no vento
Girar na rua
Rodopiar na chuva
Alcançar o mar.
Despertar nas ondas
Abraçar as flores
Brindar,
Sonhos, vida.
Segundos que se vivem
Momentos que se vão
Pensamentos
Rodopiar nas neves
Escorregar na areia
Atravessar rios,
Amar, amar e amar
Escancarar o riso
Cantar,
Fazer poemas
Falar em versos
Tocar o sol
Viajar,
Nas nuvens
Alcançar o mar
Ser poeta
Poesia,
Ganhar teus olhos
Se entregar
No ar.

Leônia Teixeira

VARANDO A MADRUGADA

Lá fora
Chuva mansa
Silenciosa
Sem raios
Sem trovões
Sem vento
Devagarinho
Vai molhando
Encharcando
Brisa agradável
Envolve a noite
Boa noite...

mel - ((*_*))

melanialudwig

O corvo e a tempestade


A noite ficou escura e o vento sopra torvo,
a chuva bate tão solitária na janela,
talvez fuja do agouro do corvo
que bate as negras asas atrás dela.

Porque chove assim, canta o corvo e sopra o vento
se nem sequer é Dezembro mas sim Agosto.
Espreito pela vidraça e vejo o vento violento
a fazer girar o corvo que brinca bem disposto.

Murmurei lenta alguns ais,
sem entender a negrura dos espaços celestiais,
para de seguida sorrir enternecida ao perceber,

que enquanto eu fiquei desorientada, aborrecida
por uma tempestade que chegou perdida
o corvo abriu as asas, quis brincar... quis viver!

Fernanda R. Mesquita

VARANDO A MADRUGADA

Vento
muito barulhento
Trovões
como rojões
Agora chuva
Cai chuva
Cai...
Relâmpagos
luzes na escuridão
Cai chuva
Cai...
Estatela no chão!

mel - ((*_*))

(Chovendo muito agora, aqui em Caldas Novas -
08/11/2015)

melanialudwig

A Outra Noite

Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou o sinal fechado para voltar-se para mim:

-O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?

Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.

-Mas, que coisa...

Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

-Ora, sim senhor...

E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

Alguém pode me ajudar nessa divulgações sobre a historia dessa cronica.

1- PERGUNTAS:

a)Quais são os personagens da cronica?

b)Onde e quando se passa a historia?

c)Qual o fato que desencadeou a cronica?

2- Em seu texto o narrador comenta:

( ) Um sonho inesperado.
( ) Um fato corriqueiro do dia a dia.
( ) Um pensamento indesejável.

3- Quanto tempo durou a historia?
R:________________

4- Responda as pergunta e copie trechos do texto para justificar suas resposta:

a) Qual foi a origem e o destino da viagem de volta feita pelo cronista?
R:__________________

b) Como estava a noite em São Paulo e no Rio de Janeiro?
R:______________

c)Como era a outra noite além das nuvens?
R:___________________

Se puderem por favor me ajudem, preciso desse assunto para as provas.

Rubem Braga

Sou o vento que sopra...
A chuva que cai...
Sou o mar, a areia...
Que o teu corpo bronzeia...
O sol que te aquece...
A lua que te adormece...
As estrelas que do céu te ilumina...
Pois tu é aquela mulher divina...
Que do meu pensamento não sai.

Sérgio o Cancioneiro

Sou o vento que sopra...
A chuva que cai...
Sou o mar, a areia...
Que o teu corpo bronzeia...
O sol que te aquece...
A lua que te adormece...
As estrelas que do céu te ilumina...
Pois tu é aquela mulher divina...
Que do meu pensamento não sai.

Sérgio o Cancioneiro

O SILÊNCO E A MEDITAÇÂO
"o silêncio existe no barulho da chuva, no soprar do vento, na onda do mar. Este silêncio é profundo, eterno e ilimitado. Toda a natureza é prenchida por ele."
Siddhartha

Siddhartha

Ouço tua risada ao vento
Vejo teu olhar nos pingos de chuva
Sinto teu toque ao soar dos trovões
Memórias me invadem

Um silêncio pertubador se forma
Quanto ainda penso estar te amando
Pelo menos isto o que parecia ser
Enquanto estava me lembrando

Suas lágrimas escorrendo pelo teu rosto
A voz tremula de alguém perdido
Eu não chorei nem precisei
Apenas fugi mentindo para mim mesma

Sinto como se estivesse sangrando mas
Este sangue qual me cobre não é meu
Não sei o que fiz mas já está feito
Bem, você não está mais me assombrando

Não há mais nenhuma foto sua
Não me lembro do teu rosto
Nem da tua voz sussurrando meu ouvido
Há um vazio dentro de mim

Mas tudo bem, estou melhor assim
Continuo aqui, mas indo pra lá
Cuidado com as garrafas de vinho
Elas me preenchem como você me preenchia

Anoniima