Poema Cinetico Concreto

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Minha Alma Canta

Borbulhante, saltitante, cinético: isso que sinto. Enquanto as palavras ecoam no ar e flutuam com o ritmo, uma sementinha de felicidade brota no meu peito. A melodia não sai da minha boca, sai da alma, do interior, do mais puro. Cantar, no fim, é só uma forma de mostrar ao mundo um pouco mais de dentro de mim. Forma de ouvir o que minha essência quer dizer, e falar por ela. Forma de florecer, no coração de cada um, um broto de sorriso. Por isso, falo música. Falo, faço, vivo música. É meu pão, meu vinho. Por isso que, assim como Tom, “minha alma canta…”.

Clara Ayroza